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17/12/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
Esclarecemos que as matérias veiculadas no AMPESC CLIPPING não representam, necessariamente, a opinião da Associação.




A AMPESC estará em recesso do dia 22 de dezembro até o dia 22 janeiro de 2010.
Sendo que fará plantão em dias alternados durante esse período.



Inscrições abertas para o TESTE ANPAD fevereiro

Confecom aprova proposta de diploma para o exercício do jornalismo

Benefício Especial aos Estagiários

Reconhecida repercussão geral sobre obrigatoriedade do Exame da OAB para o exercício da advocacia

Ministro diz que Brasil requer modelo educacional inclusivo

Entrevista de Fernando Haddah sobre o ENEM

Educação aprova exigência de caderneta de saúde para matrícula

Para dirigente, internacionalização aumentará inclusão

Governos e prefeituras recebem verba para formação de jovens

Governo isenta micros para escolas e prorroga redução de IPI de máquinas

Câmara realizará Seminário sobre “A Importância do Ensino de Educação Física nas Escolas do Brasil”


Incentivo ao ensino da matemática pode melhorar educação pública

Já falta mão de obra no setor de construção civil


Brasil registra recorde de vendas de computadores

OAB, MP e juízes criarão câmara para debater temas consenso das carreiras

Ministério da Educação replica o projeto Catraca Livre

Cresce 16 % total de brasileiros que estudam nos EUA


Exame reflete ensino, dizem profissionais

Apesar do salário alto, setor de segurança e saúde sofre com falta de profissionais


Ipea: ensino médio é principal gargalo da educação 

Exportações para os países árabes cresceram no mês de novembro

Devedor de condomínio no SPC em SC

Brasil Alfabetizado tem 1,3 milhão de alunos cadastrados para 2010

MEC vai pedir US$ 420 milhões ao Banco Mundial para socorrer hospitais universitários


Câmara muda regra de correção de piso salarial de professor

Inscrições abertas para o TESTE ANPAD fevereiro
Fonte: NEWS CRA/SC
Estão abertas as inscrições para o Teste ANPAD – Edição Fevereiro de 2010. A prova será realizada no dia 7 de fevereiro em 30 cidades do Brasil. Em Santa Catarina haverá provas em Chapecó, Florianópolis e Blumenau.
O exame é utilizado por diversas instituições de ensino como parte do processo de seleção de cursos de pós-graduação e de cursos profissionalizantes nas áreas de Administração e Ciências Contábeis. A avaliação é composta por cinco provas - Raciocínio Lógico, Raciocínio Quantitativo, Português, Inglês e Raciocínio Analítico.
As inscrições para o Teste Anpad devem ser feitas somente pela internet.

Confecom aprova proposta de diploma para o exercício do jornalismo
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:17 hs. 
Os delegados da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), formada pela sociedade civil, empresarial e pelo poder público, aprovaram, em plenária final, a exigência de graduação específica e regulamentação da profissão de jornalista. A proposta, que seguirá para o Congresso, foi apresentada nesta quarta-feira (16/12).
O resultado foi comemorado pela maioria dos delegados, que aclamaram a decisão e repetiam frases a favor do diploma, obrigatoriedade derrubada em junho deste ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Além dessa proposta, em uma outra sugestão, a Confecom exige a regulamentação de outras profissões, como a de radialista e outros profissionais de mídia.
Os delegados também aprovaram a criação do Conselho Nacional de Comunicação, com representantes dos setores civil, empresarial e público. Entre outras ideias, a Conferência destacou pontos como mais rigor nas concessões, estímulo às mídias livres, inclusão digital, rádios comunitárias, melhor distribuição das verbas publicitárias públicas, entre outros.
Ate amanhã, todas as propostas aprovadas estarão definidas para avaliação do Congresso Nacional, outras seguem diretamente para o Executivo.
Izabela Vasconcelos, de Brasília 
Fonte: Comunique-se - RJ 

Benefício Especial aos Estagiários
Fonte: Informativo Especial CIEE/SC
Por ocasião do final de ano, várias empresas vêm adotando, de forma espontânea, a concessão de Bolsa-Auxílio Complementar aos seus estagiários, como reconhecimento ao empenho e dedicação demonstrados pelos estudantes, no cumprimento de seus programas de estágio.
Ao adotar a prática do pagamento de Bolsa-Auxílio Complementar, a empresa deve solicitar ao estagiário a assinatura em um recibo do pagamento, informando que trata-se de bolsa-auxílio complementar, evitando qualquer nomenclatura usada para os demais trabalhadores. A nova lei do estágio deixa claro que este benefício é opcional e não gera vínculo empregatício.
É importante ressaltar que, se a soma dos valores da Bolsa-Auxílio normal mais o da Bolsa-Auxílio Complementar, superar o limite de isenção da tabela do Imposto de Renda, vigente no mês de pagamento, haverá necessidade de retenção do imposto devido, cujo recolhimento deverá ser feito junto à Receita Federal.

Reconhecida repercussão geral sobre obrigatoriedade do Exame da OAB para o exercício da advocacia
Fonte: Fonte: Supremo Tribunal Federal
O Supremo Tribunal Federal entendeu haver repercussão geral no Recurso Extraordinário (RE) 603583, que questiona a obrigatoriedade do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil para que bacharéis em Direito possam exercer a advocacia. A votação foi unânime e ocorreu por meio do Plenário Virtual da Corte.
O recurso contesta decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, segundo a qual somente bacharéis em Direito podem participar do Exame da Ordem. Para o TRF-4, a exigência de aprovação no Exame de Ordem como requisito para o exercício da advocacia não conflitaria com o princípio da liberdade profissional, previsto no artigo 5º, inciso XIII, da Constituição Federal.
De acordo com o RE, a submissão dos bacharéis ao Exame de Ordem atenta contra os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade, do livre exercício das profissões, bem como contra o direito à vida. Conforme o recurso, impedir que os bacharéis exerçam a profissão de advogado após a conclusão do curso universitário também representaria ofensa aos princípios da presunção de inocência, do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa.
Por isso, no recurso, há alegação de violação aos artigos 1º, inciso II, III e IV; 3º, incisos I, II, III e IV; artigo 5º, incisos II e XIII; 84, inciso IV; 170; 193; 205; 207; 209, inciso II; e 214, incisos IV e V, todos da Constituição Federal.
Ainda, conforme o recurso extraordinário, não há pronunciamento do Supremo quanto à constitucionalidade do Exame de Ordem. Também discorre sobre o valor social do trabalho e diz que a exigência de aprovação no Exame de Ordem representa censura prévia ao exercício profissional.
Dessa forma, sustenta caber apenas à instituição de ensino superior certificar se o bacharel é apto para exercer as profissões da área jurídica. Por fim, argumenta ser inconstitucional a autorização, que consta do artigo 8º da Lei 8.906/94, para regulamentação do Exame de Ordem pelo Conselho Federal da OAB, por afronta ao princípio da legalidade e usurpação da competência privativa do presidente da República para regulamentar leis.
O relator do recurso, ministro Marco Aurélio, manifestou-se pela existência de repercussão geral, e foi seguido por unanimidade. “Bacharéis em Direito insurgem-se nos diversos órgãos do Judiciário contra o denominado Exame de Ordem, que, segundo argumentam, obstaculiza de forma setorizada, exclusivamente quanto a eles, o exercício profissional. O Supremo há de pacificar a matéria, pouco importando em que sentido o faça”, disse o ministro, ressaltando que a presente situação é retratada em inúmeros processos. 

Ministro diz que Brasil requer modelo educacional inclusivo
Fonte: Jornal da Educação
A realização da 8ª Conferência Nacional sobre os Direitos Humanos na semana passada, em Brasília, mostrou a necessidade de se criar um novo modelo educacional, segundo o ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi. De acordo com ele, essa forma alternativa deve desenvolver as potencialidades dos jovens para mantê-los longe da criminalidade.
Para o ministro, o país precisa de uma política nacional que sobreviva a eventuais mudanças eleitorais que possam ocorrer no próximo ano, nos planos federal, estadual ou municipal. Isso é importante para que tenha continuidade o trabalho de proteção de crianças e adolescentes contra a violência e a exclusão.
A ideia é que haja interação de programas envolvendo a inserção escolar e a melhoria da infraestrutura das escolas e da merenda.
Vannuchi destacou que, apesar de o país ter tido melhoras na área social nos últimos anos, não se pode ainda comemorar avanços em relação à educação e à proteção de crianças e adolescentes.

Entrevista de Fernando Haddah sobre o ENEM
Fonte: Informativo ANGRAD 04/12/2009 13:23 iG Educação
Às vésperas da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirma - em entrevista ao iG - que a prova não está "totalmente livre de vazamento". "Mas tenho certeza que será muito difícil alguém ter acesso às provas antes do sábado". Para ele, o vazamento e adiamento da prova, no mês de outubro, não mancharam a imagem do Enem. No entanto, nos próximos anos, haverá mudanças no exame no que diz respeito, principalmente, à contratação da empresa responsável pela impressão e aplicação do teste. “A realização de um concurso das proporções do Enem não pode ser objeto de um processo de licitação por menor preço”, completou.
Haddad disse que o MEC ainda aguarda o fim do inquérito da Polícia Federal para entrar na justiça contra o consórcio e conseguir de volta os R$ 38 milhões pagos para as empresas responsáveis pelo exame em outubro e que foram responsáveis por permitir o vazamento, na opinião do ministro. O ministro disse também que o MEC mantém a intenção de acabar com o vestibular nos próximos três anos. “Queremos acabar com as decorebas, as fórmulas, o adestramento, e, para isso, é preciso acabar com o vestibular do jeito que é feito hoje”. Leia a entrevista:
iG - Após o episódio de outubro, o Enem está livre de vazamento?
Fernando Haddad - Posso assegurar que todas as medidas de segurança possíveis foram tomadas, incluindo-se o concurso das Forças Armadas, das Forças Nacionais de Segurança, das Policias Militares e da Polícia Federal. Além disso, tanto a distribuição das provas como a coleta, agora estão a cargo dos Correios. Totalmente livre de vazamento não está, mas tenho certeza que será muito difícil alguém ter acesso às provas antes do sábado, no momento de respondê-la.
iG - Por quê o MEC não tomou estas providências para a realização da prova em outubro?
Fernando Haddad - Porque os órgãos de controle exigiram que o INEP fizesse uma licitação por menor preço. O consórcio vencedor estava tecnicamente qualificado, mas não tinha a experiência nem a estrutura para enfrentar os problemas que surgiram. Além disso, no afã de vencer o certame propôs um preço muito abaixo do edital, se obrigando a economizar justamente no item segurança.
iG - Este episódio serviu para o MEC estudar mudanças no procedimento com relação à aplicação do Enem nos próximos anos?
Fernando Haddad - Serviu para confirmar nosso entendimento que a realização de um concurso das proporções do Enem não pode ser objeto de um processo de licitação por menor preço. Neste sentido, temos conversado com os órgãos de controle. Nossa proposta é de que o Estado não pode delegar este tipo de competência. Seja na formulação e aplicação da prova, seja na segurança ou na logística.
iG - O MEC entrou com recurso para recuperar o dinheiro do consórcio?
Fernando Haddad - Estamos aguardando a conclusão da auditoria no INEP para formular uma ação indenizatória contra o consórcio. No momento, aguardamos apenas o encaminhamento do inquérito formulado pela Polícia Federal para concluir nossa investigação.
iG - Qual foi o prejuízo financeiro com o adiamento da prova?
Fernando Haddad - Quando fizemos o edital de licitação, multiplicamos o número de possíveis inscrições, 4,2 milhões, por R$ 35, que é o valor da taxa de inscrição de cada candidato, o que totaliza R$ 147 milhões. O consórcio vencedor propôs um preço de R$ 116 milhões. Com os incidentes verificados e o cancelamento do contrato, voltamos aos R$ 147 milhões que é o que vamos despender nesta aplicação. Com a ação de ressarcimento dos R$ 38 milhões pagos ao consórcio, não há que se falar em prejuízo financeiro.
iG - Mas, a imagem do Enem foi manchada?
Fernando Haddad - O Enem era apenas um exame de avaliação do aprendizado no ensino médio. Nós emprestamos a ele a importância devida quando passamos a selecionar candidatos para o Prouni. Neste ano, ele passou a valer vagas diretas em 23 universidades federais e 26 institutos federais de ciência e tecnologia. Além disso, outras 20 universidades federais vão utilizá-lo de alguma maneira em seus processos de seleção, incluindo vagas remanescentes. Fomos vítimas da atitude de um delinquente, não creio que a ideia de realizar-se um exame nacional de seleção para o ensino superior tenha sido abalada.
iG - Mas algumas instituições deixaram de usar as notas ou tiveram que mudar o calendário por conta do adiamento...
Fernando Haddad - É verdade. Mas é importante ressaltar que praticamente todos os reitores das universidades federais adaptaram seus calendários e mesmo aqueles que não o fizeram, notadamente das universidades estaduais, justificaram esta dificuldade pela necessidade imperativa de encerrar seus processos de admissão. Mas, manifestaram seu apoio ao Enem.
iG - O MEC ainda mantém a meta de acabar com o vestibular em três anos?
Fernando Haddad - É preciso sinalizar a transformação que pretendemos no ensino médio, dando-lhe maior inserção na realidade dos estudantes, possibilitando uma formação profissional efetiva. Queremos acabar com as decorebas, as fórmulas, o adestramento, e para isso é preciso acabar com o vestibular do jeito que é feito hoje.
iG - E quanto aos resultados, quando o MEC pretende anunciá-los?
Fernando Haddad - Nosso cronograma prevê o anúncio dos resultados no dia 5 de fevereiro. Isso significa um atraso de apenas 18 dias, em relação à data original. Não haverá alteração no calendário acadêmico.
iG - E como será feita a inscrição nas universidades?
Fernando Haddad - A seleção nas universidades que irão adotar o Enem em seus processos seletivos será feita por meio do sistema de seleção unificada em duas etapas, com uma terceira etapa complementar. O candidato irá inscrever-se em até duas opções de cursos e instituições informando sua nota no Exame. A partir disso, o sistema selecionará os candidatos melhor classificados em cada opção, de acordo com o número de vagas oferecidas pelas instituições. A classificação será feita com base na nota do Enem. Os candidatos selecionados terão um prazo para efetuar a matrícula na instituição, confirmando a ocupação da vaga. As vagas não ocupadas (no caso de sobra ou de não confirmação da matrícula pelo candidato selecionado) retornam ao sistema para serem oferecidas na segunda etapa.

Educação aprova exigência de caderneta de saúde para matrícula
Fonte: Jornal da Educação
A Comissão de Educação e Cultura aprovou nesta quarta-feira (16) o Projeto de Lei 3904/08, que torna obrigatória a apresentação da caderneta de saúde da criança para efetivar a matrícula em creche e pré-escola. A exigência, segundo o texto, será acrescentada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9.394/96).
De acordo com a proposta, da deputada Sueli Vidigal (PDT-ES), os dados terão de ser entregues em até 30 dias após o ato da matrícula ou de sua renovação. Caso contrário, a escola deverá notificar o Conselho Tutelar do município, o juiz competente da comarca e o Ministério Público.
A comissão acolheu o parecer do relator, Dr. Ubiali (PSB-SP), que foi favorável à matéria. O projeto foi aprovado com emenda que permitiu a apresentação de um documento equivalente, caso a família não tenha a caderneta de saúde da criança. De acordo com Dr. Ubiali, o objetivo é que a exigência não se sobreponha ao direito à educação, restringindo o acesso das crianças às creches e pré-escolas.
 
Para dirigente, internacionalização aumentará inclusão
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal Universia, 15/12/2009
Presidente da Andifes acha que universidades desconhecem o desafio
Por Larissa Leiros Baroni, de Belo Horizonte 
A internacionalização do Ensino Superior no País provocará novas demandas e desafios ainda desconhecidos às universidades brasileiras. É o que pensa o presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), Alan Barbiero, que falou a respeito do tema durante o Encontro de Reitores Universia. O evento, que reuniu gestores de aproximadamente 30 instituições de ensino, foi realizado na tarde desta quinta-feira, 10 de dezembro, em Belo Horizonte. "Os processos de inclusão no Ensino Superior não se restringem às ações afirmativas para a incorporação de negros ou de estudantes de classes mais favorecidas", disse Barbiero. Segundo o presidente, com a expansão das universidades em municípios mais afastados será possível transformar as condições sociais de toda uma cidade, não só de seus estudantes. "A instituição de ensino, a partir de todas as suas linhas de atuação, tem o dever de interagir com a sociedade de seu entorno, além de ajudá-la a se desenvolver", defendeu Barbeiro, que aposta no potencial da educação como instrumento de inclusão em qualquer país. "Sem ela, não é possível construir cidadania", acrescentou.
O evento, organizado pelo Universia Brasil, propôs a discussão sobre a responsabilidade da universidade brasileira como agente de coesão e inclusão social. Assim como o presidente da Andifes, a mesa do encontro foi composta pelo reitor da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Zaki Akel, e pelo reitor da UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), Ricardo Motta Miranda. Os debates foram moderados pela reitora da UFAL (Universidade de Alagoas), Ana Dayse Rezende Dórea. Ainda que Akel reconheça o poder da   internacionalização no processo de inclusão no País, ele também ressaltou o potencial das ações afirmativas e apresentou a experiência da própria UFPR para justificar sua afirmação. "A Universidade do Paraná, desde 2004, reserva 20% de suas vagas a estudantes afro-descendentes e outros 20% a alunos oriundos de escolas públicas. Recentemente a instituição também tem garantido acesso a indígenas, bem como a brasileiros com necessidades especiais", afirmou ele em referência ao processo, só valido a partir da segunda fase do vestibular da instituição.
De acordo com ele, a iniciativa associada a programas de suporte de permanência desses estudantes resultou na diversificação de seu corpo discente. "Hoje, temos 1.332 cotistas raciais, 3.799 cotistas sociais, 109 alunos com necessidades especiais e outros 29 indígenas", disse Akel. O reitor acredita que a associação do programa ao aumento da evasão assim como a queda da qualidade acadêmica é um senso comum equivocado. "Esses alunos precisam ser integrados a vida acadêmica, até porque não são estudantes de segunda linha", disparou. Para Miranda, o segredo da inclusão universitária está na institucionalização das iniciativas voluntárias espalhadas nos programas de ensino, pesquisa e extensão. "As ações de inclusão social estão presentes em quase todas as universidades brasileiras, mas quando não são institucionalizadas atendem a um número restrito de pessoas, limitando assim os resultados", declarou o reitor da UFRRJ. "O compromisso da inclusão é um bem comum de toda e qualquer instituição de ensino. No entanto, as ações precisam considerar as especificidades, potencialidades e necessidades de cada uma   delas", acrescentou ele. II Encontro Internacional de Reitores Universia - O encontro realizado na capital mineira foi uma prévia do II Encontro Internacional de Reitores Universia, que será realizado nos dias 30 de maio e 1º de junho, em Guadalajara, no México. Com o objetivo de avaliar as possíveis respostas das universidades para as demandas da sociedade ibero-americana, a iniciativa reunirá representantes de mil instituições de Ensino. "O convite se estende também às universidades brasileiras que queiram trocar práticas e identificar potencialidades", afirmou Ricardo Fasti, diretor-geral do Universia Brasil.
O País já garantiu dois lugares em cada uma das mesas de debates que serão organizadas em Guadalajara. "A aprendizagem e a potencialidade de crescimento, no entanto, não se restringem aos 10 gestores brasileiros que farão parte do grupo de palestrantes. Os espectadores também poderão tirar proveito deste rico espaço de debate. Portanto, recomendo que nenhuma universidade federal fique de fora desse evento", defendeu Barbiero, que garante que a Andifes está a disposição para ajudar às IFES interessadas em participar do encontro. "Esse foi apenas o primeiro de muitos outros encontros nacionais que serão realizados ao longo dos próximos meses. Isso porque as pautas precisam ser desenvolvidas para que seja possível estabelecer uma visão coordenada, o que não significa que tenha que ser homogênea", disse Fasti, que também acrescentou a importância do uso da comunidade virtual Universia Debate nesse processo de reflexão. "Além de gerir informação, também poderá armazenar conhecimentos que servirá de base para a geração de novas políticas educacionais", destacou. 

Governos e prefeituras recebem verba para formação de jovens
Fonte: Jornal da Educação
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) no último dia 10, R$ 44,13 milhões referentes ao Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem Urbano), da Secretaria Nacional da Juventude da Presidência de República. Foram R$ 22,84 milhões para 16 governos estaduais e R$ 21,28 milhões para 55 prefeituras.
O ProJovem Urbano tem como finalidade principal a formação integral e a inclusão social de jovens entre 18 e 29 anos, por meio da conclusão do ensino fundamental, da qualificação profissional e do desenvolvimento de experiências de participação cidadã. Os recursos do programa podem ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios, transporte, distribuição de material escolar e pagamento de pessoal.
Mais informações na página do programa na internet ou pela central de relacionamento do ProJovem Urbano: 0800-722-7777.

Governo isenta micros para escolas e prorroga redução de IPI de máquinas
Fonte: Jornal da Educação
O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o PIS e a Cofins vão deixar de ser cobrados em computadores adquiridos pela rede pública de ensino. O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nessa terça-feira que cada computador comprado deverá custar entre R$ 450 e R$ 500.
O corte dos impostos que incide sobre os computadores vai até o ano de 2014. Só em 2010, o governo abre mão de uma arrecadação de aproximadamente R$ 1,6 bilhões com este setor. Além disso, a redução do IPI para bens de capital e máquinas, que terminaria neste mês de dezembro, será prorrogada até o dia 30 de junho de 2010.

Câmara realizará Seminário sobre “A Importância do Ensino de Educação Física nas Escolas do Brasil”
Fonte: Jornal da Educação
O Seminário se realizará no próximo dia 16 com duas sessões, de manhã e à tarde, das nove às dezoito horas. A primeira sessão contará com a realização de uma abertura oficial, onde será informada a existência de um documento de princípios norteadores a ser aprovado no final do dia como do evento, com os devidos ajustes feitos pelos participantes, uma cerimônia de lançamento da continuação em 2010 da campanha nacional em favor da Educação Física escolar, e quatro palestras de 20 minutos cada.
A segunda sessão, à tarde, contará com quatro palestras, uma mesa de debates e um ato de encerramento, quando será aprovado o documento final com princípios gerais para o norte das políticas públicas e para o legislativo sobre a questão da Educação Física Escolar. Todas as sessões serão moderadas por um deputado(a) membro(a) da CEC e/ou autor do requerimento.
 
Incentivo ao ensino da matemática pode melhorar educação pública
Fonte: Jornal da Educação
A conscientização dos alunos sobre a importância do estudo das ciências exatas aliada à mobilização de professores, em ambiente escolar motivador, contribui para a melhoria da educação pública no Brasil, afirmou hoje (14) o ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Sergio Rezende.
Ele fez a declaração durante o anúncio dos vencedores da 5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), em Brasília. O número de inscritos, 19,2 milhões, corresponde a cerca de 10% da população brasileira, segundo informou o ministro. Para a secretária da Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, a expressiva quantidade de participantes da Obmep é reflexo da conscientização de alunos e professores quanto à importância da disciplina. Ao lembrar que os alunos participam espontaneamente da olimpíada, a secretária também destacou a quantidade de talentos que podem ser descobertos durante as etapas da competição.

Já falta mão de obra no setor de construção civil
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:51 hs. 
A cadeia da construção civil se prepara para enfrentar de novo escassez de mão de obra qualificada em 2010, problema que retorna após o intervalo provocado pela paralisação de projetos entre o fim do ano passado e o início de 2009, em decorrência da crise global.
Estudo sobre a tendência do setor da construção, elaborada pela FGV Projetos, a pedido da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), mostra que a construção civil contratará mais 180 mil trabalhadores no ano que vem, uma expansão de 8% na oferta de vagas com carteira assinada.
Essa demanda por trabalhadores inclui do empregado na indústria de material de construção ao servente de pedreiro, passando pela crescente demanda por engenheiros.
A indústria da construção civil estima crescer 8,8% em 2010, enquanto o PIB projetado é de 5,8%, segundo avaliação do setor. Neste ano, a construção civil fechará o ano com um recorde de 2,35 milhões de trabalhadores com carteira assinada - ampliação de 7,3% sobre o estoque de trabalhadores contratados em 2008.
"Pelo ritmo de recuperação da cadeia da construção civil, esse problema da falta de mão de obra qualificada será enfrentado novamente em 2010", disse Fernando Garcia, professor da FGV e um dos autores do diagnóstico sobre a tendência para o setor até 2016.
Apagão
De acordo com Antônio de Sousa Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo, o "apagão" da mão de obra já é sentido em 2009. O sistema de recolocação de profissionais na construção civil, explica ele, vai fechar o ano com 69 mil vagas abertas, sem candidatos para preenchê-las. "Em São Paulo, 23 mil vagas ficarão abertas, 7.000 só na capital", diz Ramalho.
A abertura de novas frentes de obras (como o programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida, projetos de infraestrutura e, em breve, obras para a Copa e a Olimpíada, além de toda a demanda gerada pelo pré-sal) deve agravar a situação a partir de 2010, prevê Ramalho.
As consequências, segundo ele, já são sentidas nos canteiros de obras. O sindicato atribui à falta de gente a ampliação das jornadas de trabalho, com consequente efeito aos trabalhadores. Ramalho diz que o número de mortes em São Paulo quase triplicou neste ano em relação a 2008. "De 7 mortes, registramos 20 até agora em São Paulo. Essa situação tem relação direta com a sobrejornada dos trabalhadores", afirma.
Indústria
A indústria da Construção Civil reconhece que a demanda por profissionais a partir de 2010 irá aumentar, mas que tem cuidado da formação dos trabalhadores para compensar a falta de qualificação. Segundo Haruo Ichikawa, vice-presidente do SindusCon-SP e responsável pela relação capital e trabalho na entidade, a maior parte da formação ainda é feita nos canteiros de obras.
Segundo ele, o Senai formou neste ano 31 mil trabalhadores para a construção civil em São Paulo. A indústria discute neste momento formas de expandir essa formação em 2010, o que inclui o uso das estruturas nos próprios canteiros de obras para as aulas.
A situação preocupa o próprio Senai. Paulo Rech, gerente-executivo de educação profissional e tecnológica do Senai, afirma que a instituição está tentando criar novos canais de formação para dar conta da demanda. "Qualquer curso na construção civil aberto hoje em São Paulo tem pelo menos cinco candidatos por vaga. Em alguns casos, até o dobro", afirma Rech.
A estratégia para dar conta de tanta demanda é levar cursos para os canteiros, criar unidades móveis, utilizar o ensino à distância, entre outras alternativas. Mesmo assim, o principal sistema de formação profissional da América Latina não tem condições de atender à demanda com os novos eventos
AGNALDO BRITO
da Folha de S.Paulo
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Fonte: Folha on line 

Brasil registra recorde de vendas de computadores
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:13 hs. 
Crise não abalou os compradores, que compraram mais neste terceiro trimestre. Notebooks foram os principais responsáveis pelo crescimento. No terceiro trimestre de 2009 o Brasil obteve seu recorde de vendas de PCs para usuários domésticos, com aproximadamente 2 milhões de computadores comercializados neste segmento, 8,5% a mais do que no mesmo período do ano passado. É o que revela o estudo "Brazil Quartely PC Tracker", da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos nos mercados de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. As vendas de notebooks lideraram o crescimento desse trimestre e seguem com grandes perspectivas para o Natal e também para o próximo ano.
Para Luciano Crippa, analista da IDC Brasil responsável pelo estudo, uma série de fatores contribuiu para tal desempenho. "O Brasil passa por um momento único, extremamente favorável, em que o índice de confiança dos consumidores atingiu níveis excelentes. A sólida base econômica brasileira está consolidando o país como uma grande potência mundial, e isto não só atrai a atenção de fabricantes multinacionais como estimula a indústria nacional e eleva a expectativa e confiança da população", avalia Crippa.
As boas notícias não param por aí. O próximo ano está para chegar cheio de boas expectativas para os fabricantes de PCs. A IDC Brasil projeta um crescimento de 12% nas vendas de computadores em 2010, em relação ao ano de 2009, atingindo um volume de 12,7 milhões de computadores.
Além da retomada de investimento do segmento corporativo, que deverá trazer um impacto considerável para o mercado total de PCs, as novas tecnologias deverão atrair cada vez mais a atenção dos usuários domésticos. "Os netbooks devem ganhar ainda mais espaço em 2010, pois os usuários já estão mais familiarizados com essa categoria. Também merecem atenção os PCs "tudo-em-um", que chegam neste natal e deverão trazer uma nova movimentação no segmento de computadores desktop", conclui Crippa.
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Fonte: HSM Online 

OAB, MP e juízes criarão câmara para debater temas consenso das carreiras
Fonte: News OAB
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, recebeu ontem (14), em seu gabinete, membros do Ministério Público para tratar de interesses das categorias. Britto e os presidentes da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), José Carlos Cosenzo, e da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Antonio Carlos Bigonha, decidiram pela constituição de uma câmara formada por entidades da advocacia, Ministério Público e da magistratura para discutir temas relacionados às três carreiras. O objetivo é, a partir do debate de assuntos como prerrogativas profissionais, relacionamento institucional e proposições legislativas em geral, encontrar pontos de consenso que tragam benefícios às três carreiras.
Na reunião, OAB, Conamp e ANPR também firmaram compromisso de apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 48/08, que fixa 30 dias de férias coletivas no Judiciário e mais 30 de férias individuais para promotores, procuradores e magistrados. A PEC 48/08 está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A OAB/SC tem enfatizado com veemência sobre a importância da aprovação das férias coletivas do judiciário, como forma de proporcionar aos advogados um descanso merecido após um ano de trabalho. “Há muito tempo a classe dos advogados de todo o Brasil reivindica, com justiça, um salutar e necessário descanso de fim e início de ano", lembra o presidente Paulo Borba.
Sobre o mesmo tema tramita também a PEC nº 03 de 2007, em análise na Câmara dos Deputados. Também participaram da reunião na sede da OAB os presidentes da Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), Marcelo Weitzel, e da Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Carlos Alberto Cantarutti.
Fonte: Conselho Federal OAB

Ministério da Educação replica o projeto Catraca Livre
Fonte: Jornal da Educação
O Ministério da Educação decidiu disseminar o projeto Catraca Livre, idealizado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, colunista da Folha, por classificá-lo como uma tecnologia educacional.
O projeto será apresentando como uma ferramenta para melhorar o ensino, dentro do programa Mais Educação, que pretende aumentar a jornada escolar e estimula o uso dos espaços da cidade.
Segundo o ministro Fernando Haddad, o Catraca Livre será disseminado por ser um mecanismo de baixo custo que pode ser facilmente replicado. Ao listar diariamente o que existe de graça ou a preço popular, o site estimula os estudantes a ter uma vivência cultural.
Na cidade de São Paulo, o Catraca Livre se transformou em política pública, por formar jovens que atuam em telecentros e lan houses. No Estado de São Paulo, há um link do site em todos as unidades do Poupatempo.

Cresce 16 % total de brasileiros que estudam nos EUA
Fonte: Jornal da Educação
Cada vez mais estudantes brasileiros vão para universidades dos Estados Unidos e americanos partem para estudar no Brasil. A informação é do Instituto Internacional de Educação (IIE), órgão ligado ao Departamento de Estado norte-americano e que monitora o total de estudantes estrangeiros em universidades do país.
O crescimento não foi suficiente para aproximar o Brasil de outras potências emergentes, como a China e a Índia, que enviam 12 vezes mais estudantes para os Estados Unidos. O Brasil ocupa a 13ª colocação. No entanto, no ano de letivo de 2008/2009, o total de brasileiros subiu 16%.
Atualmente, segundo informou o IIE no seu relatório Open Doors, há 8.767 estudantes brasileiros cursando universidades nos EUA. A Índia, com 103 mil, e a China, com 98 mil, estão nas duas primeiras posições e apresentaram um crescimentos de 9% cada uma no último ano. Dos 12 países à frente do Brasil, apenas o Canadá, o México e a Alemanha não se localizam na Ásia. Para os brasileiros, a decisão de estudar nos EUA é influenciada pela cotação do dólar. Em momentos como agora, com a depreciação da moeda americana em relação ao real, cresce a procura de brasileiros por cursos nas universidades americanas.

Exame reflete ensino, dizem profissionais
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:38 hs. 
Especialistas consideram o exame do Cremesp questionável, por não ser obrigatório, mas concordam que os resultados negativos refletem a realidade do ensino médico, com instituições sem estrutura adequada. “Se mais da metade é reprovada, isso significa que mais da metade erraria um diagnóstico”, afirma o diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Marcos Boulos.
Os médicos defendem um exame obrigatório, com conhecimentos teóricos e práticos. “Seria uma prova que medisse atitude, ética e habilidade”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, Antonio Carlos Lopes.
Para o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), José Luiz Gomes do Amaral, o ideal seria um exame que avalie o progresso do aluno no curso, com o objetivo de aprová-lo ou não para exercer a medicina. “Seria interessante que fosse no segundo, no quarto e no sexto ano, para termos tempo de intervir”, afirma.
Segundo Amaral, a avaliação do Cremesp retrata uma realidade esperada. “Temos consciência há mais de uma década que o ensino superior sofre essa degradação, e a medicina não está fora disso”, afirma. “Tivemos uma proliferação de escolas médicas sem estrutura necessária para oferecer bons cursos”, afirma. O Conselho Federal de Medicina afirmou que considera a avaliação pertinente. Mariana Mandelli 
Fonte: Jornal da Tarde - SP 

Apesar do salário alto, setor de segurança e saúde sofre com falta de profissionais
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:20 hs. 
O setor de Saúde, Segurança e Meio Ambiente enfrentará um grande problema em 2010: a escassez de profissionais. O número de vagas que serão abertas é superior à quantidade de pessoas qualificadas para atuar na área.
O aumento dos postos de trabalho é decorrente da implantação de novos projetos no País, como a exploração do petróleo da camada do pré-sal, as Olimpíadas em 2016 e a Copa do Mundo em 2014, além das obras do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento), entre outros.
"Estamos prevendo um novo apagão de profissionais qualificados, em patamar bem superior ao registrado antes da crise financeira internacional", explica o presidente da APS Associados, Alberto Pereira.
Vagas abertas
Um dos profissionais mais buscados é o técnico de segurança. Atualmente, são 200 mil formados em todo o País, segundo levantamento realizado pelo SINTESP (Sindicato dos Técnicos no Estado de São Paulo). Mesmo assim, o número não é suficiente para suprir a demanda.
Além de técnicos, o setor necessitará de engenheiros de segurança, enfermeiros e médicos do trabalho.
Estes profissionais são essenciais para gerir a segurança das obras e das atividades desenvolvidas. A ausência deles pode aumentar os riscos de acidentes.
Salário
Devido à falta de profissionais, a remuneração na área de Saúde, Segurança e Meio Ambiente é considerada alta. Mas não basta apenas se candidatar ao posto de trabalho por causa do salário, uma vez que a pessoa precisa ter afinidade e consciência da importância da atividade que será desempenhada.
"As pessoas migram de área atraídas pelo salário, mas não têm afinidade e experiência. Por isso, quem tem experiência está sendo disputado no mercado de trabalho. Está difícil reter talentos", afirma Pereira.
Equipe InfoMoney - InfoMoney 
Fonte: www.administradores.com.br 

Ipea: ensino médio é principal gargalo da educação 
Fonte: Portal UOL Educação, 15/12/2009
Anos após terem garantido a universalização do ensino fundamental, os governos federal, estaduais e municipais ainda não conseguiram avançar e assegurar o acesso da população brasileira ao ensino médio público, que se tornou o principal gargalo da educação no País, de acordo com estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). De acordo com o estudo apresentado hoje em São Paulo, "Presença do Estado no Brasil: Federação, suas unidades e municipalidades" que mapeia a participação dos governos em nove setores, havia, em 2007, 136.903 escolas de ensino fundamental municipais, estaduais e federais no País e apenas 17.874 de ensino médio.
Dos 51,16 milhões de alunos matriculados em todos os níveis de ensino, com exceção do universitário, 31,4 milhões estudavam no ensino fundamental e apenas 8,2 milhões no ensino médio. Os dados foram levantados com base em informações do Ministério da Educação. Cerca de 971 mil habitantes não possuem acesso direto ao ensino médio porque 46 municípios não possuem escolas deste tipo no País. Em  outra pesquisa, divulgada no início do mês, o Ipea já apontava que apenas a metade dos jovens brasileiros de 15 a 17 anos frequenta o ensino médio na idade adequada e que 44% ainda não concluíram nem o ensino fundamental. O acesso ao ensino superior é ainda mais restrito, com frequência de apenas 13,6% dos jovens de 18 a 24 anos. Uma boa parcela dos que têm mais de 18 anos - cerca de 30% - conseguiu completar o ensino médio, mas sem buscar a continuidade de estudos no ensino superior.
Estabelecimentos de ensino superior das três esferas públicas somam 249 estabelecimentos, concentrados em apenas 157 municípios. Dos municípios que possuem esses estabelecimentos, 46% estão no Sudeste. O dado é preocupante na medida em que o crescimento da economia eleva a demanda por mão de obra qualificada. "Temos um gargalo importante no acesso à educação média e universitária. A presença do Estado na educação média é pequena", afirmou Márcio Pochmann, presidente do Ipea. Ele alerta que esse cenário exige ações imediatas dos governos. "À medida  que a trajetória de crescimento econômico sustentável se mantiver, teremos problemas com escassez de mão de obra qualificada que têm de ser resolvidos agora", afirmou. "Educação e cultura têm papel estratégico no século 21, em que domina a sociedade do conhecimento. Tem de haver um novo olhar do Estado nessa área", avalia.
Cultura - Na área cultural, também há deficiências. Segundo o levantamento, 2.953 municípios não têm estabelecimento público de cultura como teatro, museus ou casas de cultura. Desses, 37% estão no Nordeste. Apenas 967 possuem museus e 905 teatros ou salas de espetáculo. Cerca de 45% da população brasileira, ou 50% do território nacional, não têm nenhum tipo de equipamento público de cultura. Há 1 biblioteca pública para cada 27,6 mil pessoas. No Sul, a relação é uma a cada 19,1 mil e no Sudeste, uma a cada 33,3 mil. Apesar das deficiências, saúde e educação são serviços em que o brasileiro mais vê a cara do governo. Dos 8,3 milhões de funcionários públicos municipais, estaduais e federais, 4,2 milhões trabalham nas duas áreas. 

Exportações para os países árabes cresceram no mês de novembro
Fonte: Consumidor RS
Resultado obtido num momento de retração do comércio global foi considerado bastante positivo pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira
A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira comemora o aumento das exportações brasileiras aos Países árabes nesse mês de novembro, registrando um crescimento de 1,12% em relação a outubro. O resultado é considerado bastante positivo pela Câmara Árabe, uma vez que foi obtido num momento da retração do comércio global.
Os Países do Levante (Iraque, Jordânia, Líbano e Síria) merecem um destaque especial devido ao crescimento de suas exportações que foram 79,7% em novembro em relação a outubro passado, e um aumento significativo de 92%, comparando a novembro de 2008.
No mês de novembro, as exportações brasileiras para a Síria se sobressaíram em relação aos outros Países, pois tiveram um crescimento de 306,5% comparado a outubro.
Os principais destinos das exportações brasileiros, de janeiro a novembro de 2009, foram para a Arábia Saudita (20,78%); Emirados Árabes (32,4%); Egito (3,63%) e Argélia (11,7%).
As importações brasileiras dos Países árabes, no mês de novembro, apresentaram uma queda de 36,5% com relação ao mês de outubro deste ano. Cabe destacar as importações feitas pelo Brasil dos Países integrantes do Golfo Arábico (Arábia Saudita, Bahrein, Catar, EAU, Iêmen, Kuwait e Omã) onde o montante importado pelo Brasil deste bloco em novembro evidenciou um aumento superior a 1900% com relação a outubro deste ano.
Fonte: Emissor Comunicações
Autor: Marialda Reginato
Revisão e Edição: Jaqueline Crestani

Devedor de condomínio no SPC em SC
Fonte: Consumidor RS
Projeto de lei aprovado na Assembleia catarinense amplia a punição ao mau pagador
Se você é conhecido por não pagar o condomínio, atenção. Quem não pagar o condomínio residencial ou comercial terá o respectivo título protestado em cartório e o nome inscrito no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa. Com isso, não poderá fazer compras e pagar em parcelas. É o que determina um projeto de lei aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa na semana passada.
O texto, de autoria do deputado estadual Giancarlo Tomelin (PSDB), prevê a inclusão do Dispositivo 7 na Lei Complementar 219, de 31 de dezembro de 2001, que trata sobre imóveis. Ainda falta a sanção do governador Luiz Henrique da Silveira, mas as empresas que administram condomínios e síndicos já comemoram.
A medida ajudará a diminuir a inadimplência, que, segundo o diretor de Condomínio do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais de Blumenau e Região (Secovi), Tadeo Avi, varia entre 20% e 25% todos os meses. A inadimplência é alta, na visão de Avi, porque os devedores não recebem punição justa.
– Quem deixa de pagar ganha multa de 2% sobre o valor da taxa e 1% de juros ao mês de atraso. Os juros são baixos se comparados aos do cheque especial e cartão de crédito, que estão em 7%.
O síndico Sebastião Catanio De-bona Júnior diz que há uma escolha entre as contas que precisam ser pagas. Como a do condomínio tem a punição mais branda, fica para trás. Em seu prédio, dos 53 apartamentos, seis não têm pagamento em dia. Com isso, quem acerta as contas corretamente “paga o pato”:
– Temos que aumentar o valor dos que pagam para cobrir as despesas. Isso vai acabar com a inscrição no SPC e Serasa porque as pessoas vão pensar duas vezes antes de não pagar.
O proprietário de uma empresa que administra 35 condomínios em Blumenau, Sigmar Weiland, diz que a única forma de cobrar uma dívida condominial é através da Justiça.
SP tem lei semelhante desde 2008
Santa Catarina não é o primeiro Estado a incluir o nome dos condôminos inadimplentes no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa. Em São Paulo, uma lei semelhante está em vigor desde julho de 2008.
Levou seis anos para sair do papel, tempo bem maior do que a lei catarinense, que tramitou durante 14 meses. Conforme o deputado Giancarlo Tomelin (PSDB), o texto trouxe resultados positivos:
– Recebi informações de entidades de São Paulo que apontam queda de mais de 26% na inadimplência. A expectativa é que aqui em Santa Catarina também obtenhamos resultados positivos.
Para o diretor de condomínio do Secovi, Tadeo Avi, o Estado está seguindo o exemplo de outros e deve obter os mesmos bons resultados.
O deputado Tomelin pede bom senso na hora de incluir o nome de um devedor no SPC e Serasa. Orienta que primeiro deve haver uma conversa e uma tentativa de negociação. Se após isso não se chegar a um acordo, o nome do condômino inadimplente deve ser inscrito.
Para o deputado, o projeto de lei precisa ser entendido como uma forma de fortalecimento da relação condominial.
– A lei será para todas as classes sociais. Queremos tirar a inadimplência das mãos dos que pagam.
Fonte: Diário Catarinense
Autor: Priscila Sell | Blumenau
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte

Brasil Alfabetizado tem 1,3 milhão de alunos cadastrados para 2010
Fonte: Jornal da Educação
O Programa Brasil Alfabetizado conta com 1,3 milhão de alunos cadastrados para o ano que vem, dos quais mais de 600 já estão em processo de alfabetização.
De acordo com a Secad, 737 mil jovens de vários estados e municípios devem cadastrar mais 737 mil jovens e adultos no programa até fevereiro de 2010. O cadastro é o primeiro passo para o cumprimento integral da meta do programa que é alfabetizar 2,1 milhões de jovens e adultos no próximo ano.
Os consultores vão trabalhar com as secretarias municipais cada ponto da agenda e transferir tecnologias do conhecimento. O objetivo da assessoria é construir a autonomia dos sistemas de ensino, diz Mauro Silva, e abrir caminhos para agilizar o programa nos próximos anos.
A falta de qualificação de quadros técnicos das secretarias de educação e o pouco conhecimento da gestão do Brasil Alfabetização são os principais entraves no fluxo do programa.
 
MEC vai pedir US$ 420 milhões ao Banco Mundial para socorrer hospitais universitários
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 16/12/2009 - Brasília DF 
Agência Brasil 
O Ministério da Educação (MEC) vai solicitar ao Banco Mundial um empréstimo de US$ 420 milhões para serem investidos na revitalização dos hospitais universitários federais. Junto com reitores das universidades federais, o MEC elaborou um plano para reestruturar a rede de 46 hospitais que hoje têm 10% dos seus leitos desativados e precisam contratar 5 mil profissionais em caráter emergencial. O pedido de empréstimo foi autorizado e aprovado na terça-feira (15/12) pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), do Ministério do Planejamento. Segundo o diretor de hospitais universitários da Secretaria de Ensino Superior do MEC, José Rubens Rebelatto, a expectativa é de que parte do dinheiro já seja liberada em 2010 e que os recursos sejam empregados até 2011. “Conseguir a liberação de um financiamento do Bird não é uma coisa simples. Você tem que mostrar desde a capacidade no gerenciamento de compras e obras, até o impacto ambiental dos projetos. Mas temos uma equipe gerencial trabalhando nisso e já tivemos hoje uma reunião com pessoas do banco”, disse à Agência Brasil.
Em maio, os reitores das universidades federais se reuniram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para pedir socorro financeiro aos hospitais universitários. As dívidas das 46 unidades somaram em 2008 R$ 235 milhões. De acordo o diretor, a verba será aplicada principalmente na reforma dos hospitais “que sofreram uma grande degradação física nos últimos 15 anos” e na compra de novos equipamentos já que “muitos estão obsoletos”. Rebelatto defende que os hospitais universitários são “estratégicos para o país”. “Em alguns estados, o único hospital que   funciona 100% pelo SUS [Sistema Único de Saúde] e atende as grandes demandas é o universitário. Além disso, são eles que formam os futuros médicos, dentistas, enfermeiros”, diz.
Segundo levantamento realizado pela Secretaria de Ensino Superior em parceria com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em 2008 os hospitais universitários realizaram 1 milhão de atendimentos emergenciais, 402 mil internações, 6 milhões de consultas e 20 milhões de procedimentos médicos. O projeto aprovado pelo Cofiex que será enviado ao Banco Mundial prevê uma contrapartida do MEC de mais de US$ 3 bilhões. Segundo Rebelatto, esse não é um “dinheiro novo”. Os recursos já tinham previsão orçamentária e serão investidos pelo MEC nos hospitais ao longo dos anos. 

Câmara muda regra de correção de piso salarial de professor
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal UOL Educação, 16/12/2009
Eduardo Piovesan da Agência Câmara 
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16) o projeto de lei 3776/08, do Executivo, que determina o uso do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) para a revisão, em janeiro de cada ano, do piso salarial brasileiro para o magistério público da educação básica. A matéria deve ser votada ainda pelo Senado. O governo pretende mudar a lei de criação do piso, sancionada neste ano, para evitar um "aumento contínuo" dos gastos   com pagamentos aos professores. Isso permitiria, segundo o Executivo, que o dinheiro do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) fosse usado para outras despesas, como construção de escolas, compra de material de ensino e universalização do uso da informática.
A lei que criou o piso nacional (11.738/08) adota,   como índice de correção, o mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano. Esse valor é definido nacionalmente de acordo com o número de matrículas. Ao usar o INPC para corrigir o salário dos professores, o governo pretende desvincular a correção do crescimento do número de matrículas e da própria elevação do número de profissionais que ganharão o piso da categoria.