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13/10/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a opinião da Associação.




Deputado Jorginho Mello

PUC PR deve assumir a UNERJ

Piso alarial dos profissionais de enfermagem

Diretoria SINEPE/SC é reeleita com 62,07% dos votos válidos

Após dez anos, dobra percentual de jovens que frequenta universidades no Brasil

Portaria nº 971 de 9 de Outubro de 2009.

Aluno só poderá optar por 3 cursos no Enem

Ministério devolverá taxa de inscrição para alunos que desistirem do exame


Audiência Pública - Diretrizes para a Educação Infantil

Norma para regular atuação em TI avança no Senado

Mais um vale

CNE quer valor mínimo a ser investido em cada aluno de escola pública


Adiamento do Enem não vai afetar ProUni


Brasileiros passam em média 7 anos na escola, diz IBGE

Ensino a distância ganha espaço cada vez maior

Estudantes e hospitais pedem mudança em estágios de Saúde

Brasil Foods: quando a concorrência se une

Sistema educacional reflete a desigualdade do país, diz estudo do Ipea 

Rapidinhas

Ensino Superior: Custos em Portugal são dos mais elevados da Europa

Vaga para professor deficiente opõe Procuradoria e Universidade Federal de Minas

Mais de 1,2 milhão de jovens estão ociosos no Brasil, segundo IBGE


Capes recebe textos para RBPG até o dia 30 de outubro

Evento Técnicas de Atendimento em Captar Matrículas 2010

Deputado Jorginho Mello
Fonte: Jornal Notícias do Dia, Pg. 2, 10 e 11 de outubro de 2009
Além de se lançar candidato ao governo de Santa Catarina em 2014, o deputado Jorginho Mello, que recebeu ontem o cargo interinamente do governador Luiz Henrique, afirmou que na terça-feira (13/10/2009) entregará na Assembléia Legislativa um projeto de bolsa de Estudos no Sistema Acafe. “Vai ser a bolsa do Jorginho”, declarou empolgado.
Tudo indica que hoje (12/10) as atividades na Assembléia Legislativa serão intensas. O deputado Kennedy Nunes pretende expor a visita da Comissão de Segurança ao presídio de Joinville cobrando ações imediatas do governo. Tem registros fotográficos. O deputado Amaury Soares destacará a luta dos praças por reajuste salarial comparando com as ações dos coronéis e delegados de polícia. Abordará questões políticas nessa pressão salarial. O deputado Joares Ponticelli pretende criar uma comissão suprapartidária para, na Justiça, que julga um mandado de injunção, garantir as perdas salariais dos delegados. Fora do plenário o governador em exercício, Jorginho Mello, depois do acidente de ontem, deverá encaminhar à mesa diretora um projeto de lei utilizando vagas ociosas no Sistema Acafe por meio de bolsa de estudos garantida pelo governo do Estado.

PUC PR deve assumir a UNERJ
Fonte: Jornal O Correio do Povo - Edição 6266 - Coluna da Carolina Tomaselli
Atolada em dívidas, a UNERJ deve passar para o comando da Pontifícia Universidade Católica. Representantes da PUC estiveram reunidos com a diretoria do Centro Universitário de Jaraguá do Sul na última segunda-feira, e voltam na semana que vem já para assinatura do contrato e eleição da nova diretoria. Com os irmãos maristas à frente da instituição, a expectativa é de avanço no ensino superior do município. É só tomar como exemplo a capital paranaense, referência nacional.

Piso alarial dos profissionais de enfermagem
Fonte: Paulo Alceu
Tudo bem que durou nove anos para ser aprovado o piso salarial dos profissionais de enfermagem, mas não deixa de ser uma esperança o projeto de lei que institui o piso nacional para os fonoaudiólogos no valor de R$ 4.650,00. O projeto altera a Lei que regulamentou em 1981 a profissão de fonoaudiólogo estabelecendo um piso salarial nacional para a atividade como o objetivo de valorizar e melhorar as condições para o exercício da profissão.

Diretoria SINEPE/SC é reeleita com 62,07% dos votos válidos
Fonte: Portal Sinepe
O resultado, que deu novo mandato a atual diretoria, presidida pelo professor Marcelo Batista de Sousa, foi o seguinte:
VOTOS VÁLIDOS DIRETOS (PRESENCIAIS):
CHAPA 1 – 80%
CHAPA 2 – 20%
VOTOS VÁLIDOS POR CORRESPONDÊNCIA (VIA CORREIO):
CHAPA 1 – 60,38%
CHAPA 2 – 39,62%
TOTAL DOS VOTOS VÁLIDOS (DIRETOS (presenciais) + POR CORRESPONDÊNCIA, via correio)
CHAPA 1 – 62,07%
CHAPA 2 – 37,93% 
"Estamos satisfeito com este resultado por que conseguimos exprimir o que tem sido o pensamento da maioria das escolas afiliadas”, disse professor Marcelo por telefone ao portal do Sindicato ao ser informado do resultado dos votos apurados.
Em 48 anos, esta foi a votação mais expressiva da história do Sindicato, que pela primeira vez teve a participação de duas chapas, a da Situação e a da Oposição. O presidente reeleito acrescentou que, com  a nova Diretoria e o Conselho Fiscal à frente do Sinepe/SC, vai aperfeiçoar ainda mais o trabalho executado por sua equipe. (Nas fotos, momentos dos trabalhos de apuração dos votos.)
A Chapa eleita para a gestão 2009/2012 é a seguinte:
DIRETORIA:
PRESIDENTE
Marcelo Batista de Sousa
VICE-PRESIDENTE
Irmã Maria Adelina da Cunha
SECRETÁRIO
Irmã  Inês Boesing
TESOUREIRO
Irmã Ana Aparecida Besel
SUPLENTES:
Padre João Cláudio Rhoden
Irmão Evilázio Tambosi
Profª Ana Paula D. Köller Zanella
Irmã Marli Catarina Schlindwein
CONSELHO FISCAL
TITULARES:
Padre Andréas Tonon
Cléa Maria dos S. Schneider
Irmã Marilde Perazzoli
SUPLENTES:
Irmã Adelaide Marcelino Pereira
Irmã Otília Piroli
Irmã Sueli Teresinha Gambeta

Após dez anos, dobra percentual de jovens que frequenta universidades no Brasil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:23 hs. 
Dobrou a proporção de jovens de 18 a 24 anos, de 1998 a 2008, cursando o ensino superior: de 6,9% para 13,9%, constatou a Síntese dos Indicadores Sociais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta sexta-feira.
O levantamento mostra que, dez anos depois, houve aumento da frequência ao ensino superior em todas as regiões do país. Mesmo assim, o percentual é baixo quando comparado a países como França, Espanha e Reino Unido, onde essa proporção é superior a 50%, ou América Latina, onde o Chile se destaca com 52%.
"Dos cerca de 7 milhões de estudantes de 18 a 24 anos, 45,5% cursavam o nível superior no país em 2008. A região com maior destaque foi o Sul, com 62,2% de pessoas nessa faixa etária concluindo essa modalidade de ensino".
De todas as unidades da federação, Santa Catarina registrou o maior número de jovens nas universidades, 66,9%. Maranhão, no Nordeste, apontou a taxa mais baixa, 14,8%.
Seguida do Sul, a região Sudeste apresentou o maior número de jovens universitários, 56,8%. O Estado que mais se destacou nessa área foi São Paulo, com 64,9% de jovens cursando universidades em 2008.
O IBGE não informou os números absolutos sob justificativa que os dados referentes ao ano de 1998 não estão disponíveis.
Ensino fundamental
Ainda segundo o estudo do IBGE, dos 7 milhões de jovens de 18 a 24 anos, 9,6% ainda cursavam o ensino fundamental. Entretanto, houve uma queda de 8,6%, em 1998, para 2,9%, em 2008 na taxa de pessoas nessa faixa etária que cursavam essa modalidade de ensino.
Pesquisadores ressaltam que deve-se levar em conta as desigualdades regionais na pesquisa. No Nordeste, que tem o menor percentual, apenas 8,2% dos jovens de 18 a 24 anos frequentam escola, enquanto no Sul, o percentual é mais que o dobro: 19%. 
Fonte: Folha Online

Portaria nº 971 de 9 de Outubro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:51 hs. 
Programa Ensino Médio Inovador
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1907.pdf 
Fonte: CM Consultoria 
 
Aluno só poderá optar por 3 cursos no Enem
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:00 hs. 
Decisão foi anunciada ontem pelo MEC em razão do adiamento da prova; antes estudante podia escolher até 5 opções
O ministério promete devolver o valor da taxa de inscrição, de R$ 35, para quem desistiu do exame devido à mudança de data
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Os candidatos a vagas em instituições públicas que serão selecionados apenas pelo Enem deverão ter três opções de curso, e não mais cinco. A mudança deverá ser feita por causa do vazamento da prova do Enem na semana passada, que foi cancelada e remarcada para 5 e 6 de dezembro. As opções serão reduzidas para acelerar o processo de seleção dos alunos, segundo o MEC.
A secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, espera que a maior parte das vagas seja preenchida já na primeira escolha. Ainda de acordo com ela, o atraso na realização da prova não deverá comprometer o início do ano letivo - o resultado dos exames, segundo ela, sairá até o dia 5 de fevereiro e a matrícula, no final do mês.
Estão em jogo nesse sistema cerca de 45 mil vagas para universidades e institutos tecnológicos federais, além da Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense) e da escola de formação do IBGE.
Ao começar a reformulação do Enem, no primeiro semestre, o MEC havia projetado um sistema pelo qual o aluno pudesse se candidatar a até cinco cursos de cinco universidades diferentes no ato da inscrição. Posteriormente, o ministério decidiu mudar o sistema. O aluno, ao se inscrever, optaria por apenas um curso. Se não fosse selecionado, se inscreveria de novo, processo que ocorreria até cinco vezes.
Notas
Diferentemente dos anos anteriores, em que a nota das questões de múltipla escolha saía antes da média da redação, desta vez o ministério afirma que vai contratar mais corretores para que a nota da redação saia ao mesmo tempo.
No caso do Prouni, programa de bolsas que também utiliza o Enem para selecionar os beneficiados, o MEC estuda mudar o procedimento de matrícula para evitar que o ano letivo atrase. Hoje, antes de começar a frequentar a instituição, o aluno precisa demonstrar que cumpre os requisitos, como o teto de renda familiar de até três salários mínimos. Para os cursos que começam em 2010, o MEC estuda exigir apenas uma declaração do estudante afirmando que se encaixa nos critérios, para só depois ter de comprovar a sua condição.
Taxa
O Ministério da Educação promete devolver o valor da taxa de inscrição, de R$ 35, para quem desistiu do exame devido ao adiamento. Para isso, o candidato deve enviar uma carta para SRTVS quadra 701, bloco M, Edifício Sede do Inep, Brasília DF, CEP 70340-909.
Segundo o ministério, a data e a forma de devolução do dinheiro só serão divulgadas depois do exame.

Ministério devolverá taxa de inscrição para alunos que desistirem do exame
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:23 hs. 
O ministro Fernando Haddad anuncia que os alunos que desejarem poderão receber a taxa de inscrição do Enem de volta. O ministro da Educação, Fernando Haddad, reconheceu como legítima a devolução dos R$ 35,00 pagos na inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para os alunos que não desejarem mais fazer a prova, em função da troca da data.
O MEC estuda os procedimentos para a devolução da taxa, que só serão anunciados depois das provas, remarcadas para os dias 5 e 6 de dezembro. Haddad informou nesta quinta-feira, 8, que os estudantes que não quiserem ou puderem fazer a prova na nova data devem enviar uma carta para o Inep fazendo a solicitação do reembolso.
O endereço do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é: SRTVS Quadra 701, Bloco M, Edifício Sede do Inep, Brasília – DF. CEP: 70340-909.
Assessoria de Comunicação Social 
Fonte: MEC 

Audiência Pública - Diretrizes para a Educação Infantil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:40 hs. 
A Câmara de Educação Básica deste Conselho Nacional de Educação (CNE) realizará a terceira audiência pública para revisar as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil no próximo dia 20 de outubro, das 09 às 13h, na Câmara Municipal de São Paulo/SP.
As audiências públicas contam com a participação de Conselheiros do CNE e de representantes da sociedade civil constituída por entidades, organizações e instituições ligadas à Educação Infantil. 
Fonte: Blog do CNE 

Norma para regular atuação em TI avança no Senado
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:11 hs. 
Os profissionais de tecnologia da informação viram o projeto de lei nº 607/2007, que quer regulamentar a profissão de analista de sistema, dar mais um passo recentemente.
Em agosto, o PL chegou à última comissão do Senado - a de Assuntos Sociais. Se for aprovado, o documento seguirá para a Câmara dos Deputados. Se não houver mudança em seu teor, rumará à sanção presidencial.
Pelo texto, poderão exercer a profissão os trabalhadores com curso superior em análise de sistemas e correlatos, com diploma estrangeiro revalidado, com pós-graduação na área ou com ao menos cinco anos de experiência na atividade.
Atualmente, não há restrição quanto à formação ou ao tempo de experiência do profissional.
O projeto provoca polêmicas. "Há profissões que têm manifestado repúdio ao projeto sob a alegação de que teriam mais condições de desenvolver softwares para suas atividades do que os analistas de sistemas; discordo frontalmente", considera o senador Expedito Júnior (PSDB-RO), autor do projeto de lei.
"Não há necessidade de diploma para o exercício da profissão", argumenta Ricardo Anido, diretor de relações profissionais da SBC (Sociedade Brasileira de Computação) e professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
O certificado, acrescenta, é importante para aferir a qualidade do profissional, "mas não apenas aquele que fez um curso tem competência".
Caminhos diferentes
Há nesse mercado de trabalho uma série de profissionais autodidatas, corrobora Anderson Fabiano, 31.
Ele mesmo iniciou o bacharelado em informática em 1997, mas não o concluiu. Priorizou o trabalho em TI, que lhe rendia, na época, R$ 3.000 ao mês, em vez de se dedicar à graduação. "Em algum momento, pretendo voltar à vida acadêmica, mas não agora", diz Fabiano, líder de tecnologia da iFactory.
"Sou contra a regulamentação. Isso desautorizaria pessoas com capacidade [mas sem curso superior]", destaca o presidente da Macdata, Antonio Carlos de Macedo, 56. O executivo começou a carreira há 35 anos e diz não ter sentido falta de curso superior.
O arquiteto de software da Cast Informática Cedric Lamalle, 27, no entanto, ressalva que diplomas fazem a diferença no exercício da profissão.
Começou em TI aos 18 anos, graduou-se em linguística e fez mestrado em linguística computacional. "Com orientação, ganha-se tempo", sinaliza. 
Fonte: Folha de São Paulo 

Mais um vale
Fonte: Paulo Alceu
Desta vez é o vale-cultura. O projeto de lei deve ser votado esta semana na Câmara instituindo o Programa de Cultura do Trabalhador. Segundo avaliações deve injetar no mínimo R$ 600 milhões por mês no setor. Do que se trata? Os trabalhadores receberão mensalmente R$ 50,00 para adquirir serviços culturais, que se entendem por artes cênicas, visuais, literatura e música.
A idéia é democratizar o acesso aos bens culturais, até porque nos dias atuais o consumo de cultura no País é muito baixo e um dos obstáculos é o custo. Vai existir uma espécie de tabela e o trabalhador terá o direito de optar, inclusive, pelo não-recebimento do benefício

CNE quer valor mínimo a ser investido em cada aluno de escola pública
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:36 hs. 
Um debate que está sendo conduzido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e foi idealizado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação pode mudar a lógica do financiamento educacional no país. A ideia, que já foi debatida em audiência pública e será levada à Conferência Nacional de Educação (Conae) em abril de 2010, é estabelecer um valor mínimo de investimento por aluno em cada etapa – o chamado custo-aluno qualidade (CAQ).
"O CAQ inverte a lógica do financiamento. Hoje o valor é insuficiente porque ele é o que é possível ter conforme a lei. Ele [o CAQ] inverte a lógica fazendo o cálculo de quanto o financiamento da educação precisa ter para garantir a qualidade”, explica Daniel Cara, presidente da campanha, que é formada por entidades da sociedade civil.
Atualmente o financiamento educacional é ancorado nos mínimos estabelecidos pela Constituição – 18% do Orçamento da União, 25% dos cofres dos municípios e mais a complementação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Segundo dados referentes a 2007 divulgados em abril pelo Ministério da Educação (MEC), um aluno da educação infantil – etapa que inclui a creche e a pré-escola - custou R$ 1.647 anuais. Já o CAQ inicial que está sendo discutido pelo CNE é de R$ 5.266 para creche e R$ 2.042 para a pré-escola.
No ensino fundamental, em cada estudante das séries iniciais (1ª a 4ª séries) foram investidos R$ 2.166 e dos anos finais (5ª a 8ª séries), R$ 2.317 ao longo de todo o ano. O CAQ inicial estabelecido para essas etapas é de R$ 1.942 e R$ 1.902 respectivamente. No ensino médio, o gasto público com um aluno foi de R$ 1.572 em 2007, enquanto a recomendação do CAQ é de R$ 1.957.
O indicador inclui investimento em infraestrutura, remuneração e formação de professores, além de estabelecer números máximos de alunos por turma: 13 para creche, 22 para a pré-escola, de 24 a 30 para o ensino fundamental e 30 para o ensino médio.
Daniel Cara destaca que o CAQ inicial não é um valor médio, mas um ponto de partida para se criar uma nova política de financiamento da educação. O impacto imediato, caso esses valores sejam adotados, seria de R$ 29 bilhões ao ano – mais da metade do orçamento do MEC para 2010.
"A recomendação mínima da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico] é um investimento anual por aluno de US$ 10 mil. Ou seja, o CAQ, comparado com o parâmetro internacional, ainda é tímido. Mas ele é o custo inicial, é o início de um novo processo de organização do orçamento público brasileiro em educação”, defende.
Esta semana, o CAQ foi discutido em audiência pública no CNE e será tema das conferências regionais que são preparatórias para a Conae. A ideia é que, após os debates, ele seja transformado em uma resolução do conselho e encaminhado ao MEC.
O tema também deve ser incluído no novo Plano Nacional de Educação (PNE), que será traçado na Conae e aprovado pelo Congresso em 2010. Esse plano estabelece metas de acesso e qualidade para o ensino público que devem ser cumpridas em até dez anos.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/10/09/materia.2009-10-09.6693928468/view 
Fonte: www.administradores.com.br 

Adiamento do Enem não vai afetar ProUni
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 09/10/2009 - Brasília DF
Agência Brasil 
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou ontem que o adiamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcada para os dias 5 e 6 de dezembro, não irá afetar a seleção de estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni).
Segundo ele, antes a seleção do ProUni era anterior ao calendário de importantes vestibulares, como o da Fuvest do estado de São Paulo. Isso fazia com que alguns estudantes, após terem sido selecionados para   o ProUni, abandonassem a bolsa porque conseguiram vaga em uma universidade pública. “No momento em que há um coincidências de calendários, isso é benéfico”, avaliou. O resultado do Enem está previsto para ser divulgado em 5 de fevereiro. A nota do exame é utilizada como critério de seleção do estudantes que receberão bolsas parciais ou integrais do ProUni.
Haddad disse ainda que o sistema de avaliação brasileiro é referência em todo mundo, e a   importância que o Enem ganhou no acesso a educação superior fez com que ele ficasse “visado”. Sobre uma possível perda da credibilidade do exame, o ministro disse que essa avaliação só poderá ser feita na edição do ano que vem. "Nós colocamos Força Nacional, Correios, Polícia Federal, o Estado brasileiro está à disposição do exame. É uma questão de saber se o Brasil está preparado para dar um passo na direção do que o primeiro mundo já adota ou se vamos ficar patinando nos vestibulares de cada instituição", disse. 

Brasileiros passam em média 7 anos na escola, diz IBGE
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:35 hs. 
Tempo não é suficiente para conclusão do ensino fundamental.
Sudeste, Sul e Centro-Oeste estão acima da média nacional.
Do G1, em São Paulo
Brasileiros com 10 anos ou mais passam em média 7 anos na escola, o que representa uma escolaridade que não atinge a conclusão do ensino fundamental. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009 analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgados em setembro.
Acima da média nacional de anos de estudo estão as regiões Sudeste (7,7), Sul (7,5) e Centro-Oeste (7,3). O pior índice, de acordo com a Síntese, é registrado na Região Nordeste, com 5,9 anos de estudo, seguida pela Região Norte, com 6,5. O estado brasileiro com a pior média de anos de estudo é Alagoas, com 5,2 anos.
Os dados sobre os níveis de escolarização da população revelam melhoras, se comparados à década anterior, mas ainda não são compatíveis com o nível de desenvolvimento econômico do país, segundo o IBGE. Entre os anos de 1998 e 2008, o crescimento na média de anos de estudo não atingiu um ano completo.
Acesso ao estudo
Em relação ao acesso ao ensino fundamental, o estudo mostra que 97,9% das crianças de 7 a 14 anos de idade estavam frequentando a escola, em 2008. No mesmo ano, das pessoas com idades entre 15 e 17 anos, 84,1% frequentavam o ensino médio, em todo o país. No entanto, somente 50,6% dos jovens cursavam o nível compatível com a idade.
A pesquisa aponta ainda que, entre a população na primeira infância houve uma tendência de aumento da frequência à escola, embora em ritmo lento. O maior crescimento foi para a faixa de 4 a 6 anos, com taxa de frequência que passou de 57,9% para 79,8% entre 1998 e 2008. Entre as crianças de 0 a 3 anos, a taxa de frequência escolar passou de 8,7% para 18,1%, no mesmo período.
Já a média de anos de estudo entre as pessoas de 25 anos ou mais, de acordo com a análise, revela o status de escolaridade de uma sociedade. Em 2008, 50,2% da população nessa faixa etária tinham menos de 8 anos de estudo, ou seja, o ensino fundamental incompleto. Em 1998, esse índice era de 65,3%. Apenas 9,5% das pessoas com 25 anos ou mais tinham mais de 15 anos de estudo e o ensino superior completo. A situação teve melhora, já que em 1998, apenas 6,6% das pessoas nessa faixa tinham o nível de estudo.
Estudo defasado
A análise do Instituto ressalta que ainda há um percentual alto de crianças com defasagem de aprendizado para a idade. Apesar de a idade adequada para a alfabetização ser 6 anos, 7,8% das crianças chegavam aos 9 anos de idade, em 2008, sem saber ler e escrever. Em termos absolutos, havia cerca de 270 mil crianças nesta situação.
Mais da metade delas, cerca de 167 mil, residia na Região Nordeste, onde o percentual de crianças de 9 anos analfabetas é de 15,8%. O segundo maior percentual foi encontrado na Região Norte (12,6%). 
Fonte: G1 - Portal Globo 

Ensino a distância ganha espaço cada vez maior
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:18 hs. 
O EaD (ensino a distância) tem deixado de ser uma modalidade de aprendizado marginalizada, como era no passado, para se tornar parte integrante da grade das principais instituições de ensino no Brasil e no mundo. Cada vez mais estudantes buscam essa alternativa como forma de compensar a falta de tempo ou de proximidade à instituição.
O crescimento é impressionante. Dados do Censo de Educação Superior de 2006, do MEC (Ministério da Educação), apontam que o número de cursos a distância aumentou consideravelmente nos últimos anos. Para se ter uma ideia, as graduações nesse modelo tiveram alta de 8,3% no número de cursos em comparação a 2005 e de 5% nas matrículas, enquanto os cursos tecnológicos tiveram expansão 31,3% no número de inscritos. Em 2006, o total de alunos de EaD representava 4,4% de todos os estudantes do Brasil.
De acordo com Angeles Treitero Garcia Cônsolo, mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP e professora universitária de cursos presenciais e a distância, a praticidade do EaD é o seu diferencial. "Sua característica principal é permitir que os estudantes estejam em qualquer lugar possam ter acesso ao conteúdo a qualquer horário. Apesar de existir em diversos formatos, de revistas entregues pelo correio até cursos dados por meio de rádio, televisão, fitas cassetes e CDs, o EaD hoje funciona principalmente pela internet", destaca.
Tipos de EaD
Hoje, existe uma variedade de modelos de aprendizado por meio de EaD, que vão de acordo com o perfil e o objetivo do estudante. Um deles é o Broadcasting, um módulo em que a interação entre aluno/professor e aluno/aluno é pequena, quando não nula. O estudante é autônomo na concepção de seu próprio conhecimento, sem praticamente a necessidade de ter de ir à instituição.
Outro modelo de ensino a distância é conhecido como Pólo Via Satélite. Trata-se de um sistema em que o aluno tem um lugar fixo - normalmente dentro da instituição ou em alguma unidade - para assistir às aulas via satélite e poder interagir ao vivo com o professor, mesmo com acompanhamento e mediação. A interação após as aulas é feita pela internet e o conteúdo, adaptado ao meio online. Nessa modalidade pode também haver encontros presenciais esporádicos.
Outro tipo é o EaD semipresencial, em que o estudante faz a maior parte dos estudos via internet, inclusive assiste às aulas. Porém, uma ou duas vezes por semana comparece à sala de aula com os demais alunos para discutir dúvidas com os professores presencialmente.
Variedade de mídias
Maria da Graça Moreira da Silva, docente do departamento de Ciências de Computação e do programa de pós-graduação em educação, coordenação de projetos de EaD da PUC-SP, cita a variedade de mídias utilizadas. "Podem ser impressas [livros, apostilas, manuais]; rádio [web rádio]; TV [aberta; IP TV; canais a cabo etc]; teleconferência; videoconferência; vídeos [CDs, DVDs]; internet [materiais hipermídia], além da combinação desses veículos", destaca.
Conforme ela, a escolha de uma ou mais mídias, tanto pela instituição quanto pelo aluno, é feita de acordo com o projeto do curso, os objetivos, as características do público, o número de pessoas a serem atingidas e as condições estruturais e investimentos.
Diferenciação do ensino presencial
Para Marcelo Claro Silva, monitor técnico e blogueiro em EaD (www.moodlelivre.com.br), o ensino a distância não deve ser visto sob a mesma ótica do presencial. "É bom compreender que em momento algum tentamos comparar o EaD com a educação presencial. São duas modalidades diferentes de ensino que muitas vezes se combinam, mas que não se substituem", afirma.
O ensino a distância conta com um público amplo, que visa, em sua maioria, fazer cursos livres, de curta duração, com o objetivo de complementar estudos ou conhecimento profissional, de entretenimento ou social. Exemplos disso são aulas de idiomas, formação de professores, além de cursos corporativos, que possuem a intenção de desenvolver competência na área profissional, correlata ou pessoal.
Já na esfera da graduação, diversas instituições contam com cursos de EaD nessa modalidade, além de ensino tecnológico, pós-graduação, especialização e MBA.
Reconhecimento no mercado e no mundo acadêmico
Muito bem visto por grandes universidades, os cursos de EaD contam cada vez mais com o reconhecimento por todos os órgãos responsáveis. Adriane Treitero Cônsolo acredita que o espaço conquistado pela educação a distancia é notório.
"Apesar de visto ainda com algum preconceito, aos poucos o EaD vem ganhando espaço, e hoje o MEC já regulamenta instituições com o tipo de ensino e insere espaço para novas profissões direcionadas a essa atividade", explica.
Devido aos custos para implementação, o preço do EaD tende a ser igual ao dos demais cursos presenciais. Segundo Maria da Graça Moreira da Silva, haveria a possibilidade de redução desse valor. "O EaD, somente pode ficar mais barato que o ensino presencial caso seja veiculado em modelo comunicacional de broadcast com um número muito grade de alunos", diz.
Para quem acredita que um certificado de curso virtual possa trazer preconceitos e perda de oportunidades, a realidade passa a ser cada vez mais diferente. Segundo Maria, a tendência do mercado atualmente é destacar o tipo de curso e a instituição, e assim valorizar o profissional e não apenas a modalidade cursada.
Já para Welington Luis Sachetti, professor e Mediador Pedagógico do Centro Paula Souza, mantido pelo governo do Estado de São Paulo para formação técnica e tecnóloga, o EaD tem sido aceito pelo mercado de trabalho. "Como sempre, há certo preconceito para situações novas. Porém, sabe-se que há muita coisa boa no mercado. Assim, a certificação tem sido aceita com certa tranquilidade. Além disso, não há nenhum tipo de exigência para que o diploma tenha impresso que o curso foi feito a distância", explica.
O profissional de Marketing João Luiz Gonçalves, diretor da UniqueDB, de Curitiba, é um exemplo de quem fez um curso de EaD e recomenda. Ele terminou recentemente um MBA a distância de Marketing Interativo, pela Ai Group e Faculdade Impacta. O curso teve duração de 18 meses e trouxe boas lembranças a João: "Achei tudo muito bom. O fato de ser a distância permite ter um contato com professores que eventualmente não estariam disponíveis por causa da agenda", diz.
João, que inclusive já havia feito um MBA presencial anteriormente, destaca que o EaD não perde em nada para o método tradicional. "Tudo depende da qualidade dos professores e de como eles conduzem as aulas. No meu caso, foi perfeito."
O profissional de Marketing conta ter pago em média três vezes menos pelo curso do que o valor de mercado para um MBA presencial. "Paguei em torno de R$ 500 por mês pelo curso. Pelo que calculo, no presencial, seria algo em torno de R$ 2 mil", diz. Mas nem sempre é assim. Em alguns casos, os valores entre cursos a distância e se igualam, de acordo com estudo da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância).
Por Alex Macedo, Tempestade Comunicação/Especial para o Yahoo! Brasil 
Fonte: Yahoo Notícias 

Estudantes e hospitais pedem mudança em estágios de Saúde
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:00 hs. 
Em audiência pública ocorrida hoje na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, estudantes da área de Saúde, como Medicina e Enfermagem, e representantes de hospitais universitários pediram a flexibilização da Lei dos Estágios (11.788/08) especificamente para o setor.
A expectativa dos participantes é eliminar com urgência entraves como o que tem impedido alunos de Medicina de estagiar durante as férias, prática considerada extracurricular. "Na área de saúde, nenhum aluno cumpre somente o que está no currículo de seu curso. Nas férias, eles procuram qualquer tipo de serviço para complementar ou, de forma curiosa, conhecer uma determinada especialidade", exemplificou o vice-presidente da Associação Brasileira de Hospitais Universitários de Ensino (Abrahue) Francisco Eugênio de Souza.
Ele também reclamou do fato de a lei limitar a duração do estágio a, no máximo, dois anos em cada local. Esse caso, segundo o consultor jurídico do Ministério da Educação (MEC) Samuel Feliciano, poderia ser resolvido por meio de regulamentação específica. Estágios de observação, por exemplo, poderiam ser classificados como atividade complementar, em vez de estágio propriamente dito, sem prejudicar o aluno. Práticas assim, afirmou, são reconhecidas pelo Conselho Nacional de Educação.
Carga horária
Outro ponto apontado pelo representante da Abrahue foi a rigidez da carga horária, considerada insuficiente. A lei permite que estudantes universitários tenham carga horária de 6 horas diárias (30 semanais), o que não condiz com a realidade dos estudantes da área. "O próprio estudante quer participar de um maior número de cirurgias ou de partos. Limita-se uma carga horária rígida, quando uma cirurgia ou um parto às vezes não ocorrem no horário de estágio", observou Francisco Eugênio. Em sua opinião, deveria haver uma jornada média mensal, que pudesse ser flexibilizada conforme a necessidade e o interesse do estudante.
Para o estudante de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Marcos Vinicius Mendonça, a carga poderia ser de 60 horas semanais. A carga prevista na lei, segundo ele, é insuficiente para a formação de um médico.
Seguro
Também foi questionada, durante a reunião, a obrigatoriedade de concedentes do estágio, em geral um hospital universitário, pagarem um seguro contra acidentes em benefício do estagiário. O representante do segmento filantrópico da Abrahue, Júlio Dornelles Matos, sugeriu que esse seguro seja opcional, uma vez que muitos hospitais não têm condições de pagá-lo.
Já Francisco Eugênio de Souza afirmou que esse seguro poderia ser pago também p
ela instituição de ensino, se assim for acordado.
O consultor do MEC Samuel Feliciano, no entanto, lembrou que o pagamento desse seguro pelo concedente está expressamente definido na Lei dos Estágios. Para que ocorra de uma forma diferente, a lei deveria ser modificada. Ele pediu a participação das associações e dos estudantes nas negociações para que se chegue ao consenso. 
Fonte: Portal da Câmara dos Deputados 

Brasil Foods: quando a concorrência se une
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:13 hs. 
A fusão entre as duas maiores empresas de alimentos do país, Sadia e Perdigão, trouxe à tona o assunto de consolidação de grandes corporações. Concentração de poder, desemprego, sinergias, globalização, redução de custos, ganhos de escala, são os pensamentos mais comuns diante de uma situação como essa. E mais: um grande processo entrou em cena, criando o maior banco do hemisfério Sul, a fusão do Itaú e Unibanco.
As empresas brasileiras estão entrando para valer no jogo global, o qual requer tamanho, musculatura e caixa para competir. Sindicatos, clientes e fornecedores comentam as fusões com preocupação, avaliando os possíveis impactos nos públicos de interesse e na sociedade como um todo. Para uma análise mais estruturada, utilizarei o modelo das cinco forças, concebido por Michael Porter em 1979, com o objetivo de avaliar o nível de competição numa determinada indústria.
As categorias utilizadas por Michael Porter são: poder de negociação dos fornecedores e clientes, produtos substitutos e inovações, concorrentes, e novos entrantes. No caso específico da Brasil Foods, este novo conglomerado dominará diversos segmentos do setor de alimentos, afetando em definitivo o nível de competição desta indústria.
Os clientes sentirão o impacto nas gôndolas dos supermercados. O gigante travará negociações de descontos por volume e espaço privilegiado nas prateleiras, investindo pesado em promoções nos pontos-de-venda. As grandes redes terão poder de fogo para a briga, já o pequeno varejo sofrerá na pele as conseqüências.
Quanto às inovações, poderemos notar num médio prazo certa acomodação no ritmo de lançamentos de novos produtos. Há tempos, Sadia e Perdigão lideram o mercado, cabendo às outras marcas o papel de seguidoras. Como os maiores competidores tornaram-se sócios, a antiga batalha pela preferência do consumidor deverá esfriar.
Isso quer dizer que a instigante disputa estimulada por campanhas publicitárias que se dirigiam à concorrência com desdém - como a velhinha que se consagrou com os dizeres “a outra nem a pau, Juvenal” - poderá chegar ao fim. O foco estará voltado aos players internacionais. O objetivo será o mercado externo, financiado pelo interno.
Os novos entrantes deverão concentrar-se nos mercados regionais, palco das marcas talibãs - produtos populares com foco em preços baixos. Apesar da ameaça, podem ser retaliadas com facilidade pelo novo líder. Na eventualidade de um concorrente estrangeiro, o acesso será dificultado ainda pelo controle dos produtores e canais de distribuição.
Os próximos capítulos dessa história caberão ao CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica, órgão do governo responsável por fiscalizar o abuso do poder econômico. Enquanto a decisão não vem, é bom ir se acostumando com a propaganda institucional da Brasil Foods, apresentando seu novo nome, os benefícios da fusão, e o orgulho em mais uma empresa brasileira de porte global. Tudo isso na maior paz, sem concorrência. E pensar que até a semana passada “presunto, só o melhor”... 
Fonte: RH Central - SP 

Sistema educacional reflete a desigualdade do país, diz estudo do Ipea 
Fonte: Clipping Educacional O Globo, 09/10/2009 - Rio de Janeiro RJ
BRASÍLIA - O Brasil ainda vai precisar de cinco anos para conseguir cobrir a determinação da Constituição de garantir o ensino fundamental à população. No entanto, esse prazo será muito maior para a camada de brasileiros com mais de 30 anos. O sistema educacional brasileiro ainda reflete as desigualdades sociais e regionais do país. Os dados constam do estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2008, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (Leia mais: Metade dos professores ganha menos de R$ 720) A taxa de analfabetismo no Brasil foi de 10% em 2008. No entanto, o percentual  varia de 5,8% no Sudeste para 19,4% no Nordeste. Nas áreas rurais, o analfabetismo chega a 23,5% contra 4,3% nas regiões urbanas. A taxa entre os negros é de 13,6%, mais do que o dobro do percentual identificado entre a população branca. A camada da população com mais de 40 anos tem um índice de analfabetismo de 16,9%. Para o diretor de estudos sociais do Ipea, Jorge Abrahão, o analfabetismo no Brasil tem endereço.
Para resolver o problema da educação no Brasil, e levar ao mesmo nível de países como Chile e Argentina, é preciso resolver o gargalo do analfabetismo e também ampliar o ensino   superior. No Brasil não são muitas as pessoas que conseguem chegar à universidade. O estudo mostra que entre os 20% mais ricos da população, apenas 1,9% são analfabetos. Mas essa não é a realidade dos 20% mais pobres, que têm uma taxa de analfabetismo de 19%. Segundo Abrahão, existem 50 milhões de vagas no ensino médio, o que não é trivial. Mas é preciso ainda ampliar a educação básica e melhorar sua qualidade. De acordo com dados do Ipea, de cada 100 brasileiros que entra no ensino fundamental, 13 largam os estudos na 4º série. No Nordeste, esse número chega a 20. E de cada 100 pessoas que conseguem chegar a 8º serie, apenas 54 conseguem concluir o ensino médio. 

Rapidinhas
Fonte: Paulo Alceu
*O deputado José Carlos Vieira, que deixou o DEM indo pára o PR destacou que foi uma iniciativa dele a troca de sigla apesar dos insistentes pedidos da cúpula para que ficasse.
*O vice-presidente executivo da RIC/Record, Marcello Corrêa Petrelli, integra a comitiva do governador Luiz Henrique como convidado na viagem para a Rússia, Polônia e Áustria.
*Também integram a comitiva oficial os secretários Derly Massaud de Anunciação, Antônio Gavazzoni e Vinicius Lumnmetrz, os prefeitos Dário Berger e Clésio Salvaro e o deputado estadual Cesar Souza Júnior.
*Quando embarcava da República Dominicana para os Estados Unidos, o vice-governador Leonel Pavan soube do acidente com o governador em exercício, Jorginho Mello. Ligou desejando pronto restabelecimento.
*Ao assumir hoje o deputado/suplente Vânio dos Santos já tem agendada uma reunião com os eletricitários onde um dos temas é a geração, além dos desencontros na Celesc.
* A agenda do governador em exercício Jorginho Mello, era intensa nesta segunda-feira. Foi cancelada depois do acidente em Campos Novos: Fenarreco em Brusque, Marejada em Itajaí, Oktoberfest em Blumenau...

Ensino Superior: Custos em Portugal são dos mais elevados da Europa
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:09 hs. 
Os custos da Educação em Portugal para um estudante do ensino superior são dos mais elevados da Europa, representando 11 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) per capita português, indica um estudo académico que será divulgado amanhã. Luísa Cerdeira, professora e administradora da Universidade de Lisboa, estudou o financiamento do ensino superior, compilando as várias áreas abordadas num livro que será lançado durante uma conferência internacional, em Lisboa.
“Parte do trabalho (realizado em 2005) resultou de um inquérito a uma amostra representativa dos estudantes portugueses sobre a sua entrada no ensino superior” e os custos que acarretou, “não só custos de ensino, mas também custos de vida”, explica Luísa Cerdeira. “Além desse estudo, comparei os custos dos estudantes portugueses no contexto internacional” no que se refere à capacidade de suportar as despesas face a outros países, com base no PIB per capita, por ser um indicador universal, disse.
“Verifiquei que os custos com a Educação em Portugal (no ensino superior) são dos mais elevados da Europa: representam 11 por cento do PIB per capita português”, revelou. Por outro lado, os custos de vida, que incluem os gastos com com alimentação e alojamento, são “próximos” dos restantes países desenvolvidos, representando em Portugal 18 por cento do PIB per capita.
“Quando quantificamos a ajuda do apoio social por aluno, Portugal está muito aquém” do valor europeu, referiu, congratulando-se com as últimas medidas anunciadas pelo Governo nos critérios para atribuição de bolsas. O livro traça um retrato dos vários países e dos sistemas que adoptaram relativamente à partilha de custos no ensino superior, às propinas e aos empréstimos, passando pela acção social.
Um dos capítulos analisa o que aconteceu em Portugal nos últimos anos, contextualizando as questões de financiamento e apoio social. Estas e outras questões relacionadas com o financiamento do ensino superior vão estar em debate numa conferência internacional a realizar amanhã e terça-feira no salão nobre da reitoria da Universidade de Lisboa. 
Fonte: Portal Último Hora - Portugal

Vaga para professor deficiente opõe Procuradoria e Universidade Federal de Minas
Fonte: Clipping Educacional CONSAE Folha Online, 09/10/2009 - São Paulo SP
PAULO PEIXOTO da Agência Folha, em Belo Horizonte 
O Ministério Público Federal e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) travam na Justiça uma disputa em torno da reserva de vagas na instituição de ensino para docentes portadores de deficiência. Desde 2008, mais de 227 professores foram contratados em concursos públicos na UFMG, mas nenhuma vaga foi reservada para pessoas com deficiência. As reservas são feitas apenas para cargos técnicos e administrativos. A UFMG diz não saber quantos dos atuais 2.376 professores da instituição são portadores de deficiência aprovados em concurso. O reitor da universidade, Ronaldo Penna, alega ser "impossível" fazer as reservas porque há pouca oferta de vagas nos concursos para  docentes, já que existe autonomia de cada um dos departamentos das 22 unidades da instituição. A universidade diz que, com a autonomia, não é possível reunir todas as contratações de professores em um único concurso, pois é preciso considerar a "especificidade de cada departamento e a área de conhecimento a ser avaliada, o que resulta, em cada caso, em número reduzido de vagas". Para a contratação de 227 professores entre 2008 e março deste ano, conforme dados da Procuradoria, foram lançados 130 editais --média de 1,7 vaga por concurso.
A lei 8.112, de 1990, assegura às pessoas portadoras de deficiência a reserva de até 20%   das vagas oferecidas no concurso. O reitor diz, porém, que "invariavelmente as vagas ofertadas são inferiores a cinco [por concurso], razão pela qual fica impossibilitada a reserva de vagas para deficiente físico". A Procuradoria contra-argumenta que a fragmentação das vagas em vários editais é uma "estratégia perversa para driblar a obrigação legal", porque impede aplicar a regra matemática que assegura o direito das pessoas com deficiência à reserva destinada por lei. O Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública porque sua recomendação feita em abril não foi atendida. Queria que a UFMG iniciasse imediatamente as reservas de ao menos 5% das vagas ofertadas. 

Mais de 1,2 milhão de jovens estão ociosos no Brasil, segundo IBGE
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:33 hs. 
Eles representam 5,37% dos brasileiros entre 18 e 24 anos e não trabalham, não estudam, não ajudam em casa
Wilson Tosta
Mais de 1,2 milhão de jovens de 18 a 24 anos não exerciam, em 2008, nenhuma atividade produtiva no Brasil, segundo números apresentados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Síntese de Indicadores Sociais referente ao ano passado. Essa enorme ociosidade juvenil - 1.245.270 pessoas que não estudavam, não trabalhavam e não ajudavam em afazeres domésticos - atingia 5,37% dos 23.242.000 brasileiros desta faixa etária no País. Ela se deve, em boa parte, ao desemprego.
O levantamento foi feito por técnicos do IBGE com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada em setembro. Os números da falta de atividade produtiva de parte dos jovens brasileiros foram calculados pelo Estado, a partir da síntese.
Segundo o IBGE, a inatividade em 2008 era maior no sexo masculino, com 943.675 homens que não trabalhavam, não estudavam e não ajudavam em afazeres domésticos. Eram 301.591 mulheres na mesma situação. Entre os rapazes, havia 300.344 inativos de 18 a 19 anos e 643.335 de 20 a 24 anos; entre as garotas, 88.209 na primeira faixa, e 213.382 na segunda.
O grande número de jovens sem atividade produtiva chamou a atenção da pesquisadora Lara Gama, do IBGE, que trabalhou no capítulo referente a crianças, adolescentes e jovens da síntese. "Uma parte dessas pessoas sem atividade estava procurando emprego, cerca de metade dos homens que disseram não fazer nada estava nessa situação", diz Lara.
Ela explica que o IBGE limitou-se a apresentar aos entrevistados cinco opções de resposta - só trabalha, só estuda, trabalha e estuda, cumpre afazeres domésticos e não faz nada -, mas não perguntou o motivo. "Outra parte pode ter deficiências, doenças ou simplesmente não tem uma ocupação, mas não é possível determinar o motivo", afirma.
A pesquisadora diz que a falta de atividades é menor no sexo feminino por vários motivos: as mulheres estão entrando mais fortemente no mercado de trabalho e, quando não têm emprego, em geral se incumbem de tarefas domésticas.
Uma quantidade muito maior de jovens na mesma faixa etária, porém, declarou exercer atividades produtivas. Ao todo, 3.853.755 homens e mulheres dessa idade (16,58% do total) acumulavam trabalho e estudo. Outro grupo, formado por 3.236.267 pessoas, só estudava. E 11.051.503 só trabalhavam.
FAMÍLIAS
A inatividade de parte expressiva dos jovens brasileiros se dá em um quadro de melhoria da distribuição de renda, embora permaneçam grandes os níveis de desigualdade. Em 1998, 27,3% das pessoas com até 17 anos viviam em famílias em situação de extrema pobreza, com renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo. Em 2008, essa proporção caiu para 18,5%.
Quase metade, porém, ainda vivia, no ano passado, em famílias com menos de meio salário mínimo de renda familiar per capita (44,7%). No Nordeste, a proporção de jovens em famílias pobres ou extremamente pobres era maior, 66,7%, ante 73,1% em 1998. "Tais melhoras podem ser atribuídas ao efeito de políticas públicas de transferência de renda", diz o estudo.
A síntese também aponta a redução da população brasileira mais jovem. Em 1998, as crianças de zero a 6 anos eram 13,2% da população, passando a 10,2% em 2008. Menos da metade da população (43,2%) estava na faixa de zero a 24 anos, o que coloca o Brasil entre os países em processo de envelhecimento.
A pesquisa se baseou na Pnad - na qual 2,5 mil pesquisadores ouviram 391 mil pessoas em 150 mil domicílios. Outras bases de dados foram consultadas.
Desigualdade cai, mas continua alta
Em 2008, grupos dos mais ricos ganhavam 18 vezes a renda dos pobres, ante 20,2 em 2006
Em três anos, de 2006 a 2008, diminuiu muito rapidamente a distância entre os dois extremos de rendimentos da sociedade brasileira, o que reduziu a desigualdade social no País, apontou o estudo do IBGE. A melhoria na renda contrasta com dados referentes a bens e serviços: apenas 61% dos domicílios brasileiros tinham simultaneamente, em 2008, água encanada, coleta de esgoto, de lixo e iluminação elétrica.
Em 2006, a razão entre a renda familiar per capita dos 20% mais ricos e dos 20% mais pobres era 20,2, ou seja, o grupo mais rico ganhava 20,2 vezes a renda do mais pobre. No ano seguinte, essa relação caiu a 18,7, e em 2008, foi a 18. O nível ainda é alto - em países desenvolvidos, fica em torno de 4 a 6 -, mas já mostra redução na desigualdade entre os brasileiros, segundo Ana Lucia Saboia, coordenadora-geral do estudo.
O IBGE também apurou que caiu a proporção de pessoas com rendimento familiar per capita abaixo de 60% do mediano. Como foi estimado em R$ 415, os 60% eram R$ 249 em 2008 - essa medida serve para mensurar a pobreza dos grupos sociais. Em 2006, 37,3% ganhavam menos que essa fronteira; em 2007, 36,1%; em 2008, 33,8%. Também caiu o diferencial entre o rendimento familiar mensal per capita das famílias dos 10% mais ricos em relação aos 40% mais pobres. Em 2001, era 22,1 e em 2008, 16,8. Os números foram comemorados pelo diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, Marcelo Néri. Ele lembrou que a queda começou em 2001 e se acentuou a partir de 2004, porque se associou ao crescimento econômico. "Não era mais como em 2001, quando o bolo caiu e a parte dos pobres caiu menos."
Os problemas de distribuição de renda, porém, continuam. Enquanto o rendimento familiar médio ficou em R$ 720, metade das famílias vivia com menos de R$ 415 - salário mínimo vigente em setembro de 2008.
SERVIÇOS
Apesar de 40% das residências brasileiras não terem ao menos um serviço público essencial (água encanada, coleta de esgoto, de lixo e iluminação elétrica), o dado representa um avanço em relação a 1998. Naquele ano, o porcentual de unidades com os quatro benefícios ao mesmo tempo era de 56,8%, ante 43,2% desprovidos de pelo menos um deles. A região com maior acesso era o Sudeste (82,6% dos lares) e a com menor era o Norte (14,9%). 
Fonte: O Estado de São Paulo 
 
Capes recebe textos para RBPG até o dia 30 de outubro
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:44 hs. 
Até o dia 30 de outubro, a Revista Brasileira de Pós-Graduação (RBPG) recebe propostas para mais uma edição. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) aceita para publicação trabalhos inéditos de autores brasileiros e estrangeiros em forma de estudos e pesquisas de caráter acadêmico-científico, opiniões e experiências inovadoras relativos à educação superior, ciência e tecnologia e cooperação internacional que tenham como foco a pós-graduação, seus programas e desafios. Os textos devem ser encaminhados para o e-mail rbpg@capes.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
O envio espontâneo de qualquer colaboração implica automaticamente a cessão dos direitos autorais à Capes. A publicação de artigos não é remunerada, sendo permitida sua reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte. Serão remetidos a cada autor cinco exemplares da edição em que for publicada sua colaboração. Confira as normas de colaboração.
RBPG
Lançada em agosto de 2004, a RBPG é voltada à divulgação de estudos, experiências e debates sobre a pós-graduação, sua situação, desafios, políticas e programas. De periodicidade semestral, está estruturada em quatro seções: Estudos, Experiências, Debates e Documentos. A publicação é disponibilizada para todas as bibliotecas e vários centros de informação do país e do exterior, além de se encontrar disponível em página no portal da Capes.
Com uma média de 8,5 mil a 10 mil acessos por trimestre, a revista firmou-se como um importante veículo para a disseminação de estudos e debates sobre a pós-graduação. A cada número, são tratados temas variados como características da formação pós-graduada em várias modalidades, política da pós-graduação, demandas da comunidade científica e ações das agências de fomento. A RBPG desempenha ainda o papel de instrumento privilegiado para o estudo de temas referentes à colaboração científica internacional.
Qualidade
Recentemente, a RBPG foi incluída no Qualis de algumas áreas do conhecimento passando a ser considerado um veículo importante de divulgação da produção científica da pós-graduação. Referendada por uma comissão de avaliação de periódicos da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd) em 2007, a revista se consolidou como um instrumento de divulgação dos trabalhos acadêmicos da área de educação.
No decorrer dos anos, cerca de 760 textos foram apresentados para avaliação, sendo publicados 111 artigos completos, abrangendo os diversos campos do conhecimento. O processo adotado para avaliação dos textos é realizado por pares da comunidade científica, um trabalho voluntário e sem remuneração. Para cada texto apresentado, dois ou três pesquisadores são acionados para exame dos artigos submetidos à publicação, atestando desta forma a sua excelência.
Aquisição
Para adquirir um exemplar avulso da RBPG, deve-se efetuar depósito, por meio da Guia de Recolhimento de Receitas da União (GRU), disponível no sítio do Tesouro Nacional. O recolhimento dos valores deve ser efetuado no Banco do Brasil. O valor unitário da revista é de R$ 10, sendo a taxa de postagem por unidade R$ 1,50 para remessa simples, ou R$ 6 para remessa registrada. Após a realização do depósito, deve-se enviar o comprovante de pagamento, nome, telefone e endereço do destinatário por meio do fax (61) 2022-6902. Saiba mais sobre o processo de aquisição da RBPG. 
Fonte: Portal Capes