
10/12/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo
da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING
é divulgar as notícias e legislação do
setor educacional às instituições associadas.
Em
breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para
consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no
AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a
opinião da Associação.

Projeto que inclui aluno de curso técnico no Fies vai à sanção presidencial
Capes esclarece revalidação de diplomas do MERCOSUL
Portaria nº 1150, de 9 de dezembro de 2009.
Portaria Conjunta nº 1745, de 9 de Dezembro de 2009.
Nova Administração do TRT/SC toma posse hoje
Projeto prevê ampliação da licença-paternidade na ausência da mãe
Cinco acusações contra o Enem
Após recursos, OAB divulga a lista dos aprovados no 2º Exame de Ordem
Médico e professor podem obter redução do Fies
Portaria nº 173 de 7 de Dezembro de 2009. (republicada)
Mais facilidades para estudar
Senado aprova redução de taxa de financiamento estudantil
MEC fixa data para criança entrar no 1º ano
Deputados do RJ aprovam Prouni estadual
Inclusão na escola é abaixo da ideal, diz movimento
Projeto que inclui aluno de curso técnico no Fies vai à sanção presidencial
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 08/12/2009 - Brasília DF
Da Agência Brasil
O Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies)
poderá beneficiar alunos de cursos técnicos de
nível médio que não têm
condições de pagar as prestações escolares.
A medida faz parte de uma série de inovações nas
regras do fundo aprovadas hoje (8), em caráter terminativo, pela
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Como o
projeto de lei já aprovado pela Câmara não foi
alterado pelos senadores, o texto segue agora para a
sanção presidencial. No caso do uso do Fies para o ensino
médio, a prioridade será dada a estudantes de
cursos profissionalizantes.
A matéria possibilita ao beneficiário do fundo abater
mensalmente 1% do saldo devedor. Para isso, os estudantes terão
que exercer o cargo de professor da rede pública de
educação básica, com jornada mínima de 20
horas semanais.
Os estudantes formados em medicina e devedores do Fies também
terão a oportunidade de abater sua dívida. Para tanto,
deverão trabalhar como médico de família em
áreas e regiões que serão definidas
como prioritárias pelo Ministério da Saúde. O
projeto de lei estabelece que, nesse caso, 75% das concessões
serão reservadas para atuações nas regiões
Norte e Nordeste. O projeto amplia, ainda, o prazo para a
amortização do financiamento. Após a
sanção presidencial, se o texto aprovado pelo Congresso
for mantido, os estudantes beneficiários do Fies terão
prazo equivalente a até três vezes a duração
do curso financiado para quitar as dívidas. Hoje, o limite
é de até duas vezes a duração do
curso.
Capes esclarece revalidação de diplomas do MERCOSUL
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:43 hs.
Leia o esclarecimento da Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
sobre a revalidação dos diplomas obtidos no MERCOSUL:
http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/Capes_DiplomasMercosul.pdf
Fonte: Blog do CNE
Portaria nº 1150, de 9 de dezembro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:23 hs.
Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade Para Todos - CONAP.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2033.pdf
Fonte: DOU n.º 236 - 10.12.2009
Portaria Conjunta nº 1745, de 9 de Dezembro de 2009.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:44 hs.
Ficam credenciadas pelo período de 2 (dois) anos a partir da
data de publicação desta Portaria as
Fundações de Apoio.
href="http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2034.pdf">http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2034.pdf Fonte: DOU n.º 236 - 10.12.2009
Nova Administração do TRT/SC toma posse hoje
Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 12ª Região
O juiz Gilmar Cavalieri assume hoje (10), a Presidência do
Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina. Ele ficará
à frente da instituição pelos próximos dois
anos, no lugar da juíza Marta Fabre. Junto com Cavalieri,
tomam posse também na nova administração da
Justiça do Trabalho Gerson Paulo Taboada Conrado, no cargo de
vice-presidente, e Gisele Pereira Alexandrino, no de
juíza-corregedora. A solenidade tem início às 18h
e será na sala de sessões do Tribunal Pleno. Santa
Catarina será representada na solenidade pelo presidente Paulo
Roberto de Borba.
O novo presidente do TRT/SC tem como uma de suas principais metas
reduzir o estoque de 49 mil processos na fase de
execução, ou seja, aquela em que ocorre, efetivamente, o
pagamento dos valores deferidos na sentença judicial.
“Percebi certa desmotivação de alguns magistrados
em relação a essa fase do processo. Precisamos resgatar o
juiz para obter dele maior atenção para a
execução de suas decisões”, diz Cavalieri,
que na última gestão exerceu o cargo de juiz-corregedor.
Gilmar Cavalieri tem 51 anos e é natural de Lindóia, no
interior do Estado. Foi presidente da Associação dos
Magistrados Trabalhistas de SC (Amatra12) e diretor da
Associação Nacional da categoria. Tem mestrado sobre a
Emenda Constitucional 45 (Reforma do Judiciário) e suas
implicações no processo do trabalho. Hoje é
professor de Direito Processual do Trabalho na Unisul.
Formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná, foi
advogado trabalhista em Curitiba até seu ingresso na
Justiça do Trabalho, em 1987. Como juiz-titular esteve à
frente das Varas de São Miguel do Oeste, Videira, Joinville e
1ª de Florianópolis, até ser promovido para o
Tribunal, em 2003.
Projeto prevê ampliação da licença-paternidade na ausência da mãe
Fonte: O Globo
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou ontem
(9), projeto de lei de autoria do senador Antônio Carlos
Valadares (PSB-SE) que prevê a possibilidade de
licença-paternidade com mesmo período da
licença-maternidade, na ausência da mãe. Pela
proposta, quando detiver a guarda exclusiva do filho, o pai
poderá usufruir todo o período previsto para
licença-maternidade ou a parte restante que dela caberia
à mãe. A matéria recebeu decisão
terminativa da comissão, dispensando votação em
plenário. O projeto precisa ser aprovado pela Câmara.
De acordo com a proposta, o pai passará a ter direito à
licença-paternidade ampliada quando a mãe morrer, quando
for vítima de doença grave ou quando abandonar o filho. O
benefício também é assegurado em caso de
adoção de criança, desde que a
licença-maternidade não tenha sido requerida. A
presidente da CAS, senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), elogiou a
aprovação da matéria.
A proposta prevê ainda benefício para empregado de empresa
com mais de 50 funcionários que for responsável por
criança de até três anos portadora de
deficiência física, sensorial ou mental, ou que possua
doença que exige tratamento continuado: o trabalhador
poderá ausentar-se do trabalho por até 10 horas semanais,
sem prejuízo da remuneração. As horas em que o
funcionário estará fora da empresa serão
compensadas em acordo com o empregador. A compensação,
pelo projeto, não poderá exceder duas horas
diárias à duração normal do trabalho.
Na hipótese de rescisão sem tal
compensação, as horas não trabalhadas
poderão ser descontadas do acerto final. O benefício se
aplica apenas nos casos onde a presença do trabalhador for
indispensável ao tratamento.
Cinco acusações contra o Enem
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:08 hs.
Por qual critério se define o "nacional" ou o "regional" no
Enem? Arrisco: o critério da atual hegemonia cultural, que
é paulistocêntrica
1. CONFUSÃO entre avaliação e
seleção. Criado com a saudável finalidade de
avaliar os estudantes e as escolas brasileiras, o Enem agora passou,
sem muita cautela, a ser um instrumento de seleção para
ingresso na universidade.
São, ou deveriam ser, duas atividades muito distintas, que o
Brasil lamentavelmente tem misturado desde o começo dos anos 70,
quando houve forte aumento do número de formados no ensino
médio demandando as escassas vagas superiores, num processo que
constrangeu as universidades a barrar candidatos em massa. Resultou que
o vestibular, exame de seleção para ingresso, gerou um
rebote e virou critério informal, mas efetivo, de
avaliação das escolas e dos alunos, num curto-circuito
perverso, agora reiterado pelo MEC.
2. Reforço à supercentralização. Na pior
tradição ultracentralista do Estado brasileiro -que, ao
longo dos tempos, suga as províncias e esvazia seu poder,
cevando com isso a imensa burocracia sediada na capital-, agora o MEC
inventa um exame nacional concentradíssimo. O imbróglio
do Enem pouco tempo atrás foi fruto de maldade e
inexperiência, mas, mais ainda, dessa
supercentralização.
Além disso, o Enem, aplicado no país todo, suprimiu temas
que chama de "regionais", o que envolve de revoltas sociais e marcos
geográficos a escritores e livros. Segundo qual critério
se define o "nacional" ou o "regional" não está claro,
mas eu arrisco dizer: será o critério da atual hegemonia
cultural, que é paulistocêntrica.
3. Desrespeito pela experiência das universidades. Que o MEC
quisesse inventar um exame nacional com papel de seleção
seria até respeitável, desde que, pelo menos, fosse
levada em conta a vasta experiência acumulada nas melhores
universidades brasileiras. Ao longo de quase 40 anos, foram elaboradas
provas de seleção que representaram incontável
avanço, em todas as áreas. As universidades operaram
dentro de regras relativamente duras, e o fizeram com grande
competência. Por que bom motivo o MEC não considerou essa
riqueza acumulada? Nem falemos do processo de atribuição
de notas para a redação, que vai ser feito sem a
necessária unidade de operação, cada avaliador em
sua casa, em outro desrespeito a uma larga e competente
tradição das boas universidades brasileiras.
4. Autoritarismo. O MEC induziu as universidades a aceitarem o Enem
como vestibular, com uma pequena margem de manobra (margem que foi
aproveitada, não por acaso, pelas mais competentes
universidades, que, enquanto não forem constrangidas
economicamente, vão resistir a ele, espero). O prazo desse
processo, considerando a correta lentidão que uma universidade
precisa manter, foi estreitíssimo. E a mudança foi
divulgada, como se viu em Porto Alegre, com ares de verdade revelada:
quadros do MEC vieram à boca da cena, com aquele sorriso
desdenhoso de quem tem pouca leitura e muito poder, para regozijar-se
com a suposta modernização que anunciavam. Durante a
ditadura, é bom lembrar, também se viu isso: a toque de
caixa, sem debate público e embalado por um discurso
modernizador, o governo federal impôs aquela mixórdia
legal que alterou para pior o ensino fundamental e o médio. Um
paralelo assustador: àquela época, o MEC quis abolir o
ensino de português e literatura, obrigando à m edonha
"comunicação e expressão"; agora, o MEC nomeia a
prova que trata dos mesmos conteúdos com outro horror:
"linguagens, códigos e suas tecnologias". Autoritarismo pouco
culto, de quem presume estar reinventando o mundo, aliado a
redação inepta, em mais um assalto da luta da pedagogia
inespecífica contra os "conteúdos" que ela tanto despreza
-e ai de quem tenha estudado e valorize algum deles.
5. Desprezo pela história da literatura. O modo de elaborar a
prova, na tal área de linguagens, códigos e, argh, suas
tecnologias, jogou no lixo a grande tradição de ensino de
história da literatura. Há defeitos nela? Por certo que
sim, e está aqui um dos tantos críticos dos modelos
atuais; mas provavelmente serão proporcionais aos de qualquer
outra área. O certo é que o Enem trata o texto
literário como apenas um texto entre outros, um poema de
Drummond no mesmo patamar que um anúncio de remédio e um
cartaz contra o cigarro, sem nenhum contexto. As aulas de
história da literatura costumam ser a melhor (quando não
a única) porta de entrada oferecida pela escola ao mundo da
cultura letrada; abolida do programa do Enem a demanda por essa
dimensão, e na assustadora hipótese de o exame vir a ser
o vestibular universal para o terceiro grau, o que ocorrerá?
A morte por asfixia da história da literatura parece quase
inevitável, e com ela a citada porta de entrada. Isso num
governo de esquerda, que costuma alegar gosto pela história.
LUÍS AUGUSTO FISCHER , 51, é professor de literatura
brasileira na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e
escritor, autor de "Inteligência com Dor" (Arquipélago),
entre outros livros.
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a
opinião do jornal. Sua publicação obedece ao
propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e
mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
contemporâneo. debates@uol.com.br
Fonte: Folha de São Paulo
Após recursos, OAB divulga a lista dos aprovados no 2º Exame de Ordem
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:21 hs.
Candidato teve de redigir peça jurídica e responder a 5 questões.
Questão polêmica de direito do trabalho foi mantida.
Do G1, em São Paulo
Após a análise dos recursos, a Ordem dos Advogados do
Brasil (OAB) divulgou nesta quarta-feira (9) a relação de
aprovados no 2º Exame de Ordem unificado de 2009. Apenas Minas
Gerais não participou do processo unificado.
Prova
Com duração de cinco horas, a prova
prático-profissional, aplicada no dia 25 de outubro, exigia que
o candidato redija uma peça jurídica e responda a cinco
questões, sob a forma de situações-problema, nas
áreas optadas pelos candidatos na inscrição:
direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito
empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito
tributário.
Questão polêmica
O colegiado de presidentes da Comissão de Estágio e
Exames das OABs decidiu manter a questão pedida na prova de
direito do trabalho aplicada na segunda fase do Exame da Ordem.
"Entendemos que a questão está correta", disse ao G1 o
coordenador nacional do Exame, Dilson Lima, na segunda-feira (7). A
decisão foi tomada na última sexta (4), durante
reunião do colegiado em Belo Horizonte (MG).
"O padrão da resposta será mantido em sua integralidade.
Ela prevê que o nome jurídico da peça não
tem relevância mas sim a fundamentação constante no
padrão da resposta", acrescentou Lima.
A questão criou polêmica. Segundo José Henrique
Azeredo, representante do manifesto que pediu a anulação
da peça prática da prova de direito do trabalho, "a
questão dava margem a mais de uma interpretação,
mas apenas uma resposta foi considerada certa". Azeredo representa 4
mil bacharéis de todo o país. A peça
prática equivale a 50% da pontuação do exame.
Haverá nova correção para quem apresentou recurso
junto a OAB. Segundo Azeredo, os bacharéis que não
estiverem satisfeitos com o resultado da nova correção
poderão "recorrer ao Judiciário".
Após a decisão do colegiado, o tema também entrou
na pauta da reunião dos presidentes das seccionais da OAB, que
aconteceu na segunda (7), em Brasília. "Foi revalidado pelos
presidentes das seccionais que a comissão do Exame da ordem tem
a palavra final", disse o presidente da OAB, Cezar Britto.
3º Exame de Ordem
As inscrições para o 3º Exame da Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB) estão abertas a partir desta quarta-feira (2)
até o dia 17 de dezembro.
Os bacharéis devem acessar o site www.oab.org.br e clicar no
link do Exame de Ordem. É preciso escolher uma das seccionais da
OAB e a cidade onde deseja realizar a prova. Também
deverá escolher a área específica do direito
(administrativo, civil, constitucional, empresarial, trabalho, penal ou
tributário) para fazer a prova prático-profissional.
O boleto com a taxa deve ser pago em qualquer agência
bancária até o dia 18 de dezembro. O único
comprovante de inscrição aceito no dia da prova
será o boleto bancário autenticado.
Prova
A primeira fase deve ser realizada em 17 de janeiro, às 14h. Os
locais de prova deverão ser divulgados no dia 11 de janeiro.
A prova objetiva terá a duração de 5 horas.
É preciso acertar metade das cem questões para passar
à segunda fase.
A segunda etapa deverá ser em 28 de fevereiro, a partir das 14h.
Nessa fase, o candidato terá cinco horas para fazer uma prova
prático-profissional, que inclui a redação de
peça jurídica e de cinco questões, segundo a
área do direito escolhida.
O examinando só poderá deixar o local após duas horas e meia do seu início.
O que levar
O bacharel deve chegar ao local de prova com antecedência
mínima de uma hora, levando caneta preta, comprovante de
inscrição e documento de identidade original. Não
é permitido usar lápis, lapiseira, borracha ou corretivo.
Quem necessitar de atendimento especial para fazer as provas
deverá indicar no formulário de inscrição e
enviar laudo médico por Sedex, até 18 de dezembro, para a
Central de Atendimento do CESPE/Unb- OAB 2009.3 – Caixa Postal
4488, CEP 70904-970, Brasília (DF).
Fonte: G1 - Portal Globo
Médico e professor podem obter redução do Fies
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:45 hs.
A CAE aprovou mudança nas regras do Fundo de Financiamento ao
Estudante do Ensino Superior (Fies) que beneficia professores da rede
pública de educação básica e médicos
integrantes de programas de saúde da família, que
poderão abater mensalmente 1% de seus saldos devedores.
O acesso dos estudantes do ensino técnico de nível
médio ao fundo, a ampliação do prazo de
amortização do saldo devedor e o uso de certificados do
Fies emitidos pelo Tesouro Nacional para a quitação de
tributos federais pelas instituições de ensino são
outras inovações contidas no projeto (PLC 184/09), que
recebeu parecer favorável, com quatro emendas de
redação, do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).
Antes de passar pela CAE, o projeto foi examinado pela Comissão
de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde recebeu parecer
pela aprovação do senador Sérgio Zambiasi
(PTB-RS). Para evitar que a matéria voltasse para a
Câmara, o que atrasaria a implementação das
mudanças no Fies, tanto Zambiasi quanto Garibaldi rejeitaram
sete emendas apresentadas no Senado. Algumas das sugestões
feitas pelos senadores serão aproveitadas, entretanto, em
projeto a ser elaborado pelas duas comissões.
Fonte: Jornal do Senado - DF
Portaria nº 173 de 7 de Dezembro de 2009. (republicada)
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:08 hs.
Dispõe sobre a descentralização de crédito
orçamentário para apoio às
Instituições Federais de Ensino e/ou Pesquisa para
aquisição de equipamentos de pequeno e médio
portes, destinados a laboratórios de pesquisa vinculados a
programas de Pós-Graduação recomendados pela Capes.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2032.pdf
Fonte: DOU n.º 235 - 09.12.2009
Mais facilidades para estudar
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:24 hs.
Projeto aprovado no Senado amplia benefícios do programa de financiamento estudantil
Mais estudantes poderão ser beneficiados pelo Fundo de
Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). A Comissão
de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou ontem, em
decisão “terminativa”, projeto de lei que amplia o
número de pessoas que poderão participar do programa. O
projeto também diminui os juros pagos pelos estudantes durante o
abatimento da dívida de 9% para 3,5%.
Se não houver nenhum recurso contra a proposta, o projeto
seguirá à sanção sem passar pelo
plenário. A expectativa é de que as novas regras
beneficiem 576 mil pessoas, entre estudantes, formados e candidatos ao
financiamento.
A proposta, de autoria do deputado Gilmar Machado (PT-MG), alonga o
prazo de financiamento para três vezes o tempo de
duração do curso. Hoje, este prazo é de uma vez e
meia. O início da amortização do saldo continua
sendo a partir do sétimo mês após a
conclusão do curso.
O projeto também estende aos contratos já formalizados a
redução dos juros de 9% para 3,5% incidente sobre o saldo
devedor estipulado em agosto deste ano pelo Conselho Monetário
Nacional (CMN). A redução dos juros deve evitar a
inadimplência dos estudantes, na avaliação do
relator da proposta na CAE, senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).
O Fies também será estendido aos estudantes da
educação profissional técnica de nível
médio, resguardada a prioridade de atendimento aos da
graduação. Atualmente, o financiamento contempla alunos
de graduação, mestrado e doutorado. “O acesso do
estudante da educação profissional de nível
médio ao fundo é bastante meritório, pois
além de alcançar outra faixa de jovens, atenderá
às necessidades da economia, sabidamente ávida do
profissional técnico”, afirma Garibaldi Alves.
Outra alteração prevista no projeto dá desconto de
1% sobre o saldo devedor se o contratante exercer, ao final do curso,
profissão de médico do programa Saúde da
Família, ou de professor da rede pública de ensino. Pelos
cálculos de Garibaldi Alves, esta renúncia não
deve comprometer a estabilidade financeira do Fies. O impacto do
abatimento do saldo devedor dos estudantes que optarem pela rede
pública de ensino ou pela saúde pública
ficará perto de R$ 20 milhões ao ano.
Para candidatar-se ao Fies, os interessados devem estar regularmente
matriculados em instituições de ensino particulares,
cadastradas no programa e que tenham obtido avaliação
positiva nos processos coordenados pelo Ministério da
Educação.
Carol Pires
AS MUDANÇAS
Atualmente restrito aos estudantes do ensino superior, o programa
também será ampliado aos alunos do ensino técnico
O prazo de financiamento sobe de uma vez e meia para três vezes o
tempo de duração do curso; assim o financiamento que
custeou um curso com duração de 4 anos poderá ser
quitado em 12 anos. O prazo atual é de seis anos
A taxa de juros incidente sobre o saldo devedor cai dos atuais 9% para 3,5%
Concessão de 1% de desconto sobre o saldo devedor para os alunos
que, após formados, exercerem a função de
professor na rede pública de ensino ou
médico no setor de saúde pública
Se não houver recurso, o projeto segue para sanção presidencial sem passar pelo plenário.
Fonte: Jornal da Tarde - SP
Senado aprova redução de taxa de financiamento estudantil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:12 hs.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou
hoje, 8, o projeto de lei que altera as regras do Fundo de
Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). Como a
tramitação tinha caráter terminativo, após
o prazo de recursos, o texto segue para sanção
presidencial.
O Fies é um programa destinado a financiar a
graduação na educação superior de
estudantes de instituições privadas que não
têm condições de arcar integralmente com os custos
de sua formação. A taxa de juros atualmente é de
6,5% ao ano, com exceção dos cursos de licenciatura e de
tecnologia, que pagam 3,5%.
A partir da sanção, a nova taxa de juros de 3,5% ao ano,
aprovada em agosto deste ano pelo Conselho Monetário Nacional
(CMN), valerá para todos os cursos, tanto para os novos
contratos, mas também para o saldo devedor dos já
financiados. Além disso, o projeto alonga de duas para
três vezes o tempo de duração do curso como prazo
máximo para o pagamento da dívida.
Outra importante mudança é a possibilidade de os egressos
dos cursos de licenciatura e medicina que atuarem como professores da
rede pública ou como médicos do programa Saúde da
Família pagarem o financiamento com o exercício da
profissão. Com isso, reduzirão 1% da dívida a cada
mês trabalhado.
Assessoria de Imprensa da Sesu
Fonte: MEC
MEC fixa data para criança entrar no 1º ano
Fonte: Clipping Educacional Folha de São Paulo, 09/12/2009 - São Paulo SP
Projeto a ser enviado ao Congresso prevê que só entra no
ensino fundamental aluno que completar 6 anos até 31 de
março. Ideia é padronizar sistemas adotados por Estados e
municípios; Senado aprovou proposta contrária, que
permite ingresso aos 5 anos
ANGELA PINHO DA SUCURSAL DE BRASÍLIA / FÁBIO TAKAHASHI DA REPORTAGEM LOCAL
O Ministério da Educação decidiu enviar projeto de
lei ao Congresso que prevê que só poderão entrar no
ensino fundamental (1º ao 9º ano), público ou privado,
crianças que completarem seis anos até 31 de
março. Já o Senado aprovou ontem texto contrário,
que permite o ingresso aos cinco anos. O MEC defendia que o "corte"
deveria ser o "início do ano letivo", o que poderia variar entre
as redes -de janeiro a março. Por isso, resolveu agora fixar uma
data única. A mudança foi decidida anteontem, após
reunião com gestores estaduais e municipais. O projeto deve ser
enviado ao Legislativo ainda neste ano. O governo Lula tenta padronizar
a entrada das crianças no fundamental, uma vez que Estados e
municípios têm adotado lógicas diferentes, conforme
a Folha mostrou mês passado. Com critérios divergentes,
há dificuldades quando o estudante precisa mudar de rede.
Além disso, escolas particulares disputam para ver quem aceita
crianças mais novas. O Conselho Nacional de
Educação recomenda o "corte" no início do ano
letivo, o que é seguido por Estados como Pernambuco e Rio Grande
do Sul.
Quem completa seis anos após esse limite deverá estar na
pré- escola e entrar no fundamental apenas no ano
seguinte. Mas, como a recomendação não tem
força de lei, Estados têm aceitado crianças com
cinco anos na educação fundamental, desde que completem
seis durante o ano letivo. O Conselho Estadual de São Paulo
permite que o aluno complete seis anos até o fim de junho; Mato
Grosso do Sul e Paraná aceitam até dezembro. O MEC
pensava desde o meio do ano em padronizar uma data. Chegou a desistir
da ideia, mas retomou depois que começaram a aparecer os
critérios divergentes entre as redes. Se aprovada pelo
Congresso, a nova lógica definida pelo governo valerá
para alunos que ainda vão entrar na pré-escola.
Não está definido o que ocorrerá com as que
já cursam essa etapa e estão prestes a entrar na
educação fundamental.
Divergências - Por trás da confusão, está a
discussão de qual idade a criança deve ser alfabetizada.
O MEC entende que uma criança de cinco anos é muito nova
para entrar no ensino fundamental e começar o processo. O
presidente da federação das escolas privadas, José
Augusto de Mattos Lourenço, discorda da lógica. O
próprio MEC, diz Lourenço, recomenda que o
1º ano do fundamental deva ser parecido com o último ano da
antiga pré-escola. A partir do ano que vem, o fundamental passa
de oito para nove anos de duração, incorporando um ano da
pré-escola. "O que MEC anunciou agora não muda nada.
Defendemos o "corte" em 31 de dezembro.
Criança de cinco anos pode começar a ser alfabetizada,
como já ocorre na pré-escola das particulares", afirmou
Mattos. Projeto aprovado ontem pela Comissão de
Educação do Senado tem caráter semelhante -libera
a entrada da criança aos cinco anos. "Podemos ter um
currículo adequado ao desenvolvimento da criança", disse
o senador Flávio Arns (PSDB-PR), autor da proposta. Se
não houver recurso de nenhum senador, o projeto segue para a
Câmara; se aprovado, vai para análise de Lula. Além
do fundamental de nove anos, o MEC planeja normatizar a
pré-escola (quatro e cinco anos), que será
obrigatória a partir de 2016, conforme regra que entrou em vigor
em novembro. A ideia é proibir repetência e
avaliação com nota nessa etapa. Colaborou JOHANNA NUBLAT
, da Sucursal de Brasília
Deputados do RJ aprovam Prouni estadual
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal Aprendiz, 08/12/2009
Os deputados do Rio aprovaram na última quinta-feira um projeto
de lei que imita o Prouni (Programa Universidade para Todos), criado em
2004 pelo governo federal. O objetivo do Prouni-RJ é igual:
conceder bolsas de estudo integrais ou parciais para cursos em
instituições privadas de ensino superior. O governador
Sérgio Cabral Filho (PMDB) tem mais dez dias para decidir se vai
sancionar ou vetar a proposta, de autoria do deputado Fernando
Gusmão (PC do B). Às instituições que
aderem ao Prouni, o governo federal oferece como contrapartida a
isenção de tributos. "Qualquer iniciativa para tentar
aumentar o número de jovens nas universidades é
bem-vinda. Mas não sei qual seria a contrapartida no caso
do programa estadual, porque as universidades têm
pouca relação tributária com o Estado. Essa
relação é muito maior com os municípios e a
União", disse o deputado Comte Bittencourt (PPS).
O autor da ideia defende sua proposta: "A contrapartida são os
impostos estaduais. O ICMS da água, da luz e do telefone que as
universidades pagam ao Estado e o IPVA da frota de carros. Não
é uma quantidade muito grande, mas dá um número de
bolsas razoável", disse Gusmão. Para o deputado, que
não apresentou um cálculo de quantas bolsas poderiam ser
concedidas, o "impacto social será "imenso".
Procurada, a assessoria de imprensa do governador informou que o
projeto estava sob análise e ainda não havia
decisão. "Ainda não conversei com o governador", disse
líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Paulo Melo
(PMDB), lembrando que o projeto "cria despesas não previstas
para o Estado". De acordo com a proposta, os estudantes seriam
pré-selecionados pelo perfil socioeconômico e pelos
resultados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), "ou por
outros critérios a serem definidos pelo órgão
gestor do Programa". A bolsa integral só seria concedida aos
não portadores de diploma de curso superior e com renda familiar
per capita inferior a um salário mínimo e meio.
(Agência Estado)
Inclusão na escola é abaixo da ideal, diz movimento
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 10/12/2009 - São Paulo SP
País não atingiu meta de atendimento escolar, segundo
relatório do Todos pela Educação. Brasil
precisará se esforçar mais para ter, em 2022, 100% das
crianças e jovens entre 4 e 17 anos na escola -uma das metas do
movimento
DA SUCURSAL DO RIO / DA REPORTAGEM LOCAL
Para chegar a 2022 com todas as crianças e os jovens de 4 a 17
anos na escola, o Brasil precisará se esforçar mais,
alerta o segundo relatório do movimento Todos Pela
Educação, divulgado ontem em São Paulo. Organizado
por empresários e lideranças da sociedade civil, o
movimento estipulou há três anos cinco grandes metas a
serem alcançadas. Neste ano, o relatório enfatizou o
acompanhamento de duas delas: a de atendimento escolar e a de ter todos
os jovens com o ensino médio concluído até os 19
anos. Para as demais, não há dados mensuráveis ou
atualizados. A partir de dados do IBGE, o documento mostra que, em
2008, 91,4% das crianças de 4 a 17 anos estudavam. A meta
intermediária prevista para esse ano era de 91,9%. O
relatório mostra também que menos da metade (47,1%) dos
jovens concluiu o ensino médio aos 19 anos. Para este indicador,
a meta intermediária foi cumprida com folga -o objetivo era ter
43,9%. "O que a gente observa é que o Brasil melhorou, mas
não na velocidade desejada. Nas duas pontas,
pré-escola e ensino médio, o país precisa fazer um
esforço muito grande ainda", resume o coordenador do Todos Pela
Educação, Mozart Ramos.
O movimento também estabelece metas por Estado. No caso do
atendimento escolar, só a Bahia superou com folga sua
previsão para 2008. Em 20 Estados (São Paulo inclusive),
os percentuais ficaram ligeiramente acima ou abaixo do projetado. Como
há uma margem de erro nos dados do IBGE, não é
possível dizer se o objetivo foi alcançado. Em seis casos
(Alagoas, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato
Grosso e Goiás), identificou-se que os Estados não
cumpriram as metas, mesmo considerando a margem de erro. Como na faixa
de 7 a 14 anos 98% das crianças já estudam, a
coordenadora da pesquisa, Regina Madalozzo, lembra que as
populações de 4 a 6 anos e de 15 a 17 que exigem maior
esforço. No primeiro caso, há 17% de
crianças fora da escola. No segundo, 19% não estudam.
Especialmente no caso da educação infantil (destinada a
crianças de zero a cinco anos), Regina diz que o brasileiro
ainda não dá a devida importância, pois há
várias pesquisas que mostram que o aumento da escolaridade nessa
faixa etária facilita a alfabetização e aumenta a
possibilidade de conclusão do ensino médio. Ao analisar
as perspectivas futuras, Mozart Ramos destaca dois fatos positivos
divulgados recentemente: o fim da DRU (Desvinculação das
Receitas da União) e a aprovação da emenda que
amplia de 6 a 14 anos para 4 a 17 anos a faixa etária de
escolarização obrigatória. A DRU é um
mecanismo que retirava anualmente cerca de R$ 10 bilhões do MEC
por ano. Com seu fim, o ministério estima que, já para
2010, terá mais R$ 7,7 bilhões, cerca de um quinto de seu
orçamento atual.