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18/11/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a opinião da Associação.


English Camp recruta monitores para férias de verão

Resultado da Pesquisa ABMES problemas enfrentados pelas IES nas tramitações de processos no MEC

CCJ aprova proposta que exige diploma para jornalistas


Proposta reserva vagas de estágio para alunos do Fies e ProUni

OAB divulga lista de aprovados no Exame de Ordem Unificado de 2009

OAB: Mudanças na avaliação

ABMES consegue redução da carga tributária para IES

Vale Universidade se torna lei para estudantes carentes e indígenas

Alunos que agredirem professores poderão ser transferidos ou afastados

Governo de Santa Catarina adere aos cursos a distância

Estudou no exterior? PL fixa prazo para revalidação de diploma

Cresce salário médio admissional do brasileiro

Lula: Estado foi incompetente na educação

Mudança na Constituição coloca mais 3,9 milhões de crianças e adolescentes na escola

Senado Federal realiza seminário inédito sobre o papel da iniciativa privada no ensino superior

Seminário analisa participação econômico-social do setor privado de ensino superior

Especialista sugere criação de PAC para qualificação de estudantes


Avaliação do ensino superior gera críticas de especialistas do setor privado

Tecnologia na educação superior é foco de reflexão em seminário do Senado Federal

ABMES convida para cerimônia de outorga do Prêmio Darcy Ribeiro 2009

Um lobby excludente

Liderança educacionista será homenageada em evento nos Estados Unidos


Representantes de 250 etnias debatem os rumos da educação


O tigre brasileiro vai acordar?


English Camp recruta monitores para férias de verão
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 091 - 11/09)
O English Camp, centro especializado na prática e imersão em língua inglesa, abre inscrições para contratação de monitores para férias de verão. A seleção dos candidatos interessados em trabalhar nas unidades 1 e 2 do acampamento em Itapetininga, interior de São Paulo, acontece entre os meses de novembro e dezembro de 2009.
Os candidatos aprovados participam de um treinamento durante o primeiro acampamento ou imersão como trainee voluntário, com responsabilidade limitada, para que seja avaliado na prática se os candidatos são e estão preparados para a monitoria do English Camp.
Para se inscrever, é preciso ser fluente na língua inglesa, ter idade a partir de 17 anos e facilidade para conviver com crianças, adolescentes e adultos. A Unidade 1 do English Camp é estruturada para crianças e adolescentes, promovendo a prática do Inglês através de atividades divertidas; já a Unidade 2 atende adultos que necessitam desenvolver a fluência oral e auditiva do idioma de forma rápida e eficiente, através de uma imersão super intensiva. Mais informações: www.englishcamp.com.br


Resultado da Pesquisa ABMES problemas enfrentados pelas IES nas tramitações de processos no MEC
Fonte: ABMES
O presidente da ABMES, Gabriel Mario Rodrigues, entregou em mãos ao Ministro da Educação, Fernando Haddad, uma pesquisa sobre os problemas enfrentados pelas instituições de ensino superior nas tramitações de processos no Ministério da Educação (MEC). O material foi coletado pela ABMES junto a uma população de associados que se dispuseram a responder as perguntas que ficaram disponíveis no site da associação.
Confira clicando nos links abaixo a íntegra da carta que encaminha a pesquisa ao ministro.
*** Leia a pesquisa entregue ministro no arquivo em anexo.

CCJ aprova proposta que exige diploma para jornalistas
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 095 - 11/09)
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados aprovou há pouco a admissibilidade da PEC 386/09, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que restabelece a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A CCJ aprovou o parecer favorável do relator, deputado Maurício Rands (PT-PE).
A PEC seguirá agora para uma comissão especial, que será criada para analisá-la. Posteriormente, a proposta precisará ser votada em dois turnos pelo Plenário.
Em 2006, o Congresso chegou a aprovar projeto que regulamentava a profissão de jornalista de forma a exigir diploma universitário de todos os profissionais que atuam na área, incluindo os que fazem comentários, narrações, análise e crônicas. O projeto levou apenas dois anos para ser aprovado pela Câmara e Senado, mas foi vetado pelo Executivo.

Proposta reserva vagas de estágio para alunos do Fies e ProUni
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:23 hs. 
A Câmara analisa o Projeto de Lei 5723/09, da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que reserva 30% das vagas de estágio nos órgãos da administração pública federal direta e indireta para alunos do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Programa de Financiamento Estudantil (Fies).
Até 2009, os programas atenderam mais de 400 mil estudantes no País, sendo 70% com bolsas integrais. "Contudo, é importante frisar que outras medidas devem ser adotadas para garantir a permanência dos estudantes e, por conseguinte, diminuir a evasão no programa, que hoje atinge 15% dos alunos", explica Grazziotin.
Segundo ela, o acréscimo na renda possibilitará a permanência desses estudantes até a conclusão do curso superior. Pelo projeto, os alunos devem comprovar frequência às aulas, e a renda do estágio não deve alterar o padrão no qual os estudantes foram enquadrados para efeitos do financiamento.
A deputada afirma que a proposta não fere o princípio da isonomia, segundo o qual todos deveriam ter as mesmas chances para entrar no serviço público, mesmo em estágios. "É dever do Estado atuar no sentido de construir uma sociedade menos desigual, especialmente garantir as condições necessárias para que os alunos bolsistas do ProUni e do Fies concluam o ensino superior", diz.
Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Educação e Cultura; de Trabalho, Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. 
Fonte: Portal da Câmara dos Deputados 

OAB divulga lista de aprovados no Exame de Ordem Unificado de 2009
Fonte: OAB-RJ
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou a lista de aprovados no 2º Exame de Ordem unificado de 2009. A prova, que é necessária para exercer a prática da advocacia, contou com a participação de todos os Estados, com exceção de Minas Gerais, e foi aplicada no dia 25 de outubro. Mais de 70 mil bacharéis se inscreveram.
Os participantes podem consultar a lista de aprovados de seu estado no site da organizadora do concurso, a Cespe (www.cespe.unb.br/concursos/OAB2009_2/). Para encontrar a lista, basta clicar no estado do origem e, no bloco de informações, localizar o arquivo .pdf com a data de 16 de novembro sob a denominação: "Relação dos examinandos aprovados na prova prático-profissional".
Os pedidos de recurso contra o resultado serão feitos exclusivamente pela internet, até as 23h59 do dia 19 de novembro. Segundo as orientações dos organizadores, o candidato que quiser recorrer deverá ser claro, consistente e objetivo. "Recurso inconsistente ou intempestivo será preliminarmente indeferido", diz o edital. O resultado final, após a interposição de recursos, está previsto para o dia 9 de dezembro.

OAB: Mudanças na avaliação
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha Dirigida, 16/11/2009 - Rio de Janeiro RJ 
Paola Azevedo 
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) publicou na última terça-feira, dia 10, no 'Diário da Justiça', modificações no exame da instituição. As novas normas para a realização da avaliação incluem novas disciplinas e a unificação do exame da ordem. De acordo com a relatora do novo provimento, Maria Avelina Imbiriba Hesketh, as mudanças quanto à inclusão de disciplinas passam a valer a partir do ano que vem. Desta maneira, os estudantes terão tempo para se preparar. Já as demais novas regras, passam a valer a partir da data de publicação do provimento.
Para Claudio Pereira, conselheiro federal da OAB-RJ, algumas mudanças ajudam a resolver problemas práticos. "Uma delas é a possibilidade de inscrição no Exame da Ordem antes da colação de grau. Se o candidato já tiver concluído as disciplinas da graduação antes da colação ele pode se inscrever no exame e, obviamente, tirará sua carteira depois que tiver colado grau. Esta foi uma mudança importante justamente porque nem sempre o calendário do exame se adaptava ao calendário das universidades. Com isso, era muito comum que o estudante tivesse estagiando em um escritório e que concluísse as disciplinas antes de colar   grau na universidade e só podia prestar o exame depois. Então ele ficava nesse período em uma situação irregular. Ele não era nem advogado e nem era mais estagiário. O novo exame resolve, por exemplo, este problema. O exame acontece três vezes no ano", afirmou.
Na opinião da aluna da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maria Clara Araújo, as novas regras auxiliam também nos aspectos acadêmico e profissional do candidato. "A iniciativa de incluir disciplinas como Direitos Humanos e Código de Ética é muito válida. Principalmente Direitos Humanos, por ser uma área que está crescendo muito. Hoje, cada vez mais, as disciplinas são justificadas pela ótica dos direitos humanos, então é muito importante que a prova contemple isso para que os candidatos não tenham falsos conhecimentos técnicos apurados, mas para que tenham também uma visão global de sua carreira", declara a estudante.
Quanto à justificativa utilizada por muitos universitários, de que o exame é mais uma barreira até chegar ao mercado de trabalho, o conselheiro federal da OAB e a estudante da   UFRJ concordam na afirmação de que é preciso selecionar os candidatos para que eles possam exercem bem sua função. "Houve, nos anos passados, uma excessiva expansão do ensino jurídico no Brasil. Com isso, muitos profissionais sem a qualificação necessária concluiam a graduação e não tinham a menor condição de exercer a advocacia. Um dos papéis da Ordem dos Advogados é garantir para o cidadão que aquele profissional que ostenta a carteira tenha plenas condições de defender os seus direitos. E sem o Exame da Ordem isto não é mais possível. A idéia é justamente garantir ao cidadão que aquele profissional que está atuando tem plenas condições de estar ali", ressalta Cláudio Pereira.
A estudante Maria Clara Araújo, embora afirme que o exame não seja a melhor avaliação, concorda que deve haver uma forma de recrutar os formandos. "Não acho que seja a melhor forma de avaliação mas, em contrapartida, devido ao grande número de cursos de Direito espalhados pelo país, é preciso que exista um filtro para selecionar quem está entrando no mercado de trabalho. Acho que o Exame da Ordem não é o ideal, vários mecanismos devem ser pensados, mas, por enquanto, é um mal necessário", conclui

ABMES consegue redução da carga tributária para IES
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:21 hs. 
A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) conseguiu um Mandado de Segurança Coletivo que beneficia seus associados com a suspensão do recolhimento dos valores relativos às contribuições sociais patronais incidentes sobre os valores pagos aos seus empregados.
Na prática a ação possibilitará que as instituições de ensino superior (IES) associadas a ABMES tenham crédito junto ao INSS por conta da Não Incidência da Contribuição Previdenciária sobre as seguintes contribuições sociais: auxílio-doença, auxílio-acidente, salário-maternidade, férias e adicional de férias.
Em que consiste essa Tese?
Quando um funcionário se acidenta e adoece, é afastado, a empresa paga seu salário durante os 15 primeiros dias e também recolhe a parte patronal de 20% ao INSS. A partir do 16º dia, o INSS assume os pagamentos. Quando a funcionária fica grávida, recebe seu salário normalmente (a parte salarial já é compensada em GPS’s futuras) – a empresa recolhe a parte patronal de 20% ao INSS. A lei determina que se recolha 20% da parte patronal ao INSS sobre remunerações pagas por qualquer serviço efetivamente, ou potencialmente prestado ao empregador. Em outras palavras o pagamento dos 20% ao INSS é devido mediante ao serviço prestado ao empregador, ou seja, no caso do afastamento por acidente, por exemplo, não há serviço prestado no período de 15 dias de afastamento.
Objetivo das Ações
Por meio de Mandado de Segurança Coletivo, sem risco da sucumbência – pleiteia-se judicialmente o indébito tributário relativo aos últimos 10 (dez) anos – corrigido pela SELIC, bem como a suspensão da exigibilidade dos pagamentos vincendos.
O que preciso fazer para aderir a Ação?
- Ser associado à ABMES e estar em dia com suas mensalidades;
- Assinar a Carta de Adesão ao Mandado de Segurança Coletivo; (no anexo)
- Enviar para a ABMES o resumo da Folha de Pagamento dos últimos 10 anos;
- Efetuar o pagamento no valor de 1% do valor ajuizado limitado à R$ 1.916,00 a título de custas processuais. (As informações bancárias para este passo serão encaminhadas ao longo dos contatos feitos com a associação);
- Efetuar o pagamento de 20% para honorários advocatícios em caso de êxito da ação.
Dúvidas e outras informações
Prof. Sólon Hormidas Caldas
Assessor da ABMES
solon@abmes.org.br
Tel: (61) 3226-6481 
Fonte: Informativo ABMES

Vale Universidade se torna lei para estudantes carentes e indígenas
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 089 - 11/09)
Depois do Vale Renda, o governo do Estado torna lei outros dois programas sociais, o Vale Universidade e o Vale Universidade Indígena, que dão acesso ao ensino superior a acadêmicos comprovadamente impossibilitados de custear as mensalidades.
A proposta do Executivo, aprovada pela Assembleia Legislativa em outubro, foi sancionada no último dia 16 pelo governador André Puccinelli, com participação da secretária de Trabalho e Assistência Social, Tânia Garib, gestora dos programas, na presença de deputados estaduais, dirigentes de instituições de ensino parceiras, líderes estudantis, e mais de uma centena de acadêmicos. O governador lembrou a trajetória do Programa Vale Universidade (PVU), e agradeceu o apoio das instituições de ensino superior que, mesmo tendo a receber parcelas atrasadas das bolsas não pagas nos últimos meses do antigo governo, ajudaram a manter as condições para que os estudantes não fossem prejudicados.

Alunos que agredirem professores poderão ser transferidos ou afastados
Fonte: Correio Braziliense, 17/11/2009 - Brasília DF
Proposta terá decisão terminativa na CCJ
Agência Senado 
Os alunos responsáveis por prática de violência contra professor poderão ser transferidos para outra sala de aula ou mesmo afastados da escola, segundo determina o Projeto de Lei do Senado (PLS) 191/09, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que recebeu, nesta terça-feira (17), parecer favorável da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O projeto será ainda examinado, em decisão terminativa, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). De acordo com a proposta, será considerada violência contra o professor "qualquer ação ou omissão decorrente da   relação de educação que lhe cause morte, lesão corporal ou dano patrimonial", praticada direta ou indiretamente por alunos ou seus pais ou responsáveis. Quando constatada violência, os alunos acusados poderão ainda ser proibidos de aproximar-se do professor ofendido ou de seus familiares.
Se necessário, determina ainda o texto, a Justiça poderá encaminhar o professor ofendido a programa oficial ou comunitário de proteção ou assistência, além de determinar a manutenção do seu vínculo trabalhista por até seis meses,   quando houver o afastamento do local de  trabalho. Em seu voto favorável, o relator ad hoc do projeto, senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), observou que 89% dos professores - segundo levantamento promovido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) - gostariam de contar com uma lei que os protegesse de agressões praticadas por alunos. - Precisamos proteger também o professor. Todos olham para o aluno, mas é importante estar atento também para a situação do professor - disse Paim, durante a discussão da proposta. 

Governo de Santa Catarina adere aos cursos a distância
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:30 hs. 
A partir de novembro, os servidores públicos de Santa Catarina poderão usufruir dos cursos de educação a distância oferecidos pela Dtcom. A empresa de comunicação e treinamento corporativo a distância será a responsável pelo conteúdo e transmissão via satélite de cursos a 281 localidades distribuídas pelo Estado.
Segundo Júnia Soares, analista técnica em gestão pública do governo de Santa Catarina, hoje o Estado não é capaz de suprir a demanda por treinamentos profissionais. “Até agora trabalhávamos com cursos presenciais de vagas limitadas. O que acontecia é que os cursos eram ministrados quase sempre em Florianópolis com espaço para apenas 30 alunos. A cada abertura de inscrições registrávamos uma demanda de 300 solicitações que éramos obrigados a recusar. Agora, com os cursos a distância, os servidores não precisarão se preocupar com gastos de deslocamentos ou falta de vagas”, explica.
O projeto faz parte da iniciativa do governo do Estado de Santa Catarina em garantir o direito à capacitação profissional. Até hoje, o Estado emitiu cinco mil certificados. Com a parceria com a Dtcom o objetivo é chegar a 67 mil. Para Marco Eleuterio, diretor superintendente da Dtcom, os treinamentos a distância oferecidos aos catarinenses vão aprimorar a gestão pública estadual. “O servidor quer ter acesso a conhecimentos que façam diferença no seu dia-a-dia no funcionalismo público. Com os canais Dtcom eles entrarão em contato com conhecimentos tanto específicos em gestão pública como essenciais, ou seja, para o desenvolvimento individual”, completa.
O projeto inclui canais de autodesenvolvimento, com cursos como as Estratégias Invisíveis do Sucesso ou Qualidade de Vida – Como Evitar o Estresse e a Depressão e ainda de Gestão Pública como NR-10 – Equipamentos de Proteção Coletiva e Individual.
Fundada em 2000, em Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba, no Paraná, a Dtcom conta hoje com 57 funcionários e um portfólio de 72 clientes nos setores público e privado. Entre os produtos oferecidos estão a TV Corporativa, com conteúdos podendo ser desenvolvidos pela Dtcom ou pelo próprio cliente, com a possibilidade de formar uma rede exclusiva de comunicação; e o Sistema de Treinamento com três canais específicos para a área de desenvolvimento do indivíduo, gestão corporativa e gestão pública. E também o Portal Dtcom, que traz todo o conteúdo para a gestão do treinamento e o conteúdo e-learning. 
Fonte: Folha Blumenauense - SC 

Estudou no exterior? PL fixa prazo para revalidação de diploma
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:42 hs. 
O prazo para revalidação, no Brasil, de diploma de graduação e pós-graduação de universidades estrangeiras pode ser fixado em até seis meses.
O Projeto de Lei do Senado 498/03 determinava que o prazo máximo de revalidação dos diplomas de graduação era de quatro meses e os de pós-graduação, de seis meses. Com uma emenda da Câmara dos Deputados, o prazo para a revalidação foi unificado para seis meses, o que será avaliado novamente pelo Senado.
Pela resolução do Conselho Nacional de Educação, a universidade deve se pronunciar sobre pedido de revalidação dos cursos de graduação em até seis meses. Porém, para cursos de mestrado, doutorado e pós-graduação lato sensu, não há fixação de prazo.
A demora para a validação de diplomas de cursos feitos no exterior pode fazer com que os profissionais percam oportunidades de carreira e impede que eles deem prosseguimento aos seus estudos.
Como revalidar o diploma, segundo a lei atual
De acordo com o MEC (Ministério da Educação), para um diploma ser válido, uma universidade brasileira pública com curso igual ou similar reconhecido pelo governo é quem deve revalidá-lo.
Para revalidar o diploma de uma universidade estrangeira, você deve entrar com um requerimento de revalidação em uma instituição pública de ensino superior do Brasil e levar cópia do diploma, instruído com documentos referentes à instituição de origem, duração e currículo do curso, conteúdo programático, bibliografia e histórico escolar.
O aluno deve pagar uma taxa referente ao custo das despesas administrativas, sendo que o valor não é fixo e varia de instituição para instituição.
Uma Comissão Especial julgará o diploma, a qual será composta por professores da universidade na qual foi feito o pedido de validação. Eles devem atuar na mesma área do conhecimento e com o nível do diploma que será avaliado.
O Brasil não possui nenhum acordo de reconhecimento automático de diplomas, portanto, as regras são as mesmas para todos os países. 
Fonte: www.administradores.com.br 

Cresce salário médio admissional do brasileiro
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:13 hs. 
O salário médio de admissão do brasileiro aumentou 0,97% no mês de outubro, passando para R$ 769,62, ante R$ 762,19 registrados em setembro.
De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregado e Desempregados), divulgados na segunda-feira (16), a variação acumulada do ano foi de 4,40%.
Na análise por estados, os maiores aumentos reais foram verificados em Alagoas, com 11,13%, Mato Grosso do Sul, com 4,98%, e Amapá, com 3,28%. Já os que tiveram maior declínio foram Distrito Federal, com -5,50%, Tocantis, com -5,11%, Acre, com -3,82%, e Bahia, com -3,42%.
"O poder de compra do trabalhador permitiu que o Brasil mais rapidamente conseguisse sair da crise. Nós tivemos de janeiro a outubro um ganho médio de salário de 4,4% acima da inflação. Isso possibilitou que ele comprasse, que o dinheiro circulasse e que o mercado interno se mantivesse aquecido", ressaltou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
Salário admissional por setor
Considerando os setores, os que tiveram os maiores aumentos reais foram a Extrativa Mineral, cujo salário de admissão passou de R$ 1.062,12 em setembro para R$ 1.119,16 em outubro (+12,90%). Outro setor que se destacou foi a Indústria de Produtos Alimentícios, com a remuneração subindo de R$ 615,20 para R$ 668, o que representa ganho de 8,58%. Nas Instituições Financeiras, o salário aumentou 5,87%, de R$ 1.734,72 para R$ 1.836,54.
As maiores reduções na remuneração admissional ocorreram nos setores de Serviços Industriais de Utilidades Públicas, cujo salário caiu 5,16%, de R$ 926,74 em setembro para R$ 878,89 em outubro. Na Administração Pública, o salário foi de R$ 1.145,27 para R$ 1.110,48 (-3,04%) e na Indústria de Papel também foi registrada queda, de 2,78%, de R$ 925,43 para R$ 899,70. 
Fonte: www.administradores.com.br 

Lula: Estado foi incompetente na educação
Fonte: O GLOBO 14/11/2009
Presidente defende contratação de mais professores, elogia ensino privado e cita expressão em latim para ironizar Caetano
Ao defender ontem em São Paulo mais investimentos em educação e tecnologia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a incompetência do Estado para destinar recursos a esses setores e disse que, se não fossem os investimentos privados, apenas a elite paulistana estaria cursando uma universidade. Ele defendeu a contratação de mais professores, ainda que isso signifique inchaço na máquina estatal, na abertura do 9 Congresso Nacional de Iniciação Científica:
Foto de Ricardo Stuckert
— A verdade é que o Estado não cumpriu as suas obrigações. Graças a Deus houve empresários neste país que tiveram coragem de fazer investimento. Se não fosse o ensino privado, a incompetência do Estado brasileiro de investir na educação nos levaria a ter apenas uma pequena elite paulistana estudando em universidade.
Lula disse que durante muito tempo prevaleceu a ideia de que o Estado tem que ser fraco, com autonomia apenas para a gestão. Mas ele defendeu um Estado forte:
— Se o Estado não for forte, não existe Estado. O Estado não existe só para ser o gestor. Precisa ser o indutor, o regulador.
Ele rebateu as críticas de que a máquina estatal tenha aumentado durante o seu governo. Segundo o presidente, o país tem apenas dez mil funcionários a mais que em 1997, e não pode dar um salto de desenvolvimento se não investir em pessoal.
— Eu vejo muito, sobretudo em alguns jornais aqui de São Paulo, pessoas falando que o governo está inchando a máquina. Veja que engraçado: hoje nós temos o mesmo número de funcionários públicos que tínhamos em 1997. Aliás, temos 10 mil a mais. Ora, como é que este país vai dar um salto na educação, sem contratar professores? Como é que a gente vai melhorar a polícia, sem contratar mais policiais? — perguntou.
Para Lula, o país subiu um degrau na possibilidade de se transformar num país “ grande” também do ponto de vista econômico, educacional e da Justiça Social e, por isso, os recursos precisam ser direcionados para educação, pesquisa e formação de cientistas. Ele lembrou do PAC da Ciência e Tecnologia, que incumbiu o ministro Sérgio Rezende de preparar, e afirmou que os investimentos devem chegar a R$ 41 bilhões até 2010.
— O dinheiro da ciência, da pesquisa e tecnologia está garantido.
Lula ironizou o cantor Caetano Veloso ao falar sobre educação. Ele usou uma expressão em latim para tentar mostrar a Caetano, que recentemente o chamou de analfabeto em entrevista, que consegue falar difícil.
— A educação é condição “sine qua non” para isso (dar um salto de qualidade). Eu estou falando “sine qua non” porque o Caetano Veloso vai ouvir que eu falei “sine qua non”. Ele vai dizer: “Porra, como o Lula está...”
Lula não quis falar de política, mas disse que vai rezar por seu sucessor:
— Eu, quando deixar a Presidência, vou ser o primeiro presidente a torcer e rezar todo santo dia para quem me suceder fazer muito mais coisas do que eu, o dobro, o triplo.
Despesa de 5% do PIB
Para justificar o inchaço da máquina, o governo argumenta que, em 2009, as despesas com pessoal e encargos sociais chegarão a 5% do PIB, mesmo percentual de 1995, gestão de Fernando Henrique Cardoso. Lula disse ontem que hoje há só 10 mil funcionários a mais que em 1997. O Executivo tem 1,97 milhão de servidores civis e militares (ativos e nativos). Em 1995, havia 1,94 milhão. Em 1997, 1,75 milhão.
A proposta de Orçamento para 2010 fixa despesas com pessoal e encargos sociais da União em R$ 183,05 bilhões, contra R$ 168,9 bilhões em 2009. Segundo o Planejamento, de janeiro de 2003 a julho de 2009, entraram 57 mil servidores no Executivo, descontadas aposentadorias ou fechamento de vagas. Mas foram autorizadas 160.701 vagas efetivas (por concurso).
 
Mudança na Constituição coloca mais 3,9 milhões de crianças e adolescentes na escola
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 090 - 11/09)
Estados e municípios terão de incluir nas salas de aula nada menos que 3,9 milhões de crianças e adolescentes nos próximos seis anos. Esse é o prazo dado pela proposta de emenda à Constituição promulgada na última quarta-feira, 11, pelo Congresso Nacional que determina como obrigatórios os ensinos infantil e médio em todo o País.
Na prática, a lei aumenta em cinco anos a escolaridade que deve ser oferecida pelo Estado. Ao invés da obrigatoriedade de oferta de 6 a 14 anos, agora deve haver vaga para a faixa de 4 a 17 anos. A inclusão dos novos alunos deve começar já no ano que vem, mas haverá um prazo de transição até 2016. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) começou nesta quinta-feira um levantamento para quantificar o impacto da nova lei nas contas dos municípios.
Com a promulgação da emenda mais R$ 4 bilhões serão liberados para a educação ainda neste ano e mais R$ 7 bilhões no ano que vem. A partir de 2011, os recursos ficarão livres sem a incidência da DRU.

Senado Federal realiza seminário inédito sobre o papel da iniciativa privada no ensino superior
Fonte: Assessoria de Imprensa da ABMES
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) promoveu nesta quarta-feira (11), no Senado Federal, o seminário “O papel da iniciativa privada no ensino superior: realidade e desafios para o futuro”. O encontro entre parlamentares e representantes do setor privado de ensino é fruto das conquistas do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, uma organização que vem buscando maior interação política entre o ensino superior particular e o governo federal.
A mesa de abertura do evento contou com a participação da secretária de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Maria Paula Dallari Bucci, que reconheceu que três quartos das matrículas do ensino superior são do setor particular. A secretária também fez referência aos 500 mil jovens que, por meio do ProUni, conseguiram ter acesso ao ensino superior.
O presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Gabriel Mario Rodrigues, destacou a importância do seminário uma vez que, dessa forma, é possível discutir o modelo de educação que queremos para o país.
Já o presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anuo), Abib Salim Cury, afirmou que o setor espera pela efetiva parceria dos gestores públicos com o setor privado. “Nossa expectativa é muito grande, mas nos falta a efetiva parceria para que possamos tirar nossa juventude dos guetos, da marginalização e da falta de oportunidade”.
Paulo Antônio Gomes Cardim, presidente da Associação Nacional dos Centros Universitários (Anaceu) destacou a participação da Frente Parlamentar em Defesa do Ensino Superior, que trabalhou para que este encontro inédito pudesse ser realizado.
O vice-presidente da Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades Isoladas e Integradas (Abrafi), Antonio Carbonari Netto, refletiu sobre os desafios de formar 75% do alunado brasileiro. Para ele é preciso dobrar, na próxima década, a capacidade da oferta do ensino privado a despeito dos excessos de regulação dos órgãos oficiais.
Foto: Jonas Pereira - Agência Senado

Seminário analisa participação econômico-social do setor privado de ensino superior
Fonte: Assessoria de Imprensa da ABMES
O primeiro painel do seminário: “O papel da iniciativa privada no ensino superior: realidade e desafios para o futuro” refletiu sobre a participação do ensino particular no Desenvolvimento Econômico-Social Brasileiro.
Para o diretor-executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp), Rodrigo Capelato, sem a iniciativa privada o Brasil teria apenas 1,3 milhões de alunos matriculados no ensino superior.
Segundo Capelato 86% dos empregados com nível superior, nas 500 maiores empresas do Estado de São Paulo, são oriundos de instituições de ensino superior privadas. A pesquisa do Semesp, apresentada por Rodrigo, informa ainda que entre os mais jovens a empregabilidade do ensino superior privado é ainda maior: 93% dos jovens até 25 anos foram formados pelo setor.
O diretor-presidente do grupo Anhanguera Educacional, Antônio Carbonari Netto, fez um alerta: “Em 2012 será inevitável o ‘apagão do emprego’ pela falta de profissionais formados”. Segundo Carbonari alguns paradigmas de qualidade atrapalham o desenvolvimento do ensino. “Qualidade para alguns é a dificuldade do acesso, dificuldade nas provas (do vestibular) e quantidade de doutores. Esses paradigmas forjam o crescimento do ensino”, defendeu.
Para o especialista em educação, Cláudio de Moura e Castro, o mito da indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão – que requer a presença da pesquisa em todas as instituições de ensino superior – sobrevive apenas na lei e nas cabeças do MEC: “você tem qualidade na pesquisa e qualidade no ensino”.
De acordo com Moura e Castro a qualidade pode estar presente nas instituições que atendem ao princípio e nas que realizam apenas o ensino. “No Brasil existem apenas cinco instituições de elite, isto é, que realizam ensino, pesquisa e extensão”.

Especialista sugere criação de PAC para qualificação de estudantes
Fonte: Assessoria de Imprensa da ABMES
A qualidade do ensino foi o foco das discussões do terceiro painel do seminário “O papel da iniciativa privada no ensino superior: realidade e desafios para o futuro”. A professora Maria Helena Guimarães de Castro, presidente do Conselho Superior de Responsabilidade Social da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) destacou a importância de se aperfeiçoar a educação básica para melhorar a qualidade do ensino brasileiro.
Para a professora a prioridade do país deveria ser um Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) de qualificação de estudantes. Segundo ela os professores de hoje são formados em número insuficiente. “O que o Brasil está fazendo para qualificar os 225 mil profissionais bem qualificados que trabalharão no pré-sal?”, indagou Helena.
Fábio Garcia dos Reis, Diretor do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), defendeu que a qualidade em uma instituição de ensino superior (IES) é desenvolvida por meio de uma boa gestão. Para ele a IES é uma organização que precisa ter resultados acadêmicos, administrativos e financeiros e ser governada e administrada como qualquer outra.
Garcia acredita que a avaliação no Brasil é demasiadamente acadêmica e a burocracia e o corporativismo dificultam a dinâmica do sistema de educação superior e a incorporação de melhores parâmetros de qualidade. Para ele é necessário haver uma descentralização dos processos de avaliação e acreditação.
Para isso, o diretor da Unisal defende a criação de uma agência de avaliação, acreditação e assessoria da educação superior pautada em modelos utilizados pelo Chile, México, Argentina, Peru e Estados Unidos. “Precisamos buscar um equilíbrio entre o mercado, autoridade estatal e as oligarquias acadêmicas”, afirmou.

Avaliação do ensino superior gera críticas de especialistas do setor privado
Fonte: Assessoria de Imprensa da ABMES
Os critérios de avaliação do ensino foi um dos assuntos mais debatidos no seminário que, nesta quarta-feira (11), analisou o papel da iniciativa privada no ensino superior. Para o vice-reitor do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa), Sérgio Fiúza de Mello Mendes, não dá para navegar em um ‘mar de desconfianças’ geradas pela avaliação do ensino superior. Segundo ele “há um desvio de caráter na educação brasileira” uma vez que os gestores gastam muito tempo estudando as resoluções que definem a regulação do setor ao invés de se dedicar a desenvolver ações educacionais.
O vice-reitor fez ainda críticas à última prova do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Para ele o valor do Enade se perde quando ele é colocado como pilar central de um modelo de avaliação. “Não podemos falar de qualidade de 1 a 5, porque a nota padronizada, não diz para a sociedade brasileira se o curso é bom ou se é ruim”, avaliou. Para Sérgio a educação superior como sistema está fadada a um futuro com “apequenações” das possibilidades de expansão.
José Roberto Covac, consultor jurídico do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, acredita que não há, por parte do governo federal, uma isonomia de tratamento entre instituições públicas e privadas de ensino superior. “A universidade pública não requer regulação. Ela já nasce universidade”, exemplificou.
Covac ressaltou a importância de haver clareza nos processos de avaliação. Segundo ele qualquer alteração que ocorra em instrumentos de regulação tem que valer para o ciclo futuro e não para os processos que já foram protocolados. “As IES não têm condições de se preparar para cumprir o que indicam esses instrumentos de avaliação” analisou Covac ao explicar que o ministério baixa resoluções para alterar a Lei.
Para o consultor quando se extrapola critérios estabelecidos em Lei essa ação ofende até mesmo o Poder Legislativo, uma vez que a Lei do Sinaes passou pelo Congresso Nacional. “Aqui no Senado já houve diversas audiências públicas e reuniões técnicas a respeito do assunto. O fato de o Senado estar preocupado e debatendo a avaliação já demonstra que existe algum problema”. Para Covac o segmento tem procurado demonstrar ao MEC que é possível fazer avanços e que é possível fazer alterações nos processos de avaliação das instituições.
O coordenador-geral de Legislação e Normas da Educação Superior do Ministério da Educação, Samuel Martins Feliciano, ouviu todas as reivindicações do setor e apresentou um resumo do marco regulatório da educação superior no país.
Rebatendo críticas sobre o Enade, Samuel lembrou que o sistema de avaliação do governo federal visa, antes de buscar punir, contribuir para a melhoria do ensino superior no país.

Tecnologia na educação superior é foco de reflexão em seminário do Senado Federal
Fonte: Assessoria de Imprensa da ABMES
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) abriu as discussões do último painel do seminário: “O papel da iniciativa privada no ensino superior: realidade e desafios para o futuro” apontando a necessidade de uma formação para a vida toda e não somente pelo tempo determinado para a formação em nível superior.
Para o senador os cursos precisam relacionar sua realidade ao setor produtivo e se desenvolverem com a ajuda da tecnologia. Cristovam defende que alunos educados sem tecnologia ficam desmotivados porque aprendem fora da realidade que vivenciam.
O presidente da Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular (Funadesp), Paulo Alcântara Gomes, defendeu que a iniciativa privada tem o papel de estimular a geração de novas estruturas curriculares e conteúdos programáticos que assegurem a flexibilidade e a diversidade de cursos demandados por empresas e governos. Para Alcântara a legislação atual cria um desenvolvimento errado na educação baseado no que se pode fazer e não no que a sociedade necessita.
Na mesma linha de raciocínio dos demais palestrantes o presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Gabriel Mario Rodrigues, disse que a história demonstra que a atividade-escola tem sido alterada sempre com imenso atraso, pelas mudanças dos cenários de cada época. Para Gabriel enquanto o aluno nativo-digital muda cada vez mais rapidamente, a maioria de seus gestores e orientadores, mantém uma postura cada vez mais rígida e imutável. “A universidade muda ou morre”, finalizou o presidente da ABMES.

ABMES convida para cerimônia de outorga do Prêmio Darcy Ribeiro 2009
Fonte: Assessoria de Imprensa da ABMES
A Associação de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) sagrou-se vencedora do Prêmio Darcy Ribeiro 2009. A premiação é concedida há dez anos pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e elege, através do voto dos parlamentares, os melhores trabalhos desenvolvidos, por pessoas físicas ou jurídicas, na área de educação.
A ABMES convida a todos para participar da cerimônia de outorga do Prêmio Darcy Ribeiro que será realizada no dia 25 de novembro às 15 horas no Salão Nobre da Câmara dos Deputados no Congresso Nacional.
Para o presidente da ABMES, Gabriel Mario Rodrigues, o prêmio é o reconhecimento do esforço de toda a equipe que há 27 anos trabalha pelo desenvolvimento do ensino superior particular.
Indicação
A associação foi indicada ao prêmio pelo Deputado Jorginho Maluly (DEM/SP) e contabilizou um total de 15 votos. A edição de 2009 foi recorde no número de indicados com 48 projetos inscritos.
Os projetos: “Mata Atlântica vai à Escola”, da Fundação SOS Mata Atlântica e “Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque” também serão agraciados com o Prêmio Darcy Ribeiro 2009. 

Um lobby excludente
Fonte: TPA http://www.tpa.com.br/portal/?modulo=blogs&blog=8
Está acontecendo uma movimentação contrária ao acesso à educação superior em Santa Catarina. Reitores das universidades comunitárias – que formam o Sistema Acafe e que também cobram mensalidades de seus alunos – estão usando todas as suas artimanhas para convencer a opinião pública (e os deputados estaduais) de que as faculdades particulares não merecem distribuições igualitárias de recursos estaduais destinados à concessão de bolsas de estudo. Esse rolo todo começou com a famosa lei “Jorginho Melo”, aprovada tão rapidamente – aproveitando a passagem meteórica do deputado no cargo de governador – que, segundo a sua redação, destina 0,3% dos recursos do Fundosocial para a concessão de bolsas de estudos de ensino superior para estudantes carentes do Estado.  Desses 0,3%, 90% ficariam com a Acafe e o restante (10% de 0,3% de todo o Fundosocial) com as faculdades particulares.
Vamos analisar alguns fatos.
1 - Será que o fato de a pessoa estudar em uma instituição privada significa ser uma pessoa de posses, ter dinheiro? Claro que não. Minha graduação foi em faculdade privada e suei muito para pagar as mensalidades (quase sempre com atrasos).
2 – As universidades comunitárias afirmam que a proposta contrária à deles “pode colocar em risco a destinação de recursos estaduais ao ensino superior”. Por quê? Realmente, não vejo a diferença entre estudantes de faculdades privadas e comunitárias. Ou a Acafe não cobra mensalidades?
3 – Os reitores precisam saber que o Sistema Ampesc (das faculdades particulares) possui, ao todo, 120 mil alunos no Estado e emprega 13 mil pessoas – isso sem contar as ações de responsabilidade social mantidas pelas instituições.
4 – A separação de recursos feita em gabinete, na onda do 90/10 é injusta, sim. Onde está o princípio de igualdade entre as pessoas? Por que as comunitárias merecem mais que as privadas?
Ainda bem que a comunidade estudantil está mobilizada. Há manifestos e enquetes acontecendo em favor da aprovação do Projeto de Lei 458/2009, para alterar a separação injusta.
Vote: http://www.knunes.com.br/ (Enquete, na parte inferior do site)
Saiba mais: http://www.ampesc.com.br/noticias.php?noti_codi=107
Para finalizar: se a lei não mudar, esse lobby excludente prejudicará milhares de estudantes de ensino superior de Santa Catarina. 
Preciso deixar bem claro: esse espaço é um blog e, por isso, recebe posts contendo a opinião de quem o escreve, sem interesses políticos ou de qualquer outra natureza.

Liderança educacionista será homenageada em evento nos Estados Unidos
Fonte: Jornal da Educação
No dia 5 de dezembro, no evento promovido pela BRAZILIAN COMMUNITY HERITAGE FOUNDATION, acontecerá o BAILE DE GALA DA COMUNIDADE BRASILEIRA 2009 e Arlete Falkowski (coordenadora do Movimento Educacionista nos Estados Unidos - USA) receberá um troféu, pela iniciativa, divulgação e atuação do Movimento Educacionista nos Estados Unidos. Isso merece divulgação em todos veículos de comunicação do Educacionismo.
Estimular a participação, integração, troca de experiências entre os Núcleos do Brasil e dos Estados Unidos, por meio da Rede Social Educacionista, é o que mais tem sido feito, seja via e-mail ou por contato telefônico, no entanto, os resultados ainda estão para ser sentidos, pois há muitas resistências no acesso à Internet. Mas ela não se abala, deve-se perseverar, acreditar que é uma questão de tempo para que os nossos educacionistas se rendam a essa maravilha que facilita à comunicação entre as pessoas, que é a Internet.

Representantes de 250 etnias debatem os rumos da educação
Fonte: Portal O Meu Futuro
Luziânia – A 1ª Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena (Coneei), foi aberta nesta segunda-feira, 16, em Luziânia (GO) com um canto indígena que apresentou as regiões de cada etnia. Cerca de 800 representantes dos 250 povos que existem no Brasil estão reunidos esta semana para discutir os rumos da educação escolar indígena.
A Coneei reúne especialistas, educadores, alunos e comunidades indígenas de todo o país e se estenderá até o dia 20. O objetivo é avaliar a realidade da educação escolar indígena brasileira, ofertada em 2.480 escolas, e consolidar um pacto nacional para melhorar a oferta e a qualidade do ensino aos povos indígenas.
“A grande expectativa do MEC para este encontro é ouvir as preocupações, reinvindicações e perspectivas de cada povo aqui representado”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad. Ele acrescentou que são grandes os desafios na área da educação escolar indígena. “Cada aspecto da educação tem que ser considerado de maneira diferente para cada etnia: material didático, merenda, transporte e licenciatura”.
De acordo com o ministro, a partir da conferência, será possível articular melhor os três níveis de governo – União, estados e municípios – e direcionar os investimentos para a educação indígena. Além disso, segundo Haddad, os debates fornecerão subsídios para a Conferência Nacional de Educação (Conae) do ano que vem, em que será discutido novo Plano Nacional de Educação.
O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, destacou o protagonismo dos indígenas sobre suas aspirações e objetivos. “A atuação dos povos, em conjunto com o Estado, garantirá o direito à educação diferenciada, que leve em consideração cada costume, cada tradição e cada língua”, afirmou.
O encontro é realizado pelo Ministério da Educação, em parceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), e a União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime).
Assessoria de Comunicação Social do MEC

O tigre brasileiro vai acordar?
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:08 hs. 
Há algo bom acontecendo no Brasil. Não é ainda a grande transformação de que precisamos, mas é um avanço. Vários setores da sociedade estão acordando para a necessidade de uma educação de melhor qualidade. Desde que, nos anos 1980, os chamados “Tigres Asiáticos” (Singapura, Taiwan e Coreia do Sul) conseguiram se tornar exportadores de produtos tecnológicos graças a anos de investimentos em educação, falava-se que aquele era o exemplo a ser seguido. Que é escola que falta para o Brasil ter o progresso que almeja. Falava-se, sim, mas de forma descomprometida.
Parece-me que a indiferença brasileira aos problemas da educação ficou mais forte por conta do silêncio da classe média. Os brasileiros têm por hábito focar em soluções particulares e deixar o coletivo para o estado resolver. Quando a escola pública sentiu o impacto do crescimento da demanda por vagas e das mudanças de comportamento em jovens e crianças (sendo que este último impacto também é sentido pela escola particular), a classe média e os mais ricos se afastaram dela. Mas são as classes sociais mais favorecidas economicamente que têm mais voz no Brasil. Se elas se calam, a classe política e o estado acomodam-se em sua surdez conveniente. A escola pública agigantou-se, mas não foi tratada com o respeito e o carinho que merece.
Fomos longe demais nesta letargia perigosa. Perdemos tempo demais. Sacrificamos o futuro de um número absurdamente grande de jovens brasileiros. Agora, ao menos se vê certa mobilização social em torno da necessidade de melhorar a educação brasileira, principalmente aquela que atende 80% das crianças e jovens brasileiros.
Marleth Silva é jornalista e membro do Conselho de Educação da Rede Paranaense de Comunicação (RPC). 
Fonte: Gazeta do Povo Online - PR