26/02/2009
AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Esclarecemos que as matérias veiculadas não representam, necessariamente, a opinião da Associação.
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Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa

Prazo de matrículas para aprovados no Prouni termina nesta sexta-feira

O cliclo de vida das IES

Enade vai avaliar cerca de 450 mil estudantes em 2010

Gastos com educação de apadrinhados poderá ser deduzido do IR

MEC altera regulação do Sisu

Exame avaliará em 2010 cinco cursos superiores de tecnologia

Programa vai incentivar 5 mil crianças a praticar esportes

MEC participa de comitê do Programa Informação para Todos

Tigre abre vagas em seu Programa de Trainee 2010

Programa de Estágio 2010 da TIM oferece 400 vagas


Certificação: Mais uma atribuição do Enem

Programa lançado pelo MEC incentiva prática do esporte


Olimpíada Internacional de Matemática conta pela primeira vez com equipe brasileira


Grã-Bretanha tem alto índice de “cola” por recursos tecnológicos

Veículos em pena de perdimento poderão ser destinados ao transporte escolar


Borba confirma participação da OAB/SC em debate


Bancos não podem cobrar tarifa para receber boleto bancário em suas agências

Número de engenheiros trabalhando na área é pequeno em relação a número de formandos

Percentual de jovens brasileiros nas universidades levará 12 anos para alcançar índice chileno

Brasil perde grande nome da educação brasileira 

Escolas não se adaptam a aluno de 6 anos

Mudança será concluída neste ano, dizem pastas

32% dos jovens cogitam, mas só 2% tentam ingressar na carreira docente


Publicados microdados de levantamentos estatísticos e avaliações educacionais

Salariômetro informa remuneração média dos brasileiros

Na indústria, recursos para pagar juros são sete vezes superiores a gastos com P&D

MEC oferece cursos de formação continuada para professores 

Regras minuciosas deverão ser adotadas por universidades australianas

ABT amplia área de atuação

Senadora propõe debate para discutir Bolsa-Família  

Saiba quais áreas demandarão mais profissionais até 2015
 
Prazo de matrículas para aprovados no Prouni termina nesta sexta-feira
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:41 hs. 
26/02/2010 - Os estudantes pré-selecionados no Prouni (Programa Universidade para Todos) devem fazer a matrícula e comprovar as informações nas instituições de ensino esta sexta-feira (26).
Na primeira edição de 2010, o programa que dá bolsas de estudo na rede privada de ensino superior selecionou 148.327 candidatos. Para checar se conseguiu o benefício, o estudante deve informar o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física) e a inscrição no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009.
A segunda etapa de inscrições vai de 4 a 7 de março, com resultados no dia 10 do mesmo mês.
Neste ano, o Prouni registrou recorde de inscrições para 165 mil bolsas de estudo em instituições de ensino superior particulares. Ao todo 822.254 estudantes disputam as vagas. No ano passado, 600 mil alunos se candidataram ao programa.
O programa tem duas etapas de inscrição: em cada uma, o candidato pode escolher até cinco opções de curso. São etapas independentes, ou seja, o aluno que se inscreveu na primeira, mas não foi selecionado, tem uma nova chance. Das bolsas oferecidas em cerca de 1,5 mil instituições, 86 mil são integrais e 79 mil, parciais (50% da mensalidade).
Como funciona o programa
Para participar, é necessário ter prestado o Enem 2009, e ter obtido nota mínima de 400 pontos na média das cinco notas --ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias e redação-- além de não ter zerado na redação.
É preciso ter renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.530) por pessoa da família para concorrer às bolsas de 50%; e renda máxima de um salário mínimo e meio (R$ 765) por pessoa da família para concorrer às bolsas integrais. Deve-se também atender a uma das condições:
- ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em escola privada com bolsa integral da instituição;
- ter cursado o ensino médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral da instituição;
- ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrando o quadro permanente da instituição, e estar concorrendo a vaga em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Neste caso, a renda familiar por pessoa não é considerada.
O que é o Prouni
O Prouni foi criado em 2004, pela Lei nº 11.096/2005. Segundo o MEC, ele tem como finalidade a concessão de bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes do ensino superior em instituições privadas. As instituições que aderem ao programa recebem isenção de tributos. 
Fonte: Bol 

O cliclo de vida das IES
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:46 hs. 
26/02/2010 - Assista ao Prof. Carlos Monteiro falando sobre o tema: O ciclo de vida das IES.
Clique aqui para assistir: http://www.cmconsultoria.com.br/central_interna.php?modo=2
Fonte: CM Consultoria 

Enade vai avaliar cerca de 450 mil estudantes em 2010
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:33 hs. 
24/02/2010 - Prova será aplicada em 7 de novembro.
Alunos de 19 cursos farão o exame.
Do G1, em São Paulo
O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) deverá avaliar cerca de 450 mil estudantes em 2010, de acordo com nota do Ministério da Educação (MEC).
Farão o exame os alunos de bacharelado em agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, terapia ocupacional, zootecnia, tecnologia em agroindústria, agronegócios, gestão hospitalar, gestão ambiental e radiologia. A portaria que estabelece a regulamentação foi publicada nesta terça (23) pelo Diário Oficial da União.
Estão dispensados do Enade 2010 os estudantes que colarem grau até o dia 31 de agosto e, também, aqueles que estiverem oficialmente matriculados e cursando atividades curriculares fora do Brasil na data de realização da prova. Entre os alunos habilitados a fazer o exame estão os estudantes que tiverem concluído entre 7% e 22% da carga horária mínima do currículo. Saiba mais no endereço eletrônico do ministério: www.mec.gov.br.
O exame será aplicado no dia 7 de novembro, com início às 13h (horário de Brasília). 
Fonte: G1 - Portal Globo 

Gastos com educação de apadrinhados poderá ser deduzido do IR
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 127 - 02/10)
A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado aprovou na reunião desta quarta-feira o Projeto de Lei que permite a dedução no Imposto de Renda dos gastos educação de crianças e adolescentes apadrinhados, feitos por meio de doação a instituições assistenciais de utilidade pública.
As comissões de Educação, Cultura e Esporte (CE) e de Assuntos Econômicos (CAE) ainda analisam a proposta, que tem como objetivo, segundo o autor, senador Jefferson Praia, o incentivo do apadrinhamento e adoção a distância de jovens carentes.
Atualmente, apenas os gastos com crianças e jovens carentes que estão sob a guarda do contribuinte podem ser deduzidas no Imposto.

MEC altera regulação do Sisu
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 121 - 02/10)
O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União desta quinta-feira Portaria Normativa nº 6 que altera a regulamentação do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) presente na Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010.
Agora os candidatos poderão desistir processo seletivo durante o período de inscrição, já que antes só era permitida a troca de cursos. Além desta novidade, a portaria traz ainda alteração no que diz respeito aos candidatos não selecionados na última etapa de seleção. Estes estarão em uma lista de espera para o curso escolhido.
Os estudantes interessados em uma vaga na lista devem confirmar o interesse na vaga. As alterações já valem para a próxima etapa do Sisu, que ocorre entre os dia 1 e 3 de março.

Exame avaliará em 2010 cinco cursos superiores de tecnologia
Fonte: Clipping Educacional Consae Correio Braziliense, 24/02/2010 - Brasília DF
Cinco cursos superiores de tecnologia serão avaliados em 2010 pelo Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), conforme portaria publicada nesta terça-feira, 23, no Diário Oficial da União. Os estudantes ingressantes e concluintes de agroindústria, agronegócios, gestão hospitalar, gestão ambiental e radiologia farão o Enade no dia 7 de novembro deste ano às 13h, horário de Brasília. O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgará as  instruções para a realização do exame até o dia 20 de maio. A inscrição dos estudantes é de responsabilidade das instituições de ensino e deve ser feita no período entre 2 e 31 de agosto.
A Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica tem obtido bons resultados no Enade. Em 2009, foi divulgado o desempenho dos estudantes de cursos superiores de tecnologia que fizeram a prova em 2008. Ao todo, 18 cursos da rede federal obtiveram conceito máximo, nota  cinco numa escala que vai de zero a cinco. Outros 28 cursos ficaram com conceito 4, nota também considerada como muito boa. A expectativa é repetir o bom desempenho da rede também em 2010. “Estamos investindo pesadamente em educação profissional em todo o país. Certamente, isso terá reflexo no exame”, afirmou Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação. Em 2009, o Enade foi aplicado a 1,1 milhão de estudantes em 997 cidades brasileiras. 

Programa vai incentivar 5 mil crianças a praticar esportes
Fonte: Portal O Meu Futuro
Levar esporte gratuito para 5 mil crianças e jovens e equipar as quadras esportivas dos institutos federais é o objetivo do programa Segundo Tempo, lançado oficialmente nesta segunda-feira, 22, em Brasília. Os institutos federais de educação, ciência e tecnologia oferecerão oficinas de esportes, abertas à comunidade, e receberão recursos para equipar as quadras.
O programa é uma parceria entre os ministérios da Educação e do Esporte. Os campi recebem até R$ 300 mil para melhorar a infraestrutura e devem oferecer, no mínimo, três modalidades esportivas para 100 jovens. Uma das novidades é que os professores serão capacitados para identificar possíveis prodígios.
“O esporte é a ferramenta mais poderosa que dispomos para salvar crianças da marginalidade”, ressaltou Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação.
Ganhos – Antes mesmo de começar, os ganhos que o programa deve trazer já animam os gestores da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica. Reitor do Instituto Federal do Mato Grosso, José Bispo dos Santos pretende inscrever ao menos quatro campi no programa. “Em Campo Novo do Parecis, Juína, Confresa e Rondonópolis nós não temos quadras poliesportivas e esses recursos trariam piscinas para a comunidade e para a escola”, afirmou.
Outro benefício é utilizar a capilaridade da rede. Hoje, são 281 escolas em todo país. O programa permitirá a prática de esportes, orientada por profissionais capacitados, em comunidades do interior. “A ação traz uma universalização do direito ao esporte no Brasil”, afirmou Apolinário Rebelo, diretor de esporte universitário do Ministério do Esporte.
A princípio, serão instalados 50 núcleos esportivos em escolas federais de educação profissional. Todos os institutos federais podem aderir à iniciativa, por intermédio de chamada pública, divulgada nesta segunda-feira, 22.
Assessoria de Imprensa da Setec
Fonte:MEC

MEC participa de comitê do Programa Informação para Todos
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:09 hs. 
26/02/2010 - Em portaria do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 24, foram designados os membros para compor o Comitê Nacional do Programa Informação para Todos (Ifap) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O Programa Informação para Todos é um programa intergovernamental criado no ano 2000 no qual governos de todo o mundo comprometeram a tirar partido das possibilidades oferecidas pela era da informação para criar sociedades mais equitativas através de um melhor acesso à informação. De acordo com o site da Unesco, o programa constitui uma resposta da Organização às oportunidades e aos desafios decorrentes da sociedade da informação.
O Comitê será coordenado pelo representante do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Emir José Suaiden. Como representante do Ministério da Educação (MEC), foi designado o Assessor de Planejamento e Estudos da Presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Sérgio Oswaldo de Carvalho Avellar.
Entre os membros designados estão ainda representantes do MCT, do Ministério do Planejamento e do Gabinete Pessoal da Presidência da República. Assim como representantes de empresas privadas como a Microsoft e representantes da área acadêmica com membros de instituições como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) também está representada no grupo.
http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/Portaria_IFAP.pdf
http://www.unesco.pt/cgi-bin/comunicacao/programas/com_programas.php 
Fonte: Capes 

Tigre abre vagas em seu Programa de Trainee 2010
Fonte: Portal O Meu Futuro
A Tigre está com o período de inscrições aberto para o seu Programa de Trainee 2010.
Podem participar recém-formados e estudantes dos cursos de Administração de Empresas, Comércio Exterior, Marketing, Economia, Engenharia (de Materiais, Química, Mecânica e Civil), que tenham graduação no período de dezembro de 2008 a dezembro de 2010.
Os trainees serão preparados para ocuparem cargos de liderança nas áreas de Suprimentos, Marketing, Engenharia e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), na empresa em Joinville (SC).
A empresa dá preferência para candidatos com pós-graduação, completa ou cursando, que tenham inglês e espanhol avançado e experiência na área.
O programa de trainee terá duração de 12 meses, com remuneração de R$ 3.500 mais benefícios e participação nos lucros.
Os interessados devem se inscrever no site de 23 de fevereiro a 14 de março de 2010.

Programa de Estágio 2010 da TIM oferece 400 vagas
Fonte: Portal O Meu Futuro
Estágio sem Fronteiras, este é o novo nome do Program de Estágio 2010 da TIM, que está ofercendo 400 vagas para Universitários de todo o país.
Podem participar estudantes dos cursos de Administração, Comunicação, Engenharia, Informática, Economia, Estatística, Análise de Sistemas, entre outros. O estudante deve estar no último ou penúltimo ano do curso.
O candidato deve ter bom rendimento acadêmico e conhecimentos avançados de inglês e informática.
A carga horária do estágio é de 30 horas semanais e pode se estender por até dois anos. O estagiário irá receber bolsa-auxílio compatível com o mercado, vale-transporte, vale-refeição e celular.
Os interessados podem se inscrever através do site até o dia 14 de março de 2010.

Certificação: Mais uma atribuição do Enem
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha Dirigida, 23/02/2010 - Rio de Janeiro RJ
Ana Paula Pinto 
A partir deste ano, o aproveitamento das notas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) também servirá de base para a obtenção do certificado de conclusão do Ensino Médio. Ou seja, o antigo Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), foi substítuido pela nota do Enem. A medida adotada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), porém, está gerando discussão, já que uma boa nota no Enem pode garantir a conclusão do ensino médio para aqueles que estudam através da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Uma outra questão relevante seria o fato deste substituição desestimular alguns alunos a prosseguir com os seus estudos, já que garantem, automaticamente, um diploma que poderá ser usado para conseguir um emprego ou realizar um concurso público. Para alguns educadores a medida pode ser nociva à melhoria da educação já que, na visão deles, a substituição do Encceja pelo Enem pode provocar um atropelamento no ciclo natural da educação. O professor Marcelo Côrrea e Castro, diretor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio deJaneiro (UFRJ), é um dos profissionais da educação que pensam assim. Ele também faz uma crítica ao sistema de certificados.
"Esta lógica do Encceja representa um desvio histórico da educação brasileira. O que está ocorrendo é a troca do ensino pelo certificado. Acredito que este sistema esteja criando um dilema entre a aprendizagem e a conclusão de um ciclo de ensino", critica o professor. Para ele, o novo sistema de certificação é reflexo de um desinteresse pela aprendizagem. "Não há uma preocupação em saber como o aluno chegou àquele estágio de ensino, e sim se ele irá passar, ou não, no exame. Não é uma prova que irá avaliar o que ele aprendeu em três anos de ensino médio. O governo está desobrigando as instituições de ensino a ensinarem, eles fazem muitas medidas de impactos de números, mas faltam medidas que causem impacto na qualidade de ensino", reclama o educador. Marcelo acredita que a solução ideal para que o aluno possa concluir integralmente os seus estudos e conseqüentemente não precisar de um certificado, é a melhoria  na educação. "Acho que o Brasil perdeu, nesses oito anos de governo do presidente Lula, uma grande oportunidade de fazer um investimento pesado na educação básica. Não se pode abreviar a educação com certificados e sim investir na educação desde o ensino infantil.
Também é preciso investir mais na educação de jovens e adultos que está muito empobrecida, fraca", conclui. O professor Fabiano Félix, da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), faz coro a Marcelo. Para ele, este sistema pode ser um desestímulo aos alunos. "Ninguém é a favor desta substituição, todos nós, educadores, queremos questionar o Estado. O que o governo está fazendo com o Enem é um incentivo ao aluno não querer estudar mais, não concordo com esta medida. Estamos retrocedendo cada vez mais", lamenta o professor. Félix não acredita que os alunos de EJA possam ter um bom desempenho no Enem, ainda mais porque eles estão concorrendo com alunos melhor capacitados. "Esses estudantes de EJA fazem esta prova juntamente com alunos que se preparam bem, fizeram um bom curso e esses alunos muitas vezes estudam em condições adversas. É preciso primeiramente diminuir a taxa de analfabetismo, dar condições de estudo para esses jovens", afirma o professor.
Na direção contrária dos educadores, está o professor Waldeck Carneiro. Waldeck, que é diretor da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF), pensa que a substituição do Encceja pelas notas do Enem pode ser um estímulo, mas faz algumas ressalvas. "Acredito que esta medida, por um lado, possa ser um estímulo às instituições de ensino que oferecem o curso de EJA, um incentivo também ao aluno, para que ele possa aprofundar os estudos e, num longo prazo, a instituição possa aprimorar o ensino. Porém, para que isto ocorra, é necessária a criação de políticas que pressionem as escolas, para que elas ofereçam melhores condições de ensino. Mas creio que esta nova forma de se obter o certificado possa, num longo prazo, ajudar a trazer uma melhoria na qualidade nas escolas de EJA", diz.  Para Paulo Roberto Corbucci, técnico de Planejamento e Pesquisa de Estudos e Políticas Sociais do do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é preciso que esta substituição seja acompanhada de perto. "Nenhuma política é infalível, e com o Enem não poderia ser diferente. É preciso que se criem instrumentos de avaliação para analisarmos os resultados e ver se essa medida deu certo. É necesário uma garantia da qualidade do exame para que ele não prejudique esses jovens e a educação como um todo", afirma Corbucci. Procurada pela reportagem para responder às críticas dos educadores, a direção do Inep preferiu não se manifestar a respeito das mudanças incorporadas este ano à concessão do certificado de ensino médio.
Pedidos devem ser feitos até o dia 31 de março - De acordo com as normas divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC), aqueles que tiverem 18 anos ou mais e obtiveram 400 pontos na parte prática e 500 pontos na redação da prova do Enem podem entrar com um pedido de certificação do ensino médio até o dia 31 de março, na página eletrônica do Inep. Ainda de acordo com o MEC, as secretarias estaduais de educação são as responsáveis pela emissão dos certificados, tendo a liberdade de usar os critérios ue acharem necessários para a certificação, com base nas notas do Enem. As instituições federais de ensino superior também podem emitir certificados de conclusão do Ensino Mé
www.cmconsultoria.com.brdio. Até o ano passado, a nota mínima para conseguir o certificado era de 100 pontos no Encceja. Então o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), orgão do MEC, montou uma análise estatística para fazer uma correlação entre a nota de corte do antigo Encceja e a atual nota do Enem. De acordo com a pesquisa "Juventude e Políticas Sociais no Brasil", organizado pelo Ipea, somente 6,2% dos jovens que participam de programas de alfabetização, os chmados supletivos, dão continuidade aos estudos. Esta discrepância teria sido uma das razões para a substituição do Encceja pelo Enem na certificação do ensino médio. 

Programa lançado pelo MEC incentiva prática do esporte
Fonte: Jornal da Educação
Os Ministérios da Educação e do Esporte lançaram nessa segunda-feira o programa Segundo Tempo, que levará a 5 mil jovens e crianças esporte gratuito. O objetivo da iniciativa, além de possibilitar a prática das atividades físicas, é também equipar as quadras dos institutos tecnológicos.
De acordo com o programa, os institutos receberão até R$ 300 mil para melhorarem a infraestrutura de suas quadras e terão que oferecer o mínimo de três modalidades esportivas para 100 jovens.
O diferencial da proposta é a qualificação de professores para identificarem jovens prodígios. Serão instalados 50 núcleos esportivos nas escolas profissionais federais. Todos os institutos podem aderir ao programa.

Olimpíada Internacional de Matemática conta pela primeira vez com equipe brasileira
Fonte: Jornal da Educação
O Brasil participará pela primeira vez das Olimpíadas Internacionais de Matemática, a mais importante competição do mundo, que reúne os 500 melhores alunos do ensino médio de mais de 100 países.
Este ano, o evento acontecerá em Bucareste, na Romênia. Estarão presentes ainda representantes da Alemanha, Bielorussia, Bulgária, Coréia do Sul, China, dos Estados Unidos, da Hungria, Itália, do Irã, Japão, Reino Unido, da Romênia, Rússia, Sérvia, Turquia e Ucrânia.
Atualmente, o Brasil está na 16º posição do ranking, e é o único país latino-americano e ibero-americano a ser convocado em todos os tempos. A equipe brasileira é formada por seis estudantes: um do Ceará, dois do Rio de Janeiro, um de Santa Catarina e dois de São Paulo. Dois professores completam a delegação.

Grã-Bretanha tem alto índice de “cola” por recursos tecnológicos
Fonte: Jornal da Educação
Levantamento realizado pelo Departamento britânico de Educação revelou que os estudantes usam cada vez mais os recursos tecnológicos como ferramenta para as “colas” nas provas.
Em 2009, o número de alunos pegos trapaceando foi de 4,5 mil., percentual 0,6% maior que em 2008. O recurso mais usado é o celular, que tem ganhado cada vez mais recursos que permitem o acesso a informações de qualquer parte do mundo.
Para tentar conter a atuação desenfreada dos estudantes, algumas escolas instalaram detectores de telefone, e os avaliadores tem sido instruídos com relação aos perigos dos celulares.

Veículos em pena de perdimento poderão ser destinados ao transporte escolar
Fonte: Jornal da Educação
Tramita em caráter conclusivo nas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara Projeto de Lei 6711/09 que destinará os veículos para transporte coletivo de passageiros apreendidos a prefeituras municipais para utilização obrigatória em transporte escolar.
Para o autor da proposta, Expedito Júnior, atualmente a questão do transporte escolar é um dos principais problemas encontrados nos municípios, principalmente nas regiões rurais. O Ministério da Educação, segundo a proposta, será o responsável por fornecer à autoridade fazendária a lista prioritária dos municípios que deverão ser atendidos.

Borba confirma participação da OAB/SC em debate
Fonte: OAB/SC Notícias
para criação de quatro novos TRFs no país
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O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, enviou ofício aos presidentes das 27 Seccionais da entidade convocando para reunião de trabalho do Colégio de Presidentes dos Conselhos Seccionais da OAB. Defensor da ampliação, o presidente da OAB/SC, Paulo Borba, já confirmou a presença. A reunião, que será a primeira do Colégio de Presidentes da gestão de Ophir, será realizada no dia 7 de março, a partir 14h, no Salão Nobre da sede do Conselho Federal, em Brasília. Estará em debate a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 544, de 2002, que cria os Tribunais Regionais Federais da 6ª, 7ª, 8ª e 9ª Regiões, alterando o artigo 27 do ADCT da Constituição Federal de 1988.
Fonte: Conselho Federal da OAB

Bancos não podem cobrar tarifa para receber boleto bancário em suas agências
Fonte: OAB/SC Notícias
A cobrança de tarifa pela emissão de boleto bancário ou ficha de compensação é abusiva e constitui vantagem exagerada dos bancos em detrimento dos consumidores. Com esse entendimento, a Quarta Turma do STJ rejeitou recurso interposto pelo ABN Amro Real S/A e o Banco do Nordeste do Brasil S/A contra acórdão do Tribunal de Justiça do Maranhão.
Acompanhando o voto do relator, ministro Luis Felipe Salomão, a Turma reiterou que, como os serviços prestados pelo banco são remunerados pela tarifa interbancária, a cobrança de tarifa dos consumidores pelo pagamento mediante boleto ou ficha de compensação constitui enriquecimento sem causa por parte das instituições financeira, pois há “dupla remuneração” pelo mesmo serviço, importando em vantagem exagerada dos bancos em detrimento dos consumidores, conforme dispõe os artigos 39, inciso V, e 51, parágrafo 1°, incisos I e III, do Código de Defesa do Consumidor (CDC)
No caso julgado, o Ministério Público do Maranhão ajuizou ação civil pública contra vários bancos que insistiam em cobrar indevidamente tarifa pelo recebimento de boletos e fichas de compensação em suas agências. Para o MP, a ilegalidade de tal prática já foi reconhecida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por conta da existência de tarifa interbancária instituída exclusivamente para remunerar o banco recebedor.
Em primeira instância, os bancos foram proibidos de realizar tal cobrança sob pena de multa diária de R$ 500,00 por cada cobrança, em favor de fundo público a ser indicado pelo Ministério Público. A sentença foi mantida pelo Tribunal de Justiça estadual.
Os bancos recorreram ao STJ sustentando, entre outros pontos, que a cobrança de tarifa sob a emissão de boleto bancário é legal, e que o Ministério Público não tem legitimidade para propor tal ação, já que os alegados direitos dos clientes não são difusos, coletivos e, tampouco, individuais homogêneos.
Em seu voto, o ministro ressaltou que cabe ao consumidor apenas o pagamento da prestação que assumiu junto ao seu credor, não sendo razoável que ele seja responsabilizado pela remuneração de serviço com o qual não se obrigou, nem tampouco contratou, mas que é imposto como condição para quitar a fatura recebida. Para ele, tal procedimento gera um desequilíbrio entre as partes, pois não é fornecido ao consumidor outro meio para o pagamento de suas obrigações.
Segundo o relator, a legitimidade do Ministério Público é indiscutível, pois a referida ação busca a proteção dos direitos individuais homogêneos e a defesa do consumidor, conforme prevêem os artigos 127 da Constituição Federal e 21 da Lei n. 7.327/85. Ao rejeitar o recurso dos bancos, a Turma manteve a multa diária pelo descumprimento da obrigação de não fazer em favor de fundo público, uma vez que não é possível determinar a quantidade de consumidores lesados pela cobrança indevida da tarifa.
Fonte: Superior Tribunal de Justiça

Número de engenheiros trabalhando na área é pequeno em relação a número de formandos
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 122 - 02/10)
A Pesquisa Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior, realizada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), revelou que de cada 3,5 engenheiros formados no Brasil, apenas um está formalmente empregado em ocupações típicas da profissão.
O índice mostra que há grande número de estudantes de engenharia, o suficiente para atender a demanda prevista com o crescimento econômico, mas é preciso que haja um aumento na proporção de profissionais dedicados às áreas específicas da engenharia. É justamente este ponto que preocupa, já que são poucos os engenheiros que estão em ocupações típicas da profissão.
Com base nos números concluintes dos cursos de engenharia, na produção e na construção no Brasil, e na projeção dos formandos, o Instituto acredita que em 2015 haverá 1,099 milhão de engenheiros no mercado brasileiro, o suficiente para atender a demanda se o percentual do Produto Interno Bruto se manter em 3%. Caso este valor aumente para 5%, o número de engenheiros necessários passa para 1,155 milhões, e no caso do PIB ficar em 7%, a necessidade seria de 1,462 de profissionais.

Percentual de jovens brasileiros nas universidades levará 12 anos para alcançar índice chileno
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 123 - 02/10)
Pesquisa realizada pela Universidade de Brasília apontou que o Brasil só alcançará o atual índice do Chile de jovens inseridos no ensino superior em 2022. Nem mesmo as políticas de inclusão conseguiram reduzir a defasagem, apesar dos projetos de cotas para negros e bolsas de estudo em instituições privadas terem acelerado o crescimento do percentual, ritmo não foi suficiente para chegar ao do país vizinho.
A diferença entre o número de jovens nas universidades no dois países em 2006 era de 15%, 12% contra 27%. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que em 2022, o percentual brasileiro chegue a 25%. 
De acordo com a pesquisadora responsável pelo estudo, Luana Goveia, o fato se deve à maior desigualdade de renda encontrada na sociedade brasileira, o que reflete na desigualdade de acesso ao ensino. Há ainda o atraso na implantação de programas de inclusão e a não obrigatoriedade do ensino médio.
O Chile é hoje o país sul-americano com melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Seus projetos de inclusão foram iniciados cerca de 10 anos antes dos brasileiros, o que possibilitou o desenvolvimento e com isso abrangência de quase 50% dos estudantes.

Brasil perde grande nome da educação brasileira 
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 128 - 02/10)
Faleceu na última terça-feira, dia 23, o ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Carlos de Almeida Azevedo devido a uma pneumonia, que evoluiu para uma infecção pulmonar. O acadêmico tinha ainda um câncer em estágio avançado no fígado e nos ossos. Azevedo, que aos 78 anos deixa duas filhas, três netos e a viúva, foi enterrado nessa quarta-feira no Cemitério Campo Esperança.
Entre os anos de 1976 e 1985, José Carlos Azevedo esteve à frente da Universidade de Brasília por duas vezes consecutivas. Em sua primeira gestão enfrentou conflitos devido a presença da Polícia Militar no campus para conter as manifestações estudantis. Depois de deixar o cargo, ainda lecionou em cursos de pós-graduação da UnB.
O acadêmico atuou também no Conselho Nacional de Pós-Graduação e na Secretaria Geral do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Fez parte da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira de número 11.
Azevedo era formado em engenharia, arquitetura naval, física e engenharia nuclear, além de PhD em Física, todos cursados no Instituto de Tecnologia de Massachussets, nos Estados Unidos.

Escolas não se adaptam a aluno de 6 anos
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 26/02/2010 - São Paulo SP
No primeiro ano do ensino fundamental, colégios estaduais e municipais não têm estrutura ou projeto pedagógico adequado. Proposta era mesclar o início da alfabetização com atividades lúdicas, mas professores não foram preparados para isso
FÁBIO TAKAHASHI DA REPORTAGEM LOCAL 
Sentada em uma carteira de adulto, Isabela, 6, não consegue colocar o pé no chão. Suas sandalinhas balançam dois palmos acima do solo. Também com os pés no ar, colegas de sala dela sentam com a mochila nas costas, para ficarem próximas à mesa. Outras estão em pé, para alcançar lápis e papel. "Elas são pequenas para ficar cinco horas aqui. Estão sempre inquietas, incomodadas. Depois do lanche, coçam o olho de sono. Umas dormem apoiadas na mesa", observa Maria, professora da turma. A cena, passada em uma escola municipal em Cidade Dutra (zona sul), exemplifica a má notícia da volta às aulas na rede pública de São Paulo, segundo docentes: não houve preparação para receber crianças de seis anos nas escolas de ensino fundamental, norma implementada neste ano na cidade. Até o ano passado, o antigo primário recebia alunos a partir dos sete. Lei federal determinou a antecipação da entrada para que os estudantes pobres tivessem mais um ano de escolarização (crianças na faixa do fundamental devem, obrigatoriamente, estar na escola). A ideia era que houvesse  adaptação para receber as crianças mais novas, com carteiras adequadas, espaços como brinquedotecas e a criação de projeto pedagógico que mesclasse o início da alfabetização com atividades lúdicas.
Nada disso ocorreu na rede pública de São Paulo, segundo professores e diretores ouvidos pela Folha, presidentes das entidades que representam diretores dos colégios, educadores e um membro do Conselho Nacional de Educação. A lei, de 2005, havia dado cinco anos para implementação. Tanto o governo José Serra (PSDB) quanto a gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) dizem que a adaptação do novo fundamental já começou, mas admitem que não foi finalizada. "As crianças reclamam que não têm parquinho, que têm de ficar cinco horas na sala de aula. As carteiras que atendem aos alunos da EJA [antigo supletivo] são as mesmas das dos de seis anos", diz João Alberto Rodrigues de Souza, do Sinesp (sindicato dos dirigentes da rede municipal). "Não houve capacitação dos professores. É para   alfabetizar? É para focar na parte lúdica? Ninguém sabe", diz o presidente da Udemo (sindicato dos dirigentes da rede estadual), Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto. Professor de escola estadual na zona sul, Batista conta que precisa levantar as crianças no colo para elas alcançarem os bebedouros. Elas também têm dificuldades para usar o banheiro.
"Verificamos a falta de adaptação em São Paulo e em boa parte do país", diz o presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, Cesar Callegari. "Muitas redes apenas transferiram a antiga primeira série [alunos de sete anos] para o primeiro ano". A gestão Kassab diz que a adequação do mobiliário iniciou em 2007, não foi concluída, mas todas escolas serão atendidas. Já o governo estadual afirma que "à medida das diferentes demandas da diretorias de ensino serão encaminhados equipamentos para as escolas". A prefeitura possui 55,5 mil alunos no novo primeiro ano. O Estado não informou o dado. 

Mudança será concluída neste ano, dizem pastas
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 26/02/2010 - São Paulo SP
DA REPORTAGEM LOCAL 
As secretarias estadual e municipal da Educação dizem que o processo de implementação do novo ensino fundamental já começou, mas não foi concluído. Em nota, o governo estadual afirma que "a implantação do ensino fundamental de nove anos iniciou-se na rede em 2009 e deve se completar em 2010". Diz ainda que já há proposta pedagógica. "Houve um texto preliminar que foi discutido e entregue aos professores coordenadores das oficinas pedagógicas das diretorias de  ensino e supervisores de ensino responsáveis, em 2008. No documento consta, entre outras orientações, os novos conteúdos e expectativas de aprendizagem para o novo primeiro ano". O Estado diz ainda que o programa Ler e Escrever, já implementado na rede, contempla todo o processo de alfabetização. Não respondeu, porém, sobre formação específica para os docentes do novo primeiro ano.
A rede municipal, também por nota,  afirma que todas as escolas terão o mobiliário adaptado. Diz que aumentou os repasses diretos para as escolas, o que pode ser gasto em montagem de parques ou brinquedotecas. Pedagogicamente, diz, já organizou novas orientações curriculares. Os estudantes receberão cadernos de apoio e vídeos educativos, como o "Cocoricó". "Adicionalmente, está prevista a formação para cerca de 2.000 coordenadores pedagógicos e diretores da rede", afirma a nota. (FT) 

32% dos jovens cogitam, mas só 2% tentam ingressar na carreira docente
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal Aprendiz, 25/02/2010
Desirèe Luíse 
Enquanto 32% dos alunos do ensino médio consideraram seguir a carreira de professor, apenas 2% efetivamente vão prestar o vestibular para pedagogia ou alguma licenciatura. Os dados são da pesquisa “Atratividade da Carreira Docente no Brasil”, apresentada pela Fundação Carlos Chagas nesta quinta-feira (25/2), em São Paulo (SP). O estudo revelou que a visão negativa não é resultado da falta de identificação profissional ou pessoal com a docência, mas sim das más condições de trabalho a que o professor é submetido. De acordo com os alunos, o docente desempenha papel fundamental, sendo modelo formador de opinião na sociedade. No entanto, acreditam que o profissional é desvalorizado pelos próprios alunos, sociedade e governo. A pesquisa entrevistou 1,5 mil alunos  do 3º ano do ensino médio de 18 escolas públicas e privadas do país.
A pesquisadora da fundação e supervisora do estudo, Bernadete Gatti, disse que existe uma contradição entre o que os jovens pensam do “ser profissional” e o trabalho real do docente. “Para eles, ser professor é uma profissão bonita, mas o trabalho é encarado com limitações e dificuldades. Os alunos acham que para ser professor é preciso gostar muito do que faz, porque é algo pesado e frustrante”, revelou ela. Os alunos do ensino médio acreditam ainda que é preciso ter muita paciência para seguir a carreira. O estudo, encomendado pela fundação Victor Civita, apontou também as principais causas da desistência. Responsável por 40%, a baixa remuneração é um fator decisivo. A dificuldade que o professor é  obrigado a passar no dia-a-dia também é outro fator relevante, 17% dos jovens lembram o desinteresse e desrespeito dos próprios alunos para com o professor em sala de aula.
Bernadete ressaltou a melhora nas políticas públicas para a educação como ponto central para melhorar o setor e, consequentemente, aumentar a atratividade da carreira. “Precisamos pensar em o que é valorizado neste modelo de educação atual, o que é oferecido ao profissional. É preciso estruturar planos de carreira que envolvam progressão e salários melhores. Assim, a docência será profissionalizante e atrativa. Reestruturar é um caminho longo, mas é preciso ter a visão clara de que esse profissional é o fundamento de uma nação”, concluiu a pesquisadora. 

Publicados microdados de levantamentos estatísticos e avaliações educacionais
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:34 hs. 
25/02/2010 - Foram publicados no dia (23) no portal do Inep, (www.inep.gov.br), os microdados do Censo da Educação Básica 2008, do Censo da Educação Superior 2008, do Enem 2008 e da Prova Brasil 2007. Esses dados publicados agora se agregam ao conjunto de microdados anteriormente divulgados: Censo da Educação Básica 1995 a 2007, Censo da Educação Educação Superior 1995 a 2007, Saeb 1995 a 2003, Enem 1998 a 2007, Enade 2004 e 2005, Pnera 2004, Censo dos Profissionais do Magistério (2003) e Provão 1997 a 2003.
Todos esses produtos estão disponíveis para download na página eletrônica do Inep. Há ainda a possibilidade de fornecimento por meio de CD-ROM, a partir de solicitação para o e-mail cdi@inep.gov.br. Acompanham o arquivo de microdados a documentação que fornece as descrições e códigos das categorias das variáveis, adicionada, quando necessários, dos elementos para o cálculo dos erros amostrais.
Microdados consistem no menor nível de desagregação de uma pesquisa, geralmente retratando o conteúdo do questionário, preservado o sigilo das informações. Possibilitam aos usuários com conhecimento de linguagens de programação ou softwares de cálculo criar suas próprias tabelas de planos tabulares de dados numéricos.
A cada levantamento estatístico ou avaliação educacional realizados pelo Inep são sistematicamente gerados os microdados. As informações estão disponíveis a partir da unidade primária de coleta, sem identificação para que o sigilo das informações individuais seja preservado.
Os microdados estão organizados em arquivos ASCII, o que permite a leitura dos dados usando diferentes softwares.
Assessoria de Imprensa do Inep/ MEC 
Fonte: Portal Inep 

Salariômetro informa remuneração média dos brasileiros
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:06 hs. 
25/02/2010 - O governo de São Paulo lançou nesta quarta-feira o site Salariômetro (www.salariometro.sp.gov.br), uma ferramenta de busca de sobre os salários pagos para diversos tipos de profissionais em todo o Brasil. O site informa a remuneração média de trabalhadores contratados formalmente, com carteira assinada, seis meses antes da consulta, além da idade média dos empregados por categoria.
A página na internet, feita pela Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho em parceria com a Fipe/USP (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo), conta com dados levantados junto ao Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho.
“Os nossos mercados têm cotações de tudo (juros, moedas, ações, imóveis), mas não havia – até agora – nenhuma cotação do maior patrimônio do trabalhador, que é o valor do salário”, afirma o secretário de Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, Guilherme Afif. “É uma forma de o governo ajudar o mercado de trabalho a funcionar melhor”, completa.
Como usar
O usuário deve primeiro digitar o número da CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) da profissão a ser pesquisada. Caso não saiba qual é o código, a pessoa pode fazer uma busca com palavras-chave, que o site informa algumas opções.
Logo abaixo deste campo, o usuário deve informar Estado (e Cidade, no caso de Sã Paulo), Faixa Etária, Cor, Gênero, Escolaridade e Setor.
Salários
De acordo com o site, após rápida busca feita pelo eBand, o salário médio de uma professora de matemática do ensino fundamental da cidade de São Paulo, com idade entre 25 e 29 anos, de pele branca e com ensino superior completo é de R$ 1.092.
Já um lixeiro de pele negra, com faixa etária de 25 a 29 anos, com até a 8ª série completa, de São Paulo, tem remuneração de R$ 687.
Ainda segundo o site, um engenheiro civil de São Paulo, branco, com ensino superior completo, com idade entre 40 e 49 anos e empregado no setor de construção recebe em média R$ 6.368. 
Fonte: Jornalismo E-band 

Na indústria, recursos para pagar juros são sete vezes superiores a gastos com P&D
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal IG Educação, 24/02/2010
Carla Falcão, iG São Paulo 
Os riscos econômicos – leia-se câmbio e taxa de juros – seguidos por problemas relacionados ao financiamento e pelas dificuldades na obtenção de informações foram apontados como os principais fatores que impedem ou dificultam investimentos em atividades inovadoras no País. Essa é a conclusão da pesquisa “Obstáculos à Inovação”, realizada pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Decomtec/Fiesp). De acordo com o estudo, que envolveu 334 empresas de pequeno, médio e grande porte do estado de São Paulo, os “riscos econômicos” exigem maior esforço de superação na opinião de 40% dos entrevistados. Nesta categoria, os itens “elevada taxa de juros” (58%) e “instabilidade/valorização do câmbio” (55%) foram classificados como os principais entraves à inovação.
A avaliação é que a volatilidade do câmbio e os juros aumentam o custo dos projetos e o grau de incerteza dos executivos, além de inibir a ampliação da capacidade produtiva e o aumento dos gastos com inovação. A pesquisa informa que os recursos destinados ao pagamento de juros são 6,88 vezes superiores aos investimentos em  Pesquisa & Desenvolvimento (P&D). José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Decomtec, afirma que a maior parte dos investimentos em inovação na indústria é feita com recursos próprios das empresas. Segundo ele, isso explica o impacto de itens como a taxa de juros e o câmbio sobre a disposição dos executivos para assumir riscos e apostar no desenvolvimento de produtos que podem não ter a demanda esperada.
Muito discurso, pouca ação - “Com a valorização do real e a entrada de produtos importados a preços muito competitivos, a indústria nacional se vê obrigada a criar produtos diferenciados e a inovação é a solução para tudo”, diz Coelho. Para ele, os executivos têm essa noção. “Mas, a verdade é que as empresas brasileiras falam muito, mas ainda fazem pouco ou quase nada para estimular atividades inovadoras”, afirma. Para Coelho, o alto custo do capital limita o aumento dos investimentos em inovação no País. “Poucas companhias têm acesso a financiamentos com juros baixos”, diz. De acordo com o estudo, na categoria “problemas relacionados ao financiamento”, mencionada por 31,5% dos entrevistados, o item mais lembrado foi “custos de financiamentos (juros e outros  encargos)”, com 58%. Já na categoria “elevados custos da inovação” (31,1%), o maior obstáculo foi a “elevada carga tributária incidente nos gastos com I,P&D”, com 59% das respostas.
Mundo acadêmico distante - A pesquisa da Fiesp aponta ainda a distância entre o mundo acadêmico e o empresarial. A “falta de informação sobre os serviços disponibilizados pela universidade” foi classificada como o maior obstáculo na categoria “Dificuldades na obtenção de informações para desenvolver idéias inovadoras, com 35% de respostas. Nas grandes empresas, esse percentual foi ainda maior, chegando a 43%. “O empresário não procura a universidade porque acha que não vai agregar nada”, afirma Coelho. “A universidade acredita que não precisa da empresa para sobreviver e investir em Pesquisa e Desenvolvimento.” Ele acredita que isso só vai mudar quando houver uma revisão do marco regulatório que rege as relações entre universidades e empresas, incluindo temas como o uso de patentes, a contratação temporária de professores e pesquisadores e a remuneração por projetos específicos. 

MEC oferece cursos de formação continuada para professores 
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal Terra Educação, 24/02/2010
Professores da rede pública interessados em participar dos cursos de formação continuada oferecidos pelo Ministério da Educação devem se inscrever até o próximo domingo pela internet. Os cursos de curta duração são oferecidos em parceria com universidades públicas, escolas técnicas, estados e municípios. Estão abertas 354.952 vagas.   O processo todo é feito pela Plataforma Freire: http://freire.mec.gov.br. O professor faz sua pré-inscrição que deve ser confirmada pelas secretaria de educação - municipal ou estadual. Podem participar docentes que tenham formação específica para o magistério em nível médio (técnico ou normal) e aqueles com licenciatura ou formados em pedagogia.  Os cursos têm carga horária entre 40 e 300 horas e abrangem diversas áreas como educação em direitos humanos, diversidade, relações étnico-raciais e o uso do computador na escola. Mais informações no site do MEC (http://www.mec.gov.br) ou pelo telefone 0800 616161. 

Regras minuciosas deverão ser adotadas por universidades australianas
Fonte: Jornal da Educação (IPAE 115 - 02/10)
A Ministra da Educação australiana anunciou na terça-feira que as universidades que aceitam estudantes estrangeiros terão que seguir as novas regulamentações aprovadas na última segunda-feira.
De acordo com a Lei, todas as instituições de ensino superior que oferecem cursos para estrangeiros terão até 31 de dezembro deste ao para se recadastrarem e passarão a obedecer critérios mais rigorosos.
As universidades terão que provar que têm a educação como seu principal foco e que são capazes de oferecer um ensino de qualidade. O objetivo do governo é garantir que o país reforce sua credibilidade de alto padrão do setor da educação internacional.
Como a Austrália tem a área educacional como o terceiro maior setor de exportação, inúmeros são os estudantes que saem de seus países para ingressar em um dos centros universitários australianos. Devido a grande procura, algumas instituições diminuíram seu padrão para atender a demanda. Há ainda a denúncia de que alguns agentes que recrutam os alunos estrangeiros façam a promessa de visto permanente na Austrália.
 
ABT amplia área de atuação
Fonte: Jornal da educação (IPAE 117 - 02/10)
A Associação Brasileira de Tecnologia Educacional (ABT) contará com um novo sistema prioritário de orientação online. Com a nova ferramenta, a ABT ampliará seus convênios com instituições de ensino, empresas, prefeituras e Estados.
o objetivo é possibilitar que seus conveniados contem com o apoio direto na implantação ou aperfeiçoamento de Núcleos de Tecnologia Educacional.
Mais informações sobre a iniciativa da ABT abt-br@abt-br.org.br

Senadora propõe debate para discutir Bolsa-Família
Fonte: Clipping Educacional Consae (IPAE 119 - 02/10)
O programa Bolsa Família, do governo Lula, será o assunto principal da audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O requerimento, de autoria da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), foi aprovado na última terça-feira (23) e deve contar as presenças dos ministro da Educação, Fernando Haddad, e do Desenvolvimento Social e Combate à fome, Pautrus Ananias, e também do presidente do Tribunal de Contas da União, Ubiratan Aguiar.
A finalidade da reunião, de acordo com a senadora e também vice-presidente da Comissão, é discutir a eficácia do projeto. Segundo Marisa Serrano, apesar do Bolsa Família ter se tornado uma referência como medida de distribuição de renda, há várias denúncias de falhas e irregularidades no programa.
Ainda sobre o tema, o senador Cristovam Buarque também endossou a necessidade da reunião sobre o projeto. De acordo com o senador pedetista, a modificação do antigo nome Bolsa Escola para Bolsa Família foi um erro do governo, pois a antiga nomenclatura tornava mais visível o compromisso com a qualidade da educação. Ele ainda acrescentou que se fosse candidato à presidência novamente, defenderia a volta do primeiro nome e destinaria a atual Bolsa Família a famílias pobres e sem filhos. 

Saiba quais áreas demandarão mais profissionais até 2015
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:44 hs. 
26/02/2010 - A demanda por profissionais que atuam na área da construção civil, tecnologia de manufatura, moda, criatividade, panificação e confeitaria irá aumentar até 2015, segundo um levantamento realizado pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).
A pesquisa apontou que deve crescer a oportunidade de emprego, no caso da construção civil, para profissionais das áreas de tornearia mecânica, fresagem, desenho mecânico, soldagem, eletrônica industrial e mecânica de manutenção. Outras áreas promissoras são as de design de moda, joalheria, confecção de roupas e calçados. O mercado também precisará de padeiros e confeiteiros.
Construção civil
Haverá também uma grande oferta de vagas para carreiras como marcenaria, eletricidade predial, construção em alvenaria e aplicação de revestimento cerâmico.
“Na parte de construção e edificações, destacam-se os profissionais especializados em alvenaria, aplicação em revestimentos cerâmicos e instalação predial. Para as obras de infraestrutura, as demandas são para profissionais de terraplanagem e preparação de terrenos e concreto e montagem de estruturas metálicas”, explicou o gerente do Observatório Ocupacional do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), Márcio Guerra.
Profissionais de telecomunicações
Guerra afirmou ainda que haverá maior demanda por profissionais de telecomunicações. O motivo é que serão investidos mais de R$ 20 bilhões em telecomunicações devido à Copa do Mundo que acontecerá no Brasil, em 2014.
“É uma exigência da Fifa que todas as áreas ao redor dos estádios ofereçam telefonia e internet. Ou seja, essas cidades precisarão capacitar profissionais na área de telecomunicação”, declarou Guerra.
Parques industriais
Além da ampliação da telecomunicação no País, investimentos em habitação e infraestrutura provocarão mudanças significativas na estrutura industrial. Nos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, regiões que estão montando parques industriais, devem surgir postos de trabalho nas áreas de confecção, alimentos e manutenção mecânica.
Por Karla Santana Mamona - InfoMoney 
Fonte: www.administradores.com.br