
26/10/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo
da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING
é divulgar as notícias e legislação do
setor educacional às instituições associadas.
Em
breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para
consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no
AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a
opinião da Associação.

I Encontro Estadual de Estudantes do ensino Privado da ARTE
Universidade pode restringir acesso a sistema de cotas a alunos oriundos de escolas públicas
Professor terá de ter curso superior
Além das intenções
Enade 2009 será realizado no dia 8 de novembro
Entidades do ensino superior privado pedem cancelamento do Enade. MEC descarta a possibilidade
Aluno já pode consultar local de prova do Enade
MPF descarta vazamento do Enade, mas pede que MEC melhore segurança
Exame de Ordem unificado acabará com mercantilização do ensino, diz Britto
Entidades médicas querem mudar lei de estágios
Nota Técnica aplicação do CPC na Avaliação do SINAES
Consenso sobre lei antifumo da Capital pode sair na segunda
Acordo entre Brasil e Uruguai permite pagamento em moeda local entre os dois países
Diploma para jornalista volta à pauta na CCJ
Terreno para Universidade Federal da Fronteira Sul será doado dia 14
Novo instituto vai estudar mudanças climáticas no território nacional
MEC desmente informação de que Enem terá 2 versões de prova
Segundo estudo, aumento
da carga horária em ciências faria Brasil ganhar oito
posições em ranking internacional
CNPq lança oito editais durante esta semana: são R$ 66 milhõe para áreas estratégicas
MEC nega obrigatoriedade de dupla matrícula para especiais
Pós-crise: demanda por cursos profissionalizantes deve crescer
Semana do Bibliotecário
Prêmio para textos reflexivos sobre igualdade de gênero
Procuradoria move ação contra faculdade de Bauru
Senador destaca papel da educação a distância para o Brasil
I Encontro Estadual de Estudantes do ensino Privado da ARTE
Fonte: UCE/SC
Data: 31 de outubro de 2009 (sábado)
Local: Blumenau - UNIASSELVI/FAMEBLU
Endereço: Rua Doutor Pedro Zimmermann, 385 - Bairro Salto do Norte
Referência: Próximo ao Trevo da Mafisa
9:00 Mesa de abertura
9:45 Palestra "os desafios do ensino superior Privado - Acesso e permanência”
Professor:Giancarlo Moser
10:30 Debate - Bolsas de estudo
12:00 Almoço
13:30 Trabalhos em grupo
Grupo 1 - Art. 170 – Bolsas de acesso ou permanência?
Coordenação: Talia Barbara Tumelero – Direito Cesusc
Relator: Juliane schmitzhaus – Ciências Contábeis Anhanguera/Iesville
Grupo 2 - Art. 171 –
Coordenação: Eduardo Poletto – Direito Uniasselvi/Indaial
Relator: Everson Ariel Jeske – Ciências Contábeis Uniasselvi/Blumenau
Grupo 3 - Nova lei de bolsas de estudos ( lei Júlio Garcia/jorginho)
Coordenação:Jalusa Soares – Engenharia de Produção Tupy/Sociesc
Relator: Giovano da Silva Soares – Administração/Comex Avantis
Grupo 4 - Contrapartidas das faculdades e/ou universidades
Coordenação:Michelline Móes - Direito FCJ
Relatório: Gabriela Bechara – Direito Cesusc
15:30 Apresentação dos grupos
16:30 Mesa de encerramento
Contatos
Norte e Planalto norte:
jalusa@articulacaoestudantil.com.br
budal@articulacaoestudantil.com.br
michelline@articulacaoestudantil.com.br
Oeste:
eduardo@articulacaoestudantil.com.br
Planalto Serrano:
bruno@articulacaoestudantil.com.br
Vale do Itajai:
poletto@articulacaoestudantil.com.br
giovano@articulacaoestudantil.com.br
Grande Florianópolis:
gabriela@articulacaoestudantil.com.br
talia@articulacaoestudantil.com.br
edenilson@articulacaoestudantil.com.br
Universidade pode restringir acesso a sistema de cotas a alunos oriundos de escolas públicas
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
Dentro das suas autonomias, as universidades têm o direito de
estabelecer critérios para a entrada de alunos por cota social.
Com esse entendimento, a Segunda Turma do Superior Tribunal de
Justiça (STJ), seguindo o voto do ministro Humberto Martins,
acatou recurso movido pela Universidade Federal do Paraná (UFPR)
para restringir o acesso ao sistema de cotas aos estudantes que tenham
feito o ensino fundamental e o médio exclusivamente em escolas
públicas brasileiras.
A UFPR estabeleceu o critério em seu edital de vestibular. Um
aluno que cursou apenas alguns meses em escola particular recorreu
à Justiça para manter a sua inscrição para
a seleção da universidade. O Tribunal Regional Federal da
4ª Região (TRF) admitiu a liberdade da
instituição de ensino em definir a seleção
de seus alunos, mas considerou que, no caso, pelo princípio da
razoabilidade, não deveria valer a regra.
A decisão fez o estabelecimento de ensino recorrer ao STJ,
alegando falta de fundamentação legal e que teria sido
violada a autonomia universitária, garantida pelo artigo 207 da
Constituição Federal de 1988 e pelo artigo 53 Lei de
Diretrizes e Bases da Educação (Lei n. 9394 de 1996). A
UPPR afirmou, ainda, afronta ao artigo 41 da Lei n. 8666 de 1993,
já que qualquer órgão da
Administração Pública fica vinculado às
normas dos editais que publica, não podendo o Judiciário
afastar essa responsabilidade.
No seu voto, o relator, ministro Humberto Martins, considerou,
inicialmente, que a discussão acerca da violação
à Lei das Licitações (Lei n. 8666) não foi
apreciada pelas instâncias ordinárias, o que impede seu
julgamento no STJ. Quanto ao artigo 207 da CF, o ministro considerou
que o registro constitucional de um instituto ou conceito, sem
detalhamentos e desdobramentos, não afasta a competência
do STJ quando a lei federal disciplina imperativos específicos.
O magistrado explicou que as chamadas “ações
afirmativas”, que visam combater as desigualdades sociais,
surgiram inicialmente nos Estados Unidos, no início do
século XX, com ênfase no combate a
segregação racial. Ele apontou que o Brasil é
signatário de convenções internacionais contra o
racismo e que na própria CF o combate à
discriminação social, étnica e racial foi definido
como um dos seus princípios. Essas medidas seriam uma maneira de
discriminação positiva, visando beneficiar grupos
historicamente desfavorecidos. Além disso, as universidades
teriam autonomia para regular o ingresso de seus alunos, devendo
exercer essa propriedade dentro de princípios legais.
No caso específico, a norma do edital vetou a
participação de alunos que estudaram em escola
particular. O aluno se candidatou como cotista, mesmo tendo cursado
alguns meses em uma dessas instituições de ensino.
“O Judiciário não pode, em regra, afastar a
autonomia universitária exercida nos limites da lei, da
razoabilidade e da proporcionalidade”, apontou o ministro. Para
ele, a exigência de estudo integral em instituições
públicas seria um critério objetivo razoável e
proporcional para a seleção de alunos.
O ministro questiona, ainda, como o Judiciário poderia
estabelecer o número de meses “razoável” para
o aluno cursar em escolas privadas e ainda ser cotista. A
restrição, no seu entender, critério objetivo
escolhido pela universidade, não comporta exceção
sob pena de inviabilizar o sistema de cotas proposto.
Coordenadoria de Editoria e Imprensa
Professor terá de ter curso superior
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 07:45 hs.
Projeto aprovado na Câmara torna obrigatório diploma universitário até para trabalho em creches
De Bernardo Mello Franco:
A Câmara dos Deputados aprovou ontem à noite projeto que
torna obrigatório que todos os professores do ensino
básico tenham diploma universitário e licenciatura.
Hoje, a regra aprovada pelos deputados seria cumprida por apenas 61,6% dos professores do ensino básico.
De acordo com dados do Censo 2007, citados este ano em estudo do MEC, o
país tem 1,88 milhão de professores nessa faixa, sendo
que 1,28 milhão tem ensino superior completo e 1,16
milhão concluiu a licenciatura, formação adequada
para atuar na educação básica.
Para atender à nova exigência, seria necessário
reforçar a formação de 722 mil professores que
já estão nas salas de aula. O Brasil tem 53,2
milhões de alunos na educação básica, sendo
7,1 milhões na rede privada e os demais em creches e escolas
públicas.
Aprovada em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases estabeleceu prazo de dez
anos para que todos os professores do ensino fundamental tivessem
diploma, o que não foi cumprido.
O projeto aprovado ontem estende a exigência para a
educação infantil, onde o percentual de mestres com
nível superior é ainda menor
Fonte: Blog do Noblat
Além das intenções
Fonte: Clipping Educacional Consae Diário Catarinense, 23/10/2009 - Florianópolis SC
Editorial
A Câmara dos Deputados aprovou, esta semana, projeto que torna
obrigatório o diploma universitário e licenciatura para
todos os professores do ensino básico. A exigência
passará a valer também para creches e escolas de ensinos
fundamental e médio, tanto na rede pública quanto na
privada. Trata-se de uma medida importante para qualificar o ensino
brasileiro. É na educação básica que existe
a necessidade dos melhores profissionais, pois é nesta fase que
se constrói o alicerce da formação dos estudantes.
Só que este projeto bem-intencionado, ainda na dependência
de aprovação do Senado, precisa se transformar em
prática. Num país com imensas dificuldades para
contemplar até mesmo questões essenciais, a boa
intenção manifesta vai exigir uma série de
precondições para se transformar em realidade. A Lei de
Diretrizes e Bases, de 1996, estabeleceu um período de 10 anos
para que todos os professores do ensino fundamental tivessem o diploma
superior. O prazo chegou ao final e, como costuma ocorrer nesta e
em outras áreas para as quais deveria ser concedido sempre
tratamento prioritário, a situação pouco se
alterou. Os dados oficiais indicam que, hoje, apenas 61,6% dos
professores do ensino básico estariam dentro da lei se a
exigência já estivesse valendo. O elevado volume de
educadores a ser treinado, portanto, reforça a visão de
integrantes do Ministério da Educação (MEC), para
os quais o mais prudente, nesta etapa, seria direcionar a lei para o
ensino básico neste momento, deixando as creches para serem
incluídas mais à frente. Hoje, uma das questões
cruciais nessa área é o fato de os professores, de
maneira geral, enfrentarem dificuldades para bancar um curso de
nível superior. Muitos deles começam a lecionar cedo e
não têm como continuar os estudos. O resultado é
que ganham pouco, entre outras razões, por não terem
cursado uma universidade, e não conseguem continuar se
aprimorando porque não dispõem dos recursos
necessários.
A pretensão da Câmara de exigir curso superior para todos
os professores do ensino básico já estará
favorecendo a melhoria da qualidade do ensino se contribuir para a lei
ser posta em prática. Um dos pressupostos para alcançar
os objetivos nesta área essencial em regiões mais remotas
do país, nas quais sequer há curso superior, é
apostar em alternativas como o ensino à distância, por
exemplo. É indispensável que, em complemento à
lei, o governo garanta os investimentos na formação de
educadores e fiscalize adequadamente a execução de um
cronograma para a universalização da medida. Professores
precisam contar com formação mínima para cumprir
seu papel na formação de crianças e jovens, pois
esses são os futuros profissionais, dos quais o país
depende para expandir sua economia e se firmar como nação.
Enade 2009 será realizado no dia 8 de novembro
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC
Considerando os fatos divulgados pela imprensa, acerca do transporte de
folhas de respostas e provas para alunos com baixa visão do
Enade 2009, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (Inep) esclarece aos estudantes, à
comunidade acadêmica e à sociedade em geral que, conforme
nota oficial da empresa responsável pela execução
do Enade 2009, a integridade das provas está assegurada e
reafirma que o exame será realizado no próximo dia 8 de
novembro, às 13h (horário oficial de Brasília). O
Inep informa, ainda, que os fatos noticiados estão sendo
devidamente esclarecidos junto à empresa. O Enade 2009
será realizado por 1,1 milhão de estudantes em 997
municípios.
Entidades do ensino superior privado pedem cancelamento do Enade. MEC descarta a possibilidade
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 07:11 hs.
Representantes do Fórum das Entidades Representativas do Ensino
Superior Particular encaminharam na manhã desta quinta-feira
(22/10) um requerimento ao presidente do Instituto Nacional de Estudos
e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, solicitando o
imediato cancelamento das provas do Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (Enade), previstas para o dia 8 de novembro.
O documento foi entregue na sede no Inep, em Brasília. O motivo
do pedido foi a desconfiança causada pela descoberta de caixas
com provas do Exame, sem lacre de segurança, durante uma blitz
policial no Rio de Janeiro, na última terça-feira.
Segundo os representantes, o ocorrido "coloca sob suspeita o sigilo da
prova" e "representa um risco para os alunos das
instituições de ensino, considerando que estas
serão avaliadas com base neste processo potencialmente viciado."
Assinam o requerimento Abib Cury, presidente da
Associação Nacional das Universidades Particulares
(Anup); Paulo Cardim, presidente da Associação Nacional
dos Centros Universitários (Anaceu); Gabriel Mário
Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de
Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes); José Diniz, presidente
da Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades
Isoladas e Integradas (Abrafi) e Hermes Figueiredo, presidente do
Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino
Superior no Estado de São Paulo (Semesp).
A assessoria de imprensa do Ministério da Educação
afirmou que, segundo informações do Ministério
Público de Petrópolis (RJ), não houve vazamento do
conteúdo das provas. Portanto, não há porque se
falar em cancelamento. Apesar do pedido das entidades, a prova
está mantida para 8 de novembro. “O MEC reconhece o zelo
do Fórum, principalmente em relação aos seus
estudantes, mas garante que a segurança da prova está
mantida”, observou a assessoria.
"As imagens demonstram o que ocorreu. As provas não estavam
lacradas. Não se sabe o que aconteceu com os demais envelopes",
disse José Roberto Covac, consultor jurídico do
Fórum. Quanto ao não atendimento do MEC ao pedido, ele
defende que o Ministério Público Federal deve tomar
alguma atitude em relação ao controle e
transparência do exame. "Qualquer critério que ofenda a
integralidade do exame é preocupante."
Camila de Magalhães
Fonte: Correio Brasiliense
Aluno já pode consultar local de prova do Enade
Fonte: Assessoria de Imprensa do Inep/ MEC
Estão disponíveis para consulta os locais de prova do
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, o Enade 2009, no
endereço http://enade.inep.gov.br/enadeConsulta.
Esse ano, todos os alunos ingressantes e concluintes farão a
prova, que será realizada no dia 8 de novembro, às 13h
(horário de Brasília).
Participam do Enade 2009 estudantes do final do primeiro ano de curso
(ingressantes) e do último ano de curso (concluintes) das
áreas selecionadas. São considerados ingressantes aqueles
estudantes que, até o dia 1º de agosto, tiverem
concluído entre 7% e 22% da carga horária mínima
do currículo do curso da Instituição de Ensino
Superior (IES). Concluintes são aqueles que, até o dia
1º de agosto, tiverem concluído pelo menos 80% da carga
horária mínima do currículo do curso da IES ou
aquele estudante que tenha condições acadêmicas de
conclusão do curso no ano letivo de 2009.
Conforme a portaria, neste ano serão avaliados os cursos de
graduação em Administração, Arquivologia,
Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Ciências
Econômicas, Comunicação Social, Design, Direito,
Estatística, Música, Psicologia, Relações
Internacionais, Secretariado Executivo, Teatro e Turismo, além
de duas áreas novas: Estatística e Relações
Internacionais.
Serão avaliados também, pela primeira vez, os cursos
superiores de tecnologia em Design de Moda, Gastronomia, Gestão
de Recursos Humanos, Gestão de Turismo, Gestão
Financeira, Marketing e Processos Gerenciais.
Ficam dispensados do Enade os estudantes que colarem grau até o
dia 31 de agosto e aqueles que estiverem oficialmente matriculados e
cursando atividades curriculares fora do Brasil, na data de
realização do exame, em instituição
conveniada com a IES de origem do estudante.
Os estudantes ingressantes e concluintes em situação
irregular nas edições anteriores do Enade deverão
regularizar a situação participando da
edição 2009.
MPF descarta vazamento do Enade, mas pede que MEC melhore segurança
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:13 hs.
Para procuradoria no DF, isso demonstra "a fragilidade do sistema".
Na terça, Polícia Rodoviária encontrou caixas com a prova sem lacre.
O sigilo das provas do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes
(Enade) não foi violado, na avaliação do
Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF).
No entanto, a procuradoria considera necessário que o
Ministério da Educação (MEC) aprimore o sistema de
segurança de suas provas.
No dia 20, a Polícia Rodoviária Federal no Rio de Janeiro
parou uma caminhonete que levava caixas com provas do exame. Segundo os
policiais, quatro caixas estavam sem lacre de segurança.
O MPF divulgou uma nota nesta sexta-feira (23) que diz, que ,
“neste momento, não são necessárias medidas
para suspender, cancelar ou adiar a data do exame”. Segundo a
procuradoria, “não há, até agora,
comprovação de vazamento do conteúdo das
provas”.
Desde quinta (22), as investigações que apuram
possíveis falhas na segurança do exame estão a
cargo do MPF no Distrito Federal. O procedimento foi encaminhado pela
Procuradoria da República em Petrópolis, que acompanhou o
caso inicialmente.
A nota informa que, na quinta, “o procurador da República
Carlos Henrique Martins Lima recebeu explicações do
presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
(Inep), Reynaldo Fernandes, sobre o episódio. "O
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério
Público Federal concordaram que não há motivos
para suspender ou cancelar o exame neste momento", explica Lima.
O procurador, segundo a nota, considera necessário aprimorar o
sistema de segurança das provas realizadas pelo MEC. Segundo
ele, os recentes problemas envolvendo o Exame Nacional do Ensino
Médio (Enem) e o Enade demonstram a "fragilidade do sistema".
Ele afirma que irá trabalhar em conjunto com o MEC para combater
as falhas identificadas.
O consórcio Consulplan, responsável pela
aplicação da prova, afirma que um dos funcionários
que acompanhava o transporte “é justamente o diagramador
das provas, seu fiel depositário, e havia acompanhado na
gráfica a impressão das avaliações para os
portadores de necessidades especiais e se encontrava no veículo
justamente para proteger o material”.
Na quinta-feira (22), o Sindicato das Entidades Mantenedoras de
Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo
(Semesp ) e o Fórum das Entidades Representativas do Ensino
Superior Particular pediram o cancelamento das provas do Exame Nacional
de Desempenho de Estudantes (Enade). O pedido foi protocolado no
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
O Ministério da Educação (MEC) afirmou, por meio
de sua assessoria, que reconhece a preocupação das
entidades com os seus alunos, mas que está seguro de que
não houve vazamento do conteúdo da prova, prevista para
ocorrer no dia 8 de novembro. Segundo a pasta, o sigilo não foi
quebrado na avaliação do Ministério Público
Federal em Petrópolis.
Fonte: G1 - Portal Globo
Exame de Ordem unificado acabará com mercantilização do ensino, diz Britto
Fonte: Clipping Educacional Consae Última Instância, 20/10/2009
Da Redação
O Pleno do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil)
aprovou um novo provimento disciplinando o Exame de Ordem unificado.
Assim, o conteúdo será indispensável para que o
bacharel em Direito possa exercer a advocacia. Para o presidente
nacional da OAB, Cezar Britto, "o Exame de Ordem unificado será
o maior adversário da mercantilização do ensino
jurídico". Dentre as novas exigências está a
obrigatoriedade de divulgação, no resultado final do
Exame, do percentual de aprovação e da nota média
de cada instituição. "São mais dois dados
fundamentais a contribuir para a melhoria da qualidade do ensino",
comemorou Cezar Britto. Segundo ele, a decisão do Conselho
institui uma nova filosofia para o Exame de Ordem. "Primeiro quando,
definitivamente, o torna unificado, fazendo com que se tenha, a
partir daí, um aferidor confiável da qualidade do ensino
jurídico brasileiro", disse. "A unificação do
Exame de Ordem permitirá ao MEC, às
instituições do ensino do Direito e aos estudantes um
acompanhamento mais eficaz da qualidade do saber jurídico
oferecido no Brasil". Ele destacou também a importância
das inovações quanto ao conteúdo, sobretudo a
compatibilização dos requisitos exigidos pela
Comissão Nacional do Ensino Jurídico às provas do
Exame de Ordem. "O Exame deixa de ser meramente dogmático e
passa a ser elemento influenciador do conteúdo curricular de
cada instituição de ensino de Direito brasileira; agora,
se discutirá questões referentes a Direitos Humanos,
Ética, Estatuto da OAB e outras fundamentais para a
concretização do ensino comprometido com o ideal
republicano".
Outra inovação do provimento, que será publicado
nos próximos dias, torna obrigatória a inclusão no
conteúdo do Exame de questões sobre Direitos Humanos,
Ética e Estatuto da Advocacia e da OAB. Britto afirmou que uma
novidade importante também, trazida pelo provimento, é a
preocupação com a acessibilidade para portadores de
deficiência. "Esta inovação tem
relação direta com a necessidade de se adequar o Exame
às pessoas com deficiência para que elas não sejam
excluídas; a OAB terá que se adequar às pessoas
que necessitam participar do Exame de Ordem e não estas à
necessidade da OAB", observou. "A acessibilidade ao Exame de Ordem,
assim, não é mais apenas uma palavra, passa a ser uma
realidade".
Entidades médicas querem mudar lei de estágios
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:15 hs.
O número de estágios na área de saúde -
especialmente em medicina e enfermagem - caiu desde que a lei do
estágio entrou em vigor, há um ano.
Essa é a avaliação de Mourad Ibrahim Belaciano,
presidente da Abem (Associação Brasileira de
Educação Médica), e de Julio Dornelles Matos,
diretor da Abrahue (Associação Brasileira dos Hospitais
Universitários e de Ensino).
Por isso, as duas associações têm atuado na
tentativa de flexibilização da lei de estágio.
A Abrahue participou, neste mês, de uma audiência
pública na Comissão de Trabalho, de
Administração e Serviço Público da
Câmara dos Deputados para discutir as chances de
alteração do texto.
Estão em análise a possibilidade de o aluno estagiar
durante as férias, a flexibilização da jornada e a
ampliação do limite de dois anos de estágio em uma
mesma empresa.
"Em medicina, o que o estudante mais quer é estar em campo, mas a lei limita a jornada em 30 horas", diz Matos.
O presidente da Abem também cita a jornada como barreira. Ela
é de 30 horas semanais para estudantes do ensino superior e de
40 horas semanais para cursos que alternam teoria e prática, no
período em que não estiverem programadas aulas
presenciais.
Os gestores, diz Belaciano, estão receosos com a
fiscalização. Em alguns locais, afirma, o
Ministério Público do Trabalho tem obrigado a empresa a
assinar um termo de responsabilidade impedindo que o estudante estagie
por mais de 40 horas mensais, sob pena de pagar uma multa de quase R$
1.000 por dia por estagiário.
"A área de saúde é diferente de outras, e alguns
pontos precisariam ter sido contemplados na lei", considera Belaciano,
citando o regime de plantão, no qual o estudante trabalha por 24
horas -a lei permite que a jornada seja de até oito.
A Abem tem discutido com o MEC (Ministério da
Educação) formas de resolver a questão do
estágio em medicina. Nesta semana, a associação
avaliará propostas sobre o estágio e o conteúdo de
aulas práticas.
Debate
"Não é o caso de rever a lei", destaca a
secretária de educação superior do MEC, Maria
Paula Dallari Bucci.
Para ela, o problema está na compreensão do texto. "A lei é para proteger o estagiário", diz.
Carlos Vital, vice-presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina),
defende o debate, mas ressalta que uma flexibilização
deve ser calculada. Antes da lei, explica ele, o estágio
funcionava, em alguns lugares, como emprego de mão de obra
barata.
Fonte: Olhar Direto - MT
Nota Técnica aplicação do CPC na Avaliação do SINAES
Fonte: INEP
A presente Nota Técnica apresenta as diretrizes para a
implementação das Avaliações de Cursos no
âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – Sinaes, com base no Conceito
Preliminar de Curso (CPC), definido na Portaria Normativa 40, de 12 de
dezembro de 2007, aprovado pela Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior –
Conaes, e divulgado pelo Ministério da Educação.
Esse documento também explicita os procedimentos a serem
observados pelas Instituições de Ensino Superior –
IES que têm processos para renovação de
reconhecimento de Cursos de Graduação nos sistemas
eletrônicos do MEC, assim como para todos que, a partir da
publicação da citada Portaria, solicitem processos dessa
natureza.
Link: http://www.inep.gov.br/download/condicoes_ensino/2009/NTCPC102009.pdf
Consenso sobre lei antifumo da Capital pode sair na segunda
Fonte: ACIF
Nesta segunda-feira (26), às 14h30, ocorre reunião que
deve formalizar o consenso em relação ao projeto de lei
que pretende ordenar o consumo de cigarros e derivados na Capital,
proposta pelo vereador Gean Loureiro. O encontro será ACIF e
irá reunir representantes dos segmentos de bares, restaurantes e
hotéis, os principais afetados com a nova
resolução, além de representantes do poder
público municipal e de Loureiro. A lista de propostas é
resultado de uma série de encontros entre entidades como
Abrasel, Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares,
Associação Brasileira da Indústria de
Hotéis, além da ACIF. Entre elas, estão a
criação de áreas restritas e específicas
para fumantes (fumódromos), sem venda de bebidas e alimentos ou
circulação de funcionários do estabelecimento;
autorização para o consumo de cigarros e derivados em
varandas, desde que abertas e não cobertas,
autorização para o consumo de cigarros em charutarias e
tabacarias (desde que não comercializem outros produtos) e
destinação de 30% das vagas da rede hoteleira para
fumantes.
Acordo entre Brasil e Uruguai permite pagamento em moeda local entre os dois países
Fonte: Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República Nº 917
Os Bancos Centrais do Brasil e do Uruguai firmaram na última
sexta-feira (23) uma Carta de Intenções pela qual
concordam em dar início ao processo de implantação
do Sistema de Pagamentos Bilateral em Moeda Local entre os dois
países.
O objetivo de criação do sistema de pagamentos é
oferecer aos exportadores e importadores brasileiros e uruguaios uma
alternativa para a liquidação de suas
operações de compra e venda em moeda local. A
redução de custos por não utilização
de uma terceira moeda e o aumento da liquidez e da eficiência do
mercado de câmbio em Peso Uruguaio e Real são alguns dos
benefícios que adviriam da implementação do
sistema.
A existência do sistema bilateral de pagamentos será mais
um elemento a contribuir para o processo de integração
econômica entre as duas nações do Mercosul.
Além disso, a assinatura da Carta de Intenções
ajudará a consolidar os vínculos de
cooperação entre os Bancos Centrais do Brasil e do
Uruguai.
Diploma para jornalista volta à pauta na CCJ
Fonte: Clipping Consae Folha de São Paulo, 25/10/2009 - São Paulo SP
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Entre as mais de 200 propostas no Congresso Nacional que tratam da
regulamentação de profissões, uma das mais
polêmicas é a emenda constitucional que tenta reativar a
exigência do diploma de jornalismo para o exercício da
profissão. A matéria pode ser aprovada nesta quarta-feira
pela CCJ (Comissão de Constituição e
Justiça) da Câmara dos Deputados. Com outros dois textos
semelhantes, a proposta foi apresentada após o STF (Supremo
Tribunal Federal) derrubar, em junho, a obrigatoriedade do diploma -um
resquício da regulamentação da
comunicação feita durante o regime militar (1964-1985).
Na ocasião, o entendimento da maioria dos ministros
foi o de que restringir o exercício do jornalismo a quem tem
diploma afronta o princípio constitucional da liberdade de
expressão. O relator de uma das propostas na Câmara,
deputado Maurício Rands (PT-PE), no entanto, entende que a
decisão do Supremo gerou "uma grave insegurança
jurídica para uma imensidade de profissionais jornalistas,
milhares de estudantes de jornalismo e, sobretudo, para a
própria ordem democrática".
A existência de cursos universitários, porém,
independe de a profissão ser ou não regulamentada. Em
2006, o Congresso chegou a aprovar projeto que regulamentava a
profissão de jornalista de forma a exigir diploma
universitário de todos os profissionais que atuam na
área, incluindo os que fazem comentários,
narrações, análise e crônicas. O projeto
levou apenas dois anos para ser aprovado pela Câmara e Senado,
mas foi vetado pelo Executivo. O governo alegou na época que a
exigência do diploma para todas as funções é
um "equívoco, um excesso na regulamentação da
profissão", citando o artigo 5º da
Constituição Federal, que garante o livre
exercício da atividade de comunicação, e ponderou
que o texto "limita o exercício do direito à liberdade de
informação".
Terreno para Universidade Federal da Fronteira Sul será doado dia 14
Fonte: UFSC
Nilso Folle, proprietário do terreno que será sede da
Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), doa oficialmente a
área para a Prefeitura de Chapecó na sexta-feira, 14 de
agosto. A solenidade de doação será realizada
às 9h, na Prefeitura de Chapecó.
Inicialmente a propriedade será repassada para a Prefeitura de
Chapecó, que se responsabilizará por assegurar
infraestrutura de acesso, luz, água e rede de fibra
ótica, entre outros serviços. Depois o terreno
será doado para a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),
tutora da nova universidade.
Nesse processo de implantação a UFSC deverá
cumprir dois compromissos básicos: repassar a área para a
Universidade Federal da Fronteira Sul, assim que a lei de
criação estiver sancionada pelo presidente Lula, e ajudar
a instalar no terreno, no prazo de três anos, a reitoria da nova
universidade.
O terreno de 91,6 milhões de metros quadrados (9.160 hectares)
é localizado próximo à saída de
Chapecó para a cidade de Guatambu. A sul a área faz
divisa com a Aurora, Cooperativa do Oeste de Santa Catarina.
A Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) deve começar a
funcionar em 2010. A comissão responsável pela
implantação da nova instituição é
presidida pelo professor Dilvo Ilvo Ristoff, tendo como vice-presidente
a professora Bernadete Limongi, ambos da UFSC.
A UFFS terá sede em Chapecó e, segundo o MEC,
beneficiará cerca de 3,7 milhões de habitantes da
meso-região da grande fronteira do Mercosul, que compreende o
norte do Rio Grande do Sul, o oeste de Santa Catarina e o sudoeste do
Paraná. A instituição terá extensões
com unidades nos municípios de Erechim e Cerro Largo, no Rio
Grande do Sul, e em Laranjeiras do Sul e Realeza, no Paraná. A
implantação dos cinco campi conta com o apoio das
prefeituras dos municípios-sede, que assumiram a
responsabilidade de doar os terrenos onde as futuras
instalações físicas serão
construídas.
Embora ricas na produção agroindustrial, as áreas
cobertas pelos cinco pólos da nova universidade têm
sérios problemas de distribuição de renda e sempre
foram desassistidas no campo da educação – nunca
houve ali uma universidade federal gratuita. “A política
do governo Lula vem priorizando a expansão do ensino federal
público, tanto que 100 novos campi em todo o país
estão interiorizando o acesso e abrindo novas alternativas de
formação em áreas hoje dominadas por
instituições estaduais, comunitárias e
privadas”, explica Dilvo Ristoff. Segundo ele, o Plano Nacional
de Educação quer elevar de 30% para 40%, até 2011,
a participação das instituições
públicas no total das matrículas no ensino superior no
Brasil.
A UFFS é uma das quatro grandes universidades consideradas
estratégicas nesse processo de expansão e
interiorização do ensino federal público –
as outras são a Universidade da Integração
Latino-americana, a Universidade da Integração
Luso-afro-brasileira e a Universidade da Integração
Amazônica.
O planejamento prevê a criação de 30 cursos para
atender a cerca de 10 mil estudantes de graduação,
mestrado e doutorado. Uma preocupação da comissão
de implantação é com a criação de
cursos voltados para as vocações regionais, concentradas
na produção agroindustrial e agropecuária e na
geração de energia. A perspectiva é de que dentro
dessas grandes áreas sejam criadas opções como
Agronomia (com ênfase em agroecologia), Engenharia Ambiental e
Energias Renováveis, Aqüicultura e Medicina
Veterinária.
“Durante os últimos anos discutimos bastante com o
Ministério da Educação, as lideranças
locais e os movimentos sociais para que fossem levadas em conta as
necessidades regionais, que são bastante
específicas”, diz Ristoff. Também a área das
licenciaturas, visando à formação de professores,
foi contemplada, atendendo a outra demanda detectada nessas
regiões. Enfermagem, Nutrição e Ciências da
Computação fecham a lista de cursos que serão
oferecidos pela UFFS.
Além de Dilvo Ristoff e Bernadete Limongi, compõem a
comissão de instalação o professor Gelson Luiz
Albuquerque (UFSC); Antônio Diomário de Queiroz,
presidente da Fapesc; Ricardo Rossatto, da Faculdade Luterana de Santa
Maria (RS); Conceição Paludo, da Universidade Federal de
Pelotas (RS); Paulo Alves Lima, da Unicit (SP); Antônio
Inácio Andreolli, da Universidade de Ijuí (RS); Solange
Maria Alves, da UnoChapecó; Marco Aurélio Souza Brito,
representando o MEC; e João Carlos de Souza, da Capes.
Uma das definições já tomadas é que o
processo seletivo dos 2.160 estudantes que vão entrar na
Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) em março de 2010
será realizado em duas partes: pelo resultado da prova do Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) e pelo conjunto das
ações afirmativas, contemplando alunos de escolas
públicas e que moram nas regiões de abrangência da
instituição. Ou seja, o critério por mérito
será integralmente definido pelo Enem, havendo uma
bonificação para estudantes originários de
estabelecimentos públicos e para os que residem no entorno das
áreas onde os campi serão instalados.
“Após a UFFS, as três regiões jamais
serão as mesmas”, disse o professor Dilvo Ilvo Ristoff no
discurso de posse como reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul,
quinta-feira, na Sala de Atos do Ministério da
Educação, em Brasília. Ele se referia à
11ª universidade federal criada no atual governo, que terá
sede em Chapecó, principal cidade do oeste de Santa Catarina, e
campi também em Erechim, Cerro Largo (noroeste do Rio Grande do
Sul), Laranjeiras do Sul e Realeza (sudoeste do Paraná). As
três unidades vão oferecer 2.160 vagas em 16 cursos, a
partir de março de 2010.
A posse de Dilvo Ristoff foi prestigiada pelo ministro Fernando Haddad,
que considerou este um momento histórico, já que com a
UFFS o governo Lula supera a marca de Juscelino Kubitscheck,
responsável pela criação de 10 universidades
federais. “A implantação da segunda
instituição federal de ensino superior em Santa Catarina
é resultado de uma mobilização das forças
sociais e da ação articulada das bancadas parlamentares
dos três Estados do Sul”, ressaltou o ministro.
Haddad agradeceu à Universidade Federal de Santa Catarina, no
ato representada pelo vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, que
foi tutora da nova instituição, e citou reportagem do
jornal francês Le Monde, que esta semana destacou os
avanços educacionais do atual governo brasileiro. A solenidade
de quinta-feira contou também com as presenças dos
senadores Neuto de Conto e Ideli Salvati, de prefeitos das
regiões a serem atendidas pela nova universidade, além de
equipes da UFSC e UFFS.
Em seu pronunciamento, o reitor Dilvo Ristoff disse que “agora
não há uma universidade a ser criada, mas a ser posta em
funcionamento, com muito a fazer em termos acadêmicos,
administrativos, operacionais e políticos”. Fazer a UFFS
funcionar, afirmou, será “uma tarefa
hercúlea”, mas ele acredita que tem nas mãos uma
missão especial. “Os impactos sociais e culturais
não serão triviais e desprezíveis como muitas
vezes imaginamos. Haverá mudanças de identidade e
feição de cidades inteiras. As universidades são
criadas pela sociedade para que esta possa melhorar a si mesma. Elas
não existem por si só, para ficar encasteladas em uma
torre de marfim. Elas devem estimular o saber para melhorar a qualidade
de vida das pessoas”.
Concurso público – Durante a posse do professor Dilvo, a
secretária de Educação Superior do
Ministério da Educação, Maria Paula Vallari Bucci,
anunciou que o Ministério do Planejamento e Gestão
aprovou a realização de concurso público para a
contratação de professores e servidores para a
instituição. Dentro de quatro anos, a meta é ter
500 professores e 400 funcionários, que irão atender a
cerca de 10 mil estudantes. Para o custeio e o pagamento de
salários dos professores e técnicos administrativos, o
Ministério da Educação estima um gasto anual de R$
194,5 milhões. Os investimentos previstos até a
conclusão do processo, em 2012, chegam a R$ 306 milhões.
O reitor da UFFS continuará atendendo nas dependências do
Instituto de Pesquisas e Estudos em Administração
Universitária (Inpeau), localizado no Centro
Sócio-econômico da UFSC, até o mês de
novembro, quando se transferirá para Chapecó. Dali,
coordenará um processo que vai atingir os 396 municípios
que compõem a meso-região da Fronteira do Mercosul, que
é considerada estratégica em vista da
integração do Brasil com os países vizinhos, mas
que nunca contou com uma universidade pública. Na maior parte
dos campi, a UFFS iniciará as aulas em espaços de outras
instituições, até construir as obras
físicas próprias, com a ajuda da prefeituras de cada
cidade-sede.
Acesso pelo Enem – O processo seletivo dos estudantes que
vão entrar na UFFS, em março de 2010, será
realizado em duas partes: pelo resultado da prova do Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem) e pelo conjunto das ações
afirmativas, contemplando alunos de escolas públicas e que moram
nas regiões de abrangência da instituição.
Ou seja, o critério por mérito será integralmente
definido pelo Enem, havendo uma bonificação para
estudantes originários de estabelecimentos públicos e
para os que residem no entorno das áreas onde os campi
serão instalados.
A Universidade Federal da Fronteira Sul vai atender a um universo de
3,7 milhões de pessoas que moram em regiões cuja economia
estagnou, apesar da pujança das agroindústrias, e cuja
população ajudou a fortalecer o processo de
litoralização demográfica dos estados do sul. Ali,
as pequenas propriedades foram sendo absorvidos por latifúndios
e a massa salarial sustentada pelo setor agroindustrial não
consegue expandir seu poder aquisitivo.
“O PIB dessas regiões é 40% menor que o da
média da região sul e muitos agricultores dependem hoje
da venda do leite para sobreviver”, afirma o reitor Ristoff. Ele
preside a comissão de implantação da UFFS, criada
em 2007, após se aposentar como professor pela UFSC, onde esteve
vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão.
Como um dos primeiros atos à frente da nova universidade, o
reitor anunciou a criação de um Conselho de
Estratégias Sociais, que vai orientar a UFFS em questões
vitais que possam aprofundar a presença e o respeito da
instituição nas regiões onde atua, “formando
profissionais competentes e preocupados com os princípios
éticos e sociais”. Na solenidade de quinta-feira, foi
apresentada também a marca da universidade, criada por Vicenzo
Berti, do setor de identidade visual da Agência de
Comunicação da UFSC (Agecom).
Por Paulo Clóvis Schmitz / Jornalista na Agecom
Novo instituto vai estudar mudanças climáticas no território nacional
Fonte: Assessoria de Imprensa Deputado Vignatti
Uma nova instituição vai colaborar para a
formulação de estratégias do Plano Nacional de
Mudança do Clima e para a elaboração dos
relatórios de medidas nacionais e multilaterais apresentados nas
Conferências das Partes da Convenção de
Mudanças Climáticas da ONU.
Na semana passada, foi inaugurado o Instituto de Tecnologia e
Engenharia das Mudanças Globais em Energia e Meio Ambiente, que
vai realizar estudos de identificação de
vulnerabilidades, ações de mitigação e
adaptação a mudanças climáticas no
território nacional.
Convênio entre o Ministério da Ciência e da
Tecnologia e o Instituto Alberto Luiz Coimbra de
Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ -
Coppe permitirá o repasse de R$ 3 milhões da Finep e
outros R$ 800 mil pelo CNPq.
Integração - O trabalho no Instituto do Clima será
realizado de forma integrada com várias unidades da Coppe, tais
como Instituto Virtual de Mudanças Climáticas (Ivig), que
trata de tecnologias e energias sustentáveis, e o Programa
de Planejamento Energético, que inclui o Centro de Estudos
Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas
(Centro Clima). Também fazem parte da parceria o Programa
de Engenharia de Transportes, que já desenvolve estudos
associados ao tema como, por exemplo, mobilidade e sociedade de baixo
carbono.
O instituto contará com o suporte do supercomputador da Coppe,
um dos mais potentes da América Latina, fruto da
cooperação com a Petrobras. O equipamento entrará
em operação ainda este ano para desenvolvimento de
modelos climáticos aplicados à engenharia. Atualmente,
quatro professores da Coppe participam do grupo de energias
renováveis do Painel Intergovernamental de Mudanças
Climáticas (IPCC).
A Coppe já é sede do Fórum Brasileiro de
Mudanças Climáticas e tem participado das reuniões
com a Presidência da República, Ministério Minas
Energia, Ministério do Meio Ambiente e Casa Civil para definir a
posição brasileira na Convenção do Clima de
Copenhague, em dezembro.
MEC desmente informação de que Enem terá 2 versões de prova
Fonte: clipping Educacional Consae Portal Terra Educação, 20/10/2009
O Ministério da Educação (MEC) divulgou uma nota
na tarde desta terça-feira em seu site para esclarecer que o
Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - a ser aplicado nos
próximos dias 5 e 6 de dezembro - não terá duas
versões de prova. No comunicado, o MEC afirmou que a
informação veiculada às 15h58 pelo portal de
notícias G1 é "totalmente improcedente". Segundo a nota,
"não há qualquer conjectura para tal procedimento" e
também "não houve a reunião anunciada", que teria
ocorrido na manhã desta terça. As provas já
estão sendo impressas na gráfica, acompanhadas por
funcionários do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais (Inep), desde o domingo passado.
O Enem 2009 ocorre no primeiro final de semana de dezembro e
será aplicado das 13h às 17h30, com 4h30 de
duração (no domingo, terá uma hora a mais
por causa da redação). O exame trará 180
questões. No sábado, será aplicada a Prova I, com
Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas
e suas Tecnologias. No domingo, é a vez da Prova II, com
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, mais a
Redação, e Matemática e suas Tecnologias.
Impressão - Segundo contrato assinado pelo Inep com a
gráfica RR Donnelly Moore, a impressão da nova prova R$
31,9 milhões. Além da impressão, segundo o jornal
O Globo, a gráfica será responsável pelo manuseio,
embalagem, rotulagem e entrega dos cadernos de provas. Os Correios
farão uma operação especial de
distribuição até os locais de prova.
Cancelamento Enem - O Ministério da Educação
cancelou na madrugada do dia 30 de setembro a
realização do Enem, que seria aplicado nos dias 3 e 4 de
outubro, para mais de 4 milhões de pessoas em todo o
País. O cancelamento ocorreu em virtude do vazamento da prova.
As provas seriam aplicadas em 113.857 salas de 10.385 escolas do
País. O exame foi remarcado para os dias 05 e 06 de dezembro. A
fraude foi descoberta depois que um homem telefonou para o jornal O
Estado de S. Paulo informando que tinha em mãos duas das provas
que seriam aplicadas no sábado pelo Ministério da
Educação. A Polícia Federal indiciou cinco pessoas
pelo crime. Os acusados responderão processo em liberdade.
Após a fraude, o Ministério da Educação
rompeu o contrato com o consórcio Connasel, responsável
pela aplicação do exame. A empresa, porém, nega
falhas na segurança.
Segundo estudo, aumento da carga horária em
ciências faria Brasil ganhar oito posições em
ranking internacional
Fonte: Clipping Consae O Globo, 26/10/2009 - Rio de Janeiro RJ
Demétrio Weber
BRASÍLIA - Uma carga horária maior em disciplinas como
matemática, ciências e leitura melhora a aprendizagem dos
alunos e pode ser um passo determinante em direção a um
ensino de maior qualidade. O economista e professor Victor Lavy, da
Universidade Hebraica de Jerusalém e da Universidade de Londres,
analisou resultados de 50 países e constatou que uma hora a mais
de aula por semana aumenta a nota dos estudantes. Lavy
apresentará as conclusões da pesquisa nesta
segunda-feira, no Rio, em seminário promovido pela
Fundação Itaú Social. Em média, segundo
Lavy, uma hora a mais de aula de ciências, cinco vezes por
semana, permitiria que a Espanha desbancasse a Finlândia,
saltando do 31º para o 1º lugar no ranking do Programa
Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa 2006), da
Organização para Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Brasil subiria da 52ª
posição para, no mínimo, a 44ª, à
frente da Turquia e atrás do Uruguai. O estudo conclui que uma
hora a mais de aula por semana representa um acréscimo de cerca
de 15 pontos na nota do Pisa, entre as nações da OCDE.
Já nos países em desenvolvimento, o impacto é
metade disso. Participam do exame jovens de 15 anos, independentemente
da série em que estejam matriculados. - Tais evidências
podem ser muito importantes para a política (educacional),
porque é relativamente fácil aumentar as horas-aula,
desde que haja recursos disponíveis - escreveu Lavy.
Lavy: sem qualidade, não adianta ampliar tempo - O professor
destaca, porém, que não basta ampliar a carga
horária, já que o impacto está ligado diretamente
à qualidade da escola. O raciocínio é simples:
estudar mais tempo com um bom professor será muito mais
proveitoso do que com um profissional despreparado. Não é
à toa que os estudantes no Primeiro Mundo dedicam praticamente o
mesmo tempo às aulas de matemática do que seus colegas de
nações em desenvolvimento - em média 3,3 horas por
semana contra 3,1. Mas atingem média de 506,5 pontos no Pisa, na
escala até 850, ante 398,5 dos países em desenvolvimento.
Em média, as três disciplinas somam 9,2 horas semanais nas
nações da OCDE contra 8,6 horas nos países em
desenvolvimento. A nota média geral da OCDE nas três
disciplinas é de 504,3 ante 399,7 dos países em
desenvolvimento. A pesquisa levou em conta ainda
avaliações em Israel. No Brasil, o número
médio de horas-aula de matemática por semana, em 2006,
era de 2,7; ciências, 2; e leitura (o equivalente à
língua portuguesa), 2,6, totalizando 7,3 horas semanais para as
três disciplinas. A pesquisa cita dados informados ao Pisa pelo
governo brasileiro. O levantamento considerou 49 dos 57 países
avaliados pelo Pisa em 2006. Eles foram divididos em três grupos:
OCDE, com 22 países; leste europeu (14); e
nações em desenvolvimento (13). O benefício do
aumento da carga horária foi medido dentro de cada grupo,
já que as diferentes realidades socioeconômicas impedem
comparações gerais. Para Lavy, o êxito de uma
escola requer: 1) autonomia para contratar e demitir professores; 2)
autonomia orçamentária, com liberdade para decidir se
é melhor criar um programa de bônus para professores ou
reformar o ginásio de esportes; e 3) total transparência
na divulgação de avaliações externas (Prova
Brasil) que mostrem o nível de aprendizagem dos estudantes.
Para professor, cabe aos gestores definir prioridades - Embora seu
estudo revele que a ampliação da carga horária
produz bons resultados, o economista ressalva que cabe a cada gestor
decidir onde aplicar os recursos da educação. Indagado se
seria melhor aumentar o número de horas-aula ou instituir um
programa de bônus para professores, atrelado ao desempenho
profissional e à aprendizagem dos alunos, Lavy respondeu: -
É uma pergunta difícil. Este estudo mostra o quanto
é importante uma hora adicional de aula. Ainda não
calculei a relação custo-benefício. O
Seminário Internacional de Avaliação
Econômica de Projetos Sociais será realizado nesta
segunda-feira no Centro de Convenções Bolsa do Rio, das
9h30m às 18h.
CNPq lança oito editais durante esta semana: são R$ 66 milhõe para áreas estratégicass
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 07:36 hs.
Os investimentos contam com parceiros como os Ministérios da
Educação, Saúde, Desenvolvimento Agrário,
C&T e Fundações Estaduais de Amparo à
Pesquisa, entre outros.
Olimpíadas Científicas - Com o objetivo de proporcionar
um instrumento para a melhoria dos ensinos fundamental e médio e
possibilitar a identificação de jovens talentosos, que
serão estimulados a seguir carreiras
técnico-científicas, o Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) e a
Fundação Nacional de Desenvolvimento da
Educação (FNDE/MEC) lançam o Edital 053/2009 para
apoiar a realização de Olimpíadas
Científicas de alcance nacional. As inscrições
vão até 23 de novembro.
Estão disponíveis R$ 2 milhões, 50% do
orçamento do CNPq e 50% oriundo do FNDE. O projeto deve estar
claramente caracterizado como Olimpíada Científica de
alcance nacional, além de explicitar o envolvimento da equipe
técnica, da instituição executora e, se for o
caso, das colaboradoras, no desenvolvimento das atividades. A
instituição de execução, onde o
desenvolvimento da Olimpíada Científica será
centralizado, pode ser Instituição de ensino superior,
Instituto e centro de pesquisa e desenvolvimento, públicos ou
privados, sem fins lucrativos ou Empresa pública que execute
atividades de pesquisa em Ciência, Tecnologia ou
Inovação. [ Edital: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/053.htm ].
Avaliação da Saúde - O CNPq/MCT e o
Ministério da Saúde selecionam propostas que
fortaleçam a Rede Brasileira de Avaliação de
Tecnologias em Saúde (REBRATS) por meio do Edital 067/2009 .
Estão disponíveis R$ 8 milhões, 50% proveniente do
Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientifico e
Tecnológico/Fundos Setoriais e 50% oriundo do Fundo Nacional de
Saúde Decit/SCTIE/MS. As inscrições também
vão até 23 de novembro, o projeto deve estar claramente
caracterizado como revisão sistemática ou pesquisa
científica, tecnológica ou de inovação.
As propostas devem se enquadrar nas linhas de apoio especificadas.
Doenças infecciosas e parasitárias; do olho e anexos; do
aparelho circulatório; do aparelho respiratório; da pele
e tecido subcutâneo; do sistema osteomuscular e tecido
conjuntivo; do aparelho geniturinário; neoplasias; transtornos
mentais e comportamentais; gravidez, parto e puerpério;
doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas;
atores que influenciam o estado de saúde e o contato com
serviços de saúde são alguns exemplos. [ Edita
eml: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/067.htm ].
Nutrição Vegetal - O Edital 069/2009 seleciona projetos
para desenvolver, em forma de rede multi-institucional, tecnologias
facilitadoras da nutrição vegetal, visando maior
competitividade do agronegócio brasileiro. As propostas
aprovadas serão financiadas com recursos estimados em R$ 3
milhões, oriundos do Fundo Setorial do Agronegócio. O
objetivo é desenvolver tecnologias e produtos para a
aplicação de bactérias diazotróficas de
gramíneas e fungos micorrizicos para reduzir a demanda externa
do Brasil por fertilizantes nitrogenados e fosfáticos,
além de promover a sustentabilidade agrícola. O prazo
para se inscrever vai até 04 de dezembro.
As propostas devem apresentar objetivos claramente alinhados à
pelo menos uma das áreas temáticas e por um grupo de
organismo, bactérias fixadoras de nitrogênio ou fungos
micorrízicos. O tema Biologia, Ecologia e função
destes organismos benéficos nos agrossistemas engloba estudos
sobre ocorrência, características funcionais,
seleção de isolados e estratégias de
multiplicação massal, armazenagem,
padronização e produção de inoculantes
comerciais. Já o manejo de comunidades microbianas visando
à maximização dos benefícios nos
agrossistemas, abarca práticas agrícolas para aumentar
populações e uso de estimulantes químicos para
maximizar os benefícios para a nutrição, sanidade,
produtividade das culturas. [ Edital em:
http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/069.htm ].
Análise de Risco de Pragas - O agronegócio brasileiro
é um dos principais setores da economia nacional. Eficiente e
competitivo, responde por cerca de 1/3 do produto interno bruto e por
42% das exportações. Para apoiar projetos voltados ao
levantamento, em nível mundial, das pragas e doenças
associadas às principais culturas geradoras de divisas para o
agronegócio do país, além de estudos de
análise de risco de pragas o CNPq/MCTe o Fundo Setorial do
Agronegócio lançam o Edital 032/2009 .
Os projetos devem contribuir significativamente para o fortalecimento
das ações de Defesa Sanitária Vegetal, com estudos
e geração de informações que possam
subsidiar o estabelecimento de requisitos fitossanitários para a
importação de produtos vegetais com potencial de
introdução de pragas quarentenárias no Brasil,
assim como a formulação de políticas
públicas voltadas à segurança
fitossanitária no país. Estão disponíveis
R$ 3 milhões do Fundo Setorial do Agronegócio e, as
inscrições terminam em 04 de dezembro. [ Edital: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/032.htm ].
Pesquisas em genômica e proteômica - O Edital 042/2009 do
CNPq/MCT apóia projetos de pesquisa interdiciplinares em
genômica e proteômica para promover a
formação e o fortalecimento de grupos de pesquisa
consorciados. Estão disponíveis R$ 13 milhões,
sendo R$ 6 milhões do Fundo Setorial do Agronegócio, R$ 6
milhões do Fundo Setorial de Biotecnologia e R$ 1 milhão
do MCT, para otimizar os investimentos e fortalecer a infra-estrutura,
além de fortalecer os centros de excelência e ampliar a
competência nessas áreas específicas, contribuindo
para formação de pessoal especializado. O prazo para
inscrições também termina em 04 de dezembro.
Os projetos deverão expandir o conhecimento sobre vias de
sinalizações, processos epigenéticos,
proteínas reguladoras, modificações
pós-traducionais, estados fisiológicos e
fisiopatológicos de células e organismos;
relações entre diferentes organismos; e potencialidades
da biodiversidade brasileira na busca de produtos naturais bioativos;
Identificação de alvos moleculares para desenvolvimento
de fármacos e vacinas, de métodos diagnósticos, ou
para estudos de aperfeiçoamento genético e de engenharia
de proteínas em biotecnologia. [Edital em: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/042.htm] .
Pesca e cadeias produtivas - Para apoiar o desenvolvimento da pesca
nacional, considerando a otimização das cadeias
produtivas de espécies de pescados tradicionais sem aumento do
esforço de pesca, além de novas cadeias produtivas, o
CNPq lança o Edital 036/2009. Estão disponíveis R$
7,3 milhões.
O Edital é composto por duas chamadas distintas. A primeira
busca subsídios para o estabelecimento de políticas que
promovam o desenvolvimento sustentável da pesca marinha no
Brasil, por meio da seleção de projetos de pesquisa que
visem o diagnóstico da cadeia produtiva pesqueira da frota de
emalhe na região Norte e da frota de lagosta nas regiões
Norte e Nordeste. O fomento à formação de uma nova
cadeia produtiva tendo como base o recurso pesqueiro anchoita
também estão previstos. Já a segunda chamada visa
estimular a criação e a estruturação de uma
rede de pesquisa e tecnologia em piscicultura marinha, por meio da
seleção de propostas de caráter
multi-institucional e multidisciplinar para apoio financeiro a projetos
que tenham como foco a geração, adaptação e
a difusão do conhecimento científico e tecnológico
para viabilizar a produção comercial de espécies
piscícolas marinhas. [ Edital:
http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/036.htm ].
Agricultura familiar - O CNPq e o Ministério do Desenvolvimento
Agrário (MDA), por meio do Departamento de Assistência
Técnica e Extensão Rural da Secretaria da Agricultura
Familiar (DATER/SAF), lançam Edital para a seleção
pública de projetos que proporcionem experiências
inovadoras no ensino, aprendizagem e intervenção em
extensão rural de inovação tecnológica,
validação e disponibilização de tecnologias
apropriadas à agricultura familiar e a formação de
agentes de ater em manejo ecológico e conservação
dos solos e da água.
O Edital 33/2009 contará com três chamadas. Na primeira
serão selecionados os projetos de pesquisa em experiências
inovadoras no ensino, aprendizagem e intervenção para
estimular o intercâmbio de professores/pesquisadores do ensino de
extensão rural entre as diferentes regiões do
país. Na segunda chamada, projetos que visem a
validação, experimentação e
disponibilização de inovações
tecnológicas apropriadas para agricultura familiar, visando
aperfeiçoar e promover a sustentabilidade dos sistemas de
produção.
A última chamada incentiva a realização de cursos
em manejo ecológico e conservação dos solos e da
água, voltados para profissionais das ciências
agrárias, de nível médio e/ou superior, vinculados
a uma entidade de assistência técnica e extensão
rural, governamental ou não governamental, que atuem com
agricultores familiares e que sejam credenciadas pelo MDA. Serão
aplicados aproximadamente R$ 13,5 milhões repassados pela SAF e
liberados de acordo com a disponibilidade orçamentária e
financeira do CNPq, entre 2009 e 2010. O prazo limite para se inscrever
é 02 de dezembro. [ Edital em: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/033.htm] .
Espaços científico-culturais: Lançado pelo MCT,
CNPq e Secretaria de Ciências e Tecnologia para Inclusão
Social (SECIS/MCT), em parceria com as Fundações
Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), o Edital 064/2009
seleciona propostas para apoiar atividades que propiciem a
instalação e o fortalecimento de espaços
científico-culturais. Poderão ser contemplados Centros e
museus de C&T, planetários, jardins zoobotânicos,
parques de ciência e instituições voltadas para
atividades de divulgação científica que valorizem
a interatividade. As inscrições vão até 05
de dezembro.
Promover a expansão e a melhoria dessas ações,
tendo como finalidade aprimorar a difusão e
popularização da cultura
científico-tecnológica junto à sociedade e
contribuir para a melhoria da qualidade do ensino das ciências
são os objetivos do Edital. Estão previstas atividades
para valorizar e estimular a criatividade, a
experimentação e a interdisciplinaridade no campo da
divulgação científica; colaborar com a melhoria e
uma maior atualização/modernização do
ensino das ciências em todos os níveis de ensino;
estimular jovens para carreiras científicas e
tecnológicas; promover o uso e a difusão de resultados da
C&T em ações de inclusão social e
redução das desigualdades. Estão
disponíveis R$ 16,31 milhões, sendo R$ 7 milhões
da Ação Transversal do FNDCT/Fundos Setoriais e R$ 9,31
milhões das FAPs parceiras. [ Edital: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/064.htm ].
Fonte: Portal Fator Brasil - RJ
MEC nega obrigatoriedade de dupla matrícula para especiais
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:20 hs.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou semana
passada na Câmara Federal, que a matrícula de alunos
especiais também em escolas públicas regulares não
é obrigatória, mas uma recomendação da
Secretaria de Educação Especial do MEC. “A nossa
política é a da dupla matrícula - na escola
pública e na escola especial -, a nossa preferência
é essa. Mas se por qualquer razão a inclusão for
impossível, o Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais de Educação
(Fundep) vai garantir a matrícula em escola especial”,
disse o ministro.
ultima = 0;
Afirmação de ministro renova esperança dos pais
A afirmação do ministro Fernando Haddad sobre a
não obrigatoriedade da dupla matrícula tranquiliza pais
de crianças especiais. “Com certeza a gente quer que
nossos filhos sejam incluídos no ensino regular, mas quando
estiverem realmente preparados”, diz Ana Paula dos Santos
Volpini, 26, mãe de gêmeas de dois anos, que sofrem de
atrofia cerebral.
Segundo Ana, se a dupla matrícula continuasse
obrigatória, muitos pais iriam deixar seus filhos em casa, sem
acompanhamento algum. “É um absurdo. Até a gente
ter um filho especial não temos noção do que
é uma escola especial. As crianças precisam de uma
atenção total e as escolas de ensino regular não
oferecem condições para isso”, afirmou.
“Espero que essa decisão venha realmente a vigorar, deu um
novo fôlego pra gente”, diz Eliane Aparecida Gelamo Rua,
45, mãe de André, 14 anos. O filho freqüenta o
Instituto Londrinense de Educação para Crianças
Excepcionais (Ilece) há cinco anos. Segundo a mãe, o
aprendizado vem a custo de muito esforço e
dedicação. “A maior parte das crianças e
adolescentes matriculados em escola especial tem um déficit de
aprendizado, por isso não poderiam competir igualmente no ensino
regular” explicou.
A mãe do Mateus, 8 anos, Cileide Almeida, 34, disse que
também prefere deixar a decisão de incluir o filho,
portador de síndrome de down, no ensino regular na mão
dos educadores do Ilece. “Se meu filho for pra uma escola comum
agora ele vai regredir”. Segundo a mãe, a inclusão
forçada só atrapalha. “A mudança tem que ser
lenta, eles tem que estar preparados. A inclusão deve ser feita
com dignidade”, disse.
Ele esteve na Comissão de Educação da Câmara
para falar sobre os problemas do Enem, mas também falou sobre
educação especial depois de abordado pelos membros da
comissão, entre eles o deputado londrinense Alex Canziani (PTB).
Segundo Canziani, há crianças e alunos portadores de
necessidades especiais que não têm condições
de frequentar escola convencional. “Mas pelo que o ministro
falou, nestes casos caberá aos pais decidirem onde matricular
seus filhos”, disse o deputado. Segundo ele, a política de
inclusão proposta pelo ministério e pelo Conselho
Nacional de Educação é importante, mas deve ser
implantada aos poucos.
Avaliação
A diretora do Instituto Londrinense de Educação para
Crianças Excepcionais (Ilece), Luciane Eiras Pape, disse que as
escolas especiais do Município já fazem um trabalho de
avaliação e dezenas de alunos são encaminhados
às escolas regulares. Embora tenham um aproveitamento um pouco
abaixo da média, eles são incluídos naturalmente
nas turmas. Segundo Luciane, tais alunos recebem atendimento
clínico nas escolas especiais e pedagógico na escola
pública regular. “É preciso que fique claro que
nós somos entusiasticamente a favor da inclusão e
já realizamos essa política em Londrina”. Ela diz
que a nova política do MEC deve beneficiar muito as cidades que
não tem escolas especiais. “Nesse caso os alunos especiais
vão para a escola pública, que é melhor que
nenhuma escola”.
Questão de interpretação
O ministro Fernando Haddad homologou em setembro o parecer nº
13/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE), que
regulamentou o decreto 6.571/2008 que trata das diretrizes operacionais
para o atendimento educacional especializado aos alunos com
deficiência.
A homologação ocorreu após ajustes no texto, para
evitar interpretações equivocadas. No entanto, o projeto
de resolução do Conselho Nacional de
Educação, dispõe no seu artigo 1º que
“para a implementação do decreto 6.571/2008 os
sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência
(...) nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional
especializado (...). Naturalmente, em princípio, a
expressão “devem matricular” foi interpretada como
“obrigatoriedade” da dupla matrícula.
Fonte: Jornal de Londrina - PR
Pós-crise: demanda por cursos profissionalizantes deve crescer
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:40 hs.
Ao analisar as necessidades impostas pelo mercado de trabalho, com a
recuperação do Brasil da crise mundial da economia, a
S.O.S. Educação Profissional concluiu que a demanda por
cursos profissionalizantes deve aumentar, juntamente com o crescimento
da procura por dinamismo nas empresas.
"Hoje o curso mais procurado é o de operador de Sistemas
(Office), já que também é o mais básico e
exigido em quase todas as áreas. Mas o futuro será dos
cursos que, em especial, dão condições ao
profissional de trabalhar mais rapidamente e fazer a sua fonte de
renda. Nossa expectativa é de que a procura por cursos com esse
perfil aumente em 18% nos próximos seis meses", explica o
gerente de Marketing do Grupo S.O.S. Computadores, Sérgio de
Souza Carvalho Jr.
Seguem essa tendência os cursos de Web Design, Design
Gráfico, Montagem, Manutenção e Redes, já
muito procurados nos grandes centros urbanos, no Rio de Janeiro, em
São Paulo e em Minas Gerais.
Criando a própria fonte de renda
Carvalho lembra que, com o aumento das dispensas durante a crise,
muitos profissionais se depararam com a necessidade de "criar" sua
própria fonte de renda, o que também favoreceu os cursos
profissionalizantes.
"Muitos profissionais da área de Propaganda, por exemplo,
partiram para cursos voltados às atividades de designer
gráfico e de webdesigner e montaram seu próprio
estúdio, atendendo pequenos e médios clientes cujas
empresas estão localizadas nas proximidades de sua casa".
Economia de tempo
Ele afirmou que esse tipo de curso tem se consolidado como alternativa
aos profissionais que não têm tantos anos
disponíveis, para a realização da faculdade, uma
vez que é mais curto.
Outra área em constante evolução é o setor
de manutenção de computadores. "O número de
máquinas adquiridas no Brasil tem crescido muito graças
ao crédito fácil das grandes lojas de departamento. Os
novos usuários de informática valorizam muito o
técnico de computadores. Existe uma enorme dependência das
pessoas no uso da internet e recursos da informática e nos
ambientes doméstico e profissional
Fonte: www.administradores.com.br
Semana do Bibliotecário
Fonte: CM Consultoria
O mês de outubro consagra-se como o mês da
Educação no Brasil, é festejado o Dia do Professor
(15), e o Dia Nacional do Livro (29). Aos nossos mestres são
dispensadas homenagens de reconhecimento e gratidão e ao livro
amigo e companheiro de descobertas celebra-se em todo o
território brasileiro a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca
mediante o Decreto n. 84.631/1980, que ocorre entre os dias 23 a 29 de
outubro de cada ano.
Na cidade de São Paulo por iniciativa da Secretaria Municipal de
Educação, Câmara Nacional de Livrarias – ANL,
e a Câmara Brasileira do Livro (CBL) os 80 mil professores da
rede foram contemplados com o Programa do Educador, que garante
descontos para aquisição de livros. (fonte: JusBrasil)
Recordando as palavras proferidas pelo Senador Marco Maciel quando da
homenagem ao Dia do Bibliotecário (12/03) deste ano
“Não se faz um grande escritor sem que antes ele tenha
sido um grande leitor e não se faz um grande leitor sem acesso a
uma biblioteca”. A acessibilidade às bibliotecas é
ainda é timida no Brasil, a sua ausência nas escolas
públicas/privadas durante o processo educativo negligencia o
estímulo à leitura e consequentemente ao desenvolvimento
intelectual de nossas crianças e jovens o que irá
refletir em sua formação profissional.
A rigor, o ensino superior encontra-se melhor estruturado oportunizando
ao acadêmico o acesso à informação embora,
essa seja, direcionada às especificidades das áreas do
conhecimento em que a Instituição atua. Amparadas pela
tecnologia e com a atuação de profissionais
bibliotecários antenados com os objetivos institucionais,
é ela a representante oficial do cidadão ao mundo do
conhecimento.
Nesta perspectiva, cabe à biblioteca universitária apoiar
o desenvolvimento intelectual e cultural de seus usuários
(discentes, docentes e comunidade em geral) e tem como missão
tratar a informação, armazená-la e
disseminá-la no meio acadêmico. Fornecedora de fontes
impressas e digitais contribui para a capacitação dos
alunos no uso, busca e seleção da
informação necessária a sua formação.
A sociedade moderna está repleta de
transformações, sobretudo as tecnológicas e o
impacto na formação e na assimilação do
ensinar/aprender modificou o perfil de muitos profissionais durante o
século XX, levando os bibliotecários a assumirem uma nova
postura e direcionamento de atuação.
A Ciência da Informação desempenha também o
papel de facilitadora do acesso aos bens culturais e informacionais da
humanidade, nunca se precisou tanto de macroestruturas para armazenagem
e filtragem da informação. Mas, afinal de contas, de qual
informação precisamos? Peter Drucker definiu em 1998 a
informação como “dados dotados de relevância
e propósito”.
Prêmio para textos reflexivos sobre igualdade de gênero
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:55 hs.
Estudantes de ensino médio, graduação, mestrado e
doutorado, além de graduados, especialistas e mestres, podem
concorrer às diversas categorias do prêmio Construindo a
Igualdade de Gênero. Concorrem redações e artigos
científicos. As inscrições estão abertas
até 20 de novembro. O objetivo do concurso é estimular a
produção científica e a reflexão
crítica sobre as desigualdades entre homens e mulheres no
Brasil. Veja a íntegra do regulamento no endereço
www.igualdadedegenero.cnpq.br.
Fonte: MEC
Procuradoria move ação contra faculdade de Bauru
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:26 hs.
O pedido aconteceu após o Instituto Toledo de Ensino modificar sistema de notas
do curso de direito sem conhecimento prévio dos alunos
Agência Estado.
O Ministério Público Federal em Bauru ajuizou nesta
semana Ação Civil Pública para que a Faculdade de
Direito de Bauru volte a adotar a exigência de média 5. De
acordo com órgão, a Faculdade não informou os
alunos corretamente sobre a mudança.
Na ação, a procuradoia pede que o ITE (Instituto Toledo
de Ensino) suspenda a exigência de média final 6 e a
mantenha em 5, até que o MEC (Ministério da
Educação) aprove a mudança no sistema de notas e
os alunos sejam informados corretamente.
Para o procurador da República Pedro Antonio de Oliveira
Machado, a alteração no sistema de médias foi
feita em dezembro de 2007 sem informar os alunos da maneira adequada,
com ampla publicidade, e antes de começar o ano letivo.
Segundo Machado, as medidas de divulgação se mostraram
insuficientes já que a faculdade precisou formular uma resposta
de "indeferimento padrão" para os alunos que entraram com pedido
de revisão por não obterem nota mínima.
A alteração das médias também não
obedeceu a aprovação dos Órgãos Superiores
da Educação. A Lei de Diretrizes e Bases da
Educação deixa claro que qualquer
modificação nos cursos superiores deve ser encaminhada ao
Conselho Nacional de Educação para
deliberação e autorização. Somente
após homologação por portaria do MEC é
autorizada a modificação do regimento interno, o que
não ocorreu.
Questionada sobre a alteração e a falta de publicidade,
conforme prevê a lei e o próprio regimento interno da
instituição, o ITE respondeu que as
informações estavam disponíveis aos alunos na
biblioteca, na sala de departamentos, na diretoria e no site da
instituição.
De acordo com o MPF, a mera disponibilização no site
eletrônico não é suficiente para que a
informação possa chegar a totalidade dos alunos.
O pedido do Ministério Público inclui a
devolução aos alunos de valores gastos em provas
adicionais e taxas, além de indenização por danos
morais aos estudantes que possam ter sido prejudicados.
O texto da ação também reforça que a medida
de mudança da média 5 para 6 é positiva e aumenta
a qualidade de formação dos alunos, porém deve ser
adotada de maneira correta.
- A implementação de tal medida pela
instituição se deu com desrespeito às normas
legais e aos princípios da boa-fé objetiva e da
transparência, com prejuízo aos diretos dos alunos.
Fonte: Portal R7
Senador destaca papel da educação a distância para o Brasil
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal Terra Educação, 19/10/2009
O papel da educação a distância na
formação dos jovens e adultos foi ressaltado pelo senador
Marco Maciel (DEM-PE), na sexta-feira. Ele lembrou que a
política de educação do governo Fernando Henrique
Cardoso universalizou o ensino fundamental no país a partir de
2000. O Brasil agora, disse o senador, precisa enfrentar o desafio da
universalização do ensino médio. As autoridades,
entretanto, afirmou, não estariam se preparando para essa nova
etapa, por subestimarem o ensino a distância. O senador disse
não querer supervalorizar o papel dessa modalidade de ensino,
mas ponderou que ela não pode ser dispensada porque é uma
fonte subsidiária para a formação de novos
quadros.
A educação a distância, disse ele, deve ser vista
como uma possibilidade a mais de inserção social,
ajudando assim na construção de sociedade mais justa e
igualitária, na formação de cidadãos
conscientes de seu papel político. Para um país com quase
200 milhões de habitantes, dois terços dos quais
estão habilitados ao voto, é necessário, na
opinião do senador, fazer um esforço de difusão da
tele-educação, para que o eleitor esteja cada vez mais
capacitado a participar desse instrumento da democracia. Em sua
opinião, a modalidade de ensino a distância que se vale
dos recursos possibilitados pela internet, como chats e fóruns
de discussão, pode também ajudar a superar a dificuldade
de acesso à educação em regiões mais
distantes como o Norte do país. Marco Maciel ressaltou os
resultados da tele-educação para o aumento da
eficiência com redução de custos. E sublinhou a
contribuição da educação a
distância para a continuidade dos estudos de muitos jovens e
adultos que, por inúmeras razões, têm que abandonar
a escola ou trabalhar primeiro para depois estudar. Não se pode
ignorar ou subestimar tudo isso, argumentou Marco Maciel, admitindo que
o ensino presencial continua necessário em muitas disciplinas e
atividades, como as de aulas de anatomia em laboratórios ou de
engenharia ao ar livre. Para essa nova realidade tecnológica,
contudo, ponderou o parlamentar, é necessário que o
país realize investimentos no aperfeiçoamento dos
professores. Em aparte, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) disse
concordar com o papel do ensino a distância, tendo em vista,
sobretudo, a extensão continental do Brasil, especialmente na
Amazônia.