
2/10/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo
da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING
é divulgar as notícias e legislação do
setor educacional às instituições associadas.
Em
breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para
consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no
AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a
opinião da Associação.

Seminário
CAPTAÇÃO DE MATRÍCULAS 2010 - TÉCNICAS DE
ATENDIMENTO COM AUMENTO DO PODER DE PERSUASÃO
ITENS INCLUSOS: Almoço, material de apoio, coffee, CD com a íntegra do treinamento e certificado.
DATA: dia 17 de outubro de 2009 (sábado)
HORÁRIO: das 10 às 17 horas
LOCAL: Balneário Camboriú - Faculdade AVANTIS
PÚBLICO-ALVO: Destinado às
secretárias, monitores, atendentes, telefonistas, coordenadores
pedagógicos e demais pessoas ligadas a matrículas.
PROGRAMAÇÃO:
Entendendo a empresa da educação como negócio?;
Atendimento ao cliente interno e externo com Excelência: questão de sobrevivência desse negócio;
Qual é o conceito de Excelência?; E como se aplica as instituições?;
Afinal de contas: como é nosso potencial cliente nos dias de hoje?;
O que espera de uma instituição?; Fatores mais citados nas pesquisas;
Como ele se decide pela instituição A ou B?; Critérios;
O que ele não perdoa de jeito nenhum?;
Aspectos que impedem de dar ao cliente a Excelência no Atendimento;
Eles estão no dia a dia das instituições presentes ao evento?;
Como vender a idéia de atendimento com excelência na hora de uma matricula;
Usando a Técnica da Pergunta para entender as necessidades dos clientes;
Técnicas de vendas aplicadas as matriculas; 5 passos consagrados;
O método CVB em todos os níveis do ensino básico bem como no superior;
Táticas para superar objeções a preço e comparações “tipo leilão”;
Como fazer com que o cliente perceba o Valor; Valor X Preço;
Colorindo passo a passo cada argumento - dicas;
O que não se deve fazer num atendimento pelo telefone;
Use corretamente o telefone e capte mais alunos; Atitudes que encantam;
A sala de atendimento em época de matriculas: cuidados importantes;
Interagindo com diversos tipos de clientes: Detalhista, Objetivo, Egocêntrico, Nervoso e Oportunista;
Como reagir frente a reclamações: como evitar o estresse;
Como avaliar o atendimento prestado.
MINISTRANTE: Prof. Dorival dos Santos Machado. Graduado em
Comunicação Social, com
pós-graduações em Marketing pela ESPM,
Administração de Empresas pela USJT e
Especialização em Gestão de Recursos Humanos pela
FGV; Master of Business Management (WCOB EUA), Master of Business
Leadership (WCOB EUA), 15 anos de vivência na área de
Educação tendo proferido mais de 500
apresentações pelo país. Prestou serviços
para Colégio Sion, Imperatriz Leopoldina, Drummond, Augusto
Laranja, Objetivo, Pueri Domus, Mackenzie, Senai SC, Facinter,
Instituições Adventistas. Autor do Livro
Redução da Inadimplência no Setor da
Educação – RCS Editora – 2006; Diretor Geral
da DMC Educacional criada em 1991
INVESTIMENTO:
1. R$ 212,00 (individual) para associadas; ou
2. R$ 312,00 (individual) para não associadas; ou
3. Consulte preços para Grupos em nosso telefone (48) 3225-2445 ou por e-mail institutoampesc@ampesc.com.br .
PAGAMENTO: Depósito bancário: Caixa
Econômica Federal – Agência 1873 – Conta
corrente 158-3 em nome da Associação de Mantenedoras
Particulares de Educação Superior de Santa Catarina.
Enviar fax do comprovante de depósito juntamente com a ficha de
inscrição para: 48-3225-2445 devidamente identificado com
o nome da Instituição.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
INSTITUTO AMPESC | Associação das Mantenedoras Particulares de Educação Superior de Santa Catarina
Telefone: (48) 3225-2445 | Fax: (48) 3028-2445 | E-mail: institutoampesc@ampesc.com.br | Site: www.ampesc.com.br
Pauta de Reuniões do CNE para Outubro de 2009
Legislação Educacional
Câmara aprova a antecipação de feriados
Rio transforma o sonho olímpico em realidade e conquista os Jogos de 2016
Portaria prorroga prazo até 4 de outubro
Portaria nº 281, de 29 de setembro de 2009
Resolução nº 3, de 30 de setembro de 2009.
Inep/MEC divulga os novos indicadores de qualidade das instituições de ensino superior brasileiras
Indicador de qualidade das instituições de educação superior
Veja o conteúdo da prova do Enem cancelada após suspeita de fraude
MEC cancela Enem por suspeita de fraude e estuda remarcar prova em 45 dias
Exame Nacional do Ensino Médio é fraudado e obriga seu cancelamento
Lei que proíbe venda de álcool perto de faculdades gera polêmica em Maringá
Plenário votará hoje apenas a PEC de recursos para a educação
UNESCO e Senado assinam acordo em favor da ciência
Faculdade descredenciada pelo MEC consegue liminar na Justiça para voltar a funcionar
Fim da DRU para a educação aprovado em segundo turno pela Câmara
Índice de inadimplência no crédito estudantil é de 28%
Instituições de ensino superior são avaliadas pela tradição e corpo docente qualificado
Principais legislações educacionais publicadas em Setembro/2009.
Linguista critica Portugal e prevê 20 anos para unificar idioma
Distribuição de provas nos EUA é descentralizada
Desigualdade social e educação
Governo reduz meta de exportações de 2009
Simpósio de Filosofia - Faculdade São Luiz
6º Prêmio Exemplo Voluntário
Pauta de Reuniões do CNE para Outubro de 2009
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 07:44 hs.
Pauta de Reuniões do CNE para Outubro de 2009.
www.cmconsultoria.com.br/legislacao/pautas_cne/2009/PautaOutubro2009.pdf
Fonte: CNE
Legislação Educacional
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 07:22 hs.
A CM Consultoria disponibiliza em seu Portal o hall de
legislações educacionais (Portarias, Pareceres,
Resoluções, Despachos, Leis e Súmulas) publicadas
pelo Ministério da Educação e Cultura.
Acesse em: http://www.cmconsultoria.com.br/legislacoes.php
Fonte: CM Consultoria
Câmara aprova a antecipação de feriados
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:14 hs.
A Câmara dos Deputados aprovou projeto que antecipa os feriados
que caírem de terça a sexta-feira para segunda-feira. As
únicas exceções são 1º de Janeiro
(Confraternização Universal), 7 de Setembro
(Independência), 25 de Dezembro (Natal) e os feriados
móveis do carnaval e da Sexta-Feira Santa. O projeto, de autoria
do deputado Milton Monti (PR-SP), também prevê que
existindo mais de um feriado na mesma semana o segundo passará
para a semana seguinte. O texto segue agora para análise do
Senado.
"Poderemos nos organizar melhor para estabelecer o calendário
escolar, que é apresentado todos os anos para a Diretoria
Regional de Ensino", pondera Benjamim Ribeiro da Silva, presidente do
Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo
(Sieesp). Ele duvida, porém, da adesão à medida.
"Já tivemos outras leis anteriores para feriados que não
tiveram adesão."
Por outro lado, Silva lembra que o calendário escolar
terá de ser reelaborado para não comprometer o
conteúdo das aulas ministradas apenas na segunda-feira.
"Não sei se é uma boa ideia repor as aulas aos
sábados. Na escola onde leciono, ainda estamos repondo as de
agosto, que foram suspensas por causa da gripe A (H1N1), e a
presença é muito baixa, não chega nem a 40%."
Os alunos de nível superior podem ser ainda mais prejudicados,
de acordo com os profissionais do setor. "Em um feriado prolongado, o
aluno poderá até optar por faltar à aula, mas
será contabilizado como dia letivo no calendário escolar
com transmissão, passagem de conteúdo. A carga
horária terá que ser cumprida para a conclusão do
curso", diz Hermes Figueiredo, presidente do Sindicato das Entidades
Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de
São Paulo (Semesp), que reúne cerca de 500
instituições particulares. Ele também não
sabe como poderia readequar o planejamento escolar, para recompor as
perdas nas segundas-feiras. "Poderíamos repor as aulas aos
sábados, mas grande parte dos alunos trabalha nesse dia. Ou
ainda poderíamos ter aulas na primeira semana de julho ou de
dezembro."
Em 2009, estão previstos 12 feriados nacionais. A cidade de
São Paulo, por exemplo, tem ainda mais feriados: 25 de Janeiro
(aniversário do Município), 9 de Julho
(Revolução Constitucionalista de 1932, que é
estadual) e 20 de Novembro (Consciência Negra).
Mônica Cardoso
Fonte: Senado Federal - DF
Rio transforma o sonho olímpico em realidade e conquista os Jogos de 2016
Fonte: Globo Esporte
Em uma sexta-feira histórica para o esporte brasileiro,
candidatura carioca supera as rivais Madri, Tóquio e Chicago na
disputa em Copenhague
É impossível prever quais serão os maiores atletas
do planeta daqui a sete anos. Possível, sim, é saber em
que palco eles vão brilhar: o Rio de Janeiro. Em uma sexta-feira
histórica para o esporte brasileiro, os cariocas conquistaram em
Copenhague o direito de sediar os Jogos Olímpicos e
Paraolímpicos de 2016. Até a cerimônia de abertura
no Maracanã, serão mais de 2.400 dias. Tempo de sobra
para viver intensamente cada modalidade, moldar novos ídolos e,
acima de tudo, deixar a cidade ainda mais maravilhosa. Superadas as
rivais Madri, Tóquio e Chicago, finalmente dá para dizer
com todas as letras: a bola está com o Rio.
Após duas tentativas frustradas, o Rio ganha o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos
Quando o presidente do Comitê Olímpico Internacional,
Jacques Rogge, abriu o envelope com os cinco anéis
olímpicos e anunciou a vitória do Rio, foram duas
explosões simultâneas de alegria. Na Praia de Copacabana,
a multidão que aguardava o resultado soltou o grito e
começou a comemorar sob uma chuva de papel picado. Dentro do
Bella Center, os integrantes da delegação brasileira
repetiram a festa de forma efusiva. Sem conter as lágrimas,
Pelé comandava a celebração, abraçando o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador Sérgio
Cabral, o prefeito Eduardo Paes e os esportistas da comitiva. Entre
gritos e abraços, difícil era encontrar no
auditório um brasileiro que não estivesse chorando.
Enquanto isso, no Air Force One, Barack Obama já voltava para
casa, com as mãos vazias e uma decepcionante
eliminação na primeira rodada. A população
japonesa, em sua maioria contra a candidatura, pôde festejar a
saída na segunda fase. Madri surpreendeu e avançou
à final, mas não conseguiu emplacar duas
Olimpíadas seguidas na Europa. E a vitória brasileira
sobre os espanhóis na última rodada veio com sobras: 66
votos contra 32.
A equipe brasileira vibra na hora do anúncio Na primeira fase,
Chicago foi eliminada com apenas 18 votos. Madri liderou a primeira
parcial, com 18, seguida por Rio (26) e Tóquio (22). A segunda
etapa já teve o Rio bem na frente, com 46, contra 29 dos
espanhóis e 20 dos japoneses, que saíram da briga.
O Brasil, que lutava há mais de uma década pelo direito
de sediar os Jogos, ganhou a disputa na lágrima, da mesma forma
como costuma festejar suas conquistas em cima do pódio em
competições mundo afora. Com uma
apresentação marcada pelo tom emotivo nesta sexta-feira,
o Rio deu a cartada final para convencer os integrantes do Comitê
Olímpico Internacional a plantar o movimento olímpico na
América do Sul pela primeira vez. A estratégia funcionou
perfeitamente.
A vitória, na verdade, começou bem antes disso.
Após duas tentativas frustradas para as edições de
2004 e 2012, o projeto de 2016 teve o mérito de unir as
três esferas de governo. Além disso, a comitiva incluiu
não apenas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas um
rol de astros esportivos como Pelé, Cesar Cielo, Guga e Torben
Grael.
O presidente do Comitê Olímpico, Jacques Rogge, anuncia o
Rio como cidade vencedora Quando foram anunciadas as
eliminações prematuras de Chicago e Tóquio, o Rio
sabia que teria, na última rodada de votação, um
adversário de peso. No relatório técnico do COI,
Madri ficou à frente dos cariocas. Na hora da decisão,
contudo, os votantes mudaram de opinião.
Quando o Brasil ainda estava na madrugada, começaram as
apresentações. A primeira cidade a falar para os
integrantes do Comitê Olímpico foi Chicago. O presidente
Barack Obama, que tinha chegado algumas horas antes, reforçou o
discurso de “uma América de portas abertas para o
mundo”. A apresentação foi pragmática e
ainda passou por um momento de saia justa, quando o paquistanês
Syed Shahid Ali, membro do COI, questionou a dificuldade que alguns
estrangeiros têm para conseguir visto de entrada nos Estados
Unidos. Enfático, Obama afirmou que acredita num país
mais receptivo ao mundo. Mas não terá os Jogos de 2016
para provar a tese.
Na apresentação de Tóquio, o premiê Yukio
Hatoyama estava desconfortável por ter que discursar em
inglês. Diante da preocupação do COI com o meio
ambiente, os japoneses tentaram convencer os votantes de que poderiam
fazer os Jogos mais ecológicos da história.
Na praia de Copacabana, milhares de cariocas estendem o bandeirão para festejar a vitória saiba mais
Obama: 'Gostaria de dar as boas-vindas ao mundo no
coração da América' Madri-2016 faz uma bela
apresentação e garante Olimpíadas seguras e
confiáveis Tóquio promete emoção na
apresentação, mas se apega ao quesito meio ambiente Com
reforço de Lula, ‘seleção’ brasileira
usa a emoção na cartada final por 2016
O Brasil entrou em cena na terceira apresentação, batendo
na tecla de que a América do Sul merecia a chance de, enfim,
sediar o evento. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles,
chegou a citar o pré-sal como trunfo verde-amarelo. O governador
Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes reforçaram o elo
entre todas as esferas políticas. Mas foi a emoção
que deu o tom dos discursos. A jovem Bárbara Leôncio, do
atletismo, não conteve as lágrimas enquanto sua imagem
aparecia no telão. E o presidente Lula resumiu o espírito
da candidatura ao citar a paixão brasileira pelo esporte:
“Chegou a hora.”
Madri veio em seguida e surpreendeu. A capital espanhola mostrou um
projeto seguro e confiável, até em um de seus pontos
fracos: o controle de doping - a comitiva levou a Copenhague uma carta
com garantias da Agência Mundial Antidoping (Wada). Com 77% das
instalações para 2016 já construídas, Madri
apresentou uma candidatura de poucos riscos. “É a
decisão segura”, afirmou o presidente do governo espanhol,
José Luis Zapatero.
Em vez da segurança espanhola, venceu a emoção brasileira. Até 2016.
Portaria prorroga prazo até 4 de outubro
PORTARIA Nº 1.452, DE 28 DE SETEMBRO DE 2009 da atualização de bolsas do ProUni referente 2009/2
Fonte: Imprensa Nacional
Prorroga o período para efetuação da
atualização de bolsas do Programa Universidade para Todos
- ProUni, referente ao segundo
semestre de 2009, pelas instituições de ensino superior participantes do programa.
A Secretária de Educação Superior, no uso de suas
atribuições,e considerando o disposto no inciso I do art.
3º da Portaria
Normativa MEC nº 19, de 20 de novembro de 2008, resolve:
Art. 1º O período para atualização de bolsas
do ProUni referente ao segundo semestre de 2009, estabelecido pela
Portaria
SESu nº 1.389, de 17 de setembro de 2009, fica prorrogado
até às 23 horas e 59 minutos do dia 4 de outubro de 2009.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
órgãos de controle interno e externo nos termos da legislação vigente.
Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua assinatura.
MARIA PAULA DALLARI BUCCI
Portaria nº 281, de 29 de setembro de 2009
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 12:36 hs.
Aditar, nos termos do art. 10, § 4º do referido Decreto, o
ato autorizativo abaixo discriminado, no que tange a
denominação de curso superior de tecnologia.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1868.pdf
Fonte: DOU n.º 188, de 01.10.2009
Resolução nº 3, de 30 de setembro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:22 hs.
Dispõe sobre a instituição Sistema Nacional de
Informações da Educação Profissional e
Tecnológica (SISTEC), em substituição ao Cadastro
Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio (CNCT),
definido pela Resolução CNE/CEB Nº 4/99.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1863.pdf
Fonte: DOU n.º 188, de 01.10.2009
Inep/MEC divulga os novos indicadores de qualidade das instituições de ensino superior brasileiras
Fonte: INEP
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da
Educação, divulga hoje os Índices Gerais de Cursos
das Instituições (IGC), para todas as universidades,
centros universitários e faculdades do País. O IGC
é um indicador de qualidade de instituições de
educação superior que considera, em sua
composição, a qualidade dos cursos de
graduação e de pós-graduação
(mestrado e doutorado). O resultado final é expresso em valores
contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5).
No que se refere à graduação, é utilizada
para cálculo do IGC a média dos Conceitos Preliminares de
Curso (CPC) da instituição. O CPC tem como base o
desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes (Enade), o quanto o curso agrega de conhecimento ao aluno e
variáveis de insumo – corpo docente, infraestrutura e
organização didático-pedagógico. Quanto
à pós-graduação, o IGC utiliza a Nota
Capes.
O IGC de cada instituição de ensino superior do Brasil
foi apresentado pela primeira vez no ano passado e será
divulgado anualmente pelo Inep/MEC. O IGC 2007, divulgado no ano
passado, compreende todos os cursos das instituições
avaliados pelo Enade dentro do triênio 2005-2006-2007. O IGC 2008
atualiza as informações de cada
instituição, dentro do triênio 2006-2007-2008.
IGC 2008 http://www.inep.gov.br/download/igc/2008_igc.xls


Indicador de qualidade das instituições de educação superior
Fonte: INEP
O Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC)
é um indicador de qualidade de instituições de
educação superior que considera, em sua
composição, a qualidade dos cursos de
graduação e de pós-graduação
(mestrado e doutorado). No que se refere à
graduação, é utilizado o CPC (conceito preliminar
de curso) e, no que se refere à
pós-graduação, é utilizada a Nota Capes. O
resultado final está em valores contínuos (que vão
de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5).
O CPC tem como base o Conceito Enade, o Conceito IDD e as
variáveis de insumo. O dado variáveis de insumo –
que considera corpo docente, infra estrutura e programa
pedagógico - é formado com informações do
Censo da Educação Superior e de respostas ao
questionário socioeconômico do Enade. Foi calculado o CPC
de cursos de graduação que fizeram o Enade em 2007, 2006
e 2005. Apenas os CPCs dos cursos que fizeram Enade em 2007 foram
divulgados (em 6 de agosto) e servirão para definir visitas in
loco para renovação de reconhecimento. Os demais foram
calculados apenas para a composição do Índice
Geral de Cursos da Instituição.
A Avaliação dos Programas de
Pós-graduação, realizada pela Capes, compreende a
realização do acompanhamento anual e da
avaliação trienal do desempenho de todos os programas e
cursos que integram o Sistema Nacional de
Pós-graduação, SNPG. Os resultados desse processo,
expressos pela atribuição de uma nota na escala de "1" a
"7" fundamentam a deliberação CNE/MEC sobre quais cursos
obterão a renovação de "reconhecimento", a vigorar
no triênio subseqüente. A nota da Capes é referente
à avaliação do triênio de 2004 a 2006.
O IGC de cada IES do Brasil será divulgado anualmente pelo Inep/MEC.
Veja o conteúdo da prova do Enem cancelada após suspeita de fraude
Fonte: Clipping Educacional CONSAE Folha Online, 02/10/2009 - São Paulo SP
A prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi adiada
nesta quinta-feira após o conteúdo do material vazar. O
exame deveria ser aplicado neste fim de semana, com a
participação de mais de 4,1 milhões de candidatos.
Veja o gabarito e as questões da prova cancelada, divulgados
pelo MEC (Ministério da Educação):
Veja a prova do 1º dia do Enem
http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/10/01/enem-prova-1_dia.pdf
Veja a prova do 2º dia do Enem
http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/10/01/enem-prova-2_dia.pdf
Veja o gabarito
http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/10/01/enem-gabarito.pdf
Segundo o ministro Fernando Haddad, o MEC já possui uma segunda
prova do Enem para substituir o exame que vazou, mas o material ainda
precisa ser impresso. A expectativa é que a prova
aconteça dentro de 30 a 45 dias. Reformulado neste ano, o Enem
será a única forma de seleção em 24 das 55
universidades federais. O exame é usado por federais
também para substituir a primeira fase do vestibular, para
compor a nota e nas vagas que sobrarem, além de ser
necessário para quem disputa uma bolsa do Prouni (Programa
Universidade para Todos). O vazamento da prova foi denunciado
pelo jornal "O Estado de S.Paulo". Segundo a reportagem, o jornal
foi procurado por dois homens que informaram ter recebido o material na
segunda-feira (28) de um funcionário do Inep,
órgão ligado ao MEC. Eles apresentaram a prova e pediram
o pagamento de R$ 500 mil por ela. O ministro da Educação
afirmou também que o prejuízo com o vazamento da prova do
Enem será de 30% do valor total do contrato, que custou R$ 116
milhões, segundo a pasta. Dessa forma, a perda estimada é
de aproximadamente R$ 34 milhões --valor apenas das
impressões. Não se sabe ainda quem deve assumir esse
prejuízo.
MEC cancela Enem por suspeita de fraude e estuda remarcar prova em 45 dias
Fonte: Clipping Educacional Portal UOL Educação, 01/10/2009
Da Redação em São Paulo
O Ministério da Educação cancelou na madrugada
desta quinta-feira (1º) a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino
Médio), que seria aplicada neste final de semana em todo o
país. Há suspeita de fraude e de que o conteúdo da
prova tenha vazado. Segundo reportagem do jornal 'O Estado de S.
Paulo', que afirma ter tido acesso à prova que seria aplicada,
pessoas avisaram o jornal sobre o vazamento e contaram ter obtido a
prova por meio de funcionários do Inep (Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), organizador
da avaliação. Um homem, ainda de acordo com a reportagem,
tentou vender uma cópia da prova ao jornal por R$ 500 mil. O MEC
estuda remarcar o exame nos próximos 45 dias. Uma segunda
versão da avaliação, que já estaria pronta,
pode ser utilizada. Uma entrevista coletiva deve ser realizada ainda
nesta manhã, para explicar os novos procedimentos com
relação ao Enem.
Em entrevista ao telejornal 'Bom Dia Brasil', da Rede Globo, o
ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta
manhã que é a primeira vez que um fato como este ocorre
com o Enem. "Os indícios de que houve furto de exemplares
são fortes. Não nos resta outra alternativa a não
ser adiá-la [a prova]", disse. Mais de 4 milhões de
pessoas se inscreveram para fazer o exame, que será a
única forma de seleção em 24 das 55 universidades
federais este ano. O número é recorde, segundo o
ministério.
O ministro afirmou que os inscritos no exame permanecem inscritos, e
sugere que os estudantes utilizem o tempo até a nova data da
aplicação da prova em prol do estudo. "Agora é
continuar estudando e esperar pela remarcação do Inep",
afirmou. A prova seria realizada no sábado (3) e no domingo (4),
em 10.385 escolas diferentes de 1.826 municípios com, ao todo,
113.857 salas de prova. O Enem 2009 terá uma
redação e quatro provas com 45 questões objetivas,
dentro das seguintes áreas: ciências da
natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias;
linguagens, códigos e suas tecnologias; e matemática e
suas tecnologias.
Enem no vestibular - Este ano, o inscrito no Enem terá o direito
de participar do vestibular unificado do MEC. Ele poderá optar
por cinco cursos em instituições federais e, de acordo
com o desempenho, simular a posição na
graduação pretendida, em comparação com as
notas dos demais concorrentes. Além de substituir o processo
seletivo pela prova do MEC, as universidades federais puderam optar
ainda por outras três formas de adesão ao Enem 2009.
São elas: substituir apenas a primeira fase do vestibular;
combinar a nota do Enem com a nota do vestibular tradicional (nesta
modalidade, a universidade fica livre para decidir um percentual do
Enem que será utilizado na média definitiva); usar o Enem
como fase única apenas para as vagas ociosas da
universidade.
Exame Nacional do Ensino Médio é fraudado e obriga seu cancelamento
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 001 - 10/09)
Um país com as dimensões continentais do Brasil
não comporta a existência de sistemas nacionais de
avaliação. O Ministério da Educação,
entretanto, contrariando a Constituição Federal, que
prevê a existência de Sistemas Federal, Estaduais, do
Distrito Federal e Municipais, adota medidas como se existisse um
sistema nacional de educação, e chega a criar,
erroneamente, um Sistema Nacional de Avaliação da
Educação.
Ao agir dessa forma, fere a autonomia dos entes federativos, sem se
falar na autonomia universitária, ambas asseguradas pela Carta
Magna. Técnicos com visões míopes acreditam ser
possível adotar, no Brasil, medidas que não deram certo
em outras nações.
Uma grande monta de recursos, gerados pelos múltiplos tributos
pagos pela sociedade, foi alocada para se fazer um mega Exame Nacional
do Ensino Médio, envolvendo mais de quatro milhões e cem
estudantes, distribuídos em 1.829 municípios, calcado num
processo centralizador e com impressão de provas únicas,
distribuídas através de um frágil processo de
entrega nos milhares de locais escolhidos pelo Executivo Federal.
O previsível para muitos, mas não pelo MEC,
aconteceu: houve fraude, com vazamento das questões, e o
titular da pasta não teve outra alternativa a não ser
"adiar" o ENEM. Como tudo terá que ser novamente
planejado e realizado e, considerando o acesso dos alunos ao ensino
superior, torna-se impraticável o uso desse modelo pela rede
pública e privada de educação superior que,
aliás, foi fortemente pressionada para aderir ao processo.
Alunos e professores foram condicionados, nos últimos meses, a
praticamente suspender os processos educacionais regulares para
"adestrarem" os discentes aos modelos prováveis de provas.
Alguns Estados terceirizaram esse "treinamento" a empresas
especializadas em concursos na tentativa de melhorar o desempenho,
normalmente medíocre, dos pobres alunos da rede pública
que não possuem outras opções de aprendizagem.
Aliás, o ENEM, a exemplo dos outros exames nacionais, só
tem servido para "medir" os problemas de qualidade. Servem como
os termômetros que aferem a maior ou menor gravidade das
enfermidades, mas não apresentam soluções para a
"cura" dos doentes.
O Brasil não tem um projeto para a educação.
Os governos definem, a seu bel prazer, programas emergenciais que os
ajudam junto à mídia com imensos gastos
publicitários institucionais.
Países que superaram as dificuldades no campo social, onde a
educação está inserida, adotaram
políticas de estado e não de governo para enfrentamento
da baixa qualidade e construção de prósperas
linhas de reversão de cenários obscuros.
O que é preciso, sem se falar na apuração de
responsabilidades, é possibilitar que as
instituições e pessoas tenham a liberdade de aprender,
ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, como
previsto no Artigo 206, II, da Constituição Federal.
Lei que proíbe venda de álcool perto de faculdades gera polêmica em Maringá
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:57 hs.
Estabelecimentos de ensino, de um lado, e bares e restaurantes, de
outro, pressionam os vereadores da cidade. Lei foi promulgada há
um ano e passa a valer em dezembro
Uma lei municipal que proíbe a venda de bebidas
alcoólicas em um raio de 150 metros do portão principal
de faculdades, universidades e centros universitários
está causando polêmica na Câmara de Vereadores de
Maringá. Nos últimos dias, representantes de
instituições de ensino, favoráveis à
medida, e proprietários de bares e restaurantes,
contrários à mesma, reuniram-se com os vereadores. Os
próprios parlamentares estão divididos.
A lei (Nº11.092/2008) é de autoria do Poder Executivo e foi
aprovada há quase dez meses, para "garantir a segurança e
a paz pública aos estudantes e à população
que convive próximo [sic] às instituições
de ensino", conforme o texto legal. Os estabelecimentos têm
até o início de dezembro para se adequarem à
norma, sob pena de multa de R$ 1.500 e da cassação do
alvará de funcionamento.
A primeira reunião com os vereadores ocorreu no último
dia 23, com representantes do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes
Bares e Similares (SindiHotel), a partir da convocação de
Evandro Junior (PSDB). Nesta terça-feira (29), a convite de
Flávio Vicente (PSDB), o encontro foi com representantes do
Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Noroeste do
Estado do Paraná (Sinepe/NOPR) e membros de sete
instituições de ensino, como o vice-reitor do Centro
Universitário de Maringá (Cesumar), Wilson de Matos Silva.
O SindiHotel pressionou os parlamentares para a revogação
da norma. "É uma lei inviável. Quer dizer que a 150
metros da universidade não pode [vender bebida
alcoólica], mas a 151 pode? É injusto", diz o comerciante
Sérgio de Almeida, filiado ao sindicato e dono de um bar nas
proximidades da Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Ele afirma também que as repúblicas de estudantes
continuarão promovendo festas com bebidas, o que derruba o
argumento de que a medida iria aumentar o sossego dos moradores da
região. "E tem outra coisa. O meu estabelecimento está a
150 metros portão de acesso da UEM, e não do principal,
como diz a lei. Portanto, julgo que não sou atingido."
Já o Sinepe-NOPR quer que a lei seja mantida. "Vender bebida
alcoólica na região das universidades é uma
oportunidade para que ocorra o tráfico de outras drogas.
Além disso, os alunos bebem, aumentam o som dos carros e
prejudicam o sossego da vizinhança", afirma o presidente do
sindicato, José Carlos Barbieri.
Ele acrescenta que a ideia do sindicato é, no futuro, solicitar
a ampliação da proibição também para
a região de escolas e colégios de ensino fundamental,
"como acontece em países desenvolvidos, como Estados Unidos e
Japão."
As reuniões resultaram em uma divergência sobre o
número de estabelecimentos atingidos pela medida. Segundo o
vereador Humberto Henrique (PT), líder da
oposição, o Sinepe-NOPR fala em 13 e o SindiHotel, em 30.
Vereadores divididos
Os próprios vereadores estão divididos. Heine Macieira
(PP), líder do governo, acredita que a lei será mantida.
"É o que sinto conversando com meus colegas. Há um
consenso sobre isso."
Já Humberto Henrique (PT) critica a norma e promete apresentar
uma emenda estabelecendo que a lei valha para todas as
instituições de ensino, mas que não seja
retroativa - isto é; que atinja somente novos estabelecimentos.
"Sou favorável à proibição da venda de
bebidas nesses locais, mas entendo que não é justo
penalizar quem está trabalhando há 20 anos."
A sessão que aprovou a lei, no ano passado, foi bastante
polêmica. Estudantes e comerciantes contrários a norma se
manifestaram por várias vezes. Cartazes de protestos foram
empunhados pelos universitários. "Nossa opinião
não foi respeitada", disse na época o estudante do curso
de Ciências Sociais da UEM Alex Willian.
Fonte: Gazeta do Povo Online
Plenário votará hoje apenas a PEC de recursos para a educação
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 002 - 10/09)
Os líderes partidários decidiram que votarão hoje,
em sessão extraordinária do Plenário, somente a
PEC 277/08, que acaba, gradualmente, com a Desvinculação
de Receitas da União (DRU) incidente sobre o dinheiro do governo
federal destinado à educação. A proposta já
foi aprovada em primeiro turno.
O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), disse que a
oposição não vai aceitar se tentarem votar a MP
466/09, porque o acordo com o presidente da Câmara, Michel Temer,
é que o projeto de lei de conversão à medida tem
que ser entregue 24 horas antes da votação. A MP muda as
regras do subsídio concedido à energia elétrica
gerada nos chamados sistemas isolados.
UNESCO e Senado assinam acordo em favor da ciência
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 005 - 10/09)
O representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, e o presidente
do Senado, José Sarney, firmaram nesta terça-feira, 29,
Memorando de Entendimento que formaliza parceria entre a
Organização e o Senado na celebração do Dia
Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento, comemorado em
10 de novembro.
O acordo tem entre seus objetivos renovar o compromisso nacional e
internacional no uso da ciência em prol da sociedade, fortalecer
a consciência pública do papel da ciência na
promoção de sociedades sustentáveis e
pacíficas e promover o intercâmbio nacional e
internacional do conhecimento científico. Um grupo de trabalho
permanente será constituído pela UNESCO e pelo Senado
para a outorga de uma menção honrosa a ser concedida
todos os anos a cidadãos brasileiros e
instituições nacionais de destaque.
Faculdade descredenciada pelo MEC consegue liminar na Justiça para voltar a funcionar
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:32 hs.
A Faculdade Cidade João Pinheiro, de Minas Gerais, conseguiu
autorização na Justiça Federal, via liminar, para
manter suas atividades, apesar de ter sido descredenciada pelo
Ministério da Educação (MEC). A decisão do
juiz Antonio Corrêa sustenta que o ato administrativo da
Secretária de Ensino Superior (Sesu/MEC) nega "direito ao
contraditório e ampla defesa e por estar amparado em fatos
inexistentes".
A secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dallari
Bucci, anunciou o descredenciamento da instituição no
último dia 31 de agosto. A Faculdade Cidade João Pinheiro
obteve por dois anos consecutivos (2007 e 2008) resultados
insatisfatório em avaliações do MEC. Ela
também foi visitada por uma comissão do ministério
que confirmou a nota 2 no Índice Geral de Cursos da
Instituição (IGC).
O indicador atribui notas em faixas de 1 a 5 às faculdades e
universidades. Ele leva em consideração a nota dos alunos
no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e outros fatores
como o corpo docente e a infraestrutura. Notas 1 e 2 são
consideras insatisfatórias, 3 razoável e 4 e 5 boas.
Em nota, a faculdade afirma que o processo administrativo iniciado pelo
MEC era "completamente irregular" e "cheio de documentos falsos". A
instituição alega que não foi chamada formalmente
para se defender e diz no texto que "prega a ética, o
conhecimento e a cidadania" e que por essa razão não
deveria "ter sido submetida ao constrangimento vexatório".
O Ministério da Educação informou que ainda
não foi oficialmente comunicado e só vai se pronunciar
quando souber o teor completo da decisão judicial.
Fonte: O Globo
Fim da DRU para a educação aprovado em segundo turno pela Câmara
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:18 hs.
A Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno a Proposta de
Emenda à Constituição (PEC) que acaba,
gradualmente, com a incidência da Desvinculação de
Receitas da União (DRU) sobre o dinheiro do governo federal
destinado à educação.
O texto aprovado assegura o direito à educação
básica gratuita para as pessoas entre quatro e 17 anos, da
educação infantil ao ensino médio.
Como a proposta foi alterada pelos deputados em relação
à que havia sido aprovada pelo Senado, ela voltará para
nova votação entre os senadores.
Com o fim da DRU para a educação, o MEC passará a
contar com cerca de R$ 9 bilhões a mais por ano em seu
orçamento. Hoje a DRU retira 20% dos recursos destinados
à educação, provenientes de
arrecadação de tributos e contribuições
federais.
Pela proposta aprovada, em 2009 e 2010 a alíquota que era de 20%
cai para 12,5% e 5%, respectivamente. Em 2011, não haverá
mais a incidência da DRU na educação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: MEC
Índice de inadimplência no crédito estudantil é de 28%
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:05 hs.
O índice de inadimplência do Programa de Financiamento
Estudantil (Fies) chega a 28%. Considerando contratos desde 1999, o
atual saldo a pagar é de R$ 5 bilhões. A
informação foi divulgada ontem pela Caixa Econômica
Federal em audiência pública sobre o tema, no Senado
Federal. Em Goiás, estão ativos 10.921 contratos.
Procuradora da República no Estado, Mariane Guimarães
Oliveira defende mudanças na metodologia da cobrança do
crédito e já instaurou processos em defesa dos estudantes.
A audiência, proposta pelo senador Pedro Simon (PMDB), foi para
discutir soluções aos métodos do financiamento.
Segundo o parlamentar, há descompasso dos reajustes das
mensalidades e a defasagem dos salários. O Fies atende
aproximadamente 500 mil estudantes, o equivalente a 5% do total de
alunos no País. Outros 9% são atendidos pelo Programa
Universidade para Todos (Prouni) e 86% não estão ligados
a nenhum programa.
Presente na audiência, a procuradora Mariane defendeu a
redução de juros sobre os financiamentos estudantis.
Segundo ela, as altas taxas são um dos principais fatores de
inadimplência. Antes de 2006, chegava a 9%. Depois, caiu para
6,5% e 3,5% (no caso de cursos de licenciatura, pedagogia, normal e
superiores de tecnologia). No dia 15, a Câmara aprovou
redução de juros para todos os cursos em 3,5%. A proposta
será votada no Senado.
Caso seja aprovado, juros reduzidos também valerão para
antigos contratos. A proposta também amplia o tempo do
financiamento. Atualmente é de duas vezes o tempo do curso.
Passará para três vezes. Por exemplo, se o curso demorar
quatro anos, o crédito será dividido em até 12
anos. "Com menores parcelas, haverá menos chances de
inadimplência", conclui.
Mariane questiona a necessidade de fiadores para o financiamento. "O
Congresso precisa encontrar soluções criativas para que o
estudante tenha maior facilidade para fechar o contrato junto ao Fies."
Entre as ideias em pauta é a formação de um grupo
de cinco alunos, que se responsabilizariam pela dívida do colega.
Fonte: Iris Bertoncini
Fonte: Diário da Manhã - GO
Instituições de ensino superior são avaliadas pela tradição e corpo docente qualificado
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:49 hs.
Levantamento do Semesp sobre a imagem e reputação das
instituições privadas revela também que 88% dos
alunos estão satisfeitos com a instituição em que
estudam. Cristina Panella (foto), diretora da CDN Estudos e Pesquisa
foi a coordenadora da pesquisa.“A informação tem
uma enorme força para modificar a imagem dos públicos com
relação à atuação do ensino superior
privado. É preciso arejar a percepção desses
públicos, principalmente a mídia, com os novos dados que
o segmento produz”
Pesquisa inédita realizada pelo Sindicato das Entidades
Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de
São Paulo (Semesp) revela que tradição, qualidade
de ensino e corpo docente de gabarito são os atributos que
indicam as instituições de ensino superior particulares
mais significativas para alunos (31%), população (28%),
autoridades (75%) e mídia (44%). O levantamento apontou
também que 88% dos estudantes se consideram satisfeitos com a
instituição particular em que estudam.
De acordo com 33% desses alunos, a qualidade de ensino é o
principal fator de satisfação. Para os 9% que se dizem
insatisfeitos, o principal motivo são professores que deixam a
desejar. Desenvolvido pela CDN Estudos e Pesquisa, o levantamento,
denominado I2R – Índice de Imagem e
Reputação, envolveu 1.682 pessoas, de dez regiões
do Estado de São Paulo entre alunos, ex-alunos, professores,
pais de alunos e de ex-alunos, gestores, funcionários
administrativos, população do entorno, autoridades
municipais e mídia.
A pesquisa apontou algumas evocações (palavras, ideias ou
sentimentos) que vêm à mente dos entrevistados de forma
espontânea quando pensam em uma IES particular. Emprego e
profissão (15%), qualidade do ensino (6%), futuro melhor (4%) e
qualidade (2%) foram as mais citadas. “O levantamento procura
atender a uma das grandes preocupações do setor, que
é desvendar qual a real percepção dos
públicos estratégicos das instituições de
ensino superior privado no que diz respeito à sua
atuação, para auxiliar os mantenedores a estabelecer
parâmetros de qualidade de mercado”, afirma Hermes Ferreira
Figueiredo, presidente do Semesp. O estudo utilizou como base
teórica o conceito de Image Share, que parte do pressuposto de
que a imagem das instituições de ensino superior
particular é produto das percepções de cada um de
seus públicos de interesse e tem seu valor aferido em um
cenário concorrencial.
Outras revelações da pesquisa foram a importância
das especificidades regionais das instituições, e as
semelhanças e desigualdades existentes entre as
percepções dos diversos públicos. Para todos eles,
a qualificação do corpo docente, com professores mestres
e doutores, e a oferta de um leque variado de cursos
(graduação, pós-graduação,
especialização, extensão, EAD), são
indicadores de uma IES de qualidade (veja gráficos abaixo).
Já os fatores que fundamentam o bom relacionamento com os alunos
variam de público a público: segundo alunos (36%),
ex-alunos (24%), os pais (19%) e a população (10%),
funcionários prestativos é o atributo mais valorizado.
Já professores (21%), funcionários e gestores (31% cada)
apoiam suas visões no aspecto pedagógico, especificamente
o bom relacionamento entre a coordenação e os alunos.
A percepção dos públicos estratégicos
quando se compara o ensino superior privado e o ensino público
também foi um aspecto relevante mostrado pela pesquisa. As
respostas são bastante heterogêneas, por exemplo, quando
se questiona se as IES públicas não apresentam
superioridade na qualidade de ensino em relação ao setor
particular. A maioria dos entrevistados de todos os públicos, no
entanto, concorda que as IES particulares garantem maior acesso
à educação superior do que as públicas.
Segundo Cristina Panella, diretora da CDN e coordenadora da pesquisa,
baixos índices revelados pelo levantamento a respeito de
determinado indicador não significam necessariamente uma
crítica, mas uma falha na comunicação das IES com
os seus públicos de interesse. “A informação
tem uma enorme força para modificar a imagem dos públicos
com relação à atuação do ensino
superior privado. É preciso arejar a percepção
desses públicos, principalmente a mídia, com os novos
dados que o segmento produz”, recomenda a especialista.
Fonte: Semesp
Principais legislações educacionais publicadas em Setembro/2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:36 hs.
A CM Consultoria de Administração preparou uma
relação destacando as principais
legislações educacionais publicadas no D.O.U
(Diário Oficial da União) do mês de Setembro de
2009.
Acesse http://www.cmconsultoria.com.br/destaque_2009.php, para visualizar e também ter acesso às publicações na íntegra
Fonte: CM Consultoria
Linguista critica Portugal e prevê 20 anos para unificar idioma
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal UOL Educação, 30/09/2009
O linguista português Malaca Casteleiro lamentou nesta
quarta-feira os atrasos de Portugal em aplicar o acordo
ortográfico, e estimou que serão necessários mais
20 anos para a unificação da língua portuguesa no
mundo. Para o acadêmico, que acaba de lançar um
dicionário ortográfico com 180 mil palavras para
facilitar o entendimento do novo acordo, uma redação
comum em todos os países de língua oficial portuguesa
exigiria os 20 anos ou mais que se passaram desde a
aprovação até a entrada em vigor do novo tratado.
"Estou convencido de que a realização de um
vocabulário ortográfico unificado, se calhar, exigia
outros 20 anos ou mais, infelizmente", disse Casteleiro, nesta
quarta-feira, em Bragança, na abertura do 8º
seminário anual da Lusofonia. Durante quatro dias,
acadêmicos curiosos de vários países de
língua oficial portuguesa participam de um debate sobre os
problemas do idioma e a aplicação do novo acordo
ortográfico.
Malaca Casteleiro é o autor do mais recente dicionário
ortográfico da língua portuguesa, editado pela Porto
Editora, com 180 mil palavras escritas no formato do novo acordo. O
dicionário não recebeu apoio oficial do governo
português, que aguarda a conclusão de outra
publicação do gênero, elaborada pela Academia das
Ciências de Lisboa e que deve ser lançada até o
final do ano. No Brasil, a Academia Brasileira de Letras (ABL)
já finalizou um dicionário ortográfico com 300 mil
palavras. Segundo os linguistas, a partir dos vocábulos
recolhidos em cada um dos países é que poderá ser
elaborada uma versão unificada. No Brasil, o acordo
ortográfico começou a vigorar em janeiro. O imortal da
ABL Evanildo Bechara afirmou nesta quarta, em Bragança, que na
opinião dos diretores de veículos de
comunicação, por exemplo, "não há problema
na implantação do acordo, porque as diferenças
são mínimas entre o que praticavam antes e depois".
Malaca Casteleiro criticou "os atrasos" de Portugal, especificamente "a
falta de iniciativas ao nível do Ministério da
Educação". "O governo dava seis anos para a
aplicação completa do vocabulário do novo acordo
ortográfico e a verdade é que, ao nível do
Ministério da Educação, não houve ainda
nenhuma iniciativa", disse. Para o linguista, "não faz sentido
que as crianças do primeiro ciclo estejam a aprender uma
ortografia que daqui a um ano ou dois vai ser desatualizada".
Distribuição de provas nos EUA é descentralizada
Fonte: Folha de São Paulo, 02/10/2009 - São Paulo SP
JANAINA LAGE DE NOVA YORK
Evitar que os testes sejam divulgados antes da prova é uma
preocupação constante, afirma Tom Ewing, porta-voz da
Educational Testing Service, empresa responsável pela
administração do SAT (sigla em inglês para teste de
aptidão escolar). O SAT é o exame mais usado nos Estados
Unidos na seleção dos alunos para o ingresso em
universidades. Aplicado no país desde o ano de 1926, o teste
é realizado sete vezes por ano e inclui leitura crítica,
matemática e redação. A "dona" do teste é a
College Board -uma instituição sem fins lucrativos. O
papel da Educational Testing Service é justamente elaborar a
prova e cuidar da segurança do exame. Nos Estados Unidos,
a distribuição do teste ocorre de uma maneira mais
descentralizada do que no Brasil. "É muito difícil evitar
que um indivíduo tire cópia de qualquer teste, mas a ETS
tem processos de segurança em vigor para assegurar que isso
ocorra muito raramente", disse o porta-voz Tom Ewing. As provas
são impressas em diversas gráficas espalhadas ao longo de
todo o país, mas o processo é acompanhado pela ETS para
evitar que o conteúdo da prova seja divulgado antes do dia do
exame.Em plástico e dentro de caixas, os testes são
enviados para os locais de teste. Os examinadores são obrigados
a contar o número de provas quando recebem e quando
devolvem os testes, que são lacrados e enviados para a
correção.
Versões distintas - Além de contar com exames diferentes
em cada uma das sete datas de provas, alunos em um mesmo centro de
testes encontram versões distintas do exame para evitar a cola.
A medida tem caráter econômico. Segundo Ewing, a
elaboração de uma simples versão da prova leva 18
meses e o custo chega a US$ 1,5 milhão. Neste ano, o SAT foi
aplicado a 1,5 milhão de alunos, entre os graduandos das turmas
do ano de 2009.
Desigualdade social e educação
Fonte: Clipping Educacional CONSAE Gazeta de Cuiabá, 02/10/2009 - Cuiabá MT
Juacy da Silva
Inúmeros estudos, ao longo de várias décadas,
comprovam que o Brasil possui e convive com um dos maiores
índices de desigualdade social e econômica do mundo. Isto
é fruto de um processo de desenvolvimento concentrador de renda,
riquezas e oportunidades nas mãos de uma minoria de um lado e a
miséria, a pobreza e a exclusão social de uma imensa
maioria de outro. A redução desses índices de
desigualdade social e econômica, da mesma forma que as
desigualdades de gênero, raça e setoriais tem acontecido
de forma muito lenta. Os principais mecanismos que possibilitam a
redução das desigualdades, na atualidade brasileira,
são basicamente as políticas compensatórias e de
transferência de renda dos governos federal, estaduais e
municipais; a melhoria real do poder de compra e do valor do
salário mínimo e a ampliação do mercado
formal de trabalho.
Esses três mecanismos têm suas vantagens e também
suas vulnerabilidades. Por exemplo, as políticas
compensatórias e de transferência de renda direta podem
ser alteradas com as mudanças de governos, partidos e
coalizões políticas no exercício do poder. O
aumento real do valor do salário mínimo também
depende de decisões do governo federal e da
correlação de forças políticas e na
aceitação dessas mudanças pelo setor empresarial.
A ampliação do mercado formal de trabalho também
depende de decisões políticas e das forças de
mercado, pressupondo-se altas taxas de crescimento econômico,
estabilidade das políticas macroeconômicas e
avanços nos direitos trabalhistas e previdenciário. Resta
uma última poção mágica para romper
as injustas estruturas sociais, políticas e econômicas
possibilitando que milhões de brasileiros que vivem abaixo ou
pouco acima da linha da pobreza consigam avançar
significativamente na divisão do bolo da riqueza nacional, ao
qual denominamos de PIB.
Esta poção mágica chama-se educação,
porém uma educação de qualidade, universal e
gratuita, vale dizer, uma educação que possibilite as
camadas excluídas poderem se apropriar de instrumentos que lhes
garantam uma melhor inserção no mercado de trabalho e na
sociedade. Aí é que está o "X" da questão.
A educação brasileira continua sendo objeto de muito
discurso (falso) por parte dos donos do poder que também
são os representantes das elites dominantes (elites
políticas, econômicas e sociais). A massa trabalhadora, os
pobres, os excluídos continuam recebendo uma
educação de baixa qualidade e que não consegue
atingir o patamar da universalização já
conquistada pelas classes alta e média. Neste sentido, a
educação que poderia ser um instrumento de
transformação social também acaba assumindo o
papel de um mecanismo de exclusão, reforçando as
estruturas injustas da sociedade brasileira.
Dados da Clade, relativos a 2007, demonstram que o Brasil ocupa a
14ª posição entre 20 países quando a
referência é taxa de analfabetismo. Nossa taxa é de
11,4% para pessoas com 15 anos e mais. Estamos em pior
situação do que Aruba, Venezuela, Uruguai, Argentina,
Costa Rica, Cuba, Colômbia, Equador, México, Paraguai,
Barbados e outros mais na América Latina. Esses dados
foram comprovados por relatórios recentes da Unicef e do IBGE.
Em 2006 o número de analfabetos no Brasil
(população com 15 anos e mais) era de 14,4 milhões
de pessoas. Se adicionarmos a esses também os analfabetos
funcionais (aquelas pessoas que apenas assinam o nome ou que escrevem e
lêem umas poucas palavras) que representam mais de 25% da
população dita escolarizada, este total seria de mais
31,5 milhões de pessoas. Ou seja, a soma de analfabetos e
analfabetos funcionais atinge 45,9 milhões de brasileiros,
inaptos para adentrarem um mercado de trabalho complexo e competitivo.
Esses dados são mais estarrecedores quando são
desagregados por gênero, raça e regiões. Por
exemplo, a população negra, parda e mulata no Brasil
representa pouco mais da metade da população total.
Todavia, 67,7% dos analfabetos são negros, pardos ou mulatos.
Brancos ganham, em média, 40% mais do que os demais grupos,
mesmo quando os níveis educacionais sejam próximos ou
iguais. O acesso ao ensino superior também demonstra esse
mecanismo excludente. Entre os brancos 56% chegam ao ensino superior e
apenas 22% dos negros, pardos e mulatos conseguem tal façanha.
Quando o assunto é conclusão do ensino superior a
disparidade aumenta: 78% entre brancos, 3,3% entre os negros e 16,5%
entre pardos e mulatos. Alguma coisa anda errada com a
educação brasileira. De instância transformadora a
mesma está sendo convertida em instância que
reforça a exclusão social. Voltarei ao assunto
oportunamente!
Governo reduz meta de exportações de 2009
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 07:36 hs.
O governo reduziu a meta de exportações para 2009 de US$
160 bilhões para algo em torno de US$ 158 bilhões. O
secretário de Comércio Exterior do Ministério do
Desenvolvimento, Welber Barral, afirmou hoje que "seguramente, a meta
inicial não será alcançada", por conta da queda
nas vendas externas em função da crise global.
De janeiro a setembro, o conjunto das exportações
brasileira recuou 25,1% sobre período igual de 2008, com
ênfase nos produtos industrializados, cuja queda foi de 31%. O
valor acumulado no período foi de US$ 111,783 bilhões,
ante US$ 150,85 bilhões nos nove primeiros meses do ano passado.
O saldo comercial no período é de US$ 21,275
bilhões, 8,1% acima do resultado de janeiro a setembro de 2008
(US$ 19,686 bilhões). Mas isso porque as
importações caíram ainda mais que as vendas, em
30,3%, para US$ 90,508 bilhões..
"É preciso lembrar que o Brasil está sendo um dos
primeiros a sair da crise, pela condução eficiente do
governo e o bom desempenho da demanda interna. Mas o problema do
comércio exterior é a recuperação lá
fora, onde os outros países ainda estão longe de sair da
crise", comentou Barral.
De forma crítica, Barral disse que há certas travas no
país que ainda impedem uma maior expansão das
operações mercantis com o exterior.
"Muita gente ainda não se convenceu de que comércio
exterior é mais tecnologia, é uma visão mais
cosmopolita do mundo", afirmou o secretário. E citou como
exemplo "a visão de curto prazo" de determinados segmentos
empresariais e "desestímulos tributários" por parte de
secretários de Fazenda estaduais, que retém o ICMS de
insumos de mercadorias exportadas.
"Estamos buscando repetir o comportamento das exportações
de 2007, pela difícil recuperação dos compradores
do Brasil", avaliou Barral. Em 2007, as exportações
brasileiras atingiram US$ 160 bilhões, acima dos US$ 137
bilhões de 2006, mas inferior ao patamar recorde de US$ 198
bilhões de 2008.
Ele reiterou que medidas para aumento da competitividade dos produtos
nacionais lá fora são necessárias, como a
redução de impostos, de burocracia e de custos
logísticos.
Em 2010, disse Barral, "o mundo pós-crise será mais
competitivo, porque os mercados encolheram e preços de
manufaturados caíram. Vamos levar de dois a três anos para
repetir o desempenho excepcional de 2008", concluiu.
Fonte: Valor Online
Simpósio de Filosofia - Faculdade São Luiz


6º Prêmio Exemplo Voluntário
