
12/02/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por
meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor
educacional às instituições associadas.
Esclarecemos que as matérias
veiculadas não representam, necessariamente, a opinião da Associação.
Caso não queira mais recebê-lo
responda esta mensagem inserindo no campo "Assunto" a palavra:
REMOVER.
Em breve será implantado
diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade
na pesquisa
A
AMPESC informa que não haverá expediente nos dias 15 e 16
de fevereiro em decorrência do período de Carnaval. As
atividades normais retornam na quarta-feira, dia 17 de fevereiro.
Concurso Nacional Sistema Interamericano de Direitos Humanos 2010
Prouni chega ao fim com recorde de inscrições
Comunicado GIFUS/Florianópolis sobre a Reformulação do FIES – Atendimento
Portaria normativa nº 4, de 11 de Fevereiro de 2010.
Despachos da Diretoria em 10 de Fevereiro de 2010
Após recursos, OAB mantém gabarito da 1ª fase do 3º Exame de Ordem
Justiça impede candidato de tomar posse por falta de diploma de jornalismo
Receita Federal divulga regras para a declaração do Imposto de Renda
Sisu: Matrícula de aprovados na primeira etapa termina na sexta-feira
Aumento no número de vagas não democratiza o ensino
Pais do ES receberão mensagens sobre desempenho escolar via celular
'A real dimensão do Sistema de Seleção Unificada no ensino superior'
Instituída comissão responsável pela elaboração do PNPG
Escolas iniciam ensino médio inovador
Inscrições às bolsas do ProUni batem recorde, diz MEC
Classes A e B são as que mais cresceram na crise
Apesar de demanda alta, liberação de bolsas do ProUni deve ser limitada
Apenas 2% dos graduados têm trabalho formal
Votação da reforma do Judiciário fica para semana que vem
BNDES define regras para financiamento de laptop educacional
Prorrogada a inscrição para revalidar diploma estrangeiro
Diploma estrangeiro de medicina tem prazo de revalidação adiado
Concurso Nacional Sistema Interamericano de Direitos Humanos 2010
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
ONCURSO NACIONAL SISTEMA INTERAMERICANO
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO Nº 30, sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
EDITAL DE 10 DE FEVEREIRO DE 2010
CONCURSO NACIONAL SISTEMA INTERAMERICANO DE DIREITOS HUMANOS 2010
Com o objetivo de difundir e
promover o funcionamento do Sistema Interamericano de Direitos Humanos
nas instituições de ensino superior brasileiras, a
Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da
República torna público, para conhecimento dos
interessados, o Edital de Divulgação do Concurso Nacional
Sistema Interamericano de Direitos Humanos 2010. Este concurso consiste
na seleção de duas equipes brasileiras - uma na etapa
escrita e outra na etapa oral - para participar da 15ª
edição da Competição de Julgamento Simulado
do Sistema Interamericano de Direitos Humanos que ocorrerá entre
os dias 23 a 28 de maio de 2010, na cidade de Washington D.C., por
promoção do Centro de Direitos Humanos e
Direito Internacional Humanitário da Faculdade de Direito da American University.
Link: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=3&data=12/02/2010
Prouni chega ao fim com recorde de inscrições
Fonte: Jornal da Educação
A primeira fase do Prouni (Programa
Universidade para Todos) encerrou suas inscrições na
última quarta-feira, 10, batendo recordes desde seu
lançamento em 2004. No total, 822.254 candidatos se cadastraram
no site do programa na tentativa de ganharem bolsas de estudos em
Centros Universitários. O recorde de inscrições do
ano passado foi quebrado em mais de 120 mil pessoas.
O Prouni irá distribuir, em
2010, 165 mil bolsas integrais e parciais em aproximadamente 1,5 mil
universidades brasileiras. Já a lista de candidatos será
divulgada no sábado, 13, na página eletrônica do
programa. Para isso, o concorrente deve ter em mãos o CPF
(Cadastro de Pessoa Física) e o número de
inscrição do Enem (Exame Nacional do Ensino
Médio). Já os candidatos que perderam a primeira etapa do
Prouni terão uma segunda chance entre os dias 4 e 7 de
março e com o resultado no dia 10 do mesmo mês.
Comunicado GIFUS/Florianópolis sobre a Reformulação do FIES – Atendimento
Fonte:Gerência de Fundos e Seguros Sociais CEF
1. Informamos que com a
edição da Lei 12202/2010, de 15/01/2010, a CAIXA deixa de
atuar como Agente Operador do FIES, permanecendo apenas com as
funções de Agente Financeiro.
2. Muito embora o Artigo 20-A da Lei
10.260/2001, inserido pela Lei 12.202, estabeleça que o FNDE
terá prazo de até 1 (um) ano para assumir o papel de
agente operador do FIES, e que caberá à CAIXA dar
continuidade ao desempenho das atribuições decorrentes do
encargo, durante este prazo está definido que o FNDE
assumirá imediatamente a gestão das atividades relativas
aos processos seletivos do FIES, que compreendem as etapas de:
·adesão das instituições de ensino, conforme define a Portaria Normativa Nº 1/2010;
·inscrição dos estudantes;
·classificação dos estudantes inscritos;
·entrevistas dos estudantes inscritos.
2.1 Todas as etapas do processo
seletivo serão realizadas por meio do sistema disponível
no endereço http://sisfies.mec.gov.br, mantido e gerenciado pelo
FNDE;
2.1.2 A Portaria Normativa nº
1/2010 dispõe, dentre outros aspectos, sobre o processo de
adesão das mantenedoras, não tendo ainda sido divulgadas
as novas rotinas e datas para as fases subseqüentes de processo
seletivo.
3. Processos Financeiros do FIES
3.1 Em relação aos
processos de Repasse dos títulos CFT-E para as IES; bloqueio do
Risco de Crédito; Recolhimento de títulos pelas
mantenedoras para pagamento de contribuições
previdenciárias e demais tributos administrados pela Receita
Federal do Brasil – RFB e Recompra de títulos, a CAIXA e o
FNDE estão mantendo entendimentos para definir os processos de
responsabilidade do Agente Operador que serão realizados
temporariamente pela CAIXA, mediante prestação de
serviço.
3.1.1 Dessa forma, o repasse do
mês de referência janeiro/2010 não foi realizado e o
módulo de Recolhimento não está disponível
no SIFES para as instituições de ensino.
3.1.2 Tão logo haja definição sobre tal assunto informaremos as mantenedoras.
3.1.2.1 Nesse ínterim,
qualquer esclarecimento acerca dessas questões deverá ser
direcionado ao MEC ou FNDE.
3.1.2 O dispositivo da Lei
10.260/2001 que previa a possibilidade de negociação de
títulos CFT-E no chamado Mercado Secundário foi
revogado pela Lei 12.202/2010, razão pela qual tais
negociações deixaram de ser realizadas a partir da
vigência desta Lei (15.01.2010).
4. Atendimento das IES
4.2 Os procedimentos operacionais de
responsabilidade das IES/CPSA para os processos de transferência
e de aditamento (aditamento simplificado e aditamento não
simplificado/emissão de RM) continuarão sendo realizados
por meio do SIFES.
4.2.1 O atendimento das IES relativo
a desbloqueio/reativação de senha no SIFES,
continuará sendo prestado temporariamente por esta GIFUS,
até que sejam definidos os novos responsáveis por esta
rotina.
4.3 Autorização pelo
Agente Operador para realização extemporânea de
procedimentos de responsabilidade da IES ou da CPSA:
4.3.1 Tal autorização
continua normativamente prevista, conforme Artigo 25 da Portaria
Normativa 1/2010, do MEC, para os casos de erros ou de existência
de óbices operacionais que inviabilizem a execução
de procedimentos de responsabilidade da instituição de
ensino ou da CPSA, podendo o agente operador, a seu exclusivo
critério, autorizar a regularização dos registros
ou efetuá-la de ofício, desde que o recebimento da
comunicação formal e das competentes justificativas
ocorra em até 180 dias contados da data de sua ocorrência.
4.3.2 Assim, tais
solicitações devem ser enviadas pelas IES ou CPSA
diretamente ao FNDE (fies.instituicao.ensino@fnde.gov.br).
4.4 Pendências relativas
à finalização de aditamento extemporâneo
anteriores a publicação da Lei
cuja demanda foi recebida por esta GIFUS
até aquela data continuarão a ser tratadas por esta
Gerência.
5 Objetivando auxiliar essa
Instituição no encaminhamento das demandas ao MEC e FNDE
informamos os canais de atendimento disponibilizados por àqueles
Órgãos:
a) Atendimento IES: fies.instituicao.ensino@fnde.gov.br;
b) Atendimento estudantes: fies.estudantes@fnde.gov.br;
c) Acesso ao sistema para adesão das mantenedoras ao FIES: HTTP://sisfies.mec.gov.br;
d) Central de Atendimento MEC: 0800 61 6161.
Atenciosamente
ROGÉRIO JOÃO DE SOUSA
Gerente de Serviço/FL
gifusfl01@caixa.gov.br
(48) 3722-5382
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Portaria normativa nº 4, de 11 de Fevereiro de 2010.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:37 hs.
12/02/2010 - Dispõe sobre a
certificação no nível de conclusão do
ensino médio ou declaração de proficiência
com base no Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2186.pdf
Fonte: DOU n.º 30 -- 12.02.2010
Despachos da Diretoria em 10 de Fevereiro de 2010
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:33 hs.
12/02/2010 - SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA DESPACHO DA DIRETORIA
Em 10 fevereiro de 2010
No- 5 - A Diretoria de
Regulação e Supervisão da Educação
Profissional e Tecnológica da Secretaria de
Educação Profissional e Tecnológica do
Ministério da Educação, tendo em vista o disposto
no Decreto nº 5.773, de 09/05/2006, alterado pelo Decreto nº
6.303, de 12/12/2007, e na Portaria Normativa nº 10, de
02/07/2009, considerando os pedidos de autorização de
cursos protocolizados junto ao Ministério da
Educação por instituições de ensino
superior com IGC - Índice Geral de Cursos da
Instituição igual ou superior a 3, além da
proporção de cursos dessas instituições
reconhecidos, em relação ao número de cursos
autorizados, somados estes ao total de solicitações,
decide pelo deferimento dos pedidos de autorização para o
funcionamento dos cursos superiores de tecnologia objetos dos processos
abaixo relacionados:
ANDRÉA DE FARIA BARROS ANDRADE
Fonte: DOU nº 30 - 12.02.2010
Link: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=31&data=12/02/2010
Após recursos, OAB mantém gabarito da 1ª fase do 3º Exame de Ordem
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:13 hs.
12/02/2010 - Como nenhuma questão foi anulada, gabarito preliminar é mantido.
A segunda etapa deverá ser realizada em 28 de fevereiro.
Do G1, em São Paulo
A Ordem dos Advogados do Brasil
(OAB) divulgou nesta quinta-feira (11) que nenhuma das questões
da primeira fase do Exame de Ordem 3/2009 foi anulada. Com isso, os
gabaritos preliminares, divulgados em janeiro, ficam valendo com os
definitivos.
Segundo comunicado do CESPE/UnB, que
realiza o exame, a decisão foi tomada após a
análise dosecursos impetrados.
Fonte: G1 - Portal Globo
Justiça impede candidato de tomar posse por falta de diploma de jornalismo
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha Online, 11/02/2010 - São Paulo SP
DIMITRI DO VALLE da Agência Folha, em Curitiba
O candidato que passou em primeiro
lugar num concurso público para o cargo de assessor de imprensa
da UFPR (Universidade Federal do Paraná) foi impedido de tomar
posse por não ter o diploma de curso de jornalismo. A
juíza Soraia Tullio, da 4ª Vara Federal de Curitiba, negou
liminar para a posse de Gustavo Carvalho de Aquino. Quando foi avisado
pela UFPR que não seria empossado no cargo, Aquino entrou com
mandado de segurança com base na decisão do
STF (Supremo Tribunal Federal) que extinguiu a obrigatoriedade do
diploma para o exercício da profissão de jornalista. No
despacho, a juíza disse que o edital do concurso já
exigia o diploma específico.
"Constando expressamente no edital
do concurso --que, como é sabido, constitui a lei do certame--,
a exigência de curso superior para o exercício do cargo,
inexiste ilegalidade ou abuso de poder no ato da autoridade impetrada
[UFPR] que impediu a posse do candidato." Para a juíza,
"é opção da UFPR incluir em seus quadros
jornalistas com ou sem curso superior". Segundo ela, isso não
representa "infringência ou incompatibilidade com o
posicionamento do STF", citado na ação movida pelo
candidato. Cabe recurso da decisão. A reportagem não
conseguiu localizar Aquino ontem. Na ação, ele disse que
tem "conhecimento e experiência suficiente para o
exercício do cargo".
Receita Federal divulga regras para a declaração do Imposto de Renda
Fonte: OAB/SC Notícias
A Receita Federal publicou nesta
quarta-feira no Diário Oficial da União a
instrução normativa para a declaração do
Imposto de Renda Pessoa Física. O contribuinte residente no
Brasil que recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$
17.215,08 no ano passado é obrigado a apresentar a
declaração de ajuste anual.
O prazo para a entrega começa
em 1º de março e vai até 30 de abril. A multa
mínima para quem atrasar a entrega será de R$ 165,74 e a
máxima, de 20% do imposto devido.
A entrega é
obrigatória também para quem recebeu rendimentos isentos,
não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte,
superiores a R$ 40.000 em 2009 e para quem obteve, em qualquer
mês, ganho de capital na alienação de bens ou
direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou
operações em Bolsas de Valores, de mercadorias, de
futuros e assemelhadas.
Sobre a atividade rural, o
órgão define que é obrigado a declarar quem obteve
receita bruta superior a R$ 86.075,40 e para quem pretende compensar,
no ano-calendário de 2009 ou posteriores, prejuízos de
anos-calendário anteriores ou do próprio ano
calendário de 2009.
A entrega deve ser feita
também por quem teve a posse ou a propriedade de bens ou
direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000 em
31 de dezembro e para quem passou à condição de
residente no Brasil em qualquer mês e nesta
condição se encontrava em 31 de dezembro.
A declaração pode ser
enviada pela internet, até as 23h59min59s (horário de
Brasília) de 30 de abril, usando o programa de
transmissão Receitanet. Outras opções é
entregar em disquete nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa
Econômica Federal ou por meio de formulário nas
agências e nas lojas franqueadas dos Correios.
Fonte: Folha Online
Sisu: Matrícula de aprovados na primeira etapa termina na sexta-feira
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal UOL Educação, 09/02/2010
Da Redação Em São Paulo
A matrícula dos aprovados na
primeira etapa do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) do
MEC (Ministério da Educação), iniciada ontem (8),
termina nesta sexta-feira (12). Nesta fase, se inscreveram 793,9 mil
candidatos para para 47.913 vagas em 51 instituições. A
seleção utiliza a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino
Médio) 2009 na classificação dos vestibulandos. Os
registros são feitos pelas instituições de ensino
e os estudantes selecionados devem observar as regras definidas em cada
uma. A lista dos documentos exigidos pelas instituições
pode ser consultada nas próprias universidades e institutos
federais, ou na página de acompanhamento da
inscrição do candidato, acessando o sistema no
http://sisu.mec.gov.br/. A ocupação da vaga só
é confirmada após a realização da
matrícula na instituição. Além das
instituições federais, a Uenf (Universidade
Estadual do Norte Fluminense) e a Ence-IBGE (Escola Nacional de
Ciências Estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística) também participam do Sisu. Na primeira
etapa, foram convocados 47.680 estudantes
Segunda etapa - A segunda etapa de
inscrições começa no dia 15 de fevereiro e vai
até o dia 20 do mesmo mês, pelo site
http://sisu.mec.gov.br/, das 6h às 23h59 (horário de
Brasília (DF)). Os candidatos não selecionados na
primeira poderão tentar novamente uma vaga. O resultado desta
etapa deve ser divulgado em 22 de fevereiro. As
inscrições da terceira e última etapa ocorrem de
1º a 3 de março.
Critério de desempate mudou -
O MEC (Ministério da Educação) não
irá mais utilizar o critério de antecedência de
inscrição como fator de desempate do Sisu. Ou
seja, para conseguir uma das vagas em disputa no ensino superior
federal, não importa quem se inscreveu antes, mas sim a nota no
Enem 2009. De acordo com nota do ministério, a
alteração nos critérios ocorreu por conta de
problemas no acesso à banda larga, ocorridos na região
Sudeste no último domingo, 31 de janeiro. Os critérios de
desempate considerados para a classificação serão:
•Redação •Linguagens •Matemática
•Ciências da Natureza •Ciências humanas. Se mesmo
com as notas houver empate, os candidatos empatados receberão a
vaga. O sistema estreou com falhas e instabilidade. Muitos internautas
reclamaram do funcionamento do sistema ao UOL por meio de um grupo de
discussão e do sistema de comunicação de erros. O
Sisu também teve funcionamento lento entre 6h e 9h30 da
manhã de 30 de janeiro
Aumento no número de vagas não democratiza o ensino
Fonte: Clipping Educacional Correio Braziliense, 09/02/2010 - Brasília DF
Apesar de representarem metade da
população, negros e índios ocupam apenas 30% das
vagas do ensino superior. Problema atinge jovens de baixa renda
Agência UnB
A ampliação do
número de vagas no ensino superior não garantiu acesso
mais democrático à educação. É o que
afirma a pesquisadora Luana Goveia, do Centro de Pesquisa e
Pós-Graduação sobre as Américas (Ceppac) da
UnB constatou que população de baixa renda e minorias
étnicas continuam à margem do sistema educacional. No
Brasil, o Estado financia parte do sistema educacional, financiando
integralmente as instituições públicas e, no
sistema privado, facilitando crédito para estudantes. Para
ingressar nas instituições públicas, entretanto, o
aluno precisa passar em provas, que restringem o acesso. E o
crédito para alunos de instituições privadas
não chega a todos. “Como quem passa no vestibular
geralmente são os que tinham renda para estudar em escolas
particulares, os mais pobres ficam de fora”, conta Luana. A
pesquisadora analisou a grupo de renda ptrês grupos de renda mais
elevada. Os três menores grupos de renda representam, juntos,
somente 2,6% dos estudantes. O problema da renda é mais sentido
pelas minorias étnicas. Negros e índios representam
49,79% da população brasileira e mesmo assim, ocupam
somente 30,56% das vagas disponíveis no sistema de ensino
superior no Brasil. “O problema das etnias é evidente, mas
no Brasil está historicamente relacionado à renda”,
analisa. Por isso a pesquisadora sugere que políticas
afirmativas incluam também critérios de renda, para que
sejam mais justas. “A questão da renda atinge todas as
etnias, inclusive os brancos e amarelos”, aponta.
Prova disso é que hoje
existem vagas ociosas na rede privada de ensino superior. “As
vagas já existem, mas os jovens não as ocupam porque
não possuem dinheiro para pagar as mensalidades ou precisam
trabalhar para se sustentar e não sobra tempo para o
estudo”, avalia. O crescimento do número de vagas foi
expressivo, mas não suficiente. Em 1999, 14% dos jovens entre 18
e 24 anos estavam matriculados em instituições de ensino
superior. Em 2006, já chegava a 25%. No Chile,
entretanto, são 47% dos jovens que estão matriculados.
Ondas de expansão - A oferta de vagas no ensino superior passou
por três ondas de expansão. A primeira aconteceu por volta
de 1810 quando surgiram as primeiras escolas de ensino superior.
Formavam médicos,
engenheiros e militares para
manutenção da Coroa Portuguesa aqui. “As vagas eram
poucas e preenchidas somente pela elite da época”, conta
Luana. A segunda onda aconteceu na década de 40 com a
expansão das universidades católicas. Atendeu a demanda
de uma sociedade mais complexa que exigia profissionais em outras
áreas. A terceira e maior onde aconteceu depois de 1960, mais
especificamente na década de
90, com a expansão das
universidades particulares. Em 1970, 55% das matrículas no
ensino superior eram em instituições privadas. Em 2006,
já eram 72% das matrículas. Luana percebeu, nos
últimos anos, uma
quarta onda de expansão, que
denominou de onda de crescimento inclusivo. “O aumento no alcance
de bolsas e cotas democratizam o acesso”, destaca.
Pais do ES receberão mensagens sobre desempenho escolar via celular
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal G1, 09/02/2010
Iniciativa deve ser implementada em maio. Será possível, também, consultar um 0800.
Érica Polo Do G1, em São Paulo
A rede estadual do Espírito
Santo deverá contar com dois novos serviços de
informação sobre desempenho escolar a partir de maio
deste ano. Um deles é o 'boletim falado' e, quanto ao outro,
trata-se do envio de mensagens via celular para os pais em caso de
baixo rendimento dos alunos. O 'boletim falado', via 0800,
fornecerá notas e frequência, em princípio, aos
pais de uma parcela dos 310 mil alunos da rede.
"Começaremos com um projeto
piloto e depois expandiremos", disse ao G1 o secretário de
educação do estado Haroldo Corrêa Rocha. "As
mensagens de celular serão enviadas somente quando o aluno tiver
notas abaixo da média 6 e solicitarão o comparecimento
dos pais à escola", reforçou.
De acordo com o secretário,
as ações complementam o programa de gestão escolar
online, implementado entre 2008 e 2009 na rede estadual capixaba. As
escolas ganharam um sistema eletrônico para cadastro dos
estudantes. Com isso, fornecendo O número da
matrícula, os pais podem acessar frequência e notas via
web. "Percebemos que essa iniciativa não é suficiente
porque nem todas as famílias tem acesso a computador. Há,
ainda, quem não saiba usar", afirma Rocha. Até o ano
passado, as informações sobre o desempenho escolar eram
informadas bimestralmente. A partir de 2010, estarão
disponíveis a cada trimestre. Todas as ações
têm a finalidade de aproximar os pais da realidade escolar dos
filhos, disse o secretário
'A real dimensão do Sistema de Seleção Unificada no ensino superior'
Fonte: Clipping Educacional Consae O Globo, 08/02/2010 - Rio de Janeiro RJ
Luis Paulo Vieira Braga
A denominação
não esconde a meta ambiciosa - um sistema único para
acesso à universidade - discutível em suas premissas e
inexequível na sua primeira realização. Menos do
que 50.000 vagas foram oferecidas pelo SISU de um total de mais de
350.000 vagas existentes em instituições públicas
de ensino e de mais de 1.500.000 vagas do sistema privado de ensino
superior. Fruto do açodamento, o experimento patinou na
segurança, o que causou o adiamento das provas, atrasando o
calendário de aulas de 2010. Revelou falhas na
formulação das questões e gerou mais de 13.000
reclamações na fase da inscrição
eletrônica. Imaginem se todas as instituições de
ensino superior tivessem aderido ao sistema. Universidades importantes
ficaram de fora, total ou parcialmente. A USP, UNICAMP, UNESP
não participaram. A UFRJ e a UFF participaram parcialmente. O
experimento acabou sendo o que deveria ter sido desde o início -
um piloto para orientar o desenvolvimento e aperfeiçoamento do
sistema, a começar pela denominação. Muitas
vozes se levantaram contra o rolo compressor do programa, que excluiu
línguas estrangeiras e aspectos regionais em disciplinas tais
como história e geografia. Outros criticaram o seu gigantismo.
Por que não fazer como os exames SAT (EUA), que são
oferecidos mais de uma vez ao ano, em diversas localidades?
O SISU incorpora também o
sistema de cotas para as instituições públicas que
o adotaram: 50% das vagas reservadas para os alunos das escolas
públicas, sendo que dessas, 70% destinadas a negros, pardos ou
índios, inspirada na legislação norte-americana de
políticas afirmativas. Porém, lá os afroamericanos
são minoria, enquanto que aqui os "pardos" são maioria.
Ao se fixar no critério demográfico, as
instituições que o adotaram vão criar turmas com
50% de alunos altamente preparados para o ensino superior e 50% de
alunos com deficiências de formação do ensino
médio. A política afirmativa correta no caso do Brasil
é aquela adotada por muitas ONGs e universidades de
criar cursos pré-vestibulares para alunos carentes, assim como
prever formas de seu sustento ao longo do curso. A evasão de
alunos não é baixa no Brasil, os concluintes no ensino
público superior correspondem a pouco mais da metade dos
ingressantes, e é provável que o número aumente
ainda mais em função dessas medidas. Outra
consequência do sistema é a migração
forçada, uma vez que o aluno só pode optar por uma
instituição e um curso por vez. Ou seja, em
regiões com alunos mais competitivos é de se esperar a
estratégia de optar por cursos em unidades da
Federação com alunos menos "cotados" (com duplo sentido),
o que vai acabar por deslocar os estudantes locais dessas
regiões. O fato já foi detectado pela secretária
do Ensino Superior, que o vê como a descoberta do Brasil pelos
estudantes... A engenharia social brasileira é dada a
ficções e a inovações discutíveis.
Uma delas é começar a construir o novo prédio da
educação brasileira pelo telhado, e não pelas suas
bases.
Instituída comissão responsável pela elaboração do PNPG
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:19 hs.
12/02/2010 - A Portaria nº 36
da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de
Nível Superior (Capes), republicada no Diário Oficial da
União de 11 de fevereiro, institui a Comissão Nacional
responsável pela elaboração do Plano Nacional de
Pós-Graduação (PNPG), relativo ao período
2011-2020.
A Comissão é composta
pelos seguintes membros: Francisco César de Sá Barreto,
que a preside; Álvaro Toubes Prata, da Universidade Federal de
Santa Catarina (UFSC); Abílio Afonso Baeta Neves Universidade
Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Adalberto Luis Val, do Instituto
Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); Adalberto Ramon Vieyra
da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Celso Pinto de Melo
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); José Fernandes de
Lima, da Secretaria de Estado da Educação de Sergipe;
Ricardo Gattass, da UFRJ; Anísio Brasileiro de Freitas Dourado,
do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e
Pós-Graduação (Foprop); Luis Alfredo
Salomão, Secretaria de Assuntos Estratégicos do
Paraná (SAE/PR); Cel. Celso Bueno da Fonseca, do
Ministério da Defesa; Hugo Valadares Siqueira, da
Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG);
Ronaldo Mota, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT);
e Carlos Alberto Aragão Carvalho Filho.
A Comissão Nacional conta com
a colaboração de uma Comissão Coordenadora e de
uma Comissão de Apoio Técnico. A Comissão
Coordenadora é composta por Paulo Sérgio Lacerda
Beirão, Márcio Gomes Soares, Ronaldo Antônio Neves
Marques Barbosa, Heliana Ribeiro de Mello, Ricardo Santiago Gomez, Ivan
Domingues, todos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Já a Comissão de Apoio
Técnico é formada por membros da Capes, sendo eles
Sérgio Oswaldo Carvalho de Avellar, Maria de Amorim Coury, Marta
Elias Ribeiro de Oliveira, Genoseinia Maria da Silva Martins, Alexandre
Marafon Favero e Cássia Cristina Donato, e da UFMG, Maria Elisa
Sousa e Silva e Sandro Renato Dias.
A Comissão deverá apresentar a proposta do referido Plano até o dia 30 de outubro de 2010.
Fonte: Portal Capes
Escolas iniciam ensino médio inovador
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha Dirigida, 04/02/2010 - Rio de Janeiro RJ
Renato Deccache
Há muito fala-se que o ensino
médio brasileiro perdeu a identidade. Dividido entre formar o
cidadão, preparar para o vestibular e fornecer as bases para
iniciação profissional, acabou por não atender de
forma satisfatória a nenhum destes objetivos ao longo dos anos.
Para despertar maior interesse do jovem por esta etapa da
formação educacional, o MEC lançou o ensino
médio inovador, que começa a ser implantado a partir
deste ano em algumas escolas públicas. O período de
formação ganhou mais 600 horas, ao passar de 2.400 para
3.000, tempo que os próprios alunos poderão escolher como
ocupar a partir de um conjunto de matérias e atividades que
fogem ao padrão do currículo comum. Há
também outras diretrizes, que buscam enfatizar a parte
prática e uma abordagem diferenciada dos conhecimentos.
Resta saber se tudo isto vai atingir
os pontos que fazem do ensino médio a mais problemática
das etapas da educação no país. Até porque
os problemas desta fase não se restringem à defasagem de
um currículo e de um modo de ensinar que muitos defendem
não ser mais adequado aos jovens. Reduzir a evasão e
aumentar o rendimento dos alunos exige solucionar um problema anterior,
segundo Ruben Klein, pesquisador e consultor da Fundação
Cesgranrio. "É preciso melhorar o ensino fundamental. Os alunos
precisam chegar mais bem preparados e qualificados no ensino
médio." Outro obstáculo que o projeto não ataca
diretamente é a carência de professores no segmento. O
último levantamento do MEC, divulgado em 2008, apontava para uma
falta de 250 mil profissionais com habilitação
específica. E, entre os que possuem a formação,
resta saber se a maioria tem condições de, no curto
prazo, dominar as ferramentas de aplicação da
dinâmica interdisciplinar. "Se não houver
professores preparados, material bom para ser utilizado,
não vejo como vai haver mudança. As faculdades
estão preparando professores par ensinar isto? As editoras
estão elaborando livros para servir de guia?", questiona Ruben
Klein.
No começo,
inovação para poucos - Na fase inicial, uma parcela
pequena dos alunos será beneficiada pelas
inovações da nova proposta para o ensino médio. Em
todo o país, cerca de 400 públicas poderão adotar
a proposta. A elas, o MEC ofereceu orientação,
formação e recursos. A proposta é aplicar o ensino
médio inovador de forma experimental neste grupos de escolas,
que inclui unidades de outros estados e instituições como
o Colégio Pedro II. Enquanto isto, várias redes
terão de conviver com duas realidades: uma válida pela
maioria dos colégios, onde predomina o ensino nos moldes
tradicionais, e outra em que alguns ganharam condições de
oferecer um ensino mais atraente. Na rede estadual do Rio, por exemplo,
apenas 16 unidades começarão com o ensino médio
inovador. Cada uma, com até 700 alunos, receberá R$50 mil
do MEC, sendo R$15 mil para compra de equipamentos e R$35 mil para
custear atividades pedagógicas. Entre os critérios para a
escolha das participantes, estão a alta evasão escolar, o
desempenho ruim dos alunos em avaliações de desempenho e
a demonstração de perfil inovador pela
direção da escola.
Na Secretaria Estadual de
Educação, a posição é de que
não há problemas no fato de a maior parte dos alunos
não ser beneficiada pelas inovações na fase
inicial. Segundo nota divulgada, a posição é de
que "todo projeto, para ser bem sucedido, deve começar em
tamanho reduzido para depois ser ampliado." O texto informa ainda que a
Educação do Rio já tem uma rede com grande
diversidade de oferta de cursos e que é esperada uma
mudança de cultura intensa por parte das escolas. Ruben Klein
também apoia a ideia de iniciar o programa para um número
menor de unidades. A dificuldade maior, afirma o educador, será
na hora de estender a proposta para o conjunto das escolas, quando a
dificuldade de monitoramento cresce e, ao mesmo tempo, cai o controle
sobre variáveis como qualificação dos
profissionais e condições internas e externas. "Para
isto, é fundamental desenvolver material didático para
todos. Se todo professor fizer o que quiser não vai dar certo."
Ex-representante da
Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e doutor
em Educação pela Universidade de Stanford, Jorge Werthein
aponta mais um ponto que, na sua visão, dificulta a
implantação do ensino médio inovador em todas as
escolas, além da falta da infra-estrutura necessária na
maior parte delas. "Precisamos de professores capacitados que, por
sinal, hoje o país não forma em quantidade suficiente. Na
área das Ciências, por exemplo, não há
docentes para suprir as necessidades do ensino médio", comenta
Werthein, atual vice-presidente da Sangari Brasil. O educador é
mais otimista ao avaliar os possíveis impactos do ensino
médio inovador. Ele acredita que a proposta pode ter
desdobramentos quantitativos, com aumento do número de alunos
que buscam e que permanecem no ensino médio. "A reserva de 20%
da carga horária para matérias eletivas, escolhidas pelos
alunos, também é interessante. Ao mesmo tempo em que se
mantém o foco, com 80% da carga horária destinada ao
currículo básico, permite-se ao aluno optar por algumas
disciplinas com as quais tenha mais afinidade. É uma forma de
tornar a escola mais interessante para ele", completa Jorge
Werthein.
Inscrições às bolsas do ProUni batem recorde, diz MEC
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:34 hs.
11/02/2010 - Até 23h, MEC contabilizou 810 mil inscritos.
Inscrições foram encerradas na noite desta quarta-feira (10).
Do G1, com informações do Jornal da Globo
Terminou à meia-noite desta
quarta-feira (10) o prazo das inscrições para concorrer a
bolsas do ProUni que dão direito a vagas em universidades
particulares para alunos de baixa renda. De acordo com o último
boletim de Ministério da Educação e Cultura (MEC),
divulgado às 23h, 810 mil estudantes se inscreveram para
disputar as 165 mil bolsas do ProUni, o que representa um número
recorde.
Mas muitos estudantes reclamaram de dificuldades na hora de acessar o site do MEC.
O MEC diz que não houve
congestionamento no site e, sim, uma grande procura. Em nenhum momento,
o site teria ficado fora do ar.
O prazo para inscrição
terminou e não será prorrogado. O resultado sai no dia
13, no próximo sábado. Quem for selecionado deve procurar
o estabelecimento de ensino entre os dias 17 e 26 de fevereiro, e
apresentar os documentos que comprovem a renda familiar e a
conclusão do ensino médio.
Fonte: G1 - Portal Globo
Classes A e B são as que mais cresceram na crise
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:16 hs.
11/02/2010 - Estrato social que tem
renda superior a R$ 4.807 foi o mais afetado [br]no auge da
recessão, entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009
Adriana Chiarini, RIO
O conjunto das classes A e B foi o
mais atingido pela crise econômica inicialmente, mas
também foi o que mais cresceu no ano passado, terminando o ano
2,0% superior a dezembro de 2008. A avaliação é de
estudo realizado pelo Centro de Políticas Sociais da
Fundação Getúlio Vargas (CPS-FGV), que considerou
as seis principais regiões metropolitanas do País. A
classe C terminou o ano com redução de 0,4% ante dezembro
de 2008. A classe D aumentou 1,4% e a classe E caiu 1,5% no
período.
O economista-chefe do CPS, Marcelo
Neri, vê tendência ao crescimento e melhor
distribuição de renda este ano. "Existe uma certa
tendência à expansão porque acho que os
empresários superestimaram a crise antes", afirmou. A
avaliação considera ainda que a base do ano passado
é baixa, o que ajuda a ter resultados estatísticos
melhores este ano. Além disso, em anos eleitorais, como o atual,
é comum que a renda aumente e a distribuição de
renda melhore.
Por outro lado, Neri considerou
preocupante a perda de 415 mil empregos no Brasil em dezembro
registrados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)
do Ministério do Trabalho e entende que isso deve ter tido
efeitos negativos na renda em janeiro deste ano, assim como, comparou,
a queda de emprego em dezembro de 2008 fez a crise atingir os bolsos
dos brasileiros em janeiro de 2009. "O começo do ano é
mais delicado por causa da perda de emprego em dezembro", disse.
Em janeiro do ano passado, todas as
classes de renda pioraram significativamente em relação a
dezembro nas seis principais regiões metropolitanas. O conjunto
das classes A e B caiu 2,7%; a classe C diminuiu 2,2%, e as classes
mais baixas aumentaram: a classe D subiu 3,0% e a classe E, 6,7%. As
classes A e B representaram, no ano passado, quase 16% da
população brasileira.
Depois de janeiro, porém, o
ano foi de recuperação e terminou relativamente bem em
relação a outros países. "A crise no Brasil
não foi tsunami nem marolinha, foi uma ressaca pesada em janeiro
com recomposição depois", disse Neri. Ele avalia que a
crise econômica no Brasil já acabou.
Segundo Neri, a crise representou
uma parada súbita do movimento de redução da
pobreza e aumento da classe média entre 2003 e 2008. Se o ritmo
do período se repetir até 2014, a classe E, a mais pobre,
cairia pela metade e a classe AB teria um aumento de 50%. "A
questão é saber se o ritmo de 2003 a 2008 será
mantido".
Fonte: O Estado de São Paulo
Apesar de demanda alta, liberação de bolsas do ProUni deve ser limitada
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:19 hs.
Apesar de o volume de
inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni)
ter superado a marca dos 760 mil candidatos para o primeiro semestre de
2010 (os registros oficiais serão divulgados hoje), as 164.596
bolsas de estudo ofertadas pelo Ministério da
Educação (MEC) não serão totalmente
preenchidas no período. As sobras de bolsas, mesmo com demanda
em alta, se repetem desde a criação da política
educacional em 2005 e têm levado especialistas a questionar sua
eficiência.
Dirigido a jovens com renda per
capita familiar máxima de três salários
mínimos e com seleção associada à nota do
Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o ProUni disponibilizou,
nos últimos seis anos, mais de 1 milhão de bolsas de
estudos integrais e parciais para cursos de graduação em
universidades privadas conveniadas, que têm isenção
fiscal como contrapartida. Os incentivos efetivamente concedidos
beneficiaram 596 mil estudantes entre 2005 e 2010, embora o programa
tenha registrado 4,8 milhões de inscrições.
De acordo com a professora Maria
Helena Guimarães de Castro, ex-secretária Estadual da
Educação de São Paulo e
ex-secretária-executiva do MEC, ambos os cargos exercidos na
gestão do PSDB, o desequilíbrio entre oferta e demanda no
ProUni ocorre pela falta de uma seleção mais criteriosa
das instituições de ensino conveniadas ao programa e dos
cursos oferecidos. "Não é um problema operacional, as
bolsas ofertadas correspondem às cotas das universidades do
programa, que nem sempre são bem avaliadas pelo próprio
MEC. Há ainda cursos que não interessam à grande
maioria dos candidatos", diz Maria Helena. Segundo ela, o ProUni
precisa focar cursos mais "demandados e estratégicos", como
direito, engenharia, medicina, entre outros.
De acordo com a assessoria de
imprensa do MEC, muitos candidatos desistem do ProUni e há
problemas na comprovação de renda. "Alguns cursos
não têm grande procura dos estudantes, por isso nem todas
as bolsas são ocupadas. Em outras situações, os
estudantes inscritos e pré-selecionados acabam não
comparecendo na instituição para efetuar a
matrícula ou não apresentam os documentos [exigidos]",
informou a assessoria.
A professora da Faculdade de
Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Ângela Soligo cobra uma revisão completa do programa,
favorecendo maiores investimentos nas universidades públicas.
"Transferir dinheiro público para universidades privadas de
qualidade duvidável não é o melhor caminho para o
ProUni", critica. A isenção fiscal para as
instituições de ensino conveniadas em 2010
atingirá o total de R$ 625,3 milhões.
André Vitral, dirigente da
União Nacional dos Estudantes (UNE), lembra que o ProUni ajudou
a dobrar as matrículas no ensino superior. "O certo seria
ampliar as vagas nas universidades públicas, mas não
há capacidade, enquanto as privadas têm capacidade ociosa."
Luciano Máximo, de São Paulo
Fonte: Valor Econômico
Apenas 2% dos graduados têm trabalho formal
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:41 hs.
Apesar de a grande maioria optar por
um curso de graduação, o secretário de Estado de
Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, comprova, com dados, que
esses profissionais têm mais dificuldade de
inserção no mercado. Um levantamento da
Organização Mundial do Trabalho mostra que, no Brasil, 2%
dos graduados conseguem trabalho formal. Mas 49% dos que fizeram cursos
técnicos ou profissionalizantes entram no mercado.
— O apagão de
mão de obra se explica porque há muito mais
universidades, são mais de 120 mil vagas por ano, do que escolas
de qualificação. Por isso, nós estamos
incentivando uma reforma no ensino médio, inserindo a
formação inicial na escola, para que o aluno possa sair
do colégio com pelo menos uma atividade profissional, ganhando
50% a mais — adianta o secretário.
Cardoso destaca que a
preferência pelo diploma de graduação é uma
questão cultural: — Se perguntar a uma mãe para
saber o que ela quer que o filho faça, ela vai dizer: faculdade.
Além disso, tem o sonho do concurso público.
Para qualificar o estudante ainda no
ensino médio, a secretaria criou os Centros de
Vocação Tecnológica. Já são 17 CVTs
em todo o estado, com cursos que atendam a vocação de
cada cidade.
— Temos escolas de bombeiro, pedreiro, moda, hotelaria e turismo, entre outras.
E precisamos desses profissionais
— ressalta o secretário, que destaca ainda a necessidade
da modernização.
— O pedreiro que aprendeu com
a vida não sabe economizar no traço, na solda, na massa.
Não sabe técnicas modernas. Nós precisamos
incorporar tecnologia nessas atividades profissionais.
O pró-reitor de Ensino da
Unisuam, professor Carlos Alberto Figueiredo da Silva, acredita que a
entrada no mercado tecnológico também depende muito da
demanda.
— Para os alunos que queiram
uma inserção mais rápida no mercado de trabalho, a
graduação tecnológica é a mais indicada. A
empregabilidade na área destes cursos é muito mais alta
porque faltam profissionais.
Informática, Gastronomia,
Construção Civil, Logística, Mecânica,
Estética e Marketing são áreas a investir —
garante o próreitor da universidade.
Foi pensando nisso que Carlos Lumna,
de 21 anos, que nunca havia feito outra faculdade, escolheu
graduação tecnológica em moda.
— Descobri que este curso
atendia perfeitamente às minhas necessidades como aluno e
profissional — conta o estudante.
Fonte: O Globo - RJ
Votação da reforma do Judiciário fica para semana que vem
Fonte: OAB/SC Notícias
votação da Proposta de
Emenda à Constituição (PEC) que dá
continuidade à reforma do Judiciário e acaba com o
nepotismo na Justiça foi adiada para a semana que vem. Mais
cedo, os líderes partidários haviam decidido em
reunião votar a proposta nesta terça, o que acabou
não acontecendo. A grande expectativa é a tentativa de
votar, em sessão do Congresso, o veto do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva que liberou verbas para quatro obras da
Petrobras com indícios de irreguçaridades apontadas pelo
Tribunal de Contas da União (TCU).
- Após a
votação do veto, removido o problema e recomposto o clima
de confiança, amanhã (na quarta-feira) poderemos seguir a
votação dos projetos do pré-sal - disse o
líder do PSDB, João Almeida (BA).
Segundo o líder tucano, a
oposição não condicionou o fim da
obstrução a derrubada do veto, mas a
votação dele.
Temer sugere acordo para redução da jornada
O presidente da Câmara,
deputado Michel Temer (PMDB-SP), propôs nesta terça a
representantes do empresariado um acordo para reduzir a jornada de
trabalho. O parlamentar sugeriu que a jornada passe de 44 horas
semanais para 42 horas semanais, e não para 40 horas por semana
como consta de um projeto que tramita na Casa e é defendido
pelas centrais sindicais.
Os empresários que se
reuniram com Temer descartaram um entendimento nesses termos, os quais
serão apresentados nos próximos dias pelo presidente da
Câmara a deputados ligados aos sindicatos.
" Como neste contexto vamos aumentar o custo de produção? "
Eles lembraram que o emprego no
setor industrial está fragilizado. O IBGE informou nesta
terça que o emprego na indústria nacional diminuiu em
dezembro e fechou 2009 com a maior queda desde 2002.
- Como neste contexto vamos aumentar
o custo de produção? - questionou a jornalistas depois da
reunião o presidente da Confederação Nacional da
Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE). -
É inoportuno o momento. Não é recomendável
que se discuta isso em ano eleitoral - acrescentou.
Vice-presidente da
Federação das Indústrias do Estado de São
Paulo (Fiesp), Roberto Della Manna também disse que o
calendário eleitoral tem influenciado o debate sobre o tema.
Pela proposta de Temer, a jornada
cairia para 43 horas por semana em 2011 e para 42 horas semanais em
2012. Por outro lado, seria incluída no projeto uma
compensação fiscal para o setor industrial.
- Colocaremos o governo nisso para
não ter prejuízo para o setor industrial. Temos que dar
uma compensação fiscal, tributária ou na folha de
pagamentos - disse o presidente da Câmara, cotado para ser o vice
na chapa a ser liderada pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na
eleição presidencial.
Além disso, seria retirado do
projeto o dispositivo que trata do aumento do valor das horas extras.
Seria mantido o pagamento de hora extra em 50%.
Temer disse que, mesmo se os
líderes partidários não chegarem a um acordo,
colocará em votação a proposta de emenda
constitucional que diminui a jornada de trabalho para 40 horas
semanais. A tendência, por enquanto, é não haver um
entendimento.
Fonte: O Globo Online
BNDES define regras para financiamento de laptop educacional
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:03 hs.
12/02/2010 - Computadores: Linha de
crédito de R$ 650 milhões será destinada a escolas
públicas de Estados e municípios
André Borges, de São Paulo
O governo federal definiu as regras
que vão orientar a nova fase do projeto Um Computador por Aluno,
iniciativa que passa a contar com uma linha de financiamento de R$ 650
milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES).
Com o financiamento, que será
operado pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, o
governo tem a expectativa de adquirir mais de 1 milhão de
laptops escolares, equipamentos que serão entregues a estudantes
da rede pública de ensino de todo o país.
Em até 60 dias, o
Ministério da Educação (MEC) deverá
publicar um edital para aquisição dos laptops.
Diferentemente do que fez em dezembro, quando fechou a compra de 150
mil portáteis, dessa vez o MEC não comprará um
volume específico de máquinas. O vencedor da
concorrência, que será realizada na categoria de registro
de preço - ganha aquele que oferecer o computador pelo menor
custo - será o fornecedor do projeto pelo prazo de um ano.
Durante esse período, governos estaduais e municipais
poderão requerer o recurso do BNDES para adquirir suas
máquinas. Os financiamentos terão prazo de 36 meses,
incluindo seis de carência e serão corrigidos pela Taxa de
Juros de Longo Prazo (TJLP), atualmente em 0,5% ao ano.
As regras do financiamento
também vão estabelecer um limite para a
captação de recursos, conforme o tamanho da cidade ou do
Estado interessado. O MEC ainda está preparando a
resolução para o tema, mas o que já se sabe
é que os menores municípios terão acesso à
maior fatia do financiamento, com possibilidade de cobrir até
50% do total de estudantes que tiver na rede pública. Já
os Estados só poderão requerer um valor que atenda, no
máximo, 20% de sua rede de ensino. A medida tem o
propósito de garantir a chegada dos computadores a
regiões afastadas das metrópoles, diz José
Guilherme Moreira Ribeiro, diretor de infraestrutura educacional do
MEC. Atualmente, há 42 milhões de alunos na rede
pública de ensino do país, distribuídos por 176
mil escolas. "Só o Estado de São Paulo concentra 25% dos
estudantes do Brasil", comenta Ribeiro. "Se não
criássemos esses mecanismos de proteção,
correríamos o risco de a maior parte do financiamento ser usada
apenas pelas grandes cidades."
Foto Destaque
Para baixar o preço dos
laptops, o governo retirou todos os impostos possíveis que
incidiam sobre os laptops, comenta José Luiz Maio de Aquino,
assessor da Presidência da República. Foi uma forma de
garantir que o equipamento seja fabricado no país, embora
não haja proibição de que o produto venha de fora,
desde que atenda a configuração exigida. O MEC não
fala sobre o preço ideal que projeta para cada computador, mas o
que se diz no mercado é que o governo espera uma máquina
que custe cerca de R$ 300. No acordo de R$ 82 milhões firmado
com a Digibrás (CCE), o MEC concordou em desembolsar R$ 550 por
cada laptop escolar.
O prazo de garantia e suporte aos
equipamentos são alguns dos temas que serão definidos nos
próximos dias, enquanto o projeto fica em consulta
pública, disponível no site do MEC. Entre outras
características, o equipamento exigido pelo governo
deverá ter espaço de armazenamento de pelo menos 4
gigabyte (GB), câmera de vídeo acoplada e bateria com
autonomia mínima de três horas (ver quadro acima).
Para evitar problemas durante a fase
de testes dos computadores, o MEC exigirá que o vencedor da nova
concorrência apresente 30 amostras de seu equipamento já
acabado. "Tivemos uma péssima experiência com isso no
passado, por isso não vamos mais aceitar protótipos. O
equipamento deverá estar pronto, conforme as exigências do
edital", diz Ribeiro, do MEC.
O projeto brasileiro segue os passos
da experiência realizada no Uruguai, país que investiu US$
120 milhões na compra de 400 mil laptops escolares. A
diferença, no entanto, é que o programa do MEC não
prevê a doação das máquinas para os alunos,
como ocorre no país vizinho. O equipamento será um bem de
cada escola pública. É ela que decidirá,
individualmente, se o aluno poderá ou não levar o
computador para casa, comenta Luiz Maio de Aquino, do gabinete da
Presidência. "De nosso lado, o que faremos é estimular as
escolas a deixarem os computadores com os alunos, porque isso é
mais uma forma deles levarem a inclusão digital para toda a
família."
Outra diferença entre os
projetos latinos é que, no Uruguai, os laptops não
envolvem a prestação de serviços de garantia, ou
seja, se o aluno quebra seu computador, ele tem de pagar pelo conserto.
"O Brasil tem outra cultura, sempre trabalhamos com o modelo de
garantia e, nesse momento, esse serviço é crucial para o
sucesso do projeto", afirma Aquino.
Embora a distribuição
de mais de 1 milhão de laptops seja uma meta ousada - já
que o projeto depende do interesse de Estados e municípios em
aderir ao programa - o governo federal sabe que o volume está
longe de ser representativo, quando considerado o número total
de alunos do país. O projeto atingiria pouco mais de 2% dos
estudantes. "Sabemos que é pouco. Para tudo o que precisa ser
feito levaríamos 42 anos para completar o ciclo", diz Aquino.
"Mesmo assim, será um grande projeto de efeito multiplicador."
Nas poucas escolas onde a iniciativa
já foi testada, garante o governo, o laptop é um sucesso.
"Em Porto Alegre, já tivemos até a revolta dos "alunos
sem laptop", que querem ter o mesmo equipamento de seus colegas",
comenta Aquino, ao se referir a um piloto em andamento na capital
gaúcha. Os testes têm ajudado o governo a tomar
decisões práticas sobre o melhor equipamento a ser
utilizado. Recentemente, por exemplo, os instrutores da iniciativa
perceberam que não valia a pena investir em mouses tradicionais,
que funcionam com esferas, mas sim nos modelos ópticos. A
razão é simples: a criançada vinha abrindo os
mouses para jogar bolinha de gude.
Opção por software livre reacende debate no setor
Durante a audiência
pública do laptop escolar realizada nesta semana pelo BNDES, em
São Paulo, nenhum assunto tomou tanto tempo quanto a
definição do sistema operacional que rodará nos
equipamentos. O governo já decidiu: o projeto não
terá espaço para sistemas proprietários, isto
é, software de companhias que não possam ter seus
códigos manipulados. "Essa decisão não é
apenas uma exigência do Ministério da
Educação, é uma diretriz de governo", disse
José Guilherme Moreira Ribeiro, diretor de infraestrutura do MEC.
Representantes da Microsoft que
compareceram à audiência protestaram, alegando que a
escolha do sistema tem de ser "neutra" e que a opção
deveria ficar a cargo de quem aderir ao projeto. O MEC respondeu que
não irá interferir no que cada local decidir, mas alertou
que a substituição do sistema poderia comprometer a
garantia dos equipamentos.
A polêmica também
envolveu a decisão do governo de não incluir no laptop o
recurso de "dual boot", um programa que permitiria ao usuário
instalar dois sistemas operacionais no mesmo equipamento. "Isso
elevaria o custo da máquina, além de exigir mais
espaço para armazenamento de dados", disse Ribeiro.
A Microsoft lembrou que,
recentemente, o próprio MEC optou por comprar seu sistema
operacional Windows para atender pessoas com necessidades especiais,
já que o rival Linux não estava preparado para isso. "Por
que o projeto decidiu excluir as pessoas que têm algum tipo de
deficiência?", questionou um representante de parceiros da
Microsoft. O MEC reconheceu que, de fato, não tinha sistemas
livres preparados para atender a esses usuários. "Mas agora
temos", disse Ribeiro. "Hoje o software livre está absolutamente
compatível com qualquer necessidade." Além da Microsoft,
as discussões também foram acompanhadas por outras
companhias como Digibrás, AMD, Intel, Metasys, Lenovo, MStech,
Simm e Positivo. (AB)
Fonte: Valor Econômico
Prorrogada a inscrição para revalidar diploma estrangeiro
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:38 hs.
12/02/2010 - Os Ministérios
da Educação e da Saúde prorrogaram o prazo de
inscrição para o projeto-piloto de
revalidação de diplomas de medicina obtidos no exterior.
As inscrições podem ser feitas até 12 de
março nas universidades participantes do projeto. O prazo
estabelecido originalmente se encerraria nesta sexta-feira, 12.
As provas serão elaboradas e
aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
(Inep). Além de teste teórico, haverá o de
observação das habilidades clínicas adquiridas
pelo candidato. O calendário de aplicação das
provas será divulgado pelo Inep.
Esta é a primeira
edição do exame nacional. Até então, os
estudantes formados no exterior precisavam pedir a
revalidação em universidade pública brasileira e
aguardar a tramitação da análise. A nova
sistemática, além de tornar o processo mais
rápido, garante uniformidade, transparência,
segurança e qualidade à revalidação.
A avaliação dos
candidatos passa a se basear não apenas na análise
documental, mas nos conhecimentos, habilidades e competência para
o exercício profissional. O interessado deve fazer a
inscrição para o exame e apresentar a
documentação necessária. Se aprovado, terá
o diploma revalidado pela universidade na qual fez a
inscrição.
Aperfeiçoamento — A
nova forma de revalidação foi proposta por grupo de
trabalho formado por representantes dos ministérios da
Educação, da Saúde e das Relações
Exteriores. Foram ouvidas universidades, associações
médicas e de ex-alunos. Em setembro de 2009, foi aprovado o
projeto-piloto. Os procedimentos relativos ao exame e os documentos
exigidos foram estabelecidos por edital publicado em 16 de dezembro de
2009 e atualizado em 25 de janeiro último, com a
relação das universidades participantes.
Mais informações podem
ser obtidas no endereço eletrônico
diplomasmedicos@saude.gov.br Este endereço de e-mail está
protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para
visualizá-lo. .
Assessoria de Imprensa da Sesu
Fonte: MEC
Diploma estrangeiro de medicina tem prazo de revalidação adiado
Fonte: Jornal da Educação
O prazo para
revalidação de diplomas de medicina obtidos no exterior
foi prolongado, de acordo com os Ministérios da
Educação e Saúde. Anteriormente marcado para a
última sexta-feira, 12 de fevereiro, a partir de agora a
revalidação do certificado de medicina pode ser realizada
até 12 de março em uma das Universidades participantes do
projeto.
Essa será a primeira vez que
o programa de revalidação será feito desta forma.
Segundo o MEC, esta é uma forma mais justa para os alunos
formados em outros países. Isso porque, antes era feito com
critérios diferentes e em Universidade pública.
Ainda de acordo com os
ministérios, o novo sistema, além de tornar o processo
mais rápido, garante uniformidade, transparência,
segurança e qualidade à revalidação.
Já as provas e o calendário serão feitos Inep
(Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Estaduais).