
03/09/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo
da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING
é divulgar as notícias e legislação do
setor educacional às instituições associadas.
Em
breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para
consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no
AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a
opinião da Associação.

IMPORTANTE: Ranking OAB
Veja a lista completa com o IGC de todas as instituições (em ordem alfabética)
Instituições com nota abaixo de 3 poderão ser descredenciadas
Entidades fazem críticas à avaliação do MEC
Fim da DRU deve ser aprovada em até duas semanas
Direito da USP é 11º em aprovados no exame da OAB
Ministros da Educação discutem metas de qualidade em Brasília
Projeto concede auxílio para 180 estudantes estrangeiros
Comissão define datas para debater novo Plano Nacional de Educação
Diferença de nota entre universidades públicas e privadas cai
Nove instituições estão na mira do MEC, diz secretária; veja quais são
Haddad diz que projeto da reforma universitária ficou 'acanhado'
Governo coloca em prática programa para vender laptops para professores
Ministros da Educação discutem metas de qualidade em Brasília
Despachos do Ministro em 2 de Setembro de 2009.
Portaria nº 846, de 2 de Setembro de 2009.
Resolução nº 47, de 31 de Agosto de 2009.
Ministro diz que projeto de reforma universitária é acanhado
Instituições com nota baixa não poderão abrir cursos e vagas
Câmara aprova números máximos de alunos em sala de aula
Adesão ao acordo ortográfico em escolas portuguesas é adiada
Empreendedorismo e ensino médio obrigatório
Instituições na "malha fina" do MEC questionam avaliação
Haddad defende atualização do projeto sobre reforma universitária
IMPORTANTE: Ranking OAB
Instituições de Ensino Superior EXAME DA ORDEM 2009/1 CURSOS DE DIREITO
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
http://www.cmconsultoria.com.br/arquivos/ExameOrdem2009Brasil.pdf
Veja a lista completa com o IGC de todas as instituições (em ordem alfabética)
Fonte: CM Consultoria
http://download3.globo.com/flash/jornalismo/brasil/2009/08/2008_igc_EMBARGO.xls
Instituições com nota abaixo de 3 poderão ser descredenciadas
Fonte: Clipping Educacional Consae - Portal Terra Educação, 02/09/2009
O Ministério da
Educação (MEC), anunciou que instituições
de educação superior que tiveram nota inferior a 3 no
Índice Geral de Curso da Instituição (IGC)
não poderão construir novos campi, abrir cursos nem
aumentar o número de vagas de ingresso. Além disso, os
cursos já autorizados poderão sofrer
redução no número de vagas ou até mesmo ter
processos seletivos suspensos, após a visita de especialistas
às universidades. As instituições com notas abaixo
de 3 têm prazo para recorrer desse resultado. Mantida a nota
baixa após o recurso e a visita de especialistas, a
instituição deve resolver os problemas indicados,
mediante termo de saneamento firmado com a Secretaria de
Educação Superior (Sesu). Se não cumprir as
medidas de saneamento, a instituição pode, nos casos mais
graves, ser descredenciada. Entre as 2 mil instituições
de ensino superior avaliadas, nove tiveram IGC inferiores a 3 nas
avaliações realizadas em 2007 e 2008.
"Até a criação
de um novo modelo de regulação da educação
superior, o Ministério da Educação não
tinha como impedir o crescimento de instituições de
má qualidade", disse o ministro da Educação,
Fernando Haddad, em audiência pública na última
terça-feira. Segundo o MEC, o IGC é um indicador de
qualidade construído com base numa média ponderada das
notas dos cursos de graduação e
pós-graduação de cada uma das 2 mil
instituição pesquisadas. O resultado final é
divulgado anualmente e é expresso em valores (que vão de
0 a 500) e em faixas (de 1 a 5). Este ano, 884
instituições obtiveram nota 3. Entre as 206
instituições públicas, 151 tiveram notas iguais ou
superiores a 3. Notas 1 e 2 são consideradas
insatisfatórias pelo MEC.
Entidades fazem críticas à avaliação do MEC
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:50 hs.
Instituições dizem que não tiveram acesso ao Índice Geral de Cursos
Lisandra Paraguassú
BRASÍLIA - Pegos de surpresa
com os resultados do Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado
anteontem pelo Ministério da Educação (MEC),
representantes das instituições particulares de ensino
superior reclamaram mais uma vez dos critérios usados na
avaliação. As organizações também
criticaram o fato de só terem tido acesso aos dados ontem, pela
internet.
A Associação
Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) confirma que
está negociando no Congresso uma forma de interromper a
divulgação do IGC e também do Conceito Preliminar
de Cursos (CPC). Em entrevista ao Estado por e-mail, o presidente da
associação, Gabriel Rodrigues, alega que os dois
índices são referências para que avaliadores
visitem as instituições e não para serem
divulgados para o público.
"O que desejamos é que esses
índices, que foram criados apenas para orientar o avaliador em
suas visitas, não sejam repassados para a sociedade como o
conceito oficial da instituição", diz.
As instituições
questionam principalmente a coleta de dados sobre infraestrutura e
qualidade dos professores, feita em pesquisas com alunos durante o
Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade).
"Como um aluno vai avaliar a
qualidade da escola, do professor? Se ele soubesse o que é
preciso não seria aluno, seria professor", reclama Heitor Pinto
Filho, da Associação Nacional das Universidades
Particulares (Anup).
A associação
também questiona o fato de o MEC não ter terminado as
visitas in loco para avaliar as instituições. Ao mesmo
tempo, critica as comissões de especialistas que fazem essas
visitas, alegando que são formadas apenas por professores
aposentados de universidades federais. "Não tem nenhuma pessoa
nossa nessa análise", diz. "O IGC não está no
Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino
Superior). É uma avaliação grosseira, sem
critério, sem objetividade. É simplesmente
política."
Ambas as associações,
porém, descartam entrar na Justiça. "Preferimos o caminho
do diálogo, já que avaliação é um
processo que nunca se extingue", disse Rodrigues. "Se entrarmos na
Justiça esperaremos dez anos. Temos que resolver tudo pelo
diálogo, com bom senso", afirmou Pinto Filho.
Fonte: O Estado de São Paulo
Fim da DRU deve ser aprovada em até duas semanas
Fonte: Clipping Educacional Consae - Portal Aprendiz, 02/09/2009
A PEC 277/2008, que entre outros
temas determina o fim gradativo do mecanismo da DRU
(Desvinculação das Receitas da União), deve ter
votação concluída até 15 de setembro. Ontem
a presidente da CEC (Comissão de Educação e
Cultura) da Câmara dos Deputados, Maria do Rosário
(PT-RS), promoveu uma reunião de articulação
política com parlamentares dedicados à área
educacional. O objetivo será construir conjuntamente uma
estratégia para conseguir os 308 votos para a derrubada do
destaque apresentado pela oposição, que tem impedido a
aprovação da matéria. O destaque, proporcionado
pelo deputado Fernando Coruja (PPS-SC), determina o fim imediato da
incidência da DRU sobre os recursos da educação.
Para a área fazendária do governo federal, isso
inviabiliza a votação de toda a proposta. O texto da PEC
277/2008 propõe redução gradual da DRU. Assim, o
percentual de recursos que o governo pode retirar da
vinculação constitucional da educação seria
reduzido de 20% para 12,5% em 2009, 5% em 2010 e zero a partir de 2011.
Segundo cálculos da assessoria técnica da Câmara
dos Deputados, a mudança deve significar a
recuperação de R$ 4 bilhões para a
educação em 2009; pouco mais de R$ 7 bilhões em
2010; e cerca de R$ 10,5 bilhões a partir de 2011. Parada
por quase 90 dias, a votação da PEC 277/2008 ganhou novo
fôlego com a volta da pressão exercida pelo Palácio
do Planalto para sua aprovação final. Na última
quinta-feira, 27/08, em reunião sobre a Conae (Conferência
Nacional de Educação) com diversas entidades, o ministro
da Educação, Fernando Haddad, anunciou que a
votação da proposta voltou a ser prioridade para o
presidente Lula. Ele argumentou que sem o fim da DRU, o PDE (Plano de
Desenvolvimento da Educação) não terá
sustentação financeira a partir de 2010. O coordenador
geral da Campanha Nacional pelo Direito à
Educação, Daniel Cara, esteve presente na reunião
com o ministro e acredita que a aprovação da PEC 277/2008
poderá vir ainda na primeira quinzena de setembro.
”Passada a crise política no Senado, o governo reorganizou
sua base no Congresso Nacional e não deve ter dificuldades para
derrubar o destaque”, analisou. Para ele, o momento é
favorável ao Executivo, que não deve
desperdiçá-lo. “A força do governo é
instável. Se não for agora, corre-se o risco de
não ser mais este ano, pois a matéria voltará ao
Senado. Quanto mais o tempo passar, mais o cenário eleitoral de
2010 tomará conta do mundo
político-partidário”, concluiu.
Além da DRU - Durante sua
tramitação na Câmara dos Deputados a PEC 277/2008
passou a abordar muitos outros temas. Além da DRU, o texto em
apreciação propõe a extensão da
obrigatoriedade do ensino (dos atuais 6 a 14 anos para 4 a 17 anos),
altera artigos referentes ao regime de colaboração e
procura fortalecer o PNE (Plano Nacional de Educação),
que terá nova edição para o decênio
2011-2020. Em geral, os temas incluídos são consensuais e
seguem as deliberações da Coneb (Conferência
Nacional de Educação Básica). A
exceção é a antecipação do
início da obrigatoriedade para os 4 e 5 anos de idade,
período referente à pré-escola. Segundo o
secretário-executivo do Mieib (Movimento Interfóruns de
Educação Infantil), Vilmar Klemann, essa medida
não seria necessária se o Estado ampliasse a oferta
gratuita para toda a educação infantil, de 0 a 5 anos,
conforme determina o artigo IV da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional – 9.394/1996). “Não
tem porque tornar obrigatório para as
famílias. Isso tem que ser facultativo“. O presidente da
Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de
Educação), Carlos Eduardo Sanches, afirma que a
mudança é um passo importante para chegar ao atendimento
em toda a educação básica. “É a
evolução de um processo. A consolidação das
matrículas para 4 e 5 anos vai nos dar forças para
universalizar as matrículas de 0 a 3 anos”. Já
Daniel Cara acredita que a questão só será
resolvida no Senado Federal. “A PEC 277/2008 é
interessante em 90% das suas proposições. Teremos que
alcançar os outros 10% junto aos senadores e senadoras, tentando
não prejudicar o prazo para a tramitação da
proposta.”
A DRU e as perdas para a
educação - Criada em 1994, na gestão do presidente
FHC, com o nome de Fundo Social de Emergência, a DRU tem sido
mantida pela área fazendária até os dias de hoje.
É um mecanismo que desvincula 20% da receita tributária
da União, concedendo ao governo federal mais liberdade para
distribuir os recursos do Orçamento Federal. Segundo o
Ministério da Fazenda, a Desvinculação é
responsável por cerca de 60% do total dos recursos que a
União tem liberdade para gastar. Normalmente, a maior parte
desse montante atende às políticas de
manutenção do superávit primário, em
detrimento de investimentos em áreas e programas sociais.
Durante seus 15 anos de vigência, estima-se que este mecanismo
tenha extraído cerca de R$ 80 bilhões corrigidos da pasta
da educação. Para este ano, caso seja mantida
integralmente, a perda estimada do setor com a DRU deve ficar
próxima de R$ 7,5 bilhões, considerados os impactos da
crise econômica. (Assessoria Campanha Nacional pelo Direito
à Educação)
Direito da USP é 11º em aprovados no exame da OAB
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:14 hs.
Essa foi a 1.ª vez que SP
participou da prova unificada; Estado ficou na penúltima
posição, só atrás de MT
A Faculdade de Direito do Largo
São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP), ficou
em 11º lugar no País entre as instituições
que mais aprovam no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) -
79,9% dos seus formandos passaram na prova deste ano. No topo
estão três universidades federais - a de Brasília
(UnB), com 97,2% de aprovação, a da Bahia (95,2%) e a de
Santa Catarina (92,1%).
Confira o ranking da OAB e saiba a nota dos cursos de Direito do País
http://www.estadao.com.br/especiais/2009/09/oabnumeros.pdf
Essa foi a primeira vez que
São Paulo participou da prova unificada nacional, criada em
2007. Por isso, foi possível comparar o desempenho das
instituições. Até então, o exame era feito
regionalmente.
No ranking de Estados, São
Paulo está na penúltima posição, com 15% de
aprovação, só atrás de Mato Grosso. Os mais
altos índices de formandos que passaram no exame são de
cinco Estados do Nordeste e Norte. Mas a maior parte dos
bacharéis, cerca de 18 mil dos 58 mil que participaram da prova,
é de instituições paulistas - São Paulo tem
250 instituições de ensino de Direito e 40 mil
bacharéis formados todos os anos.
A aprovação no exame
da Ordem, como a prova é conhecida, é requisito
obrigatório para que o bacharel exerça a profissão
de advogado. Para o presidente da OAB nacional, Raimundo Cezar Britto,
o ranking mostra que há um ensino jurídico de qualidade
descentralizado no País. "O ensino de qualidade pode estar
também no interior e fora dos grandes centros, mas fica sem
visibilidade."
Atualmente não é
possível comparar os cursos de graduação da USP
com outras universidades do País porque a
instituição decidiu não participar de
avaliações nacionais, como o Exame Nacional de Desempenho
de Estudantes (Enade), feito pelo Ministério da
Educação. Por isso, a posição no ranking da
OAB se torna importante.
A São Francisco tem o curso
de Direito mais antigo do País, com 182 anos. Segundo seu
diretor, João Grandino Rodas, o ranking não reflete
necessariamente o resultado da faculdade porque o exame foi feito em
maio e junho. "A maioria dos nossos alunos se forma no fim do ano e
não faz esta prova." A OAB realiza dois exames por ano e o
bacharel pode repetir a prova se não passar. Participaram da
prova do primeiro semestre 94 formandos da São Francisco.
Segundo Rodas, 460 alunos terminam o curso por ano.
A Universidade de Brasília e
a Federal de Santa Catarina também têm formaturas apenas
no fim do ano. O curso da Bahia é semestral. As três
justificam suas boas colocações pela qualidade dos alunos
e dos professores (mais informações nesta página).
Na avaliação das instituições de ensino
superior feita pelo MEC e divulgada na última segunda-feira
todas tiveram índice 4, um ponto abaixo do máximo.
PRIORIDADES
Ex-alunos da USP acreditam que o
resultado não demonstra queda de qualidade no curso. Para o
advogado tributarista Ary Oswaldo Mattos Filho, o fato de a prova ter
sido unificada prejudicou formandos de São Paulo. "A
ênfase do ensino do Direito aqui e no Nordeste, por exemplo,
é diferente." Mattos Filho, que atualmente é diretor da
Faculdade de Direito da FGV, diz que houve muitas questões de
direito do trabalho e menos de empresarial, por exemplo, área
mais desenvolvida pelos cursos paulistas por estarem em um grande
centro. "Medir todo mundo pelo mesmo metro dá esse resultado."
Para ele, a unificação da prova vai levar alunos para
cursinhos.
O professor Celso Lafer diz que o
curso é abrangente e que formandos da USP são aprovados
em peso em concursos e procurados por grandes escritórios.
"Advogar em São Paulo é diferente de advogar na Bahia."
Para Dalmo Dallari, essa primeira experiência pode levar a uma
unificação de critérios de ensino do direito no
País.
A segunda melhor
instituição de São Paulo foi a Universidade
Estadual Paulista (Unesp), que teve 66,6% de aprovados e ficou em
28º lugar no País. O Mackenzie teve 63% (37ª
posição). A Pontifícia Universidade
Católica está no 41º lugar, com 59,7%.
"São Paulo tem ótimas
faculdades de Direito. Aprovar mais de 60% ou 70% dos candidatos
é um bom resultado", diz o presidente da Comissão de
Estágio e Exame de Ordem da OAB-SP, Braz Martins Neto. Para ele,
o exame unificado evidencia as boas instituições e
também o excesso de cursos sem qualidade.
Na avaliação do
coordenador da Faculdade de Direito da Unesp, Marcos Simão
Figueiras, a tendência é que nos próximos exames os
paulistas se saiam melhor. "Qualquer mudança no exame provoca um
desconforto e precisa de tempo de adaptação", diz ele,
que considerou a prova nacional bem planejada. "É questão
de tempo até os alunos estarem mais acostumados, não
é problema da prova."
Fonte: O Estado de São Paulo
Ministros da Educação discutem metas de qualidade em Brasília
Fonte: Jornal da Educação
Ministros da Educação
ibero-americanos reuniram-se nesta terça-feira em
Brasília para discutir as metas educacionais estabelecidas para
os países da região. Em 2008, durante reunião em
El Salvador, os dirigentes aprovaram um conjunto de 21 metas que devem
ser cumpridas até 2021.
Entre elas está aumentar a
oferta de educação infantil, universalizar e melhorar a
qualidade do ensino fundamental e médio, além de
fortalecer a profissão de docente. Para o
secretário-geral da Organização de Estados
Ibero-americanos (OEI), Álvaro Marchesi, será preciso
fazer "muito esforço em muito pouco tempo".
Para o secretário-geral da
OEI, os principais desafios para os países ibero-americanos
são melhorar o resultado dos alunos da região em
avaliações internacionais, melhorar a qualidade do ensino
nos primeiros anos e superar o analfabetismo, classificado por ele como
"uma tragédia na América Latina".
Projeto concede auxílio para 180 estudantes estrangeiros
Fonte: Jornal da Educação
São de 11 países da
América Latina e de nove do continente africano os 180 novos
estudantes estrangeiros selecionados para o Projeto Milton Santos de
Acesso ao Ensino Superior (Promisaes). Os integrantes do projeto,
matriculados em cursos de graduação em
instituições federais de ensino superior, recebem do
governo brasileiro um auxílio mensal no valor do salário
mínimo (R$ 465,00) durante 12 meses.
O Projeto Milton Santos de Acesso ao
Ensino Superior oferece assistência financeira a estudantes
estrangeiros, matriculados em instituições federais,
originários de países da África e da
América Latina. Para concorrer ao auxílio, os alunos
precisam estar no Programa de Estudante-Convênio de
Graduação e cumprir diversos critérios, entre os
quais o de ter rendimento e frequência escolar conforme as
exigências das instituições de ensino superior onde
estudam.
No primeiro semestre, o
Ministério da Educação selecionou 469 estudantes
para receber o benefício do Promisaes, de janeiro a dezembro
deste ano. Os 180 que ingressam agora no programa também
têm direito ao recurso durante 12 meses. A Secretaria de
Educação Superior (Sesu) publicou a relação
dos estudantes, de que países eles vêm e em que
instituições estudam.
Comissão define datas para debater novo Plano Nacional de Educação
Fonte: Jornal da Educação
A Comissão de
Educação e Cultura da Câmara definiu as datas de
todos os Encontros Regionais a serem realizados no segundo semestre
para debater com a sociedade civil o novo Plano Nacional de
Educação. O PNE terá tramitação
parlamentar em 2010 e orientará toda a política
educacional do país entre 2011 e 2020.
Dia 3 de setembro, no Rio de
Janeiro, será realizada uma Teleconferência para debater o
tema da “Qualidade na Educação” –
dentro da discussão do novo PNE - numa parceria com o sistema
Sesc/Senac - www.teleconf.senac.br
As cidades e as datas definidas pela
Comissão de Educação e Cultura para a
realização dos Encontros Regionais, são as
seguintes: Cuiabá/MT (17 e 18 de setembro), Belo
Horizonte/MG (24 e 25 de setembro), Natal/RN (8 e 9 de outubro),
Porto Alegre/RS (15 e 16 de outubro), Palmas/TO (5 e 6 de novembro) e
Salvador/BA (12 e 13 de novembro).
Dia 3 de dezembro, em
Brasília, será realizado um Encontro Nacional para
sistematizar todas as contribuições feitas pelos
Encontros Regionais. De acordo com decisão tomada pela
própria Comissão, poderão ser realizados
painéis para discussão do mesmo tema em outras cidades
brasileiras.
Diferença de nota entre universidades públicas e privadas cai
Fonte: Clipping Educacional Consae - Folha de São Paulo, 02/09/2009 - São Paulo SP
Margem diminuiu porque as
instituições particulares mantiveram suas médias e
as públicas tiveram um recuo. Maior queda nas notas, segundo
dados divulgados pelo MEC, aconteceu nas universidades estaduais, que
tiveram queda de 9%
FÁBIO TAKAHASHI DA REPORTAGEM LOCAL
A vantagem das universidades
públicas sobre as privadas no indicador de qualidade do governo
federal diminuiu 19% em um ano, apontam dados do Ministério da
Educação. A nota média das públicas era 27%
superior que as particulares em 2007 e caiu para 22% no ano seguinte.
Os dados, divulgados anteontem, referem-se ao IGC (Índice Geral
de Cursos), que considera itens como desempenho dos estudantes numa
prova (Enade), qualificação dos docentes (número
de doutores) e a nota da pós-graduação, entre
outros. A diferença diminuiu porque as
instituições privadas mantiveram suas médias (239,
em escala até 500) e as públicas tiveram um recuo (de 304
para 292), apontam dados tabulados por Oscar Hipólito,
ex-diretor do Instituto de Física da USP de São Carlos e
pesquisador do Instituto Lobo.
Dentro das públicas, o maior
recuo ocorreu nas universidades estaduais -a média caiu 9%. Os
dados não consideram USP e Unicamp, que decidiram
não participar da avaliação. Nas federais, a queda
foi de 1%.
Os novos dados mostram também
que o número de universidades estaduais reprovadas subiu de um
para cinco, aquelas com 1 e 2 no IGC. Estão nessa lista as
universidades estaduais de Goiás, Alagoas, Roraima, Piauí
e de Ciências da Saúde de Alagoas. O presidente da Abruem
(entidade que representa as universidades estaduais), João
Carlos Gomes, afirma que as instituições estão
preocupadas com os indicadores. "Mas há esforço para
melhorar esses índices. Temos universidades novas, em processo
de crescimento", disse. "Estamos, por exemplo, melhorando a
titulação dos docentes."
O pesquisador Oscar Hipólito
cita duas possibilidades para o problema nas estaduais. "Em alguns
Estados, pode haver mais interferência política na
gestão universitária. O que ocorre menos nas federais e
nas estaduais de São Paulo." Outra hipótese
é que o controle das estaduais seja menos rigoroso, pois o
processo está principalmente nas mãos dos Conselhos
Estaduais de Educação, e não nas do MEC. "Uma
expansão das estaduais pode explicar o desempenho, mas é
preciso fazer estudos mais aprofundados", disse o presidente do Inep
(instituto do MEC responsável pela avaliação),
Reynaldo Fernandes. O presidente do Semesp (sindicato que representa as
universidades privadas), Hermes Figueiredo, afirma que o setor das
particulares "não gosta" da comparação com as
públicas. "O que buscamos é a excelência
acadêmica, independentemente do desempenho das públicas",
disse. "Além disso, o IGC é apenas um indicador. Para
nós, há fatores que interessam mais, como a
empregabilidade dos nossos estudantes." Colaborou RICARDO WESTIN , DA
REPORTAGEM LOCAL
Nove instituições estão na mira do MEC, diz secretária; veja quais são
Fonte: Clipping Educacional CONSAE - Portal UOL Educação, 31/08/2009
Simone Harnik em São Paulo
Nove instituições
estão sob a mira do MEC (Ministério da
Educação), porque tiraram nota insatisfatória no
IGC (Índice Geral de Cursos), divulgado nesta segunda-feira
(31). Por dois anos consecutivos, o desempenho dessas escolas foi
inferior ao esperado. Uma delas, inclusive, já foi
descredenciada - a Faculdadade Cidade de João Pinheiro, de Minas
Gerais. As faculdades que tiveram nota baixa terão de firmar um
acordo para melhorar a qualidade do serviço oferecido. Os
processos ainda estão em fase de recursos. Mas, segundo
avaliação da secretária de Ensino Superior do MEC,
Maria Paula Dallari Bucci, "essas nove instituições
estão em situação crítica". As
instituições de ensino são as seguintes:
•Centro de Ensino Superior de Valença - Rio de Janeiro
•Escola Superior de Agronomia de Paraguaçú Paulista - São Paulo
•Faculdade de Educação Física de Foz do Iguaçu - Paraná
•Faculdades Esefap (Escola Superior de Educação Física da Alta Paulista) - São Paulo
•Faculdades Integradas da Terra de Brasília - Distrito Federal
•Faculdades Integradas Espírita - Paraná
•Instituto de Ensino Superior Materdei - Amazonas
•Universidade Ibirapuera - São Paulo
Outro lado - O UOL
Educação entrou em contato com todas as
instituições e aguarda retorno. A Faculdade Cidade de
João Pinheiro, de Minas Gerais, informou por meio de nota que
vai tomar as medidas judiciais cabíveis. Diz ainda que
"há evidente desproporção entre a medida
adotada pela Secretaria de Educação Superior
e as alegadas 'irregularidades'". Por meio de sua assessoria de
imprensa, as Faculdades Integradas "Espírita" informaram que
"estão tomando as medidas necessárias para corrigir as
fragilidades detectadas na avaliação". A Universidade
Ibirapuera informa que a nota refere-se à
avaliação realizada durante a antiga
administração e que já busca melhorias para o
ensino. A direção das Faculdades Esefap afirmou, por
e-mail, que não concorda com o conceito do MEC, pois a
instituição obteve boa nota no curso de enfermagem.
Afirma ainda que já toma medidas necessárias para se
adaptar às exigências do ministério. O Centro de
Ensino Superior de Valença informa que a nota do
ministério tem dados incorretos e que já recorreu. Veja a
entrevista com a secretária:
UOL Educação - Qual o foco do IGC no momento?
Maria Paula - A
distribuição dos resultados não é o maior
foco neste momento. O maior foco é produzir
elevação do patamar de qualidade. Estamos focado no
acompanhamento das instituições que tiraram 1, 2 no IGC.
UOL Educação - Foram muitas as faculdades?
Maria Paula - Foram nove
instituições que repetiram no IGC de 2008 a nota de 2007.
Essas nove instituições estão em
situação crítica. Nas últimas
avaliações tiraram nota dois.
UOL Educação - O que vai acontecer com elas?
Maria Paula - Elas vão ser acompanhadas e uma delas já foi descredenciada.
UOL Educação - Houve melhoria de um ano para outro?
Maria Paula - As culturas da
supervisão e da avaliação já foram
absorvidas pelas instituições. Elas sabem que as notas
vão ter efeito e que este é o método de trabalho
do MEC.
UOL Educação - Mesmo
assim, a USP (Universidade de São Paulo) continua sem participar
do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes). Isso é
ruim para o IGC?
Maria Paula - A USP pertence ao
sistema estadual e é uma pena que não participe. Como
é uma instituição de ponta, daria uma
contribuição para qualificar o indicador. Espero que os
responsáveis pela decisão na USP tenham a capacidade de
compreender a importância do processo de avaliação
das instituições.
UOL Educação - O que a senhora destaca do índice?
Maria Paula - Queremos induzir
rapidamente a melhoria para o conjunto das instituições.
Temos de tratar o ensino superior como um todo.
UOL Educação - Ao todo, 29,4% das instituições tiraram notas 1 e 2. Como a senhora avalia?
Maria Paula - O Inep (Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira)
está fazendo a avaliação da
concentração na nota 1 e 2. Muitas pequenas
universidades, com poucos cursos, podem ter tirado nota ruim porque o
ano do Enade acaba pesando no resultado. A instituição
pequena pode ser muito afetada de um ano para o outro. Nas maiores, os
resultados tendem a ser compensados.
Haddad diz que projeto da reforma universitária ficou 'acanhado'
Fonte: Clipping Educacional CONSAE - Portal G1, 01/09/2009
Ministro da Educação
disse que há medidas previstas no texto já em vigor.
Projeto de reforma tramita na Câmara dos Deputados desde 2004.
Rafael Targino do G1, em Brasília
O ministro da
Educação, Fernando Haddad, criticou nesta
terça-feira (1º) o atual projeto de reforma
universitária em tramitação na Câmara dos
Deputados, durante audiência pública na Casa para discutir
o assunto. Segundo ele, o texto já se tornou
“anacrônico” e ficou “acanhado. De acordo com
Haddad, o projeto, parado desde 2004 na Câmara, já
está velho por conta das ações tomadas desde 2004
(ano em que o texto foi apresentado) pelo governo. Ele citou, como
exemplo, o programa de expansão das universidades federais e a
redução de juros do programa de financiamento
estudantil (Fies). “Na época, não tínhamos
condições políticas e orçamentárias
para aprovação. O cenário é outro,
não pode ser diferente. É preciso julgar a
conveniência de alterar o texto”, disse o ministro.
A presidente da Comissão de
Educação da Câmara, deputada Maria do
Rosário (PT-RS), concordou com a crítica. “Talvez o
texto-base não seja mais a base de uma reforma do ensino
superior”, afirmou. Ela disse que se deve pensar em
um substitutivo ao projeto para atualizar o texto. O texto em
tramitação na Casa prevê, por exemplo, o
monitoramento periódico das instituições de ensino
superior, inclusive com descredenciamento. No entanto, isso já
vem sendo feito pelo Ministério da Educação. Nesta
segunda (31), por exemplo, foi divulgado o Índice Geral de
Cursos (IGC), que dá notas às faculdades, universidades e
outros centros. Uma das instituições, com repetidas notas
baixas, já foi descredenciada pelo MEC.
Governo coloca em prática programa para vender laptops para professores
Fonte: Clipping Educacional CONSAE - Portal G1, 01/09/2009
Computadores podem ser encomendados
nas agências dos Correios. Notebooks custarão até
R$ 1.400 com juros menores que os de mercado.
Jeferson Ribeiro do G1, em Brasília
O governo colocou em prática
desde esta segunda-feira (31) o programa “Computador
Portátil para Professores”. Lançado em julho do ano
passado com o objetivo de vender notebooks a um preço
máximo de R$ 1.400 para professores das redes pública e
privada de ensino, o programa só pôde ser executado agora
por conta da crise financeira mundial. Inicialmente, o programa
vai atender 64 cidade. Os professores podem fazer as encomendas
nas agências dos Correios e postos bancários credenciados.
Segundo o governo, o programa não entrou em funcionamento no ano
passado porque a elevação do dólar fez os
preços dos computadores portáteis subir demais por conta
de componentes importados. O programa garante que os
professores podem parcelar o valor dos computadores com juros
mais baixos dos que os de mercado, descontar as parcelas na folha de
pagamento ou com débito em conta corrente. A lista das cidades
onde já é possível adquirir os notebooks podem ser
obtidas na página do programa do governo federal
(www.computadorparaprofessores.gov.br).
Ministros da Educação discutem metas de qualidade em Brasília
Fonte: Clipping Educacional Consae - Portal Terra Educação, 01/09/2009
Ministros da Educação
ibero-americanos reuniram-se nesta terça-feira em
Brasília para discutir as metas educacionais estabelecidas para
os países da região. Em 2008, durante reunião em
El Salvador, os dirigentes aprovaram um conjunto de 21 metas que devem
ser cumpridas até 2021. Entre elas está aumentar a oferta
de educação infantil, universalizar e melhorar a
qualidade do ensino fundamental e médio, além de
fortalecer a profissão de docente. Para o
secretário-geral da Organização de Estados
Ibero-americanos (OEI), Álvaro Marchesi, será preciso
fazer "muito esforço em muito pouco tempo". "Nós estamos
propondo fazer em dez anos o que se faz em 25", afirmou. Marchesi
acredita que os países da região tem desafios parecidos a
serem superados.
"É uma educação
com muitas desigualdades e problemas importantes na qualidade do
ensino. Podemos fazer juntos um grande esforço, cada um com suas
perspectivas porque também há muitas desigualdades entre
o Brasil e a Guatemala ou a Bolívia e a Argentina", comparou. O
ministro da Educação, Fernando Haddad, também
classificou as metas como "difíceis". "Não posso dizer
que é fácil porque temos uma dívida educacional
enorme, só muito recentemente o Brasil começou a investir
recursos razoáveis em educação para honrar esse
passivo histórico, mas temos todas as condições de
cumprir as metas", avaliou.
Para o secretário-executivo
do Ministério da Educação do Chile, Cristian
Martinez, é importante que os países possam compartilhar
boas práticas. Segundo ele, interessa ao Chile a
experiência do Bolsa Família. Mônica
Messenberg, diretora da Fundação Santillana, entidade que
apoiou a organização do evento, também defende a
importância do intercâmbio entre os países.
"É um grande caminho para se incentivar a
superação desses desafios", disse. Para o
secretário-geral da OEI, os principais desafios para os
países ibero-americanos são melhorar o resultado dos
alunos da região em avaliações internacionais,
melhorar a qualidade do ensino nos primeiros anos e superar o
analfabetismo, classificado por ele como "uma tragédia na
América Latina". De acordo com Marchesi, será criado um
fundo entre os países que compõem a OEI para oferecer
subsídios financeiros aos países mais pobres para que
eles consigam cumprir as metas. A ideia, segundo ele, é que o
fundo seja de US$ 3 bilhões, dinheiro que virá dos
países mais ricos da região.
Despachos do Ministro em 2 de Setembro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:19 hs.
Nos termos do art. 2º da Lei
nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da
Educação, HOMOLOGA o Parecer nº 184/2009, da
Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de
Educação, favorável à
convalidação de estudos e à
validação nacional dos respectivos títulos obtidos
no curso de Mestrado Acadêmico Interdisciplinar em
Educação e Saúde pelos 46 (quarenta e seis) alunos
relacionados em anexo, ingressantes entre os anos de 1999 e 2000 no
Programa de Pós-Graduação do Centro
Universitário de Volta Redonda (UniFOA), mantido pela
Fundação Oswaldo Aranha, com sede no município de
Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro, conforme consta do Processo
nº 23001.000161/2008-54.
(Publicação no DOU n.º 169, de 03.09.2009, Seção 1, página 22/23)
FERNANDO HADDAD
DESPACHOS DO MINISTRO
Em 2 de setembro de 2009
Nos termos do art. 2º da Lei
nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da
Educação, HOMOLOGA o Parecer nº 185/2009, da
Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de
Educação, favorável à
convalidação de estudos e à
validação nacional dos títulos obtidos no curso de
Mestrado em Ciências Ambientais e de Mestrado em Gestão
Ambiental pelos, respectivamente, 4 (quatro) e 24 (vinte e quatro)
alunos relacionados em anexo, egressos da Universidade Estácio
de Sá (Unesa), mantida pela Sociedade de Ensino Superior
Estácio de Sá, instalada no município do Rio de
Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro, conforme consta do Processo
nº 23001.000202/ 2008- 11.
Curso de Mestrado em Ciências Ambientais
Curso de Mestrado em Gestão Ambiental
OBS.: O anexo desta homologação encontra-se no DOU informado abaixo.
Nos termos do art. 2º da Lei
nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da
Educação, HOMOLOGA o Parecer nº 12/2009, do Conselho
Pleno do Conselho Nacional de Educação, que não
conhece do recurso, por reconhecer presente o disposto no § 2°
do artigo 34 da norma regimental do Conselho Nacional de
Educação, conforme consta dos Processos nºs
23001.000068/2009-21, 23001.000115/2008-55, 23001.000116/2008-08 e
23001.000117/ 2008- 44.
Nos termos do art. 2º da Lei
nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da
Educação, HOMOLOGA o Parecer nº 14/2009, da
Câmara de Educação Básica do Conselho
Nacional de Educação, que apresenta pronunciamento sobre
proposta de instituição do SISTEC - Sistema Nacional de
Informações da Educação Profissional e
Tecnológica, conforme consta do Processo nº
23001.000164/2009-79.
FERNANDO HADDAD
Fonte: Publicação no DOU n.º 169
Portaria nº 846, de 2 de Setembro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:44 hs.
Transferir para o Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação (FNDE), a competência
para efetuar a execução orçamentária e
financeira das dotações alocadas no orçamento do
Ministério da Educação, Unidade
Orçamentária 26.101, em favor de entidades de ensino
superior, profissional e tecnológico não federais e
privadas sem fins lucrativos, beneficiárias de emendas
parlamentares.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1737.pdf
Fonte: Publicação no DOU n.º 169
Resolução nº 47, de 31 de Agosto de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:18 hs.
Aprova os critérios e
procedimentos para a concessão e o pagamento de bolsas de estudo
no âmbito do Programa Nacional de Formação
Continuada a Distância nas Ações do FNDE
(Formação pela Escola).
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1738.pdf
Fonte: Publicação no DOU n.º 169
Ministro diz que projeto de reforma universitária é acanhado
Fonte: Jornal da Educação
O ministro da
Educação, Fernando Haddad, disse nesta
terça-feira, dia 1º, que a proposta de reforma
universitária que tramita na Câmara dos Deputados
está “acanhada”. De acordo com Haddad, o texto do
Projeto de Lei n° 4.212/04 ficou obsoleto em face das iniciativas
tomadas nos últimos quatro anos – desde a
criação do projeto –, as quais, segundo ele,
mudaram o quadro da educação superior brasileira. A
consideração foi feita durante audiência
pública na Câmara para discutir a reforma
universitária.
O ministro afirmou que o projeto
é avançado em relação à Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, mas é
ultrapassado diante das mudanças ocorridas na
educação superior desde 2005.
Entre as iniciativas citadas pelo
ministro, estão a adoção do novo Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso nas universidades, a
responsabilização da União pela
formação de professores da educação
básica, a criação do Programa de Apoio a Planos de
Reestruturação e Expansão das Universidades
Federais (Reuni) e a interiorização das
instituições públicas de ensino superior.
Instituições com nota baixa não poderão abrir cursos e vagas
Fonte: Jornal da Educação
Instituições de
educação superior com nota inferior a 3 no Índice
Geral de Cursos da Instituição (IGC) não
poderão se expandir. Isso significa que não
poderão construir novos campi, abrir cursos nem aumentar o
número de vagas de ingresso. Além disso, os cursos
já autorizados poderão sofrer redução no
número de vagas ou até mesmo ter processos seletivos
suspensos, após a visita de especialistas às
universidades. Os IGC de todas as universidades, centros
universitários e faculdades do país, referentes a 2008,
foram divulgados na segunda-feira, 31.
Divulgado anualmente, o IGC é
um indicador de qualidade construído com base numa média
ponderada das notas dos cursos de graduação e
pós-graduação de cada instituição. O
resultado final é expresso em valores contínuos (que
vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5).
Câmara aprova números máximos de alunos em sala de aula
Fonte: Jonral da Educação
A Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em
caráter conclusivo, proposta que estabelece limite máximo
de 25 alunos por professor, durante os cinco primeiros anos do ensino
fundamental; e de 35, nos quatro anos finais do ensino fundamental e no
ensino médio. A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação (LDB - Lei 9.394/96), que atualmente não
especifica o número exato de alunos por professor em sala de
aula.
A proposta seguirá para o
Senado, a menos que haja recurso de 51 deputados para que seja votada
pelo Plenário. Por recomendação do relator,
deputado Colbert Martins (PMDB-BA), foi aprovado o substitutivo da
Comissão de Educação e Cultura aos projetos de lei
597/07, do deputado Jorginho Maluly (DEM-SP), e 720/07, do deputado
Leonardo Quintão (PMDB-MG).
Na pré-escola, serão
15 alunos de 3 a 4 anos por professor; e 25 alunos de 4 a 5 anos por
professor. Conforme o substitutivo, elaborado pelo deputado Ivan
Valente (Psol-SP), as escolas terão prazo de três anos,
após a aprovação da lei, para se adaptar a essa
norma.
Adesão ao acordo ortográfico em escolas portuguesas é adiada
Fonte: Clipping Educacional Consae - Portal Aprendiz, 02/09/2009
Os manuais escolares das escolas
portuguesas têm este ano o "português velho", porque a
introdução do acordo ortográfico ficou adiada para
o próximo governo. As editoras afirmam desconhecer datas
concretas e lembram que preparar um manual leva tempo. As editoras
responsáveis pela elaboração do material
didático afirmam desconhecer os planos do governo para a
área, acrescentando que nenhuma indicação foi dada
às editoras sobre como e quando deverão ser preparados.
As duas principais entidades responsáveis pela
elaboração de manuais - Associação
Portuguesa de Editores e Livreiros e Grupo Leya - afirmam que só
o Ministério da Educação (ME) pode esclarecer
sobre a adaptação dos livros escolares.
"O Acordo Ortográfico
não está introduzido na edição escolar
porque isso depende de diretivas do Ministério da
Educação (ME) e, que seja do conhecimento dos editores
escolares, não há neste momento qualquer plano do ME para
introduzir o acordo ortográfico no ensino em Portugal", disse
fonte da comissão de livros escolares da
Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). Por
outro lado, o Ministério da Educação esclareceu
que este governo não tomou qualquer decisão sobre a
introdução da nova ortografia nas escolas. Assim, a APEL
realçou que as edições de manuais continuam sendo
desenvolvidas "com a grafia atual do português como o
conhecemos". "Não sabemos em que ano letivo será
introduzido o acordo ortográfico, nem sabemos em
relação a que anos escolares: se será introduzido
apenas no básico ou no em todos os anos letivos", frisou.
A falta de uma decisão sobre
uma data concreta poderá pôr em causa a
pontualidade dos manuais, porque cada um deles "demora cerca de 18
meses a ser desenvolvido", indicou. "E depois a tradução
para o acordo ortográfico não se refere apenas aos
manuais de português, mas aos de todas as disciplinas dos 12 anos
de escolaridade. Como se pode imaginar, é um esforço
enorme, uma tarefa quase hercúlea", acrescentou. Fonte do Grupo
Leya não quis fazer qualquer esclarecimento, recusando
não fazer comentários. O acordo foi ratificado por
São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Brasil e
Portugal. O ministro luso da Cultura, José António Pinto
Ribeiro, tinha indicado que a nova ortografia deveria ser aplicado, a
nível oficial e em todos os meios de comunicação
social, "o mais tardar em 1º de janeiro de 2010". (Agência
Lusa)
Empreendedorismo e ensino médio obrigatório
Fonte: Clipping Educacional Consae - Gazeta de Cuiabá, 03/09/2009 - Cuiabá MT
Milton Dallari
Empreender no Brasil é
sinônimo de, literalmente, arriscar-se em um mundo árduo,
incerto e interessante. Somente o investimento financeiro não
é garantia de sucesso. Um conjunto de fatores constrói
esse longo caminho - planejamento, conhecimento na área desejada
de atuação, empenho máximo na
condução do empreendimento, assessoria de
instituições e de profissionais competentes e, tão
importantes quanto tais itens, a educação. Desde cedo, o
aprendizado nas salas de aula transforma-se em instrumento fundamental
para a construção de uma base sólida desse
trilhar. E é logo nesse início de jornada que surge o
primeiro obstáculo.
É fato que o brasileiro
é um povo aguerrido, atento às oportunidades - não
à toa é tido como um dos mais empreendedores do mundo -,
mas também é um povo desprovido de
condições para correr atrás de uma boa
qualificação. É dependente da
atuação do governo, de ações
públicas que dêem condições de fazê-lo
crescer e andar pelas próprias pernas. É nesse
cenário que, depois de muitos anos, nasce uma excelente
mudança no que diz respeito à educação
nacional. Trata-se da obrigatoriedade de o Estado oferecer ensino
público e gratuito também para o nível
médio. Até agora, a Lei de Diretrizes e Bases de
Educação (LDB) obriga o Poder Público a garantir
apenas o acesso ao ensino fundamental.
A mudança é proposta
pelo Projeto de Lei 7409/06, do Senado, que prevê que qualquer
interessado terá o direito de exigir dos estados uma vaga em
escola de ensino médio. Maiores de 18 anos poderão optar
pela conclusão dos estudos por meio de exames supletivos. O PL
tramita em caráter conclusivo e deve seguir para
sanção presidencial, exceto se houver recurso para
votação em Plenário. O empreendedorismo e a
educação estão umbilicalmente ligados. Ampliar as
condições de preparo do jovem é instruí-lo
melhor também para incursões no mundo empresarial.
É importante que se diga, porém, que não basta
ampliar a permanência do jovem na sala de aula. É preciso
lhe oferecer uma educação de qualidade, com um sistema de
ensino dinâmico, uma grade curricular que seja condizente
com as necessidades dos dias atuais, e que não "se congele" no
tempo.
O conhecimento é fundamental
para se alcançar o sucesso na hora de empreender. Cada
personalidade empreendedora é única e os traços de
cada uma são construídos desde cedo, em casa e na sala de
aula. É justamente nesse local que os pilares que
basearão a empreitada empresarial são erguidos. Toda essa
mudança só pode ocorrer em um sistema de ensino
acessível a todos, forte e moderno. O governo dá um
grande passo com a garantia da continuidade dos estudos também
no nível médio. Ficam os votos não apenas para que
o PL seja sancionado e passe a valer rapidamente, como também
para que tal ensino seja dado com excelência. Somente com
educação mais qualificada, estudantes de hoje se
tornarão profissionais de sucesso amanhã, gerando
não apenas riqueza para sua família, como também
empregos, contribuindo para o desenvolvimento local, regional e
nacional.
Instituições na "malha fina" do MEC questionam avaliação
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:07 hs.
02/09/2009 - Faculdade mineira descredenciada recorre da decisão do ministério
Alunos de faculdade de Pernambuco entraram com ação contra o MEC.
Julianna Granjeia Do G1, em São Paulo
O Ministério da
Educação (MEC) descredenciou uma
instituição de ensino superior e colocou outras oito na
"malha fina" pela baixa qualidade de seus cursos. Ouvidas pelo G1, as
instituições discordam da metodologia de
avaliação da pasta e pretendem recorrer.
A decisão é baseada no
desempenho dessas instituições em um indicador nacional
que monitora a qualidade dos cursos de graduação. Chamado
de Índice Geral de Cursos (IGC), esse indicador avalia as
instituições por pontos que vão de 0 a 500 e em
faixas que vão de 1 a 5. Avaliações abaixo de 3
são consideradas insatisfatórias pelo MEC. O
índice mais recente, de 2008, foi divulgado na segunda-feira
(31).
"Essas instituições
que receberam notas inferiores a 3 não poderão ampliar
vagas nem abrir cursos antes de responder ao quesito qualidade. Elas
serão visitadas para tomar providências em
relação aos cursos já autorizados", explicou o
ministro da Educação, Fernando Haddad, durante
audiência pública nesta terça-feira (1º) na
Câmara dos Deputados.
Argumentos
A Faculdade Cidade de João
Pinheiro (FCJP), que fica no município homônimo em Minas
Gerais, teve o descredenciamento publicado no "Diário Oficial"
do dia 12 de agosto, e pretende recorrer da decisão do MEC.
"A FCJP está tomando todas as
medidas judiciais necessárias para reverter a ilegalidade
publicada no Diário Oficial da União sem a devida
fundamentação e sem respeitar o devido processo legal",
diz em nota.
Para o diretor acadêmico do
Centro de Ensino Superior de Valença (RJ), Marcelo Andrade
Leite, o desempenho no índice causou espanto. Por meio de um
comunicado, ele disse que não foi notificado oficialmente sobre
o assunto.
"A nota de avaliação
institucional externa apresentada na última visita in loco
apresentou diversas incoerências e falha no preenchimento de
dados por parte dos avaliadores. Dessa forma, a avaliação
efetuada encontra-se em processo de recurso no Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais [Inep] e não permite nenhuma
consideração definitiva sobre IGC da
instituição até a data de seu julgamento", diz a
nota.
As Faculdades Integradas
Espírita, de Curitiba (PR), e o Instituto de Ensino Superior
Materdei, de Manaus (AM), por sua vez, já entraram com recursos
para reavaliação da nota. O diretor administrativo da
mantenedora do Instituto Materdei, Péricles Torres Dias,
considera os critérios de avaliação do MEC muito
rígidos. "Nossa instituição tem apenas um curso, o
de enfermagem. Até os próprios avaliadores que estiveram
aqui falaram da rigidez. Os detalhes da avaliação ainda
não foram passados, estamos aguardando um feedback do Inep."
A Escola Superior de Agronomia de
Paraguaçu Paulista tentou tranquilizar seus alunos com um
comunicado em seu site . A instituição contesta a nota do
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e diz que "medidas
cabíveis estão sendo tomadas". Segundo o texto, os
membros do MEC, que visitaram a faculdade em dezembro de 2008,
atribuíram conceito final 3.
Enquanto algumas
instituições tentam reverter a nota do MEC, os diretores
da Escola Superior de Educação Física da Alta
Paulista (Esefap), de Tupã (SP), foram até
Brasília nesta terça para discutir a
avaliação. Segundo a assessoria do MEC, a escola
está disposta a assinar um termo de saneamento e terá um
ano para cumprir as metas estabelecidas pelo ministério.
Má administração
A Universidade Ibirapuera (Unib), de
São Paulo, e as Faculdades Integradas da Terra de
Brasília (DF) culparam os antigos administradores dos
estabelecimentos pelo mau desempenho. Em nota, a Unib informa que "a
nova administração tem buscado ampliar a qualidade do
ensino da universidade".
O diretor executivo da faculdade de
Brasília, Charlie Rangel, afirma que a atual gestão
assumiu há pouco mais de 60 dias. "Estamos analisando tudo isso
que o MEC sinalizou e vamos alterar alguns projetos
pedagógicos."
Das nove instituições,
a única que preferiu não se manifestar foi a Faculdade de
Educação Física do Centro de Ensino Superior de
Foz do Iguaçu (Cesufoz). A assessoria informou que a faculdade
não irá se pronunciar sobre o indicador porque não
foi notificada oficialmente pelo MEC.
Avaliação do conjunto
A secretária de
Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari, explica
que o caso da instituição descredenciada em Minas Gerais
já vinha sendo acompanhado pela pasta antes da
divulgação dos indicadores. Este é o segundo ano
em que o IGC é publicado.
Já as outras oito apresentam
um conjunto de notas baixas, o que ela considera muito grave. “Em
2007, o IGC delas foi 2. Esse índice foi usado como
referência na avaliação in loco, que também
recebeu conceito institucional 2. E, novamente, em 2008, receberam
índice 2. Não só não houve uma melhora como
há uma confirmação desses indicadores. De fato,
não há dúvida nenhuma de que essas
instituições têm uma série de
problemas”, afirma a secretária.
Para as instituições
com problemas, a lei confere a possibilidade de fazer um termo de
saneamento de deficiências, no prazo de até um ano. "Nas
situações mais graves, além de não poder
abrir cursos ou vagas, o vestibular pode ser suspenso eo número
de vagas reduzido."
Se chegar até a
decisão de descredenciamento no caso dessas oito
instituições, todas as atividades terão de ser
interrompidas. “A gente espera que não precise chegar
nesse ponto. Essa medida é para proteger os alunos que já
estão cursando e dos futuros potenciais candidatos para alertar
que aquela instituição tem problemas.”
Quando a instituição
é descredenciada, há duas possibilidades: ou os alunos se
transferem para outra instituição ou concluem o curso,
que deixa de ser oferecido.
Danos morais
Uma outra instituição
que teve baixo desempenho em 2007 conseguiu na justiça que a sua
nota de 2008 não fosse divulgada.
Apesar de não fazer parte do
grupo que está na "malha fina", segundo o MEC, a
ação da Faculdade Maurício de Nassau, em
Pernambuco, questiona os critérios da avaliação.
O diretório acadêmico
de direito moveu uma ação indenizatória por danos
morais em 2008 contra o MEC, logo após a
divulgação do IGC de 2007 da faculdade.
Para Émerson Lavor, 44 anos,
que a época era aluno do 10º período de direito e
vice-presidente do diretório, a divulgação do
indicador do MEC causou constrangimento aos alunos. “A nota em si
não explicava que a avaliação foi feita em apenas
um dos 36 cursos da instituição. Só biomedicina
teve condições de fazer o Enade e a maioria dos alunos
boicotou a prova.”
De acordo com Lavor, o
diretório recolheu mais de 1,7 mil assinaturas e entrou com a
ação. “O processo não tem cunho mercantil,
nós colhemos provas substanciais de que foi causado um dano na
nossa carreira profissional. Alguns alunos perderam estágios e
deixaram de ser entrevistados quando falavam que eram da Faculdade
Maurício de Nassau.”
Foi o caso do estudante do 9º
período de direito, Breno Paiva, 22 anos. Ele diz que foi
recusado em dois escritórios de advocacia, após a
divulgação da nota da faculdade. “Eu percebi uma
certa discriminação, mas não demonstraram isso
claramente.”
A advogada do grupo de alunos,
Luciana Browne, explica que o processo está na segunda
instância do Tribunal Regional Federal (TRF). A Justiça
determinou que o indicador da faculdade só seja divulgado quando
metade dos cursos da instituição tenha sido avaliada.
“O MEC foi condenado a pagar R$ 133,8 mil ao grupo de alunos do
diretório. Mas o ministério entrou com um embargo de
declaração e deve estar preparando sua defesa.”
A secretária de
Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari, afirma que
o intuito não é de prejudicar ninguém, mas de
alertar. “Não vou julgar a postura individual desses
alunos [de Pernambuco], mas a Justiça tem dado ganho de causa
seguidamente a essa política do MEC. Esperamos que compreendam a
atitude do MEC, que é de preservar o interesse dos alunos e a
educação como um bem público”
Fonte: G1 - Portal globo
Haddad defende atualização do projeto sobre reforma universitária
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:17 hs.
Com o passar do tempo, a reforma
universitária se tornou “anacrônica” por causa
das medidas tomadas pelo governo em relação ao tema nos
últimos quatro anos, disse nesta terça-feira, o ministro
da Educação, Fernando Haddad.
- Se quisermos retomar o texto,
vamos ter que ser muito ousados e pensar num país daqui a 10 ou
15 anos - afirmou ele, ao falar na comissão especial da
Câmara dos Deputados que analisa o projeto do Executivo sobre a
reforma universitária.
Segundo o ministro, o atraso de mais
de quatro anos na discussão da proposta prejudicou o texto e
estimulou o Executivo a tomar uma série de medidas e iniciativas
para o desenvolvimento do ensino superior no Brasil.
- O Estado assumiu integral
responsabilidade em relação ao magistério. O
quadro hoje é outro - disse.
Entre as medidas tomadas nesse
período, o ministro citou a adoção do Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) como única forma de
processo seletivo. Segundo ele, cerca de 50 universidades
públicas vão passar a adotar o Enem como único
processo de seleção. De acordo com Haddad, algumas
questões do projeto já estão na
legislação em vigor, como as que ampliam a autonomia para
as universidades.
Segundo o ministro, diante das
medidas tomadas nesses anos em que o projeto ficou na Câmara sem
ser votado, torna-se imprescindível adaptar o texto a uma nova
realidade, promovendo mudanças significativas no projeto em
discussão pelos deputados. Na opinião dele, se o
Congresso achar por bem retomar a discussão do texto será
necessário capturar todos os avanços, sob pena de aprovar
um projeto anacrônico.
- O cenário é outro - concluiu Haddad.
Fonte: JB on line