
08/02/2010 AMPESC CLIPPING
O
objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING
é divulgar as notícias e legislação do
setor educacional às instituições associadas.
Esclarecemos
que as matérias veiculadas não representam,
necessariamente, a opinião da Associação.
Caso não queira mais recebê-lo responda esta mensagem inserindo no campo "Assunto" a palavra: REMOVER.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa.
FAPESC implementa seu cadastro de Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação
Senador lança projeto de abatimento do Fies
Projeto fixa diretrizes para melhorar qualidade do ensino técnico
Prouni abre inscrições para 165 mil bolsas de estudo
Prouni exige ao menos 400 pontos no Enem
Cinema integrando grade escolar
Defensoria Pública da União recomenda regularização de sistema ao MEC
Inep indica nota mínima do Enem para obter certificado do ensino médio
Enem terá novas inscrições em pleno carnaval
Inep define nota mínima de 400 no Enem para certificação do ensino médio
Ex-ministro da Justiça deve defender cotas raciais no STF
Premiação para monografias sobre educação fiscal e financeira
Portarias - ProUni
Portaria normativa nº 3, de 4 de Fevereiro de 2010.
Prestígio zero
Cursos de educação tecnológica atraíram 28% dos inscritos
Haddad está prestigiado
Uma faculdade gratuita por vez
Quem descumprir a lei será punido
FAPESC implementa seu cadastro de Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação
Fonte: Site FAPESC Seg, 11 de Janeiro de 2010 16:57 Inova SC
A Fapesc lançou seu sistema de cadastro para
instituições, públicas e privadas, de
Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs), atendendo
exigências da Lei Catarinense de Inovação. Essa
ampla base de informações estará disponível
para núcleos de inovação tecnológica,
instituições empresariais e público interessado.
Com acesso pela página da Fapesc, o sistema possibilita
cadastrar a sede da instituição catarinense e todas suas
demais unidades. O espaço também fica aberto aos
pesquisadores para cadastrarem suas células de
competência, os projetos de referência e os produtos e
serviços ofertados. Um dos propósitos desse sistema
é dinamizar a relação das universidades,
institutos de pesquisa, institutos tecnológicos, centros de
referência em inovação etc. com o setor produtivo.
Todo o processo do cadastro é protegido por senhas e pode ser
feito em etapas. Assim, informações podem ser
atualizadas. Os campos contemplam as solicitações
previstas na legislação e permitem inclusão de
documentos. Diversos públicos podem utilizar esta base de
cadastro para consultar informações relevantes de seu
interesse. O sistema apresenta como resultado a ficha cadastral da
instituição e demais informações de
domínio público.
O credenciamento como Instituição de Ciência e
Tecnologia do Estado de Santa Catarina (ICTESC) é realizado pela
Fapesc, que utiliza o sistema de cadastro para extrair
informações para avaliação. A
comunicação do resultado do processo é
também feita via sistema e a nova ICTI-Catarinense passa a
aparecer na lista disponível na página principal.
Como fazer o cadastro:
Se o usuário for uma instituição:
1. Fornecer dados válidos para obtenção da senha de acesso, que será enviado ao email definido.
2. Entrar no sistema com o login e senha.
3. Iniciar o cadastro da instituição sede e das suas
unidades. Nesta etapa de cadastro, os pesquisadores são
convidados pelo cadastrante para preencherem os dados de sua
célula de competência.
4. O convite ao pesquisador é feito via sistema, utilizando o
email definido com o link de validação do acesso.
5. Ao final, o cadastrante sai do sistema encerrando o processo de cadastro institucional.
Se o usuário for um pesquisador:
1. Checar o email pessoal enviado pelo sistema, contendo o link de validação.
2. Proceder ao registro de senha e login
3. Entrar no sistema com este login e senha a partir do link de validação.
4. Iniciar o preenchimento dos dados relativos à sua
célula de competência, projetos de referência e dos
produtos e serviços.
5. Ao final, o pesquisador sai do sistema encerrando o processo de cadastro das competências.
Se o usuário for o público em geral:
1. Entrar na página inicial e realizar procedimento de busca.
2. Acessar ficha cadastral com as informações públicas
3. Impressão opcional.
Todas as ICTIs Catarinenses estão convidadas a procederem a seu
cadastramento de forma progressiva, mantendo os dados permanentemente
atualizados. Proximamente, a FAPESC comunicará prazos e outras
exigências mínimas para que possa simplificar e agilizar
seus processos administrativos.
Link para o Cadastramento: http://www.fapesc.sc.gov.br/
Senador lança projeto de abatimento do Fies
Fonte: Jornal da Educação
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) apresentou na última
sexta-feira, 5, um projeto de lei que estende a redução
de 1% por mês ao saldo devedor do Fies (Fundo de Financiamento ao
Estudante do Ensino Superior) a todos os estudantes de Universidades.
Para fazer essa diminuição, Calheiros propõe que o
aluno preste serviços ao Estado ou ao Município dentro do
projeto Bolsa-Qualificação, por pelo menos 1 ano, podendo
ser renovado por mais 12 meses. A remuneração do
estudante seria de um a dois salários mínimos e
não poderá passar de 20% do quadro de funcionários
do estado ou município.
Segundo o senador, a melhor saída é a proposta sugerida
por ele já que muitos estudantes não conseguem se
empregar nem durante a faculdade e nem após o término do
ensino superior. Essa seria, portanto, a melhor saída já
que mesmo com os juros baixos, o valor da parcela não é
suficiente para abater os juros. Atualmente, a dívida do saldo
devedor do Fies chega a R$ 5 milhões.
Projeto fixa diretrizes para melhorar qualidade do ensino técnico
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 05/02/2010 - Brasília DF
Agência Câmara
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6516/09, do deputado Arnaldo
Faria de Sá (PTB-SP), que estabelece diretrizes para melhorar o
ensino técnico profissionalizante, para que o jovem estudante
receba a formação necessária ao seu trabalho
técnico. Para tanto, a proposta equipara o ensino técnico
ao ensino médio, seja público ou particular, nas
áreas de administração, contabilidade,
eletrônica, enfermagem, informática, segurança do
trabalho e telecomunicações, entre outras. A
duração dos cursos do ensino médio e do
técnico profissional para que o estudante tenha o direito
à equivalência escolar será de três anos.
Estudantes que já concluíram o ensino médio
não poderão participar dos cursos técnicos pelo
programa de equivalência.
Lei atual - A Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB - 9.394/96) já estabelece que o ensino
médio poderá preparar o estudante para o exercício
de profissões técnicas. A lei atual permite que a
educação profissional seja cursada
também por quem já concluiu o ensino médio, em
cursos específicos. A LDB determina ainda que a
habilitação profissional pode ocorrer nos próprios
estabelecimentos de ensino médio ou em cooperação
com instituições especializadas.
Disciplinas obrigatórias - Segundo o projeto de Faria de
Sá, os cursos técnicos oferecerão obrigatoriamente
aulas de Português, Matemática, Inglês,
Educação Moral, História e Geografia, além
das disciplinas específicas. O aluno que concluir o ensino
médio e técnico terá direito ao diploma de
conclusão do ensino médio e a matrícula em
faculdades. O projeto define ainda as regras para
avaliação do aluno e sua aprovação para o
nível seguinte do curso, estabelecendo média 7,0 para
aprovação. Para promover a equivalência escolar, a
União, entre outras medidas, firmará convênios com
escolas particulares e abrirá novas escolas técnicas,
além de criar salas para o ensino técnico
profissionalizante em escolas públicas. Segundo o
texto, a União também constituirá o Fundo de Apoio
ao Ensino Técnico (Faetec), com participação
pública e privada. O fundo será administrado pelo
Ministério da Educação.
As entidades que descumprirem as determinações previstas
no projeto poderão ser punidas com advertência,
afastamento provisório de dirigentes, fechamento ou
interdição, multa pecuniária e suspensão do
repasse de verbas públicas. Faria de Sá afirma que o
objetivo da proposta é melhorar a qualidade do ensino
profissionalizante, proporcionando ao jovem a formação
necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades.
“Muito embora o ensino fundamental tenha em seus
currículos especialização profissionalizante,
apenas uma pequena parcela dos estudantes brasileiros dispõe
dessa qualificação”, afirma.
Tramitação - O projeto tramita em caráter
conclusivo pelas comissões de Educação e Cultura;
de Finanças e Tributação; e de
Constituição e Justiça e de Cidadania.
Prouni abre inscrições para 165 mil bolsas de estudo
Fonte: Jornal da Educação
O Programa Universidade para Todos (Prouni) abriu no último
sábado, 6, o processo de inscrições para 165 mil
bolsas de estudo para centros universitários e faculdades. Para
se inscrever, o candidato tem que acessar o site do Ministério
da Educação (http://siteprouni.mec.gov.br/) até a
próxima quarta-feira, dia 10 de fevereiro. Além disso,
estarão aptos a participar do processo todos que fizeram o Enem
(Exame Nacional do Ensino Médio) com mínimo de 400 pontos
na média das cinco notas - ciências da natureza e suas
tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens,
códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias
e redação.
Para concorrer a bolsas integrais, o candidato precisa ter renda de
até R$ 765 e para descontos de 50%, o salário deve ser de
até R$ 1.530. O concorrente também tem como
condição o fato de ter estudo em alguma escola
pública no ensino médio ou ter tido bolsa integral em
colégio particular. Os professores da rede pública
também poderão concorrer e não precisam comprovar
renda.
A inscrição será realizada em duas etapas; tanto
na primeira quanto na segunda fase, o postulante à vaga
poderá escolher até cinco cursos diferentes. Com isso,
mesmo que não seja selecionado para participar do programa de
início, o estudante poderá ter uma nova chance de
concorrer a uma bolsa de estudos. Em 13 de fevereiro, será
divulgada a lista de pré-selecionados, que devem prestar contas,
entre os dias 17 e 26 de fevereiro na instituição de
ensino que vão estudar. Já a segunda fase, será
realizada entre 4 e 7 de março, com resultado no dia 10 do
mês que vem.
Prouni exige ao menos 400 pontos no Enem
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:41 hs.
06/02/2010 - Inscrições para programa federal de bolsas
de estudo vão de hoje até sábado; em março,
deve haver nova etapa
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Os alunos que querem se candidatar ao Prouni deverão ter uma
nota mínima de 400 pontos no Enem, considerando-se a
média de todas as provas. As inscrições
começam hoje e vão até sábado. Em
março, deve ser aberta uma nova etapa com as vagas que sobrarem.
O programa federal oferece bolsas a estudantes carentes em
instituições privadas. Em tese, essa média permite
que se candidate quem não conseguiria, com o mesmo desempenho no
Enem, obter diploma de ensino médio após curso supletivo.
Isso porque anteontem o Inep (instituto ligado ao Ministério da
Educação) divulgou que o aluno com mais de 18 anos que
quiser obter o diploma de ensino médio precisaria tirar ao menos
400 pontos em cada prova, incluindo a redação.
Esse seria o patamar a partir do qual seria possível dizer que o aluno atingiu satisfatoriamente o nível esperado.
No Prouni, será possível a um aluno se candidatar se
atingir, por exemplo, 500 pontos em português e 300 em
matemática, pois a média ficaria em 400.
A secretária de Educação Superior do MEC, Maria
Paula Dallari Bucci, afirma que a pasta decidiu que a
pontuação mínima seria a média entre todas
as provas porque a nota do Prouni sempre foi calculada dessa forma. Diz
ainda que, devido à concorrência, o desempenho dos
selecionados acaba sendo superior ao mínimo estabelecido.
Para este semestre, serão 165 mil bolsas, 86 mil integrais e 69
mil parciais, que cobrem metade da mensalidade. Conforme a
secretária, só 10% dos alunos que fizeram o Enem
não estão aptos a se inscreverem por causa da nota, o que
corresponde a 240 mil. Se fosse usado o mesmo critério de
certificação do ensino médio, ao menos 14,7%
estariam reprovados na prova de ciências humanas e 14,3% na de
matemática.
Para tentar o Prouni, é preciso ter, além da nota
mínima, renda familiar mensal por pessoa de até
três salários mínimos (R$ 1.530) e ter feito todo o
ensino médio em escola pública ou particular com bolsa
integral.
SISU: MEC DEVE ABRIR SELEÇÃO VIA ENEM PARA CURSOS DO 2º SEMESTRE
O MEC deve abrir nos próximos meses outro processo seletivo pelo
Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para os cursos que
começam no segundo semestre nas universidades federais que
aderiram ao sistema. Ainda não está definido se nessa os
alunos terão que usar a média do Enem 2009 ou se
haverá outra edição do exame ainda no primeiro
semestre. A primeira hipótese é a mais
provável.
Fonte: Folha de São Paulo
Cinema integrando grade escolar
Fonte: Clipping Educacional Consae Gazeta de Cuiabá, 08/02/2010 - Cuiabá MT
Rosa Costa, Brasília/AE
Devem os estudantes brasileiros, de 4 a 18 anos, assistirem no
período de um mês, nas escolas públicas e privadas,
a pelos menos duas horas de filmes nacionais? É essa a
polêmica iniciada na Comissão de Educação do
Senado pelo projeto de lei do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que
está prestes a ser examinado. A medida, de caráter
obrigatório, recebeu do mesmo relator, a senadora Rosalba
Ciarlini (DEM-RN), dois pareceres totalmente diferentes. Em maio, ela
defendeu a rejeição do projeto. Alegou que "esse tipo de
norma, por sua rigidez, conquanto possa servir a interesses diversos e
estranhos à escola, pouco ou nada contribui para a melhoria do
ensino". Ao contrário, afirmou a senadora, "pode diminuir a
margem de autonomia e de flexibilidade dos estabelecimentos de ensino."
Já em novembro, coincidindo com o lançamento do filme
Lula, o Filho do Brasil, Rosalba só teve elogios para a
proposta, sob a alegação de que a obrigatoriedade das
escolas exibirem filmes nacionais "será benéfica para
ambos, estudantes e indústria cinematográfica". E
vai além, ao dizer que a produção nacional,
"com raras exceções, tem qualidade plástica e
conteudista irretorquível, diversidade temática e de
público-alvo". "E isso é verdade tanto em
relação à produção nacional mais
recente, quanto em relação aos nossos clássicos,
de valor inestimável na retratação de realidades e
personagens da nossa cultura", afirma. A senadora diz que mudou de
opinião, "convencida" pelo autor da proposta. "Não tem
sentido pensar que o filme de Lula teve alguma influência",
afirma. "Fui procurada pelo autor do projeto e ele me convenceu que era
algo bom, pois também serão exibidos documentários
e filmes históricos."
Cristovam Buarque apresentou o projeto em maio de 2008. O texto altera
a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para
incluir nos currículos do ensino fundamental e médio - de
4 a 18 anos - a obrigatoriedade de exibir para os alunos, por no
mínimo duas horas mensais, "filmes de produção
nacional". O texto não especifica como os filmes serão
selecionados ou quem vai custear sua aquisição. A
justificativa anexa à proposta ressalta, sobretudo,
a necessidade de apoiar a indústria cinematográfica
nacional. Cristovam explica que "a única forma de dar liberdade
à indústria cinematográfica é criar uma
massa de cinéfilos que invadam nossos cinemas, dando uma
economia de escala à manutenção da
indústria cinematográfica".
Cristovam Buarque foi enfático em defender não a
indústria de filmes, como está na justificativa, mas sim
os efeitos benéficos para os alunos. Ele afirma que optou pela
reserva de mercado de filmes feitos no País porque caso
contrário os mesmo seriam preteridos por produções
internacionais."Se a gente fosse escolher o único problema das
escolas brasileiras, sabe qual seria? Elas são chatas,
não mudaram nos últimos 50 anos", argumenta. O senador
lembra que a música já faz parte da grade escolar
obrigatória. E que caberá aos professores escolherem os
filmes. Quanto à hipótese de serem exibidos filmes
violentos ou com cenas impróprias para a faixa etária dos
alunos, afirma que a probabilidade é a mesma disso ocorrer na
indicação de livros.
Defensoria Pública da União recomenda regularização de sistema ao MEC
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 04/02/2010 - Brasília DF
Após solicitar ao Ministério da Educação
(MEC) a prorrogação do prazo de inscrição
dos candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - por no
mínimo dois dias -, a Defensoria Pública da União
(DPU) optou for fazer apenas uma recomendação formal ao
MEC, nesta quarta-feira (4). O pedido é para que
"regularize os problemas apontados notadamente o de congestionamento do
acesso, já que o sistema permite apenas 200 mil acessos
simultâneos e foram 2,6 milhões de estudantes que
realizaram o Enem", informa a DPU. A regularização deve
ser feita até 15 de fevereiro, quando serão abertas
as inscrições para o preenchimento de 800 mil vagas
restantes (cerca 50% do total oferecido), de acordo com as
estatísticas oficiais. Caso a recomendação
não seja atendida, a DPU pode entrar com uma ação
civil pública por dano moral coletivo aos estudantes
prejudicados.
Inep indica nota mínima do Enem para obter certificado do ensino médio
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:57 hs.
05/02/2010 - Sistema do Enem tem 793,9 mil inscritos no fim da primeira etapa
Os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio
(Enem) com o objetivo de obter o certificado de conclusão do
segundo grau tiveram que alcançar nota mínima 400 para
conseguir o diploma, estabeleceu o Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao
Ministério da Educação (MEC).
Além de ser usado na seleção de ensino superior, o
Enem substitui o Exame Nacional para Certificação de
Competências de Jovens e Adultos (Encceja) para estudantes com
mais de 18 anos.
A nota mínima foi estabelecida considerando a nota de corte
utilizada pelo Encceja até o ano passado, que era 100. De acordo
com o Inep, foi realizada uma análise estatística, de
modo a verificar a correspondência da nota 100 do Encceja com a
nova escala no Enem 2009.
As secretarias de educação dos estados, municípios
e do Distrito Federal, responsáveis pela emissão dos
certificados, podem aproveitar as notas de uma ou mais áreas
avaliadas no Enem 2009, de acordo com o interesse de
certificação pleiteada pelo candidato. O estudante pode
pleitear a certificação em cada uma das quatro
áreas de conhecimento separadamente.
As secretarias têm autonomia para definir os procedimentos para
certificação. O Inep informa também que Institutos
Federais de Ensino também poderão emitir as
certificações.
O que fazer
Os interessados em obter o certificado do ensino médio com base
no Enem 2009 devem procurar esses órgãos e fazer a
solicitação. Recebidas as manifestações dos
estudantes, as secretarias terão prazo de 30 dias para solicitar
ao Inep as notas dos candidatos. Dúvidas podem ser tiradas no
endereço http://faleconosco.inep.gov.br/.
Fonte: G1 - Portal Globo
Enem terá novas inscrições em pleno carnaval
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:51 hs.
06/02/2010 - BRASÍLIA - Os alunos que não conseguiram
nota suficiente para conquistar uma das 47,9 mil vagas em 51
universidades públicas pelo Sisu (Sistema de
Seleção Unificada) terão que fazer a nova
inscrição durante o carnaval. No dia 15 de fevereiro,
segunda-feira de carnaval, começa a segunda fase de
inscrições para preenchimento de vagas remanescentes. O
prazo vai até o dia 20 deste mês. Segundo o MEC, quase
100% das vagas oferecidas foram preenchidas, sobrando apenas 233 para
serem ocupadas pelo sistema de cotas que cada instituição
adota. MEC divulga lista de selecionados no Sisu
Na segunda fase, serão ofertadas essas vagas não
preenchidas e outras que eventualmente ficarem abertas por conta de
desistência dos selecionados na primeira fase.
Sisu tem 100% das vagas preenchidas
O MEC acredita que o sistema de seleção via Enem
incentivou alunos de um estado a tentar vaga em outro. Segundo a
secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dallari, os
estudantes entenderam que, com a entrada de mais concorrentes no
páreo, tinham que ir optando por cursos ou
instituições fora de seus estados. Ao todo, 793 mil
pessoas se inscreveram.
- Os alunos ganharam o Brasil. Eles perceberam que podem escolher
outros lugares que não os deles. O potencial da mobilidade foi
percebido - diz Maria Paula.
O MEC ainda não tem um balanço sobre o número de
alunos que se matricularam em cidades diferentes das suas. No entanto,
a secretária observou que a maioria escolheu cidades na mesma
região que a sua. Outra vantagem apontada pela secretária
é que os alunos, diferentemente do que acontece no vestibular,
não têm que esperar um ano inteiro para tentar novamente,
ao descobrirem que não atingiram a nota de corte do curso
desejado. No Sisu, essa informação vai mudando conforme
alunos com médias mais altas entram. A partir daí,
é possível procurar a opção
disponível que se adapta à nota.
Sobre os problemas registrados no 1 dia de inscrição,
quando alunos do Sudeste tiveram dificuldades em acessar o site que
hospeda o sistema, o MEC alega que foram pontuais e não afetaram
o processo. No primeiro dia, somente 5% das inscrições
foram feitas. No segundo, terceiro e quarto dias, a média foi de
20% e nos dois últimos, caiu para 15%.
- Temos segurança de que não houve prejuízo. Prova
disso é que houve queda na inscrição nos
últimos dias - diz Maria Paula.
Neste sábado, começam as inscrições para o
Programa Universidade Para Todos (Prouni), que este ano
oferecerá 165 mil bolsas, 9 mil a mais do que em 2009.
São 86 mil bolsas integrais (de 100%) e 79 mil parciais (que
cobrem 50% da mensalidade). Os interessados terão até o
dia 10 de fevereiro para se candidatar. A nota mínima
necessária é uma média de 400 pontos nas cinco
provas do Enem. O resultado sai no dia 13 de fevereiro e as
matrículas poderão ser feitas entre os dias 17 e 23 de
fevereiro. Atualmente, o programa tem 396 mil bolsistas ativos.
Para uma bolsa integral, o candidato tem que contar com renda de
até 1,5 salário mínimo por membro familiar. O
candidato deve ter cursado todo o ensino médio em escola
pública ou ter estudado em escola particular como bolsista
integral.
Catarina Alencastro
Fonte: O Globo on line
Inep define nota mínima de 400 no Enem para certificação do ensino médio
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 04/02/2010 - Brasília DF
Camila de Magalhães
Além de servir como forma de seleção para o
ingresso em algumas universidades e institutos federais, o Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) também vai cumprir o
papel de certificação do ensino médio para
estudantes com mais de 18 anos, substituindo o antigo Exame Nacional
para Certificação de Competências de Jovens e
Adultos (Encceja). Para isso, os candidatos precisam obter uma nota
mínima estabelecida por cada secretaria de
educação dos estados e municípios.
Em entrevista coletiva realizada na tarde desta quinta-feira (4/2), o
presidente Joaquim José Soares Neto, do Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), afirmou que a sugestão
do órgão é de que a nota mínima seja 400 em
cada uma das áreas do conhecimento, além da
redação. O valor é equivalente à antiga
nota de corte utilizada no Encceja, que era 100. Segundo o Inep, a nova
nota está de acordo com os parâmetros pedagógicos
que definem os conhecimentos mínimos para a
certificação da conclusão desta etapa do ensino.
As secretarias de educação terão, a
partir desta quinta-feira (4/2), um prazo de 30 dias para decidir se
irão utilizar o exame como instrumento de
certificação e solicitar ao Inep as notas dos candidatos.
A solicitação deve ser feita pela internet, no link
http://sistemasenem.inep.gov.br/enemsolicitacao.
Os órgãos estaduais e municipais têm autonomia para
decidir se a nota mínima sugerida pelo Inep servirá para
a emissão do certificado de conclusão do ensino
médio e/ou declaração de eliminação
de algum componente curricular. No segundo caso, o candidato tem a
opção de solicitar o aproveitamento da nota para apenas
uma das quatro áreas avaliadas pelo Enem. Por exemplo, se o
estudante reprovou em matemática, poderá usar apenas a
nota de matemática (se tirar 400 ou mais nesta área no
Enem), em substituição às suas notas. "O que o
Inep faz é oferecer uma prova nacional para que, se o estado ou
o município aderir, não precise fazer uma nova prova
específica, pois já há uma escala nacional",
explica o presidente do Inep, Joaquim José Soares
Neto. Segundo ele, a tendência é de que cada vez mais os
estados e municípios devam aderir ao Enem como critério
de certificação do ensino médio porque é
uma forma "de se criar um padrão, uma uniformidade nacional".
Apesar de a decisão pelo uso ou não do Enem como
certificação ser das secretarias, os certificados
são emitidos pelas próprias instituições de
ensino. Além das escolas públicas e particulares que
oferecem o ensino médio, os institutos federais de ensino
também podem emití-los. Os candidatos interessados em
obter a certificação do ensino médio com base no
Enem 2009 devem manifestar-se às secretarias de sua rede de
ensino para que essas deem andamento aos procedimentos
necessários. Apesar de utilizar o Encejja nos anos anteriores, a
Secretaria de Educação do Distrito Federal ainda
não definiu se vai aceitar as notas do Enem para os mesmos fins.
De acordo com a assessoria de imprensa, a decisão será
tomada nos próximos dias.
Ex-ministro da Justiça deve defender cotas raciais no STF
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 04/02/2010 - Brasília DF
Márcio Thomaz Bastos foi convidado pelo ministro da
Promoção da Igualdade Racial. Audiências
públicas começam em março
UnB Agência
O advogado criminalista e ex-ministro da Justiça Márcio
Thomaz Bastos vai atuar em defesa do sistema de cotas raciais da
Universidade de Brasília (UnB) no julgamento do Superior
Tribunal Federal (STF). Bastos afirmou à UnB Agência que
decidiu participar do processo por considerá-lo uma “causa
justa”. “As cotas são um mecanismo importante de
justiça social”, afirmou. “É o pagamento de
uma dívida histórica”. O advogado
participará do processo como amicus curiae, representando
entidades que, embora não participem da ação,
têm interesse na matéria. No caso do processo contra as
cotas raciais da UnB, organizações sociais a favor e
contrárias às cotas raciais têm direito de
apresentar nomes de juristas que representem seu ponto de vista para
participar do processo e, dessa maneira, subsidiar a decisão dos
ministros do STF.
Os nomes devem passar pelo aval do relator do processo no STF, Ricardo
Lewandowski, e, se aprovados, terão direito de se manifestar
durante o julgamento do processo. O convite para participar do processo
a Bastos foi feito pelo ministro da Secretaria Especial de
Políticas de Promoção da Igualdade
Racial (Seppir), Edson Santos. Para o reitor da UnB, José
Geraldo de Sousa Junior, a participação de Bastos
fortalece a defesa das cotas. “Ele falará na
condição de representante da sociedade e será uma
expressão acolhida pelo STF. Isso significa que Tribunal quer
ouvir o que ele tem a dizer sobre o tema”, analisa o reitor.
HISTÓRICO - Em junho de 2009, o Partido Democratas (DEM) entrou
com uma ação no STF pedindo a suspensão do sistema
de cotas na UnB, baseando-se no argumento de que, no Brasil, a
exclusão do ensino superior decorre de problemas
sócio-econômicos e não raciais –
diferentemente do que acontece nos Estados Unidos e África do
Sul. O DEM também sustenta que o sistema de cotas raciais em
universidades reforça o preconceito racial e é
inconstitucional. Na UnB o sistema de cotas foi implantado em 2005 como
uma política pensada para durar dez anos. Ele prevê a
reserva de 20% das vagas do vestibular para afrodescendentes.
Além Para fortalecer a defesa das cotas, está sendo
organizado um “abraço ao STF” em 2 de março,
um dia antes das audiências públicas com pessoas
interessadas no tema, promovidas pelo Supremo entre os dias 3 e 5 do
próximo mês.
Segundo o ministro interino da Seppir, Elói Ferreira de
Araújo, é importante que se faça uma ampla
mobilização em defesa das cotas. “A tese que
fundamenta a ação do DEM é contrária
à justiça social e agride as políticas de
promoção da inclusão como um todo” afirma
Araújo. “Está em desacordo com o ambiente que
vivemos nesse país, além de ser cruel em
relação à nossa história de exclusão
e desigualdade”, complementa o ministro interino, que participou
de uma reunião com o reitor da UnB sobre o tema nesta quarta, 03
de fevereiro. José Geraldo analisa que a ação
movida pelo DEM contra a UnB coloca em risco outros tipos de
ações afirmativas que favorecem mulheres, deficientes,
entre outros grupos sociais excluídos. “É
fundamental que se perceba que esse tipo de política melhora o
país ao promover a inclusão econômica e
social”, defende.
Premiação para monografias sobre educação fiscal e financeira
Fonte: CRASC24 horas
A Escola de Administração Fazendária (Esaf)
promove a primeira edição do Prêmio Esaf de
Monografias em Educação Fiscal e Financeira. Serão
escolhidas monografias com os temas Promoção da Cidadania
Fiscal e Financeira e Gestão Pública e Controle Social
nas categorias universitário e profissional. Os 3 primeiros
colocados em cada grupo receberão prêmio em dinheiro,
certificado e publicação do trabalho. As
inscrições vão até o dia 10 de maio.
Link: http://www.esaf.fazenda.gov.br/esafsite/premios/ESAF/arquivos/REGULAMENTO.pdf
Portarias - ProUni
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:20 hs.
05/02/2010 - Informamos que este ano há novidades no ProUni. A
Portaria nº 1.132 de 2 de dezembro de 2009, publicada no DOU de
03/12/2009, determina a instituição de Comissões
Locais de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade
para Todos – ProUni, estabelecendo prazo para a sua
instalação em até 120 (cento e vinte) dias da data
de sua publicação, ou seja, até 02/04/2010. Clique
aqui e acesse a Portaria.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2025.pdf
Também já está disponível a Portaria
Normativa nº 03 de fevereiro de 2010 que regulamenta o processo
seletivo do Programa Universidade para Todos – ProUni referente
ao primeiro semestre de 2010. Clique aqui e acesse a Portaria.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2185.pdf
Fonte: CM Consultoria
Portaria normativa nº 3, de 4 de Fevereiro de 2010.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:54 hs.
05/02/2010 - Regulamenta o processo seletivo do Programa Universidade
para Todos – ProUni referente ao primeiro semestre de 2010 e
dá outras providências.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2185.pdf
Fonte: DOU n.º 25 - 05.02.2010
Prestígio zero
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:49 hs.
06/02/2010 - Pesquisa mostra que os bons alunos não querem mais seguir o magistério - um desastre para o ensino
Marcelo Bortoloti
Um bom termômetro para aferir o prestígio de uma
profissão é o número de jovens que a assinalam
como primeira opção na hora do vestibular. Por esse
medidor, a carreira de professor, que décadas atrás foi
um símbolo de status, nunca esteve tão em baixa. Uma nova
pesquisa, conduzida pela Fundação Carlos Chagas a pedido
da Fundação Victor Civita, chama atenção
para o problema, trazendo à luz um dado preocupante: às
vésperas de ingressarem na universidade, apenas 2% dos
estudantes brasileiros pretendem seguir o magistério -
opção que os outros 98% já descartaram. No
levantamento, baseado numa amostra de 1500 alunos de ensino
médio em escolas públicas e particulares de todo o
país, o curso de pedagogia patina na 36ª
colocação, entre as sessenta carreiras que hoje mais
exercem fascínio sobre os jovens - lista encabeçada pelas
áreas de direito, engenharia e medicina. Agrava o cenário
saber que esses poucos que ainda optam pela docência se
concentram justamente no grupo dos 30 % de alunos com as piores notas
na escola. Pouco disputado, o curso de pedagogia significa, para a
imensa maioria dos estudantes, a única porta de entrada
possível para o ensino superior - e não uma carreira de
que realmente gostam. Conclui a especialista Bernardete Gatti,
coordenadora da pesquisa: "Sem atrair as melhores cabeças para
as faculdades de pedagogia, o Brasil jamais conseguirá deixar as
últimas colocações nos rankings de ensino".
A situação de desprestígio da carreira de
professor é o retrato final de um processo deflagrado na
década de 70, quando se iniciou no país uma acelerada
massificação do ensino público. Sem profissionais
em número suficiente para suprir a galopante demanda, as escolas
passaram a recrutar até leigos para dar aulas. Foi aí
também que as faculdades de pedagogia e as licenciaturas
proliferaram à revelia da qualidade acadêmica, e os
salários começaram a cair. A remuneração
dos professores é, por sinal, o segundo fator elencado pelos
jovens de hoje para nem sequer cogitarem o magistério,
atrás de um item que se refere à completa falta de
identificação com o ofício, segundo mostra a
pesquisa da Fundação Carlos Chagas. Os estudantes contam
ainda que são desencorajados pelos próprios pais de fazer
essa opção. Boa parte dos entrevistados chega a afirmar
que a família "jamais aceitaria tal escolha profissional".
Países onde o ensino prima pela excelência, como Coreia do
Sul e Finlândia, encontraram bons caminhos para atrair os alunos
mais brilhantes às faculdades de pedagogia - experiência
que pode ser útil também ao Brasil. Ela indica que elevar
o salário dos professores é apenas uma das
estratégias eficazes, mas não a de maior impacto. O que
realmente suscita o fascínio dos melhores alunos pela
docência diz respeito, acima de tudo, à possibilidade
descortinada pela carreira de verem seu talento reconhecido e sua
capacidade intelectual estimulada. Nesse sentido, distinguir os
profissionais de melhor desempenho em sala de aula, com iniciativas
como bônus no salário e mais responsabilidade na escola,
tem sido, há décadas, um potente motor de
atração para a carreira de professor mundo afora. O
Brasil precisa aprender a lição.
Fonte: Revista Veja n. 2151
Cursos de educação tecnológica atraíram 28% dos inscritos
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:36 hs.
06/02/2010 - Dos 793 mil inscritos no Sistema de Seleção
Unificada (Sisu), 222.571, ou 28% do total, optaram por concorrer a uma
das 9 mil vagas ofertadas pelas instituições componentes
da Rede Federal de Educação Profissional e
Tecnológica. O curso de radiologia do Instituto Federal da Bahia
e o de análise e desenvolvimento de sistemas do Instituto
Federal de São Paulo, com mais de 5 mil inscritos, foram os
destaques.
De acordo com Marcelo Feres, coordenador-geral de
regulação da Secretaria de Educação
Profissional e Tecnológica (Setec), os números confirmam
o crescimento da procura por cursos tecnológicos. “A
graduação tecnológica é estratégica
para um país em desenvolvimento como o Brasil”, explica. A
oferta deste tipo de curso tem aumentado anualmente. “Temos
observado um crescimento acentuado. Dados do Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), por exemplo, mostram que
saímos de 636 cursos em 2002 para 4.355, em 2008”, diz.
Tendência – O coordenador conta que a demanda não
é apenas por parte dos estudantes, mas as próprias
instituições já reconhecem a
educação tecnológica como alternativa para a
oferta de ensino. “Recebemos muitas instituições
privadas que buscam se renovar por meio dos cursos tecnológicos,
afirmando que as modalidades tradicionais já não atraem
estudantes da mesma forma que alguns anos atrás”, observa.
Ao todo, 26 instituições integrantes da Rede Federal
aderiram ao sistema. Juntas, elas oferecem cerca de 20% das 47,9 mil
vagas disponíveis nas 51 instituições de ensino
que utilizaram o sistema como forma de seleção.
Leia a lista completa dos institutos e número de inscritos
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=3084&Itemid=
Assessoria de imprensa da Setec
Fonte: MEC
Haddad está prestigiado
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:04 hs.
06/02/2010 - Diante das confusões envolvendo o Enem e dos
números negativos sobre a alfabetização no
País, surgiram comentários em Brasília sobre a
fadiga de material do ministro da Educação, Fernando
Haddad. No MEC, porém, gente próxima a ele diz que
é tudo intriga da oposição. Segundo essas pessoas,
o presidente Lula encontrou-se com o ministro na segunda-feira 1º
e elogiou seu trabalho. Na terça-feira 9, viajam juntos ao Vale
do Jequitinhonha para lançar um polo de universidade aberta.
Apesar do apoio, Haddad adiou seus projetos eleitorais. Fica no cargo
até o fim do governo.
Octávio Costa
Fonte: Portal Isto é
Uma faculdade gratuita por vez
Fonte: Diário Catarinense, 08/02/2010 - Florianópolis SC
JÚLIA ANTUNES LORENÇO
A partir deste ano, não será mais possível
frequentar ao mesmo tempo cursos da Universidade Federal de Santa
Catarina (UFSC) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).
Em novembro de 2009, o presidente Lula sancionou a Lei 12.089, que
proíbe estudantes de cursarem duas instituições
públicas de ensino superior – municipal, estadual ou
federal. UFSC, Udesc, IF-SC ou UFFS? Em 2010, uma lei federal obriga o
estudante a cursar uma única instituição
pública. A justificativa da medida é aumentar as vagas no
Ensino Superior gratuito. As universidades, ainda discutem como
fiscalizar. No Estado, por enquanto, vale a palavra do aluno. Ao se
matricular, ele vai assinar uma declaração afirmando que
não estudará em outra instituição
pública.
A lei, proposta pelo deputado Maurício Rands (PT-PE), entrou em
vigor em dezembro. Em outubro, um decreto do deputado Jorginho Mello
(PSDB), editado por ele enquanto era governador em exercício,
também proibiu a prática no Estado a partir deste ano.
Mesmo o estudante que se inscreveu para os vestibulares da
UFSC e Udesc antes de a lei ser sancionada e foi aprovado nas duas
terá de optar por apenas uma delas.
A medida também atinge estudantes que pretendiam cursar em uma
das duas universidades e no Instituto Federal de Santa Catarina
(IF-SC), que oferece cursos superiores de tecnologia. Alunos
matriculados em duas ou mais universidades públicas antes da lei
entrar em vigor poderão concluir as faculdades. A
legislação proíbe, ainda, matrícula em dois
cursos da mesma instituição gratuita, o que já
não era permitido na UFSC e na Udesc. No Estado, cursar na
universidade estadual e na federal ao mesmo tempo era uma
prática comum. As duas têm sede em Florianópolis e
oferecem cursos em turnos diferentes.
Maioria abandona um dos cursos - Com a criação da
Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS), que tem campus em
Chapecó, no Oeste, também poderia ocorrer de um estudante
fazer uma graduação lá e outra na Udesc,
que também tem sede na cidade. Não há
levantamento, nem da UFSC, nem da Udesc, de quantos alunos estudam nas
duas ao mesmo tempo. Rands justifica que não existem vagas
ilimitadas no ensino superior gratuito e que o Estado pode estabelecer
critérios para distribuí-las. Para ele, a lei não
impede que um estudante dedicado faça dois cursos, porque
dá oportunidade para que outro, não menos empenhado,
estude. O deputado argumenta ainda que mais de 90% dos alunos que
passaram em dois cursos acabam abandonando um deles. Na UFSC,
são 576 matrículas trancadas, que ainda não podem
ser usadas para transferência, de acordo com o vice-presidente do
Departamento de Administração Escolar, Luiz Carlos
Siridakis. Os estudantes têm dois anos para voltar à
graduação, depois do prazo fica caracterizado abandono de
curso. Em outubro do ano passado, a UFSC abriu 784 vagas para
transferências. A universidade oferece cerca de 5 mil vagas por
vestibular. Na Udesc, foram abertas 1.024 transferências. No
último vestibular, a universidade abriu 1,5 mil vagas.
Quem descumprir a lei será punido
Fonte: Diário Catarinense, 08/02/2010 - Florianópolis SC
O estudante que descumprir a lei perderá a matrícula mais
antiga se estiver cursando em universidades diferentes e a mais recente
se estiver estudando na mesma instituição. Ele
terá cinco dias para decidir em qual ficar. Em Santa Catarina,
universidades ainda estudam como farão para fiscalizar os alunos
e fazer com que cumpram a determinação. Hoje, quando os
aprovados na Udesc fizerem a matrícula, precisarão
assinar uma declaração informando que não
cursarão outra instituição pública. A
pró-reitora de ensino, Sandra Makowiecky, explicou que depois os
dados dos estudantes serão cruzados com os de outras
universidades. Acreditar na palavra do aluno foi a única maneira
encontrada pela faculdade, nesse momento, para garantir que os
estudantes frequentem apenas um curso. A UFSC vai adotar o mesmo
processo. O calouro também terá que assinar uma
declaração, garantindo que irá se matricular
só numa instituição gratuita. A
informação será cruzada com outras universidades.
A pró-reitora de ensino e graduação, Yara
Müller, informou que futuramente deve haver um cadastro integrado
entre as universidades. No sistema, com o número do CPF do
aluno, será possível saber se ele está matriculado
em duas universidades públicas. A pró-reitora ainda
aguarda orientações do Ministério da
Educação (MEC). O IF-SC também espera
instruções do MEC. O coordenador dos cursos de
graduação do instituto, Dorival Nandi, informou que
apesar de a lei estar em vigor, não foi repassado nenhuma
orientação de como fiscalizar se ela será
cumprida. Ele também acredita que o controle será
feito pelo CPF e aguarda uma reunião entre as três
instituições. Na Universidade Federal Fronteira Sul
(UFFS), o reitor Dilvo Ristoff falou que isso ainda não foi
discutido. A instituição ainda está em processo de
contratação de servidores.
Instituições devem manter o controle - A assessora de
imprensa do MEC, Tatiana Beltrão Gomes, falou que, por enquanto,
cabe às universidades terem um controle dos estudantes.
Além de deixar o curso, o aluno perderá todos os
créditos conseguidos com as disciplinas já cursadas. O
autor da proposta, deputado Maurício Rands, acrescenta que o
estudante ainda poderá responder por danos causados à
pessoa que teria direito à vaga.