logo
14/12/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a opinião da Associação.




Calendário - Conselho Nacional de Educação - 2010


Panorama Político - o queridinho

Aprovada redução dos juros do Fies


Mais engenheiros para o brasil

Ministério patrocinará livros didáticos na área tecnológica

Conselho autoriza alunos de 5 anos no ensino básico em 2010


Aprovada gratuidade de vistos para estudantes no Mercosul

Cresce número de estudantes que trabalham

A performance da Região Sul - Censo 2008

Professor estrangeiro terá seu título reconhecido no Brasil

Tarifa elétrica brasileira deve ficar mais barata em 2010


Senado aprova bolsas para extensão universitária


Governo estimula oferta de mestrado profissional no país

Lula veta parcialmente Lei do Inquilinato

Conselho dos institutos tem a primeira mulher no comando

Entidades médicas esclarecem motivos da saída do Conselho Nacional de Saúde

Negócios com Angola estimulam ensino do português na China

Governo alemão quer facilitar reconhecimento de diplomas estrangeiros

Positivo esclarece rumores de que sociedade estrangeira teria proposto sua aquisição

Dez lições para o Brasil tirar proveito no pós-crise

Portugal começará a adotar nova ortografia em janeiro 

Ensino de nove anos aguarda implantação em apenas 8% dos municípios

Cresce 16% o total de brasileiros que estudam nos EUA

Empresas buscam novo consumidor nordestino

Preço do computador é motivo que menos impede acesso à internet no Brasil

Projeto amplia direitos dos passageiros de ônibus

Seguradoras são obrigadas a dar cobertura total para danos com enchentes

Conheça os 26 impulsionadores da motivação no mundo

Depois das Casas Bahia, vem aí nova onda de fusões no varejo brasileiro

Reabertura do Coleta Capes – ano base 2008

Editoras se unem para criar conteúdo do futuro

Panorama é excitante e arriscado

Calendário - Conselho Nacional de Educação - 2010
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:03 hs. 
Já se encontra disponível no Portal CM Consultoria o calendário do Conselho Nacional de Educação - 2010
http://www.cmconsultoria.com.br/calendariocne2010.php 
Fonte: CNE 

Panorama Político - o queridinho
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:43 hs. 
Pesquisa feita pela FSB Comunicações com 255 dos 513 deputados federais, entre 1º e 3º de dezembro, mostra que o ministro Fernando Haddad (Educação) é que tem a melhor imagem, mesmo depois de ter enfrentado o escândalo da Fraude no Enem. Quando a avaliação é sobre a importância no governo, ele está praticamente empatado com Guido Mantega (Fazenda) e com o predidente do BC, Henrique Meirelles. 
Fonte: Jornal O Globo - RJ

Aprovada redução dos juros do Fies
Fonte: Clipping Educacional Consae Estado de Minas, 11/12/2009 - Belo Horizonte MG
Texto que segue para sanção presidencial prevê que a taxa do fundo que financia o ensino superior caia de 6,5% para 3,5%
Glória Tupinambás 
Novas regras para o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). O Senado aprovou nesta semana um projeto de lei que reduz as taxas de juros do programa, criado para financiar cursos superiores para estudantes de instituições privadas que não têm condições de arcar integralmente com os custos de sua formação. A proposta prevê juros de 3,5% ao ano para todos os cursos e desconto na dívida para alunos dos cursos de licenciatura e medicina que, depois de formados, atuarem como professores da rede pública ou como médicos do Programa Saúde da Família (PSF). O texto segue agora para sanção presidencial.
Atualmente, a taxa de juros do Fies é de 6,5% ao ano, com exceção dos cursos de licenciatura e  tecnologia, que têm índices mais baixos. Com a  nova legislação, a taxa passará a ser de 3,5% para todos os cursos, tanto para os novos contratos como para o saldo devedor dos já financiados. Além disso, o projeto aumenta o prazo para pagamento da dívida. Após a sanção presidencial, se o texto for mantido, os estudantes terão prazo equivalente a até três vezes a duração do curso contratado para quitar o financiamento. Hoje, o limite é de até duas vezes a duração da graduação.
REDUÇÃO DA DÍVIDA No caso do benefício para os egressos dos cursos de licenciatura e medicina, o texto prevê que eles paguem o financiamento com o exercício da profissão como professores da rede pública ou como médicos do PSF. Com isso, eles poderão reduzir   1% da dívida a cada mês trabalhado. Para ter direito ao desconto, os estudantes terão que exercer o cargo de professor de educação básica, com jornada mínima de 20 horas semanais. Já os alunos que se formarem em medicina deverão trabalhar como médico de família em áreas e regiões que serão definidas como prioritárias pelo Ministério da Saúde. O projeto de lei estabelece que, nesse caso, 75% das concessões serão reservadas para atuações nas regiões Norte e Nordeste do país. Outra novidade é que o Fies poderá beneficiar, além de universitários, alunos de cursos técnicos que não têm condições de pagar as prestações escolares. De acordo com o projeto, o uso do programa para o ensino médio terá como prioridade estudantes de cursos profissionalizantes. (Com agências) 

Mais engenheiros para o brasil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:12 hs. 
Seria importante que o governo adotasse política agressiva para incentivar a formação de engenheiros pelo setor privado
QUEM VIU o presidente Luiz Inácio Lula da Silva posar ao lado de grandes líderes mundiais em encontros do G10 e outros fóruns globais pode ter sido levado à falsa conclusão de que apenas esse movimento na mídia internacional pode ser suficiente para projetar o Brasil para a fase de desenvolvimento que o incluiu no Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). Criada quase dez anos atrás pela equipe do economista-chefe do banco Goldman Sachs, Jim O"Neill, a sigla refere-se aos quatro maiores mercados emergentes e seu potencial de crescimento.
No mundo real, há indicadores de sobra que nos colocam abaixo da média dos demais países do Bric. Entre eles, o número de novos engenheiros formados por ano.
Inegável dizer que a força da engenharia num país está estreitamente ligada à capacidade de inovação tecnológica e à competitividade industrial. Segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o número de engenheiros formados no Brasil em 2008, em todas as especialidades, é de 30 mil, quase 50% dos quais formados em instituições de ensino superior (IES) públicas - em outras áreas, dois terços se formam em particulares.
Os demais países do Bric formam muito mais engenheiros do que nós: a Rússia forma 120 mil, a Índia, 200 mil, e a China, 300 mil. Esses números, embora aproximados e condicionados ao conceito da formação profissional, à duração e à pertinência das especialidades, indicam nossa defasagem na formação de engenheiros.
Ainda que as populações desses países sejam diferentes, as discrepâncias aparecem claramente ao se comparar a vocação e o incentivo que cada país dá para a inovação tecnológica, sendo um bom indicador o percentual de engenheiros formados em relação ao total de concluintes no ensino superior. No Japão, 19% dos formados estão nas áreas de engenharia; na Coreia, 25%; na Rússia, 18%; no Brasil, só 5% (dados de 2007 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE). A média da OCDE é de 14%, e dela não constam os números da China.
Outra informação relevante é a produção científica brasileira na área de engenharia, que se coloca em patamar bastante inferior ao dos demais Brics -em parte como consequência dessa defasagem no número de formados, como demonstra a estatística sobre trabalhos publicados em 2007.
Enquanto o Brasil publicou menos de 2.000 trabalhos, a Índia produziu 4.000, a Rússia, cerca de 3.500, a Coreia, 6.500, e a China, o número impressionante de 50 mil trabalhos. A disparidade é ainda mais gritante se observarmos que o Brasil está entre os países mais produtivos em trabalhos científicos na área de medicina.
O mesmo problema ocorre no Brasil em relação às patentes. Os principais centros internacionais apontam os registros de patentes brasileiras em patamares muito inferiores aos dos demais Brics.
Como explicar esse fenômeno? É simples. O custo da mensalidade é elevado por causa dos laboratórios e estágios, o que reduz a demanda do setor privado e tem levado ao fechamento de vários cursos.
Por isso, entendo que seria importante que o governo adotasse uma política agressiva para incentivar a formação de engenheiros pelo setor privado, utilizando o mecanismo de compra de vagas em bons cursos, desonerando IES e estudantes.
As instituições com bom desempenho em exames nacionais, como o Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), seriam boas candidatas iniciais. Se houver dificuldade em financiar instituições com fins lucrativos, as instituições comunitárias poderiam ser escolhidas para dar início ao programa. O custo disso seria muito menor do que a alternativa de o próprio governo criar vagas de engenharia no setor público.
Uma solução assim nos faria diminuir um pouco a distância que nos separa, nesse item, de nossos parceiros no Bric, que formam muito mais engenheiros por ano do que o Brasil. Calcula-se que, para cada milhão de dólares empregados em novos investimentos, é preciso agregar um novo engenheiro. Diante dos planos e das perspectivas de crescimento do país, milhares de novos engenheiros e técnicos serão necessários (cerca de 500 mil para a concretização do PAC).
Como vários outros educadores, temos procurado alertar as autoridades educacionais sobre essa situação, e é com esperança que vemos que o Ministério da Educação e outras instâncias estão se mobilizando para enfrentar esse problema com a prioridade que ele merece.
ROBERTO LEAL LOBO E SILVA FILHO, 71, professor titular aposentado e ex-reitor da USP (1990-1993) e da Universidade de Mogi das Cruzes (1996-1999), foi diretor do CNPq e é presidente do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, da Ciência e da Tecnologia.
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br
- O CM News é uma publicação diária da CM Consultoria de Administração Ltda. Artigos, notícias e matérias sobre educação, com foco no ensino superior são compiladas das mais diversas fontes em todo o Brasil. A inserção dos referidos artigos, matérias e notícias não refletem necessariamente a opinião da CM Consultoria, pois os mesmos são recebidos e reproduzidos na integra, não havendo alteração por parte da CM Consultoria, a não ser por autorização do veículo ou do autor. 
Fonte: Folha de São Paulo 

Ministério patrocinará livros didáticos na área tecnológica
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:26 hs. 
A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação vai patrocinar a publicação de livros didáticos nas áreas profissional e tecnológica. O objetivo é estimular a produção dessas obras e registrar as experiências desenvolvidas nas instituições. Até 31 de março, a Setec receberá propostas de obras que tenham como referência os eixos estabelecidos nos Catálogos Nacionais dos Cursos Técnicos e Superiores de Tecnologia.
Podem apresentar propostas professores vinculados aos institutos federais de educação, ciência e tecnologia, ou a colégios técnicos vinculados às universidade federais, ao Instituto Benjamin Constant, ao Instituto Nacional de Surdos e ao Colégio Pedro II.“Existe produção de material didático de qualidade e com características adequadas ao perfil dos cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, técnicos de nível médio e superiores de tecnologia, elaborados por professores e especialistas da rede”, afirmou Luiz Augusto Caldas, diretor de formulação de políticas da educação profissional e tecnológica do MEC.Para o diretor, pretende-se, com o fomento às publicações, acabar com a escassez de livros didáticos nessa modalidade de ensino, estimulando a produção de obras de autoria individual ou coletiva. O livro didático encaminhado deverá ser inovador e estabelecer conexões entre o cotidiano do aluno e o conteúdo da disciplina escolhida. Os textos deverão abordar temas atuais, relacionados ao desenvolvimento sustentável, à inclusão social, à valorização da ética e ao respeito â diversidade. As propostas deverão ser encaminhadas, pela instituição a que o professor ou especialista pertence, à Diretoria de Formulação de Políticas de Educação Profissional e Tecnológica da Setec, no seguinte endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco L, 2° andar, anexo I, sala 200. CEP 70047-900, Brasília, DF.
Maiores esclarecimentos poderão ser obtidos por meio de mensagem Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. eletrônica ou pelo telefone (61) 2022-8510.
Ana Júlia Silva de Souza
Catálogos Nacionais dos Cursos Técnicos
http://catalogonct.mec.gov.br/
Catálogos Nacionais dos Cursos Superiores de Tecnologia
http://catalogo.mec.gov.br/ 
Fonte: MEC 

Conselho autoriza alunos de 5 anos no ensino básico em 2010
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:40 hs. 
O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou uma medida que autoriza crianças de cinco anos de idade que já estiverem cursado dois anos de pré-escola a entrar no ensino fundamental de nove anos em 2010. A decisão foi tomada na quinta-feira e vale exclusivamente para o ano que vem. As informações são da Folha de S.Paulo.
A medida ainda necessita ser homologada pelo ministro Fernando Haddad (Educação), o que deve ocorrer nas próximas semanas. O objetivo é evitar que se repitam casos de crianças que estão sendo obrigadas pelas escolas a repetirem algum ano na educação infantil porque não tinham seis anos completos para ingressar no ensino fundamental. 
Fonte: JB Online - RJ 

Aprovada gratuidade de vistos para estudantes no Mercosul
Fonte: Clipping Educacional Correio Braziliense, 10/12/2009 - Brasília DF, Da Agência Senado 
Em sua reunião desta quinta-feira (10), sob a presidência do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), a Comissão de Relações Exteriores (CRE) aprovou o texto do Acordo sobre Gratuidade de Vistos para Estudantes e Docentes entre os países-membros do Mercosul, quando forem solicitar residência temporária para cursos secundários, de graduação, pós-graduação, docência ou pesquisa em estabelecimentos oficiais. A proposta, oriunda da representação brasileira no Parlamento do Mercosul, tem como objetivo promover maior intercâmbio educacional e cultural entre os integrantes do Mercosul (Argentina,  Brasil, Paraguai e Uruguai) e beneficia também os familiares dependentes dos estudantes e professores.
A CRE aprovou, também, os textos do Acordo-quadro de Comércio entre o Mercosul e o Estado de Israel, na forma de projeto de decreto legislativo. Para o relator, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), o acordo é relevante por ser o primeiro, e por enquanto o único, que os países do Mercosul assinam em conjunto, com um país fora do âmbito da América do Sul.
- Queremos assinar outros semelhantes com   países da União Européia, por exemplo, para promover maior integração do bloco com outras partes do mundo - disse Azeredo, lembrando que a iniciativa da proposta foi da representação brasileira no parlamento do bloco. Azeredo ressaltou, ainda, que todos os produtos oriundos de Israel terão tarifas especiais em seu comércio com os países do bloco, com exceção daqueles oriundos dos assentamentos na Cisjordânia, da faixa de Gaza, das colinas de Golan e de Jerusalém oriental. Os projetos de decreto legislativo 848 de 2009 e 925 de 2009 seguem para exame do Plenário. 

Cresce número de estudantes que trabalham
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 14/12/2009 - São Paulo SP
Entre 1998 e 2008, o percentual de alunos que dividem seu tempo entre emprego e estudo avançou de 63% para 71%. Para consultor, o principal motivo foi a maior inclusão de jovens de renda menor na rede; experiência tem vantagens e desvantagens
ANGELA PINHO DA SUCURSAL DE BRASÍLIA 
A maratona do estudante de administração Levino Neves de Lima Júnior, 23, começa às 6h, na cidade de São Paulo, quando acorda e se prepara para o primeiro transporte público do dia. Às 8h, chega a uma das lojas onde vende ração para cachorro. Quando o expediente termina, às 18h, segue para a faculdade. Após a aula, toma metrô e ônibus (para economizar, às vezes, dispensa o ônibus e vai a pé) na volta para casa, onde chega por volta da meia-noite. Devido ao aumento das matrículas no ensino superior, que mais do que dobraram nos últimos dez anos, é cada vez mais comum encontrar estudantes como Levino nas salas de aula das universidades brasileiras. Dados do IBGE, tabulados a pedido da Folha, revelam que a proporção de universitários que trabalham passou de 63%, em 1998, para 71% em 2008. Dentro das universidades, o movimento se reflete na profusão de matrículas em cursos noturnos, que passaram de 56% a 62% do total entre 2000 e 2008, segundo censo do Inep (instituto de pesquisa ligado ao Ministério da Educação).  O fenômeno se deve principalmente à inclusão  de alunos com menor renda nas faculdades nos últimos anos, explica Ryon Braga, da consultoria Hoper, especializada em ensino superior. "São pessoas que precisam do emprego para poder pagar a faculdade", afirma. Levino é um exemplo: ele será a primeira pessoa de sua família a ter diploma de nível superior. Por outro lado, como muitos dos novos universitários, ele tem menos tempo para estudar. Com o dia tomado por aulas e trabalho, faz as leituras da faculdade no ônibus, no trajeto entre uma loja e outra. Amin Ziad Chacra, 27, consultor de vendas, só consegue pensar nas tarefas do curso depois de trabalhar o dia inteiro, estudar à noite, responder os e-mails da empresa no começo da madrugada e dar atenção à mulher e ao filho pequeno.
Emprego ajuda - Mas se o emprego tira tempo dos estudos, às vezes, acaba ajudando. "O trabalho facilita a participação nas aulas, porque a gente passa por uma coisa na rua e vê depois a mesma coisa na faculdade. Fica mais fácil assimilar", afirma Amin. Maria de Fátima Guerra de Souza,  professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília), prefere dar aulas no curso noturno justamente porque a maior parte dos estudantes trabalha como professores da educação básica. "Os alunos chegam mais cansados, mas a diferença é que as questões que eles trazem para aula são as que vivem diariamente. A gente não fica conversando sobre hipóteses", afirma. Para o estudante, outro ganho pode ser a vivência com os macetes para se relacionar no mundo do trabalho. Além do maior interesse dos alunos, nos últimos anos tem havido um esforço crescente das empresas para atrair universitários. Dados do Ciee (Centro de Integração Empresa-Escola) relativos a 19 Estados mostram que, de 1998 a 2008, o número de estágios no ensino superior intermediados pela entidade quadruplicou. "Para as empresas, o estágio é fundamental para identificar talentos e inserir profissionais que irão trazer coisas novas", afirma Silvana Rocha, gerente técnica de estágios do Ciee. Para o aluno, acredita, serve também para comprovar a opção pelo curso que fizeram. 

A performance da Região Sul - Censo 2008
Fonte: CM Consultoria
Os indicadores do Censo de 2008 referentes à região sul revelaram a mesma tendência das demais regiões do país, inclusive em relação ao decréscimo no quantitativo de IES, a grande novidade dessa edição do censo da educação superior.
A região sul compreende três estados, sendo que 48% das IES estão localizadas no Paraná, 25% localizam-se em Santa Catarina e 27% no Rio Grande do Sul. Nota-se que no Estado do Paraná houve decréscimo de 3%, comparando com os indicadores do censo de 2007, abrigando 887.182 alunos no ensino superior, o que representou 17,46% das matriculas nesta modalidade de ensino no âmbito nacional.
Por outro lado, mesmo com o decréscimo observado, na região em pauta, observou-se a ampliação de 4% no quantitativo de cursos, não refletindo na performance do processo seletivo, já que a região apresentou crescimento de apenas 1,58%, comparado a 2007. Embora o quantitativo de candidatos tenha decaído em 0,6%, o número de ingressantes ampliou, comparando aos indicadores do ano anterior (2007).
Em 2008, a ampliação de matrículas no âmbito nacional foi de 4,09%, entretanto, a região Sul, foi a que menos contribuiu para este indicador. O crescimento regional foi de 2,7%. A taxa de ociosidade manteve o mesmo patamar de 2007, ou seja, em torno de 40% de preenchimento das vagas oferecidas, abaixo da média nacional (49,6%).
Quanto aos concluintes, em 2008, no Brasil graduaram-se 800.318 alunos, destes, 17% em IES da região Sul, mantendo-se em 2º lugar no ranking, liderado pela região sudeste que deteve 55% dos concluintes em 2008. Os indicadores relacionados ao corpo docente, segundo censo de 2008, revelaram maior quantitativo de docentes com pós-graduação stricto sensu. Este crescimento foi de 1,4% para mestres e de 5,8% para doutores, quando comparado aos dados de 2007.
As regiões norte e sul foram as principais propulsoras deste crescimento que ainda está muito aquém do ideal, sobretudo, a partir das exigências de composição de NDE – Núcleo Docente Estruturante e atendimento aos requisitos de titulação e regime de trabalho no âmbito de cada curso de graduação.
No Brasil, em 2008, o regime de trabalho docente esteve consolidado da seguinte forma: 39% dos docentes em Regime de Tempo Integral, 20% do corpo docente em regime de tempo parcial e 41% do corpo docente em regime horista. Comparativamente, na região sul, estes percentuais foram de 42%, 20% e 38% respectivamente.
Em síntese, observa-se que esta acirrada competição tem contribuído para o desenvolvimento de uma visão mais empreendedora em torno do negócio ‘educação’. Nota-se a busca de estratégias conjuntas para aprimoramento contínuo dos processos. Fala-se em escala de mercado, em geração de soluções coletivas em redução de custos e riscos e em acúmulo de capital social. Entretanto, é preciso aprendizagem coletiva, inovação colaborativa e a mudança da cultura organizacional predominante no meio acadêmico e na gestão administrativa e financeira das IES. 

Professor estrangeiro terá seu título reconhecido no Brasil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:32 hs. 
Os professores estrangeiros que vierem a lecionar no Brasil, em sistema de intercâmbio, terão o benefício da admissão (reconhecimento) de títulos e graus acadêmicos obtidos em países do Mercosul. A decisão foi tomada em reunião do Conselho Mercado Comum (CMC), realizada esta semana, em Montevidéu.
Durante o encontro, foi aprovada a Decisão nº 29, deste ano, que regulamenta o Acordo de Admissão de Títulos e Graus Acadêmicos para o Exercício de Atividades Acadêmicas nos Estados do Mercosul.
Com a regulamentação, o acordo vale apenas para estrangeiros provenientes dos demais países do bloco que venham a lecionar no Brasil. Portanto, não beneficia professores brasileiros. “A admissão de títulos e graus acadêmicos, para os fins do acordo, não se aplica aos nacionais do país onde sejam realizadas as atividades de docência e de pesquisa”, diz o artigo 2º do documento.
http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/DEC29_PT.pdf
Assessoria de Imprensa de Capes 
Fonte: MEC 

Tarifa elétrica brasileira deve ficar mais barata em 2010
Fonte: Consumidor RS
Afirmação foi feita nesta quinta-feira (10) pelo diretor geral de Itaipu, Jorge Miguel Samek
A tarifa de energia elétrica cobrada do consumidor em 2010 deverá ficar mais barata. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (10) pelo diretor geral de Itaipu, Jorge Miguel Samek, um dos expositores da audiência pública realizada em conjunto pelas comissões de Serviços de Infraestrutura (CI) e de Assuntos Econômicos (CAE) para discutir a repentina interrupção no fornecimento de energia elétrica ocorrida no país no dia 10 de novembro, atingindo 17 estados brasileiros e o Distrito Federal.
O preço mais baixo da conta a ser paga, segundo o diretor de Itaipu, deve-se a dois fatores: o primeiro é o fato de que a energia no Brasil está ficando cada vez mais barata, já que Itaipu, a maior geradora do mundo, está operando com folga e ainda fazendo novos investimentos. Também deverá contribuir para a redução da conta a valorização do real frente ao dólar, que já está ocorrendo este ano, mas segundo Jorge Miguel, deverá repercutir nas contas a partir de 2010.
- Estamos trabalhando com muita folga. Está sobrando energia no Brasil -acentuou Jorge Samek.
Em sua exposição, o diretor geral de Itaipu afirmou que o sistema elétrico brasileiro, por ser todo interligado, dota o Brasil de uma condição "extraordinária", que permite que 95% da energia gerada por Itaipu, que recebe águas de 44 usinas, seja limpa e barata. Ressaltou, portanto, que o Brasil, por ser o país que mais recebe descarga elétrica em todo mundo, não está imune a blecautes como o ocorrido em novembro.
Garantiu, assim, que mesmo com a situação favorável do país em relação ao sistema elétrico, "as descargas elétricas podem sim interferir no processo de produção de energia", apesar de ter descartado qualquer tipo de falha no sistema elétrico do país.
- Querer criminalizar o sistema elétrico nacional é um desrespeito com o Brasil. Somos vanguarda do processo em todo o mundo. Houve problemas e poderá haver novos, pois nos próximos cinco anos haverá chuvas acima da média devido ao aquecimento dos oceanos - enfatizou o presidente de Itaipu.
O engenheiro elétrico e professor aposentado da Universidade de Brasília (UnB), Evandro Emílio Souza Lima, disse que é cedo para determinar as verdadeiras causas do blecaute ocorrido no mês passado, pois se trata de um problema "muito complicado". Como exemplo, citou o blecaute ocorrido em Nova York em 1965, cuja causa até hoje tem várias explicações.
- Não temos essa noção de um todo, pois nosso sistema está politizado e é natural, nesse caso, que um partido, ao defender sua administração como a melhor, mostre só as vantagens, sem dar a noção de um todo - explicou o engenheiro elétrico.
Já o presidente da Empresa de Planejamento em Energia (EPE), Maurício Tiomno Tolmasquim, concentrou sua exposição na explicação de que o apagão elétrico ocorrido em novembro último e o blecaute de energia que aconteceu nos anos de 2001 e 2002 nada têm em comum. Naquele ano, quando foi decretado um racionamento de energia que durou nove meses, o problema, segundo afirmou, foi devido a dois fatores: falta de energia suficiente para atender a demanda do país e falta de investimentos na construção de usinas e linhas de transmissão de energia.
- Querer comparar o que aconteceu naquele ano, pela falta de investimentos, com o acidente recente é querer confundir a opinião pública. Naquela época, não tínhamos energia suficiente. Hoje, estamos vertendo água. Nunca tivemos reservatórios tão cheios - garantiu o presidente da EPE.
Ele explicou ainda que, atualmente, o sistema elétrico brasileiro, tanto na parte de geração quanto em transmissão, deve ser motivo de orgulho para todo brasileiro, pois é um sistema "extremamente robusto, gerenciado por instituições que usam a melhor técnica e, por isso, é visitado por especialistas de todo o mundo".
- Mas não existe imunidade a acidentes - ressaltou Maurício.
TCU
O presidente da CI, senador Fernando Collor (PTB-AL), lamentou a ausência do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Ubiratan Aguiar, nos debates desta quinta. O magistrado havia sido convidado a explicar entrevistas que teria dado logo após o apagão de 10 de novembro, afirmando que o tribunal havia elaborado um relatório em que apontava várias falhas no sistema elétrico brasileiro.
- Farei um novo convite ao ministro para que compareça à próxima reunião da comissão (no dia 17 deste mês) e debata conosco o relatório para que possamos fazer um juízo de valor do que de fato aconteceu - afirmou Collor, ao ler o ofício do ministro justificando a ausência devido a compromissos assumidos pela presidência do tribunal.
Os senadores Roberto Cavalcanti (PRB-PB) e Eduardo Suplicy (PT-SP)observaram que as três audiências ocorridas sobre o apagão elétrico os enriqueceram muito.
Fonte: Agência Senado
Autor: Valéria Castanho
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte

Senado aprova bolsas para extensão universitária
Fonte: Jornal da Educação IPAE 071 - 12/09 
Professores e estudantes do ensino superior que realizam atividades de extensão universitária poderão passar a contar com maior oferta de auxílio financeiro por meio de bolsas, conforme projeto aprovado nesta quarta-feira pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Feredal. A proposta prevê que o valor das bolsas será semelhante ao já praticado em programas de incentivo à pesquisa universitária.
De acordo com o projeto (PLC 281/09), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e as Instituições Federais de Educação Superior (Ifes) ficam autorizados a criar programas de bolsas para docentes e alunos que realizem atividades de extensão universitária. Tais atividades se constituem em formas de interação das universidades com a sociedade, nas quais professores e alunos de cursos superiores realizam projetos de interesse de grupos locais.

Governo estimula oferta de mestrado profissional no país
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 13/12/2009 - São Paulo SP
Modalidade responde por 9,5% dos cursos; intenção é aproximar academia e mercado
RAQUEL BOCATO DA REPORTAGEM LOCAL 
O mestrado profissional tornou-se política de governo. O MEC (Ministério da Educação) começa a incentivar as instituições de ensino superior que oferecem cursos de especialização a apresentar propostas para transformá-los em mestrados profissionais. Para isso, o órgão investiu em mudanças, previstas na Portaria Normativa nº 7, de junho deste ano. Agora, não é mais preciso que o corpo docente seja composto apenas por mestres e doutores. Abre-se oportunidade para que professores com experiência profissional na área façam parte do quadro. Muda também o trabalho de conclusão de curso. Passam a valer não só dissertações mas também projetos técnicos, desenvolvimento de produtos e processos, produção artística, de software e de programas de mídia e projetos de inovação tecnológica, entre outros.
"O país precisa qualificar recursos  humanos em várias modalidades, e o mestrado profissional é um dos recursos para isso", esclarece Lívio Amaral, diretor de avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), reguladora da oferta desses cursos. Foram recomendados pela Capes 2.823 mestrados -269, ou 9,5%, são profissionais. Os demais são acadêmicos. A ideia é que as alterações permitam que a modalidade decole, com a criação de cursos. Além disso, estão previstos editais de incentivo à abertura de mestrados profissionais. O primeiro, lançado em outubro, foca a área de saúde. Amaral explica que não há um número ideal de mestrados profissionais a serem atingidos com a mudança. No entanto, ressalta que algumas áreas estão sendo mapeadas para que haja aumento de oferta.  Conexão - O diretor acadêmico de  pós-graduação stricto sensu do Insper, Rinaldo Artes, elogia a medida. A não exigência de dissertação abre um leque maior de oportunidades e atende à demanda dos profissionais.
"Haverá maior ligação entre o mundo do saber e o do fazer", diz o coordenador do mestrado profissional em metrologia do Inmetro, Carlos Azevedo. Para o coordenador do mestrado profissional do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), Mario Miyake, a medida acena para que boas pós-graduações lato sensu se tornem mestrados profissionais. Mas a não exigência de dissertação podem fazer com que o curso seja visto como um "mestrado de segunda categoria", diz. "É preciso encontrar formas de avaliação [dos programas pela Capes] que mostrem que não se trata de um curso menos exigente [que o acadêmico]" 

Lula veta parcialmente Lei do Inquilinato
Fonte: Consumidor RS
Foi vetada ainda a aplicação imediata da lei, que, consequentemente, não passa a valer a partir de hoje (10), data da publicação no Diário Oficial da União
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou parcialmente a Lei do Inquilinato. Entre os itens vetados está o que determina concessão de liminar para desocupação do imóvel em 15 dias quando houver pedido de retomada em razão de melhor proposta apresentada por terceiros.
Também foi vetado o parágrafo que previa a concordância do proprietário do imóvel para a manutenção do contrato de aluguel em eventuais mudanças societárias do inquilino pessoa jurídica. A justificativa para o veto é de que “o contrato de locação firmado entre o locador e a pessoa jurídica não guarda qualquer relação de dependência com o a estruturação societária da pessoa jurídica locatária”.
Foi vetada ainda a aplicação imediata da lei, que não passa a valer a partir de hoje (10), data da publicação no Diário Oficial da União. A lei terá o prazo de 45 dias para entrar em vigor. A razão da extensão do prazo é dar tempo hábil para que as pessoas afetadas pelas normas conheçam o conteúdo do texto e estudem seus efeitos.
Em novembro, a relatora do projeto no Senado e líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), havia adiantado que os vetos já haviam sido negociados.
Fonte: Agência Brasil
Autor: Yara Aquino
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte

Conselho dos institutos tem a primeira mulher no comando
Fonte: Jornal da Educação IPAE 066 - 12/09
A reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina, Consuelo Sielski Santos, é a nova presidente do Conselho das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). Na eleição, realizada em Brasília, Consuelo recebeu 35 de um total de 40 votos. Primeira mulher a dirigir o conselho, ela terá mandato de um ano a partir de 1º de janeiro.
Entre os principais desafios de sua gestão, Consuelo aponta a defesa de políticas que ampliem o acesso ao ensino público de qualidade e o intercâmbio de informações e experiências entre instituições brasileiras e estrangeiras. A presidente afirmou que precisamos de iniciativas que visem ao avanço da educação profissional, científica e tecnológica no país.
O Conif é composto pelos reitores dos 38 institutos, pelo reitor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), pelos diretores-gerais dos centros federais de educação tecnológica do Rio de Janeiro (Cefet-RJ) e Minas Gerais (Cefet-MG) e pela diretora do Colégio Pedro II.

Entidades médicas esclarecem motivos da saída do Conselho Nacional de Saúde
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:42 hs. 
Com o objetivo de esclarecer à sociedade sobre os motivos que levaram à decisão de não se candidatar às eleições no Conselho Nacional de Saúde (CNS), a Associação Médica Brasileira (AMB), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Nacional dos Médicos (FENAM) vêm a público informar que:
1. A decisão tomada expressa discordância com relação ao processo eleitoral proposto, que vincula a representação de seus membros a negociações e acordos políticos, desconsiderando a qualificação técnica das diversas profissões de saúde que deveriam, obrigatoriamente, participar deste importante fórum de controle social e, portanto, de deliberações fundamentais sobre o destino da saúde no nosso país;
2. As inúmeras tentativas dos médicos de continuar participando do CNS foram frustradas por estratégias e articulações estranhas aos interesses da sociedade brasileira;
3. A tensão existente neste processo confirma a tendência de alguns grupos que compõem o plenário do CNS de antagonizar-se com a classe médica, na tentativa de reduzir e eliminar a natureza essencial da participação destes profissionais nos debates relacionados a este setor;
4. A ausência das entidades médicas no CNS nos parece inconcebível, pois dispensa opiniões e contribuições dos mais de 340 mil médicos brasileiros, representados pela AMB, CFM e FENAM;
5. Os médicos lamentam o ocorrido e, tendo em conta o compromisso que têm com a sociedade brasileira, reafirmam sua firme intenção de voltar a colaborar como membros do CNS, desde que este volte a organizar-se em composição que o qualifique como representativo dos diferentes dos segmentos que compõem a atenção à saúde;
6. Independentemente desta triste e, esperamos, transitória situação que culmina com nosso afastamento do plenário do CNS, as entidades médicas continuarão empenhadas na defesa do SUS e irmanadas à sociedade brasileira;
7. Defendemos uma política de recursos humanos capaz de valorizar os trabalhadores da saúde e de disponibilizá-los em todas as regiões do nosso país. Defendemos financiamento que viabilize assistência universal e integral à saúde. Defendemos a implementação de políticas de gestão participativa e democrática, expressas pelo direito de decisão majoritária, em que as minorias sejam ouvidas e consideradas e todos venham a ser representados;
8. Este é o nosso compromisso em nome dos médicos brasileiros.
Associação Médica Brasileira (AMB)
Conselho Federal de Medicina (CFM)
Federação Nacional dos Médicos (Fenam)
- O CM News é uma publicação diária da CM Consultoria de Administração Ltda. Artigos, notícias e matérias sobre educação, com foco no ensino superior são compiladas das mais diversas fontes em todo o Brasil. A inserção dos referidos artigos, matérias e notícias não refletem necessariamente a opinião da CM Consultoria, pois os mesmos são recebidos e reproduzidos na integra, não havendo alteração por parte da CM Consultoria, a não ser por autorização do veículo ou do autor. 
Fonte: Portal do Médico 

Negócios com Angola estimulam ensino do português na China
Fonte: jornal da Educação
O ensino da língua portuguesa na China, restrito até há pouco tempo a três universidades, em Pequim, Xangai e Cantão, está hoje implantado em uma dezena de cidades, correspondendo ao aumento das relações com os países lusófonos, sobretudo com Angola.
Só em Pequim há cinco universidades com licenciaturas em português, a última das quais abriu este ano letivo na Universidade de Economia e Comércio (Jing Mao Da Xue). Devido ao petróleo, Angola tornou-se mesmo o maior parceiro comercial da China no continente africano.
O domínio do português é igualmente importante para as empresas com negócios no Brasil, que é um crescente parceiro político da China e uma das grandes economias emergentes do mundo. Na década de 1990, havia apenas duas licenciaturas de português na China, uma na Beiwai e outra na Universidade de Estudos Estrangeiros de Xangai. Na Universidade Jinan, em Cantão, também se ensinava português, mas como língua estrangeira opcional.

Governo alemão quer facilitar reconhecimento de diplomas estrangeiros
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:35 hs. 
Alemanha deverá lucrar com novas regras, diz ministra
Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Alemanha deverá lucrar com novas regras, diz ministra
Ministra alemã da Educação e Pesquisa, Annette Schavan, anunciou plano do governo de facilitar o reconhecimento de diplomas estrangeiros, destacando a relevância econômica do projeto.
Segundo a ministra alemã da Educação e Pesquisa, Annette Schavan, as qualificações profissionais de cerca de 2,87 milhões de pessoas residentes na Alemanha foram obtidas no exterior. Dessas, cerca de 500 mil poderão se beneficiar com o novo projeto do governo alemão, que procura melhorar o processo de reconhecimento de títulos e diplomas estrangeiros.
O novo plano de 13 pontos para equiparação de graus e diplomas estrangeiros a níveis correspondentes na Alemanha foi apresentado pela ministra Schavan, juntamente com a encarregada do governo alemão para questões de Integração, Maria Böhmer, nesta quarta-feira (09/12), em Berlim.
"Teremos enormes problemas para encontrar trabalhadores qualificados nos próximos 10 anos", afirmou Schavan, "a não ser que nossa economia sofra uma estagnação na próxima década – o que ninguém espera que aconteça". Tudo o que fazemos visa a um maior crescimento, e por esse motivo está mais do que na hora de tomarmos tais providências", explicou.
Processo único
A principal medida do novo plano é a criação de um processo único de reconhecimento – uma agência central na qual os cidadãos formados no exterior poderão pedir a avaliação e o reconhecimento de seus títulos, levando também em consideração a experiência profissional acumulada. Atualmente, a disparidade entre os padrões de avaliação dos diferentes estados alemães complicam ainda mais esse processo.
Schavan quer que as novas regras passem a vigorar a partir de 1° de janeiro de 2011. O novo projeto de lei aprovado pelo gabinete de governo alemão nesta semana já fazia parte do tratado da coalizão de governo entre conservadores e liberais.
As novas regras preveem que cada estrangeiro terá direito à avaliação de suas qualificações num período máximo de seis meses. Após esse período, ele deverá ser informado se seu diploma será reconhecido total ou parcialmente na Alemanha.
Urgência econômica
Segundo Maria Böhmer, a planejada legislação se adéqua principalmente a estrangeiros que vivem no máximo há dez anos na Alemanha. A encarregada governamental afirmou que o projeto de lei sinaliza uma nova cultura de reconhecimento do potencial de migrantes.
Os alemães também lucram, acresceu Böhmer, porque podem absorver melhor pessoas com qualificação profissional. A ministra Schavan, por sua vez, considera isso uma necessidade econômica, diante da crescente demanda de pessoal qualificado e para o desenvolvimento demográfico.
Com cautela, organizações de imigrantes saudaram o projeto do governo. Hilmi Kaya Turan, membro do Conselho de Imigrantes de Berlim e Brandemburgo, considera-o uma resposta a uma preocupação de longa data.
Mas trata-se somente de uma declaração de intenções a ser avaliada neste período parlamentar. De qualquer forma, Turan considera positivo o governo alemão estar finalmente tomando providências para resolver um problema que, entre outras coisas, levou à existência de uma grande quantidade de taxistas superqualificados.
Autor: Ben Knight / Carlos Albuquerque
Revisão: Simone Lopes
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5000601,00.html 
Fonte: Folha on line 

Positivo esclarece rumores de que sociedade estrangeira teria proposto sua aquisição
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:02 hs. 
Positivo esclarece rumores de que sociedade estrangeira teria proposto sua aquisição
SÃO PAULO - A Positivo (POSI3) informou nesta quinta-feira (10) "que não foi recebida nenhuma proposta de aquisição de ações e nem discutido tal assunto com a sociedade estrangeira" de informática, que supostamente estaria interessada em sua aquisição.
O comunicado da companhia é uma resposta à notícia divulgada na imprensa ao longo da tarde desta quinta-feira a respeito do suposto interesse de uma sociedade estrangeira de informática em efetuar aquisições no mercado brasileiro de tecnologia.
Após a divulgação da notícia, os papéis ordinários da Positivo negociados na BM&F Bovespa apresentaram um incremento no volume de negócios, tendo encerrado o pregão regular da bolsa paulista cotados a R$ 22,61 cada, o que configura uma valorização de 7,72%.
"Exceto pelo potencial efeito favorável resultante da extensão das medidas de desoneração fiscal para o setor de informática até 2014, anunciada ontem pelo Governo Federal, e do anúncio de incentivos para a aquisição de computadores por escolas públicas, a Positivo não tem qualquer outra informação relevante que possa justificar as oscilações de preço e volume acima referidas", destacou a companhia em nota.
Fonte: InfoMoney 

Dez lições para o Brasil tirar proveito no pós-crise
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:50 hs. 
Os velhos e conhecido modelos se quebraram. É preciso rever tudo
A crise serviu para testar nossa capacidade de reação e quebrar paradigmas
Decorrido o primeiro ano após o auge dos efeitos da quebra do Lehman Brothers, o que fez aflorar a maior crise do capitalismo mundial dos últimos 70 anos, é importante destacar as lições daí emanadas. Especialmente para o Brasil, a crise serviu para testar nossa capacidade de reação e quebrar paradigmas.
A primeira lição é que a qualidade da inserção externa é determinante para a melhora dos indicadores de vulnerabilidade e de solvência externa. Somente países com baixo grau de exposição do seu balanço de pagamentos tiveram autonomia para redefinir suas políticas econômicas domésticas. Possuir um nível confortável de reservas, pelo menos equivalente ao total dos passivos externos de curto prazo, é um poderoso antídoto na crise. A despeito das críticas que destacavam o custo fiscal da acumulação de reservas cambiais, elas foram e têm sido fundamentais para evitar maior volatilidade da economia.
A segunda lição importante é que um mercado interno robusto faz diferença quando há um desaquecimento global. O mercado doméstico, que no caso brasileiro responde por 85% do valor agregado, representa um importante ativo. Todos os países que possuem um mercado interno relevante e em expansão, como é o caso dos países em desenvolvimento, tiveram um amortecedor para o colapso do comércio internacional.
Terceira, é crucial possuir bancos públicos para agir contraciclicamente e oferecer crédito e financiamento para a economia. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, assim como bancos estaduais, representaram um contraponto à contração do mercado de crédito privado.
A quarta lição foi dada pelas empresas brasileiras que, vacinadas contra crises, não se deixaram levar pela precipitação. Ao mesmo tempo que promoveram ajustes de curto prazo, elas não perderam o foco estratégico de longo prazo. Isso fez com que mantivessem basicamente os seus planos de investimento, embora inevitavelmente tivessem que ajustar os desembolsos.
A quinta lição advém da questão tributária. Foi possível ampliar a demanda de bens duráveis com a redução da tributação por unidade. O que deveríamos levar mais em conta é a elasticidade da demanda em face de uma redução da tributação unitária. Isso vale não apenas para bens duráveis, mas para outros tipos de bens, cuja demanda poderia ser estimulada, inclusive com fator distributivo de renda, especialmente nos bens de salário (alimentos, bebidas, calçados, vestuário etc.), sem que isso atrapalhe a arrecadação tributária, uma vez que o volume seria aumentado.
A sexta vem dos estímulos fiscais. É muito importante expandir o gasto fiscal, especialmente em investimentos e na área social, porque isso estimula a demanda, ao mesmo tempo em que evita o agravamento da crise social e seus efeitos. O desafio continua sendo o da melhora da eficácia dos gastos públicos correntes e do aumento dos investimentos em infraestrutura econômica e social, porque eles são balizadores e multiplicadores dos investimentos privados.
A sétima lição vale para a política monetária. O Banco Central agiu no início da crise de forma equivocada, na contramão do mundo, elevando os juros básicos, depois relutando em reduzi-los porque estava olhando o inimigo errado - uma hipotética pressão inflacionária de demanda. Aos olhos de hoje isso parece loucura, mas quem se der ao trabalho de ler as atas das reuniões do Copom do final do ano passado vai se deparar com a questão. O cenário do ano que vem, com a forte retomada prevista vai nos dar uma nova oportunidade. Ou de repetir o erro, ou avançar e testar novos limites para o tal "juro de equilíbrio" ?
A oitava lição vem do câmbio. É um erro deixar a moeda apreciar-se, em meio a uma discussão etérea sobre as suas causas. Para além das causas, embora seja importante detectá-las, é preciso agir logo para evitar os efeitos da desindustrialização. Daí a necessidade de rever a estrutura da regulação e da política cambial, que sempre foi concebida para a convivência com a escassez de divisas, e não com a sua abundância, como é o caso presente e futuro da economia brasileira.
A nona lição vem da importância da credibilidade e capacidade de comunicação do governo. Particularmente o papel do presidente Lula, destacando a importância de que as empresas mantivessem seus investimentos e o nível de emprego e aos consumidores que sustentassem a demanda, foi fundamental para a continuidade das atividades.
A décima e última, mas nem por isso menos importante lição é o rompimento de paradigmas. O cenário internacional e doméstico exige a revisão de paradigmas que impõem pseudolimites para a redução das taxas de juros reais, do PIB potencial e de muitos outros aspectos. Qualquer parâmetro de potencial de crescimento e de possíveis pressões de preços deve levar em conta as condições de saída de ociosidade da indústria local, também que projetos de investimentos de aumento da capacidade permanecem em execução, que há em muitos casos excesso de oferta no mercado internacional.
Antonio Corrêa de Lacerda - professor-doutor da PUC-SP, é doutor pelo Instituto de Economia da Unicamp, ex-presidente do Cofecon e da Sobeet e autor de vários livros. Foi um dos ganhadores do Prêmio Jabuti, em 2001, com "Desnacionalização" (Editora Contexto). E mail aclacerda@pucsp.br
- O CM News é uma publicação diária da CM Consultoria de Administração Ltda. Artigos, notícias e matérias sobre educação, com foco no ensino superior são compiladas das mais diversas fontes em todo o Brasil. A inserção dos referidos artigos, matérias e notícias não refletem necessariamente a opinião da CM Consultoria, pois os mesmos são recebidos e reproduzidos na integra, não havendo alteração por parte da CM Consultoria, a não ser por autorização do veículo ou do autor. 
Fonte: Valor Econômico 

Portugal começará a adotar nova ortografia em janeiro 
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal Terra Educação, 10/12/2009
Cerca de um ano depois de oficialmente implementado no Brasil, o novo acordo ortográfico começará a ser adotado a partir de janeiro de 2010 em Portugal. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pela ministra da Cultura portuguesa, Gabriela Canavilhas. As informações são do jornal Expresso. Segundo Canavilhas, um dos primeiros documentos a adotar a nova ortografia, que visa a unificar a linguagem escrita dos países lusófonos, será o Diário da República. Gradualmente, a  exemplo do que ocorre no Brasil desde o início de 2009, todos materiais impressos adotarão a nova ortografia da língua portuguesa, informa o periódico.
Acordo - Aprovado em 1990 por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, o acordo só foi retificado em 2006 por São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Brasil, número mínimo de ratificações. Este grupo foi seguido de Portugal e Guiné-Bissau. O  Presidente de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, promulgou o acordo em julho de 2008. O português contemporâneo é falado por cerca de 290 milhões pessoas, das quais 200 milhões são falantes nativos. Grosso modo, o portugês se divide entre o brasileiro e o dos demais países lusófonos. O novo acordo modifica a grafia de cerca de 0,5% das palavras dos brasileiros, enquanto que toca 1,6% do vocabulários de portugueses, angolanos e demais falantes da língua. 

Ensino de nove anos aguarda implantação em apenas 8% dos municípios
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 11/12/2009 - Brasília DF Ascom MEC 
O ensino fundamental de nove anos já está implantado em 5.130 municípios brasileiros, o que corresponde a 92% do total. Isso significa, segundo dados do censo escolar de 2009, que 1,4 milhão de crianças de seis anos de idade estão matriculados no primeiro ano do ensino fundamental. Os outros 434 municípios (8%) devem garantir a matrícula das crianças nessa faixa etária em 2010, como determina a Lei nº 11.274, de 2006. Em nove unidades da Federação — Acre, Tocantins, Ceará, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Goiás —, 100% das redes universalizaram o acesso.
Os dados do censo escolar mostram que as regiões Norte e Nordeste apresentam os menores índices de matrículas de crianças de seis anos. No Norte, a implantação está 78% e no Nordeste, em 84% — nas outras  regiões, os índices ficam entre 97% e 99%.  Quando os dados se referem aos estados, o Amapá aparece com 44% dos seus 16 municípios e o Pará, com 47% dos 143 — são as menores porcentagens entre as 27 unidades da Federação, conforme a tabela.
Para tirar dúvidas levantadas pelos sistemas de ensino e ajudá-los a superar obstáculos que dificultem a execução da lei, a Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação realizou, este ano, uma série de seminários nos estados. Há a expectativa, segundo a coordenadora do ensino fundamental da SEB, Edna Martins Borges, de que as 434 redes de ensino assegurem a matrícula das crianças de seis anos na abertura do próximo ano letivo. Evolução — A trajetória de implantação do ensino fundamental de nove anos começa em 2005, com a adesão de 27,08% das prefeituras. Em 2006, sobe para 47,2%; em 2007, para  71,78%; em 2008, para 82,57% e este ano, para 92%. Levantamento da SEB contém a relação dos 434 municípios, por região e estado, nos quais o acesso de crianças de seis anos não está assegurado.
Ao mesmo tempo em que avalia como positiva a universalização do acesso em 92% das prefeituras, Edna Borges lembra que o conjunto dos municípios ainda tem uma série de desafios a serem vencidos para melhorar a qualidade da educação. Um dos mais significativos, segundo ela, é garantir às crianças que entraram na primeira série aos sete anos a oportunidade de completar o ensino fundamental na modalidade de oito anos. Edna considera fundamental, também, que os sistemas consolidem o ciclo da infância —crianças dos seis aos oito anos de idade devem ser alfabetizadas sem sofrer reprovação. 

Cresce 16% o total de brasileiros que estudam nos EUA
Fonte: Clipping Educacional Consae O Estado de São Paulo, 14/12/2009 - São Paulo SP
Relatório do governo americano aponta ainda que[br]o n.º de estudantes daquele país no Brasil subiu 8%
Gustavo Chacra, CORRESPONDENTE, NOVA YORK 
Cada vez mais estudantes brasileiros vão para universidades dos Estados Unidos e americanos partem para estudar no Brasil. A informação é do Instituto Internacional de Educação (IIE), órgão ligado ao Departamento de Estado norte-americano e que monitora o total de estudantes estrangeiros em universidades do país. O crescimento não foi suficiente para aproximar o Brasil de outras potências emergentes, como a China e a Índia, que enviam 12 vezes mais estudantes para os Estados Unidos. O Brasil ocupa a 13ª colocação. No entanto, no ano de letivo de 2008/2009, o total de brasileiros subiu 16%. Atualmente, segundo informou o IIE no seu relatório Open Doors, há 8.767 estudantes brasileiros cursando universidades nos EUA. A Índia, com 103 mil, e a China, com 98 mil, estão nas duas primeiras posições e apresentaram um crescimentos de 9% cada uma no último ano. Dos 12 países à frente do Brasil, apenas o Canadá, o México e a Alemanha não se localizam na Ásia.
Ao todo, há 671.616 estrangeiros em universidades dos EUA. A  elevação foi de 16% em relação ao ano letivo 2007/2008. Nos dois anos anteriores, o aumento foi de 10%. "Receber estudantes e acadêmicos estrangeiros enriquece a experiência educacional de todos, consolidando os laços entre povos e nações", disse Judith McHale, subsecretária dos EUA para Diplomacia Pública. "A educação superior americana continua muito valorizada no mundo", acrescentou em comunicado Allam Goodman, presidente do IIE.
As cidades das costas ainda são as que mais atraem. A primeira colocada em número de estrangeiros é a Universidade Southern Califórnia, em Los Angeles, seguida pela NYU e Columbia, de Nova York. Para os brasileiros, a decisão de estudar nos EUA é influenciada pela cotação do dólar. Em momentos como agora, com a depreciação da moeda americana em relação ao real, cresce a procura de brasileiros por cursos nas universidades americanas. Um ano no exterior, nas universidades mais tradicionais, como Princeton, Yale e Stanford, pode custar quase US$ 50 mil (R$ 86,5 mil). Caso não  tenham condições de bancar os custos, os brasileiros devem recorrer a bolsas de estudo esportivas ou acadêmicas. Nos dois casos, são muito concorridas. Além disso, as faculdades solicitam informações da vida acadêmica, resultados de provas e entrevistas.
Thiago Arruda faz mestrado em administração pública na Universidade Columbia. "Mesmo que não seja uma universidade grande, vale a pena. O ideal é vir na pós-graduação, já que os custos serão mais curtos." Os mestrados nos EUA costumam durar de um a dois anos. A graduação demora quatro. Doutorados podem chegar a sete. O total de americanos estudando no Brasil também cresceu. São 2.723 estudantes dos EUA nas universidades brasileiras, 8% mais do que em 2008. O Brasil é o 20º destino de americanos no mundo. Os quatro primeiros países na lista são europeus. Na América Latina, México, Argentina e Costa Rica recebem mais americanos do que o Brasil. Um dos motivos pela procura maior pelos países vizinhos é a língua, pois o espanhol se tornou praticamente obrigatório no mercado americano. 

Empresas buscam novo consumidor nordestino
Fonte: Consumidor RS
Taxas de crescimento da região vêm se mantendo consistentemente acima da média nacional nos últimos anos
Tema recorrente nos discursos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o "resgate da autoestima da população brasileira" tem no Nordeste, região onde nasceu Lula, o principal exemplo. Região que tem mais pessoas beneficiadas pelo Bolsa-Família (6.238.155 em outubro, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, correspondente a 49,96% do total) e proporcionalmente tem mais trabalhadores que recebem até um salário mínimo por mês (48,17% do total, ante 29,08% da média nacional, segundo o IBGE), o Nordeste mostra o poder dos programas de distribuição de renda e dos consecutivos reajustes do salário mínimo acima da inflação na economia.
Com mais poder de consumo, a população compra mais, o que fortalece os varejistas e incentiva os empreendedores a investir. Com mais lojas, há mais demanda para a indústria, que se instala na região para melhor atender aos pedidos. O fortalecimento da cadeia faz crescer o mercado de trabalho, dando mais opções de empregos à população. "É um ciclo muito benéfico", avalia o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador , Antoine Tawil.
É nesse ciclo que se baseiam as taxas de crescimento da região, que vêm se mantendo consistentemente acima da média nacional nos últimos anos. Desde 2005, a taxa média de crescimento do PIB do Nordeste é de 4,725%, ajudando a puxar para cima o PIB nacional, que registra média de 4,5% de aumento por ano. Este ano, mesmo com a crise, a expansão do PIB do Nordeste deve ser de 1,5%, enquanto a média nacional deve ficar em torno de zero.
De acordo com a CDL, nos últimos cinco anos o mercado varejista de Salvador cresceu, em média, 8,52% por ano - com picos de mais de 10% de crescimento em 2006 e 2007. Mesmo com a crise econômica mundial, o crescimento registrado em 2008 foi de 7,98% e em 2009, até setembro, de 5,5%.
Quem percebeu a movimentação da economia do Nordeste com mais antecedência hoje colhe os frutos da aposta. A multinacional de alimentos Nestlé, por exemplo, inaugurou uma fábrica em Feira de Santana (BA), 110 quilômetros a oeste de Salvador, em fevereiro de 2007. Foi a primeira unidade da empresa no mundo a fabricar produtos exclusivamente para um mercado específico, com base no poder aquisitivo do público-alvo e nos gostos da população da região.
Saem de lá, por exemplo, pacotes de biscoitos Bono e Negresco 30% menores (140 gramas) que os encontrados no Sudeste, além de marcas específicas, como a linha de café solúvel Dolca, de sabor menos amargo que o do Nescafé tradicional.
Um ano e quatro meses depois da inauguração, foram anunciados novos investimentos na unidade, de R$ 50 milhões, para fazer a produção saltar de 40 mil para 120 mil toneladas por ano. "A participação do mercado nordestino na operação brasileira da Nestlé já é de 36% e cresce o dobro da média nacional", explica o presidente da empresa, Ivan Zurita.
De lá para cá, outras indústrias tradicionais apresentaram planos, com foco no mercado nordestino. Kraft, Sadia e Perdigão instalaram-se em Pernambuco, com investimentos somados de R$ 700 milhões. A fabricante de brinquedos Estrela escolheu Sergipe para montar uma unidade de produção que vai abastecer exclusivamente o Norte e o Nordeste - segundo comunicado da empresa, mercados nos quais são valorizados "brinquedos maiores e mais baratos". O investimento é de R$ 10 milhões.
Grandes redes varejistas que, por décadas, desprezaram a região, agora anunciam investimentos. O exemplo mais categórico foi das Casas Bahia, que depois de 52 anos resolveu este ano se instalar, com quatro lojas, no Estado que lhe dá nome, para iniciar suas operações no Nordeste.
Dois meses depois, a gigante do varejo comprou uma rede local de eletrodomésticos, a Romelsa, com 17 lojas. Na semana passada, as Casas Bahia comunicaram que estudam a possibilidade de adiantar a instalação de uma fábrica de móveis Bartira, integrante do grupo, em Camaçari.
A rede paulista de cafeterias Fran"s Café também inaugurou uma loja da franquia em Salvador em 2007. "Imaginávamos que havia espaço para uma loja do tipo na cidade, funcionando 24 horas, já que não havia nada parecido", conta a franqueada Daniela Luz. Em dois anos, ela e a sócia, Andrea Rosa, abriram mais duas lojas na capital baiana. A rede McDonald''s também passou a reforçar bases na região. Este ano, das 24 novas lojas inauguradas no País, seis estão no Nordeste.
No setor imobiliário, o maior empreendimento residencial em construção no Brasil está em Salvador. O Le Parc, instalado no meio do caminho entre a principal região comercial da cidade, o Iguatemi, e o aeroporto, vai ter 1.138 apartamentos distribuídos por 18 torres, todas unidades para a classe A - preços a partir de R$ 420 mil. Para surpresa até dos empreendedores - a paulista Cyrela, que chegou à região há dois anos, e a baiana Andrade Mendonça -, que planejavam lançar conjuntos de quatro ou cinco prédios por vez, mil unidades foram vendidas em menos de um ano.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Autor: Tiago Décimo
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte

Preço do computador é motivo que menos impede acesso à internet no Brasil
Fonte: InfoMoney
Em 2005, custo era problema alegado por 9,1% da população sem acesso à internet. Em 2008, proporção caiu para 1,7%
O preço elevado do computador é um problema alegado por apenas 1,7% dos brasileiros que não acessaram a internet em 2008.
De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 104,7 milhões de pessoas no Brasil não acessaram a internet nos três meses anteriores à Pnad (Pesquisa por Amostragem de Domicílio), realizada em 2008. O número de pessoas sem acesso à internet representou 65,2% da população brasileira.
A falta de acesso ao computador diminuiu em relação à Pnad 2005, quando 37,2% alegavam ser esse o motivo para não navegar na internet. Caiu também a quantidade de pessoas que atribuem ao custo elevado do computador (9,1% em 2005 para 1,7% em 2008).
Não saber usar
Em contrapartida, subiu de 20,9% para 32,8% a quantidade de brasileiros dizendo que não achavam necessário ou não queriam acessar a internet. Não saber utilizar a internet era o motivo de 20,6% da população em 2005 e, em 2008, era de 31,6%.
A Pnad confirma a pesquisa do Ipsos divulgada pela Fecomércio-RJ, que apontava que a redução nos preços dos computadores, com isenções fiscais como a Lei do Bem, vinha aumentando o acesso da população a computadores.
Porém, esse novo consumidor ainda estava se adaptando - muitos deles (57%) afirmavam não saber usar o computador.

Projeto amplia direitos dos passageiros de ônibus
Fonte: Agência Câmara
Passageiro poderá desistir da viagem até a hora do embarque e transferir o crédito correspondente ao valor da passagem para outra pessoa
Garçon lembra que as empresas aéreas já dispõem de arquivos eletrônicos.
O Projeto de Lei 5533/09, do deputado Lindomar Garçon (PV-RO), permite que o usuário do transporte público coletivo rodoviário intermunicipal, interestadual e internacional desista da viagem até a hora do embarque e transfira o crédito correspondente ao valor da passagem para outra pessoa. Conforme a proposta, esse crédito poderá ser usado em qualquer linha ou trecho operado pela empresa.
O projeto também obriga as empresas desse setor a manter arquivos das passagens vendidas para emitir segunda via dos tíquetes, em caso de dano ou extravio do original. Esse arquivo poderá ser eletrônico ou não.
O autor lembra que as empresas aéreas já dispoõem de arquivos eletrônicos e dispensam até a emissão do bilhete, bastando o fornecimento do número pelo passageiro, no momento do check in. Isso, segundo ele, mostra a importância de manter o arquivo.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
PL-5533/2009
 
Seguradoras são obrigadas a dar cobertura total para danos com enchentes
Fonte: Consumidor RS
Sincor afirma que aumentou em até 25% o número de sinistros causados pelas fortes chuvas neste ano em todo o Brasil
As fortes chuvas que atingiram a capital paulista e várias outras regiões do País nos últimos dias deixaram seu rastro: vários pontos de alagamento, rios transbordados e enchentes.
Em todo o ano, o número de sinistros (acionamento do seguro após algum acidente) ocasionados pela chuva aumentou entre 20% e 25%, segundo o presidente da Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo), Leoncio de Arruda.
Arruda explica que, se o seguro do carro for total, cobre qualquer tipo de alagamento. "Exceto em casos de negligência, onde o motorista entra na enchente de propósito, o seguro cobre tudo", disse.
Negligência do motorista
O presidente do Sincor contou que, nesta semana, um policial de São Paulo proibiu um motorista de avançar com o carro em uma região alagada. "Mesmo após ser proibido, a pessoa entrou. O carro ficou. Então, o policial fez o boletim de ocorrência contando que havia proibido o motorista e, mesmo assim, ele foi", disse. "Nesse caso, a seguradora vai se recusar a pagar".
Arruda diz ainda que, exceto em casos que seja comprovada a negligência ou imprudência do motorista, com testemunhas ou o registro de alguma autoridade, a seguradora paga todos os incidentes ocasionados por água da chuva.
Ele dá um exemplo: se a via está inundada, mas todos os carros passam e só o seu fica, não é uma imprudência. Agora, só caminhões conseguem passar e ninguém mais e há várias testemunhas vendo que você enfrentou a inundação, mesmo com pouquíssima chance de conseguir atravessar, aí foi cometida uma imprudência.
"O motorista agravou o risco, como dizemos", declarou Arruda. "É equivalente a você parar seu carro, à noite, em um lugar deserto, com as portas abertas e a chave no contato. A chance de ser roubado é imensa", acrescentou.
O Sincor oferece o atendimento telefônico para esclarecer essa e outras dúvidas dos segurados. O número é 0800-11-4999, ligação gratuita.
Conserto
A Pro Teste - Associação de Consumidores salienta que, quando os danos não ultrapassam 75% do valor do veículo, a seguradora pode optar por consertar o carro, em vez de considerar "perda total".
Nesse caso, é importante que o segurado exija o orçamento de todos os itens trocados e um prazo para a devolução do carro.
Após arcar com o valor da franquia, não é necessário pagar novamente qualquer valor, caso o veículo precise voltar à oficina, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.
Sem seguro
De acordo com a Pro Teste, motoristas que não possuírem seguro de seu automóvel podem entrar na Justiça para reaver os danos ao veículo. Nesse caso, ele precisa comprovar que houve descaso do poder público na manutenção das vias e no controle de áreas de risco.
No entanto, a indenização (da prefeitura, do governo estadual ou até mesmo da União), pode demorar bastante para sair. "A indenização não se limita às perdas materiais. Podem ser reclamados também danos morais e lucros cessantes, quando a pesos deixou de ganhar por não ter chegado ao trabalho", orienta a associação.
Além disso, pessoas com renda inferior a três salários mínimos podem recorrer à Defensoria Pública do Estado. Outros motoristas precisam contratar um advogado.
Fonte: InfoMoney
Autor: Redação
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte

Conheça os 26 impulsionadores da motivação no mundo
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:24 hs. 
Uma pesquisa realizada pela Right Management revelou que a força de trabalho motivada é 50% mais produtiva do que a desmotivada.
Algumas empresas e profissionais acreditam que a motivação está relacionada diretamente com recompensas materiais, podendo ser em forma de aumento salarial ou até mesmo uma gratificação extra por determinada atividade desenvolvida.
"É interessante notar que as afirmações relacionadas com recompensa e reconhecimento mostram relações significativas com a motivação, mas não foram as que apresentaram maior correlação. Funcionários motivados esperam mais do que incentivos materiais", afirma a diretora comercial da Right Management, Márcia Palmeira.
Principais impulsionadores da motivação
Mas, se a motivação não está diretamente ligada à recompensa material, quais são os principais impulsionadores da motivação? De acordo com o estudo, os motivos são os seguintes:
1. Comprometimento com os valores básicos da organização em que trabalha;
2. Valorização dos produtos e serviços pelos clientes;
3. Opiniões levadas em consideração;
4. Entendimento perfeito sobre o trabalho esperado;
5. Contribuição para atender às necessidades dos clientes;
6. Recompensa com justiça;
7. Valorização dos colaboradores por parte dos líderes;
8. Todos são tratados com respeito;
9. Concentração na atividade desenvolvida no local de trabalho;
10. Objetivos pessoais relacionados com o plano de negócios da área;
11. Compreensão clara da missão da organização;
12. Capacidade dos líderes em fazer da empresa um sucesso;
13. Incentivo para assumir novas responsabilidades;
14. Envolvimento da empresa no suporte à comunidade;
15. Oportunidades de carreira na organização;
16. Equilibro entre trabalho e interesses pessoais;
17. A empresa permitir o equilíbrio razoável entre família e trabalho;
18. Pressão razoável na função exercida;
19. Investimento suficiente para bom desempenho da organização;
20. Salário competitivo comparado como cargos semelhantes dentro da empresa;
21. Apoio necessário do gerente imediato para realização do trabalho;
22. Capacidade das pessoas em realizar seu trabalho com eficácia;
23. Empresa eficaz em atrair e reter talentos;
24. Autoridade necessária para realizar bem o trabalho;
25. A empresa promover a saúde e o bem-estar;
26. Investimento na aprendizagem e desenvolvimento das pessoas
Sobre a pesquisa
O levantamento foi realizado com cerca de 30 mil funcionários em 15 países e pediu aos entrevistados que indicassem o nível de concordância ou discordância com 90 afirmações específicas envolvendo a eficácia organizacional. As respostas foram correlacionadas com os relatórios de autoavaliação dos entrevistados sobre seu nível de motivação.
Por Equipe InfoMoney 
Fonte: www.administradores.com.br 

Depois das Casas Bahia, vem aí nova onda de fusões no varejo brasileiro
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:13 hs. 
Compras agora podem ser de redes regionais, apontam especialistas
Ronaldo D’Ercole
SÃO PAULO. Uma nova onda de fusões e aquisições deve chegar ao varejo brasileiro em 2010. De acordo com especialistas, o forte aumento da renda, a inserção de novos consumidores no mercado e a expansão do crédito com a queda dos juros está mudando os padrões de consumo no país, e impondo um novo ambiente de competição entre as empresas do setor. E movimentos como a recente compra das Casas Bahia pelo grupo Pão de Açúcar, que criou um gigante varejista de R$ 40 bilhões de faturamento anual, contribuem para desencadear novos negócios.
— Esse parece ser o movimento natural do mercado. Mas isso é uma oportunidade de mercado, não dá para prever — disse Luiza Trajano, presidente da rede de lojas Magazine Luiza que está pronta para reforçar o capital com o lançamento de ações na Bolsa em 2010.
Estudo da Deloitte, concluído em novembro, aponta para a retomada das fusões e aquisições também no setor de supermercados já a partir do próximo ano. Movimento precipitado pela necessidade de ganho de escala e de diversificação dos formatos de lojas para atender diferentes públicos.
— O que conseguimos ver é que há um viés para novas aquisições nos próximos anos. Comprar empresas estará na pauta de investimentos das empresas do setor — diz Reynaldo Saad, sócio e diretor da área de varejo da consultoria Deloitte.
A perspectiva de forte crescimento da economia brasileira a partir de 2010 é outro aspecto que aumenta o interesse por negócios no setor, diz Alexandre Pierantoni, sócio especialista em fusões e aquisições da PricewaterhouseCoopers (PwC).
A questão é que, com o aquecimento da economia tanto as redes de menor porte como as varejistas regionais, teoricamente potenciais alvos das empresas líderes, estão capitalizadas, e aproveitam o crédito farto para crescer. A carteira de financiamento para investimentos no varejo do BNDES, que fechou 2008 com desembolsos de R$ 1,56 bilhão, até outubro deste ano era de R$ 2,58 bilhões.
— A maior formalização do varejo aumenta a necessidade de ganho de escala, as margens são baixas no setor. Tudo aponta para mais fusões e aquisições. As redes nacionais estão crescendo e as regionais também — diz Carlos Eduardo Castello Branco, chefe do Departamento de Bens de Consumo do BNDES.
Com 280 lojas em dez estados e faturamento que deve chegar a R$ 2,3 bilhões este ano, Ricardo Nunes, dono da rede Ricardo Eletro, diz não temer o assédio de gigantes como o Pão de Açúcar, com quem quer brigar também nas aquisições.
— Nós estamos firmes para crescer, não para ser consolidados — avisa Nunes, que vai abrir 50 lojas ano que vem e diz que quer ser líder no Rio.
— Mesmo no Nordeste, a situação das redes é boa — diz Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
O CM News é uma publicação diária da CM Consultoria de Administração Ltda. Artigos, notícias e matérias sobre educação, com foco no ensino superior são compiladas das mais diversas fontes em todo o Brasil. A inserção dos referidos artigos, matérias e notícias não refletem necessariamente a opinião da CM Consultoria, pois os mesmos são recebidos e reproduzidos na integra, não havendo alteração por parte da CM Consultoria, a não ser por autorização do veículo ou do autor. 
Fonte: O Globo - RJ 

Reabertura do Coleta Capes – ano base 2008
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:36 hs. 
A Capes informa que no período de 10 de dezembro de 2009 a 15 de janeiro de 2010 o aplicativo CAPESNET estará aberto para que possam ser enviados arquivos corrigidos do Coleta referentes aos dados do ano base 2008. O reenvio do arquivo não é obrigatório, mas sim facultado àqueles programas de pós-graduação que necessitarem corrigir o arquivo anteriormente encaminhado à Capes.
Esclarecimentos e informações adicionais que se fizerem necessários poderão ser obtidos exclusivamente por meio do endereço eletrônico coleta@capes.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. 
Fonte: Portal Capes 

Editoras se unem para criar conteúdo do futuro
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:47 hs. 
Time Inc., Condé Nast, Hearst Corporation, Meredith e News Corporation querem desenvolver software para dispositivos que ainda não existem
Richard Pérez-Peña
Cinco das principais editoras de revistas e jornais anunciaram na terça-feira seus planos para o desenvolvimento de uma plataforma padrão para apresentar seu conteúdo na rede, em smartphones e leitores eletrônicos de uma forma mais flexível e lucrativa do que a atualmente possível.
Não falta ambição ao consórcio formado por Time Inc., Condé Nast, Hearst Corporation, Meredith e News Corporation. O grupo espera criar um software para dispositivos que ainda não existem - celulares um pouco mais avançados do que qualquer modelo disponível atualmente no mercado, e leitores eletrônicos muito mais sofisticados do que os dispositivos de hoje, com suas telas monocromáticas e interface estática.
A parceria ainda não batizada, cujas linhas gerais foram divulgadas no mês passado, foi pensada originalmente para atender às revistas, apesar de John Squires, futuro gerente geral da iniciativa, dizer que o produto final servirá para a leitura de jornais, livros e outras formas de mídia.
Ele disse que não pode oferecer uma estimativa quanto à data em que o projeto disporia de um produto, mas, segundo ele, quando os leitores eletrônicos sofisticados e dotados de telas capazes de exibir cores realistas chegarem ao mercado, "precisaremos oferecer aos leitores um aplicativo que torne a experiência atrativa".
James McQuivey, analista do setor de mídia da Forrester Research, disse sobre a parceria: "No momento, tudo é muito especulativo, mas o que eles estão tentando fazer é fincar uma bandeira num novo território, dizendo que, conforme os leitores eletrônicos evoluem, não podemos esquecer que revistas têm formatos diferentes de livros."
A Time Inc. divulgou um vídeo dando alguma ideia do que tem em mente - uma versão digital da revista Sports Illustrated, exibida numa tela colorida sensível ao toque, mais atraente para os leitores do que o conteúdo atualmente disponível na maioria dos dispositivos móveis, oferecendo uma experiência muito mais interativa e adaptável ao gosto do usuário.
O consórcio planeja vender essas versões de suas publicações por meio de uma loja online semelhante à iTunes Store, da Apple. Squires, ex-vice-presidente executivo da Time Inc., disse que o grupo espera atrair não apenas os leitores, mas também os anunciantes, permitindo que as editoras cobrem preços mais altos pelos anúncios digitais, que são hoje muito mais baratos do que as versões impressas.
McQuivey questionou o uso de um novo software para permitir a cobrança pelo acesso ao conteúdo de revistas, dizendo que a ideia pode não oferecer grandes melhorias em relação às experiências disponíveis gratuitamente na rede.
GRUPO DE PESO
As cinco parceiras são proprietárias da joint venture - elas não divulgaram o quanto investiram - e esperam conquistar o apoio de outras editoras, que passariam a usar o software desenvolvido pelo grupo.
Time, Condé Nast, Hearst e Meredith estão entre as maiores editoras de revistas do mundo; a Advance Publications, dona da Hearst e da Condé, possui também grandes cadeias de jornais. A News Corporation é uma grande editora de jornais e livros, e possui também grandes holdings no ramo da televisão. 
Fonte: O Estado de São Paulo 

Panorama é excitante e arriscado
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:04 hs. 
Como de costume, neste período do ano divulgamos a atualização de nossas previsões - da área de pesquisa econômica do Goldman Sachs - para 2010, e as projeções de Produto Interno Bruto (PIB) e inflação em 2011.
Com base nessas projeções, 2010 e 2011 devem ser anos mais vigorosos - a nossa expectativa é de um crescimento do PIB mundial de 4,4% em 2010 e de 4,5% em 2011. A previsão para 2010 está acima do consenso, e, embora não haja ainda nenhum prognóstico consensual para 2011, achamos que as nossas previsões para esse ano também serão bem superiores à média. Quanto à inflação, nossa projeção está abaixo da perspectiva de consenso, não obstante o nosso relativo otimismo com o PIB.
Se essas previsões se provarem corretas, a combinação de crescimento melhor do que o esperado e uma inflação menor do que a prevista será uma boa notícia para os mercados financeiros. Como esperamos que a demanda doméstica no âmbito dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) e no mundo emergente continue vigorosa, enquanto a demanda interna nos países do G-7 (grupo dos sete países mais ricos) deve permanecer relativamente morosa, podemos dizer que as perspectivas para o mercado financeiro são ainda melhores.
Mais especificamente, prevemos dois anos consecutivos de crescimento do PIB global acima de 4%, mas sem nenhum aumento das taxas de juro de curto prazo nos EUA! Esse deve ser um fato positivo para os ativos de risco, plantando as sementes para uma nova supervalorização mais à frente. De outro lado, isso nos deixa muito preocupados quanto aos riscos que poderão surgir, incluindo o perigo de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) precisar fazer um aperto da sua política mais cedo do que o esperado.
Nosso índice de estresse financeiro sistêmico mostra um quadro extremamente tranquilizador, como tem ocorrido há muitos meses. Esse índice foi projetado para medir os riscos do sistema financeiro. Se você acha que foi o aumento significativo dos riscos financeiros sistêmicos em 2008 que originou a recessão global, então o nosso índice, medido para grande parte de 2009, vai deixá-lo mais otimista.
O índice certamente nos deixou mais otimistas. Examinando o nível em que se situa atualmente, a única dúvida é saber em que momento nossas autoridades poderão se ver tentadas a ser menos generosas nas suas políticas anticíclicas.
Uma parte bem importante desse nosso otimismo pode ser compreendida com base em um exame das nossas projeções para a demanda interna dos países. No geral acredita-se ainda, após a crise, ser muito difícil para o mundo se desconectar da sua dependência do consumidor americano. Esse pode ser o caso de alguns países, especialmente no mundo desenvolvido, mas, com base nas nossas projeções para 2010 e 2011, isso não é verdade. De fato, nossa expectativa é de uma demanda doméstica global mais ampla e mais vigorosa até 2011, com os países do Bric registrando aumentos de 9,9% e 9,3% em 2010 e 2011. Embora deva ocorrer uma modesta redução da demanda na China em 2011, em comparação com 2010, nossas projeções para a demanda em outras partes, especialmente a Índia (9,9% em 2011), são de chamar a atenção.
Com efeito, se agregarmos todo o mundo em desenvolvimento, é daí que vem o vigor das despesas de consumo em termos globais. É improvável que se trate meramente de um desenvolvimento cíclico de curto prazo. O crescimento do consumo na área dos Brics e de mais 11 países considerados relevantes do mundo emergente (como México, Nigéria, Paquistão e Vietnã) é um importante avanço estratégico da nossa era.
Atualmente, um dos aspectos mais fascinantes dos mercados é o intenso debate sobre inflação e deflação. Um campo parece muito convencido de que é inevitável um grande aumento da inflação, consequência da expansão dos balanços dos bancos centrais, da escalada dos déficits fiscais e dos preços crescentes das commodities. Para o outro campo, a crise do crédito e seus efeitos devem nos conduzir a uma era de deflação sustentada, como a que acometeu o Japão, particularmente nos EUA e no resto do mundo desenvolvido.
Mas as nossas projeções para 2010 e 2011 - como também as de consenso para 2010 - não indicam nenhum desses extremos. No caso de 2010, como mencionamos anteriormente, nossa perspectiva está na verdade abaixo da previsão de consenso, embora seja mais otimista com relação ao crescimento e aos preços do petróleo bruto.
Assim, em que devemos prestar atenção e o que nos preocupa? Uma nova e persistente desaceleração da economia dos Estados Unidos, além de implícita em nossas previsões para 2010 (2,1% de crescimento), constitui aparentemente o maior risco que vem preocupando muitos investidores. É um perigo óbvio e, se os Estados Unidos resvalarem numa nova recessão, com quedas reais do PIB, então esse será um novo grande risco para o resto do mundo.
Mas para os mercados globais, especialmente os emergentes, talvez o maior risco seja o oposto, com relação aos Estados Unidos. Se a economia americana se fortalecer muito mais do que projetamos e, em particular, o crescimento for forte e sustentado o bastante para convencer o Fed a elevar as taxas de juros, esse poderá ser um teste para os ativos de risco em todo o mundo.
Embora acreditemos que o Fed não elevará as taxas de juros durante um longo tempo por causa do tamanho da ociosidade da economia e das suas preocupações com uma possível deflação, nós achamos que, se o BC americano decidir elevar as taxas de juros, ele poderá fazê-lo de forma resoluta.
Em relação a riscos mais gerais, muita gente já está preocupada com novas bolhas dos preços de ativos e com possíveis medidas de política econômica para evitá-las. Várias medidas já foram introduzidas com o objetivo de desencorajar entradas excessivas de capital especulativo em alguns países. Levando-se em conta as nossas projeções de crescimento global, e de nenhum aumento nas taxas de juro de curto prazo nos Estados Unidos, esses temores podem se intensificar.
Existem, claro, muitos outros tipos de riscos em todas as partes do mundo, e isso ficou evidente com o recente tumulto envolvendo Dubai.
No entanto, acreditamos fundamentalmente que, para esses riscos serem suficientemente globais e persistentes, provavelmente terão de envolver os Estados Unidos e/ou a China. Com certeza, estaremos prestando muita atenção, não só nesses dois países, como também em muitos outros.
Jim O´Neill 
Fonte: O Estado de São Paulo