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5/10/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a opinião da Associação.


Seminário CAPTAÇÃO DE MATRÍCULAS 2010 - TÉCNICAS DE ATENDIMENTO COM AUMENTO DO PODER DE PERSUASÃO
ITENS INCLUSOS: Almoço, material de apoio, coffee, CD com a íntegra do treinamento e certificado.
DATA: dia 17 de outubro de 2009 (sábado)
HORÁRIO: das 10 às 17 horas
LOCAL: Balneário Camboriú - Faculdade AVANTIS
PÚBLICO-ALVO: Destinado às secretárias, monitores, atendentes, telefonistas, coordenadores pedagógicos e demais pessoas ligadas a matrículas.
PROGRAMAÇÃO:
Entendendo a empresa da educação como negócio?;
Atendimento ao cliente interno e externo com Excelência: questão de sobrevivência desse negócio;
Qual é o conceito de Excelência?; E como se aplica as instituições?;
Afinal de contas: como é nosso potencial cliente nos dias de hoje?;
O que espera de uma instituição?; Fatores mais citados nas pesquisas;
Como ele se decide pela instituição A ou B?; Critérios;
O que ele não perdoa de jeito nenhum?;
Aspectos que impedem de dar ao cliente a Excelência no Atendimento;
Eles estão no dia a dia das instituições presentes ao evento?;
Como vender a idéia de atendimento com excelência na hora de uma matricula;
Usando a Técnica da Pergunta para entender as necessidades dos clientes;
Técnicas de vendas aplicadas as matriculas; 5 passos consagrados;
O método CVB em todos os níveis do ensino básico bem como no superior;
Táticas para superar objeções a preço e comparações “tipo leilão”;
Como fazer com que o cliente perceba o Valor; Valor X Preço;
Colorindo passo a passo cada argumento - dicas;
O que não se deve fazer num atendimento pelo telefone;
Use corretamente o telefone e capte mais alunos; Atitudes que encantam;
A sala de atendimento em época de matriculas: cuidados importantes;
Interagindo com diversos tipos de clientes: Detalhista, Objetivo, Egocêntrico, Nervoso e Oportunista;
Como reagir frente a reclamações: como evitar o estresse;
Como avaliar o atendimento prestado.

MINISTRANTE: Prof. Dorival dos Santos Machado. Graduado em Comunicação Social, com pós-graduações em Marketing pela ESPM, Administração de Empresas pela USJT e Especialização em Gestão de Recursos Humanos pela FGV; Master of Business Management (WCOB EUA), Master of Business Leadership (WCOB EUA), 15 anos de vivência na área de Educação tendo proferido mais de 500 apresentações pelo país. Prestou serviços para Colégio Sion, Imperatriz Leopoldina, Drummond, Augusto Laranja, Objetivo, Pueri Domus, Mackenzie, Senai SC, Facinter, Instituições Adventistas. Autor do Livro Redução da Inadimplência no Setor da Educação – RCS Editora – 2006; Diretor Geral da DMC Educacional criada em 1991
INVESTIMENTO:
1. R$ 212,00 (individual) para associadas; ou
2. R$ 312,00 (individual) para não associadas; ou
3. Consulte preços para Grupos em nosso telefone (48) 3225-2445 ou por e-mail institutoampesc@ampesc.com.br .
PAGAMENTO: Depósito bancário: Caixa Econômica Federal – Agência 1873 – Conta corrente 158-3 em nome da Associação de Mantenedoras Particulares de Educação Superior de Santa Catarina. Enviar fax do comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição para: 48-3225-2445 devidamente identificado com o nome da Instituição.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
INSTITUTO AMPESC | Associação das Mantenedoras Particulares de Educação Superior de Santa Catarina
Telefone: (48) 3225-2445  |  Fax: (48) 3028-2445  |  E-mail:
institutoampesc@ampesc.com.br  |  Site: www.ampesc.com.br

Faculdade pode pedir financiamento

Prorrogação do Prazo para Aditamento do FIES - 2º semestre/2009

MEC estuda criar "feriado" para Enem

Nova data do Enem sai na quarta, diz Fernando Haddad

MEC pedirá adiamento de vestibular a universidades

Novo Fies

Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial

Evento Enade Administração 2009

Professor Antonio Freitas, Presidente da ANGRAD, é eleito uma das Personalidades Educacionais de 2009!

Formação de atletas encabeça lista de exigências para Jogos

Saiba o que o ministério recomenda aos inscritos após cancelamento do Enem

Legislação Educacional

Fies: inadimplência alcança 28% dos contratos

PROFISSAO MESTRE

Para Unesco, situação do professor é crítica

Reprovados e mal pagos

Valorização do professor brasileiro é por tempo de serviço

Prejuízo para os estudantes 

Brasil melhora índice de desenvolvimento humano

Escolas técnicas francesas pagam por comparecimento de alunos

Receita libera quarta-feira consulta ao quinto lote do Imposto de Renda 2009

Instituto Mapa divulga pesquisa de intenção de voto para o Senado em Santa Catarina

Faculdade pode pedir financiamento
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:25 hs. 
O Ministério da Educação (MEC) regulamentou ontem o Programa de Melhoria do Ensino das Instituições de Educação Superior (IES). O orçamento é de R$ l bilhão para os próximos cinco anos. Os recursos podem ser requisitados por instituições de ensino superior privadas. Para obter os financiamentos, o MEC deve aprovar primeiramente o projeto institucional.
Como o programa operará apenas por meio da modalidade indireta, as instituições terão que dispor de um agente financeiro credenciado, por meio do qual encaminharão a consulta prévia em conformidade com o formulário do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Numa outra fase, as instituições terão de cumprir outros pré-requisitos para atender as exigências de qualidade dentro dos parâmetros de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
As adesões ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) e ao Programa Universidade para Todos (ProUni) são condições indispensáveis.
Fonte: Jornal do Commércio - PE 

Prorrogação do Prazo para Aditamento do FIES - 2º semestre/2009
Fonte: GIFUS/FL CEF
A prorrogação do período de aditamento, relativo ao  2º semestre/2009, até o dia 30/10/2009 , é conforme Circular CEF nº 490, Dessa forma a IES, obrigatoriamente, deverá acessar o menu CONTRATOS/PERÍODO DE ADITAMENTO, clicar sobre a legenda "Alterar"  do  semestre  2º/ 2009  e proceder a alteração da data final.

MEC estuda criar "feriado" para Enem
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 04/10/2009 - São Paulo SP
Prova no meio da semana teria o objetivo de evitar conflito com as datas de outros vestibulares. Órgão diz que prazo de 30 dias é pequeno para organizar exame e que ele deve ocorrer na segunda quinzena de novembro
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA 
O governo federal poderá decretar feriado estudantil durante dois dias da semana para aplicar as provas do Enem, caso não consiga uma nova data para a realização do exame num final de semana de novembro. O assunto será discutido amanhã numa reunião com reitores das universidades federais. O Enem estava marcado para este final de semana, mas foi suspenso, após o Ministério da Educação ter sido informado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", na noite de quarta, de que uma repórter fora procurada por pessoas dispostas a vender a prova por R$ 500 mil. Um acordo com os reitores das federais é importante porque a maioria dessas instituições decidiu utilizar as avaliações do exame no ingresso dos estudantes. E a escolha de datas no meio da semana poderia ser uma forma de evitar conflito com outros vestibulares.
O Inep (órgão do MEC responsável pelo Enem) disse que agora é mais provável que as provas ocorram na segunda quinzena de novembro -e  não no começo do mês. Reynaldo Fernandes, presidente do Inep, disse que 30 dias é um prazo muito pequeno para organizar a logística para realização do Enem, que teve 4,1 milhões de inscritos. O MEC informou ontem que a nova prova do Enem já está pronta. As questões foram escolhidas a partir de um banco de dados organizado pelo Inep. O MEC também deve definir amanhã se manterá o contrato assinado com o Connasel, consórcio liderado pela Consultec que ganhou a licitação para a realização do Enem. Na hipótese de romper o contrato com a empresa, a única que participou da licitação, o governo trabalha com duas possibilidades: contratar em caráter extraordinário (sem licitação) outra empresa ou adotar um plano de emergência.
Se decidir contratar outras empresas, o governo vai verificar se as que atuam no setor -como Cespe, Cesgranrio e Fundação Carlos Chagas- teriam condições de assumir a tarefa   emergencialmente. Já o plano de emergência pode envolver Inep, apoio da Força de Segurança Nacional, dos Correios e até mesmo do Banco do Brasil. O MEC informou, por meio de nota, que a reunião entre os diretores do consórcio Connasel, a diretoria do Inep e representantes do ministério, prevista para ontem, foi adiada para a tarde de amanhã. "Os diretores do consórcio solicitaram o recesso pela necessidade de tempo para apresentar as respostas (pedidas pelo MEC)", informa a nota. Responsável pela assessoria de imprensa da Connasel, a Máquina da Notícia informou que o consórcio deverá ser mantido porque já está a par de toda a questão logística. Como a Folha já publicou, o Ministério da Educação avalia que o consórcio cometeu diversas falhas, o que pode levar à rescisão contratual. O contrato com a Connasel custou R$ 116 milhões. O governo estima que o vazamento já provocou um prejuízo de pelo menos R$ 35 milhões, apenas com a impressão das provas que foram canceladas. 

Nova data do Enem sai na quarta, diz Fernando Haddad
Fonte: Clipping Educacional Consae Hoje em Dia, 04/10/2009 - Belo Horizonte MG
A nova data do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deve ser divulgada na quarta-feira (07), depois de quatro reuniões a serem realizadas na segunda e terça-feira. segundo informou neste domingo o ministro da Educação, Fernando Haddad 
SÃO PAULO - A nova data do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deve ser divulgada na quarta-feira (07), depois de quatro reuniões a serem realizadas na segunda e terça-feira. segundo informou neste domingo o ministro da Educação, Fernando Haddad. "Na quarta-feira já poderemos fechar o diagnóstico e apresentar os novos processos para realização do Enem. Divulgaremos os procedimentos de segurança, parceiros envolvidos e a data do novo Exame", afirmou o ministro Fernando Haddad. A reunião entre os diretores do consórcio Connasel, a diretoria do Inep e representantes do Ministério da Educação, que se  iniciou na manhã de sexta-feira, foi suspensa na madrugada de sábado com a definição de uma planilha de informações que deverá ser apresentada pelo consórcio.
Os diretores do consórcio solicitaram o recesso pela necessidade de tempo para apresentar as respostas. A retomada do encontro está prevista para amanhã de manhã. Às 15h30, o ministro Fernando Haddad deve se reunir com o Comitê de Governança do Enem 2009, que traz, dentre outros, alguns reitores de Universidades Federais e Institutos Federais de Educação Profissional e Tecnológica, e  secretários estaduais e municipais de Educação. Na terça-feira (06), o ministro reúne-se com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que traz os reitores das 55 universidades federais de todo o País. Depois, encontra-se com o ministro da Justiça, Tarso Genro, para discutir o inquérito que levará aos responsáveis pelo vazamento da prova e também para apresentar um mapeamento dos processos tomados para a prova adiada e pedir a colaboração do serviço de inteligência da Polícia Federal para o novo exame. 

MEC pedirá adiamento de vestibular a universidades
Fonte: Clipping Educacional Jornal da Tarde, 05/10/2009 - São Paulo SP
Governo fará proposta hoje, em reunião com comissão que representa reitores de 55 universidades e 31 instituições federais; ministério excluiu consórcio da organização da prova, que deve ocorrer na 2ª quinzena de novembro
Renata Cafardo e Vannildo Mendes 
O Ministério da Educação (MEC) vai propor hoje o adiamento do vestibular de algumas universidades para evitar a coincidência de datas e permitir que a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) seja usada na seleção dos alunos. Se isso não for possível, o MEC pode realizar o exame em dois dias úteis, que seriam transformados em feriados escolares. O exame foi cancelado na quinta-feira depois que o jornal O Estado de S.Paulo, do Grupo Estado, que edita o Jornal da Tarde, informou ao MEC que o caderno de questões tinha vazado. A nova data do Enem e os detalhes sobre a organização da prova serão divulgados na quarta-feira, segundo o ministro Fernando Haddad.
“Estamos apurando todo o calendário de vestibulares e outros concursos, como o do IBGE, para compatibilizar as datas”, afirmou ontem o ministro. A reunião em que o MEC pedirá o adiamento terá a participação de uma comissão representativa dos reitores de 55 universidades, 31 instituições federais e secretários da educação dos Estados. O que já está definido  é que a empresa que havia sido contratada para aplicar o Enem está fora da nova prova. Segundo a reportagem apurou, a decisão já foi tomada pelo MEC, que agora busca soluções jurídicas para romper o contrato com o Connasel, consórcio que reúne empresas de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
Hoje, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) se reunirá com o Connasel. Segundo a reportagem apurou, não foi definido se uma nova empresa ficará responsável pela prova ou se o Inep fará esse trabalho. Hoje, o instituto tem a função de elaborar as questões da prova. Será preciso reimprimir 4 milhões de cadernos de questões e enviá-los para 1,8 mil municípios em que a prova se realizará. A decisão de não mais usar o consórcio - e consequentemente a gráfica Plural, contratada pela empresa - foi motivada pela constatação de que as cláusulas de segurança não foram seguidas. Um dos homens que tentaram vender a prova, Felipe Pradella, seria funcionário da Cetro, uma das empresas do   consórcio. Ainda não está claro se ele cuidava da área de segurança ou do manuseio do caderno de questões (colocar em envelopes, lacrar, etc.). Pradella não havia sido localizado até ontem.
Outra opção, de ruptura parcial do contrato, também está sendo analisada. O consórcio ficaria encarregado apenas da aplicação da prova na ponta, mas cederia a impressão e a distribuição para o próprio MEC, que realizaria a tarefa com auxílio dos Correios, do Exército e da Força Nacional de Segurança Pública e outras instituições estatais. A reportagem procurou ontem o Connasel, mas não obteve resposta. Haddad vai também se reunir, amanhã, com o ministro da Justiça, Tarso Genro. Ele pedirá a participação da inteligência da Polícia Federal na supervisão da segurança e na correção dos pontos frágeis detectados. Sobre a data da nova prova, a única certeza de Haddad é de que “em hipótese alguma” será na primeira semana de novembro. O mais provável é que o exame ocorra na segunda quinzena de novembro. 

Novo Fies
Fonte: Clipping Educacional Consae Estado de Minas, 04/10/2009 - Belo Horizonte MG
Expansão do ensino superior privado está no limite
Jacques Schwartzman - Diretor do Centro de Estudos de Políticas Públicas e Educação Superior (Cespe) da UFMG 
Aprovado pelo Congresso Nacional o projeto de lei que muda as regras do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). São várias as mudanças. A Caixa Econômica Federal (CEF) deixa de ser o agente operador, passando essa atribuição para o Fundo Nacional do Desenvolvimento do Ensino/Ministério da Educação (MEC), prazos mais dilatados de reembolso são introduzidos e para algumas áreas (medicina e licenciaturas, principalmente) é possível pagar o crédito com trabalho em órgão público. No entanto, a medida mais importante é a que procura trazer para o mercado de crédito educativo instituições financeiras, como os bancos comerciais, que até este momento têm uma participação irrelevante. É de se indagar por que os bancos não se sentem atraídos. Possivelmente porque o risco é muito elevado quando comparado com outros financiamentos, tais como de automóveis e imóveis. Nesses casos, os próprios bens financiados servem de garantia, o que não ocorre com o financiamento de pessoas em financeiras que aderirem às regras do Fies. A busca de melhor qualificação, cujo ativo gerado é intangível. É preciso portanto exigir  garantias de pessoas que não as tem, tornando  mais difícil a concessão de crédito. O setor bancário sofre também da concorrência do Fies, que trabalha com taxas muito baixas, em alguns casos, de 3,5% ao ano.
O projeto trata de eliminar o risco dos agentes. Solução encontrada foi distribuir este risco entre as instituições de ensino superior (entre 15% e 30% e tornando-as mais responsáveis na escolha dos que vão receber o empréstimo) e as reservas do Fies com os restantes 70% ou 85%. Assim, se um aluno, depois de todas as tentativas amigáveis e judiciais de cobrança, permanecer com um saldo devedor de, digamos, R$ 10 mil, a instituição de ensino superior repassará ao Fies entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil e o Fies transferirá esse montante e mais R$ 7 mil para o agente financeiro. Isto será suficiente para atrair os bancos ao programa? Aguardemos para ver as respostas. De qualquer maneira, é uma boa tentativa.
O crescimento do ensino superior agora depende da capacidade de pagamento dos alunos no setor privado, que parece estar chegando ao limite. No setor público, apesar do programa de expansão e do  Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), eles não serão suficientes para atender a demanda, mesmo porque os alunos que entrarem por essas vias serão os melhores do setor privado devido à dificuldade do vestibular, o que se constituirá num golpe contra as privadas. Para compensar, o Programa Universidade para Todos (ProUni) está colocando no setor privado cerca de 400 mil alunos entre os alunos carentes de bom desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O problema não é a falta de oferta em termos agregados, pois no setor privado temos 1,3 milhão de vagas não preenchidas. O que está faltando é a capacidade de pagamento dos possíveis demandantes. A extensão do crédito inclusive aos estudantes carentes é uma boa forma de se financiarem os alunos, pois estaremos aumentando suas chances de obter uma remuneração mais elevada, se comparada ao que ganharia se tivesse somente o curso médio, o que lhe permitiria pagar o empréstimo. Sem dúvida, este é um caminho mais justo do que as bolsas do ProUni ou o ensino gratuito nos estabelecimentos públicos. 

Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especia
Fonte: Imprensa Nacional
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009
Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação
Especial.
O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais, de con-formidade com o disposto na alínea "c" do artigo 9º da Lei No -4.024/1961, com a redação dada pela Lei No - 9.131/1995, bem como no artigo 90, no § 1º do artigo 8º e no § 1º do artigo 9º da Lei No -9.394/1996, considerando a Constituição Federal de 1988; a Lei No -10.098/2000; a Lei No - 10.436/2002; a Lei No - 11.494/2007; o Decreto No - 3.956/2001; o Decreto No - 5.296/2004; o Decreto No - 5.626/2005; o Decreto No - 6.253/2007; o Decreto No - 6.571/2008; e o Decreto Le-gislativo No - 186/2008, e com fundamento no Parecer CNE/CEB No -13/2009, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da
Educação, publicado no DOU de 24 de setembro de 2009, resolve:
Art. 1º Para a implementação do Decreto No - 6.571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, trans-tornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas
sem fins lucrativos.
Art. 2º O AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços,
recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua apren-dizagem.
Parágrafo único. Para fins destas Diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade na educação aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com deficiência ou mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e pedagógicos, dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e informação, dos transportes e dos demais serviços.
Art. 3º A Educação Especial se realiza em todos os níveis,etapas e modalidades de ensino, tendo o AEE como parte integrante
do processo educacional.
Art. 4º Para fins destas Diretrizes, considera-se público-alvo do AEE:
I - Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial.
II - Alunos com transtornos globais do desenvolvimento:
aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.
III - Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança,psicomotora, artes e criatividade.
Art. 5º O AEE é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns, podendo ser realizado, também, em centro de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com a Secretaria de Educação ou órgão equivalente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios.
Art. 6º Em casos de Atendimento Educacional Especializado em ambiente hospitalar ou domiciliar, será ofertada aos alunos, pelo respectivo sistema de ensino, a Educação Especial de forma complementar ou suplementar.
Art. 7º Os alunos com altas habilidades/superdotação terão suas atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de escolas públicas de ensino regular em interface com os núcleos de atividades para altas habilidades/superdotação e com as instituições de ensino superior e institutos voltados ao desenvolvimento e promoção da pesquisa, das artes e dos esportes.
Art. 8º Serão contabilizados duplamente, no âmbito do FUNDEB,de acordo com o Decreto No - 6.571/2008, os alunos matri-culados
em classe comum de ensino regular público que tiverem matrícula concomitante no AEE.
Parágrafo único. O financiamento da matrícula no AEE é condicionado à matrícula no ensino regular da rede pública, conforme
registro no Censo Escolar/MEC/INEP do ano anterior, sendo con-templada:
a)matrícula em classe comum e em sala de recursos mul-tifuncionais da mesma escola pública;
b)matrícula em classe comum e em sala de recursos mul-tifuncionais de outra escola pública;
c)matrícula em classe comum e em centro de Atendimento Educacional Especializado de instituição de Educação Especial pública;
d) matrícula em classe comum e em centro de Atendimento Educacional Especializado de instituições de Educação Especial co-munitárias,
confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.
Art. 9º A elaboração e a execução do plano de AEE são de competência dos professores que atuam na sala de recursos multifuncionais ou centros de AEE, em articulação com os demais professores do ensino regular, com a participação das famílias e em interface com os demais serviços setoriais da saúde, da assistência social, entre outros necessários ao atendimento.
Art. 10. O projeto pedagógico da escola de ensino regular deve institucionalizar a oferta do AEE prevendo na sua organização:
I - sala de recursos multifuncionais: espaço físico, mobi-liário,materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos;
II - matrícula no AEE de alunos matriculados no ensino regular da própria escola ou de outra escola;
III - cronograma de atendimento aos alunos;
IV - plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e
das atividades a serem desenvolvidas;
V - professores para o exercício da docência do AEE;
VI - outros profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais, guia-intérprete e outros que atuem no
apoio, principalmente às atividades de alimentação, higiene e locomoção;
VII - redes de apoio no âmbito da atuação profissional, da formação, do desenvolvimento da pesquisa, do acesso a recursos,
serviços e equipamentos, entre outros que maximizem o AEE.
Parágrafo único. Os profissionais referidos no inciso VI atuam com os alunos público-alvo da Educação Especial em todas as
atividades escolares nas quais se fizerem necessários.
Art. 11. A proposta de AEE, prevista no projeto pedagógico do centro de Atendimento Educacional Especializado público ou privado sem fins lucrativos, conveniado para essa finalidade, deve ser aprovada pela respectiva Secretaria de Educação ou órgão equivalente,contemplando a organização disposta no artigo 10 desta Resolução.
Parágrafo único. Os centros de Atendimento Educacional Especializado devem cumprir as exigências legais estabelecidas pelo
Conselho de Educação do respectivo sistema de ensino, quanto ao seu credenciamento, autorização de funcionamento e organização, em consonância com as orientações preconizadas nestas Diretrizes Operacionais.
Art. 12. Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e formação específica para a Educação Especial.
Art. 13. São atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado:
I - identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial;
II - elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;
III - organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais;
IV - acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do
ensino regular, bem como em outros ambientes da escola;
V - estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade;
VI - orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno;
VII - ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação;
VIII - estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.
Art. 14. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
CESAR CALLEGARI

Evento Enade Administração 2009
Fonte: CRA/SC
De: VALQUIRIA - CRA/SC [mailto:valquiria@crasc.org.br]
Enviada em: sexta-feira, 25 de setembro de 2009 15:01
Para: AMPESC - Valquíria
Assunto: Fw: ENADE ADM 2009 EM SANTA CATARINA
Prezado(a) Coordenador(a) do Curso de Administração,
O Conselho Regional de Administração de Santa Catarina, em parceria com o Conselho Federal de Administração, realizará  o Encontro ENADE ADM 2009.
Participará do evento o Professor da Comissão Assessora de Avaliação de área de Administração do INEP/MEC, Prof. Vitor Francisco Schuch Júnior.
Acompanhará o Prof. Vitor, o Conselheiro Federal do CFA, Adm. Lúcio Mariano Albuquerque Melo.
Os objetivos do referido evento são: elevar o nível de conhecimento e compreensão dos Coordenadores sobre o processo do ENADE e visibilizar as ações do Sistema CFA/CRAs em prol da qualidade dos cursos de Administração.
O evento ocorrerá dia 09/10/2009 (sexta-feira), em Florianópolis, Santa Catarina, sem ônus na inscrição do participante da Instiuição de Ensino Superior.
Programação:
09h00 -11h00: ENADE ADM 2009
11h00 -12h00: O papel do Sistema CFA/CRAs na formação do Administrador
12h00 -14h00: Almoço
14h00 -15h30: Debates
Preliminarmente, para que possamos verificar um local adequado e contratarmos coffee break, necessitamos estimar a quantidade de público no referido evento, por isso pedimos, com a máxima urgência, uma resposta dessa Instituição de Ensino sobre o interesse em participar e qual o número de participantes. Posteriormente informaremos o local do referido evento.
Cordiais Saudações,
Adm. Jaime José Mora
Presidente do CRA/SC - Nº 1595 

Professor Antonio Freitas, Presidente da ANGRAD, é eleito uma das Personalidades Educacionais de 2009!
Fonte: Informativo Enangrad
Reconhecido por seu importante papel na luta pela maior qualidade do ensino no país, o Professor Antonio Freitas, que além de Presidente da Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração (ANGRAD) é também Diretor Executivo da Fundação Getúlio Vargas e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), será homenageado no dia 22 de Outubro, em cerimônia realizada no Jockey Club Brasileiro, ao lado de nomes de peso como o ministro da Educação, Fernando Haddad e a Secretária Estadual de Educação do Rio Tereza Porto. Leia abaixo a matéria completa da Folha Dirigida.
OS ELEITOS
Por Renato Deccache
O próximo dia 15 de outubro, mais uma vez, será de reverência aos educadores. O Dia do Professor, em geral, é a data em que vários segmentos da sociedade se voltam para homenagear e destacar a relevância não só dos que formam crianças, jovens e adultos nas salas de aula, mas também dos demais profissionais que militam no campo da Educação.
Mas este não é o único dia para homenagens àqueles que fazem da melhoria das condições de ensino um ideal de vida. Outra data especial será o próximo dia 22 de outubro, quando onze educadores e três instituições receberão o título de Personalidade Educacional 2009. Eles foram os mais votados de uma eleição promovida este ano pela Associação Brasileira de Educação (ABE), pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pela Folha Dirigida, que tem como objetivo o reconhecimento público daqueles que contribuem para a melhoria da Educação no país. Na área educacional, vários tipos de profissionais dão, a cada dia, sua contribuição para os avanços no ensino. E esta pluralidade foi um dos traços que marcou a eleição dos homenageados deste ano. A atuação no âmbito das políticas educacionais, por exemplo, une três dos indicados: o ministro da Educação, Fernando Haddad; o senador Cristovam Buarque e a secretária estadual de Educação do Rio de Janeiro, Tereza Porto.
Figuras que atuam, em seu dia-a-dia, no debate das políticas educacionais também foram lembrados pelo colégio eleitoral este ano. Entre os mais votados, estão o membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), Antonio Freitas; além dos professores José Carlos Portugal e Raymundo Nery Stelling, ambos integrantes do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (CEE-RJ).
As contribuições dadas ao longo da vida para a área de Educação Profissional e para o ensino superior, em especial no período em que foi reitor do Centro Universitário da Zona Oeste (Uezo), são algumas das marcas da carreira do chefe de gabinete da Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia, professor Roberto Boclin. Eleito pela terceira vez Personalidade Educacional, ele é o mais novo integrante da galeria dos Grandes Educadores, assim como o senador Cristovam Buarque.
Também por sua contribuição ao ensino superior, neste caso no segmento privado, os representantes da comunidade educacional elegeram o professor Valdir Vilela, presidente da Associação Brasileira de Ensino Universitário (Abeu), como uma das personalidades este ano. A lista dos educadores homenageados é encerrada com a professora emérita da UFRJ e da PUC-Rio, Cleonice Berardinelli; o diretor do Colégio Pentágono, Paulo Armando Areal; e o presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio e Região (Sinpro-Rio), Wanderley Quêdo.
Assim como acontece a cada ano, desde 2003, também são eleitas três instituições da área educacional e cultural para terem seu trabalho e contribuição reconhecidos. Este ano, os mais votados foram o Serviço Social da Indústria do Rio de Janeiro (Sesi-RJ), a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUCRio) e o Colégio Pedro II, que, por ter sido indicado pela terceira vez, integrará a Galeria das Grandes Instituições do Personalidade Educacional, da qual já faz parte da Fundação Cesgranrio.
Em 2009, a eleição das Personalidades Educacionais chega a sua décima 11ª edição. Para o presidente da ABE, João Pessoa de Albuquerque, é uma honra para a associação contribuir para o reconhecimento público dos que se destacam em Educação. “Considero que uma das grandes molas de desenvolvimento humano é o estímulo. E o ‘Personalidade Educacional’ possui esse dom. Quando manifestamos publicamente o reconhecimento de um mérito, a pessoa homenageada se sente altamente estimulada a continuar o seu trabalho”, salienta João Pessoa.
Já o presidente da ABI, Maurício Azêdo, destaca que a eleição promove uma justa homenagem àqueles que se destacam em uma área estratégica para o país. Desde a sua criação, o título de ‘Personalidade’ tem exercido forte influência na melhoria da qualidade da educação. Trata-se de uma promoção que tem sido um incomparável incentivo aos professores do país”, acredita o presidente da ABI.
Criado em 1999, o título Personalidade Educacional é concedido anualmente a pessoas que se destacam nas áreas de educação e cultura.Em cada votação, integrantes da comunidade educacional elegem dez nomes para receberem a homenagem. De 2003 em diante, três instituições também passaram a ter sua contribuição reconhecida.
Desde quando foi criado, vários educadores e instituições receberam a homenagem. Neste período, foram eleitas personalidades das mais variadas vertentes, como sindicalistas, reitores, professores, dirigentes, gestores e autoridades públicas, entre outros, o que oferece uma mostra da própria pluralidade que existe na área educacional.
A escolha das personalidades é feita a partir de uma votação secreta, em que cada eleitor indica três instituições e três educadores para serem homenageados. Este ano, foram recebidos 8.148 votos de figuras representativas das áreas de educação e cultura do Estado. Na atual edição, os educadores Cristóvam Buarque e Roberto Boclin passaram a integrar a Galeria dos Grandes Educadores, por terem sido eleitos pela terceira vez. Neste grupo, também estão: Arnaldo Niskier, Carlos Alberto Serpa de Oliveira, Edília Coelho Garcia, Edgar Flexa Ribeiro, Evanildo Bechara, Dom Lourenço de Almeida Prado, Francílio Paes Leme, José Antonio Teixeira, Maria Lucia Sardenberg Soares, padre Jesús Hortal, Paulo Alcantara Gomes, Paulo Alonso, Paulo Renato Souza, Sonia Mograbi, Teresinha Machado da Silva e Wilson Choeri. Também eleito pela terceira vez, o Colégio Pedro II passa a integrar a Galeria das Grandes Instituições, ao lado da Fundação Cesgranrio.
ANTONIO FREITAS - É membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), diretor-executivo da Fundação Getúlio Vargas e presidente da Associação Nacional de cursos de Graduação em Administração (Angrad).
Garanta já sua Inscrição! Vagas limitadas!
A 20ª edição do encontro anual da ANGRAD será realizada entre os dias 28 e 30 de outubro de 2009 no Centreventos Cau Hansen, na cidade de Joinville/SC.
Através do apoio institucional da AMPESC, as instituições de ensino superior associadas à AMPESC, seus professores, coordenadores, gestores e alunos, terão 10% (dez por cento) de desconto nas inscrições devidamente identificadas como “Filiada AMPESC”.
Tabela de valores e inscrições pelo site: http://www.enangrad.org.br/inscricoes/.

Formação de atletas encabeça lista de exigências para Jogos
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:29 hs. 
Os Jogos-16 devem ser a fagulha a impulsionar a promoção do esporte de base, pedem desportistas, clubes formadores de atletas, confederações esportivas nacionais, federações estaduais e o Conselho Nacional de Educação Física.
"A educação física por si só não pode ser responsabilizada pela construção de uma base, mas passa por ela", argumenta Jorge Steinhilber, do Conselho Nacional de Educação Física.
"Formar a base é responsabilidade de clubes e federações. Mas sem um trabalho na educação física, o jovem nem olhará nessa direção", analisa Steinhilber. "É preciso um plano integrado entre os ministérios da Educação, Saúde e Esporte."
O sentimento de Steinhilber encontra eco entre dirigentes.
"O ideal seria o ministério [do Esporte] fazer algo para atrair jovens [para o esporte], implantar o esporte na escola. Mas podemos procurar alternativas. De repente, a gente faz parcerias com prefeituras", argumenta o presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, Roberto Gesta de Melo.
"Fazemos o possível para atingir o alto nível. Mas a base é pequena, tem de ser uma ação de governo, ter uma política nacional de esporte", reivindica José Antonio Martins, da Federação Paulista de Atletismo.
"É preciso investir forte na formação de atletas que competirão nos Jogos-16", argumenta a ginasta Jade Barbosa.
Membros do Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos cobram o mesmo.
"Tenho visto grandes planos de investimento para estrutura física, mas não vi nenhuma para preparação de atleta. Não podemos dar vexame", diz Sergio Bruno Coelho, presidente do Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos.
A ideia de fazer algo nos moldes de Londres, que receberá os Jogos de 2012, de incrementar a educação física, chegou a ser discutida no ministério do Esporte, segundo a reportagem apurou, mas não ganhou corpo.
A pasta alega que as iniciativas de fomento nas escolas têm de ser tratadas diretamente pelas prefeituras e pelos estados.
"É preciso ter a conscientização. Em muitas escolas não há espaço para a prática do esporte, até por conta de quem deveria zelar por ele", diz Ricardo Leyser, secretário de alto rendimento do ministério. "Tem enchente e há muita gente desalojada? Leva para o ginásio da escola. Não tem lugar para dar aula? Leva para o ginásio. É o que frequentemente ocorre."
A Olimpíada, para o governo federal, servirá de catalisador para série de ações que beneficiarão o esporte e que poderiam levar mais tempo, ou ser menos sofisticados caso o Rio não tivesse ganhado a disputa.
O ministério do Esporte aponta que o programa Segundo Tempo, que hoje beneficia cerca de 100 mil jovens em idade escolar no Rio, passará a contemplar todos os elegíveis (cerca de 1 milhão de crianças).
Um instituto gestor de centros de treinamento do país operará no Rio. A Agência Nacional Antidoping ganhará impulso. "Isso ganhará velocidade agora", afirma Leyser.
EDUARDO OHATA
JOSÉ EDUARDO MARTINS
Fonte: Folha Online - SP 

Saiba o que o ministério recomenda aos inscritos após cancelamento do Enem
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:11 hs. 
Denúncia de vazamento fez governo cancelar provas do fim de semana. Estão inscritos para o Enem 4 milhões de estudantes em todo o país.
As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), programadas para o próximo final de semana, foram canceladas na madrugada desta quinta pelo Ministério da Educação após denúncia de vazamento do conteúdo do exame. Saiba quais são as recomendações do Ministério para os cerca de 4 milhões de candidatos inscritos em 1,8 mil cidades do país.
Os estudantes terão de fazer nova inscrição?
Não. Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, estão mantidas as inscrições dos cerca de 4 milhões de candidatos inscritos em todo o país.
O ministério vai elaborar uma nova prova?
Ao organizar o exame, o Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacional (Inep), órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem, preparou, para a hipótese de alguma eventualidade, uma prova substituta para ser aplicada no lugar da que foi cancelada.
Quanto tempo vai demorar para a aplicação dessa nova prova?
Segundo o ministro Fernando Haddad, o tempo necessário é o tempo de impressão de outras 4 milhões de cópias da prova - a expectativa é de que sejam 45 dias. Em nota oficial, o Inep diz que vai divulgar "a nova data nos próximos dias, depois de reorganizar a logística".
Qual é a recomendação do ministério para os estudantes inscritos?
"Aguardar a nova data e usar o tempo que ganhou com o incidente para continuar estudando", afirmou o ministro Fernando Haddad.
Qual a nova data de divulgação do resultado das provas?
Inicialmente previsto para sair no dia 8 de janeiro, o resultado final das provas deve atrasar m cerca de um mês.
Ministro da Educação
Fonte: VNews - SP 

Legislação Educacional
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:12 hs. 
A CM Consultoria disponibiliza em seu Portal o hall de legislações educacionais (Portarias, Pareceres, Resoluções, Despachos, Leis e Súmulas) publicadas pelo Ministério da Educação e Cultura.
Acesse em: http://www.cmconsultoria.com.br/legislacoes.php
Fonte: CM Consultoria 

Fies: inadimplência alcança 28% dos contratos
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:05 hs. 
A inadimplência entre os estudantes que aderiram ao crédito estudantil pelo Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior) a partir de 1999 alcança 28%, segundo a Caixa Econômica Federal.
De acordo com Jorge Pedro de Lima Filho, representante do banco que participou de audiência da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, na quarta-feira (30), o saldo devedor do programa de financiamento do Governo está em R$ 5 bilhões.
Segundo Lima Filho, o Fies atende aproximadamente 500 mil alunos, que representam 5% do total de estudantes de Ensino Superior do País.
Dívidas
A audiência pública foi realizada a pedido do senador Pedro Simon (PMDB-RS), para discutir projeto que concede aos alunos endividados as mesmas condições dadas aos produtores rurais para sanar dívidas agrícolas.
O senador lembrou que a dívida dos estudantes é bem menor que a agrícola - que hoje está em R$ 75 bilhões -, porém, o problema dos estudantes não deixa de ser importante.
Para o presidente da Comissão, senador Flávio Arns (PR), a dívida estudantil é ainda mais importante que a rural, "pois o patrimônio maior de um país é a formação, o conhecimento, que vai dar subsídio às áreas agrícola e industrial", disse, de acordo com a Agência Senado.
Fonte: Diario do Pará 

PROFISSAO MESTRE
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:39 hs. 
Chegou o mês do professor! E será mais um “aniversário” muito bem comemorado por nós, cadastrados do Jornal Virtual. Teremos uma sequência de textos sobre educação criativa e uma surpresa especial – a qual você vai saber melhor no final deste texto.
Boa leitura e que comecem os parabéns!
A criatividade pode mudar a educação no Brasil?
A Internet tem se refletido na escola aumentando a distância entre professor e aluno. A forma de pensar, sentir, agir, aprender, comunicar, registrar, relacionar, tudo difere muito.
A agilidade mental do “aluno geração Internet” diante de um computador é impressionante: liga o MSN, abre o Orkut e o Facebook, faz o download de músicas em mp3, fala ao telefone convencional, passa mensagens pelo celular, olha um programa na TV, tira dúvidas perguntando ao “professor” Google, manda e recebe e-mails, comunica-se com novos amigos ao redor do planeta, ouve músicas e, com o livro didático aberto, ainda estuda para as provas. Tudo isso ao mesmo tempo!
O professor reclama de aluno indisciplinado e desmotivado. O aluno considera as aulas monótonas e sem graça. Ele não consegue ficar 50 minutos apenas ouvindo o professor falar.
A Internet (com todos os prós e contras) nos pegou de surpresa e nos colocou numa posição de mudança urgente. Temos de mudar porque não podemos acabar com a Internet. Ela veio para ficar.
Tudo mudou e nós, professores, temos de aprender a conviver com a internet e nos transformar em internautas? Para responder a essa pergunta precisamos analisar uma pesquisa que circula na Internet –fonte da pesquisa: iLEARNINGGLOBAL INDEPENDENT MARKETER, de 2005. Ela nos mostra a importância e a urgência da mudança da Educação para promover o desenvolvimento da geração Internet.
Algumas observações sobre a pesquisa:
Nos próximos 8 segundos, 34 bebês vão nascer. Como será o mundo para eles?
Em 1900, a Inglaterra era o país mais rico, com o maior exército, o maior centro financeiro e de negócios, tinha a educação mais forte, a melhor qualidade de vida...
E em 2006, os Estados Unidos formaram no ensino médio 1.3 milhões; na Índia, 3.1 milhões e na China, 3.3 milhões (100% falam Inglês). É previsto que a China será, em 10 anos, o primeiro na Língua Inglesa – há 60 ou 40, até mesmo, ou 20 anos ninguém poderia prever isso.
Há 10 anos, não havia tantas especializações como existem hoje. Agricultura orgânica, Negócios pela Internet, Tecnologia.
As pessoas de 21 anos hoje já assistiram 20 mil horas de televisão; jogaram 10 mil horas de videogame; falaram ao telefone 10 mil horas e mandaram e receberam 250 mil e-mails ou mensagens no celular.
Mais de 70% das crianças de 4 anos, nos Estados Unidos já usaram um computador.
O rádio demorou 38 anos para conquistar uma audiência de 50 milhões; a TV, 13 anos e o computador, 4.
Em 1984, havia mil aparelhos de computador; em 1992 (8 anos depois) havia um milhão; em 2006 (14 anos depois) havia 600 milhões.
A primeira mensagem comercial do celular foi enviada em 1992 e hoje o número dessas mensagens enviadas e recebidas é mais que a população do planeta.
A Internet se tornou popular em 1995. 1 em 8 casais nos Estados Unidos se conheceu on-line.
Em 2006, seis bilhões de dólares circularam no e-bay, que foi fundado em 1996.
Aproximadamente 2.7 bilhões de buscas foram feitas no Google, em apenas um mês.
Entre 2003 e 2005, dez milhões de assinantes novos visitaram o myspace; atualmente, ele tem 230 mil assinantes novos por dia.
YouTube iniciou em 2005 e cresceu rapidamente com mais de 100 milhões de visitantes.
Quase 2 bilhões de crianças de terceiro mundo, 1 em 3, não completaram a 5ª série e nunca seguraram um livro. Contudo, existe o projeto OLPC (One Laptop Per Child Project), que começou em 2007 a entregar um laptop para cada criança.
Diante dessa explosão chamada Internet, será que nós, professores, podemos continuar com a educação tradicional que tem quase nada a ver com a realidade do aluno?
Perguntas importantes que todos os brasileiros deveriam fazer:
Ao aluno, o que ele está aprendendo na escola?
Ao professor, o que ele está ensinando para o aluno entender o século XXI?
Ao diretor da escola, quais as condições que ele está oferecendo aos seus professores para prepararem os estudantes para o século XXI?
Às autoridades educacionais, qual é a sua visão de educação para o presente e futuro dos estudantes? Quais as mudanças na legislação que são necessárias?
O que os estudantes precisam aprender para viver no século XXI? Talvez a educação criativa possa ajudar mudando totalmente a metodologia nas escolas, de tradicional para criativa.
Contudo, o que é metodologia criativa?
Texto de Glorinha Aguiar, especialista em Educação Criativa (na prática). Contato: glorinhaaguiar@uol.com.br
Fonte: Profissao Mestre – Ano 7 Nº 137 

Para Unesco, situação do professor é crítica
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 04/10/2009 - São Paulo SP
Relatório aponta falhas na formação, que enfatiza pouco a relação entre teoria e prática, e falta de valorização profissional. Quase a metade dos professores tem pais sem nenhuma escolaridade ou que chegaram apenas à 4ª série do ensino fundamental
DA SUCURSAL DO RIO 
Num dos mais completos relatos já feitos sobre a situação do professor brasileiro, a Unesco aponta que a situação é bastante crítica, e não apenas por causa dos baixos salários. Além de a carreira, que emprega 2,8 milhões de pessoas no país, não ser atrativa para os jovens de maior nível socioeconômico, os alunos que ingressam em cursos de pedagogia e licenciaturas recebem uma formação que enfatiza pouco a relação entre teoria e prática. Eles se formam principalmente em instituições particulares, à noite, e poucos passam por atividades de estágio bem coordenadas antes de começarem a dar aulas. Para mostrar esse quadro complexo, as pesquisadoras da Fundação Carlos Chagas Bernadette Gatti e Elba Barretto usaram várias bases de dados sobre professores no país.
Escolaridade - Do questionário que é aplicado aos alunos que fazem o Enade (exame que avalia a educação superior), elas destacaram, entre outros fatos, que os universitários de cursos de licenciatura e pedagogia vêm de famílias mais pobres, com menor bagagem cultural. Quase metade (50,6%) tem pais sem nenhuma escolaridade ou que chegaram apenas à 4ª série do ensino  fundamental. Entre alunos dos cursos de medicina, por exemplo, esse percentual é de 7,1%. Na carreira de enfermagem, a proporção é de 37,7%. "São jovens em ascensão social, e é preciso aproveitar o potencial deles, que buscam na universidade enriquecer sua bagagem sociocultural. Para isso, no entanto, é fundamental mexer nas grades curriculares dos cursos que formam professores, que deixam muito a desejar", diz Bernadette Gatti.
Para chegar a essa conclusão, o relatório detalha uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas, feita com apoio da Fundação Victor Civita, que analisou a estrutura curricular e as ementas de 165 cursos de pedagogia e licenciaturas. Num trecho do relatório, as autoras destacam que as "ementas dos cursos frequentemente expressam preocupação com o porquê ensinar, o que pode contribuir para evitar que conteúdos se transformem em meros receituários, mas só de forma muito incipiente registram o quê e como ensinar." A proporção de horas dedicadas a formação específica, por exemplo, não passa de 30% nesses cursos. "A formação é precária, com pouca ênfase na relação entre teoria e prática. E não há acompanhamento  adequado dos estágios. Fazer isso de maneira benfeita tem um custo alto, pois envolve um professor designado para acompanhar cada estudante em seu projeto. Muitas faculdades privadas não estão dispostas a arcar com isso", critica a pesquisadora.
Salário - Célio da Cunha, assessor especial da Unesco, afirma que o relatório deixa muito evidente que a questão salarial é importante, mas que a valorização do trabalho do professor não se restringe a isso. "Salários, apenas, não operam milagres. De que adianta aumentar os rendimentos do professor se ele continuar a ser formado da mesma maneira?", indaga Cunha. Ele afirma que a dificuldade de valorizar a carreira do magistério não é um desafio apenas do Brasil. No entanto, na comparação com países desenvolvidos, os rendimentos dos professores brasileiros ficam muito abaixo de seus colegas europeus, por exemplo. "E o que agrava mais a situação dos professores brasileiros e de outros países menos desenvolvidos é que, na Europa, os serviços públicos de saúde e educação são de alta qualidade, o que não acontece no Brasil, onde parte da renda acaba sendo destinada a suprir essa deficiência." 

Reprovados e mal pagos
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 04/10/2009 - Brasília DF
Estudo mostra que, enquanto o governo brasileiro se esforça para levar as crianças à escola, formação dos professores deixa a desejar. Mesmo que reformulasse o ensino, país levaria duas décadas para se igualar às nações desenvolvidas
Diego Moraes 
Se o Brasil reformulasse os currículos dos cursos de licenciatura, investisse em formação profissional dos professores, valorização salarial e estrutura das escolas públicas, ainda assim seriam necessárias mais duas décadas para que a qualidade do ensino no país chegasse perto da observada em Estados desenvolvidos. A avaliação é do consultor em educação da Organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura (Unesco) no Brasil Célio da Cunha. A maioria dos professores brasileiros tem curso superior, mas a formação ainda é precária. A categoria está entre as que recebem os menores rendimentos — principalmente em regiões mais pobres do país. Para piorar a situação, é justamente nesses locais onde a profissão é vista como uma das poucas oportunidades de entrada no mercado de trabalho, o que dificulta a ascensão salarial. E é cada vez maior o número de recém-graduados que deixam de lado o magistério para seguir carreiras mais rentáveis.
Esse retrato dos docentes brasileiros está no estudo Professores do Brasil: impasses e desafios, divulgado pela Unesco — um levantamento que reúne dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e de ministérios como da Educação e do Trabalho sobre os 2,6 milhões de professores do ensino básico no país. A conclusão é de que, apesar da expansão do ensino no Brasil, com ampliação do acesso a diversas faixas etárias, os professores e o ensino ainda estão em segundo lugar no plano das prioridades. Ainda estamos muito longe desse que deve ser o objetivo de qualquer país”, lamenta a coordenadora do estudo, Bernadete Gatti. A pesquisa revela que o Brasil precisa de mais professores de matemática, física  e química. E que a maior parte dos estudantes que se formam nessas áreas não pretende levar seus conhecimentos para as salas de aula. “A preocupação até hoje foi com a inclusão de crianças na escola, sem levar em conta a qualidade. Mas isso é um processo que tem que ser feito em conjunto”, diz Cunha.
Falta de valorização desmotiva - A professora de Português Maria de Deus Coelho Rocha, 42 anos, está desde 1986 na rede pública de ensino do Distrito Federal. Hoje, ela mora com o marido e os dois filhos numa confortável casa no Cruzeiro. Quem a vê em sala de aula, sorridente e disposta, mal pode imaginar quantos obstáculos a mulher teve de enfrentar para chegar à carreira do magistério. Deusinha, como é conhecida, nasceu em Barras do Maratuã, há 42 anos. Filha de pais analfabetos, foi a única, entre nove irmãos, a frequentar a escola.
Começou os estudos na zona rural e, aos 9 anos, veio para Brasília trazida por um tio, que era porteiro na Universidade de Brasília (UnB). Concluiu o ensino básico na rede pública e formou-se em letras numa faculdade particular. “Foi uma ascensão em todos os aspectos: social, financeiro e pessoal”, ressalta. Deusinha representa uma parcela significativa dos professores brasileiros: 68,4% estudaram apenas em escolas públicas e 50,9% vêm de famílias de baixa renda. Reconhecida como uma carreira de prestígio em nações como Coreia do Sul e Dinamarca, até mais que cursos como medicina, por exemplo, o magistério pode ser visto no Brasil como uma oportunidade para que estudantes de baixo poder aquisitivo ou menor escolarização possam chegar ao mercado de trabalho. Essa é uma das conclusões do estudo   Professores do Brasil: impasses e desafios, elaborado pela Unesco.
A pesquisa mostra, por outro lado, que a maior parte dos professores — cerca de 26,5% — tem até 29 anos, sendo que 41% desses profissionais lecionam na educação infantil. “Os jovens que procuram o magistério buscam uma ascensão social e cultural na profissão e têm um potencial de realização profissional que o Estado não está sabendo reconhecer e valorizar”, afirma a pesquisadora Bernadete Gatti, que coordenou o levantamento da Unesco. Ela aponta essa falta de valorização como um dos motivos para evasão de professores qualificados das escolas.
Porta de entrada - O ofício de professor ainda é dominado principalmente por mulheres no Brasil, onde elas representam 83,1% da categoria. Mas essa proporção diminui na medida em que a escolaridade aumenta. No ensino médio, os homens chegam a ocupar 33% dos postos de trabalho nas escolas públicas e privadas. E, embora a maioria dos professores se declare como “brancos” (61,3%), o magistério é apontado como uma das portas do mercado de trabalho para negros e pardos. No ensino infantil, 42% dos profissionais se declararam “não brancos”, mesmo percentual observado no ensino fundamental. Os dados apontam, no entanto, que eles têm menos anos de estudo. Os negros e pardos são maioria entre os professores do ensino fundamental que cursaram somente até o nível médio. Embora a maioria dos professores brasileiros tenha curso superior, é grande a parcela dos que não dominam outro idioma. “A formação dos estudantes ainda é precária e os cursos buscam formar professores em pouco tempo”, critica a pesquisadora Bernadete Gatti. (DM) 

Valorização do professor brasileiro é por tempo de serviço
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 04/10/2009 - Brasília DF
Diego Moraes 
Os professores brasileiros são mais valorizados pelo tempo de serviço do que por especializações acumuladas ao longo da carreira. A constatação está no estudo "Professores do Brasil: impasses e desafios", elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura (Unesco). De acordo com a pesquisa, as avaliações com base no desempenho ou nos cursos feitos pelos docentes não têm sido regulamentadas na maior parte dos municípios, embora previstas em lei. "Os planos de carreira consideram os anos que os profissionais passam na escola como fator predominante na progressão dos professores e isso é algo que precisa ser revisto rapidamente", afirma a pesquisadora Bernadete Gatti, coordenadora da pesquisa. Para ela, esse fator é um desestímulo  para que os docentes busquem aperfeiçoar a formação profissional. "Muitos passam o dia ocupados com o trabalho da escola, inclusive em casa e não se sentem motivados a fazer um curso, uma pós graduação", resume a especialista.
Os professores brasileiros têm, em média, 14 anos de estudos - o que é insuficiente para concluir a educação básica e o ensino superior. Entre os professores do ensino médio, esse número sobe um pouco, para 16 anos. Com a ampliação do acesso ao ensino no país - e a abertura de vagas para o magistério - houve um crescimento também dos cursos de graduação a distância. Estima-se que hoje cerca de 80 mil estudantes estejam matriculados nessa modalidade. Mas a evasão  ainda é um fator marcante - quase 80% dos estudantes abandonam os estudos antes da conclusão. "Estudar sozinho não é fácil. E há dúvidas sobre a qualidade dessa formação", afirma Bernadete. O Brasil tem 2,8 milhões de professores em todos os níveis de ensino - o que corresponde a um professor para 67 habitantes. A região Norte tem a menor proporção, com um professor para 80 habitantes, enquanto o Sul possui a maior, com um professor para 52 habitantes. Para especialistas, o problema no Brasil não é o número de docentes, mas a qualidade da formação deles e a área onde esses profissionais atuam. Enquanto sobram matrículas nas faculdades de Educação Física, por exemplo, faltam professores de matemática, física e química nas salas de aula. 

Prejuízo para os estudantes 
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 04/10/2009 - Brasília DF
A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) estabelece que os professores precisam ter curso superior para ensinar na educação básica — que abrange do ensino infantil ao nível médio. Mas os profissionais que estão nas salas de aula hoje têm, em média, 14 anos de estudo, enquanto o tempo necessário para concluir os níveis fundamental, médio e superior é de, pelo menos, 15 anos. Os professores do ensino médio têm, aproximadamente, 16 anos de estudo. Na educação infantil, a média é de 13 anos e, no ensino fundamental, 14 anos. E nem mesmo os professores com diploma universitário saem da faculdade preparados para o magistério. A formação dos docentes no Brasil é o problema crônico da educação brasileira, na opinião de especialistas. O resultado aparece no desempenho dos estudantes em avaliações internacionais — com frequência abaixo das notas de países desenvolvidos.  O estudo da Unesco mostra que mais de 20 mil professores da educação infantil e do ensino fundamental não foram além da 8ª série — e parte desse grupo nem sequer concluiu o antigo 1º grau. “Preocupa porque são pessoas sem formação, que desenvolvem apenas o trabalho padrão dentro da escola, o que prejudica o desenvolvimento do aluno”, diz a pesquisadora Bernadete Gatti. O Ministério da Educação estima que 600 mil professores no Brasil não têm a formação adequada. Por outro lado, 221 mil já fazem mestrado ou doutorado.
Nas escolas de ensino médio, 23 mil professores lecionam sem ter passado por uma universidade — o que corresponde a 4,5% do total de profissionais nesse nível de ensino. O Nordeste tem o maior número: 13 mil docentes do ensino médio sem curso superior. A região também tem a maior quantidade de  professores do ensino fundamental sem formação universitária, como Maria Aparecida Ferreira, 50 anos, que ensina há 15 anos na Escola José Sérgio Veras, de Cruzeiro do Nordeste, distrito de Sertânia (PE). Cida, como é conhecida entre os colegas, formou-se em magistério no mesmo colégio e diz que não tem tempo para fazer uma faculdade.
Boa parte dos alunos escolhem a licenciatura mais como uma forma de acesso facilitado ao ensino superior do que um caminho para a carreira nas salas de aula, segundo a pesquisa. “Eu fiz vestibular para licenciatura em biologia porque era mais fácil de passar, já pensando em fazer o bacharelado junto”, reconhece o biólogo Marcelo Dutra. “Uma minoria escolhe a licenciatura por vocação. A maioria escolhe por falta de opção”, avalia o consultor em educação da Unesco no Brasil, Célio da Cunha. (DM)

Brasil melhora índice de desenvolvimento humano
Fonte: clicrbs
País permanece atrás de Chile, Argentina, Uruguai, Cuba, México, Venezuela e Panamá
O Brasil conquistou mais pontos na nova lista do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2009 e se manteve na categoria de "desenvolvimento humano elevado". Com índice de 0,813, ocupa a 75ª posição e não é mais o lanterna desse grupo de países. Em 2008, o IDH era de 0,807. Na América Latina, permanece atrás de Chile, Argentina, Uruguai, Cuba, México, Venezuela e Panamá. Com a entrada de Listenstaine, Afeganistão e Andorra no relatório, a lista de nações foi elavada de 179 para 182.
Publicada hoje com o relatório Ultrapassar Barreiras, Mobilidade e desenvolvimento humanos, a lista deste ano traz uma nova categoria, a de países de IDH muito elevado. Ela agrega nações com índice superior a 0,900 — o IDH máximo é 1. Os três primeiros lugares no IDH são Noruega, Austrália e Islândia. A França, na oitava posição, voltou a entrar nos 10 primeiros classificados depois de se ausentar do grupo por um ano. Também estão presentes nesse grupo Estados Unidos, Canadá, Suécia, Japão, Finlândia, Dinamarca, Espanha, Reino Unido, Israel, Coréia do Sul, Kuwait e Emirados Árabes.
O IDH é calculado anualmente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e serve de indicador para o bem-estar humano. Neste ano, foi ampliado de 179 para 182 países. No entanto, não captura os efeitos da crise econômica mundial, uma vez que os dados internacionalmente comparáveis são apenas de 2007.
Cinco países subiram três ou mais posições no ranking na comparação com a lista anterior: China, Colômbia, França, Peru e Venezuela. Aumentos de renda da população e da esperança média de vida foram os principais fatores. No caso de China, Colômbia e Venezuela, progressos na educação também contribuíram para a melhor colocação. Entre os países de IDH baixo, ocupado por uma maioria de países africanos, as três piores colocações estão Níger, Afeganistão e Serra Leoa.
O Pnud, instituição da Organização das Nações Unidas voltada para o desenvolvimento, calcula o IDH a partir do Produto Interno Bruto per capita, longevidade (expectativa de vida) e educação (índice de analfabetismo e taxa de matrícula dos estudantes). Esses três indicadores têm o mesmo peso no índice, que varia de zero a um. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Escolas técnicas francesas pagam por comparecimento de alunos
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:47 hs. 
Para lutar contra a evasão escolar, alguns estabelecimentos técnicos de ensino na França decidiram "pagar" os alunos para assistir às aulas e oferecer até ingressos de futebol.
A partir desta segunda-feira, três escolas nos arredores de Paris oferecem prêmios de até 10 mil euros (cerca de R$ 26 mil) para a classe que menos faltar às aulas.
A iniciativa para estimular a assiduidade nessas escolas, tomada pelo secretário francês para a Juventude, Martin Hirsch, vem provocando grande polêmica no país e está sendo criticada por representantes de pais de alunos e até por membros do próprio governo.
A ministra do Ensino Superior, Valérie Pecresse, declarou no domingo que "a assiduidade é o primeiro dever de um aluno".
A ministra, que afirma não ter soluções imediatas para o problema de alunos que faltam às aulas, questiona se "é preciso pagar um adolescente para que ele faça sua obrigação".
O índice de alunos que faltam regularmente aos cursos é de 11%, em média, na França. Em escolas profissionalizantes, esse número pode ser ainda mais elevado e atingir até 80%, segundo Hirsch.
Sem diploma De acordo com um recente relatório sobre Educação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), anualmente 150 mil jovens franceses saem do sistema educacional sem obter um diploma, o que corresponde a um entre cada cinco alunos.
O projeto piloto para estimular os alunos a frequentar as salas de aulas vai ser aplicado em três escolas técnicas da Academia de Créteil, nos arredores de Paris.
Cada classe vai dispor de um montante inicial de 2 mil euros (cerca de R$ 5,2 mil), que poderá aumentar até 10 mil euros se o objetivo em relação à assiduidade e à disciplina for cumprido pelos alunos.
"Não quero dar uma de Papai Noel", afirmou o secretário para a Juventude em relação ao projeto experimental. "Não é um prêmio individual. Estamos tentando coisas novas", afirmou Hirsch.
O dinheiro obtido pela classe será utilizado para financiar viagens linguísticas e outros projetos culturais dos alunos.
"Um problema de educação resolvido com dinheiro é algo catastrófico", diz a FCPE, a maior federação de pais de alunos da França em um comunicado.
Para a organização, o problema deveria ser resolvido com medidas relativas ao conteúdo do aprendizado, que deveria despertar o interesse dos alunos.
Já uma escola técnica em Marselha, no sul da França, a direção do estabelecimento decidiu oferecer mensalmente ingressos para os jogos de futebol do Olympique de Marselha aos alunos que não faltarem às aulas. 
Fonte: UOL - SP - INTERNACIONAL 

Receita libera quarta-feira consulta ao quinto lote do Imposto de Renda 2009
Fonte: Clicrbs
As restituições serão creditadas no dia 15 de outubro
A Receita Federal do Brasil libera na próxima quarta-feira, na internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou pelo ReceitaFone (número 146) a consulta ao quinto lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2009. Também será liberado consulta a um lote residual do Imposto de Renda de 2008.
No dia 15 de outubro, serão creditadas nos bancos as restituições referentes às declarações de 2009, com correção de 4,7%.
Caso não tenha informado na declaração o número e a conta bancária para depósito, o contribuinte deve procurar uma agência do Banco do Brasil ou ligar para o BB responde 4004 0001 (capitais) ou 0800 729 0001 (demais localidades), a fim de agendar o crédito em conta-corrente ou poupança em seu nome, em qualquer banco.
A restituição ficará disponível durante um ano no banco. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la mediante formulário eletrônico (Pedido de Pagamento de Restituição), disponível na página da Receita Federal na internet.
A consulta ao extrato de processamento da declaração também poderá ser feita pela internet. Se o contribuinte não concordar com o valor da restituição, poderá receber a quantia disponível no banco e requer a diferença na unidade local da Receita.
Pelo cronograma do órgão, faltam apenas mais dois lotes regulares de restituição do Imposto de Renda.
AGÊNCIA BRASIL

Instituto Mapa divulga pesquisa de intenção de voto para o Senado em Santa Catarina
Fonte: Jornal Diário Catarinense
Foram ouvidos 1.204 eleitores em todas as regiões, entre os dias 23 a 27 de setembro
Faltando um ano para as eleições, o Instituto Mapa apresentou pesquisa exclusiva para o Grupo RBS sobre as intenções de voto para o Senado em Santa Catarina. É possível identificar uma certa polarização de votos para a Casa e para a Presidência da República em Santa Catarina, caso as eleições ocorressem hoje.
Confira a pesquisa na íntegra: http://www.clicrbs.com.br/pdf/7101122.pdf
O Instituto Mapa ouviu 1.204 eleitores, entre os dias 23 a 27 de setembro de 2009, na pesquisa elaborada com exclusividade para o Grupo RBS. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos. Em 2010, os catarinenses deverão escolher dois nomes para o Senado Federal.
Na intenção estimulada para o primeiro voto, o governador Luiz Henrique (PMDB) recebe 33,1% dos votos. Ele é seguido pelo o ex-governador Esperidião Amin (PP), com 27,2%.
O deputado federal Claudio Vignatti (PT) é o terceiro mais citado, com 6,6% das intenções. Logo a seguir, aparecem citados o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (DEM), com 4,7%, e o presidente da Assembleia Legislativa, Jorginho Mello (PSDB), com 4,0%. O assessor especial do Ministério dos Esportes, João Ghizoni (PCdoB), tem 1,1%.
Duas avaliações ao Palácio do Planalto
Para a Presidência, foram avaliados dois cenários. No primeiro, a intenção de voto estimulada apresenta o deputado federal Ciro Gomes (PSB) como o mais citado no Estado, com 23,3% do total.
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), vem a seguir, com 22,8%. Entre as pré-candidatas, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), obteve 14,5% das intenções, a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) 8,3% e a senadora Marina Silva (PV), 6,3%.
No segundo cenário para a Presidência, o candidato do PSDB é o governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Ciro Gomes aparece como o mais citado, com 26,7% do total. A seguir, surge Dilma Rousseff, com 15,5%, Aécio (10,6%), Heloísa Helena (9%) e Marina Silva (6,9%).
A pesquisa avaliou a administração federal. A avaliação positiva do presidente alcança 60% em Santa Catarina. Entre os entrevistados, 16,6% consideram a administração Lula ótima, e 43,4% boa. Outros 25,2% apontaram a gestão do presidente como regular. Entre as avaliações negativas, 4,9% consideraram o desempenho ruim e 7,6%, péssimo.