
09/09/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo
da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING
é divulgar as notícias e legislação do
setor educacional às instituições associadas.
Em
breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para
consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no
AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a
opinião da Associação.


Sebrae lança concurso para universitários
Revogar a Portaria
INEP Nº 148 que prorroga o prazo para requerimento de
avaliação in loco nos processos de
renovação de reconhecimento de cursos, previsto na
Portaria Normativa MEC No- 4, de 5 de agosto de 2008.
Novo modelo de Censo
Só 10% com curso superior na faixa de 25 a 64 anos
Educação integral chega a 85% das escolas e é destaque entre políticas chilenas
OCDE afirma que crise estimulará procura por ensino superior
Limite de dedução de gastos com educação pode aumentar
Brasil é o país com maior número absoluto de analfabetos na América Latina
Estudo da OCDE aponta que investimento por aluno é quatro vezes menor no Brasil
Limite de dedução de gastos com educação pode aumentar
Nova lei reestrutura a contratação de estagiários
OCDE: investimento por aluno é quatro vezes menor no Brasil
Apenas 10% dos brasileiros terminam o ensino superior
Novo supletivo do MEC abre inscrições
Decreto nº 6955, de 8 de Setembro de 2009.
Fies: renegociação em foco
País investe menos de 25% que ricos em ensino
Falta de ensino médio em aldeia impede índios de fazerem vestibular
Palestra Beneficente em Blumenau promovida pela ADVB/SC com FHC
Prêmio Exemplo Voluntário 2009
Sebrae lança concurso para universitários
Fonte: Bom dia SC
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=75882&channel=47
Revogar a
Portaria INEP Nº 148 que prorroga o prazo para requerimento de
avaliação in loco nos processos de
renovação de reconhecimento de cursos, previsto na
Portaria Normativa MEC No- 4, de 5 de agosto de 2008.
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
Diário Oficial da União quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Ministério da Educação
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E
PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
PORTARIA Nº 201, DE 8 DE SETEMBRO DE 2009
O Presidente do Instituto Nacional
de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, no uso de
suas atribuições, e tendo em vista o disposto da Lei No-
10.861, de 14 de abril de 2004, na Portaria MEC No- 2.051, de 9 de
julho de 2004 e na Portaria Normativa MEC No- 4, de 5 de agosto de
2008, resolve:
Art. 1o Revogar a Portaria INEP No-
148, de 4 de setembro de 2008, que prorroga o prazo para requerimento
de avaliação in loco nos processos de
renovação de reconhecimento de cursos, previsto na
Portaria Normativa MEC No- 4, de 5 de agosto de 2008.
Art. 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
REYNALDO FERNANDES
(*) LINKs inseridos pelo remetente
Novo modelo de Censo
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:38 hs.
Na página do Inep encontra-se
disponível o documento apresentando o novo modelo do Censo da
Educação Superior a ser implementado a partir deste ano.
Neste documento encontram-se todas as mudanças propostas
além dos questionários contendo as variáveis a
serem levantadas.
O Censo da Educação
Superior é o principal instrumento de coleta de dados sobre a
educação superior no Brasil. As informações
são levantadas anualmente e são utilizadas em
diagnósticos e análises sobre o sistema educacional bem
como na definição e acompanhamento das políticas e
programas da área de educação. Os resultados do
Censo subsidiam o trabalho dos gestores das diferentes instâncias
e esferas de governo, de instituições de âmbito
público e privado, de pesquisadores, especialistas e estudantes
do Brasil e de outros países, bem como de organismos
internacionais.
Duas mudanças se destacam
neste novo modelo. Aos moldes do Educacenso (Censo da
Educação Básica), o Censo da
Educação Superior passará a coletar
informações individualizadas de alunos e docentes.
Além disso, o Inep passará a realizar a coleta no mesmo
ano de referência do censo. Para ajustar este cronograma,
haverá a necessidade de realização de dois Censos
da Educação Superior este ano. Os dados sobre a realidade
do ensino superior no Brasil em 2008 foram coletados no primeiro
semestre de 2009 e estão em fase de consolidação.
A coleta de 2009, já no novo modelo, terá início
no segundo semestre do ano corrente.
Conforme comunicação
feita aos dirigentes das IES, destacam-se duas possibilidades de
preenchimento dos dados: pelo sistema a ser acessado pela internet ou
por meio de arquivo eletrônico da própria
instituição que permita a migração de dados
dos sistemas das IES para o Inep. Como o preenchimento de
informações pela Internet é auto-explicativo e
contará com um serviço de apoio por telefone (call
center), para que a ferramenta de migração de dados seja
utilizada pelo maior número possível de
instituições, o Inep planeja uma
capacitação com os representantes das IES visando
facilitar o processo de preenchimento dos dados.
www.inep.gov.br
Assessoria de Imprensa Inep/MEC
Fonte: Inep
Só 10% com curso superior na faixa de 25 a 64 anos
Fonte: Nozar Associados - O Globo
Média mundial é quase três vezes maior, diz entidade internacional
De Demétrio Weber:
O Brasil tem o menor índice
de adultos com diploma universitário, entre 36
nações pesquisadas pela Organização para a
Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). A
entidade divulgou ontem o relatório Education at a Glance 2009
(Panorama da Educação), mostrando que apenas 10% dos
brasileiros de 25 a 64 anos concluíram o ensino superior.
Entre os países que integram
a OCDE — a maioria do mundo desenvolvido —, a média
é quase três vezes a brasileira: 28%. O índice mais
alto no estudo lançado ontem pertence à Rússia,
que, como o Brasil, não faz parte da entidade e participa na
condição de convidado. Na Rússia, 54% dos adultos
têm diploma.
Os dados são de 2007 e foram passados pelos respectivos governos.
O Brasil ocupa também a
última posição entre os jovens adultos, isto
é, a população de 25 a 34 anos, com somente 10% de
diplomados no ensino superior. Entre essa população mais
jovem, a média da OCDE sobe para 34% e o primeiro lugar fica com
a Coreia do Sul, com 56%.
Educação integral chega a 85% das escolas e é destaque entre políticas chilenas
Fonte: Jornal da Educação
Entre os países da
América Latina, o Chile pode ser considerado um modelo de boa
educação. Destaque em avaliações
internacionais, foi o país melhor colocado no ranking do Pisa
(Programa Internacional de Avaliação de Alunos) nos
últimos três anos. Em visita a Brasília para
participar de um encontro de ministros, o secretário executivo
do Ministério da Educação chileno, Cristian
Martinez, enumerou alguns fatores que podem justificar o sucesso do
país. Entre eles está a educação em tempo
integral, oferecida em cerca de 85% das escolas do país.
De acordo com Martinez, o Chile tem
cerca de 3,8 milhões de alunos na rede pública -
números modestos perto dos mais de 53 milhões do Brasil.
A taxa de evasão na educação primária,
equivalente ao nosso ensino fundamental, é de pouco mais de 1% e
o analfabetismo atinge 3,8% da população maior de 15
anos. No Brasil, o índice é de 10%. As crianças
chilenas entram na escola aos 6 anos e cumprem obrigatoriamente 12 anos
de estudos, até o ensino secundário. No Brasil, o ensino
médio ainda não é obrigatório e a
escolaridade compreende apenas a faixa etária dos 7 aos 14 anos.
OCDE afirma que crise estimulará procura por ensino superior
Fonte: Jornal da Educação
O período pós-crise
econômica mundial será caracterizado por "uma demanda sem
precedentes" pelo ensino universitário, afirmou, nesta
terça-feira, Angel Gurria, secretário-geral da
Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE), com sede em Paris.
Segundo a organização,
o desemprego, que provavelmente se manterá elevado no
período em que as economias começarem a sair da
recessão, além das vantagens de um maior nível de
educação, vão incentivar cada vez mais jovens a
continuarem seus estudos por mais tempo.
Gurria afirmou que os investimentos
em capital humano contribuirão para a retomada do crescimento,
sob a condição de que os estabelecimentos de ensino
estejam em condições de responder a essa demanda. Em seu
relatório anual Olhar sobre a Educação - 2009,
publicado nesta terça-feira, a OCDE recomenda aos governos que
levem "em conta a tendência de maior demanda por
formações de ensino superior na elaboração
de suas políticas de educação".
Limite de dedução de gastos com educação pode aumentar
Fonte: Jornal da Educação
O limite anual para
dedução de gastos com educação da base de
cálculo do Imposto de Renda de Pessoas Físicas
poderá ser elevado para R$ 5.700 a partir de 2010. É o
que determina o Projeto de Lei do Senado 145/09, de autoria do senador
Raimundo Colombo (DEM-SC), que recebeu nesta terça-feira (8)
parecer favorável da Comissão de Educação,
Cultura e Esporte (CE). A matéria ainda vai ser analisada, em
decisão terminativa, pela Comissão de Assuntos
Econômicos (CAE).
O limite para dedução
de gastos com educação no ano-calendário de 2008
foi de R$ 2.592,29, como observou em seu voto o relator ad hoc do
projeto, senador Adelmir Santana (DEM-DF). As famílias de classe
média seriam as maiores beneficiadas pela
ampliação do limite, pois, como lembrou o relator, muitas
vezes elas optam por matricular seus filhos em escolas particulares,
sobretudo em razão da má qualidade de boa parte do ensino
público em nosso país. O projeto foi aprovado com o voto
contrário do senador Cristovam Buarque (PDT-DF). Em sua
opinião, não se deveria aumentar a isenção
referente à educação privada para as
famílias que estão entre as que pagam o Imposto de Renda.
Brasil é o país com maior número absoluto de analfabetos na América Latina
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:20 hs.
No Dia Internacional da
Alfabetização (8), o Brasil aparece como o país
com o maior número de analfabetos na América Latina,
apesar de alguns progressos, segundo dados divulgados pela
Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
No total, 14,1 milhões de
brasileiros, o que equivale a 10,5% da população maior de
15 anos, não saber ler nem escrever. No mundo, são 776
milhões de adultos nesta situação.
Na última década, o
Brasil reduziu essa taxa em cinco pontos percentuais. Porém, em
números absolutos, essa diminuição significa a
alfabetização de apenas dois milhões de pessoas.
Em 2003, o governo do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva lançou um programa para
promover a alfabetização da população
adulta centrado em municípios com taxas de analfabetismo
superiores a 25%. A maioria deles fica na região Nordeste.
De acordo com os dados cedidos pelos
governos latino-americanos e reunidos pela Unesco, a América
Latina tem 25 milhões de analfabetos, principalmente no Brasil e
México, os países mais populosos.
Por outro lado, há
nações que avançaram bastante no tema. Hoje, o
Equador foi o sexto país latino-americano a anunciar que
está livre do analfabetismo. Os outros são Argentina,
Cuba, Venezuela, Nicarágua e Bolívia.
Com a exceção da
Argentina, todos esses países conseguiram tal feito por meio da
aplicação do reconhecido método cubano "Sim, eu
posso" com a ajuda financeira de Caracas.
O programa teve sua efetividade
reconhecida pela Unesco e já alfabetizou, de acordo com
números oficiais cubanos, 3,1 milhões de pessoas em 28
países.
Além disso,
nações como Paraguai, Costa Rica e Chile têm feito
constantes progressos em termos de alfabetização e
estão próximos de serem considerados como livres do
analfabetismo.
Os países que apresentam
taxas de analfabetismo abaixo de 4% da população adulta
são considerados como livres do problema.
O Dia Internacional da
Alfabetização é lembrado a cada 8 de setembro
desde 1966, um ano depois de instituída a Unesco.
Fonte: Portal Inep
Estudo da OCDE aponta que investimento por aluno é quatro vezes menor no Brasil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:54 hs.
Relatório divulgado ontem (8)
pela Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE) aponta que o gasto médio
por estudante na educação básica entre os
países-membros é de US$ 6,4 mil. No Brasil, o custo com
um aluno da mesma etapa é quatro vezes menor: US$ 1,5 mil.
Os dados são referentes aos
anos de 2006 e 2007. Participaram do estudo os 30 países membros
da OCDE e um grupo de associados que inclui o Brasil, a Alemanha,
Austrália, o Canadá, a Coreia do Sul, Espanha, os Estados
Unidos, a Finlândia, França, o Japão, Chile, entre
outros.
Na chamada educação
secundária, equivalente ao ensino médio, o gasto
médio dos países da OCDE por estudante é de US$ 8
mil, cinco vezes o valor investido no Brasil. No ensino superior, o
valor investido pelo país é mais próximo ao gasto
dos países da organização: US$ 10.067 contra US$
12.226.
O estudo diz ainda que, nos
países da OCDE, 6,1% do Produto Interno Bruto (PIB) é o
percentual médio investido em educação. No Brasil,
em 2006, foi investido 4,9% do PIB para cobrir todas as etapas de
ensino.
De acordo com a
organização, “os gastos nas
instituições de ensino como percentual em
relação ao PIB mostram como um país prioriza a
educação”.
De 2000 a 2006, o investimento em
educação nos países da OCDE, combinando todos os
níveis de ensino, aumentou, em média, 23%. Nesse mesmo
período, segundo o relatório, o Brasil elevou os gastos
em 57%.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/08/materia.2009-09-08.1862251778/view
Fonte: www.administradores.com.br
Limite de dedução de gastos com educação pode aumentar
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:54 hs.
O limite anual para
dedução de gastos com educação da base de
cálculo do Imposto de Renda de Pessoas Físicas
poderá ser elevado para R$ 5.700 a partir de 2010. É o
que determina o Projeto de Lei do Senado 145/09, de autoria do senador
Raimundo Colombo (DEM-SC), que recebeu nesta terça-feira (8)
parecer favorável da Comissão de Educação,
Cultura e Esporte (CE). A matéria ainda vai ser analisada, em
decisão terminativa, pela Comissão de Assuntos
Econômicos (CAE).
O limite para dedução
de gastos com educação no ano-calendário de 2008
foi de R$ 2.592,29, como observou em seu voto o relator ad hoc do
projeto, senador Adelmir Santana (DEM-DF). As famílias de classe
média seriam as maiores beneficiadas pela
ampliação do limite, pois, como lembrou o relator, muitas
vezes elas optam por matricular seus filhos em escolas particulares,
"sobretudo em razão da má qualidade de boa parte do
ensino público em nosso país".
O projeto foi aprovado com o voto
contrário do senador Cristovam Buarque (PDT-DF). Em sua
opinião, não se deveria aumentar a isenção
referente à educação privada para as
famílias que estão entre as que pagam o Imposto de Renda.
- Me assusta que continuem tirando
dinheiro do setor público para financiar os estudos de nossos
filhos - afirmou Cristovam.
Também recebeu parecer
favorável o Projeto de Lei do Senado 8/07, de autoria do senador
Francisco Dornelles (PP-RJ), que trata da isenção da
Contribuição Social para Financiamento da Seguridade
Social (Cofins) para instituições de ensino. O texto
aprovado consta de emenda apresentada pelo relator, senador Marco
Maciel (DEM-PE), segundo a qual ficarão isentas da Cofins apenas
as entidades privadas, sem fins lucrativos, que ofereçam
educação básica.
O projeto original estabelecia
isenção para todas as instituições privadas
de ensino que comprovassem finalidade não lucrativa. Como
recordou o relator, porém, o sistema de ensino superior
já conta com isenção, por meio do Programa
Universidade Para Todos (Prouni). O projeto também será
analisado, em decisão terminativa, pela CAE.
Foi ainda concedido parecer
favorável ao Projeto de Lei da Câmara 113/09, segundo o
qual os candidatos à carteira nacional de
habilitação deverão ter aulas também
à noite para se habituar com as peculiaridades da
direção noturna. De acordo com o projeto, que teve como
relator o senador Paulo Paim (PT-RS), caberá ao Conselho
Nacional de Trânsito estabelecer uma carga horária
mínima para as aulas à noite.
A comissão aprovou ainda
requerimento da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), para a
realização de audiência pública sobre os
motivos pelos quais as escolas localizadas na área rural
não são submetidas às avaliações
promovidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da
Educação. Foi também aprovado requerimento - cuja
primeira signatária é a senadora Rosalba Ciarlini
(DEM-RN) - que determina a realização de audiência
pública para discutir o tema "Primeira Infância e Cultura
da Paz". A reunião foi presidida pelos senadores Sérgio
Zambiasi (PTB-RS) e Marco Maciel.
Marcos Magalhães / Agência Senado
Fonte: Portal Senado Federal
Nova lei reestrutura a contratação de estagiários
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:54 hs.
Em setembro de 2008 passou a vigorar
a nova lei de estágio e, desde então, todas as empresas
devem aplicá-la na admissão de novos estagiários.
O Dr. Fernando Cordeiro da Luz, coordenador da área de
Contencioso da Franco Montoro e Peixoto Advogados Associados, diz que a
nova lei regulamenta detalhadamente o tema e traz uma previsão
bem definida dos direitos e obrigações das três
partes envolvidas (estagiário, empresa e
instituição de ensino), além da
definição de prazo para o estágio, quantidade de
estagiários por empresa e previsão de penalidade para o
caso de descumprimento de cláusulas contratuais.
Márcia Teodoro, assessora
jurídica da Universidade Cidade de São Paulo e
especialista em gestão educacional e direito empresarial, chama
a atenção para o que considera uma das principais
mudanças estabelecidas por essa nova lei: o direito a
férias remuneradas. “Os estagiários não
tinham esse direito, mas agora os empregadores terão que
garantir que elas aconteçam preferencialmente quando o aluno
estiver em recesso escolar. Estagiários que não
completarem um ano na vaga passam a ter direito a férias
proporcionais (e a remuneração idem)”, explica.
Contudo, é preciso ressaltar
que mesmo com a conquista desses benefícios, a atividade de
estagiário não constitui vínculo
empregatício, o que já era tratado pela
legislação anterior. “O que acontece é que a
nova lei criou uma possibilidade do vínculo ser exigido para
todos os fins da legislação trabalhista e
previdenciária caso haja descumprimento pela empresa das novas
regras”, alerta Márcia.
Porém, todas essas
alterações colocaram em debate outra questão: as
novas mudanças farão com que as empresas reduzam suas
vagas de estágio?
Especialistas garantem que
não: “a regulamentação só traz
segurança jurídica; isso fará com que um
número maior de empresas abra vagas de estágio,
permitindo ao estudante ingressar mais cedo no mercado de
trabalho”, diz Dr. Fernando. “Muitos de nossos
colaboradores efetivos iniciaram na empresa como estagiários,
isso faz com que o programa de estágios ganhe credibilidade,
pois incentivamos a formação e a preparação
do estudante para adquirir experiência até se tornar um
profissional qualificado para assumir novos espaços na
empresa”, declara Aline Antonel de Castro, coordenadora de
Gestão de Pessoas da Cosmotec, empresa que utiliza
serviços da Catho Online para divulgar suas vagas de
estágio.
E se ainda existem dúvidas
sobre redução de vagas de estágios por conta da
nova lei, Aline atesta: “Apostamos em novos profissionais,
procuramos o famoso brilho nos olhos na hora da
contratação, qualidade geralmente encontrada no perfil de
estagiário. Atualmente contamos com 6 estagiários, o que
representa 6,20% do nosso quadro de colaboradores. Com a empresa em
expansão, estamos estudando a abertura de novas vagas”.
De acordo com Aline, existem algumas
características que devem ser levadas em conta para aumentar as
chances de contratação ao concorrer a uma vaga. Essas
características remetem ao perfil de profissional requerido
pelas empresas no mercado de trabalho atual. “O novo profissional
deve estar atento a mudanças e preparado para encará-las.
Hoje em dia, não basta ser técnico nem rechear o
currículo com diplomas e cursos. A parte comportamental conta
muito, e acredito que qualidades como a autoestima, boa
comunicação, equilíbrio, maturidade, entusiasmo e
muito bom humor para enfrentar as pressões diárias formam
o diferencial do bom profissional”, explica Aline, que comenta
ainda que questões como atitude e busca por seu diferencial
influenciam muito na hora de contratar um estagiário.
Mais que isso, a vontade de
conseguir a vaga conta muito. “Interesse. Normalmente, as
empresas não exigem que o estudante que se candidata ao
estágio tenha experiência, pois elas até mesmo
preferem formar o profissional, preparando-o para uma possível
efetivação no futuro. É necessário que o
candidato mostre-se proativo e tenha condições de se
integrar bem ao trabalho em equipe. Boa formação escolar,
conhecimentos de informática e língua estrangeira podem
ser um diferencial no momento da seleção”, instrui
Dr. Fernando.
Apesar de ser um grande desafio
conciliar estágio e estudo, um conselho dos especialistas a
todos os estudantes é para que saibam administrar seu tempo.
Apesar do estágio ser trabalho e fonte de renda, seu foco
continua sendo complementar a formação acadêmica.
“Vontade e determinação para conseguir conciliar
estudo e trabalho é muito importante, mas também é
uma questão de costume. O importante é não
submeter o corpo e mente ao estresse excessivo. Tentar relaxar aos
finais de semana é uma boa dica”, finaliza Aline.
Oportunidades de estágio
Hoje existem na Catho Online mais de 9.600 vagas para estágios disponíveis.
Fonte: Empregos Catho Online
Fonte: www.administradores.com.br
OCDE: investimento por aluno é quatro vezes menor no Brasil
Fonte: Clipping Educacional CONSAE Portal Terra Educação, 09/09/2009
Relatório divulgado nesta
terça pela Organização para a
Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)
aponta que o gasto médio por estudante na educação
básica entre os países-membros é de US$ 6,4 mil.
No Brasil, o custo com um aluno da mesma etapa é quatro vezes
menor: US$ 1,5 mil. Os dados são referentes aos anos de 2006 e
2007. Participaram do estudo os 30 países membros da OCDE e um
grupo de associados que inclui Brasil, Alemanha, Austrália,
Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos,
Finlândia, França, Japão, Chile, entre outros. Na
chamada educação secundária, equivalente ao ensino
médio, o gasto médio dos países da OCDE por
estudante é de US$ 8 mil, cinco vezes o valor investido no
Brasil. No ensino superior, o valor investido pelo país é
mais próximo ao gasto dos países da
organização: US$ 10.067 contra US$ 12.226. O estudo diz
ainda que, nos países da OCDE, 6,1% do Produto Interno Bruto
(PIB) é o percentual médio investido em
educação. No Brasil, em 2006, foi investido
4,9% do PIB para cobrir todas as etapas de ensino. De acordo com a
organização, "os gastos nas instituições de
ensino como percentual em relação ao PIB mostram como um
país prioriza a educação". De 2000 a 2006, o
investimento em educação nos países da OCDE,
combinando todos os níveis de ensino, aumentou, em média,
23%. Nesse mesmo país, segundo o relatório, o Brasil
elevou os gastos em 57%.
Apenas 10% dos brasileiros terminam o ensino superior
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:25 hs.
Um relatório divulgado nesta
terça-feira pela Organização para a
Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)
indica que no Brasil apenas 10% da população jovem -
entre 25 e 34 anos - concluem o ensino superior, enquanto a
média nos 36 países que participaram da pesquisa a
média é de 34%. O Brasil tem o menor índice de
adultos com diploma universitário, segundo o relatório
Education at a Glance 2009 (Panorama da Educação).
Estudo da OCDE aponta que investimento por aluno é quatro vezes menor no Brasil
O relatório aponta ainda que
as taxas de conclusão da educação
secundária entre os adultos (de 25 a 64 anos) na maioria dos
países analisados é de 60%. O número é bem
inferior ao verificado no Brasil, onde 63% da população
na mesma faixa etária não concluíram esse
nível de ensino.
Na maioria dos países-membros
da OCDE, a conclusão do ensino superior aumenta em 50% a renda
dos trabalhadores. No Brasil, os ganhos excedem 100%. É o que
aponta o relatório Panorama da Educação, divulgado
nesta terça-feria pelo órgão.
"Os investimentos em capital humano contribuirão para a retomada do crescimento (Angel Gurria)"
O relatório destaca que,
diante da crise econômica mundial, investimentos em
educação podem ajudar os países a se recuperar. Os
dados são referentes aos anos de 2006 e 2007. Participaram do
estudo os membros da OCDE e um grupo de países associados que
inclui, além do Brasil, Alemanha, Austrália,
Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha,
Estados Unidos, Finlândia, França, Japão, Chile e
México.
Os ganhos para aqueles que concluem
a educação secundária, equivalente ao ensino
médio brasileiro, aumentam em 50% em 17 dos 28 países.
Percentual semelhante é registrado no Brasil.
- Os investimentos em capital humano
contribuirão para a retomada do crescimento, sob a
condição de que os estabelecimentos de ensino estejam em
condições de responder a essa demanda - diz Angel Gurria,
secretário-geral da OCDE.
Fonte: Jornal O Globo
Novo supletivo do MEC abre inscrições
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:39 hs.
Estão abertas até o
próximo dia 30 as inscrições para o Encceja (Exame
Nacional para Certificação de Competências de
Jovens e Adultos), que visa medir as competências e habilidades
no nível de conclusão do ensino fundamental.
A expectativa do Inep (Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira)
é ter mais de 1 milhão de inscritos. Os interessados
devem se cadastrar, gratuitamente, no www.encceja.inep.gov.br/inscricao.
O cartão de
confirmação de inscrição --contendo o dia,
o local e o horário da prova--, assim como o número de
inscrição, a senha de acesso aos resultados individuais,
o cartão-resposta e o questionário socioeconômico,
serão enviados pelos Correios.
Caso o candidato não receba a
confirmação de inscrição até o dia 9
de novembro, deverá entrar em contato com o Fala Brasil, por
meio do telefone 0800-616161, ou acessar a página do Encceja, no www.encceja.inep.gov.br/consulta.
Fonte: Agora São Paulo
Decreto nº 6955, de 8 de Setembro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:29 hs.
Prorroga o mandato dos atuais membros do Conselho Nacional de Saúde - CNS.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1740.pdf
Fonte: Publicação no DOU n.º 172
Fies: renegociação em foco
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:40 hs.
Mais de 50 mil gaúchos
esperam a possibilidade de renegociar seus débitos com o
programa federal de financiamento estudantil (Fies) pelos novos
critérios, com redução em valores e taxas de juros
cobrados. Essa perspectiva foi debatida ontem, em audiência
pública da Comissão de Educação, Cultura,
Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia (AL). Buscamos
conjugar forças para que os que se formaram usando esse
benefício possam contar com os direitos concedidos ao Creduc,
que possibilitou quitar a dívida com 90% de desconto para
adimplentes, e de 80% para inadimplentes, sustentou o presidente da
Comissão, deputado Frederico Antunes, que defendeu a
redução na taxa de juros anuais para 3,5%. O coordenador
da bancada federal gaúcha, deputado Beto Albuquerque,
apresentou, na audiência, o substitutivo do relator Jofran Frejat
ao projeto de lei 4.881/09.
Beto Albuquerque disse que a
intenção é fazer com que os saldos devedores
alienados e os dos contratos cujos aditamentos ocorreram após 31
de maio/1999, bem como os saldos devedores dos contratos de
financiamento firmados até 30 de junho/2006, possam ser
renegociados entre credores e devedores. Isso poderia ocorrer, segundo
condições que estabelecerem conjuntamente, relativas
à atualização de débitos
constituídos, saldos devedores, prazos, taxas de juros,
garantias, valores de prestações e eventuais descontos,
como reza o substitutivo, argumentou o parlamentar. Ele destacou que os
juros seriam estipulados pelo Conselho Monetário Nacional para
cada semestre letivo. Outro destaque seria a permissão para uso
do FGTS, em nome do mutuário do Fies, para
amortização ou liquidação da dívida.
Estiveram na sessão da AL o
representante do Movimento Fiesjusto, vereador Luiz Noé (de Cruz
Alta), que também solicitou a suspensão das
execuções de fiadores dos contratos do Fies pela Caixa
Federal (CEF). Precisamos garantir a continuidade desse apoio,
principalmente para os alunos carentes. Já o gerente regional de
negócios da Caixa, Ruben Pickrodt, explicou que a CEF é
apenas operadora do programa, sendo o MEC o gestor.
Fonte: Correio do Povo - RS
País investe menos de 25% que ricos em ensino
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:43 hs.
Nações como EUA gastam, em média, US$ 8,8 mil por aluno; Brasil não chega a US$ 2 mil
Simone Iwasso
O investimento brasileiro anual por
aluno equivale a menos de um quarto do feito pelos países da
Organização para Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo relatório da
entidade divulgado ontem. Enquanto países como Áustria,
Bélgica, Canadá, Japão, Suíça,
Finlândia, Reino Unido e Estados Unidos gastam em média
US$ 8.857 em todos os níveis educacionais, o Brasil coloca muito
menos: não chega a US$ 2 mil.
De acordo com o relatório,
é justamente um maior investimento em educação que
ajudará os países a superarem a crise econômica.
Quanto maior o desemprego, maior deverá ser também o
aporte em qualificação da população,
principalmente no ensino superior. E quanto maior o nível
educacional de uma população, melhores são os
salários, as condições de saúde e a
consciência e participação política.
Os países da OCDE (as 30
nações mais ricas do mundo) investem US$ 6.517 por ano
com cada estudante do ensino fundamental; US$ 7.966 com alunos do
ensino médio; e US$ 15.791 com os universitários. E, no
caso de um homem com curso superior, o retorno líquido
médio para o seu país fica em quase US$ 52 mil ao longo
da vida - ou seja, quase o dobro do valor originalmente investido,
segundo o documento.
No caso do Brasil, o investimento
anual de um aluno no ensino fundamental está em torno de apenas
R$ 1.221; no médio, aproximadamente de R$ 1.500. Já para
um estudante no ensino superior, o custo anual fica em R$ 11.800,
segundo dados do Ministério da Educação.
No documento, os gastos do Brasil com a educação básica aparecem na categoria abaixo de US$ 2 mil.
Outro dado mostrado pelo
relatório é o aumento nos gastos com
educação infantil nos países mais ricos - diversas
pesquisas mostram que o ensino nos primeiros anos de vida está
relacionado com melhor desempenho escolar nos anos seguintes e
salários mais altos na vida adulta.
Neste ponto, o Brasil também
está bastante atrás: a educação infantil
é um dos maiores desafios das redes municipais, que na maioria
dos casos não tem nem mesmo noção do tamanho da
demanda não atendida.
Além disso, em
comparação com a média dos países da OCDE,
o Brasil tem quase o dobro de jovens entre 15 e 19 anos fora da escola
e desempregados. São 14% da população nessa
situação, enquanto nas nações ricas
não chega a 7%.
Fonte: O Estado de São Paulo
Falta de ensino médio em aldeia impede índios de fazerem vestibular
Fonte: Clipping Educacional O Liberal, 08/09/2009 - Belém PA
Representantes das aldeias
indígenas localizadas na reserva do Alto Rio Guamá
tentarão uma reunião, hoje, com a nova titular da
Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Socorro Coelho,
para pedir o curso de ensino médio, pois a inexistência do
serviço impede que se candidatem à cota de vagas criada,
este ano, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Segundo
Valdeci Tembé, as aldeias só dispõem do ensino de
nível fundamental. Por causa da deficiência, eles
não poderão participar do seletivo especial aberto pela
UFPA. A instituição destinará duas vagas em cada
um de seus cursos a alunos indígenas, a partir de 2010. Mesmo
que o ensino médio fosse ofertado a partir do próximo
ano, os estudantes das aldeias ainda correrão atrás do
prejuízo já que a primeira turma de vestibulandos
só seria formada no final de 2012. Por isso, eles
têm pressa.
ESCOLAS - O relatório
produzido pela ex-secretária de Educação Iracy
Gallo, ao deixar o órgão, aponta a
implantação do ensino indígena de nível
médio em dez aldeias, este ano, e o planejamento para a
construção de 17 escolas em outras localizadas em sete
municípios. As aldeias já contempladas, segundo o
demonstrativo, são Kateté (Parauapebas), Sororó
(São Geraldo do Arauguaia), Muratuba (Santarém),
Caruci/Arimun (Santarém), Nova Vista (Santarém), Vila
Franca (Santarém), Cachoeira Maró (Santarém),
Mapuera (Oriximiná), Trocara (Tucurí) e Canindé
(Paragominas). As que poderão ser contempladas com
as construções são as aldeias
Kyikategê, Frasqueira, Ita Hú, Piria, Pinawa, Sede, Sai
Cinzas, São Francisco, Kuwanamari, Inajá, Bateria,
Cajueiro, Surui, Turé-Mariquita, Caxiu Mirin, Acará-Mirin
e Trocara. As construções são em Bom Jesus do
Tocantins (uma escola), Capitão Poço (cinco),
Jacareacanga (duas), Oriximiná (três), Paragominas (uma),
São Geraldo do Araguaia (uma), Tomé-Açu
(três) e Tucuruí (uma). 'Essas escolas foram financiadas
pelo Ministério da Educação (MEC) e já
estão licitadas, aguardando apenas o repasse financeiro para o
início das obras', informou. O relatório revela, ainda,
que 256 índios foram matriculados, este ano, no ensino
médio, e alguns deles repetiram a 8ª série do
fundamental por quatro anos, somente porque não havia a
série seguinte.
Palestra Beneficente em Blumenau promovida pela ADVB/SC com FHC

Prêmio Exemplo Voluntário 2009
