
13/10/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo
da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING
é divulgar as notícias e legislação do
setor educacional às instituições associadas.
Em
breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para
consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no
AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a
opinião da Associação.

Deputado Jorginho Mello
PUC PR deve assumir a UNERJ
Piso alarial dos profissionais de enfermagem
Diretoria SINEPE/SC é reeleita com 62,07% dos votos válidos
Após dez anos, dobra percentual de jovens que frequenta universidades no Brasil
Portaria nº 971 de 9 de Outubro de 2009.
Aluno só poderá optar por 3 cursos no Enem
Ministério devolverá taxa de inscrição para alunos que desistirem do exame
Audiência Pública - Diretrizes para a Educação Infantil
Norma para regular atuação em TI avança no Senado
Mais um vale
CNE quer valor mínimo a ser investido em cada aluno de escola pública
Adiamento do Enem não vai afetar ProUni
Brasileiros passam em média 7 anos na escola, diz IBGE
Ensino a distância ganha espaço cada vez maior
Estudantes e hospitais pedem mudança em estágios de Saúde
Brasil Foods: quando a concorrência se une
Sistema educacional reflete a desigualdade do país, diz estudo do Ipea
Rapidinhas
Ensino Superior: Custos em Portugal são dos mais elevados da Europa
Vaga para professor deficiente opõe Procuradoria e Universidade Federal de Minas
Mais de 1,2 milhão de jovens estão ociosos no Brasil, segundo IBGE
Capes recebe textos para RBPG até o dia 30 de outubro
Evento Técnicas de Atendimento em Captar Matrículas 2010
Deputado Jorginho Mello
Fonte: Jornal Notícias do Dia, Pg. 2, 10 e 11 de outubro de 2009
Além de se lançar candidato ao governo de Santa Catarina
em 2014, o deputado Jorginho Mello, que recebeu ontem o cargo
interinamente do governador Luiz Henrique, afirmou que na
terça-feira (13/10/2009) entregará na Assembléia
Legislativa um projeto de bolsa de Estudos no Sistema Acafe. “Vai
ser a bolsa do Jorginho”, declarou empolgado.
Tudo indica que hoje (12/10) as atividades na Assembléia
Legislativa serão intensas. O deputado Kennedy Nunes pretende
expor a visita da Comissão de Segurança ao
presídio de Joinville cobrando ações imediatas do
governo. Tem registros fotográficos. O deputado Amaury Soares
destacará a luta dos praças por reajuste salarial
comparando com as ações dos coronéis e delegados
de polícia. Abordará questões políticas
nessa pressão salarial. O deputado Joares Ponticelli pretende
criar uma comissão suprapartidária para, na
Justiça, que julga um mandado de injunção,
garantir as perdas salariais dos delegados. Fora do plenário o
governador em exercício, Jorginho Mello, depois do acidente de
ontem, deverá encaminhar à mesa diretora um projeto de
lei utilizando vagas ociosas no Sistema Acafe por meio de bolsa de
estudos garantida pelo governo do Estado.
PUC PR deve assumir a UNERJ
Fonte: Jornal O Correio do Povo - Edição 6266 - Coluna da Carolina Tomaselli
Atolada em dívidas, a UNERJ deve passar para o comando da
Pontifícia Universidade Católica. Representantes da PUC
estiveram reunidos com a diretoria do Centro Universitário de
Jaraguá do Sul na última segunda-feira, e voltam na
semana que vem já para assinatura do contrato e
eleição da nova diretoria. Com os irmãos maristas
à frente da instituição, a expectativa é de
avanço no ensino superior do município. É
só tomar como exemplo a capital paranaense, referência
nacional.
Piso alarial dos profissionais de enfermagem
Fonte: Paulo Alceu
Tudo bem que durou nove anos para ser aprovado o piso salarial dos
profissionais de enfermagem, mas não deixa de ser uma
esperança o projeto de lei que institui o piso nacional para os
fonoaudiólogos no valor de R$ 4.650,00. O projeto altera a Lei
que regulamentou em 1981 a profissão de fonoaudiólogo
estabelecendo um piso salarial nacional para a atividade como o
objetivo de valorizar e melhorar as condições para o
exercício da profissão.
Diretoria SINEPE/SC é reeleita com 62,07% dos votos válidos
Fonte: Portal Sinepe
O resultado, que deu novo mandato a atual diretoria, presidida pelo professor Marcelo Batista de Sousa, foi o seguinte:
VOTOS VÁLIDOS DIRETOS (PRESENCIAIS):
CHAPA 1 – 80%
CHAPA 2 – 20%
VOTOS VÁLIDOS POR CORRESPONDÊNCIA (VIA CORREIO):
CHAPA 1 – 60,38%
CHAPA 2 – 39,62%
TOTAL DOS VOTOS VÁLIDOS (DIRETOS (presenciais) + POR CORRESPONDÊNCIA, via correio)
CHAPA 1 – 62,07%
CHAPA 2 – 37,93%
"Estamos satisfeito com este resultado por que conseguimos exprimir o
que tem sido o pensamento da maioria das escolas afiliadas”,
disse professor Marcelo por telefone ao portal do Sindicato ao ser
informado do resultado dos votos apurados.
Em 48 anos, esta foi a votação mais expressiva da
história do Sindicato, que pela primeira vez teve a
participação de duas chapas, a da Situação
e a da Oposição. O presidente reeleito acrescentou que,
com a nova Diretoria e o Conselho Fiscal à frente do
Sinepe/SC, vai aperfeiçoar ainda mais o trabalho executado por
sua equipe. (Nas fotos, momentos dos trabalhos de
apuração dos votos.)
A Chapa eleita para a gestão 2009/2012 é a seguinte:
DIRETORIA:
PRESIDENTE
Marcelo Batista de Sousa
VICE-PRESIDENTE
Irmã Maria Adelina da Cunha
SECRETÁRIO
Irmã Inês Boesing
TESOUREIRO
Irmã Ana Aparecida Besel
SUPLENTES:
Padre João Cláudio Rhoden
Irmão Evilázio Tambosi
Profª Ana Paula D. Köller Zanella
Irmã Marli Catarina Schlindwein
CONSELHO FISCAL
TITULARES:
Padre Andréas Tonon
Cléa Maria dos S. Schneider
Irmã Marilde Perazzoli
SUPLENTES:
Irmã Adelaide Marcelino Pereira
Irmã Otília Piroli
Irmã Sueli Teresinha Gambeta
Após dez anos, dobra percentual de jovens que frequenta universidades no Brasil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:23 hs.
Dobrou a proporção de jovens de 18 a 24 anos, de 1998 a
2008, cursando o ensino superior: de 6,9% para 13,9%, constatou a
Síntese dos Indicadores Sociais do IBGE (Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística), divulgada nesta sexta-feira.
O levantamento mostra que, dez anos depois, houve aumento da
frequência ao ensino superior em todas as regiões do
país. Mesmo assim, o percentual é baixo quando comparado
a países como França, Espanha e Reino Unido, onde essa
proporção é superior a 50%, ou América
Latina, onde o Chile se destaca com 52%.
"Dos cerca de 7 milhões de estudantes de 18 a 24 anos, 45,5%
cursavam o nível superior no país em 2008. A
região com maior destaque foi o Sul, com 62,2% de pessoas nessa
faixa etária concluindo essa modalidade de ensino".
De todas as unidades da federação, Santa Catarina
registrou o maior número de jovens nas universidades, 66,9%.
Maranhão, no Nordeste, apontou a taxa mais baixa, 14,8%.
Seguida do Sul, a região Sudeste apresentou o maior
número de jovens universitários, 56,8%. O Estado que mais
se destacou nessa área foi São Paulo, com 64,9% de jovens
cursando universidades em 2008.
O IBGE não informou os números absolutos sob
justificativa que os dados referentes ao ano de 1998 não
estão disponíveis.
Ensino fundamental
Ainda segundo o estudo do IBGE, dos 7 milhões de jovens de 18 a
24 anos, 9,6% ainda cursavam o ensino fundamental. Entretanto, houve
uma queda de 8,6%, em 1998, para 2,9%, em 2008 na taxa de pessoas nessa
faixa etária que cursavam essa modalidade de ensino.
Pesquisadores ressaltam que deve-se levar em conta as desigualdades
regionais na pesquisa. No Nordeste, que tem o menor percentual, apenas
8,2% dos jovens de 18 a 24 anos frequentam escola, enquanto no Sul, o
percentual é mais que o dobro: 19%.
Fonte: Folha Online
Portaria nº 971 de 9 de Outubro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:51 hs.
Programa Ensino Médio Inovador
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1907.pdf
Fonte: CM Consultoria
Aluno só poderá optar por 3 cursos no Enem
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:00 hs.
Decisão foi anunciada ontem pelo MEC em razão do
adiamento da prova; antes estudante podia escolher até 5
opções
O ministério promete devolver o valor da taxa de
inscrição, de R$ 35, para quem desistiu do exame devido
à mudança de data
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Os candidatos a vagas em instituições públicas que
serão selecionados apenas pelo Enem deverão ter
três opções de curso, e não mais cinco. A
mudança deverá ser feita por causa do vazamento da prova
do Enem na semana passada, que foi cancelada e remarcada para 5 e 6 de
dezembro. As opções serão reduzidas para acelerar
o processo de seleção dos alunos, segundo o MEC.
A secretária de Educação Superior do MEC, Maria
Paula Dallari Bucci, espera que a maior parte das vagas seja preenchida
já na primeira escolha. Ainda de acordo com ela, o atraso na
realização da prova não deverá comprometer
o início do ano letivo - o resultado dos exames, segundo ela,
sairá até o dia 5 de fevereiro e a matrícula, no
final do mês.
Estão em jogo nesse sistema cerca de 45 mil vagas para
universidades e institutos tecnológicos federais, além da
Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense) e da escola de
formação do IBGE.
Ao começar a reformulação do Enem, no primeiro
semestre, o MEC havia projetado um sistema pelo qual o aluno pudesse se
candidatar a até cinco cursos de cinco universidades diferentes
no ato da inscrição. Posteriormente, o ministério
decidiu mudar o sistema. O aluno, ao se inscrever, optaria por apenas
um curso. Se não fosse selecionado, se inscreveria de novo,
processo que ocorreria até cinco vezes.
Notas
Diferentemente dos anos anteriores, em que a nota das questões
de múltipla escolha saía antes da média da
redação, desta vez o ministério afirma que vai
contratar mais corretores para que a nota da redação saia
ao mesmo tempo.
No caso do Prouni, programa de bolsas que também utiliza o Enem
para selecionar os beneficiados, o MEC estuda mudar o procedimento de
matrícula para evitar que o ano letivo atrase. Hoje, antes de
começar a frequentar a instituição, o aluno
precisa demonstrar que cumpre os requisitos, como o teto de renda
familiar de até três salários mínimos. Para
os cursos que começam em 2010, o MEC estuda exigir apenas uma
declaração do estudante afirmando que se encaixa nos
critérios, para só depois ter de comprovar a sua
condição.
Taxa
O Ministério da Educação promete devolver o valor
da taxa de inscrição, de R$ 35, para quem desistiu do
exame devido ao adiamento. Para isso, o candidato deve enviar uma carta
para SRTVS quadra 701, bloco M, Edifício Sede do Inep,
Brasília DF, CEP 70340-909.
Segundo o ministério, a data e a forma de
devolução do dinheiro só serão divulgadas
depois do exame.
Ministério devolverá taxa de inscrição para alunos que desistirem do exame
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:23 hs.
O ministro Fernando Haddad anuncia que os alunos que desejarem
poderão receber a taxa de inscrição do Enem de
volta. O ministro da Educação, Fernando Haddad,
reconheceu como legítima a devolução dos R$ 35,00
pagos na inscrição do Exame Nacional do Ensino
Médio (Enem), para os alunos que não desejarem mais fazer
a prova, em função da troca da data.
O MEC estuda os procedimentos para a devolução da taxa,
que só serão anunciados depois das provas, remarcadas
para os dias 5 e 6 de dezembro. Haddad informou nesta quinta-feira, 8,
que os estudantes que não quiserem ou puderem fazer a prova na
nova data devem enviar uma carta para o Inep fazendo a
solicitação do reembolso.
O endereço do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é: SRTVS Quadra 701,
Bloco M, Edifício Sede do Inep, Brasília – DF. CEP:
70340-909.
Assessoria de Comunicação Social
Fonte: MEC
Audiência Pública - Diretrizes para a Educação Infantil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:40 hs.
A Câmara de Educação Básica deste Conselho
Nacional de Educação (CNE) realizará a terceira
audiência pública para revisar as Diretrizes Curriculares
Nacionais da Educação Infantil no próximo dia 20
de outubro, das 09 às 13h, na Câmara Municipal de
São Paulo/SP.
As audiências públicas contam com a
participação de Conselheiros do CNE e de representantes
da sociedade civil constituída por entidades,
organizações e instituições ligadas
à Educação Infantil.
Fonte: Blog do CNE
Norma para regular atuação em TI avança no Senado
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:11 hs.
Os profissionais de tecnologia da informação viram o
projeto de lei nº 607/2007, que quer regulamentar a
profissão de analista de sistema, dar mais um passo recentemente.
Em agosto, o PL chegou à última comissão do Senado
- a de Assuntos Sociais. Se for aprovado, o documento seguirá
para a Câmara dos Deputados. Se não houver mudança
em seu teor, rumará à sanção presidencial.
Pelo texto, poderão exercer a profissão os trabalhadores
com curso superior em análise de sistemas e correlatos, com
diploma estrangeiro revalidado, com pós-graduação
na área ou com ao menos cinco anos de experiência na
atividade.
Atualmente, não há restrição quanto
à formação ou ao tempo de experiência do
profissional.
O projeto provoca polêmicas. "Há profissões que
têm manifestado repúdio ao projeto sob a
alegação de que teriam mais condições de
desenvolver softwares para suas atividades do que os analistas de
sistemas; discordo frontalmente", considera o senador Expedito
Júnior (PSDB-RO), autor do projeto de lei.
"Não há necessidade de diploma para o exercício da
profissão", argumenta Ricardo Anido, diretor de
relações profissionais da SBC (Sociedade Brasileira de
Computação) e professor da Unicamp (Universidade Estadual
de Campinas).
O certificado, acrescenta, é importante para aferir a qualidade
do profissional, "mas não apenas aquele que fez um curso tem
competência".
Caminhos diferentes
Há nesse mercado de trabalho uma série de profissionais autodidatas, corrobora Anderson Fabiano, 31.
Ele mesmo iniciou o bacharelado em informática em 1997, mas
não o concluiu. Priorizou o trabalho em TI, que lhe rendia, na
época, R$ 3.000 ao mês, em vez de se dedicar à
graduação. "Em algum momento, pretendo voltar à
vida acadêmica, mas não agora", diz Fabiano, líder
de tecnologia da iFactory.
"Sou contra a regulamentação. Isso desautorizaria pessoas
com capacidade [mas sem curso superior]", destaca o presidente da
Macdata, Antonio Carlos de Macedo, 56. O executivo começou a
carreira há 35 anos e diz não ter sentido falta de curso
superior.
O arquiteto de software da Cast Informática Cedric Lamalle, 27,
no entanto, ressalva que diplomas fazem a diferença no
exercício da profissão.
Começou em TI aos 18 anos, graduou-se em linguística e
fez mestrado em linguística computacional. "Com
orientação, ganha-se tempo", sinaliza.
Fonte: Folha de São Paulo
Mais um vale
Fonte: Paulo Alceu
Desta vez é o vale-cultura. O projeto de lei deve ser votado
esta semana na Câmara instituindo o Programa de Cultura do
Trabalhador. Segundo avaliações deve injetar no
mínimo R$ 600 milhões por mês no setor. Do que se
trata? Os trabalhadores receberão mensalmente R$ 50,00 para
adquirir serviços culturais, que se entendem por artes
cênicas, visuais, literatura e música.
A idéia é democratizar o acesso aos bens culturais,
até porque nos dias atuais o consumo de cultura no País
é muito baixo e um dos obstáculos é o custo. Vai
existir uma espécie de tabela e o trabalhador terá o
direito de optar, inclusive, pelo não-recebimento do
benefício
CNE quer valor mínimo a ser investido em cada aluno de escola pública
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:36 hs.
Um debate que está sendo conduzido pelo Conselho Nacional de
Educação (CNE) e foi idealizado pela Campanha Nacional
pelo Direito à Educação pode mudar a lógica
do financiamento educacional no país. A ideia, que já foi
debatida em audiência pública e será levada
à Conferência Nacional de Educação (Conae)
em abril de 2010, é estabelecer um valor mínimo de
investimento por aluno em cada etapa – o chamado custo-aluno
qualidade (CAQ).
"O CAQ inverte a lógica do financiamento. Hoje o valor é
insuficiente porque ele é o que é possível ter
conforme a lei. Ele [o CAQ] inverte a lógica fazendo o
cálculo de quanto o financiamento da educação
precisa ter para garantir a qualidade”, explica Daniel Cara,
presidente da campanha, que é formada por entidades da sociedade
civil.
Atualmente o financiamento educacional é ancorado nos
mínimos estabelecidos pela Constituição –
18% do Orçamento da União, 25% dos cofres dos
municípios e mais a complementação do Fundo de
Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Segundo dados referentes a 2007 divulgados em abril pelo
Ministério da Educação (MEC), um aluno da
educação infantil – etapa que inclui a creche e a
pré-escola - custou R$ 1.647 anuais. Já o CAQ inicial que
está sendo discutido pelo CNE é de R$ 5.266 para creche e
R$ 2.042 para a pré-escola.
No ensino fundamental, em cada estudante das séries iniciais
(1ª a 4ª séries) foram investidos R$ 2.166 e dos anos
finais (5ª a 8ª séries), R$ 2.317 ao longo de todo o
ano. O CAQ inicial estabelecido para essas etapas é de R$ 1.942
e R$ 1.902 respectivamente. No ensino médio, o gasto
público com um aluno foi de R$ 1.572 em 2007, enquanto a
recomendação do CAQ é de R$ 1.957.
O indicador inclui investimento em infraestrutura,
remuneração e formação de professores,
além de estabelecer números máximos de alunos por
turma: 13 para creche, 22 para a pré-escola, de 24 a 30 para o
ensino fundamental e 30 para o ensino médio.
Daniel Cara destaca que o CAQ inicial não é um valor
médio, mas um ponto de partida para se criar uma nova
política de financiamento da educação. O impacto
imediato, caso esses valores sejam adotados, seria de R$ 29
bilhões ao ano – mais da metade do orçamento do MEC
para 2010.
"A recomendação mínima da OCDE
[Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico] é um investimento anual por
aluno de US$ 10 mil. Ou seja, o CAQ, comparado com o parâmetro
internacional, ainda é tímido. Mas ele é o custo
inicial, é o início de um novo processo de
organização do orçamento público brasileiro
em educação”, defende.
Esta semana, o CAQ foi discutido em audiência pública no
CNE e será tema das conferências regionais que são
preparatórias para a Conae. A ideia é que, após os
debates, ele seja transformado em uma resolução do
conselho e encaminhado ao MEC.
O tema também deve ser incluído no novo Plano Nacional de
Educação (PNE), que será traçado na Conae e
aprovado pelo Congresso em 2010. Esse plano estabelece metas de acesso
e qualidade para o ensino público que devem ser cumpridas em
até dez anos.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/10/09/materia.2009-10-09.6693928468/view
Fonte: www.administradores.com.br
Adiamento do Enem não vai afetar ProUni
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 09/10/2009 - Brasília DF
Agência Brasil
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou ontem
que o adiamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio
(Enem), marcada para os dias 5 e 6 de dezembro, não irá
afetar a seleção de estudantes que pretendem concorrer a
uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni).
Segundo ele, antes a seleção do ProUni era anterior ao
calendário de importantes vestibulares, como o da Fuvest do
estado de São Paulo. Isso fazia com que alguns estudantes,
após terem sido selecionados para o ProUni,
abandonassem a bolsa porque conseguiram vaga em uma universidade
pública. “No momento em que há um
coincidências de calendários, isso é
benéfico”, avaliou. O resultado do Enem está
previsto para ser divulgado em 5 de fevereiro. A nota do exame é
utilizada como critério de seleção do estudantes
que receberão bolsas parciais ou integrais do ProUni.
Haddad disse ainda que o sistema de avaliação brasileiro
é referência em todo mundo, e a
importância que o Enem ganhou no acesso a educação
superior fez com que ele ficasse “visado”. Sobre uma
possível perda da credibilidade do exame, o ministro disse que
essa avaliação só poderá ser feita na
edição do ano que vem. "Nós colocamos Força
Nacional, Correios, Polícia Federal, o Estado brasileiro
está à disposição do exame. É uma
questão de saber se o Brasil está preparado para dar um
passo na direção do que o primeiro mundo já adota
ou se vamos ficar patinando nos vestibulares de cada
instituição", disse.
Brasileiros passam em média 7 anos na escola, diz IBGE
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:35 hs.
Tempo não é suficiente para conclusão do ensino fundamental.
Sudeste, Sul e Centro-Oeste estão acima da média nacional.
Do G1, em São Paulo
Brasileiros com 10 anos ou mais passam em média 7 anos na
escola, o que representa uma escolaridade que não atinge a
conclusão do ensino fundamental. Os dados foram divulgados nesta
sexta-feira (9), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). O estudo Síntese de Indicadores
Sociais (SIS) 2009 analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de
Domicílios (Pnad) 2008, divulgados em setembro.
Acima da média nacional de anos de estudo estão as
regiões Sudeste (7,7), Sul (7,5) e Centro-Oeste (7,3). O pior
índice, de acordo com a Síntese, é registrado na
Região Nordeste, com 5,9 anos de estudo, seguida pela
Região Norte, com 6,5. O estado brasileiro com a pior
média de anos de estudo é Alagoas, com 5,2 anos.
Os dados sobre os níveis de escolarização da
população revelam melhoras, se comparados à
década anterior, mas ainda não são
compatíveis com o nível de desenvolvimento
econômico do país, segundo o IBGE. Entre os anos de 1998 e
2008, o crescimento na média de anos de estudo não
atingiu um ano completo.
Acesso ao estudo
Em relação ao acesso ao ensino fundamental, o estudo
mostra que 97,9% das crianças de 7 a 14 anos de idade estavam
frequentando a escola, em 2008. No mesmo ano, das pessoas com idades
entre 15 e 17 anos, 84,1% frequentavam o ensino médio, em todo o
país. No entanto, somente 50,6% dos jovens cursavam o
nível compatível com a idade.
A pesquisa aponta ainda que, entre a população na
primeira infância houve uma tendência de aumento da
frequência à escola, embora em ritmo lento. O maior
crescimento foi para a faixa de 4 a 6 anos, com taxa de
frequência que passou de 57,9% para 79,8% entre 1998 e 2008.
Entre as crianças de 0 a 3 anos, a taxa de frequência
escolar passou de 8,7% para 18,1%, no mesmo período.
Já a média de anos de estudo entre as pessoas de 25 anos
ou mais, de acordo com a análise, revela o status de
escolaridade de uma sociedade. Em 2008, 50,2% da
população nessa faixa etária tinham menos de 8
anos de estudo, ou seja, o ensino fundamental incompleto. Em 1998, esse
índice era de 65,3%. Apenas 9,5% das pessoas com 25 anos ou mais
tinham mais de 15 anos de estudo e o ensino superior completo. A
situação teve melhora, já que em 1998, apenas 6,6%
das pessoas nessa faixa tinham o nível de estudo.
Estudo defasado
A análise do Instituto ressalta que ainda há um
percentual alto de crianças com defasagem de aprendizado para a
idade. Apesar de a idade adequada para a alfabetização
ser 6 anos, 7,8% das crianças chegavam aos 9 anos de idade, em
2008, sem saber ler e escrever. Em termos absolutos, havia cerca de 270
mil crianças nesta situação.
Mais da metade delas, cerca de 167 mil, residia na Região
Nordeste, onde o percentual de crianças de 9 anos analfabetas
é de 15,8%. O segundo maior percentual foi encontrado na
Região Norte (12,6%).
Fonte: G1 - Portal Globo
Ensino a distância ganha espaço cada vez maior
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:18 hs.
O EaD (ensino a distância) tem deixado de ser uma modalidade de
aprendizado marginalizada, como era no passado, para se tornar parte
integrante da grade das principais instituições de ensino
no Brasil e no mundo. Cada vez mais estudantes buscam essa alternativa
como forma de compensar a falta de tempo ou de proximidade à
instituição.
O crescimento é impressionante. Dados do Censo de
Educação Superior de 2006, do MEC (Ministério da
Educação), apontam que o número de cursos a
distância aumentou consideravelmente nos últimos anos.
Para se ter uma ideia, as graduações nesse modelo tiveram
alta de 8,3% no número de cursos em comparação a
2005 e de 5% nas matrículas, enquanto os cursos
tecnológicos tiveram expansão 31,3% no número de
inscritos. Em 2006, o total de alunos de EaD representava 4,4% de todos
os estudantes do Brasil.
De acordo com Angeles Treitero Garcia Cônsolo, mestre em
Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP e
professora universitária de cursos presenciais e a
distância, a praticidade do EaD é o seu diferencial. "Sua
característica principal é permitir que os estudantes
estejam em qualquer lugar possam ter acesso ao conteúdo a
qualquer horário. Apesar de existir em diversos formatos, de
revistas entregues pelo correio até cursos dados por meio de
rádio, televisão, fitas cassetes e CDs, o EaD hoje
funciona principalmente pela internet", destaca.
Tipos de EaD
Hoje, existe uma variedade de modelos de aprendizado por meio de EaD,
que vão de acordo com o perfil e o objetivo do estudante. Um
deles é o Broadcasting, um módulo em que a
interação entre aluno/professor e aluno/aluno é
pequena, quando não nula. O estudante é autônomo na
concepção de seu próprio conhecimento, sem
praticamente a necessidade de ter de ir à
instituição.
Outro modelo de ensino a distância é conhecido como
Pólo Via Satélite. Trata-se de um sistema em que o aluno
tem um lugar fixo - normalmente dentro da instituição ou
em alguma unidade - para assistir às aulas via satélite e
poder interagir ao vivo com o professor, mesmo com acompanhamento e
mediação. A interação após as aulas
é feita pela internet e o conteúdo, adaptado ao meio
online. Nessa modalidade pode também haver encontros presenciais
esporádicos.
Outro tipo é o EaD semipresencial, em que o estudante faz a
maior parte dos estudos via internet, inclusive assiste às
aulas. Porém, uma ou duas vezes por semana comparece à
sala de aula com os demais alunos para discutir dúvidas com os
professores presencialmente.
Variedade de mídias
Maria da Graça Moreira da Silva, docente do departamento de
Ciências de Computação e do programa de
pós-graduação em educação,
coordenação de projetos de EaD da PUC-SP, cita a
variedade de mídias utilizadas. "Podem ser impressas [livros,
apostilas, manuais]; rádio [web rádio]; TV [aberta; IP
TV; canais a cabo etc]; teleconferência; videoconferência;
vídeos [CDs, DVDs]; internet [materiais hipermídia],
além da combinação desses veículos",
destaca.
Conforme ela, a escolha de uma ou mais mídias, tanto pela
instituição quanto pelo aluno, é feita de acordo
com o projeto do curso, os objetivos, as características do
público, o número de pessoas a serem atingidas e as
condições estruturais e investimentos.
Diferenciação do ensino presencial
Para Marcelo Claro Silva, monitor técnico e blogueiro em EaD
(www.moodlelivre.com.br), o ensino a distância não deve
ser visto sob a mesma ótica do presencial. "É bom
compreender que em momento algum tentamos comparar o EaD com a
educação presencial. São duas modalidades
diferentes de ensino que muitas vezes se combinam, mas que não
se substituem", afirma.
O ensino a distância conta com um público amplo, que visa,
em sua maioria, fazer cursos livres, de curta duração,
com o objetivo de complementar estudos ou conhecimento profissional, de
entretenimento ou social. Exemplos disso são aulas de idiomas,
formação de professores, além de cursos
corporativos, que possuem a intenção de desenvolver
competência na área profissional, correlata ou pessoal.
Já na esfera da graduação, diversas
instituições contam com cursos de EaD nessa modalidade,
além de ensino tecnológico,
pós-graduação, especialização e MBA.
Reconhecimento no mercado e no mundo acadêmico
Muito bem visto por grandes universidades, os cursos de EaD contam cada
vez mais com o reconhecimento por todos os órgãos
responsáveis. Adriane Treitero Cônsolo acredita que o
espaço conquistado pela educação a distancia
é notório.
"Apesar de visto ainda com algum preconceito, aos poucos o EaD vem
ganhando espaço, e hoje o MEC já regulamenta
instituições com o tipo de ensino e insere espaço
para novas profissões direcionadas a essa atividade", explica.
Devido aos custos para implementação, o preço do
EaD tende a ser igual ao dos demais cursos presenciais. Segundo Maria
da Graça Moreira da Silva, haveria a possibilidade de
redução desse valor. "O EaD, somente pode ficar mais
barato que o ensino presencial caso seja veiculado em modelo
comunicacional de broadcast com um número muito grade de
alunos", diz.
Para quem acredita que um certificado de curso virtual possa trazer
preconceitos e perda de oportunidades, a realidade passa a ser cada vez
mais diferente. Segundo Maria, a tendência do mercado atualmente
é destacar o tipo de curso e a instituição, e
assim valorizar o profissional e não apenas a modalidade cursada.
Já para Welington Luis Sachetti, professor e Mediador
Pedagógico do Centro Paula Souza, mantido pelo governo do Estado
de São Paulo para formação técnica e
tecnóloga, o EaD tem sido aceito pelo mercado de trabalho. "Como
sempre, há certo preconceito para situações novas.
Porém, sabe-se que há muita coisa boa no mercado. Assim,
a certificação tem sido aceita com certa tranquilidade.
Além disso, não há nenhum tipo de exigência
para que o diploma tenha impresso que o curso foi feito a
distância", explica.
O profissional de Marketing João Luiz Gonçalves, diretor
da UniqueDB, de Curitiba, é um exemplo de quem fez um curso de
EaD e recomenda. Ele terminou recentemente um MBA a distância de
Marketing Interativo, pela Ai Group e Faculdade Impacta. O curso teve
duração de 18 meses e trouxe boas lembranças a
João: "Achei tudo muito bom. O fato de ser a distância
permite ter um contato com professores que eventualmente não
estariam disponíveis por causa da agenda", diz.
João, que inclusive já havia feito um MBA presencial
anteriormente, destaca que o EaD não perde em nada para o
método tradicional. "Tudo depende da qualidade dos professores e
de como eles conduzem as aulas. No meu caso, foi perfeito."
O profissional de Marketing conta ter pago em média três
vezes menos pelo curso do que o valor de mercado para um MBA
presencial. "Paguei em torno de R$ 500 por mês pelo curso. Pelo
que calculo, no presencial, seria algo em torno de R$ 2 mil", diz. Mas
nem sempre é assim. Em alguns casos, os valores entre cursos a
distância e se igualam, de acordo com estudo da Abed
(Associação Brasileira de Ensino a Distância).
Por Alex Macedo, Tempestade Comunicação/Especial para o Yahoo! Brasil
Fonte: Yahoo Notícias
Estudantes e hospitais pedem mudança em estágios de Saúde
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:00 hs.
Em audiência pública ocorrida hoje na Comissão de
Trabalho, de Administração e Serviço
Público, estudantes da área de Saúde, como
Medicina e Enfermagem, e representantes de hospitais
universitários pediram a flexibilização da Lei dos
Estágios (11.788/08) especificamente para o setor.
A expectativa dos participantes é eliminar com urgência
entraves como o que tem impedido alunos de Medicina de estagiar durante
as férias, prática considerada extracurricular. "Na
área de saúde, nenhum aluno cumpre somente o que
está no currículo de seu curso. Nas férias, eles
procuram qualquer tipo de serviço para complementar ou, de forma
curiosa, conhecer uma determinada especialidade", exemplificou o
vice-presidente da Associação Brasileira de Hospitais
Universitários de Ensino (Abrahue) Francisco Eugênio de
Souza.
Ele também reclamou do fato de a lei limitar a
duração do estágio a, no máximo, dois anos
em cada local. Esse caso, segundo o consultor jurídico do
Ministério da Educação (MEC) Samuel Feliciano,
poderia ser resolvido por meio de regulamentação
específica. Estágios de observação, por
exemplo, poderiam ser classificados como atividade complementar, em vez
de estágio propriamente dito, sem prejudicar o aluno.
Práticas assim, afirmou, são reconhecidas pelo Conselho
Nacional de Educação.
Carga horária
Outro ponto apontado pelo representante da Abrahue foi a rigidez da
carga horária, considerada insuficiente. A lei permite que
estudantes universitários tenham carga horária de 6 horas
diárias (30 semanais), o que não condiz com a realidade
dos estudantes da área. "O próprio estudante quer
participar de um maior número de cirurgias ou de partos.
Limita-se uma carga horária rígida, quando uma cirurgia
ou um parto às vezes não ocorrem no horário de
estágio", observou Francisco Eugênio. Em sua
opinião, deveria haver uma jornada média mensal, que
pudesse ser flexibilizada conforme a necessidade e o interesse do
estudante.
Para o estudante de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul (UFRGS) Marcos Vinicius Mendonça, a carga poderia ser de 60
horas semanais. A carga prevista na lei, segundo ele, é
insuficiente para a formação de um médico.
Seguro
Também foi questionada, durante a reunião, a
obrigatoriedade de concedentes do estágio, em geral um hospital
universitário, pagarem um seguro contra acidentes em
benefício do estagiário. O representante do segmento
filantrópico da Abrahue, Júlio Dornelles Matos, sugeriu
que esse seguro seja opcional, uma vez que muitos hospitais não
têm condições de pagá-lo.
Já Francisco Eugênio de Souza afirmou que esse seguro poderia ser pago também p
ela instituição de ensino, se assim for acordado.
O consultor do MEC Samuel Feliciano, no entanto, lembrou que o
pagamento desse seguro pelo concedente está expressamente
definido na Lei dos Estágios. Para que ocorra de uma forma
diferente, a lei deveria ser modificada. Ele pediu a
participação das associações e dos
estudantes nas negociações para que se chegue ao
consenso.
Fonte: Portal da Câmara dos Deputados
Brasil Foods: quando a concorrência se une
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:13 hs.
A fusão entre as duas maiores empresas de alimentos do
país, Sadia e Perdigão, trouxe à tona o assunto de
consolidação de grandes corporações.
Concentração de poder, desemprego, sinergias,
globalização, redução de custos, ganhos de
escala, são os pensamentos mais comuns diante de uma
situação como essa. E mais: um grande processo entrou em
cena, criando o maior banco do hemisfério Sul, a fusão do
Itaú e Unibanco.
As empresas brasileiras estão entrando para valer no jogo
global, o qual requer tamanho, musculatura e caixa para competir.
Sindicatos, clientes e fornecedores comentam as fusões com
preocupação, avaliando os possíveis impactos nos
públicos de interesse e na sociedade como um todo. Para uma
análise mais estruturada, utilizarei o modelo das cinco
forças, concebido por Michael Porter em 1979, com o objetivo de
avaliar o nível de competição numa determinada
indústria.
As categorias utilizadas por Michael Porter são: poder de
negociação dos fornecedores e clientes, produtos
substitutos e inovações, concorrentes, e novos entrantes.
No caso específico da Brasil Foods, este novo conglomerado
dominará diversos segmentos do setor de alimentos, afetando em
definitivo o nível de competição desta
indústria.
Os clientes sentirão o impacto nas gôndolas dos
supermercados. O gigante travará negociações de
descontos por volume e espaço privilegiado nas prateleiras,
investindo pesado em promoções nos pontos-de-venda. As
grandes redes terão poder de fogo para a briga, já o
pequeno varejo sofrerá na pele as conseqüências.
Quanto às inovações, poderemos notar num
médio prazo certa acomodação no ritmo de
lançamentos de novos produtos. Há tempos, Sadia e
Perdigão lideram o mercado, cabendo às outras marcas o
papel de seguidoras. Como os maiores competidores tornaram-se
sócios, a antiga batalha pela preferência do consumidor
deverá esfriar.
Isso quer dizer que a instigante disputa estimulada por campanhas
publicitárias que se dirigiam à concorrência com
desdém - como a velhinha que se consagrou com os dizeres
“a outra nem a pau, Juvenal” - poderá chegar ao fim.
O foco estará voltado aos players internacionais. O objetivo
será o mercado externo, financiado pelo interno.
Os novos entrantes deverão concentrar-se nos mercados regionais,
palco das marcas talibãs - produtos populares com foco em
preços baixos. Apesar da ameaça, podem ser retaliadas com
facilidade pelo novo líder. Na eventualidade de um concorrente
estrangeiro, o acesso será dificultado ainda pelo controle dos
produtores e canais de distribuição.
Os próximos capítulos dessa história
caberão ao CADE - Conselho Administrativo de Defesa
Econômica, órgão do governo responsável por
fiscalizar o abuso do poder econômico. Enquanto a decisão
não vem, é bom ir se acostumando com a propaganda
institucional da Brasil Foods, apresentando seu novo nome, os
benefícios da fusão, e o orgulho em mais uma empresa
brasileira de porte global. Tudo isso na maior paz, sem
concorrência. E pensar que até a semana passada
“presunto, só o melhor”...
Fonte: RH Central - SP
Sistema educacional reflete a desigualdade do país, diz estudo do Ipea
Fonte: Clipping Educacional O Globo, 09/10/2009 - Rio de Janeiro RJ
BRASÍLIA - O Brasil ainda vai precisar de cinco anos para
conseguir cobrir a determinação da
Constituição de garantir o ensino fundamental à
população. No entanto, esse prazo será muito maior
para a camada de brasileiros com mais de 30 anos. O sistema educacional
brasileiro ainda reflete as desigualdades sociais e regionais do
país. Os dados constam do estudo do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea), com base na Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios (PNAD) 2008, do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE). (Leia mais: Metade dos
professores ganha menos de R$ 720) A taxa de analfabetismo no Brasil
foi de 10% em 2008. No entanto, o percentual varia de 5,8% no
Sudeste para 19,4% no Nordeste. Nas áreas rurais, o
analfabetismo chega a 23,5% contra 4,3% nas regiões urbanas. A
taxa entre os negros é de 13,6%, mais do que o dobro do
percentual identificado entre a população branca. A
camada da população com mais de 40 anos tem um
índice de analfabetismo de 16,9%. Para o diretor de estudos
sociais do Ipea, Jorge Abrahão, o analfabetismo no Brasil tem
endereço.
Para resolver o problema da educação no Brasil, e levar
ao mesmo nível de países como Chile e Argentina, é
preciso resolver o gargalo do analfabetismo e também ampliar o
ensino superior. No Brasil não são muitas as
pessoas que conseguem chegar à universidade. O estudo mostra que
entre os 20% mais ricos da população, apenas 1,9%
são analfabetos. Mas essa não é a realidade dos
20% mais pobres, que têm uma taxa de analfabetismo de 19%.
Segundo Abrahão, existem 50 milhões de vagas no ensino
médio, o que não é trivial. Mas é preciso
ainda ampliar a educação básica e melhorar sua
qualidade. De acordo com dados do Ipea, de cada 100 brasileiros que
entra no ensino fundamental, 13 largam os estudos na 4º
série. No Nordeste, esse número chega a 20. E de cada 100
pessoas que conseguem chegar a 8º serie, apenas 54 conseguem
concluir o ensino médio.
Rapidinhas
Fonte: Paulo Alceu
*O deputado José Carlos Vieira, que deixou o DEM indo
pára o PR destacou que foi uma iniciativa dele a troca de sigla
apesar dos insistentes pedidos da cúpula para que ficasse.
*O vice-presidente executivo da RIC/Record, Marcello Corrêa
Petrelli, integra a comitiva do governador Luiz Henrique como convidado
na viagem para a Rússia, Polônia e Áustria.
*Também integram a comitiva oficial os secretários Derly
Massaud de Anunciação, Antônio Gavazzoni e Vinicius
Lumnmetrz, os prefeitos Dário Berger e Clésio Salvaro e o
deputado estadual Cesar Souza Júnior.
*Quando embarcava da República Dominicana para os Estados
Unidos, o vice-governador Leonel Pavan soube do acidente com o
governador em exercício, Jorginho Mello. Ligou desejando pronto
restabelecimento.
*Ao assumir hoje o deputado/suplente Vânio dos Santos já
tem agendada uma reunião com os eletricitários onde um
dos temas é a geração, além dos
desencontros na Celesc.
* A agenda do governador em exercício Jorginho Mello, era
intensa nesta segunda-feira. Foi cancelada depois do acidente em Campos
Novos: Fenarreco em Brusque, Marejada em Itajaí, Oktoberfest em
Blumenau...
Ensino Superior: Custos em Portugal são dos mais elevados da Europa
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:09 hs.
Os custos da Educação em Portugal para um estudante do
ensino superior são dos mais elevados da Europa, representando
11 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) per capita português,
indica um estudo académico que será divulgado
amanhã. Luísa Cerdeira, professora e administradora da
Universidade de Lisboa, estudou o financiamento do ensino superior,
compilando as várias áreas abordadas num livro que
será lançado durante uma conferência internacional,
em Lisboa.
“Parte do trabalho (realizado em 2005) resultou de um
inquérito a uma amostra representativa dos estudantes
portugueses sobre a sua entrada no ensino superior” e os custos
que acarretou, “não só custos de ensino, mas
também custos de vida”, explica Luísa Cerdeira.
“Além desse estudo, comparei os custos dos estudantes
portugueses no contexto internacional” no que se refere à
capacidade de suportar as despesas face a outros países, com
base no PIB per capita, por ser um indicador universal, disse.
“Verifiquei que os custos com a Educação em
Portugal (no ensino superior) são dos mais elevados da Europa:
representam 11 por cento do PIB per capita português”,
revelou. Por outro lado, os custos de vida, que incluem os gastos com
com alimentação e alojamento, são
“próximos” dos restantes países
desenvolvidos, representando em Portugal 18 por cento do PIB per capita.
“Quando quantificamos a ajuda do apoio social por aluno, Portugal
está muito aquém” do valor europeu, referiu,
congratulando-se com as últimas medidas anunciadas pelo Governo
nos critérios para atribuição de bolsas. O livro
traça um retrato dos vários países e dos sistemas
que adoptaram relativamente à partilha de custos no ensino
superior, às propinas e aos empréstimos, passando pela
acção social.
Um dos capítulos analisa o que aconteceu em Portugal nos
últimos anos, contextualizando as questões de
financiamento e apoio social. Estas e outras questões
relacionadas com o financiamento do ensino superior vão estar em
debate numa conferência internacional a realizar amanhã e
terça-feira no salão nobre da reitoria da Universidade de
Lisboa.
Fonte: Portal Último Hora - Portugal
Vaga para professor deficiente opõe Procuradoria e Universidade Federal de Minas
Fonte: Clipping Educacional CONSAE Folha Online, 09/10/2009 - São Paulo SP
PAULO PEIXOTO da Agência Folha, em Belo Horizonte
O Ministério Público Federal e a UFMG (Universidade
Federal de Minas Gerais) travam na Justiça uma disputa em torno
da reserva de vagas na instituição de ensino para
docentes portadores de deficiência. Desde 2008, mais de 227
professores foram contratados em concursos públicos na UFMG, mas
nenhuma vaga foi reservada para pessoas com deficiência. As
reservas são feitas apenas para cargos técnicos e
administrativos. A UFMG diz não saber quantos dos atuais 2.376
professores da instituição são portadores de
deficiência aprovados em concurso. O reitor da universidade,
Ronaldo Penna, alega ser "impossível" fazer as reservas porque
há pouca oferta de vagas nos concursos para docentes,
já que existe autonomia de cada um dos departamentos das 22
unidades da instituição. A universidade diz que, com a
autonomia, não é possível reunir todas as
contratações de professores em um único concurso,
pois é preciso considerar a "especificidade de cada departamento
e a área de conhecimento a ser avaliada, o que resulta, em cada
caso, em número reduzido de vagas". Para a
contratação de 227 professores entre 2008 e março
deste ano, conforme dados da Procuradoria, foram lançados 130
editais --média de 1,7 vaga por concurso.
A lei 8.112, de 1990, assegura às pessoas portadoras de
deficiência a reserva de até 20% das vagas
oferecidas no concurso. O reitor diz, porém, que
"invariavelmente as vagas ofertadas são inferiores a cinco [por
concurso], razão pela qual fica impossibilitada a reserva de
vagas para deficiente físico". A Procuradoria contra-argumenta
que a fragmentação das vagas em vários editais
é uma "estratégia perversa para driblar a
obrigação legal", porque impede aplicar a regra
matemática que assegura o direito das pessoas com
deficiência à reserva destinada por lei. O
Ministério Público Federal ajuizou ação
civil pública porque sua recomendação feita em
abril não foi atendida. Queria que a UFMG iniciasse
imediatamente as reservas de ao menos 5% das vagas ofertadas.
Mais de 1,2 milhão de jovens estão ociosos no Brasil, segundo IBGE
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:33 hs.
Eles representam 5,37% dos brasileiros entre 18 e 24 anos e não trabalham, não estudam, não ajudam em casa
Wilson Tosta
Mais de 1,2 milhão de jovens de 18 a 24 anos não
exerciam, em 2008, nenhuma atividade produtiva no Brasil, segundo
números apresentados ontem pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) na Síntese de Indicadores
Sociais referente ao ano passado. Essa enorme ociosidade juvenil -
1.245.270 pessoas que não estudavam, não trabalhavam e
não ajudavam em afazeres domésticos - atingia 5,37% dos
23.242.000 brasileiros desta faixa etária no País. Ela se
deve, em boa parte, ao desemprego.
O levantamento foi feito por técnicos do IBGE com base na
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada em
setembro. Os números da falta de atividade produtiva de parte
dos jovens brasileiros foram calculados pelo Estado, a partir da
síntese.
Segundo o IBGE, a inatividade em 2008 era maior no sexo masculino, com
943.675 homens que não trabalhavam, não estudavam e
não ajudavam em afazeres domésticos. Eram 301.591
mulheres na mesma situação. Entre os rapazes, havia
300.344 inativos de 18 a 19 anos e 643.335 de 20 a 24 anos; entre as
garotas, 88.209 na primeira faixa, e 213.382 na segunda.
O grande número de jovens sem atividade produtiva chamou a
atenção da pesquisadora Lara Gama, do IBGE, que trabalhou
no capítulo referente a crianças, adolescentes e jovens
da síntese. "Uma parte dessas pessoas sem atividade estava
procurando emprego, cerca de metade dos homens que disseram não
fazer nada estava nessa situação", diz Lara.
Ela explica que o IBGE limitou-se a apresentar aos entrevistados cinco
opções de resposta - só trabalha, só
estuda, trabalha e estuda, cumpre afazeres domésticos e
não faz nada -, mas não perguntou o motivo. "Outra parte
pode ter deficiências, doenças ou simplesmente não
tem uma ocupação, mas não é possível
determinar o motivo", afirma.
A pesquisadora diz que a falta de atividades é menor no sexo
feminino por vários motivos: as mulheres estão entrando
mais fortemente no mercado de trabalho e, quando não têm
emprego, em geral se incumbem de tarefas domésticas.
Uma quantidade muito maior de jovens na mesma faixa etária,
porém, declarou exercer atividades produtivas. Ao todo,
3.853.755 homens e mulheres dessa idade (16,58% do total) acumulavam
trabalho e estudo. Outro grupo, formado por 3.236.267 pessoas,
só estudava. E 11.051.503 só trabalhavam.
FAMÍLIAS
A inatividade de parte expressiva dos jovens brasileiros se dá
em um quadro de melhoria da distribuição de renda, embora
permaneçam grandes os níveis de desigualdade. Em 1998,
27,3% das pessoas com até 17 anos viviam em famílias em
situação de extrema pobreza, com renda familiar per
capita de até um quarto do salário mínimo. Em
2008, essa proporção caiu para 18,5%.
Quase metade, porém, ainda vivia, no ano passado, em
famílias com menos de meio salário mínimo de renda
familiar per capita (44,7%). No Nordeste, a proporção de
jovens em famílias pobres ou extremamente pobres era maior,
66,7%, ante 73,1% em 1998. "Tais melhoras podem ser atribuídas
ao efeito de políticas públicas de transferência de
renda", diz o estudo.
A síntese também aponta a redução da
população brasileira mais jovem. Em 1998, as
crianças de zero a 6 anos eram 13,2% da população,
passando a 10,2% em 2008. Menos da metade da população
(43,2%) estava na faixa de zero a 24 anos, o que coloca o Brasil entre
os países em processo de envelhecimento.
A pesquisa se baseou na Pnad - na qual 2,5 mil pesquisadores ouviram
391 mil pessoas em 150 mil domicílios. Outras bases de dados
foram consultadas.
Desigualdade cai, mas continua alta
Em 2008, grupos dos mais ricos ganhavam 18 vezes a renda dos pobres, ante 20,2 em 2006
Em três anos, de 2006 a 2008, diminuiu muito rapidamente a
distância entre os dois extremos de rendimentos da sociedade
brasileira, o que reduziu a desigualdade social no País, apontou
o estudo do IBGE. A melhoria na renda contrasta com dados referentes a
bens e serviços: apenas 61% dos domicílios brasileiros
tinham simultaneamente, em 2008, água encanada, coleta de
esgoto, de lixo e iluminação elétrica.
Em 2006, a razão entre a renda familiar per capita dos 20% mais
ricos e dos 20% mais pobres era 20,2, ou seja, o grupo mais rico
ganhava 20,2 vezes a renda do mais pobre. No ano seguinte, essa
relação caiu a 18,7, e em 2008, foi a 18. O nível
ainda é alto - em países desenvolvidos, fica em torno de
4 a 6 -, mas já mostra redução na desigualdade
entre os brasileiros, segundo Ana Lucia Saboia, coordenadora-geral do
estudo.
O IBGE também apurou que caiu a proporção de
pessoas com rendimento familiar per capita abaixo de 60% do mediano.
Como foi estimado em R$ 415, os 60% eram R$ 249 em 2008 - essa medida
serve para mensurar a pobreza dos grupos sociais. Em 2006, 37,3%
ganhavam menos que essa fronteira; em 2007, 36,1%; em 2008, 33,8%.
Também caiu o diferencial entre o rendimento familiar mensal per
capita das famílias dos 10% mais ricos em relação
aos 40% mais pobres. Em 2001, era 22,1 e em 2008, 16,8. Os
números foram comemorados pelo diretor do Centro de
Políticas Sociais da Fundação Getúlio
Vargas, Marcelo Néri. Ele lembrou que a queda começou em
2001 e se acentuou a partir de 2004, porque se associou ao crescimento
econômico. "Não era mais como em 2001, quando o bolo caiu
e a parte dos pobres caiu menos."
Os problemas de distribuição de renda, porém,
continuam. Enquanto o rendimento familiar médio ficou em R$ 720,
metade das famílias vivia com menos de R$ 415 - salário
mínimo vigente em setembro de 2008.
SERVIÇOS
Apesar de 40% das residências brasileiras não terem ao
menos um serviço público essencial (água encanada,
coleta de esgoto, de lixo e iluminação elétrica),
o dado representa um avanço em relação a 1998.
Naquele ano, o porcentual de unidades com os quatro benefícios
ao mesmo tempo era de 56,8%, ante 43,2% desprovidos de pelo menos um
deles. A região com maior acesso era o Sudeste (82,6% dos lares)
e a com menor era o Norte (14,9%).
Fonte: O Estado de São Paulo
Capes recebe textos para RBPG até o dia 30 de outubro
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:44 hs.
Até o dia 30 de outubro, a Revista Brasileira de
Pós-Graduação (RBPG) recebe propostas para mais
uma edição. A Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
aceita para publicação trabalhos inéditos de
autores brasileiros e estrangeiros em forma de estudos e pesquisas de
caráter acadêmico-científico, opiniões e
experiências inovadoras relativos à educação
superior, ciência e tecnologia e cooperação
internacional que tenham como foco a
pós-graduação, seus programas e desafios. Os
textos devem ser encaminhados para o e-mail rbpg@capes.gov.br Este
endereço de e-mail está protegido contra spambots.
Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
O envio espontâneo de qualquer colaboração implica
automaticamente a cessão dos direitos autorais à Capes. A
publicação de artigos não é remunerada,
sendo permitida sua reprodução total ou parcial, desde
que citada a fonte. Serão remetidos a cada autor cinco
exemplares da edição em que for publicada sua
colaboração. Confira as normas de
colaboração.
RBPG
Lançada em agosto de 2004, a RBPG é voltada à
divulgação de estudos, experiências e debates sobre
a pós-graduação, sua situação,
desafios, políticas e programas. De periodicidade semestral,
está estruturada em quatro seções: Estudos,
Experiências, Debates e Documentos. A publicação
é disponibilizada para todas as bibliotecas e vários
centros de informação do país e do exterior,
além de se encontrar disponível em página no
portal da Capes.
Com uma média de 8,5 mil a 10 mil acessos por trimestre, a
revista firmou-se como um importante veículo para a
disseminação de estudos e debates sobre a
pós-graduação. A cada número, são
tratados temas variados como características da
formação pós-graduada em várias
modalidades, política da pós-graduação,
demandas da comunidade científica e ações das
agências de fomento. A RBPG desempenha ainda o papel de
instrumento privilegiado para o estudo de temas referentes à
colaboração científica internacional.
Qualidade
Recentemente, a RBPG foi incluída no Qualis de algumas
áreas do conhecimento passando a ser considerado um
veículo importante de divulgação da
produção científica da
pós-graduação. Referendada por uma comissão
de avaliação de periódicos da
Associação Nacional de Pós-Graduação
e Pesquisa em Educação (ANPEd) em 2007, a revista se
consolidou como um instrumento de divulgação dos
trabalhos acadêmicos da área de educação.
No decorrer dos anos, cerca de 760 textos foram apresentados para
avaliação, sendo publicados 111 artigos completos,
abrangendo os diversos campos do conhecimento. O processo adotado para
avaliação dos textos é realizado por pares da
comunidade científica, um trabalho voluntário e sem
remuneração. Para cada texto apresentado, dois ou
três pesquisadores são acionados para exame dos artigos
submetidos à publicação, atestando desta forma a
sua excelência.
Aquisição
Para adquirir um exemplar avulso da RBPG, deve-se efetuar
depósito, por meio da Guia de Recolhimento de Receitas da
União (GRU), disponível no sítio do Tesouro
Nacional. O recolhimento dos valores deve ser efetuado no Banco do
Brasil. O valor unitário da revista é de R$ 10, sendo a
taxa de postagem por unidade R$ 1,50 para remessa simples, ou R$ 6 para
remessa registrada. Após a realização do
depósito, deve-se enviar o comprovante de pagamento, nome,
telefone e endereço do destinatário por meio do fax (61)
2022-6902. Saiba mais sobre o processo de aquisição da
RBPG.
Fonte: Portal Capes
