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09/11/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a opinião da Associação.


Confira as provas e os gabaritos do Enade 2009

Manifesto das Instituições Comunitárias de Educação Superior de Santa Catarina

Ministério Público do Trabalho resolve disciplinar a oferta de cursos de aprendizagem profissional em nível técnico

Cálculo de mensalidades - Semesp volta a publicar o Boletim Reajuste das Mensalidades

Comissão aprova nova regulação para ensino na Aeronáutica

Eleições na OAB/SC

Receita libera megalote de restituição do IR nesta segunda-feira

Oposição tenta adiar votação da exigência de diploma para jornalistas 

Universidades comunitárias querem um novo marco regulatório

Administração é a segunda profissão mais bem remunerada do Brasil

Polícia descarta fraude

Seminários Nacional e Estadual de Acessibilidade acontecem em Florianópolis

Multa sobre o FGTS: direito é indisponível e não pode ser negociado

Os Desafios da Educação Brasileira: Concórdia sediará o segundo seminário regional, dia 5

Senadores sugerem revisão do novo acordo ortográfico

Guia de tecnologias vai ganhar novos recursos pedagógicos

Alunos com endereço errado no Enade terão atestado de dispensa, diz Inep

Fundamental de nove anos sacrifica lazer, dizem estudos

Ensino médio por módulos será expandido

Ideb 2009 começa a ser medido nesta segunda-feira

A revelação do Enem

Portaria nº 252, de 30 de Outubro de 2009.

Engenharias à "bolonhesa"

Substituição Tributária será debatida em audiência pública na Assembleia

Comissão aprova facilidade para consumidor cancelar contrato

Aprovada proposta para Câmara analisar piso salarial de advogados

7 mitos na educação

Confira as provas e os gabaritos do Enade 2009
Fonte: G1 08/11/09 - 19h50 - Atualizado em 08/11/09 - 21h20
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou na noite deste domingo (8) as provas e os gabaritos do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2009. Foram avaliadas 15 áreas de graduação e sete cursos superiores tecnológicos.
O exame é obrigatório para os ingressantes e concluintes das áreas avaliadas. Quem tiver faltado à prova não receberá o diploma.
A prova tinha 40 questões no total: 10 são de formação geral e 30 de formação específica da área. As duas partes têm questões discursivas e de múltipla escolha. A parte de formação geral corresponde a 25% da nota e a parte específica, a 75%.
Foram avaliados os cursos de graduação em administração, arquivologia, biblioteconomia, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, estatística, música, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teatro e turismo.
Veja as provas e os gabaritos do Enade 2009:
http://enade2009.inep.gov.br/
Pela primeira vez, também são alvo da avaliação os cursos superiores de tecnologia em design de moda, gastronomia, gestão de recursos humanos, gestão de turismo, gestão financeira, marketing e processos gerenciais.
O exame é obrigatório para todos os estudantes ingressantes e os concluintes das áreas que serão avaliadas.
No dia 8 de dezembro, o Inep deve enviar a relação de estudantes em situação regular no Enade 2009 para que as instituições liberem o histórico escolar. O resultado do exame deve sair dentro de cerca de seis meses. A nota individual poderá ser acessada pela internet.
Aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC), o Enade é usado como um dos indicadores de qualidade do curso. Ele integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), que leva em conta ainda a avaliação institucional e dos cursos de graduação.
Vazamento
O exame é aplicado após duas suspeitas de vazamento da prova, que foram posteriormente investigadas e descartadas. No primeiro episódio, em dia 20 de outubro, policiais rodoviários federais no Rio de Janeiro encontraram caixas sendo transportadas em uma caminhonete na altura da cidade de Três Rios, no Sul Fluminense. Segundo os policiais, quatro caixas estavam sem lacre de segurança.
A segunda suspeita foi na Paraíba, após uma caixa com o exame ter sido aberta no Correio de Campina Grande por um funcionário do Fisco. O primeiro caso foi investigado pelo Ministério Público Federal e o segundo, pela Polícia Federal. Em ambos, foi constatado que não houve violação do sigilo das provas.

Manifesto das Instituições Comunitárias de Educação Superior de Santa Catarina
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:06 hs. 
Há mais de 45 anos o Sistema Comunitário de Educação Superior de Santa Catarina composto por 15 Instituições Comunitárias, criadas por lei dos poderes públicos estadual e municipal, vêm prestando relevantes serviços educacionais ao Estado e ao país.
Ao longo deste período, estas instituições vêm contribuindo significativamente para o desenvolvimento do estado através da oferta de educação de qualidade. Sem finalidades lucrativas, reinvestem todos os resultados na própria atividade educacional e, em caso de dissolução e liquidação, destinam todo o seu patrimônio às prefeituras e Estado de Santa Catarina ou a instituições filantrópicas congêneres.
As Instituições Comunitárias Catarinenses, no sentido rigoroso do termo, preenchem os requisitos fundamentais do que é público, observando os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e eficiência. Além disso, tem previsão estatutária de gestão democrática e participativa e possuem transparência administrativa.
Reunidas na Associação Catarinense de Fundações Educacionais, conhecida como Sistema ACAFE, as Instituições Comunitárias Catarinenses possuem mais de 127 mil alunos de Graduação matriculados, respondendo por 65% das matrículas de graduação presencial de SC, distribuídas por 59 cidades do estado.
Na busca do desenvolvimento das microrregiões do Estado de Santa Catarina, as Instituições filiadas à ACAFE, cumprindo sua função social, desenvolvem, sem ônus para os beneficiários, programas e projetos de assistência à comunidade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, inclusão social e construção da cidadania.
Já é reconhecido nacionalmente que este modelo contribuiu para que Santa Catarina apresente um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano – IDH e ocupe o segundo lugar em matriculas na educação superior, estando abaixo apenas do Distrito Federal.
Em 2008 foram beneficiadas mais de 1 milhão de pessoas, nas seguintes áreas:
- 81.922 estudantes beneficiados com diferentes tipos de apoio (entre eles as bolsas do art. 170 );
- 436.139 pessoas atendidas por serviços de saúde;
- 54.883 pessoas atendidas em atividades de assistência jurídica;
- 249.522 pessoas atendidas em programas de educação comunitária;
- 334.454 pessoas atendidas em programas de promoção sociocultural.
Somado a tudo isto e pela sua característica pública, as IES Comunitárias vem colaborando inclusive com a expansão do sistema público gratuito, citando como exemplo a parceria etre UNIVILLE e a UFSC na implantação da extensão da Universidade Federal em Joinville e o Projeto FURB Federal que se constitui em uma parceria entre a FURB, o Governo Federal, UFSC e Instituto Federal Catarinense para a ampliação do acesso ao ensino superior à comunidade carente no Vale do Itajaí, além da participação do Sistema ACAFE no PARFOR do Governo Federal.
Apesar das suas características e do trabalho realizado junto à comunidade, as Instituições Comunitárias Catarinenses são ainda confundidas com Instituições do setor particular/privado, setor do qual se assemelha apenas por conta da cobrança de mensalidades, mas se diferencia fundamentalmente por não tratar a educação como um empreendimento voltado à obtenção de lucro a ser apropriado por pessoas ou grupos. Ressalte-se, as Instituições Comunitárias estão voltadas ao desenvolvimento das comunidades, não ao interesse pessoal ou particular.
A cobrança de mensalidade das Instituições do Sistema ACAFE é realizada com objetivo totalmente distinto das Instituições Particulares/Privadas. Esta cobrança ocorre principalmente em virtude da incapacidade do estado e dos municípios de manter integralmente os seus orçamentos para que possam avançar no ensino de qualidade, da pesquisa e da extensão tão necessária para a promoção do desenvolvimento sustentável de nosso estado.
Assim, ao longo do tempo, as Instituições Comunitárias vem trabalhando incessantemente formas de captação de recursos que permitam a manutenção das estruturas de pesquisa e extensão, além da concessão de bolsas de estudo à alunos carentes, sem onerar cada vez mais o valor das mensalidades. Quiçá, futuramente, possamos inclusive ampliar o aporte de recursos públicos de tal forma que todos os nossos alunos possam ter acesso à verdadeiras Universidades e ensino de qualidade sem cobrança de mensalidades.
Entretanto, é com preocupação que nós, Reitores das Instituições Comunitárias com vocação pública, aliadas a seus acadêmicos, especialmente os seus mais de 38 mil alunos bolsistas (registre-se que este número equivale a quase 80% dos matriculados nas IES particulares/privadas de SC), vemos um movimento que visa transferir recursos públicos previstos nos artigos 170 e 171, além da nova lei aprovada na Assembléia Legislativa que prevê compra de vagas remanescentes das instituições comunitárias públicas, para financiamento de alunos carentes de IES privadas/particulares.
Demanda que, em um olhar superficial pode parecer justa, afinal aluno é carente tanto nas IES públicas quanto privadas, não resiste a análise de que caso seja acolhida pelo Parlamento esta proposta, significará, considerando que o total de recursos a serem aplicados continuará o mesmo, em transferência de recursos que hoje atendem alunos carentes de instituições públicas sem fins lucrativos para alunos de instituições privadas, cujos recursos em última instância reverterão em margens de lucro para seus proprietários.
Além disso, a retirada destes recursos, com a conseguinte evasão de alunos carentes das EIS Comunitárias, resultará em redução de receitas inviabilizando diversas ações de atendimento à comunidade, em especial nas áreas jurídica e da saúde que, hoje são realizadas pelas instituições do Sistema ACAFE. Ou seja, em último caso, as IES Comunitárias poderão se limitar às atividades de ensino de graduação, deixando de prestar serviços de atendimento à população carente das diversas regiões de SC, as quais o estado e os municípios não dariam conta sem a estrutura das Comunitárias.
Exatamente no momento em que o Governo Federal passa a reconhecer o Sistema Comunitário, distinguindo-o fortemente do Sistema Privado, através da inclusão deste sistema em diversos de seus programas e do lançamento da Frente Parlamentar de Apoio às Comunitárias no Congresso, infelizmente percebe-se, em SC, um movimento que trilha o caminho inverso, privilegiando o Sistema Privado em detrimento do público.
Assim, as IES Comunitárias de SC reiteram sua preocupação com a possibilidade de que sejam mitigados ou divididos os já escassos recursos que lhes são destinados por meio dos recursos subvencionais criados aos alunos de nosso estado, determinando a mantença do benefício, na forma como se encontra.
Finalmente, solicitamos, por parte das lideranças políticas do estado, o efetivo reconhecimento do Sistema Comunitário Catarinense como Instituições Públicas que cumprem uma função que vai muito além das atividades de ensino, e que assim sendo, possam ser consideradas políticas de alocação de recursos para sua manutenção, que é, em última instância, a manutenção de um modelo de desenvolvimento sustentável reconhecido como exemplar como é o do Estado de Santa Catarina perante o Brasil. 
Fonte: Portal Rádio Chapeco 

Ministério Público do Trabalho resolve disciplinar a oferta de cursos de aprendizagem profissional em nível técnico
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO Sexta-Feira, 6 de novembro de 2009
Ministério do Trabalho e Emprego
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA Nº 2.185 DE 5 DE NOVEMBRO DE 2009
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e tendo em vista o disposto no § 2º do art. 8o e art. 32 do Decreto no 5.598, de 1o de dezembro de 2005, resolve:
Art. 1º Disciplinar a oferta de cursos de aprendizagem profissional em nível de técnico de ensino.
Art. 2o. Serão considerados programas de aprendizagem profissional os que envolvam cursos técnicos ofertados por instituições de ensino oficiais, que estejam em conformidade com os atos normativos referentes ao instituto legal previsto na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
Parágrafo único: Para efeitos desta Portaria, são consideradas instituições de ensino oficiais aquelas pertencentes ao Sistema Federal de Ensino, conforme determinado no artigo 16 da Lei no 9.394/96, e aquelas credenciadas pelos órgãos competentes nos sistemas estaduais de ensino.
Art. 3º O programa desenvolvido com curso de educação profissional técnica deverá ofertar a formação metódica e os demais elementos que caracterizam o instituto da aprendizagem profissional.
Parágrafo único: Entende-se por formação técnico-profissional metódica para os efeitos do contrato de aprendizagem as atividades teóricas e práticas, metodicamente organizadas em tarefas de complexidade progressiva desenvolvidas no ambiente de trabalho.
Art. 4º A instituição de ensino ofertante do curso técnico deverá registrar o programa de aprendizagem no Cadastro Nacional da Aprendizagem Profissional, que o validará de acordo com o disposto na Portaria nº 615, de 13/12/2007, alterado pela Portaria 1003/2008.
Art. 5º A critério das instituições de ensino federais ou dos órgãos competentes nos sistemas estaduais, as atividades práticas realizadas durante a vigência do contrato de aprendizagem poderão ser reconhecidas para efeitos de contagem da carga-horária de estágio obrigatório desde que explicitada tal previsão no projeto pedagógico do curso e que os termos desta equivalência constem no Termo de Compromisso firmado entre o estagiário, a instituição de ensino e a parte concedente do estágio.
Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
CARLOS ROBERTO LUPI

Cálculo de mensalidades - Semesp volta a publicar o Boletim Reajuste das Mensalidades
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:26 hs. 
Em virtude das várias consultas de instituições associadas solicitando parâmetros para o cálculo do índice de reajuste para ser aplicado nas mensalidades de 2010, o Semesp volta a publicar o Boletim Reajuste das Mensalidades.
Para visualizar o Boletim Reajuste das Mensalidades, acesse http://www.semesp.org.br/portal/mail/economico/30.10.09/boletim_mensalidades_out_09.pdf 
Fonte: Portal Semesp 

Comissão aprova nova regulação para ensino na Aeronáutica
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:10 hs. 
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional aprovou, por unanimidade, na última quarta-feira (4), o Projeto de Lei 5785/09, do Poder Executivo, que traz nova regulação ao ensino na Aeronáutica. A proposta vai substituir a Lei 7549/86, que atualmente regula esse ensino.
O relator na comissão, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), apresentou parecer favorável ao projeto.
O Comando da Aeronáutica explica que o Ministério da Defesa tem buscado de forma sistemática a modernização de seu sistema de ensino, mas esse trabalho é dificultado pela atual legislação. A lei em vigor não permite: a concessão expressa de grau de nível superior para os concluintes dos Cursos de Formação de Oficiais da Aeronáutica; o reconhecimento, o suprimento e a equivalência de títulos, graus e certificados em todos os níveis educacionais; a normatização referente aos processos de seleção, admissão e matrícula nos diversos cursos de formação e adaptação; a fixação dos fundamentos do Ensino na Aeronáutica; e a qualificação para a atividade militar permanente.
Além disso, essa legislação também não é totalmente compatível com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96).
Níveis de ensino
O projeto estabelece que o ensino na Aeronáutica compreenderá: educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio); educação profissional (básico, técnico e tecnológico); e educação superior (graduação e pós-graduação).
Além disso, será desenvolvido em três fases: preparação, com a finalidade de qualificar militares para o ingresso em determinados cursos de formação e pós-formação (admissão); formação, com a finalidade de qualificar, dentro de cada nível educacional, militares e civis da Aeronáutica para o desempenho dos cargos e exercício das funções (graduação); e pós-formação, com a finalidade de qualificar, dentro de cada nível educacional, militares e civis da Aeronáutica para o desempenho de funções que requeiram habilidades e conhecimentos específicos (pós-graduação).
Tramitação
O projeto tramita em regime de prioridade e será analisado ainda pelas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. 
Fonte: Portal da Câmara dos Deputados 

Eleições na OAB/SC
Fonte: Assessoria de Comunicação da OAB/SC
No dia 16 de novembro, das 9h às 17h, serão realizadas as eleições da OAB/SC para o triênio 2010/2012. É importante lembrar que o voto é obrigatório para todos os advogados (§ 1º do art. 63 da Lei 8.906/94 e art. 134 do Regulamento Geral).
Para legitimar a participação, os advogados deverão comparecer ao local munidos de sua carteira ou cartão de identidade profissional e estar em dia com suas obrigações estatutárias. Para tanto, consulte no site da OAB/SC sua situação perante a Tesouraria e o local de sua urna de votação (que estará instalada na Subseção onde estiver vinculado), entre outras informações.
Ver Situação Perante a Tesouraria da OAB/SC
Para verificar sua situação perante a Tesouraria, gere sua senha acessando o link http://servicos.oab-sc.org.br/pgs/GerarAcessoViaSite.aspx.  Ela lhe será enviada (usuário/senha) imediatamente pelo e-mail cadastrado na OAB/SC.  Se desconhece o seu endereço de e-mail consulte a secretaria através do telefone (48) 3239-3565 ou do e-mail cadastro@oab-sc.org.br .  
Depois do recebimento, em até 7 dias,  altere a senha para uma de sua preferência, assim:
Acesse: http://servicos.oab-sc.org.br/login/main.aspx;
Na tela de identificação, informe usuário e senha recebidos para entrar no sistema;
No canto superior direito da tela, ao lado de sair, click na seta para abrir a opção de alteração de senha;
Informe a senha atual e a nova senha, conforme solicitado;
Click em OK!
Senão, ela caducará e outra solicitação deverá ser feita.

Receita libera megalote de restituição do IR nesta segunda-feira
Fonte: Último Segundo
A Receita Federal abre na próxima segunda-feira, às 9h, a consulta ao 6º lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física, ano-base 2008. Serão liberadas 2,125 milhões de restituições, totalizando R$ 1,967 bilhão, que serão acrescidas de 5,39% referentes à Selic entre maio e novembro.
Para saber se terá a restituição liberada nesse lote, o contribuinte poderá acessar a página da Receita na Internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou ligar para o Receitafone 146.
De acordo com a Receita, os recursos serão depositados em conta corrente no dia 16 de novembro.
Também será liberado o último lote residual da malha fina de 2008, com R$ 32,2 milhões para 12.525 contribuintes.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte deve procurar uma das agências do Banco do Brasil ou ligar para o 'BB responde' 4004-0001 (capitais) ou 0800-729-0001 (demais localidades), para agendar o crédito em conta corrente ou poupança em seu nome, em qualquer banco.
Quem ainda não tiver sido contemplado este ano, pode consultar o extrato de processamento da declaração no site da Receita. O último lote de restituição será divulgado em dezembro. Depois do desgaste político com a notícia de que o Ministério da Fazenda estaria reforçando o caixa com o dinheiro da restituição de IR, o ministro Guido Mantega prometeu liberar um megalote em dezembro.

Oposição tenta adiar votação da exigência de diploma para jornalistas 
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal Aprendiz, 05/11/2009
Contrário à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que exige o diploma de jornalista para o exercício da profissão, o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) apresenta diversos requerimentos, numa tentativa de adiar a votação na Comissão de Constituição e Justiça. Até o momento, o requerimento de adiamento da votação foi rejeitado, mas Aleluia apresentou outros dois: um para adiamento da discussão e outro para votação nominal, o que pode derrubar o resultado se não houver quorum suficiente no plenário da comissão. A PEC 386/09 estabelece a necessidade de curso superior em  jornalismo para o exercício da profissão. Há quatro meses, o Supremo Tribunal Federal derrubou a obrigatoriedade do diploma. Um dos argumentos é o de que legislar sobre o assunto seria uma tentativa de restrição da liberdade de expressão, prevista na Constituição. O relator da PEC, deputado Maurício Rands (PT-PE), lembrou que o parágrafo primeiro da proposta prevê que nenhuma lei poderá conter dispositivo que possa configurar embaraço à plena liberdade de informação jornalística, o que garantiria a previsão constitucional de liberdade de expressão. "Houve uma decisão errada deis  conteúdo do STF. O Artigo 220 da Constituição com o parágrafo primeiro da PEC vai harmonizar o direito de liberdade de informação com o direito de exercício da profissão. Não há incompatibilidade qualquer entre liberdade de expressão e a exigência do diploma", disse Rands. A declaração foi rebatida por José Carlos Aleluia. Para ele, não se pode mudar a interpretação que o Supremo dá à Constituição. "Vou impedir que a proposta progrida. Ou que progrida lentamente. Vou colocar pedras no caminho na frente dessa bobagem legislativa", afirmou. (UOL) 

Universidades comunitárias querem um novo marco regulatório
Fonte: Assessoria do Deputado Pedro Uczai 
A criação de uma nova legislação federal que reconheça as universidades comunitárias como instituições de caráter público não estatal foi uma das principais reivindicações apresentadas por reitores e demais representantes das 15 instituições que compõem o Sistema Comunitário de Educação Superior de Santa Catarina (Acafe), nesta quinta-feira (29), em Florianópolis. Junto de professores e estudantes de várias regiões do estado, eles participaram de um seminário promovido pelo presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado estadual Pedro Uczai (PT), para discutir medidas de fortalecimento destas instituições criadas por leis estaduais e municipais.
Segundo o presidente do Sistema Acafe, Paulo Ivo Koehntopp, no caso de Santa Catarina as universidades comunitárias desempenharam um papel estratégico nos últimos 40 anos, diante da ausência do Estado na oferta do ensino superior. “As universidades acompanharam e contribuíram para o desenvolvimento econômico, social e cultural das várias regiões do Estado”, explicou. Segundo o dirigente, são 127 mil alunos matriculados nas instituições comunitárias catarinenses, respondendo por 65% das matrículas de graduação presencial em 59 cidades. “São instituições que tiveram um papel decisivo na formação de professores e as que mais ofertaram bolsas de estudo ao longo dos anos, viabilizando o acesso de milhares de estudantes carentes ao ensino superior”, destacou.
Presente no encontro, o consultor jurídico do Ministério da Justiça, Rafael Faveti, afirmou que a criação da nova legislação tem o apoio do governo federal e já está sendo analisada pelos ministérios do Planejamento e da Educação. “Tratam-se de novas regras para a captação de recursos, tributárias, trabalhistas e de gestão destas instituições. O presidente Lula é altamente empolgado com essa idéia e nós estamos abertos para discutir”, disse Faveti, para quem o grande desafio é sensibilizar outros estados a apoiarem a iniciativa, já que o sistema comunitário prevalece sobretudo em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.
Para o reitor da Unochapecó, Odilon Luiz Poli, as universidades comunitárias do país estão diante de um momento decisivo, porque somente a criação de uma nova legislação poderá consolidar o sistema comunitário, distinguindo-o das instituições privadas que visam lucro e não oferecem ensino, pesquisa e extensão integralmente. “As instituições comunitárias são um patrimônio cultural do estado que não pode se perder, mas para isso é fundamental definir como manter esse sistema tanto no país quanto em Santa Catarina”, ressaltou ele. Para o reitor, a contribuição da Assembleia Legislativa é importante para estes avanços, porque “quando realiza um seminário sobre o futuro das instituições comunitárias demonstra a sensibilidade dos deputados com este tema tão importante para o Estado”.
Autor da regulamentação das bolsas de estudo do Artigo 170, o deputado Pedro Uczai acredita que as universidades comunitárias estão diante de uma oportunidade histórica no país, diante de uma conjuntura favorável e do apoio do governo federal para a criação da nova legislação. Porém, o parlamentar destacou que no caso de Santa Catarina as instituições têm um desafio ainda maior, que é a mobilização para fortalecer a legislação e os programas voltados para estas instituições no estado.
“É preciso lutar para que o Artigo 170, o Artigo 171 e outros programas de bolsas de estudo sejam cumpridos em sua totalidade e se consolidem cada vez mais, permitindo o acesso de novos estudantes ao ensino superior e o conseqüente fortalecimento das universidades comunitárias e das regiões que elas estão inseridas”, defendeu o deputado. Segundo o presidente da União Catarinense dos Estudantes (UCE), Wander Rodernelo, as universidades comunitárias em Santa Catarina precisam avançar para a oferta do ensino gratuito e gestões cada vez mais democráticas. “Precisamos discutir que universidade queremos, e estes são dois pontos fundamentais para garantir o acesso e a qualidade na educação ofertada por estas instituições”, argumentou o estudante.
Ao final do encontro, um manifesto contendo os principais argumentos em defesa das universidades comunitárias foi divulgado, e nos próximos dias será encaminhado às lideranças políticas do Estado.

Administração é a segunda profissão mais bem remunerada do Brasil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:32 hs. 
Os administradores têm mais um motivo para se orgulhar da profissão. De acordo com o levantamento “Você no Mercado de Trabalho”, realizado por especialistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os profissionais de Administração são os segundos mais bem pagos do país.
A pesquisa apontou que o piso salarial do setor hoje é de R$ 2.500,00 e o salário médio é de R$ 4.687,70. Um dos fatores que colaboraram com o resultado é o fato do profissional de Administração possuir uma abrangência de atuação que agrega mais de 200 de segmentos. De acordo com dados do Conselho Federal de Administração (CFA), um profissional considerado sênior chega a ganhar cerca de R$ 8 mil por mês.
A universitária Simone Donata do 4º período do curso de Administração da Facudade Lumen ressalta que a notícia vem como um estímulo para enfrentar o mercado de trabalho. “Essa pesquisa, inclusive, retira aquele pensamento errôneo de muitas pessoas em achar que o curso de Administração é somente para aqueles que já possuem o que administrar. É uma motivação para todos os estudantes que estão começando, terminando e escolhendo uma área a seguir”, afirma a estudante.
Marcos Morita, professor do Mackenzie de São Paulo e executivo há 15 anos em multinacionais, revela que essa boa média salarial do administrador vem de fatores como velocidade de crescimento das corporações, diminuição da distância entre os concorrentes devido à globalização e avanço das tecnologias que colocam as empresas mais próximas dos consumidores. “Essas tendências e fatores fazem com que as empresas busquem profissionais que tenham flexibilidade, criatividade, visão integrada, antenados com as novas tecnologias, dinâmicos e empreendedores, características desenvolvidas durante o curso de Administração”, destaca Morita.
O Professor ressalta que a visão que a sociedade tem do administrador ainda é um pouco confusa devido ao leque de possibilidades em áreas que esse profissional pode atuar. “Acredito que o papel e a importância do administrador de empresas precise ser melhor trabalhado. Pela própria flexibilidade e capacidade de adaptação do profissional, o administrador tende a adquirir a cultura da empresa ou das profissões mais fortes dentro da empresa. Cabe a nós, administradores, adotarmos um posicionamento ímpar, salientando nossos pontos fortes e vantagens competitivas frente a outras profissões”, afirma Morita.
O estudo de remuneração das profissões foi subsidiado com informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007 e nas médias salariais do País.
"Vamos chegar muito mais longe", afirma Leandro Vieira, editor do www.administradores.com.br, principal veículo on-line voltado à Administração. "Não é à toa que Administração é o curso com o maior número de estudantes e o maior número de faculdades do Brasil", comenta Vieira. "Isso já é um reflexo de uma mudança cultural sobre o papel do Administrador e a sua importância. Como diria Peter Drucker, administradores eficazes são necessários em toda e qualquer organização do mundo", conclui.
Veja o ranking com os salários médios entre as profissões
1. Médicos R$ 7.841,63
2. Administradores e diretores R$ 4.687,70
3. Engenheiros R$ 4.464,48
4. Profissionais em pesquisa e análise econômica R$ 4.085,34
5. Técnicos e fiscais de tributação e arrecadação R$ 3.861,00
6. Advogados e juízes R$ 3.810,53
7. Agrônomos e afins R$ 3.655,73
8. Analistas de sistemas R$ 3.550,09
9. Cirurgiões-dentistas R$ 3.493,19
10. Arquitetos R$ 3.468,20 
Fonte: www.administradores.com.br 

Polícia descarta fraude
Fonte: Clipping Educacinal Consae Estado de Minas, 06/11/2009 - Belo Horizonte MG
Conteúdo do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) não vazou, segundo a PF, e participantes devem reforçar os estudos para garantir um bom resultado no teste
Daniel Antunes 
Alívio para os mais de 104 mil universitários mineiros que vão fazer o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) no domingo. Ontem, a Polícia Federal (PF) informou que não houve fraude nem violação das provas do exame. A polícia investigava um suposto vazamento do conteúdo depois que uma caixa com os exames foi aberta pela Receita Federal na Agência Central dos Correios de Campina Grande (PB). Mesmo com a identificação do Ministério da Educação, os pacotes foram abertos para a verificação de seu conteúdo. De acordo com a PF, uma caixa contendo o material foi aberta, mas as provas não foram deslacradas. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), maior instituição de ensino do estado, são 2,3 mil alunos selecionados para a avaliação. Em todo o país 1,1 milhão de acadêmicos em 997 municípios participam do Enade. A estudante de direito da Faculdade Milton Campos Flávia Leite Leonel, de 31, dedica três horas do dia aos livros e cadernos. "É bom para gente e para a faculdade ter um boa colocação. Por isso não estou medindo esforços em fazer uma boa prova. Acho que estou  preparada”, avaliou Flávia. Para a estudante de ciências econômicas da PUC Brisa Magalhães de Lima, de 20, domingo é a chance de mostrar o conhecimento adquirido em sala de aula. “O exame permite a verificação da qualidade do ensino da instituição e o envolvimento do aluno com o curso e com os acontecimentos do mundo. Também vai avaliar se os profissionais do futuro estão preparados para resolver questões pertinentes a cada área”, afirma. Ela separou duas horas da semana para se preparar para o Enade. "Encaro a avaliação como uma chance para aprender e crescer. O futuro e o sucesso começam com a seriedade e o comprometimento”, acredita a estudante.
Neste ano serão avaliados os cursos de administração, arquivologia, biblioteconomia, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, estatística, música, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teatro e turismo. Serão avaliados também, pela primeira vez, os cursos superiores de tecnologia em design  de moda, gastronomia, gestão de recursos humanos, gestão de turismo, gestão financeira, marketing e processos gerenciais. São dispensados do Enade aqueles que colaram grau até 31 de agosto e alunos que estiverem oficialmente matriculados e cursando atividades curriculares fora do Brasil, na data de realização do exame, em instituição conveniada com a instituição de ensino superior do estudante.
DOCUMENTOS A prova será aplicada às 13h. A recomendação do MEC é para que os estudantes compareçam ao local do exame com antecedência de 45 minutos, munidos de: documento de identidade original; 2 lápis pretos, grafite nº 2, apontador, borracha e caneta esferográfica de tinta preta; cartão de informação e folhas de respostas do questionário socioeconômico encaminhado ao estudante pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao MEC. Os locais das provas estão disponíveis para a consulta na internet (enade.inep.gov.br/enadeConsulta). 

Seminários Nacional e Estadual de Acessibilidade acontecem em Florianópolis
Fonte: Assessoria de Comunicação da OAB/SC
De 18 a 20 de novembro serão realizados o 5° Seminário Nacional e 2° Seminário Estadual de Acessibilidade, na Assembléia Legislativa em Florianópolis, com o tema: “O que temos feito na prática?”. O evento busca parcerias, estratégias e implementação de políticas públicas e ações concretas, visando a acessibilidade total. Na abertura do evento será assinado um termo de cooperação técnica entre o CREA-SC, o Ministério Público e as instituições envolvidas na organização, com objetivo de integrar as atuações de todas as entidades, fixando princípios de ação conjunta para melhor realização das missões institucionais dos celebrantes. Serão ministradas palestras sobre Mobilidade Urbana: programas e fontes de recursos; Percursos Urbanos Acessíveis e Legislação e Fiscalização na área de Acessibilidade.
Uma cartilha pedagógica e educacional com normas legais, confeccionada pela Comissão de Acessibilidade do CREA-SC, será distribuída no evento para aprendizado de todos em relação ao tema, e que obras comecem a ser planejadas visando a igualdade. Integram a comissão organizadora o CREA-SC, o CONFEA, Ministérios Públicos Estadual e Federal, a Assembléia Legislativa de Santa Catarina e a Escola do Legislativo, a Ordem de Advogados do Brasil, a Fundação Catarinense de Educação Especial, a UFSC, a ACAFE, a Federação Catarinense dos Municípios, Secovi, UVESC e as prefeituras de Florianópolis e de São José.
CREA e acessibilidade
Em novembro do ano passado foi realizada a primeira edição do seminário estadual, com o tema “Formando consciência para a cidadania”. Uma das conclusões foi a necessidade de capacitar e conscientizar profissionais das áreas de engenharia e arquitetura no sentido de projetar e anotar nas ARTs as disposições específicas de acessibilidade, para que haja uma fiscalização mais efetiva.
O CREA-SC prioriza ações na área de acessibilidade, sempre buscando em parceria com órgãos e entidades conscientizar os profissionais e a sociedade neste sentido. Em 2005 foi realizado junto com o Ministério Público e a Universidade Federal de Santa Catarina, um trabalho de vistoria em prédios públicos e logradouros verificando a acessibilidade nas construções. Foram constatadas dificuldades de acesso em 130 secretarias, escolas, delegacias e hospitais na capital e encaminhado relatório da fiscalização ao Ministério Público para providências.
Visando facilitar aos profissionais do sistema o atendimento à legislação que regulamenta e estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção de acessibilidade, o Conselho estabeleceu um código de classificação de atividade técnica, o A0831. Ao anotar esse código na ART o profissional estará assumindo a responsabilidade de que a obra/serviço atende às regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade. Em Santa Catarina, o número de pessoas deficientes ultrapassa 760 mil, segundo o Censo de 2000 divulgado pelo IBGE.

Multa sobre o FGTS: direito é indisponível e não pode ser negociado
Fonte: Tribunal Superior do Trabalho
É correta a anulação de acordo extrajudicial estabelecendo a renúncia, pelo trabalhador, à multa de 40% do FGTS a que tem direito quando de sua demissão? Para a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, sim. Por isso, negou recurso de uma empresa que visava, exatamente, reverter esse entendimento.
Trata-se do caso de uma funcionária que, contratada pela empresa CNS Nacional Serviços, prestava serviços de limpeza e conservação no Hospital Universitário Antônio Pedro em Niterói (RJ). Com o fim do contrato do hospital com a CNS, foi oferecido à trabalhadora a possibilidade ser aproveitada nos quadros da nova contratada. Contudo, para aceitassem a oferta, exigiu-se o desligamento da empresa anterior e a declaração de que abriria mão da multa de 40% do FGTS. Contra isso, e em busca de verbas rescisórias não pagas, a auxiliar ingressou com ação trabalhista.
A 4ª Vara do Trabalho de Niterói declarou a nulidade do acordo. O Tribunal Regional do Trabalho da 1.ª Região (RJ), por sua vez, ao analisar recurso da empresa, confirmou o mesmo entendimento, ou seja, manteve a nulidade do acordo. Insatisfeita, a CNS recorreu ao TST. Defendeu a validade pelo fato de o acordo ter sido precedido por assembléia e realizado com anuência e assistência de sindicato de Classe.
O relator do processo na Primeira Turma, ministro Walmir Oliveira da Costa, entretanto, considerou que, apesar de o Direito do Trabalho admitir a possibilidade de acordos entre empregados e empregadores (artigo 444 da CLT), nos quais se permite a obtenção de benefícios por meio de concessões mútuas, as cláusulas contratuais encontram limite na impossibilidade de se transacionar direitos indisponíveis.
Para ele, ficou claro que o acordo extrajudicial realizado pelas partes tinha por objeto a renúncia à percepção de multa de 40% do FGTS, que constitui direito indisponível assegurado pela Constituição da República no artigo 7.°, I, motivo pelo qual o ajuste mostrou-se inválido. Assim, a Primeira Turma do TST acolheu por unanimidade o voto do relator e negou o recurso da empresa. (AIRR-87283/2003-900-01-00.5)

Os Desafios da Educação Brasileira: Concórdia sediará o segundo seminário regional, dia 5
Fonte: Assessoria de Imprensa Deputado Pedro Uczai 
A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e a Escola do Legislativo promovem, nos meses de outubro e novembro, três seminários regionais para discutir “Os Desafios da Educação Brasileira”, propostos pelo presidente da Comissão, deputado estadual Pedro Uczai (PT). Depois de reunir cerca de 1 mil professores no primeiro encontro que debateu a desmotivação da categoria, em São Miguel do Oeste, chegou a vez de Concórdia sediar o encontro que terá como tema a qualidade na educação, no próximo dia 5 de novembro, das 8h30 às 17h, no Centro de Eventos.
O evento que conta com a parceria da prefeitura de Concórdia e de associações de municípios do Alto Uruguai, Meio Oeste e Alto Irani, reunirá especialistas, professores, estudantes e gestores públicos. As inscrições são limitadas e devem ser feitas pelo site www.alesc.sc.gov.br/escola, com direito a certificado para os participantes com 100% de freqüência.
Segundo Uczai, o objetivo dos seminários é debater as causas e apontar possíveis soluções para os três maiores problemas da educação brasileira, apontados por uma pesquisa nacional feita pelo instituto Ibope Inteligência. Além da desmotivação dos professores e da qualidade na educação, a questão da violência e drogas nas escolas também está entre os três principais problemas e será debatida no último seminário, em 16 de novembro, em Florianópolis.
Em Concórdia, o evento sobre a qualidade na educação contará com a presença de especialistas na área, como a do doutor em Educação pela PUC-SC, Gaudêncio Frigotto; da doutora em Educação pela Universidade Federal do Paraná, Acácia Kuenzer; e da doutora em Educação e integrante da comissão de instalação da Universidade Federal de Fronteira Sul, Solange Alves.
 
Senadores sugerem revisão do novo acordo ortográfico
Fonte: Jornal da Educação
A audiência pública sobre o novo acordo ortográfico, realizada nesta quarta-feira (4) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), trouxe à tona uma série de críticas que estão sendo feitas por linguistas e educadores desde que o acordo foi firmado em 1990 com os demais países de língua portuguesa. Avaliando as questões levantadas, alguns senadores sugeriram a ampliação do debate com a sociedade. As informações são da Agência Senado.
A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) afirma que uma alternativa que deve ser analisada pela comissão é a aprovação de uma lei que autorize o governo a sugerir modificações no texto da reforma ortográfica. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) também defendeu a revisão do acordo.
Até agora, o Brasil foi o único país que adotou oficialmente o acordo que define que a implantação das mudanças na língua deverá estar concluída até 2013.

Guia de tecnologias vai ganhar novos recursos pedagógicos
Fonte: Portal O Meu Futuro
Novos recursos pedagógicos para a educação básica vão compor o Guia de Tecnologias Educacionais de 2010. Foram pré-qualificadas 29 novas tecnologias entre as 134 inscritas no processo de avaliação deste ano, coordenado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
As tecnologias educacionais se referem a processos, ferramentas e materiais que dão suporte às redes estaduais e municipais de ensino, como explica o diretor de políticas de formação, materiais didáticos e tecnologias da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Marcelo Soares. “São experiências bem-sucedidas, desenvolvidas por especialistas em educação, universidades, empresas e organizações não-governamentais, que deram certo e podem ser replicadas.”
De acordo com Soares, as tecnologias pré-qualificadas podem se tornar qualificadas à medida que forem usadas pelas redes de ensino e aprovadas no monitoramento feito por especialistas em educação. Caso não tenham eficácia, podem ser desqualificadas.
As propostas inscritas este ano contemplam 15 áreas, entre elas, alfabetização, formação continuada de professores, inclusão digital e acessibilidade. As tecnologias são voltadas para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, incluindo as modalidades da educação especial, de jovens e adultos, escolar indígena, quilombola, do campo, a distância, profissional e tecnológica e nas prisões.
Os responsáveis pelos projetos não aprovados têm até o dia 11 para entrar com recurso. O resultado sai em 1º de dezembro. A partir desse dia, as redes já poderão usar as tecnologias educacionais pré-qualificadas, que serão reunidas no guia de 2010.
Criado em 2007, o Guia de Tecnologias Educacionais tem, atualmente, 112 recursos pedagógicos pré-qualificados. Destes, 52 foram produzidos pelo Ministério da Educação. Dos outros 60, 19 foram incluídos em 2007 e 41 em 2008. Assim, com as novas 29 tecnologias pré-qualificadas este ano, as secretarias municipais e estaduais de educação vão dispor de 141 tecnologias para melhorar o ensino em suas redes.
Letícia Tancredi

Alunos com endereço errado no Enade terão atestado de dispensa, diz Inep
Fonte: Clipping Educacional Portal G1, 08/11/2009
Foram avaliados 15 cursos de graduação e 7 tecnológicos. Candidato que faltou à prova ficará sem o diploma
Do G1, em São Paulo 
Os estudantes que receberam endereço errado e não conseguiram fazer a prova do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2009 terão atestado de dispensa, informa o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Quem fica com falta na prova tem o diploma universitário retido. A prova foi aplicada neste domingo (8) para mais de 1,1 milhão de estudantes em 997 cidades brasileiras. Foram avaliados estudantes de 7.080 cursos, de 1.807 diferentes instituições, num total de 15 áreas de graduação e 7 de cursos superiores tecnológicos. O índice de abstenção deve ser divulgado  na segunda (9). Segundo o Inep, houve problemas de endereços equivocados em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Petrolina (PE). Em nota divulgada na noite de domingo, o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, afirma que “estes estudantes não terão nenhum prejuízo e receberão atestados de dispensa”.
O Inep informou ainda que a prova ocorreu em clima de “tranqüilidade”. Em uma escola de Brasília, porém, o instituto afirma que “houve registro de arruaça por parte de estudantes que   deixaram a sala antes do tempo mínimo previsto e tentaram impedir os demais de fazerem a prova, fazendo barulho com megafones. No entanto, o índice de participação nessa escola foi dentro do esperado”. Os gabaritos divulgados neste domingo são preliminares e, segundo o Inep, podem ser modificados se houver alguma contestação pertinente. Os cerca de 1.200 estudantes que não tinham sido inscritos por suas instituições e precisaram impetrar um mandado de segurança conseguiram fazer a prova. “O Inep acatou e orientou a empresa contratada para aplicação do Enade para assegurar a participação de todos”, diz a nota. 

Fundamental de nove anos sacrifica lazer, dizem estudos
Fonte: Clipping Educacional Folha de São Paulo, 08/11/2009 - São Paulo SP
Pesquisadoras de faculdades diferentes apontam restrição de atividades lúdicas. MEC confirma que colégios têm falhado no ensino de nove anos; secretária de Educação Básica diz que o brincar é "importantíssimo"
RICARDO WESTIN DA REPORTAGEM LOCAL 
Das escolas que já adotaram o ensino fundamental de nove anos, parte fez a adaptação impondo pesados sacrifícios às crianças mais novas. Pesquisas em diferentes Estados mostram que nessas escolas os alunos de seis anos perderam parte considerável do tempo destinado a brincadeiras e atividades ao ar livre. Agora ficam debruçadas sobre livros, exercícios e até provas. Especialistas alertam que isso pode ter efeito devastador no desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças.
As escolas hoje dividem o ensino fundamental em oito séries. No ano que vem, todas -públicas e particulares- deverão seguir a lei que prevê a reorganização em nove anos. O ano extra foi colocado no início do ciclo. A criança passará a entrar no ensino fundamental com seis anos, não mais com sete. Assim, quem ia para a pré-escola irá para o primeiro ano. A primeira   série se transformará no segundo ano. Muitas  escolas se adiantaram e já seguem a lei. O problema é que algumas limitaram-se a impor às crianças de seis anos os mesmíssimos conteúdos que antes ensinavam às crianças de sete. Os esforços se concentram em ensiná-las a ler, escrever e fazer contas. As brincadeiras, comuns na velha pré-escola, ficaram em segundo plano. As professoras e pesquisadoras Iraíde Marques de Freitas Barreiro (da Unesp em Assis), Maria Silvia Librandi da Rocha (da PUC de Campinas) e Catarina Moro (da UFPR em Curitiba) chegaram a conclusões parecidas ao estudar escolas que já adotam o novo modelo.
"As atividades lúdicas ficaram restritas ao recreio, que não raramente dura 15 minutos", diz Maria Silvia. "A criança tem seis anos, mas já é tratada quase como adulto, com muita cobrança", afirma Iraíde. Um dos problemas é o fato de os professores não terem sido   preparados para conduzir essa nova turma.  Seguem mais o modelo da primeira série que o da pré-escola, sem o devido equilíbrio, por pressão de pais que desejam a alfabetização precoce e por pressão do sistema educacional -a Provinha Brasil avalia crianças de sete anos, do novo segundo ano. "Antes era o professor da segunda série que cobrava o da primeira para que os alunos chegassem alfabetizados. Agora é o professor do segundo ano que pressiona o do primeiro", afirma Catarina, da UFPR. O MEC confirma a falha dos colégios. "Estamos oferecendo orientações, explicando que o brincar é importantíssimo", diz a secretária de Educação Básica, Maria do Pilar Lacerda. Ela esclarece que o resultado da Provinha Brasil não é divulgado e, mesmo sendo negativo, não gera punições. Serve apenas para orientar a escola. Outro problema apontado pelas pesquisadoras é a falta de adaptações e reformas nas escolas para receber adequadamente às crianças de seis anos. 

Ensino médio por módulos será expandido
Fonte: Clipping Educacional Consae Gazeta do Povo, 09/11/2009 - Curitiba PR
Modelo, hoje usado por 111 escolas estaduais do ensino médio, deverá virar realidade em 330 colégios públicos do Paraná, no próximo ano
Rodrigo Kwiatkowski da Silva, especial para a Gazeta do Povo 
O número de colégios estaduais do Paraná que oferecem o ensino médio em blocos semestrais deverá passar de 111 para cerca 330 no próximo ano. E a tendência é de que, em alguns anos, todas as 1.225 escolas da rede, que têm ensino médio, adotem o sistema, considerado vantajoso pela Secretaria de Estado da Educação (Seed). Pelo modelo, os alunos têm contato com todo o conteúdo do ano de determinadas disciplinas no primeiro semestre e as demais ficam para o período pós-férias de julho. Conforme Edna Amâncio, técnica pedagógica do Departamento de Educação Básica da Seed, as escolas decidem se terão o currículo anual ou por blocos semestrais. “Vemos o programa como positivo. O aluno vai vencendo etapas de seis em seis meses. Se precisar sair ou ficar retido, não perde o ano inteiro”, explica Edna. As escolas estão recebendo equipes pedagógicas do estado e de colégios que já adotaram o sistema, que agora atuam como multiplicadores. “As escolas colocam o que vivem e aquelas que fazem a opção realizam comparações com os outros colégios e professores do seu núcleo”, explica.
Segundo a secretaria, o melhor  resultado é obtido pelos professores que  organizam de forma diferente o seu planejamento, pois o prazo para ensinar o conteúdo cai para seis meses. Edna Amâncio acredita que há vantagens para os profissionais porque há um número menor de turmas por semestre, favorecendo um contato mais intensivo entre professores e alunos.
O Colégio Júlio Teodorico, em Ponta Grossa, adotou o sistema neste ano. Na análise do diretor auxiliar Josmael de Jesus Klazura, há mais efeitos positivos do que negativos. Entre os negativos está a imaturidade do aluno ingressante, que demora a perceber a dinâmica do semestre. “Deveria ser realizado um trabalho de conscientização na oitava série do ensino fundamental para preparar esse aluno”, avalia. Ele também aponta que a perspectiva de reprovar apenas um semestre não parece tão ruim, de modo que alguns estudantes não se dedicam o suficiente para passar no bloco. Como consequência, foram constatadas 27 transferências para colégios que não adotam o sistema de blocos – assim os alunos reprovados podem recuperar as notas e não precisam refazer o bloco. A prática causa problemas para   os professores, que precisam dar mais atenção aos que tiveram apenas a metade das matérias. Para as estudantes Caroline de Fátima Felipe, 18, e Jéssica Aparecida Galvão, 17 anos, a divisão é interessante, mas atrapalha para o vestibular. “Muita coisa a gente ainda não viu e as outras matérias ficaram lá para trás”, diz Caroline. Jéssica aponta que as matérias poderiam ser divididas de forma diferente: “Poderiam colocar ma­­térias teóricas com outras que usam cálculos”.
Evasão - Embora indique a adoção do ensino por blocos semestrais, a Seed ainda não pode avaliar a eficácia do sistema. Um dos principais itens, a queda na evasão escolar, só poderá ser avaliado ao final do ano. “Temos a perspectiva de que a reprovação e a evasão diminuíram, mas precisamos de um ano para avaliar os dados”, comenta a técnica pedagógica Edna Amâncio. “As análises pedagógicas das escolas indicam que é positivo. Os professores estão percebendo que o modelo apresenta resultados positivos porque os alunos já internalizaram a prática. No primeiro momento houve dúvidas, mas agora todos já estão mais habituados”, acrescenta. 

Ideb 2009 começa a ser medido nesta segunda-feira
Fonte: Clipping Educacional Consae Jornal do Brasil, 09/11/2009 - Rio de Janeiro RJ
Agência Brasil 
BRASÍLIA - A partir desta segunda-feira, até o dia 27 deste mês, todas as escolas públicas com mais de 20 alunos participam da Prova Brasil. O exame, que é direcionado a estudantes da 4ª e da 8ª série do ensino fundamental e do 3° ano do ensino médio, é um dos principais componentes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que mede a qualidade do ensino no país. Em 2005, o Ideb foi medido pela primeira vez e a média nacional foi de 3,8 pontos para os primeiros anos do ensino fundamental.  Em 2007, chegou a 4,2, superando a meta de 3,9 pontos estabelecida para o período. O objetivo é atingir a nota 6 até 2022. Além da Prova Brasil, o Ideb leva em conta a taxa de aprovação do aluno. Cada escola, município e estado tem a sua própria nota.
Os estudantes serão avaliados em português e matemática. Para os alunos da 4ª série serão 22 questões de múltipla escolha para cada matéria.   Já os alunos do último ano do ensino fundamental e do 3° ano do ensino médio terão que responder a 26 questões de cada disciplina. Para cada nível avaliado existem 21 modelos diferentes da prova. Também serão avaliados em forma de amostra estudantes da rede privada de ensino. No site do Ministério da Educação, professores podem ter acessos a modelos da prova. Segundo o MEC, os resultados da Prova Brasil serão divulgados no primeiro semestre de 2010. 

A revelação do Enem
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:53 hs. 
As dicas dos especialistas na reta final do exame, que só são possíveis por causa da fraude
Joice Tavares
Em março, quando foi anunciado que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) seria reformulado e poderia ser utilizado como processo seletivo único para todas as universidades federais brasileiras, a curiosidade geral girava em torno de como seria a nova prova.
Por vários meses, professores de cursinhos e do ensino médio tentaram preparar os alunos para o novo formato do teste, que agora mistura raciocínio e conteúdo em 180 questões. Antes, era focado em questões lógicas. O mistério acabou antes dos dias 3 e 4 de outubro, datas marcadas para o exame, quando foi noticiado o vazamento da prova e seu cancelamento.
O episódio deu um prejuízo de mais de R$ 130 milhões ao governo, que teve de refazer, reimprimir e redistribuir a prova. Ela foi remarcada para os dias 5 e 6 de dezembro. E também causou transtornos para os 4,1 milhões de estudantes inscritos - por falta de prazo, a Universidade de São Paulo (USP) e a Unicamp, por exemplo, não vão mais utilizá-lo no processo seletivo. Se houve um lado bom, foi o fato de os estudantes e as escolas conhecerem o exame real antes de ele ser aplicado, certificando-se assim de que o caminho do aprendizado era o adequado, e ganharem algumas semanas a mais para a preparação.
Nesta reta final, deve-se manter o ritmo de estudos que vinha sendo seguido desde o início. Passar noites em claro em cima dos livros só atrapalha, ao passo que dedicar algumas horas para o lazer relaxa a mente e organiza os conhecimentos. Mas fazer simulados, sobretudo a prova do Enem que foi cancelada, é essencial. Esse tipo de exercício funciona como um treinamento, pois ajuda na familiarização com o formato e o conteúdo, auxilia a desenvolver a rapidez para resolver as questões, possibilita maior adaptação ao tempo disponível para concluir a prova e ainda identifica o que precisa ser mais bem trabalhado.
É um bom momento também para rever os fatos marcantes de 2009, além de continuar acompanhando os fatos. Assuntos que ocuparam boa parte do noticiário este ano, como a gripe suína, acidentes aéreos e os conflitos no Irã, Coreia do Norte e Afeganistão, têm boa chance de ser cobrados. Também é preciso saber relacionar acontecimentos recentes com o passado, como a crise econômica mundial deflagrada em setembro do ano passado e a de 1929. Mas a maior revelação ocorrida graças ao vazamento da prova é ver, realmente, como o conteúdo transmitido em sala de aula é cobrado.
"Ficou comprovado que a qualidade da educação é avaliada, e isso é muito válido", diz Adilson Garcia, um dos diretores do colégio Vértice, o primeiro colocado no ranking do Enem na capital paulista. À frente de uma instituição que trabalha, há tempos, com metodologia baseada na interdisciplinaridade, Garcia sabe da importância da prova para checar como os conteúdos estão sendo passados na escola. Para ele, é importante que os alunos sejam incentivados a desenvolver novas habilidades e posicionamentos diante do conhecimento que adquirem em sua formação.
Afinal, hoje, até mesmo por estarem cercados por todo tipo de informação, é importante que os jovens desenvolvam a capacidade de raciocinar, compreender, relacionar conteúdos, argumentar e propor soluções para diferentes situações. Por isso mesmo, os educadores são cobrados a não se limitar ao conteúdo das apostilas e a incentivar um diálogo maior em classe. É assim que os estudantes recebem o impulso necessário para ter um posicionamento mais crítico diante do mundo e do volume de informações que recebem. Isso deixa claro que eles não estão sendo preparados unicamente para os vestibulares.
Dessa forma, esses jovens passam a ter consciência de que aquilo que aprendem no ensino médio pode e deve ser aplicado em seu dia a dia. E o positivo é que essa percepção começa a partir deles mesmos. "O colégio passou a estimular o nosso espírito crítico. Sinto que aprendemos a questionar o que está sendo exposto. Sabemos lidar melhor com a interdisciplinaridade e relacionamos o que aprendemos em sala de aula com o que acontece em nossas vidas", comenta Marcella Massarotto, aluna do cursinho Anglo e que tenta uma vaga em direito. "Nós interligamos conhecimentos. É importante que sejamos estimulados a pensar dessa forma porque seremos cada vez mais cobrados", diz Isabella Albuquerque Salgado, aluna do colégio Objetivo que se prepara para entrar na faculdade de medicina.
Mesmo quem foi prejudicado pela mudança nas datas do Enem ou não utilizará o exame como processo de seleção acha importante fazer a prova, que não é obrigatória. Julia Franco Tonissi e Gustavo Rangel Modena, ambos alunos do Vértice e concorrentes a uma vaga em administração, estão nesta situação. "Abri mão do vestibular da Universidade Federal de São Carlos, mas não desisti de fazer o Enem", diz Julia. "Acho importante fazer a prova para conhecer o formato e porque, nessa fase, tudo funciona como um treino a mais." Gustavo também vê vantagens no teste, embora não vá contar ponto para nenhum vestibular ao qual concorre. "Mas, se o encaro com seriedade, ele vale como um preparo maior para outras provas", completa ele.
Apesar de estar sendo recebido de uma maneira positiva, o novo Enem ainda desperta dúvidas. "Ele cumpre um papel importante de avaliar o ensino médio e mostrar aos educadores a importância de se passar princípios como contextualidade e interdisciplinaridade", diz Nicolau Marmo, coordenador-geral do Sistema Anglo de Ensino. "Mas seu conteúdo não lhe permite ser usado com uma finalidade igual à do vestibular."
Assim como ele, muitos profissionais da área educacional acreditam que o nível de conhecimento cobrado pela prova - mesmo sendo mais abrangente agora - ainda é insuficiente para cumprir um papel tão importante como o de selecionar candidatos para a universidade. "O Enem pode chegar a substituir os vestibulares, mas sinto que ainda estamos engatinhando nessa direção. É preciso muito envolvimento e dedicação com esse novo projeto para que ele realmente venha a ter essa função", diz Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora do colégio Objetivo.
Para solucionar esse problema, algumas universidades continuaram a apostar no Enem como parte de seus vestibulares, mas optaram por refinar a seleção dos alunos com uma segunda prova. Foi a atitude tomada pela Universidade Federal Paulista (Unifesp), que usará o exame misto em 30% de seus cursos - os outros 70% terão apenas o Enem como seleção dos candidatos. "Se fizéssemos essa opção no modelo antigo do exame, correríamos o risco de selecionar estudantes sem o conhecimento básico para determinadas áreas.
Mas o novo formato possibilita um conhecimento geral maior", explica Lucia Sampaio, assessora da Unifesp para assuntos de vestibular. Ela acredita que o Enem tem chances de substituir os vestibulares nacionais, mas não considera isso obrigatório. "Em um país como o Brasil, com tantas realidades diferentes, talvez nem seja interessante que todos os estudantes façam uma mesma prova. A variedade é importante nesse caso", acredita. De qualquer maneira, o novo Enem é válido por trazer uma nova postura para dentro da sala de aula. Já não vale mais a ideia de se preparar unicamente para realizar uma prova. Hoje, para chegar à universidade, o estudante precisa se preparar para a vida. 
Fonte: Revista Isto é nº 2087

Portaria nº 252, de 30 de Outubro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:23 hs. 
Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos - ENCCEJA e a Portaria Inep No- 147.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1963.pdf 
Fonte: DOU n.º 213 - 09.11.2009 
 
Engenharias à "bolonhesa"
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:14 hs. 
O protocolo de Bolonha apareceu no panorama do ensino superior visando uma uniformização. Neste momento, o ensino superior nacional está praticamente todo de acordo com o protocolo de Bolonha mas existem centenas e centenas de cursos de cariz semelhante mas com designações diferentes. Será isto coerente? Para mim não. Cursos com nomenclatura de Engenharia existem por todo lado e multiplicam-se como cogumelos. Aparecem com novas designações, com nomes estranhos e com promessas de novas potencialidades e inovação.
Esta incoerência de uniformização espanta-me, mas penso que se deve pelo menos aproveitar esta onda de Bolonha e reformular o ensino superior. O exemplo da falta de uniformização na área das engenharias é já há muito um problema conhecido de todos. Os governos já falaram dessa uniformização, mas nunca nenhum foi capaz de avançar. Na minha opinião, esta uniformização é muito necessária, principalmente nas engenharias. Todos os cursos de Engenharia deviam ser organizados em grandes grupos com ensino de base semelhante, e depois, numa segunda fase, existiria a possibilidade de escolha entre um grande leque de especializações. Esta opção seria estruturalmente positiva para alunos e para o País. Se bem pensada, esta uniformização poderia ser positiva o grupo mais sensível nesta reestruturação - os professores.
Os alunos passariam a ter uma formação de base mais forte e durante esse tempo poderiam fazer uma análise mais cuidada sobre a especialização a escolher, o país teria engenheiros mais bem formados e mais bem preparados para a vida laboral. No meio desta uniformização ter-se-ia também a possibilidade de retirar a nomenclatura de Engenharia a alguns cursos que só são Engenharia no nome e para angariar novos alunos. Com esta remodelação/reestruturação penso que tudo funcionaria melhor, se bem que durante a formação de base deveria haver uma aposta na apresentação das especializações para que a escolha seja mais exacta.
Para que isto possa ser real, "apenas" precisamos de um governo com capacidade e audácia para mudar estas coisas. Mas para muitos, quando a mudança pode afectar certos interesses, a perspectiva de deixar tudo como está é tentadora. 
Fonte: Portal Expresso 

Substituição Tributária será debatida em audiência pública na Assembleia
Fonte: ConsumidorRS
Solicitação do deputado Alberto Oliveira (PMDB) para realização para debater o tema foi aprovada por unanimidade na Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável
A solicitação do deputado Alberto Oliveira (PMDB) para realização de audiência pública para debater o tema da Substituição Tributária, foi aprovada por unanimidade na Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável. O objetivo é debater os impactos gerados pela medida, que altera o sistema de recolhimento do ICMS. Por meio da substituição tributária, o imposto passa a ser recolhido diretamente na empresa produtora, e não mais nos pontos de venda das mercadorias. “Não se discute os princípios da substituição tributária, que é uma medida eficiente para combater a sonegação, mas os critérios utilizados para calcular os valores agregados”, afirma Alberto Oliveira. É sobre este valor, que é uma estimativa do preço que será cobrado pelo produto ao consumidor, que o fisco recolhe o imposto.
“Há uma injustiça na forma como a substituição tributária está sendo aplicada, e é preciso corrigi-la. Caso contrário, isto vai onerar as empresas, especialmente as pequenas”, completa o deputado. Na audiência também serão apresentadas dificuldades e dúvidas que são geradas pelo sistema para profissionais de contabilidade e empresários. A data para realização da audiência pública ainda precisa ser definida pelos membros da Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável.
Participe deste debate, enviando seu relato sobre problemas que enfrenta ou dúvidas que possui sobre o sistema para gab.albertooliveira@al.rs.gov.br.
Fonte: Gabinete do deputado Alberto Oliveira
Autor: Assessoria de Imprensa
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte

Comissão aprova facilidade para consumidor cancelar contrato
Fonte: ConsumidorRS
Gilberto Nascimento
Cida Diogo: intenção é acabar com dificuldades enfrentadas pelo consumidor.
A Comissão de Ciência e Tecnologia aprovou nesta quarta-feira regras que facilitam o cancelamento e a suspensão de serviços firmados por meio de contratos de adesão. O texto altera o Código de Defesa do Consumidor (CDC - Lei 8.078/90).
Os contratos de adesão, segundo o CDC, são aqueles estabelecidos unilateralmente pelo fornecedor de produtos ou serviços, sem que o consumidor possa discutir ou modificar substancialmente seu conteúdo. É o caso dos contratos para os serviços de água, esgoto, luz, gás, telefone, TV por assinatura, etc.
Segundo o texto aprovado, para suspender ou cancelar a qualquer tempo o contrato de prestação de serviço, bastará que o consumidor envie uma correspondência para o endereço eletrônico ou o endereço postal da prestadora.
A resposta automática do e-mail ou o comprovante do efetivo recebimento de carta registrada emitido pela empresa já será suficiente para comprovar o pedido. A partir daí, a prestadora terá até 36 horas para efetivar a suspensão ou o cancelamento do contrato.
Impedir abusos
O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Cida Diogo (PT-RJ) a cinco projetos que tramitam apensados: PL 2166/07, do deputado Pedro Eugênio (PT-PE); PL 2702/07, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR); do PL 2931/08, do deputado Beto Faro (PT-PA); do PL 3968/08, do deputado Renato Amary (PSDB-SP), e do PL 4230/08, do deputado José Airton Cirilo (PT-CE).
Segundo Cida Diogo, a intenção é acabar com as dificuldades enfrentadas pelo consumidor na hora de se desligar de um contrato de serviço. "Aquele consumidor que quer cancelar um serviço, como o de telecomunicação, infelizmente enfrenta hoje a situação de, muitas vezes, ficar pendurado ao telefone, falando com um e outro operador até que a ligação cai. Ele volta a tentar novamente e não consegue. Por isso, esse projeto vem proteger o consumidor e garantir que essas empresas não abusem dos brasileiros".
Exceção
A relator explica que os contratos com cláusula de fidelização não poderão ser abrangidos por essa norma. "Na verdade, esse serviço [com fidelização] não teve como a gente atender porque a legislação não permite. Mas, no restante dos serviços, a gente conseguiu contemplar todas as preocupações do conjunto de projetos que estavam apresentados com esse objetivo".
O substitutivo também estabelece as condições para a renovação dos contratos de adesão. Ao término do prazo previsto no documento, a renovação que envolva novas condicionantes à relação cliente/prestadora somente poderá ocorrer depois de prévia e expressa autorização do consumidor. Quando consentida, essa renovação terá prazo máximo de um ano.
Tramitação
O texto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta
- PL-2931/2008
- PL-2702/2007
- PL-3968/2008
- PL-2166/2007
- PL-4230/2008
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Defesa do Consumidor debate procedimentos para recall de veículos
Fonte: Agência Câmara
Autor: José Carlos Oliveira
Revisão e Edição: Newton Araújo

Aprovada proposta para Câmara analisar piso salarial de advogados
Fonte: OAB Notícias
A Comissão de Legislação Participativa aprovou na última quarta-feira (4), por unanimidade, a Sugestão 172/09, do Conselho de Defesa Social de Estrela do Sul, que cria o piso salarial dos advogados. De acordo com o texto, o advogado receberá R$ 4.650 para uma jornada semanal de 36 horas; ou R$ 3.720 para 20 horas semanais.
O relator substituto, deputado Dr. Talmir (PV-SP), acatou na íntegra o relatório elaborado pelo deputado Eliene Lima (PP-MT). No documento, o parlamentar ressalta que o piso salarial é direito constitucional assegurado aos trabalhadores brasileiros.
"Os advogados podem atuar como profissionais liberais; empresários, na condição de sócios de escritórios; ou empregados. Para os que atuam como empregados, é justo e coerente que se busque um piso compatível com a complexidade do trabalho e a formação exigida para a tarefa", defendeu.
Eliene Lima explicou que, diferentemente do salário mínimo, que tem em vista as necessidades mínimas do trabalhador e de sua família, o piso decorre da natureza da atividade empreendida, da qualificação exigida do trabalhador e das possibilidades econômicas das empresas e da categoria. Esse salário pode ser determinado por lei, por convenção ou acordo coletivo.
Sem vinculação
Na sugestão, é proposto que o piso seja calculado em número de salários mínimos, mas Lima aponta que essa prática, que já foi comum, ficou proibida pela Constituição de 1988. Esse entendimento foi confirmado pela Súmula Vinculante nº 4 do Supremo Tribunal Federal (STF), pela qual, salvo em casos previstos na Constituição, o salário mínimo não pode ser usado como indexador de base de cálculo de vantagem de servidor público ou de empregado, nem ser substituído por decisão judicial.
O relatório também não acolheu o trecho da sugestão que prevê a flexibilização desse piso para atender à realidade local, por meio de acordo coletivo. "Tal dispositivo é contrário à própria idéia de 'piso salarial', patamar mínimo abaixo do qual a autonomia privada não pode fixar o pagamento pela prestação do labor", afirma o deputado.
Políticas públicas
Um terceiro ponto da sugestão não aprovado foi a ideia de se prever que o Estado, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sindicatos e escolas de Direito, além de outros setores, estabeleçam políticas públicas para facilitar a entrada do advogado iniciante no mercado de trabalho.
"Dar aos sindicatos e escolas de Direito o poder de estabelecer políticas públicas é juridicamente impossível do ponto de vista técnico. Quanto à OAB, trata-se de uma autarquia especial, cuja missão é fiscalizar o exercício da profissão. O estabelecimento de políticas públicas não é compatível com sua missão institucional nem com sua posição hierárquica na estrutura administrativa do Poder Executivo, já que tal competência, pela sua natureza, pertence aos órgãos superiores da Administração", explica.
Eliene Lima negou ainda o acolhimento de outros dois dispositivos. Um que sugere a concessão de estabilidade para os integrantes da diretoria do Sindicato dos Advogados e outro que determina que o Ministério da Educação autorize o funcionamento de cursos tecnológicos para a formação de paralegais.
Tramitação
O projeto, que agora passa a ser de autoria da Comissão de Legislação Participativa, será analisado pelas comissões técnicas da Câmara relacionadas ao tema.
Íntegra da proposta:
- SUG-172/2009 CLP
Fonte: Portal da Câmara dos Deputados

7 mitos na educação
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:10 hs. 
Pesquisas nacionais e internacionais mostram que, isoladas, "soluções" que parecem óbvias não melhoram o desempenho dos alunos
FABIANA REWALD
DA REPORTAGEM LOCAL
Para melhorar a educação no Brasil basta investir mais, aumentar o salário dos professores e treiná-los constantemente, além de melhorar a infraestrutura das escolas, certo?
Errado. Diversos estudos nacionais e internacionais mostram que as "soluções" acima, na verdade, não passam de mitos. São questões importantes para um projeto de longo prazo, mas que por si só não promovem melhoria na educação.
Em relação ao investimento, por exemplo, municípios que gastam R$ 1.000 por aluno no fundamental tiveram a mesma nota na Prova Brasil (exame federal que avalia estudantes) que municípios que gastam R$ 3.000, segundo dados de 2005 que embasam pesquisa de Naercio Aquino Menezes Filho, do Insper (antigo Ibmec).
Cingapura é outro exemplo de que gastos e qualidade na educação não têm uma relação direta. O país obteve ótimos resultados nos últimos anos apesar de ter aplicado menos recursos na educação primária que 27 dos 30 países da OCDE (organização de países desenvolvidos), segundo relatório de 2007 da consultoria McKinsey.
A relação entre desempenho dos alunos e salários de professores também não é tão direta. O Distrito Federal, por exemplo, paga os melhores salários do país, mas não tem o melhor resultado em exames federais como Prova Brasil e Saeb, segundo levantamento feito por Maria Helena Guimarães de Castro quando era secretária de Educação de SP, cargo que deixou neste ano.
O problema da educação é muito mais complexo. Mas é consenso que o ponto central é ter professores bem formados, que saibam ensinar e dominem a disciplina que lecionam.
Parece simples, mas não é. É comum, em muitas regiões do país, que professores de matemática sejam contratados para ensinar física. Segundo o censo da educação básica de 2007, dos professores de física no ensino médio do país, só 25% tinha formação na área.
Isso porque os formados em física acabam atraídos por outras profissões com maior retorno financeiro. Mas, então, aumentar o salário significativamente não ajudaria? Estudiosos de educação acreditam que um reajuste assim só teria efeito no longo prazo. Aumentar sem critérios os salários de todos os professores não fará com que eles passem a ensinar melhor agora, pois já têm falhas na sua formação.
Uma opção a curto prazo sugerida por Menezes Filho é atrelar o reajuste à melhora no desempenho. Assim, ele funcionaria como estímulo.
Já no longo prazo, de fato, esse aumento no salário pode ser eficaz, a partir do momento em que a carreira de professor passa a interessar os melhores alunos do ensino médio.
Abaixo, veja sete mitos derrubados por pesquisas - os nomes dos estudos estão em www.folha.com.br/093091.
Abaixo, veja os nomes de alguns estudos que derrubam mitos
- "Os Determinantes do Desempenho Escolar", de Naercio Menezes Filho (2007);
- "A Relação entre Gastos Educacionais e Desempenho Escolar", de Luiz Felipe Leite Estanislau do Amaral e Naércio Menezes Filho;
- "Avaliando o Impacto da Progressão Continuada nas Taxas de Rendimento e Desempenho Escolar no Brasil", de Naercio Menezes Filho, Ligia Vasconcellos, Sergio Werlang e Roberta Biondi (2004);
- "O Impacto dos Métodos Estruturados de Ensino na Proficiência dos Alunos da Rede Pública Municipal do Estado de São Paulo", de Maria Carolina da Silva Leme, Paula Louzano, Vladimir Ponczek e André Portela de Souza (2009);
- "Sistemas Estruturados de Ensino e Redes Municipais do Estado de São Paulo", coordenado por Paula Louzano (2009);
- "Sucesso Escolar nos Meios Populares - As Razões do Improvável", livro de Bernard Lahire (2004);
- "How the world"s best performing school systems come out on top", da McKinsey&Company (2007);
- "Efficiency and Equity in Schools around the World", de Eric A. Hanushek e Javier A. Luque (2002);
- "Family, Classroom, and School Effects on Children"s Educational Outcomes in Latin America", de J. Douglas Willms e Marie-Andree Somers (2001);
- "The Effect of School Resources on Student Achievement", de Rob Greenwald, Larry V. Hedges e Richard D. Laine (1996);
- "Interpreting Recent Research on Schooling in Developing Countries", de Eric A. Hanushek (1995);
- "Schooling Quality in a Cross Section of Countries", de Jong-Wha Lee e Robert J. Barro (1997);
- "Factores que Afectan el Rendimiento Academico en la Educacion Primaria", de Eduardo Velez, Ernesto Schiefelbein e Jorge Valenzuela (1993);
- "Teacher Quality and Student Achievement: A Review of State Policy Evidence", de Linda Darling-Hammond (2000);
- "Efficiency-Enhancing Investments in School Quality", de Eric A. Hanushek, João Batista Gomes Neto e Ralph W. Harbison;
- "Educação Secundária no Brasil: Chegou a Hora", de Alberto Rodríguez e Carlos A. Herrán (2000)
- "Brazil, Teachers Development and Incentives - A Strategic Framework", de Françoise Delannoy e Guilherme Sedlacek (2001). 
Fonte: Folha de São Paulo