
03/12/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo
da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING
é divulgar as notícias e legislação do
setor educacional às instituições associadas.
Em
breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para
consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no
AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a
opinião da Associação.
Institui Comissões Locais de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos - PROUNI
CCJ do Senado aprova emenda que exige diploma de jornalista para exercício da profissão
Programa Nacional de Apoio
à Formação de Médicos Especialistas em
Áreas Estratégicas - Pró-Residência
Extinção de exame da OAB será analisada no Senado
Medida que limita idade para aluno entrar no 1º ano fará aluno se formar mais velho, critica gestor
Instituições de ensino superior têm até o dia 11 para aderir ao ProUni
Súmulas de Pareceres - Novembro de 2009.
Rejeitado projeto que exige emissão gratuita de diploma
Presidente sanciona alteração na certificação de entidades sócio assistenciais
Senado aprova transferência de alunos que participam do Prouni
Professores e médicos ganham facilidades para pagar dívida com o Fies
Sai o resultado preliminar com relação de projetos aprovados
Sai resultado do Censo Escolar 2009
Municipalização do ensino fundamental não apresenta consenso em audiência pública
Número de alunos na educação básica supera os 52 milhões
Metade das vagas oferecidas nos vestibulares ficou ociosa em 2008
Encceja não terá provas no domingo
Prazo para revalidar diploma: seis meses
Confira os 25 cursos de graduação com o maior número de alunos no país
Aluna expulsa de faculdade será indenizada em R$ 6.225 em MG
Fraude no Prouni leva MEC a punir faculdades em Minas
MEC limita idade para aluno entrar no 1º ano
Ensino superior tem quase 1,5 milhão de vagas ociosas; 98% estão nas particulares
Censo aponta grande aumento do número de matrículas e cursos
Cursos de tecnologia registram aumento de oferta e procura
Universidades Federais criam 15 mil novas vagas no primeiro ano do programa
Escolaridade cresce entre deficientes no mercado de trabalho
Brasil sofre com escassez de engenheiros
Lei nº 12102, de 1 de Dezembro de 2009.
Conferência da Unesco discute situação dos 700 milhões de analfabetos no mundo
Somente 15% dos brasileiros com ensino fundamental são alfabetizados, diz Ibope
Institui Comissões Locais de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos - PROUNI
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO Nº 231, quinta-feira, 2 de dezembro de 2009
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
PORTARIA Nº 1.132, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2009
Dispõe sobre a instituição das Comissões
Locais de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade
para Todos - PROUNI.
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas
atribuições e considerando a Lei nº 11.096, de 13 de
janeiro de 2005 e o disposto no inciso II e no parágrafo
único do artigo 17 do Decreto nº 5.493, de 18 de julho de
2005, resolve
Art. 1º As Instituições de Ensino Superior
participantes do Programa Universidade Para Todos - PROUNI devem
instituir comissões locais de acompanhamento e controle social
do PROUNI, órgão colegiado de natureza consultiva, com a
finalidade de promover a articulação entre a
Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social - CONAP e
a comunidade acadêmica.
PORTARIA Nº 1.133, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2009
Aprova o Regimento Interno das Comissões Locais de
Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos -
PROUNI.
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas
atribuições, e considerando a Lei nº 11.096, de 13
de janeiro de 2005 e o Decreto nº 5.493, de 18 de julho de 2005,
resolve
Art. 1º Aprovar o Regimento Interno das Comissões Locais de
Acompanhamento e Controle Social do PROUNI, constante do anexo.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
FERNANDO HADDAD
Link: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?data=03/12/2009&jornal=1&pagina=17&totalArquivos=168
CCJ do Senado aprova emenda que exige diploma de jornalista para exercício da profissão
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal UOL Educação, 02/12/2009
Marcos Chagas da Agência Brasil em Brasília
A CCJ (Comissão de Constituição de Justiça)
do Senado aprovou nesta quarta (2) a PEC (proposta de emenda à
Constituição) que exige o diploma de jornalista para o
exercício da profissão. Ao restabelecer essa
condição, o Congresso revê a decisão
do STF (Supremo Tribunal Federal) que acabou com a exigência do
diploma. A PEC conta com o apoio de 50 senadores e, agora, será
votada em dois turnos pelo plenário. Se aprovada, a
proposta vai à apreciação da Câmara
dos Deputados. Pela matéria, a habilitação em
jornalismo será facultativa para colaboradores e para os
profissionais que já tenham registro no Ministério do
Trabalho e do Emprego.
Programa Nacional de Apoio à
Formação de Médicos Especialistas em Áreas
Estratégicas - Pró-Residência
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO Nº 231, quinta-feira, 2 de dezembro de 2009
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
EDITAL Nº 9, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2009
Link: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=65&data=03/12/2009
A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÂO SUPERIOR do
Ministério da Educação e o SECRETÁRIO DE
GESTÃO DO TRABALHO E DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE
do Ministério da Saúde, no uso de suas
atribuições, e considerando os termos do Decreto
Presidencial de 20 de junho de 2007 e da Portaria Interministerial
MEC/MS no- 1001/2009, tornam pública a prorrogação
e retificação do Edital no- 07, de 22 de outubro de 2009,
referente à seleção de projetos para o PROGRAMA
NACIONAL DE APOIO À FORMAÇÃO DE MÉDICOS
ESPECIALISTAS EM ÁREAS ESTRATÉGICAS
(PRÓ-RESIDÊNCIA), no âmbito do Sistema Único
de Saúde, publicado no Diário Oficial do Distrito
Federal, no dia 23 de outubro de 2009, Seção 3,
páginas 56 e 57 e dá outras providências, conforme
descrito a seguir: 1. Os itens 5.1; 5.2 e 5.3 do mencionado edital
passam a vigorar com a seguinte redação: "5.1. O projeto,
com os devidos comprovantes, deverá ser enviado em arquivo
digital para o endereço eletrônico
proresidenciamedica@saude.gov.br e, pelo correio, via SEDEX, na forma
impressa e em CD, com a identificação do
destinatário PRÓ-RESIDÊNCIA - EDITAL 7, no
envelope, para os seguintes endereços:" "5.2. O prazo de
postagem via SEDEX, do projeto, fica prorrogado para até o dia
10/12/2009." "5.3. O prazo para recebimento por via eletrônica,
do projeto, será até as 23 horas e 59 minutos do dia
10/12/2009, horário de Brasília." 2. Permanecem
inalterados os demais itens e subitens do referido Edital. MARIA PAULA
DALLARI BUCCI
EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 7, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2009
CONVIDA as Instituições de Ensino Superior Brasileiras a
se candidatarem ao primeiro ciclo de acreditação de
cursos de graduação de Engenharia (nas modalidades Civil,
Industrial, Produção, Mecânica, Elétrica,
Eletrônica e Química e suas combinações
nessas modalidades), mediante as condições de
participação abaixo descritas: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=65&data=03/12/2009
Extinção de exame da OAB será analisada no Senado
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal Terra Educação, 01/12/2009
A proposta de extinção do exame da Ordem dos Advogados do
Brasil (OAB) volta à pauta da Comissão de
Educação, Cultura e Esporte (CE) nesta
terça-feira. O senador Gilvam Borges (PMDB-AP) é autor
desse projeto de lei (PLS 186/06), que recebeu parecer
favorável, com emenda, do relator, senador Marconi Perillo
(PSDB-GO). A matéria será votada em decisão
terminativa pela Comissão de Constituição,
Justiça e Cidadania (CCJ). Em vez de abolir o exame da OAB,
Marconi Perillo optou por sugerir mudanças em sua forma de
realização. Segundo o parecer, esse teste terá
duas fases - a primeira contará com questões objetivas,
de múltipla escolha, sobre as matérias integrantes do
currículo de Direito, e a segunda incluirá
questões práticas e a elaboração de
peça técnica privativa de advogado - e deverá ser
oferecido três vezes por ano (a cada quatro meses). Além
de habilitá-lo a prestar a segunda fase, a
aprovação do candidato na primeira fase irá
dispensá-lo de repetir esta etapa no prazo de um ano. LDB -
Mudanças na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB) também deverão ser analisadas pela
CE. Enquanto um projeto de lei (PLS 185/08) do senador Cristovam
Buarque (PDT-DF) quer tornar obrigatória a
exibição de filmes nacionais, uma proposta do
então senador Roberto Saturnino (PLS 337/06) pretende inserir
conteúdos ligados à música, às artes
plásticas e cênicas no ensino de Artes em escolas de
educação básica.
Os dois projetos receberam parecer pela aprovação, com
emendas, da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN). No caso do PLS 185/08,
o parecer estabeleceu que a exibição de filmes nacionais
será considerada atividade curricular complementar, com carga
horária mínima obrigatória de duas horas mensais.
Já o parecer ao PLS 337/06 inseriu a música, as artes
plásticas e cênicas como conteúdo
obrigatório, mas não exclusivo, no currículo da
educação básica, concedendo prazo de cinco anos
para as escolas formarem professores e oferecerem turmas nas duas
últimas modalidades artísticas. Quanto ao ensino de
música, a relatora observou que recente mudança
introduzida na LDB definiu esse prazo em três anos.
Liberdade religiosa - A comissão deve se manifestar ainda, na
reunião desta terça-feira, sobre dois projetos de lei
relativos à liberdade de culto e crença religiosa
garantida pela Constituição. No parecer favorável
ao PLC 160/09, que regulamenta dispositivos constitucionais ao definir
mecanismos que asseguram o livre exercício religioso, a
proteção aos locais de culto, a inviolabilidade de
crença e a liberdade de ensino religioso, o senador
Inácio Arruda (PCdoB-CE) elogia a preocupação do
projeto em obrigar as instituições religiosas a
viabilizarem a conservação e a divulgação
de seus acervos históricos e artísticos. Ao relatar o PLS
170/06, que pretende tornar crime o ato de fabricar, importar,
distribuir, armazenar ou comercializar jogos de videogame ofensivos a
cultos, credos ou religiões, o senador Valter Pereira (PMDB-MS)
apresentou parecer pela aprovação, com emenda, acolhendo
a sugestão de pena de reclusão de um a três anos,
mais multa, para quem agir dessa forma. O projeto é de autoria
do senador Valdir Raupp (PMDB-RO).
Medida que limita idade para aluno entrar no 1º ano fará aluno se formar mais velho, critica gestor
Fonte: Clipping Educacional Consae DA REPORTAGEM LOCAL
O presidente da Fenep (Federação Nacional das Escolas
Particulares), José Augusto de Mattos Lourenço, defende
que haja uma padronização na data de ingresso na escola.
Ele critica, porém, o "corte" imposto pelo Ministério da
Educação, pois parte dos alunos se formará um ano
depois em relação o antigo fundamental, com oito anos de
duração. Isso ocorrerá porque boa parte dos alunos
do novo primeiro ano do fundamental terá sete anos
-são crianças que nasceram entre fevereiro e dezembro,
após o "corte" determinado pelo MEC, e só entrarão
no fundamental um ano depois. Como terão de cumprir nove anos no
ensino fundamental, acabarão a etapa com 15 anos de idade. No
antigo fundamental, os alunos também ingressavam na etapa aos
sete anos, mas, como cumpriam oito anos de estudo, se formavam aos 14.
"Para as escolas do fundamental é bom, porque é um
ano a mais de anuidade. Mas e para as famílias? Será mais
um ano de gastos", disse Lourenço. Quando o ensino fundamental
foi ampliado, a ideia era que a criança entrasse mais nova na
escola (a idade de entrada caiu de sete para seis anos). "O corte
estipulado pelo MEC anulou isso. O que vai ocorrer agora é que
boa parte delas vai se formar mais tarde", afirmou o dirigente.
Instituições de ensino superior têm até o dia 11 para aderir ao ProUni
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 30/11/2009 - Brasília DF
Agência Brasil
As instituições de ensino superior interessadas em aderir
ao Programa Universidade para Todos (ProUni) têm prazo desta
segunda-feira (30/11) até as 23h59 do dia 11 de dezembro para
emitir o termo de adesão referente ao primeiro semestre de 2010.
As adesões devem ser feitas exclusivamente por meio do Sistema
do ProUni (Sisprouni), disponível no site
http://portal.mec.gov.br/prouni, e sua validade estará
condicionada à assinatura digital. No caso das universidades que
tenham mais de um local de oferta de cursos, deverá ser firmado
um termo de adesão para cada um deles, abrangendo todos os
cursos, habilitações e turnos. As
instituições de ensino superior que já tenham
aderido ao programa deverão emitir termo de adesão para
os locais de oferta de cursos criados após sua adesão
inicial ao programa. O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e
parciais, de 50%, em cursos de instituições
privadas.
Súmulas de Pareceres - Novembro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:29 hs.
Reunião Ordinária dos dias 9, 10, 11 e 12 de Novembro/2009.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2023.pdf
Fonte: DOU n.º 230 - 02.12.2009
Rejeitado projeto que exige emissão gratuita de diploma
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:28 hs.
A Comissão de Educação e Cultura rejeitou na
quarta-feira (25) o Projeto de Lei 224/07, do deputado Fábio
Souto (DEM-BA), que proíbe a cobrança da primeira
emissão e registro do diploma de ensino superior. A
comissão era a única a se manifestar quanto ao
mérito e, por isso, o projeto será arquivado.
O argumento do deputado para a gratuidade era que o documento é
um comprovante obrigatório da formação educacional
e requisito para o exercício profissional. A relatora do
projeto, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), concordou com a tese
de Souto, mas lembrou que o assunto é prerrogativa do Poder
Executivo.
A parlamentar informou que o Conselho Nacional de
Educação (CNE) já emitiu um parecer sobre o tema.
Nesse parecer, o CNE considera que a expedição do diploma
está incluída nos serviços educacionais prestados
pela instituição, não ensejando a cobrança
de qualquer valor. A única exceção seria a de
apresentação decorativa do certificado em papel especial,
por opção do aluno.
Tramitação
A comissão também rejeitou os PLs 604/07, 610/07,
1188/07, 1225/07, 1425/07, 1743/07 e 3227/08, que tramitam em conjunto
com o PL 224/07.
Fonte: Portal da Agência da Câmara dos Deputados
Presidente sanciona alteração na certificação de entidades sócio assistenciais
Fonte: Jornal da Educação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto,
aprovado no Congresso Nacional no dia 29 de setembro, que modifica a
forma de concessão do Certificado de Entidades Beneficentes de
Assistência Social (CEBAS). Agora, a emissão e
renovação da certificação não
serão mais responsabilidade do Conselho Nacional de
Assistência Social (CNAS), mas dos ministérios do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Saúde e da
Educação, de acordo com a finalidade de cada
instituição.
A sanção está no Diário Oficial da
União dessa segunda-feira (30/11), primeiro dia da
Conferência Nacional de Assistência Social, no Centro de
Convenção Ulisses Guimarães, em Brasília. A
conferência - que tem como tema “Participação
e controle social no SUAS” e se encerra na quinta-feira (4) - vai
discutir os rumos para democratizar o Sistema Único de
Assistência Social (SUAS), envolvendo o acesso de famílias
e indivíduos a serviços, projetos, programas e
benefícios sócio assistenciais em todo o
território nacional.
Com o Cebas, a entidade fica isenta de algumas
contribuições sociais, como a parte patronal do INSS
junto à Receita Federal e a Cofins. O prazo de validade da
certificação será fixado em regulamento, de acordo
com as especificidades de cada uma das áreas e o tempo
mínimo será de um ano e o máximo, de cinco anos.
Os pedidos de concessão do Cebas que não tenham sido
julgados até a data de hoje serão remetidos, de acordo
com a área de atuação da
instituição, para o ministério responsável.
Já os pedidos de renovação protocolados
serão julgados pelo ministério no prazo de 180 dias.
Senado aprova transferência de alunos que participam do Prouni
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:14 hs.
O Projeto de Lei da Câmara (PLC 151/08) que permite a
transferência de estudantes bolsistas entre as
Instituições de Educação Superior (IES)
participantes do Programa Universidade para Todos (Prouni) foi aprovado
nesta terça-feira (1º) pelo Plenário do Senado. O
texto agora volta à Câmara, pois recebeu duas emendas na
Comissão de Educação e Esporte (CE).
O projeto altera a Lei 11.096/05, que institui o Prouni, e estabelece
que o estudante beneficiado com bolsa do Prouni poderá solicitar
transferência para outra instituição que participa
desse programa, desde que haja, nesse estabelecimento, bolsa
análoga disponível para curso corrrespondente
àquele para o qual foi admitido.
Para o autor da matéria, deputado Uldurico Pinto (PHS-BA), a
mobilidade desses estudantes é um direito que, nos atuais
contornos do programa, está sendo negligenciado. A
transferência tem sido medida excepcional, aplicada unicamente em
casos que envolvam o descredenciamento das instituições
de ensino superior de origem, em razão de insuficiência de
desempenho em avaliação oficial.
Helena Daltro Pontual e Moisés de Oliveira Nazário
Agência Senado
Fonte: Portal Senado Federal
Professores e médicos ganham facilidades para pagar dívida com o Fies
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:40 hs.
O professor da rede pública de educação
básica e o médico do programa de saúde da
família que tenham dívida junto ao Fundo de Financiamento
ao Estudante de Ensino Superior (Fies) poderão ter abatimento
mensal de 1% do saldo devedor. É o que determina proposta (PLC
184/09) aprovada na última quarta-feira pela Comissão de
Educação, Cultura e Esporte (CE).
O projeto muda o prazo do financiamento de duas vezes o tempo de
duração do curso, como é atualmente, para
três vezes, diminuindo as prestações e facilitando
o pagamento.
A redução dos juros incidirá sobre os contratos
já formalizados, explicou o relator, Sérgio Zambiasi
(PTB-RS). O projeto ainda depende de decisão terminativa na
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Depois, se
não houver recurso para o Plenário, será enviado
à análise dos deputados.
Fonte: Senado Federal - DF
Sai o resultado preliminar com relação de projetos aprovados
Fonte: Portal O Meu Futuro
Foi publicado na última quinta-feira, 26, o resultado preliminar
das propostas escolhidas para integrar, a partir de 2010, o programa
Núcleo de Estudos em Educação, do Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Esse programa
prevê a celebração de contrato com
instituições de ensino superior federais, estaduais,
municipais e privadas sem fins lucrativos, com experiência em
projetos de pesquisas na área educacional. Foram selecionadas 12
propostas dentre as 43 apresentadas.
Os números são significativamente superiores aos vistos
na primeira seleção do núcleo, realizada em 2007.
Na ocasião, o Inep selecionou cinco propostas das 21
encaminhadas. O montante destinado ao financiamento das
ações também recebeu um incremento. Subiu de quase
R$ 2 milhões em sua primeira edição para R$ 4
milhões em 2009.
As propostas selecionadas neste ano contemplam
instituições de ensino superior de cinco estados
brasileiros: Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia e
Santa Catarina. Todos terão até dois anos, após
firmarem o convênio com o Inep, para executar o trabalho previsto
nos projetos apresentados.
Ao término desse período, no fim de 2011, serão
divulgados o relatório técnico das ações
desenvolvidas e os artigos com textos para discussão, usados
para disseminar as informações encontradas nos estudos.
Além disso, os participantes dos projetos apresentarão o
resultado de suas pesquisas no Inep.
Em 2009, as propostas foram avaliadas por uma comissão externa
formada por especialistas da área, que consideraram os seguintes
eixos temáticos: meta-avaliação; determinantes
educacionais; determinantes da qualidade do professor; impactos da
educação sobre o bem-estar dos indivíduos e o
desenvolvimento do país; canais pelos quais a
educação afeta os indivíduos. Cada proposta tem o
valor mínimo de R$ 100 mil e máximo de R$ 500 mil.
Os participantes não selecionados poderão recorrer da
decisão até o dia 3 de dezembro. Nesses casos,
será necessário enviar a contestação para o
Inep, via correios. O processo seletivo foi aberto para todos os
institutos de pesquisa e as instituições de ensino
superior do País, durante os meses de agosto a outubro de 2009.
Assessoria de Imprensa do Inep
Sai resultado do Censo Escolar 2009
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:14 hs.
Há, no Brasil, 52.580.452 estudantes na Educação
Básica, que compreende a Educação Infantil (creche
e pré-escola), o Ensino Fundamental (1º a 9º ano ou
1ª a 8ª série), o Ensino Médio, a
Educação Profissional, a Educação Especial
e a Educação de Jovens e Adultos (nas etapas Ensino
Fundamental e Ensino Médio). Os dados foram apurados pelo Censo
Escolar da Educação Básica que, anualmente coleta
dados de todas as escolas brasileiras e traça, com isso, um
retrato fiel da realidade educacional brasileira. Há um total de
197.468 escolas.
O Censo Escolar da Educação Básica começou
a passar por transformações em 2007, quando foi
implantado o Educacenso, sistema eletrônico de coleta de dados.
Com o novo sistema, a informação foi individualizada
– já que as escolas têm que preencher um cadastro
para cada aluno, professor, turma e um geral para a escola. O grau de
detalhamento permite a elaboração de políticas
eficientes de médio e longo prazo com o objetivo de se otimizar
o sistema educacional. Os dados divulgados agora pelo Inep –
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira –, autarquia responsável pelas
estatísticas educacionais, se referem a número de
matrículas e infra-estrutura. Os dados estão detalhados
por unidade da federação, categoria administrativa,
localização geográfica e etapa de ensino.
Em termos de matrícula global, o que se percebe, com
relação ao ano passado, é uma ligeira queda, de
1,2% com relação ao censo anterior, confirmando a
estabilidade já apresentada há alguns anos. Na
Educação Infantil houve ligeiro aumento, de 0,6% - puxado
pelo grande aumento no número de matrículas educacionais
em creches, que foi de 8,3%. Já a pré-escola apresentou
queda de dois pontos percentuais, resultado do aumento das escolas que
aderiram à Educação Fundamental de nove anos. Esta
etapa, por sua vez, apresentou os mesmos índices percentuais de
redução de matrículas com relação a
2008: 1,2%, índice que cai para 0,3% no que se refere ao Ensino
Médio.
Leia mais no Site do Inep http://www.inep.gov.br
Fonte: INEP
Municipalização do ensino fundamental não apresenta consenso em audiência pública
Fonte: Portal da ALESC 01/12/2009 - 15h20min
A municipalização do ensino fundamental provocou diversas
manifestações contrárias à proposta do
governo, enviada em forma de substitutivo global ao PLC 14/09. Na
audiência pública, parlamentares, professores,
representantes da categoria e de entidades municipais reunidos nesta
manhã (1º), no Auditório Deputada Antonieta de
Barros, discordaram do secretário estadual de
Educação, Paulo Bauer, que disse ser esta uma necessidade
de alteração estrutural devido à forma de
gestão.
Por medida federal, em 2016, quem estiver na faixa etária de 4 a
16 anos será obrigado a frequentar a escola. Hoje, em Santa
Catarina, entre vagas em escolas públicas e privadas, são
220 mil vagas e, segundo o secretário, faltarão para
atender esta determinação 230 mil vagas, levando em conta
os números atuais. “Uma providência terá que
ser adotada, pois três anos é pouco tempo para preparar
todo um contingente de professores e estrutura física. Só
com os recursos do Estado não daremos conta”, comentou.
Para Bauer, a municipalização é uma
solução que atende a estrutura exigida diante da
obrigatoriedade. Ele comentou que no substitutivo enviado ao
Legislativo foram alteradas algumas questões como ser opcional a
municipalização do sistema de ensino, o governo pagar a
faculdade dos professores que quiserem avançar na carreira para
o ensino fundamental, nos primeiros cinco anos a escola será
administrada por um diretor do Estado, a partir do sexto ano passa ao
município, bem como a responsabilidade pela
manutenção das escolas no nono ano deste processo. Em um
ponto o governo é taxativo: ou a prefeitura municipaliza todas
as escolas ou nenhuma. De acordo com Bauer, a exigência é
para que não haja apenas a municipalização das
escolas de melhor estrutura e qualidade.
O secretário municipal de Educação de
Florianópolis e presidente da seccional de Santa Catarina da
União Nacional dos Dirigentes Municipais de
Educação (Undime), Rodolfo Pinto da Luz, rebate a
posição do governo lembrando que a
obrigação do município é com a
educação infantil, um segmento que já lida com o
problema de vagas insuficientes para atender a demanda. “Os
prefeitos têm que ter esta preocupação e não
podem assumir mais uma responsabilidade”, disse. Outro ponto
colocado por ele é que se permita a escolha. Que a
municipalização seja parcial ou não se implante.
Outra dificuldade citada está nos fatos de não haver
equiparação salarial e de o município ainda ter
que reembolsar o Estado pelo pagamento dos professores estaduais.
Soma-se ainda o valor recebido do Fundo de Educação
Básica (Fundeb), de R$ 1.600,00 por aluno, enquanto o custo real
está em R$ 4.200,00. Rodolfo Pinto da Luz ainda destacou que se
enfrentará a redução do convênio do
transporte escolar.
O representante da Federação Catarinense dos
Municípios (Fecam), Marcos Probst, apresentou três pontos
que são fundamentais na concepção da entidade: o
servidor público estadual é de responsabilidade do
Estado; que haja permissão individual no processo de
municipalização ou a posição é
contrária ao projeto, e, ainda, que seja feito o repasse dos
valores do Fundeb já em 2010. “Se o cofre do Estado
está apertado, os dos municípios estão muito
mais”, resumiu. Probst ainda lembrou que este processo
terá reflexos no tocante aos limites da Lei de Responsabilidade
Fiscal.
Posição
Mesmo parlamentares da base do governo na Assembleia Legislativa
não estão seguros quanto à posição
que devem tomar quanto ao projeto da municipalização da
educação fundamental. Mas há consenso que
não se pode discutir uma proposta desta abrangência
às pressas. Por isso, existe a possibilidade de retirada do
projeto, como sugeriu o presidente da Comissão de
Finanças, deputado Marcos Vieira (PSDB). “Ou se fazem as
adequações propostas pela Fecam e Undime, ou se retira ou
se rejeita a proposta”, afirmou Marcos Vieira.
O líder do governo, deputado Elizeu Mattos (PMDB), comentou que
ainda não definiu sua posição, e adiantou que
já fez a retirada do regime de urgência e que
“não se discutirá esta matéria no
afogadilho”. O progressista Joares Ponticelli reconhece a
contribuição do líder do governo nesta
discussão com a retirada da urgência para
tramitação do PLC 14/09, mas defende que o governo, antes
disso, resgate outras dívidas como a equiparação
salarial com os professores prometida pelo governador Luiz Henrique da
Silveira em 2002. O deputado Vanio dos Santos (PT) acredita que, apesar
de ser um debate fundamental, este não interessa ao governo e
recordou as experiências neste sentido já feitas em
São Paulo e Rio de Janeiro. Nesses dois estados, disse, piorou a
qualidade da educação. (Scheila
Dziedzic/Divulgação Alesc)
Número de alunos na educação básica supera os 52 milhões
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:10 hs.
Há, no Brasil, 52.580.452 estudantes matriculados na
educação básica. Esse nível de ensino
compreende a educação infantil (creche e
pré-escola), o ensino fundamental (primeiro ao nono ano ou
primeira a oitava série), o ensino médio, a
educação profissional, a educação especial
e a educação de jovens e adultos (nas etapas ensino
fundamental e ensino médio). Os dados são do censo
escolar de 2009, já consolidado, divulgado nesta segunda-feira,
30, no Diário Oficial da União.
Em termos gerais, houve uma ligeira queda nas matrículas, de
1,2% em relação ao censo de 2008, o que confirma a
estabilidade já apresentada há alguns anos. De acordo com
o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (Inep), Reynaldo Fernandes, a queda pode ter
dois motivos: a redução da taxa de natalidade e a
melhoria do fluxo escolar – menos alunos reprovam, por exemplo.
Na educação infantil, o crescimento foi de 0,6%, por
causa do grande aumento nas matrículas em creches, de 8,3%.
Já a pré-escola apresentou queda de dois pontos
percentuais, resultado do aumento das escolas que aderiram ao ensino
fundamental de nove anos. Isso porque as matrículas que deveriam
ser contadas na pré-escola – educação
infantil – passam a ser contadas no primeiro ano do ensino
fundamental de nove anos.
Por sua vez, a etapa fundamental mostrou os mesmos índices
percentuais de redução de matrículas em
relação a 2008: 1,2%, índice que cai para 0,3% no
que se refere ao ensino médio. Já a
educação profissional deu um salto considerável:
8,3% em um ano. As matrículas na zona rural cresceram na creche
(5,7%), ensino médio regular (9,4%) e ensino médio da
educação de jovens e adultos (7,3%).
Do total de alunos matriculados na educação
básica, 45.270.710 estão em escolas públicas
(86,1%) e 7.309.742 estudam em escolas da rede privada (13,9%). As
redes municipais são responsáveis por 24.315.309
matrículas (46,2% do total). Há, também, um
crescimento acentuado das matrículas na rede federal em quase
todas as etapas e modalidades, exceto no ensino fundamental e da
educação especial.
No caso da educação especial, a redução se
explica em função da inclusão dos alunos com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades e superdotação em classe regulares de ensino,
já que a contagem dessa modalidade é feita com base nas
escolas especiais. Hoje, 61% dos alunos da educação
especial estão matriculados em classes regulares.
Educacenso – Desde a implantação do sistema
eletrônico Educacenso, em 2007, é possível
traçar um retrato fiel da realidade educacional brasileira, pela
coleta anual de dados de todas as 197.468 escolas de
educação básica. Com o sistema, a
informação foi individualizada – já que as
escolas têm que preencher um cadastro para cada aluno, professor,
turma e um geral para a escola.
O grau de detalhamento permite a elaboração de
políticas eficientes de médio e longo prazo, com o
objetivo de se aprimorar o sistema educacional. Os dados divulgados
pelo Inep se referem a número de matrículas e
infra-estrutura. As informações estão detalhadas
por unidade da federação, categoria administrativa,
localização geográfica e etapa de ensino.
Assessoria de Comunicação Social
Fonte: MEC
Metade das vagas oferecidas nos vestibulares ficou ociosa em 2008
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:32 hs.
98% dessas vagas estão em instituições privadas.
Dados fazem parte do censo divulgado pelo MEC.
Fernanda Calgaro e Érica Polo Do G1, em São Paulo
Rafael Targino Do G1, em Brasília
Das quase 3 milhões de vagas oferecidas em cursos de
graduação presencial no país em 2008, metade
não foi preenchida. O total de vagas ociosas praticamente
alcançou a marca de 1,5 milhão. A grande maioria delas
(98%) está em instituições privadas. As
informações fazem parte do Censo da
Educação Superior, divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo
Ministério da Educação (MEC).
Numa comparação com os últimos seis anos, 2008
registrou o maior percentual de vagas ociosas: 49,55%. Essa
tendência de alta já vinha ocorrendo nos últimos
anos. Mesmo assim, as instituições de ensino não
deixaram de abrir mais vagas. O número de lugares no ensino
superior em 2008 cresceu 5,7% em relação a 2007.
O número de ingressantes em 2008 foi de 1.505.819 alunos. Quase
80% (1.198.506) foram para instituições particulares.
Entre as públicas, as federais tiveram o maior número de
ingressantes, 162.115.
Os cursos também cresceram em 5,2% e, no ano passado, o Brasil
tinha 24.719 cursos em funcionamento. O censo mostra que mais de 72%
(ou 17.947) são ofertados por instituições
privadas.
Uma das explicações para esse cenário é a
falta de planejamento das instituições, principalmente as
privadas, na opinião do consultor em ensino superior, Carlos
Monteiro.
“Observamos essa tendência [de alta no número de
vagas ociosas] nos últimos cinco anos, que vem aumentando de
maneira brutal, principalmente no ensino particular. Isso representa
uma deficiência no seu posicionamento estratégico.
São instituições que acreditam em um mito que
não existe mais. Há 20 ou 30 anos era mais garantido o
retorno.”
O aumento de vagas é fruto da concorrência no setor
privado por alunos. Eles oferecem mais cursos em lugares e cidades
diferentes, com valores mais baixos"
Jacques Schwartzman, diretor do Centro de Estudos de Ensino Superior da
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem uma visão
parecida. “Isso é fruto da concorrência no setor
privado por alunos, porque essas vagas ociosas são quase todas
no setor privado. No setor público, é pouco muito o
número de vagas ociosas. Isso representa uma luta por alunos.
Eles oferecem mais cursos em lugares e cidades diferentes, com valores
mais baixos.”
No entanto, ele pondera que não é possível
atribuir unicamente à falta de planejamento das
instituições e à luta por atrair mais alunos.
“Essas vagas não são totalmente ociosas. Em muitos
casos, o acontece é que cerca de 30% dessas vagas são uma
espécie de reserva técnica", diz.
"As faculdades isoladas, que não têm autonomia para criar
cursos ou ampliar as vagas, na hora de fazer o credenciamento no MEC,
superestimam o número de vagas. Assim, se precisarem mais para a
frente das vagas, não precisam voltar ao MEC e fazer a
burocracia toda outra vez."
Segundo o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, não é
nem possível saber se existe capacidade para todas as vagas
pedidas pelas instituições.“São vagas
autorizadas. Elas não necessariamente mostram a intencionalidade
de ofertar essa vaga. Mas não significa que tem professor
ocioso, nem aluno ocioso”, disse.
Fonte: G1 - Portal Globo
Encceja não terá provas no domingo
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:36 hs.
As provas do Exame Nacional para Certificação de
Competências de Jovens e Adultos (Encceja) que aconteceriam neste
domingo, foram transferidas para o dia 21de fevereiro, nos turnos da
manhã e tarde. A confirmação do local de prova
será enviada no início de fevereiro para os candidatos,
via Correios. As inscrições foram novamente prorrogadas
até segunda-feira no site www.encceja.inep.gov.br/inscricao.
Fonte: Jornal do Povo - RS
Prazo para revalidar diploma: seis meses
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:30 hs.
Vai à sanção presidencial projeto que fixa prazo
para universidades se manifestarem sobre a revalidação de
títulos obtidos no exterior
Senadores entenderam que, para os diplomas com equivalência de
currículo menor que 75%, será necessário estudar
maisO prazo para revalidação de diplomas de
graduação e de pós-graduação
expedidos por universidades estrangeiras será fixado em seis
meses. É o que determina o projeto (PLS 498/03) da senadora
Serys Slhessarenko (PT-MT) que sofreu alterações na
Câmara e foi aprovado em definitivo pelo Plenário do
Senado na última quarta-feira. O projeto vai agora à
sanção presidencial.
Atualmente, uma resolução do Conselho Nacional de
Educação determina que a universidade deve se pronunciar
sobre a revalidação dos cursos de graduação
feitos no exterior no prazo máximo de seis meses, sem fixar
prazo para os cursos de mestrado, doutorado e
pós-graduação lato sensu.
Pelo projeto, os critérios para revalidação em
relação à equivalência dos currículos
são: para os cursos com mais de 95% de equivalência, deve
ser revalidado o diploma; entre 95% e 75%, o candidato deverá
submeter-se a provas na própria universidade responsável
pela revalidação do currículo; e abaixo de 75%,
deverão ser realizados estudos complementares na própria
universidade ou em outra instituição que realize curso
correspondente, sem a dispensa de processo seletivo.
Fonte: Senado Federal - DF
Confira os 25 cursos de graduação com o maior número de alunos no país
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:26 hs.
Administração está no topo da lista, com mais de 860 mil alunos.
Brasil tem mais de 5 milhões de universitários no total.
Do G1, em São Paulo.
Com 864.223 matrículas, administração era o curso
de graduação com o maior número de alunos no
país em 2008. Eles representavam 17% do total de
universitários, que ultrapassa os 5 milhões.
O curso de direito aparece em seguida, com 638.741 estudantes. Em
terceiro, está o curso de engenharia, com 356.553 matriculados.
As informações fazem parte do Censo da
Educação Superior, divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo
Ministério da Educação (MEC).

Aluna expulsa de faculdade será indenizada em R$ 6.225 em MG
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:31 hs.
A 17ª Câmara Cível do TJ-MG (Tribunal de
Justiça de Minas Gerais) condenou a Faculdade de Itaúna a
indenizar uma estudante em R$ 6.225 por danos morais. Ela foi expulsa
da instituição por supostas agressões ao reitor
durante a participação em um protesto, mas a faculdade
não apresentou provas suficientes do ocorrido.
De acordo com os autos, a faculdade expulsou a estudante sob o
fundamento de que, durante um protesto que os alunos faziam, em
março de 2001, reivindicando melhorias em um prédio do
campus, ela agrediu o reitor com palavras de baixo calão e o
ameaçou, alterando a rotina da faculdade.
Em julho de 2006, a ex-estudante ajuizou ação pleiteando
indenização por danos morais, argumentando que a
faculdade a acusou injustamente, pois não houve qualquer prova
das agressões verbais nem das supostas ameaças. Em
consequência da punição que sofreu, teve a
conclusão de seu curso atrasada em um ano. Além disso,
apesar de ter conseguido a reintegração no quadro de
discentes da faculdade, através de uma liminar, foi discriminada
pela instituição até o final do curso.
A faculdade, em sua defesa, argumentou que instaurou um processo
disciplinar para apurar as atitudes tidas como abusivas durante o
protesto. Além disso, alegou prescrição, pois a
ex-aluna ajuizou a ação cinco anos após o
protesto, sendo que o prazo prescricional da relação de
consumo é de cinco anos. A juíza de 1ª
Instância, Andrea de Souza Foureaux Benfica, não aceitou
os argumentos e fixou a indenização no valor de R$ 6.225.
A instituição, então, recorreu ao Tribunal. No
entanto, a turma julgadora confirmou a sentença de primeira
instância. Os magistrados entenderam que a matéria tem
caráter pessoal e não de cunho consumerista, o que afasta
o argumento da prescrição. Além disso, eles
destacaram que a instituição não conseguiu provar
as alegações que motivaram a expulsão.
Fonte: Portal Última Instância - Uol
Fraude no Prouni leva MEC a punir faculdades em Minas
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:24 hs.
Fraudes e irregularidades levaram o Ministério da
Educação (MEC) a suspender 1.766 bolsas de estudo do
Programa Universidade para Todos (ProUni) e a desvincular 15
instituições de ensino do país. A decisão
foi anunciada quarta-feira, em resposta a uma
investigação em dados dos quase 400 mil estudantes hoje
beneficiados pelo ProUni. Minas teve 105 bolsas canceladas e
está entre os seis estados com o maior número de
suspensões. Quatro faculdades mineiras – duas de Pirapora,
uma de Governador Valadares e uma de Caratinga – estão na
lista das instituições desvinculadas e que estão
agora proibidas de oferecer bolsas de estudo pelo programa do governo
federal.
Em março deste ano, uma investigação feita pelo
Tribunal de Contas da União (TCU) identificou estudantes
beneficiados pelo ProUni que tinham carros de luxo. O levantamento
feito agora pelo MEC apontou a existência de 1.699 alunos
possivelmente proprietários de carros considerados caros para o
perfil atendido pelo programa. No cruzamento de dados do ProUni com o
Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), foi
comprovado que 598 tinham problemas e todos tiveram a bolsa cortada.
Outros 561 estudantes tinham rendimentos incompatíveis com o
perfil socioeconômico do programa. Pela lei, para ter direito ao
benefício integral, é preciso comprovar renda familiar,
por pessoa, de um salário mínimo e meio (R$ 570). Para a
bolsa parcial de 50% da mensalidade, a renda máxima permitida
é de dois salários mínimos por pessoa (R$ 1.140).
Saiba mais...
MEC cancela 1.766 bolsas
Os demais cancelamentos foram por duplicidade de matrícula, ou
seja, alunos que recebiam a bolsa do ProUni e estavam matriculados em
universidades públicas, o que é proibido pelas regras do
programa. Além disso, há irregularidades em casos de
estudantes que já haviam concluído outro curso superior,
o que também não é permitido. A secretária
de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci,
considerou baixo o percentual de fraudes comprovadas, já que
elas correspondem a 0,4% do total de bolsas oferecidas no Brasil. Em
Minas, os benefícios cancelados equivalem a 0,2% dos 52.076 hoje
em atividade.
Segundo ela, o corte das bolsas só foi feito depois que os
bolsistas foram notificados e da verificação da
documentação apresentada por eles. "O próximo
passo dessa supervisão é encaminhar os dados de todos os
alunos para a Advocacia Geral da União (AGU), que deve abrir um
processo judicial para ressarcimento do valor recebido irregularmente
pelos bolsistas", diz Maria Paula. A secretária ainda
acrescentou que, no ano que vem, será feita uma nova varredura
entre os contemplados com bolsas de estudo.
Universidades
As 15 instituições de ensino desvinculadas do ProUni
apresentaram irregularidades na oferta de bolsas. Todas elas ofereciam
um número menor de benefícios que o previsto na
legislação do programa. A regra diz que as universidades
devem oferecer, em média, uma bolsa de estudos integral a cada
10 estudantes pagantes. Em contrapartida, as instituições
são isentas do pagamento de uma série de impostos e
tributos federais. As faculdades descredenciadas terão agora os
seus dados cadastrais encaminhados à Receita Federal e ao
Ministério da Fazenda para que sejam obrigadas a ressarcir os
cofres públicos pelo prejuízo causado pelo não
recolhimento de impostos.
Além das 15 instituições desvinculadas, outras 31
que apresentaram a mesma irregularidade e também foram
notificadas pelo MEC aceitaram firmar um Termo de Saneamento de
Deficiências (TSD) com o ministério. Elas terão
agora um prazo para regularizar a situação e, como
punição, terão que aumentar o percentual de bolsas
oferecidas, chegando a um mínimo de um quinto do total de vagas.
Com isso, o programa teria um acréscimo de 3.350
benefícios em todo o Brasil.
Fonte: Portal Escolas Médicas
MEC limita idade para aluno entrar no 1º ano
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 03/12/2009 - São Paulo SP
Segundo projeto que será enviado ao Congresso, só
crianças com 6 anos completos até início do ano
letivo poderão começar ensino fundamental. As novas
regras deverão valer apenas para estudantes que ainda não
estão na escola; educadores defendem padronização
FÁBIO TAKAHASHI DA REPORTAGEM LOCAL
O Ministério da Educação decidiu enviar ao
Congresso projeto que determina que só poderão entrar no
ensino fundamental público e particular crianças que
completem seis anos até o início do ano letivo. A medida
visa padronizar os critérios adotados no país. Reportagem
publicada pela Folha na semana passada mostrou que, sem regras claras,
os Estados adotaram diferentes "cortes" para definir qual
criança pode entrar no antigo primário. Muitos têm
aceitado alunos com cinco anos. A confusão ocorreu devido
à implementação da ampliação do
fundamental de oito para nove anos, mudança que entra em vigor
em 2010. Até então, não havia "corte" para
entrada. Alguns Estados, como Pernambuco e Rio Grande do Sul, seguiram
a deliberação do Conselho Nacional da
Educação, defendida pelo MEC, de só aceitar alunos
que completam seis anos até o início do ano letivo
(geralmente em fevereiro).
Já o Conselho Estadual de Educação de SP escolheu
fim de junho como "corte". Outros estipularam abril ou dezembro. Nesses
casos, os alunos entram na etapa aos cinco anos. A
legislação é dúbia sobre o papel do
conselho nacional no caso. Ao mesmo tempo que ela dá ao
órgão poder para normatizar os procedimentos no
país, dá liberdade aos Estados. "Ao alterarmos a Lei de
Diretrizes e Bases, todos terão de seguir a mesma
lógica", afirmou ontem à Folha a secretária de
Educação Básica do MEC, Maria do Pilar. Os
detalhes do projeto só serão fechados após
reunião no dia 8, que reunirá gestores de todo o
país. A ideia é que haja padronização para
alunos a partir dos quatro anos. Assim, ao chegarem ao fundamental,
já estarão na idade correta. O governo Lula afirma que
enviará a proposta ao Congresso ainda neste ano. As novas regras
valerão só para os alunos que ainda não
estão na escola.
Divergências - A maioria dos educadores ouvidos pela reportagem
defendeu que haja padronização da data para entrada na
escola. "Crianças são transferidas de município,
de Estado. A padronização ajuda nesses casos", afirmou
Zilma Oliveira, coordenadora da pós-graduação do
Instituto Superior de Educação Vera Cruz. "Também
fica mais fácil para o Poder Público planejar a abertura
de vagas."
Houve divergências, porém, quanto ao mês
escolhido como limite adotado pelo MEC. O governo afirma ser
prejudicial colocar crianças de cinco anos no ensino
fundamental, por serem muito novas. A situação ocorreria
se o "corte" fosse fixado em algum mês após o
início do ano letivo. Já o presidente da entidade que
representa as escolas particulares afirma que não haveria
prejuízo se fossem aceitas crianças que completam seis
anos até o final do ano. O próprio MEC, diz ele,
recomenda que o primeiro ano do fundamental ampliado seja parecido com
o último ano da pré-escola do sistema antigo. Com a regra
federal, parte dos alunos se formará no novo ensino fundamental,
de nove anos, mais velho do que se estivesse no sistema antigo, de oito
anos. O secretário da Educação de São
Paulo, Paulo Renato Souza, criticou a padronização.
"Não sei por que o afã em regulamentar tudo. Um pouco de
liberdade é bom." Ele diz ter dúvidas se a Lei de
Diretrizes e Bases terá poder de impor a regra, uma vez que a
Constituição dá liberdade aos sistemas locais. O
Conselho Estadual de Educação paulista diz ser positiva a
padronização, mas que é preciso discutir os
critérios e prazos de implementação. Colaborou TAI
NALON, colaboração para a Folha.
Ensino superior tem quase 1,5 milhão de vagas ociosas; 98% estão nas particulares
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:44 hs.
Ensino superior tem quase 1,5 milhão de vagas ociosas; 98%
estão nas particularesSÍLIA - O crescimento do
número de matrículas no ensino superior entre 2007 e 2008
não acompanhou a expansão das vagas. Em todo o
país, foram registradas 1.479.318 vagas não preenchidas,
de acordo com informações do Censo da
Educação Superior, divulgado nesta sexta-feira pelo
Ministério da Educação (MEC).
Brasil não atingirá meta, diz MEC
As instituições privadas respondem por 98% dessas vagas.
Entre 2007 e 2008, o aumento de vagas ociosas foi de 10%. Apesar de
alto, ainda é menor do que o registrado no período
anterior, de 13%. O relatório aponta que é preciso
analisar as razões para um número tão grande de
vagas desocupadas, pois "a oferta deve refletir a capacidade instalada
do setor para atender à demanda por cursos de
graduação".
Houve queda no número de instituições de ensino: 29 unidades a menos
O censo revelou ainda que o país tinha 5.808.017 estudantes de
graduação no ano passado. Deste total de
universitários, 727.961 frequentavam cursos de
graduação à distância e os demais 5.080.056,
cursos presenciais. O censo revela que o crescimento das
matrículas presenciais foi de 4,1%, em relação a
2007, enquanto na educação à distância o
salto foi de 96,9% no mesmo período.
Houve queda do número de instituições de ensino:
de 2.281 para 2.252, ou seja, 29 a menos. A secretária de
Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci, disse que
isso é resultado de fusões de universidades e de uma
"reorganização profunda" do setor.
O número de ingressantes em cursos presenciais perdeu
fôlego: o aumento em relação a 2007 foi de apenas
1,6%, o menor durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula
da Silva. Já o total de ingressantes nas faculdades à
distância manteve a expansão de 42,2%, praticamente a
mesma verificada em 2007, quando o segmento recebeu 42,5% a mais de
novos alunos.
O censo mostra também que 57,3% dos calouros que ingressaram
quatro anos antes chegaram à condição de
formandos. Em 2007, esse índice, que dá uma ideia da
eficiência dos cursos em termos de formar profissionais, era de
58,1%.
As menores taxas de conclusão de curso registradas em 2008
são de instituições privadas: 55,3%. Entre as
públicas, o índice é de 65%, chegando a 67% na
rede federal.
Houve queda do número de instituições de ensino:
de 2.281 para 2.252, ou seja, 29 a menos. A secretária de
Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci, disse que
isso é resultado de fusões de universidades e de uma
"reorganização profunda" do setor.
O número de ingressantes em cursos presenciais perdeu
fôlego: o aumento em relação a 2007 foi de apenas
1,6%, o menor durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula
da Silva. Já o total de ingressantes nas faculdades à
distância manteve a expansão de 42,2%, praticamente a
mesma verificada em 2007, quando o segmento recebeu 42,5% a mais de
novos alunos.
O censo mostra também que 57,3% dos calouros que ingressaram
quatro anos antes chegaram à condição de
formandos. Em 2007, esse índice, que dá uma ideia da
eficiência dos cursos em termos de formar profissionais, era de
58,1%.
As menores taxas de conclusão de curso registradas em 2008
são de instituições privadas: 55,3%. Entre as
públicas, o índice é de 65%, chegando a 67% na
rede federal.
Fonte: Jornal O Globo
Censo aponta grande aumento do número de matrículas e cursos
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:24 hs.
Com a matrícula de 728 mil alunos em 2008, a
educação a distância mostra um crescimento de 96,9%
em relação a 2007, quando seu número mal superava
369 mil. Este é um dos índices registrados pelo Censo da
Educação Superior em relação a essa
modalidade de ensino, que comemora nesta sexta-feira, 27, o seu dia
nacional.
O censo aponta aumento expressivo no número de ingressos,
matrículas, concluintes e oferta de cursos. Para o presidente do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo
Fernandes, a expansão da educação a
distância é um fenômeno mundial.
“Esses dados mostram a ampliação do ingresso no
ensino superior para um público que, por estar distante dos
grandes centros, tem dificuldades de acesso à
educação”, afirma Fernandes.
O número de cursos a distância passou de 408, em 2007,
para 647, em 2008, de acordo com o censo. Fernandes avalia que a
ampliação, apesar de se destacar em relação
a outras modalidades, não foi excessiva. “A
educação a distância cresce tanto no Brasil quanto
em outros países, porque é uma forma de acesso à
educação. No Exame Nacional de Desempenho de Estudantes
(Enade), os alunos dessa modalidade têm avaliação
igual ou superior aos da graduação presencial”,
observa.
A secretária de Educação Superior do MEC, Maria
Paula Dallari Bucci, destacou que o aumento da oferta de vagas em
cursos de graduação se deve à Universidade Aberta
do Brasil (UAB), instrumento de formação de professores,
criado pelo MEC em 2005. Nos últimos três anos, foram
investidos cerca de R$ 760 milhões em 556 polos, em parceria com
universidades, institutos federais de educação
profissional e tecnológica, municípios e estados.
Outro ponto salientado pela secretária foi a garantia de
qualidade por meio do trabalho de supervisão. “A
Secretaria de Educação a Distância (Seed) tem feito
supervisão nas instituições que ofertam a
modalidade e inclusive descredenciou uma, a Universidade do Tocantins
(Unitins), que não atendia as exigências de qualidade do
MEC”, disse.
A Seed já submeteu a supervisão 38
instituições que oferecem cursos a distância, o que
corresponde a 68% dos estudantes da modalidade. Até o momento,
12 assinaram termos de saneamento, quatro estão com notas
técnicas sendo preparadas, seis em análise e 15 em fase
de visitas.
Rafania Almeida
Fonte: MEC
Cursos de tecnologia registram aumento de oferta e procura
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:16 hs.
O número de estudantes matriculados em cursos superiores de
tecnologia não pára de crescer. Dados do Censo da
Educação Superior, divulgados nesta sexta-feira, 27,
demonstram um aumento de 18,7% no número de matrículas,
que passou de 347 mil em 2007 para 421 mil em 2008. “Estamos
diante de uma espiral evolutiva do número de matrículas
nessa área, que é mais voltada para o mercado de
trabalho”, afirmou Eliezer Pacheco, secretário de
educação profissional e tecnológica do
Ministério da Educação. De 2002 para cá, o
número de matrículas de tecnólogos saltou de 81,3
mil para 421 mil.
O aumento da procura e da oferta de cursos superiores de tecnologia
revela, de acordo com o secretário, uma ruptura de
padrões. Ao contrário de muitos países
desenvolvidos, o Brasil tem menos cursos superiores de tecnologia e
mais bacharelados. “O mercado já não absorve os
bacharéis e sente falta de um perfil mais técnico em seus
profissionais”, argumentou Pacheco. Outro diferencial dos cursos
tecnológicos é que eles são mais focados em
determinada área e, por isso, costumam ter menor
duração.
A maior parte do crescimento do número de matrículas de
cursos tecnológicos se deu no setor privado, que responde por
83,3% da oferta. Entretanto, os cursos oferecidos por
instituições públicas de ensino também
registraram crescimento. “Com a consolidação dos
institutos federais de educação profissional e
tecnológica, que reservam 30% das suas vagas para estes cursos,
mais o investimento nas redes estaduais via Brasil Profissionalizado,
acreditamos que esse crescimento vá ser muito superior nos
próximos anos”, salientou Eliezer Pacheco. São
investimentos de R$ 2,4 bilhões que estão sendo feitos
pelo Governo Federal para a expansão da educação
profissional, nos níveis federal, estaduais e municipais.
Assessoria de imprensa da Setec
Fonte: MEC
Universidades Federais criam 15 mil novas vagas no primeiro ano do programa
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:30 hs.
O Ministério da Educação divulgou nesta
sexta-feira, 27, o balanço de um ano do Programa de Apoio a
Planos de Reestruturação e Expansão das
Universidades Federais (Reuni). Criado em 2007, o Reuni permitiu a
reestruturação da rede federal de educação
superior a partir dos projetos de expansão apresentados pelas
universidades. O balanço apresenta as ações
executadas em 2008, primeiro ano do programa.
A ampliação das vagas, a interiorização dos
campi e a realização de concursos para docentes e
técnicos administrativos demonstram a
reestruturação da rede federal. O primeiro ano de
implantação do Reuni contou com investimento de R$ 415
milhões.
No primeiro ano de implantação do Reuni, as universidades
federais superaram a meta de criação de novas vagas, que
inicialmente estava projetada em um aumento de 11%. Considerando que em
2007 as federais respondiam pela oferta de 132.451 vagas presenciais em
cursos de graduação, o programa permitiu a
criação de aproximadamente 15 mil novas vagas de ingresso
em apenas um ano, totalizando 147.277 vagas.
Além disso, a expansão também contou com a
criação de 180 novos cursos de graduação,
totalizando 2.506 cursos ofertados em 2008. Para garantir a qualidade e
o funcionamento dos cursos criados no âmbito do Reuni, as
universidades tiveram condições de contratar novos
docentes e técnicos administrativos.
Em 2008, foram autorizadas pelo Governo Federal um total de 1.821 vagas
para docentes, dos quais 1.560 já tiveram nomeação
publicada. Em relação aos cargos de técnicos
administrativos, das 1.638 vagas criadas, 1.275 profissionais já
foram nomeados. A previsão é de que as demais
nomeações aconteçam até o final deste ano.
A pós-graduação também foi impulsionada a
partir da instituição da Bolsa Reuni de Assistência
ao Ensino, que prevê a distribuição de bolsas de
mestrado e doutorado. Durante o ano de 2008 foram concedidas 941
bolsas, sendo 645 de mestrado e 296 de doutorado. A concessão
das bolsas é feita pela Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a
partir de recursos da Secretaria de Educação Superior
(Sesu) do MEC.
A interiorização das universidades federais, outra meta
do Reuni, foi concretizada pela implantação de 104 novos
campi desde 2003, passando de 151 naquele ano para 255 em 2008. Com
isso, as universidades federais chegaram no ano passado a 235
municípios atendidos. Em 2003, eram 114 cidades.
O balanço diz respeito às 53 universidades federais
existentes à época de criação do Reuni. A
Universidade Federal do ABC (UFABC), criada em 2005, e a Universidade
Federal do Pampa (Unipampa), criada em 2008, não integram o
programa, pois já iniciaram suas atividades com as
inovações pedagógicas previstas pelo Reuni.
Atualmente, existem 57 universidades federais em funcionamento. As duas
universidades mais recentes, a Universidade Federal da Fronteira Sul
(UFFS) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa),
tiveram seus projetos de lei aprovados no Congresso Nacional e
sancionados, respectivamente, em setembro e novembro desse ano.
Outras duas novas universidades com características de
integração internacional, a Universidade Federal da
Integração Luso-Afrobrasileira (Unilab) e a Universidade
Federal da Integração Latinoamericana (Unila)
estão com seus projetos de lei em tramitação no
Congresso Nacional. O Reuni foi instituído pelo Decreto
Presidencial n° 6.096, de abril de 2007, e integra o Plano de
Desenvolvimento da Educação (PDE).
Reuni e Expansão Fase I – Em 2003, o Governo Federal
lançou o Programa de Expansão Fase I das Universidades
Federais, com o objetivo de promover a interiorização da
educação superior pública. Em 2007, foi criado o
Programa Reuni, que, somado ao Programa Expansão, possibilitou a
ampliação do número de cursos e vagas nas
universidades federais.
Os dois programas – Reuni e Expansão Fase I –
totalizam, até o momento, um investimento já realizado de
aproximadamente R$ 1,5 bilhão. No que diz respeito às
autorizações para realização de concursos
públicos, as duas iniciativas somam 6.355 vagas para
técnicos administrativos e 9.489 vagas para docentes. A
expectativa do Ministério da Educação é que
o investimento do Reuni alcance R$ 3,5 bilhões até 2012.
Nota: A diferença no número de vagas entre Censo e
balanço do Reuni está no universo de cada um dos
levantamentos. O balanço do Reuni abrange as 53 federais,
enquanto o Censo traz dados também de outras
instituições federais.
Assessoria de Comunicação Social
Veja a tabela no Site do MEC
Fonte: MEC
Escolaridade cresce entre deficientes no mercado de trabalho
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:23 hs.
Das 323.210 pessoas com deficiência no mercado de trabalho,
179.161 - ou 55,4% - têm ensino médio, curso superior,
mestrado ou doutorado, segundo os dados da Rais 2008.
O índice é dois pontos percentuais superior ao registrado
no levantamento de 2007, no qual 53% das pessoas no mercado tinham
deficiência.
A consultora da Accenture Flavia Rodrigues, 32, que tem
deficiência auditiva severa, está entre esses
trabalhadores. "Para mim, a deficiência não é
impedimento, e sempre busco formas de me superar", diz ela, que se
formou em estatística e hoje coordena uma equipe em um projeto
de banco de dados.
O arquiteto Alexandre Ohkawa, 29, concorda que a deficiência
não é barreira. Mas a alta escolaridade não
impediu que permanecesse um ano e oito meses desempregado.
Depois de se formar, em 2001, fez curso de fotografia e passou seis
meses em Londres para aperfeiçoar o inglês enquanto
não conseguia uma oportunidade em sua área.
Para ele, a informação "deficiente auditivo oralizado" em
seu currículo era um obstáculo à
contratação. "Mesmo me expressando bem e com projetos
bacanas no portfólio, as pessoas tinham resistência."
Há três anos, no entanto, foi chamado pela Cnec, onde
desenvolve projetos de usinas hidro e termelétricas. "O trabalho
me deu mais autoconhecimento profissional, como
organização e disciplina", afirma.
"É muito pouco o que essa população exige",
destaca a superintendente de obras e responsável pelo programa
de inclusão na companhia, Maria Tereza Fernandes de Campos. E
completa: "Os benefícios são imensos --há
até aumento da flexibilidade de toda a equipe".
Escolaridade
Apesar de a maior parte dos profissionais ter ao menos ensino
médio completo, o gerente de inclusão e
capacitação da Avape (Associação para
Valorização de Pessoas com Deficiência), Marcelo
Vitoriano, explica que muitas pessoas têm defasagem grande em
relação à escolaridade -"daí a necessidade
de capacitação".
Folha de S.Paulo - retirada da Folha Online
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/classificados/empregos/ult1671u659145.shtml
Fonte: www.administradores.com.br
Brasil sofre com escassez de engenheiros
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:32 hs.
O projeto brasileiro de crescer 6% ao ano pode esbarrar em um problema
básico: a falta de engenheiros. Apesar de ter crescido nos
últimos anos, essa é uma área da
graduação que anda a passos lentos e é deixada
para trás por cursos como Administração e Direito.
Um levantamento feito pelo Estado mostra que, entre os 589 cursos
autorizados pelo Ministério da Educação entre
julho de 2008 e agosto de 2009, apenas 13% eram da área. Nem
mesmo as novas universidades públicas têm ajudado muito:
entre os 283 cursos que estão sendo ofertados pelas 12 novas
federais, apenas 52 são de Engenharia.
O governo federal já reconheceu essa área como
estratégica para o País. Ainda assim, o Ministério
da Educação tem dificuldade em incentivar novos cursos.
Falta de profissionais para ensinar e o alto custo da
criação de laboratórios inibe
instituições privadas, que preferem se dedicar a
áreas mais simples, como Pedagogia, Administração
ou Direito, ou investir em cursos como Medicina e Odontologia, que
têm alto custo mas também alta procura e rendem
mensalidades caras.
Tanto que a Engenharia é uma das únicas áreas do
ensino superior em que a distribuição de vagas é
praticamente meio a meio entre públicas e particulares. Na soma
geral, 75% das graduações estão na mão de
faculdades privadas.
Dos cursos autorizados no período de 12 meses, mais uma vez
Administração é campeã: foram 63.
Número igual ao de Ciências Contábeis. As
denominações de Engenharia - que vai desde a civil
até naval e aeronáutica, passando por florestal, entre
outras - somam 77.
Desde 2002, o número de vagas disponíveis em cursos dessa
área cresceu 40%. Parece muito, mas o patamar de partida era
muito baixo. Em 1991, enquanto Direito já tinha 35 mil vagas nos
vestibulares, Engenharia mal passava de 5 mil. Hoje, todos os cursos de
Engenharia no País somam pouco menos de 120 mil vagas -
excetuando-se ainda Engenharia de Alimentos e outras
denominações que são, na verdade, cursos de
tecnologia. É pouco mais de 4% de todas as vagas de ensino
superior do País. Já Administração, com
suas 526,3 mil vagas, representa mais de 18%. Também foi a
área que mais cresceu desde 2002: 60%.
Na Coreia do Sul, 26% de todos os formandos são engenheiros. No
Japão, 19,7%. Mesmo o México, país em
desenvolvimento com indicadores semelhantes aos brasileiros, hoje tem
14,3% de seus formandos nessa área. Na China, eles
alcançam 40%.
Além disso, como candidatos a engenheiros tendem a demorar mais
para terminar a faculdade ou deixar o curso antes da conclusão,
tem-se um quadro de escassez. Uma análise feita pelo Estado
mostra que o número de formandos em 2007 era apenas a metade do
número de ingressantes cinco anos antes - o que pode indicar
evasão, troca de curso ou pelo menos atraso para terminar a
faculdade. Na Pedagogia, esse índice chega a 80%. Em Direito,
passa de 60%.
"Toda vez que o País cresce por alguns anos seguidos, nos
deparamos com essa situação limite. Temos um enorme
déficit de mão de obra qualificada. Não há
um plano claro de reversão disso, nos parece que falta um plano
estratégico", diz Rafael Lucchesi, diretor de
operações da Confederação Nacional da
Indústria (CNI). O diretor da CNI afirma que uma lógica
de mercado faz com que as instituições privadas optem por
cursos mais baratos, mas reclama que o MEC precisa ter uma
ação mais direta. "Tem faltado uma política de
indução mais forte. Talvez precisemos de uma
interlocução mais direta com o ministério, algo
mais permanente."
A área já sofre por falta de interessados. Estudo da
Associação Nacional dos Dirigentes das
Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) revela
que, de cada 800 estudantes matriculados no ensino fundamental, apenas
1 opta por Engenharia - a maioria, na verdade, nem chega à
faculdade para ter uma opção. As
informações são do jornal O Estado de
S.Paulo.
Fonte: Yahoo Brasil - SP
Lei nº 12102, de 1 de Dezembro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:39 hs.
Institui o Dia do Plano Nacional de Educação,
acrescentando artigo à Lei nº 10.172, de 9 de janeiro de
2001.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2024.pdf
Fonte: DOU n.º 230 - 02.12.2009
Conferência da Unesco discute situação dos 700 milhões de analfabetos no mundo
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal UOL Educação, 01/12/2009
Amanda Cieglinski da Agência Brasil em Brasília
Belém recebe a partir desta terça-feira (1)
representantes de 190 países para discutir a
educação de jovens e adultos no mundo. Cerca de 2 mil
pessoas são esperadas para a sexta edição da
Confintea (Conferência Internacional de Educação de
Jovens e Adultos). O evento é convocado pela Unesco
(Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura) a cada 12 anos e
pela primeira vez ocorre no Hemisfério Sul. A última
Confintea foi realizada em Hamburgo, na Alemanha, em 1997. Para o
especialista da Unesco em educação de jovens e adultos,
Timothy Ireland, houve avanços nos últimos 12 anos, mas
ainda é preciso melhorar a questão do financiamento das
políticas de ensino voltadas para esse público. "Temos a
necessidade de avançar da retórica para a
ação. Esperamos que Belém realmente marque uma
nova fase com relação à
educação de jovens e adultos em termos de
investimento, financiamento, legislação e
políticas públicas", disse à Agência Brasil.
Quarenta ministros de Educação estão confirmados
para o evento, inclusive Fernando Haddad. Segunda dados da Unesco,
há 774 milhões de adultos analfabetos em todo o mundo.
Três quartos desse total concentram-se em 15 países, entre
eles o Brasil. Na avaliação de Ireland, os países
da América Latina concentraram-se muito nos últimos anos
em campanhas de alfabetização, mas não pensaram na
educação de jovens e adultos de forma continuada.
"Isso não é suficiente. Precisamos de políticas
que incluam a alfabetização, mas pensem na sua
continuidade. Em vários países da América Latina,
como a Venezuela, Bolívia, o Equador, Paraguai e
Brasil, houve um investimento grande", destacou. O Brasil tem hoje 14,2
milhões de pessoas com mais de 15 anos que não sabem ler
e escrever, o que equivale a 10% da população dessa faixa
etária. Entre 2007 e 2008, a redução da taxa foi
de apenas 0,1%. Segundo Timothy Ireland, os maiores avanços
desde a última Confintea foram em países europeus,
especialmente na Inglaterra. "Na Europa tem-se investido bastante na
educação de adultos, com destaque muito grande para a
formação profissional. Eles consideram que esse
investimento não é só na educação,
mas tem impactos na competitividade econômica da Comunidade
Européia", afirma. A Confintea é organizada pela Unesco
em parceria com o MEC (Ministério da Educação) e o
governo do Pará. As atividades seguem até sexta-feira
(4).
Somente 15% dos brasileiros com ensino fundamental são alfabetizados, diz Ibope
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha Online, 2/12/2009 - São Paulo SP
Mais da metade dos brasileiros de 15 a 64 anos que cursaram até
a 4ª série do ensino fundamental são, no
máximo, alfabetizados num grau rudimentar. Esse grau corresponde
à capacidade de identificar textos curtos como o de
anúncios, manusear dinheiro e usar uma fita métrica. Pelo
menos 10% deles são completamente analfabetos. A
conclusão é do Indicador de Alfabetismo Funcional,
pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Montenegro (ONG ligada ao
Ibope) e Ação Educativa, divulgada nesta quarta-feira. A
pesquisa mostra também que dentre os que têm
escolaridade de 5ª a 8ª série, apenas 15% podem ser
considerados totalmente alfabetizados, índice que aumenta para o
máximo de 68% no nível superior. Ou seja, mais de um
terço dos brasileiros que cursam ou cursaram um curso
universitário não são totalmente alfabetizados.
Segundo a pesquisa, o índice esperado é de 100% já
no nível médio. Apurado desde 2001, o indicador calcula
os níveis de alfabetismo funcional da população de
zonas urbanas e rurais de todas as regiões do país,
considerando o domínio das habilidades de leitura e
escrita e matemática.
Avanços - Um dos maiores avanços apontados na pesquisa
são a redução de 9% para 7% dos analfabetos
absolutos entre 2007 e 2009. No grau rudimentar, a queda foi de seis
pontos percentuais no mesmo período. A pesquisa indica
também que o maior acesso à educação traz
impactos positivos ao indicador: em 2009, um terço dos
brasileiros de 15 a 34 anos podem ser considerados totalmente
alfabetizados. Na população entre 50 e 64 anos, o
índice é de 10%.