09/03/2009
AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Esclarecemos que as matérias veiculadas não representam, necessariamente, a opinião da Associação.
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Definida composição das comissões ALESC

Tempo integral em escolas é tema de audiência

Projeto de lei obriga União a estimular intercâmbio acadêmico

MEC confirma que Enem 2010 terá provas de inglês, espanhol e francês

Súmula de Pareceres - Janeiro de 2010

Segunda fase do Prouni registra 355 mil inscrições

OAB cancela segunda fase do exame de Ordem por suspeita de vazamento


MEC suspende novas vagas em 4 universidades

Banco afirma que só aplica o que prevê a lei

O BNDES vai parar de crescer?

STF encerra debate sobre sistema de cotas nas universidades

Vendedor de trufas consegue bolsa e vai cursar relações públicas; veja opções

MEC contra reprovação de crianças 

Livro eletrônico "made in Brasil"

Conselho mantém fim de credenciamento especial

Caixa cobra 37 mil fiadores de universitários

Mulheres são maioria no ensino superior à distância

Diferença salarial cresce em cargo de nível superior

Diário Oficial publica súmula de pareceres de janeiro

Universidades planejam metodologia para avaliar o Enem

Definida composição das comissões ALESC
Fonte: AL Notícias, 26 de fevereiro de 2010, SC, Pg. 6
A composição das comissões permanentes de mérito foi divulgada dia 23. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi a primeira a ser instalada, mantendo o deputado Romildo Titon (PMDB) como presidente.
A única mudança que houve na representação das bancadas também foi na CCJ: o PMDB passou de dois para três membros, enquanto o DEM teve sua representação reduzida, passando de dois para um parlamentar. Os demais espaços partidários permanecem inalterados.
A maioria das comissões já teve definido presidente e vice – a da Saúde ainda permanece em fase de diálogo. No dia 24, foi a vez da Comissão de Finanças e Tributação ser instalada, referendando Marcos Vieira (PSDB) e Jean Kuhlmann (DEM) como presidente e vice-presidente respectivamente.
CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA
Presidente: Deputado Romildo Titon (PMDB)
Vice-presidente: Deputado Marcos Vieira (PSDB)
Componentes: Deputados Antonio Aguiar (PMDB), Darci de Matos (DEM), Dirceu Dresch (PT), Décio Góes (PT), Joares Ponticelli (PP), Elizeu Mattos (PMDB) e Sargento Amauri Soares (PDT)
FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO
Presidente: Deputado Marcos Vieira (PSDB)
Vice-presidente: Deputado Jean Kuhlmann (DEM)
Componentes: Deputados Renato Hinnig (PMDB), José Natal Pereira (PSDB), Pedro Uczai (PT), Lício Mauro da Silveira (PP), Silvio Dreveck (PP), Manoel Mota (PMDB), e deputada Professora Odete de Jesus (PRB)
TRANSPORTES E DESENVOLVIMENTO URBANO
Presidente: Deputado Reno Caramori (PP)
Vice-presidente: Deputado Décio Góes (PT)
Componentes: Deputados Jean Kuhlmann (DEM), José Natal Pereira (PSDB), Manoel
Mota (PMDB), Carlos Chiodini (PMDB) e Narcizo Parisotto (PTB)
PESCA E AQÜICULTURA
Presidente: Deputado Pe. Pedro Baldissera (PT)
Vice-presidente: Deputado Darci de Matos (DEM)
Componentes: Deputados Dado Cherem (PSDB), Reno Caramori (PP), Edison Andrino
(PMDB), Adherbal Deba Cabral (PMDB) e Derli Rodrigues (PPS)
DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS, DE AMPARO À FAMÍLIA E À MULHER
Presidente: Deputada Ana Paula Lima (PT)
Vice-presidente: Deputado Kennedy Nunes (PP)
Componentes: Deputados José Natal Pereira (PSDB), Carlos Chiodini (PMDB), Ismael dos Santos (DEM), Adherbal Deba Cabral (PMDB) e deputada Professora Odete de Jesus (PRB)
SEGURANÇA PÚBLICA
Presidente: Deputado Darci de Matos (DEM)
Vice-presidente: Deputado Sargento Soares (PDT)
Componentes: Deputados Nilson Gonçalves (PSDB), Pedro Uczai (PT), Kennedy Nunes (PP), Genésio Goulart (PMDB) e Adherbal Deba Cabral (PMDB)
EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO
Presidente: Deputado Pedro Uczai (PT)
Vice-presidente: Deputado Antônio Aguiar (PMDB)
Componentes: Deputados Cesar Souza Júnior (DEM), Sera+ m Venzon (PSDB), Lício Mauro da Silveira (PP), Elizeu Mattos (PMDB) e Derli Rodrigues (PPS)
SAÚDE
Presidente: Deputado Genésio Goulart (PMDB)
Vice-presidente: indefinido
Componentes: Deputados Darci de Matos (DEM), Dado Cherem (PSDB), Ana Paula  Lima (PT), Kennedy Nunes (PP), Antônio Aguiar (PMDB) e deputada Professora Odete de Jesus (PRB)
TRABALHO, ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO
Presidente: Deputado Manoel Mota (PMDB)
Vice-presidente: Deputado Joares Ponticelli (PP)
Componentes: Deputados Jean Kuhlmann (DEM), Dado Cherem (PSDB), Deputado Dirceu Dresch (PT), Elizeu Mattos (PMDB) e Derli Rodrigues (PPS)
ECONOMIA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, MINAS E ENERGIA
Presidente: Deputado Silvio Dreveck (PP)
Vice-presidente: Deputado Renato Hinnig (PMDB)
Componetes: Deputados Serafim Venzon (PSDB), Pedro Uczai (PT), Carlos Chiodini (PMDB), Elizeu Mattos (PMDB) e Derli Rodrigues (PPS)
RELACIONAMENTO INSTITUCIONAL, COMUNICAÇÃO, RELAÇÕES INTERNACIONAIS E DO MERCOSUL
Presidente: Deputado Renato Hinnig (PMDB)
Vice-presidente: Deputado Nilson Gonçalves (PSDB)
Componentes: Deputados Lício Mauro da Silveira (PP), Elizeu Mattos (PMDB), Edison Andrino (PMDB), Narcizo Parisotto (PTB) e deputada Ana Paula Lima (PT)
TURISMO E MEIO AMBIENTE
Presidente: Deputado Dirceu Dresch (PT)
Vice-presidente: Deputado Renato Hinnig (PMDB)
Componentes: Deputado Ismael dos Santos (DEM), Deputado Marcos Vieira (PSDB), Deputado Reno Caramori (PP), Deputado Edison Andrino (PMDB) e Deputado Derli Rodrigues (PPS)
LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA
Presidente: Deputada Professora Odete de Jesus (PRB)
Vice-presidente: Deputado Nilson Goçalves (PSDB)
Componentes: Deputados Nilson Gonçalves (PSDB), Padre Pedro Baldissera (PT),
Lício Mauro da Silveira (PP), Rogério Mendonça (Peninha) (PMDB), Genésio Goulart
(PMDB) e Ismael dos Santos (DEM)
AGRICULTURA E POLÍTICA RURAL
Presidente: Deputado Rogério Mendonça (Peninha) (PMDB)
Vice-presidente: Deputado Reno Caramori (PP)
Componentes: Deputados Ismael dos Santos (DEM), Serafim Venzon (PSDB), Dirceu Dresch (PT), Romildo Titon (PMDB) e Sargento Amauri Soares (PDT)
ÉTICA E DECORO PARLAMENTAR
Presidente: Indefinido
Vice-presidente: Indefinido
Componentes: Deputados Jean Kuhlmann (DEM), Serafim Venzon (PSDB), Padre Pedro Baldissera (PT), Kennedy Nunes (PP), Joares Ponticelli (PP), Edison Andrino(PMDB), Adherbal Deba Cabral (PMDB), Romildo Titon (PMDB) e deputada
Professora Odete de Jesus (PRB)

Tempo integral em escolas é tema de audiência
Fonte: Jornal da Educação
O deputado Alcenir Guerra (DEM-PR), autor da PEC (134/07) que institui o regime escolar de oito horas por dia na escola pública, vai se reunir nesta terça-feira, 9, para discutir o projeto com a análise da Comissão Especial.
De acordo com o deputado do Democrata, ao ficar oito horas diárias na escola, não só a criança pode ter vantagens, mas também os pais e a sociedade. Para ele, a atenção às crianças em tempo integral no colégio diminui as despesas em casa. O plenário 13 será palco da reunião que tem início às 15h.
(IPAE 055 - 03/10)

Projeto de lei obriga União a estimular intercâmbio acadêmico
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha Online, 08/03/2010 - São Paulo SP
da Agência Câmara 
A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que obriga a União a estimular o intercâmbio acadêmico de estudantes de graduação, mestrado e doutorado no país. De acordo com o texto, do deputado Felipe Maia (DEM-RN), o incentivo deverá ser promovido por meio de bolsas de estudos, para que os estudantes selecionados possam cursar disciplinas ou desenvolver pesquisa, por até dois semestres letivos, em outra instituição de educação superior conveniada com a de origem. Só poderão participar do intercâmbio instituições cujos cursos estejam avaliados positivamente   pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), no caso dos cursos de graduação. No caso de programas de mestrado ou doutorado, a avaliação deverá ser feita pela Capes (Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).
Segundo o projeto, a instituição que receber o estudante deverá ser de região distinta daquela de origem, e assegurar orientação acadêmica para cada estudante recebido. As atividades desenvolvidas pelo estudante serão automaticamente reconhecidas pela instituição   de origem, para efeito de currículo. "O intercâmbio acadêmico é reconhecidamente um dos meios mais eficazes para fortalecer a formação e a pesquisa", disse o deputado. "Instituições congêneres, com interesses convergentes de ensino e pesquisa, costumam juntar esforços para obter, com mais eficiência e rapidez, resultados consistentes." O projeto de lei 6.785/2010 será analisado pelas comissões de Educação e Cultura, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça. Caso seja aprovado em todas, não precisa passar pelo plenário da Câmara. 

MEC confirma que Enem 2010 terá provas de inglês, espanhol e francês
Fonte: Clipping Educacional Consae O Globo, 08/03/2010 - Rio de Janeiro RJ
Lauro Neto 
RIO - O MEC já definiu que o próximo Enem 2010 terá três línguas estrangeiras: inglês, espanhol e francês. Apesar de ainda não se saber ao certo quantas questões serão destinadas aos idiomas, o mais provável é que cada candidato possa optar por um deles, como ocorre nos demais vestibulares. O MEC assegura que o método de Teoria de Resposta ao Item (TRI), o sistema "antichute", minimizará a diferença do grau de dificuldade entre as provas. Diante de mais um ano de indefinições no Enem, candidatos que farão o exame pela primeira vez vivem um clima de apreensão e incerteza, como João Paulo Rispoli, aluno do 3 ano do Colégio _A_Z. - Se cair algo diferente de inglês, vou ter que chutar tudo, pois não domino espanhol ou inglês. Somos as novas cobaias do Enem - reclama o  estudante, de 18 anos, que cursar Engenharia de Produção. Seu colega de turma Gabriel Sotero, de 15 anos, não está muito confiante no argumento do MEC de que as provas de língua estrangeira terão o mesmo nível de dificuldade. Apesar de estar adiantado na escola, ele fez o último Enem como treino e achou a prova grande demais. Com o acréscimo de questões de idiomas, ele teme que seja mais difícil administrar o tempo.
- Não gostei do novo modelo, pois testa mais a sua resistência do que o seu conhecimento, principalmente no segundo dia, que inclui a redação. Agora, o TRI é justificativa para tudo, mas acho que o nível das provas pode ser diferente - opina Gabriel, que no último vestibular foi aprovado em Informática na Uerj e Sistemas   de Informação na PUC-Rio. Candidata a uma vaga em Medicina, Isabela Fontes, que também fez o último Enem só como teste, endossa o discurso do amigo Gabriel sobre o TRI. - Soube a minha nota na última prova, mas não o peso de cada questão, o que é importante para eu me preparar para a minha carreira - diz a estudante de 17 anos. Marinheira de primeira viagem, Larissa Victória, também de 17, está na dúvida entre Comunicação Social e Direito, mas sua principal incerteza é em relação ao Enem. - Começamos o ano sem saber o que vai acontecer novamente. Estou meio sem rumo. Isso deixa todo mundo apreensivo e desesperado, mas tenho esperanças de que, este ano, o Enem seja mais organizado. 

Súmula de Pareceres - Janeiro de 2010
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:31 hs. 
08/03/2010 - Reunião ordinária dos dias 26, 27 e 28 de janeiro/2010.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2230.pdf 
Fonte: DOU n.º 44 - 08.03.2010 

Segunda fase do Prouni registra 355 mil inscrições
Fonte: Jornal da Educação
A segunda etapa do Prouni (Programa Universidade para Todos), do governo federal, recebeu mais de 355 mil inscrições até o último domingo, 7. Nessa fase serão oferecidas 85.155 bolsas de estudo integrais e parciais em Universidades brasileiras. A maior parte das bolsas oferecidas pelo programa serão de 50% de desconto nas Instituições de Ensino, totalizando 50.494. Já as bolsas integrais têm um total de 34.661.
O resultado desta fase será divulgado na quarta-feira, 10. Para concorrer a uma das vagas do Prouni, o estudante precisa ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter tirado uma nota maior que 400 pontos na média das cinco notas cobradas Ter cursado Ensino Médio em colégio público ou particular com bolsa integral também é um dos critérios do Programa.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), os alunos aprovados tem até 12 de fevereiro para comparecer à Instituição de Ensino selecionada e efetuarem a matrícula.
OAB cancela segunda fase do exame de Ordem por suspeita de vazamento
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:43 hs. 
08/03/2010 - Correção da prova havia sido suspensa por suspeita de vazamento.
No total, 18,7 mil candidatos devem realizar novo exame em 11 de abril.
Fausto Carneiro e Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) anunciou neste domingo (7) o cancelamento das provas da segunda fase do exame de Ordem, que habilita bacharéis de direito a exercerem a advocacia. A correção das provas havia sido suspensa na última terça (2) devido a suspeitas de vazamento de gabarito. O novo exame será realizado no dia 11 de abril.
Segundo as denúncias, um candidato teria tido acesso à prova antes de sua aplicação, no dia 28 de fevereiro passado. O vazamento teria sido da prova prática de Direito Penal. O exame foi aplicado de forma unificada em todo o país. No total, 18,7 mil candidatos fizeram as provas em 155 locais. Em Osasco, cidade onde teria sido detectada a suposta fraude, 152 bacharéis foram aprovados para a segunda fase do exame.
A anulação é para preservar a imagem da Ordem, a credibilidade do exame e, sobretudo, também preservar a qualidade dos colegas que vão entrar na profissão, disse Ophir Cavalcanti. "É muito mais seguro para todos que esse exame seja refeito."
A prova cancelada neste domingo é a terceira de 2009 –todos os anos, a Ordem realiza três exames de hablitação de bacharéis. Segundo o presidente da instituição, a nova proiva deve custar entre R$ 400 mil e R$ 500 mil para ser realizada.
"Preferimos pecar por excesso do que pecar por omissão. Para manter a lisura do exame, para preservar o próprio direito dos candidatos no futuro, para não ficarem com sua entrada na Ordem sub judice, se preferiu tomar essa decisão. É uma decisão dura, nós lamentamos que tenha acontecido", disse o presidente da OAB.
Preferimos pecar por excesso do que pecar por omissão. Para manter a lisura do exame, para preservar o próprio direito dos candidatos no futuro, para não ficarem com sua entrada na Ordem sub judice, se preferiu tomar essa decisão. É uma decisão dura, nós lamentamos que tenha acontecido
Segundo Ophir, os estudantes serão notificados individualmente pela OAB sobre o cancelamento e a nova data do exame. A Ordem ainda vai publicar editais em jornais em todo o país. “Todas as pessoas terão seus direitos preservados. Todos poderão fazer a prova, sem qualquer ônus”, afirmou.
Todas as pessoas terão seus direitos preservados. Todos poderão fazer a prova, sem qualquer ônus
A decisão sobre o cancelamento da prova foi tomada pelo Colégio de Presidentes das 27 Seccionais da OAB, em reunião em Brasília. Além da decisão, o caso está sendo investigado pela Polícia Federal a pedido da OAB, que pediu ainda uma sindicância ao Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), que realiza o exame em parceria com a instituição.
De acordo com Ophir, “não pode haver qualquer afirmação de que houve qualquer vazamento no Cespe nesse momento”. “O Cespe está hoje trabalhando para que a haja uma segurança ainda maior para que fraude não se repita. Temos que lutar sempre contra esses inimigos.”
O presidente da OAB também descartou que o vazamento tenha ocorrido na seccional da instituição em São Paulo. “Em relação a São Paulo, já uma conclusão de que não houve qualquer envolvimento da seccional no caso”, disse.
As investigações feitas pela Polícia Federal estão sendo mantidas em sigilo. “Dentre em breve, com toda a tecnologia que a Polícia Federal tem, teremos uma solução para isso”, declarou Ophir Cavalcante. 
Fonte: G1 - Portal Globo 

MEC suspende novas vagas em 4 universidades
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 09/03/2010 - São Paulo SP
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA 
O MEC decidiu proibir a abertura de novos cursos e vagas em quatro instituições de ensino superior. Segundo a pasta, elas não cumpriram ou não informaram os percentuais mínimos exigidos para mestres e doutores e professores em tempo integral. As instituições  são: a Universidade Fumec e a Unipac (Universidade Presidente Antônio Carlos), ambas de Minas, a Universo (Universidade Salgado de Oliveira), do Rio, e o Centro Universitário Luterano de Manaus. A exigência de docentes nessas condições é de um terço para  universidades e de um quinto para centros universitários. A Unipac diz que até julho estará regularizada. A Fumec diz que já regularizou o número de professores e que pedirá reversão da punição. A Folha não conseguiu contatar as outras duas instituições. 

Banco afirma que só aplica o que prevê a lei
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 09/03/2010 - São Paulo SP
DA REPORTAGEM LOCAL 
Questionada sobre o elevado número de execuções de fiadores em um programa social para ajudar estudantes carentes, a Caixa Econômica Federal disse que cumpre a legislação e que dá todas as informações necessárias aos seus clientes. "Somos um agente financeiro. Obedecemos ao que está na lei", afirmou o gerente nacional de Aplicação Pessoa Física-Renda Básica, Jorge Pedro de Lima Filho. A Caixa se recusou a confirmar os dados apresentados pela Folha, mas não os negou. A esse respeito, disse apenas que a taxa de inadimplência dos contratos firmados até 2002 chega a 25%. Sobre o acionamento judicial   dos fiadores, Lima Filho explicou o modo como opera. Com 30 dias em atraso, o banco manda uma carta para o fiador e para o aluno. Ambos passam a ter nome sujo na praça. O tempo que demora uma execução, disse o gerente, depende de muitos fatores, como a região do país de onde vem o contrato e a capacidade produtiva do banco.
Mais uma vez, Lima Filho ressaltou que todas essas etapas estão previstas em contrato. A respeito do caso de Daiane, o gerente nacional da Caixa afirmou que a aluna foi atendida pessoal e virtualmente  sempre que precisou e recebeu todas as informações a respeito de sua dívida. Disse ainda que estender o prazo de pagamento para 480 meses, como ela quer, não é possível porque a lei determina 300 meses como período máximo para quitar a dívida. Afirmou também que a engenheira não vai ter mais um "tratamento vip" porque procurou a Folha. Lima Filho disse que não prejudicaria a engenheira, mas também não trocaria mais e-mails com ela sobre o seu caso. Quanto à redução dos juros determinada pelo MEC, Lima Filho disse que a Caixa já aplicou os novos valores e que isso reduziu muitas dívidas. 

O BNDES vai parar de crescer?
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:10 hs. 
08/03/2010 - De FHC a Lula, fatia do banco no PIB quadruplicou. Mas, além do crédito oficial barato, fonte de recursos escasseia
O DINHEIRO liberado pelo BNDES, os chamados desembolsos, deve ter sido equivalente a 4,5% do PIB em 2009. Mais que o dobro do início do governo Lula (vide gráfico). O número é excepcional, pois a economia não cresceu nada. O governo federal emprestou R$ 100 bilhões ao banco.
Note-se que a fatia do banco no total do crédito da economia até caiu em relação aos 24% de 2003-04. Foram anos de crédito privado escasso, decerto. Em 2008, o banco tinha 17% do crédito. Em 2009, 19,9%, salto também devido à retranca dos bancos privados na crise.
O tamanho do banco nos próximos anos dependerá do próximo presidente. Em 2011, o financiamento do BNDES ainda pode ser definido por Lula. O governo estima em cerca de R$ 70 bilhões os fundos disponíveis para o ano que vem. Para que o caixa do banco seja similar ao de 2008, serão necessários uns R$ 25 bilhões extras. De onde virão?
O governo ainda não sabe. Considera que de fato 2009 foi um ano extraordinário, de crise feia, quando o governo compareceu com muito dinheiro. O governo considera ainda que as empresas podem agora buscar mais dinheiro no mercado de capitais doméstico e internacional. Mas o governo não quer deixar a peteca cair. O BNDES vai desinflar em relação a 2009, mas não deve encolher em relação a 2008.
Um estudo dos economistas Fabio Giambiagi, Fernando Rieche e Manoel Amorim, na "Revista do BNDES", aponta os empecilhos de médio prazo para o banco. Uma fonte de financiamento, o FAT, diminui cada vez mais, pois esse fundo financia também o seguro-desemprego. Com mais formalização do trabalho, como vem ocorrendo, mais despesa.
Os juros que o banco recebe caem; cresce o prazo dos financiamentos: volta menos dinheiro, e mais devagar. Os ganhos proporcionados pela carteira de ações do banco foram excepcionais nos últimos anos. Tal resultado não deve se repetir. De resto é uma fonte incerta de recursos.
O BNDES pode ir ao mercado doméstico e externo captar recursos. Mas talvez a custo maior que o de seus fundos tradicionais e num prazo inadequado para um banco que por vezes financia investimentos de dezena de anos para cima. Enfim, trata-se de fonte de dinheiro sujeita ao humor do mercado, que pode tornar os custos proibitivos para o banco, em certos períodos. Mais empréstimos do Tesouro, a juros de pai para filho, significam mais dívida pública e mais subsídios a empresas, subsídio na prática bancado por dinheiro de impostos (e significam também, em última análise, uma mordida nos recursos do setor privado).
O banco vai bem, com lucros maiores e inadimplência muito baixa. A economia brasileira ainda não tem fontes privadas grandes e estáveis de capital de longo prazo. Mas parece difícil manter o crescimento do BNDES.
vinit@uol.com.br 
Fonte: Folha de São Paulo 

STF encerra debate sobre sistema de cotas nas universidades
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:33 hs. 
08/03/2010 - O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou (5) o último dia de audiência pública sobre as políticas de cotas no ensino superior. Durante todo o dia, especialistas vão apresentar suas opiniões.
Às 8h30, o professor da Universidade de São Paulo (USP) Fábio Konder Comparato fala sobre educação e cidadania de afrodescendentes e carentes. Depois. será a vez da professora Flávia Piovesan, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, explicar a compatibilidade das cotas com o sistema constitucional brasileiro.
O representante da Coordenação Nacional de Entidades Negras (Conen) Marcos Antonio Cardoso defende, às 9h15, as políticas de ação afirmativa. Às 10h, o juiz da 2ª Vara Federal de Florianópolis Carlos Alberto da Costa Dias fala sobre a dificuldade de identificação do negro.
Às 11h, o representante do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro (MPMB) e da Associação dos Caboclos e Ribeirinhos da Amazônia (ACRA) Helderli Fideliz Castro de Sá Leão Alves explica os sistemas classificatórios de cor, raça e etnia.
No período da tarde, entidades de ensino de vários estados, dirigentes de escolas e alunos vão apresentar suas posições. O debate vai até as 16h. 
Fonte: www.administradores.com.br 

Vendedor de trufas consegue bolsa e vai cursar relações públicas; veja opções
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:55 hs. 
09/03/2010 - Domingos foi beneficiado por convênio entre universidade e cursinho.
Fora Fies, ProUni e crédito bancário, instituições têm programas próprios.
Érica Polo Do G1, em São Paulo
O vendedor de trufas Domingos dos Santos tentou durante anos obter uma bolsa de estudos para realizar o sonho de fazer curso superior. Buscou o Programa Universidade para Todos (ProUni), mas não conseguiu; os financiamentos disponíveis no mercado não cabiam no bolso. Finalmente, neste ano, ganhou uma bolsa na universidade onde foi aprovado e vai cursar relações públicas.
Outro exemplo de quem buscou ajuda fora do ProUni, do Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) e das linhas de crédito oferecidas por bancos tradicionais, e vai começar a faculdade, é o do estudante Leonardo Freitas. Atualmente operador de máquinas, ele quer ser piloto de avião.
Entre as alternativas existentes no mercado, muitas universidades têm programas próprios de benefícios, lembra o especialista em ensino superior, Carlos Monteiro. Domingos foi contemplado com bolsa de 100% por meio de um convênio existente entre o cursinho pré-vestibular e a faculdade onde foi aprovado.
Ele se preparou para o processo seletivo na Uneafro, entidade que mantém cursinhos populares. Nesse caso, a bolsa foi ganha, então ele não precisará devolver o dinheiro após a formatura. “É feito um levantamento do perfil socioeconômico dos interessados. O desempenho do aluno nos estudos, durante o curso pré-vestibular, também é considerado para que o benefício seja concedido”, diz.
“Entre as opções de financiamento que acredito oferecerem condições interessantes estão as do Instituto Educar, Ideal Invest e Fundação Aplub”, acrescenta Carlos Monteiro. O Instituto Educar, com sede na Bahia, e a Fundação Aplub, no Rio Grande do Sul, prestam serviços a universidades na área de administração de carteiras de crédito estudantil. Os recursos vêm das próprias instituições e a parte financiada será devolvida pelo aluno em prazo a depender do contrato firmado, sem cobrança de juros. Antes de optar por uma, vale a dica de estudar bem as condições oferecidas.
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“A instituição de ensino abre mão de receber 100% da mensalidade em quatro anos para obter a receita proveniente do curso em oito”, explica Andréia Torres, diretora executiva do Instituto Educar. Embora tenha sede na Bahia, a companhia presta serviços para 70 universidades espalhadas pelo país.
O interessado deve acessar o site www.institutoeducar.com.br e fazer a inscrição para participar do processo de seleção. Também nesse endereço é possível consultar a listagem das instituições que oferecem o benefício. O instituto trabalha principalmente o preenchimento de vagas remanescentes.
Andréia informa, ainda, que é possível financiar 50% da mensalidade. Segundo ela, não incidem juros, mas há correção feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) nas parcelas pagas após a formatura.
De forma similar trabalha a Fundação Aplub de Crédito Educativo, que administra programas de 26 instituições. De acordo com Energita Cauduro, gerente da fundação, são feitos financiamentos de até 50%, semestrais ou anuais, e a devolução é feita no mesmo período de utiização do crédito. Há correção dos valores contratados por meio dos mesmos índices que atualizam as mensalidades da universidade escolhida, além disso, a Fundaplub cobra taxa média de 0,25% ao mês durante todo o período que vigorar o contrato.
As inscrições devem ser feitas, no caso da Fundação, diretamente nas faculdades. Informações podem ser obtidas por meio dos telefones (51) 3027-2657/2658.
Financiamento semestral
Leonardo Freitas recorreu à Ideal Invest. A companhia utiliza recursos de fundos de investimentos. “Soube dessa alternativa na própria faculdade que escolhi. Já no segundo semestre do ano passado comecei a pesquisar opções de crédito”. Ele vai cursar aviação civil. “Sem ajuda, não poderia estudar. A mensalidade é alta, vale R$ 1.034. Eu vou arcar com R$ 538 mensais. Vou pagar em mais tempo, mas esse valor consigo desembolsar".
A empresa tem 180 instituições de ensino parceiras em todo o país, os contratos são semestrais e é financiado 100% do valor da mensalidade, mesmo que o aluno tenha desconto na faculdade. Cada mensalidade é dividida em duas parcelas, então, seis meses serão pagos em 12. A exceção é o semestre da primeira contratação, quando são financiadas cinco parcelas e a matrícula deverá ser paga à instituição de ensino.
Como há prazos de carência em cada refinanciamento, as parcelas não se acumulam, diz Carlos Furlan, executivo da companhia. Por exemplo: considerando que a primeira negociação ocorra entre fevereiro e junho, esse semestre será pago em parcelas mensais entre fevereiro e novembro. Se o aluno fechar mais um contrato, correspondente ao semestre seguinte, pagará a primeira parcela deste segundo contrato somente a partir de dezembro.
Há cobrança de juros, que fica diluída nas mensalidades. De forma geral, a partir do 2º semestre financiado, as taxas dos contratos são de no máximo 2,59% ao mês, podendo chegar a 1,69% ao mês.
Para mais informações, incluindo o perfil de quem pode participar, deve-se acessar www.creditopravaler.com.br. Pelo telefone, é possível recorrer ao 0800 774 8777. 
Fonte: G1 - Portal Globo 

MEC contra reprovação de crianças 
Fonte: Clipping Educacional Consae Diário Catarinense, 09/03/2010 - Florianópolis SC
O Ministério da Educação (MEC) quer vetar a reprovação de crianças de seis anos, alunas do 1º ano. Até 2005, o antigo primário começava aos sete anos. Com a mudança do sistema, estudantes que por vezes sequer passaram por creches ou pelo pré estão no ensino fundamental, sujeitos à reprovação. Em 2008, 79,3 mil alunos do novo primeiro ano não passaram de ano, conforme dados inéditos do MEC. O número representa 3,5% das matrículas dessa série. O Ministério da Educação quer vetar a reprovação de crianças de seis anos, pois entende que o novo primeiro ano é apenas um início de alfabetização. O medo, diz o MEC,  é prejudicar uma criança tão jovem por toda a vida escolar, pois pesquisas mostram que reprovação pode acarretar notas baixas e abandono. – Alguns gestores não entenderam que a alfabetização não precisa estar completa no primeiro ano. É difícil num país continental que todos compreendam da mesma maneira – diz o presidente da Undime (que representa os secretários municipais da Educação), Carlos Eduardo Sanches.
Para evitar que o problema se agrave, o MEC e o Conselho Nacional de Educação divulgarão novas diretrizes para o ensino fundamental,   reforçando a indicação para que não haja reprovação aos seis anos. – Antecipar o fracasso escolar é grave – diz a secretária de Educação Básica do MEC, Maria Pilar Lacerda. O conselho, órgão normativo e consultivo do MEC, recebeu informações de que algumas redes transferiram a antiga primeira série, destinada a alunos de sete anos, para o novo primeiro ano. – Talvez seja falta de preparo dos gestores, mas é um crime colocar crianças de seis anos sentadas enfileiradas, com matérias – analisa o presidente da Câmara de Educação Básica do conselho, Cesar Callegari.

Livro eletrônico "made in Brasil"
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:20 hs. 
09/03/2010 - Empresa de Pernambuco lança e-book reader para concorrer com Apple, Sony e Amazon
Naiana Oscar
Com 30 funcionários, seis anos de vida, faturamento anual de R$ 2,5 milhões e uma sede discreta na Ilha do Leite, no Recife, a Mix Tecnologia quer brigar com gente grande. Em junho, a empresa vai lançar o primeiro leitor eletrônico de livros com software 100% nacional - um equipamento que vai dividir espaço no mercado brasileiro com produtos de gigantes do mundo da tecnologia, como Apple, Sony e Amazon.
"Quem é empreendedor tem de ter essa veia de aventura", diz o pernambucano Murilo Marinho, que fundou a empresa em 2004, assim que concluiu a faculdade de Ciências da Computação. "Conciliamos, claro, um pouco de loucura a uma base sólida de conhecimento tecnológico." Marinho brinca com a ousadia que o levou a desenvolver o primeiro "e-book reader" nacional , mas tem um discurso consistente para defendê-lo e diferenciá-lo dos maiores, Kindle e iPad.
O aparelho brasileiro está sendo criado, inicialmente, para ser usado em sala de aula, com função essencialmente educacional. A ideia é que o professor use o dispositivo para agendar tarefas, aplicar testes, fazer apresentações. Para isso, todos os alunos teriam de ter o aparelho. "O Brasil é o maior consumidor de livro didático do mundo", diz Marinho. "Hoje tem escola fazendo rodízio de livros, para o aluno não levar tanto peso nas costas. Queremos oferecer uma alternativa."
O aparelho foi batizado de Mix Leitor D. Além de leitor, ele oferece funções como dicionário, tradutor, agenda e calendário. Pesa 400 gramas e tem de 1 GB a 4 GB de capacidade dependendo do modelo. Deve ter conexão à internet com portal que direciona o usuário para bibliotecas de domínio público. O visual lembra muito o Kindle, embora o criador não admita comparações. O preço de cada aparelho deve variar de R$ 650 a R$ 1.100.
A Mix Tecnologia está tentando fechar contratos com universidades, escolas, governos estaduais e municipais. Diz ter começado o ano, mesmo antes do lançamento, com uma encomenda de 5 mil unidades. O segundo passo, de acordo com o empresário, é fazer clientes na área jurídica e fechar contratos com tribunais de Justiça de todo o País. Mendes não informa o estágio dessas negociações, por "questões estratégicas", diz apenas que nenhum desses mercados está em Pernambuco, berço da ideia. Para tornar o Mix leitor D uma realidade, foram necessários R$ 2 milhões até agora. O investimento é uma parceria da própria empresa de tecnologia com a editora que motivou o projeto, a Carpe Diem, do escritor e empresário Antônio Campos.
Estudioso e amante dos livros de papel, Campos começou a pesquisar o alcance dos e-readers e identificou neles um novo mercado. "O livro já foi oral, já foi escrito em pedras e só vai crescer", diz. Ele acredita que o livro eletrônico vai ganhar espaço rapidamente embora ainda deva conviver por um bom tempo com a plataforma impressa. "Essa transformação será mais ágil com os livros didáticos, já que a atualização torna-se muito mais rápida no meio eletrônico." Campos já se considera um colecionador de leitores: tem um Kindle, o e-reader da Sony, o Mix Leitor D e espera para comprar um iPad.
DIFICULDADES
O maior desafio da Mix Tecnologia foi desenvolver o projeto e colocá-lo no mercado num prazo máximo de dois anos, "para não perder a onda". Quando o Mix Leitor D ainda era uma ideia, o grupo pensou em construir uma fábrica no Recife para produzi-lo. Documentação, alvarás, autorizações em todas as esferas públicas, no entanto, inviabilizariam os planos.
Como já é comum no setor de tecnologia, o jeito foi apelar para a China. O leitor foi desenvolvido no Brasil, mas ganha forma do outro lado do mundo. Os primeiros aparelhos começam a chegar em maio.
Além do ambicioso projeto do leitor D, a Mix Tecnologia desenvolve outros duas ideias, também ambiciosas. Murilo Mendes e sua equipe criaram um sistema de controle para entrada e saída de turistas em Fernando de Noronha. O programa gerencia quanto tempo cada um dos visitantes passou na ilha, por onde passou e em que pousada ficou.
E eles também pretendem faturar com a Copa do Mundo de 2014. Desenvolveram uma rede social inédita, batizada de Arena, para gerenciar eventos esportivos, com uma base de dados única, com informações turísticas e sobre o evento. O projeto já foi selecionado e premiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do governo federal. 
Fonte: O Estado de São Paulo 

Conselho mantém fim de credenciamento especial
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09/03/2010 - A Câmara de Ensino Superior, órgão deliberativo do Conselho Nacional de Educação (CNE), concedeu ontem parecer contrário a um pedido do governo federal e manteve o fim do credenciamento no Ministério da Educação de cursos de pós-graduação oferecidos por órgãos públicos e instituições não educacionais.
Segundo uma decisão tomada em janeiro, a partir deste ano o ministério não é mais responsável por conceder "credenciamento em caráter especial" a cursos de pós lato sensu, como residências médicas oferecidas por hospitais e MBAs de entidades não educacionais, como FIA, Fipe e Fipecafi.
A Secretaria de Ensino Superior do MEC tentava excluir da nova regra os cursos oferecidos pelo próprio governo, que manteriam assim o credenciamento. O CNE, porém, entendeu que esses cursos devem ser tratados da mesma forma que os oferecidos por instituições particulares.
Entre os afetados pela decisão está o tradicional curso de formação de diplomatas do Instituto Rio Branco, que é ligado ao Ministério das Relações Exteriores e não tem vínculos com universidades.
O CNE entende que o antigo credenciamento especial dessas entidades feria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que prevê que somente instituições de ensino podem expedir diplomas acadêmicos. L.A. 
Fonte: O Estado de São Paulo 

Caixa cobra 37 mil fiadores de universitários
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09/03/2010 - Dados mais recentes obtidos pela Folha apontam inadimplência em 50 mil dos 250 mil contratos em fase de pagamento
O estudante se compromete a pagar o valor que pediu emprestado quando se formar, sem saber se, até lá, estará bem empregado
Daniela Pellegrini, líder do movimento Fies Justo, que reúne estudantes universitários com problemas em pagar o financiamento
PATRÍCIA GOMES
DA REPORTAGEM LOCAL
Quando Daiane Lima, 31, entrou para a faculdade de engenharia, esperava começar a pagar o financiamento estudantil logo que arranjasse o primeiro emprego. As prestações, porém, tomavam quase todo o seu salário e ela não tem conseguido honrar o compromisso.
Passados cinco anos da formatura, ela tem hoje 14 prestações, sua dívida está em R$ 76 mil e sua sogra, a fiadora do empréstimo, corre o risco de perder a casa se nenhuma das duas arranjar o dinheiro.
Ao menos 37 mil fiadores estão na mesma situação: foram acionados pela Caixa Econômica Federal em processos de execução das dívidas do Fies, programa de crédito educativo do governo Fernando Henrique Cardoso que financia estudos de universitários de baixa renda em instituições privadas.
Os dados obtidos pela Folha são de julho de 2009, quando havia cerca de 250 mil contratos em fase de quitação da dívida. Desses, em mais de 50 mil havia inadimplência. Questionada, a Caixa não confirma os números, mas afirma que a taxa de inadimplência do Fies é de aproximadamente 25%.
O problema afeta principalmente quem aderiu ao Fies até 2006, quando os juros anuais eram de 9%, e agora vive a segunda fase de amortização da dívida, em que as parcelas, muitas vezes, são incompatíveis com o orçamento de um recém-formado. O advogado Antony Argolo, cujo escritório defende mais de 500 causas de estudantes do Fies, critica o programa: "É uma bola de neve. Os juros incidem sobre juros e a dívida aumenta em progressão geométrica". Para ele, portanto, a redução dos juros para 3,5% por parte do MEC (ver texto ao lado) não resolve o problema.
No caso de Daiane, o curso de engenharia custou aproximadamente R$ 50 mil, mas ela só arcava com 30% do valor -os 70% restantes eram financiados pelo programa federal.
Com a renegociação proposta pela Caixa, ela teria de pagar R$ 390 por 300 meses, o que significa mais de R$ 116 mil no final do financiamento, além dos cerca de R$ 35 mil que já pagou. Para encaixar a parcela no bolso da família -o filho de dois anos acaba de entrar na escola e o marido começará a pagar o financiamento do curso dele-, ela reivindica estender o prazo para 480 meses, o que é negado pela Caixa.
Na época em que o Fies foi lançado, em 1999, os juros anuais foram calculados de forma a representar um terço da Selic (taxa básica de juros). Em 2006, os juros do programa foram reajustados para 6,5% na maior parte dos cursos e para 3,5% em graduações tidas como prioritárias, como as licenciaturas. Em janeiro deste ano, o percentual de 3,5% passou a valer para todos os cursos.
Questionado sobre a situação dos fiadores dos contratantes antigos do Fies, o MEC informou que essa é uma relação dos estudantes com a Caixa.
Fies já chegou a cobrar 9% de juros ao ano
DA REPORTAGEM LOCAL
Numa reação à baixa adesão e à alta inadimplência, o MEC decidiu reduzir, mais uma vez, a taxa de juros do Fies para 3,5% em janeiro deste ano -o programa de financiamento estudantil já chegou a cobrar 9%. A intenção é "facilitar o acesso do estudante ao financiamento".
Para Daniela Pelegrino, 36, líder do movimento Fies Justo (www.fiesjusto.com.br), que reúne alunos com problemas em pagar o financiamento, a nova taxa de juros ajuda os novos contratantes. "Quem for fazer o Fies agora vai ficar bem melhor. Os juros deveriam ter sido 3,5% desde o início."
Para os contratos antigos, no entanto, parte do problema persiste. Isso porque os juros de 3,5% serão aplicados apenas no saldo devedor. 
Fonte: Folha de São Paulo 

Mulheres são maioria no ensino superior à distância
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09/03/2010 - As mulheres estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho, inclusive em áreas antes dominadas pelo universo masculino, e grande parte dessa conquista é resultado da preparação pelos estudos. Segundo dados do IBGE (2006-2008), a maioria da população feminina estuda por onze anos ou mais e elas ainda se destacam, em relação aos homens, no grupo com mais anos de estudos. Nesse contexto, o ensino à distância (EAD) tem sido um grande aliado feminino: as mulheres são grande maioria no ensino à distância no Brasil. Elas representam de 70 a 80% do total de matriculados em graduações nessa modalidade de ensino, e tais dados se repetem também no Estado de São Paulo, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira(Inep).
A proporção entre ingressantes e candidatos no ensino à distância é a mesma para homens e mulheres (em torno de 30% entre os anos de 2000 a 2007), o que significa que não existe diferença de desempenho entre os gêneros no processo seletivo, mas que o maior número de mulheres matriculadas reflete a maior procura das mesmas por cursos nessa modalidade de ensino. E a taxa de conclusão é compatível com a porcentagem de matrículas, ou seja, a maioria dos matriculados e concluintes dos cursos de graduação à distância são mulheres.
Inicialmente, todos os cursos de graduação EAD no Brasil eram na área de educação, na qual as mulheres se concentram até hoje. O mesmo perfil se repete na graduação presencial, onde as mulheres representam cerca de 70% dos estudantes da área. A partir de 2002, o leque de cursos à distância começou a se diversificar nas chamadas "grandes áreas". No entanto, a área de educação ainda representa a maioria de matriculados em cursos de graduação à distância, ficando em segundo lugar Ciências sociais, negócios e direito.
As áreas de Ciências, matemática e computação, Engenharia, produção e construção e Agricultura e veterinária, os homens predominam, com grande maioria dos matriculados. Já na área de Ciências sociais, negócios e direito, nas qual os homens predominavam até 2004, as porcentagens entre os sexos já se igualou (em torno de 50% para ambos). Na área de Ciências, matemática e computação, na qual predominavam as mulheres até 2003, houve uma inversão nas porcentagens, de forma que no ano de 2007 os homens já representavam cerca de 80% dos matriculados.
A partir de 2004, com a criação de cursos tecnológicos na modalidade à distância, esse tipo de curso passou a representar aproximadamente um quarto dos matriculados em EAD, proporção essa que se mantém ao longo dos anos, com predominância do sexo masculino. No entanto, a licenciatura plena ainda retém a maioria dos estudantes dessa modalidade de ensino, nas devidas proporções por gênero de matriculados em EAD.
TIC e gênero
De acordo com o Global Gender Gap Index 2008, um ranking da ONU que avalia a diferença entre homens e mulheres em 128 países, o Brasil aparece na primeira posição, juntamente com alguns outros países, no quesito ‘acesso à educação". De fato, as mulheres representam cerca de 55% dos matriculados nas graduações presenciais no Brasil e no Estado de São Paulo, refletindo a proporção entre os gêneros na população em idade universitária.
Quando o assunto é participação no mercado de trabalho, no entanto, e apesar de as mulheres terem alcançado grandes avançados nesse sentido nos últimos anos, o Brasil ainda fica na posição 72 do ranking mundial. No quesito igualdade de salário a situação piora (ficamos na posição 100).
A educação em sua forma digital pode ser uma bela oportunidade para suprir aspectos que facilitarão ainda mais o caminho para a redução da distância entre homens e mulheres no mercado de trabalho. E as mulheres já provaram que sabem a importância do uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) para isso. A maior prova é a maciça presença feminina no ensino à distância. Apesar de somente 41% das mulheres terem acesso à internet (pelo menos alguma vez na vida), 74% delas usam tal ferramenta para a educação (pesquisa TIC Domicílios, 2008).
Para Anita Gurumurthy, pesquisadora na área de gênero, desenvolvimento e TICs, e diretora executiva do IT for Change, ONG sediada em Bangalore (Índia), a sociedade da informação traz uma nova oportunidade para a justiça de gênero, que vai além da geração de empregos na economia da informação global. "As TICs podem ser vistas como arautos de novas liberdades para as mulheres. [...] A sociedade da informação rompe barreiras de aprendizagem e conhecimento impostas por sistemas baseados na palavra escrita e na tecnologia da impressão, afirmando construções alternativas de realidade para além dessa palavra escrita", afirma a pesquisadora em artigo apresentado na reunião do GAID (Aliança Global para TICs e Desenvolvimento) em Kuala Lumpur, maio de 2008. 
Fonte: Secretaria de Ensino Superior - SP 

Diferença salarial cresce em cargo de nível superior
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09/03/2010 - Completar o nível superior não garante às mulheres a equiparação salarial aos homens. Pelo contrário, revela estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado ontem, Dia Internacional da Mulher. A diferença salarial para os homens aumenta no grupamento de mulheres com mais anos de estudo. "A escolaridade de nível superior não aproxima os rendimentos recebidos por homens e mulheres. Pelo contrário, a diferença acentua-se", informa o estudo "Mulher no mercado de trabalho: Perguntas e respostas", feito com base na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de 2009.
No setor comercial, por exemplo, a diferença de rendimento para a escolaridade de 11 anos ou mais de estudo é de R$ 616,80 a favor dos homens. Já na comparação entre empregados com nível superior, a diferença vai a R$ 1.653,70.
No geral, a diferença entre salários de homens e mulheres recuou em 2009. Em média, o rendimento da mulher é de R$ 1.087,93, o equivalente a 72,3% dos R$ 1.518,31 recebidos pelos homens. Na comparação com os dados de 2008, houve leve redução nessa diferença, já que as trabalhadoras recebiam 70,8% do rendimento dos homens naquele ano.
As mulheres inseridas no mercado de trabalho são mais qualificadas do que os homens. Do total de mulheres ocupadas, 19,6% têm nível superior completo. Entre os homens, a proporção é menor, não passando dos 14,2%. Com o ensino médio completo, eram 61,2% das trabalhadoras. Entre os homens, essa proporção é de 53,2%. 
Fonte: Valor Econômico 

Diário Oficial publica súmula de pareceres de janeiro
Fonte: Jornal da Educação
A súmula de pareceres do Conselho Nacional da Educação (CNE) de janeiro foi divulgada na última segunda-feira, 8, pelo Diário Oficial da União. O documento foi feito a partir da reunião ordinária realizada entre os dias 26 e 28 do primeiro mês do ano envolvendo questões relacionadas à Câmara de Educação Básica e Superior.
Os pareceres encontram-se à disposição dos interessados no CNE. Já as atas das sessões deliberativas serão divulgadas na página do CNE depois de aprovadas pelo Colegiado. Para mais informações acesse o link: http://portal.mec.gov.br/cne/.
O CNE dá sequência  nesta terça-feira a sua reunião do mês de março, que teve início nessa segunda-feira com realização de Reunião de Trabalho na Câmara de Educação Superior. Em pauta estão previstas ainda na CES relato de pareceres, atendimento aos interessados e sorteio de processos.
A reunião da Câmara de Educação Básica, que acontece no Rio de Janeiro, contará com a realização, entre outros, de leitura e aprovação de atas, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos, Ensino Médio e Educação Básica, além de audiências públicas para Educação Profissional técnica de nível médio e sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.
(IPAE 050 - 03/10)
 
Universidades planejam metodologia para avaliar o Enem
Fonte: Jornal da Educação
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ser avaliado, pelo menos esta é a intenção e alguns Centros Universitários do país. Algumas Universidades Federais, como a Universidade de Brasília (Unb), querem ampliar a discussão sobre a finalidade política e pedagógica e a metodologia da prova que ainda não conta com um método de avaliação.
Para debater o assunto foi realizada na última sexta-feira, 5, uma reunião na sede da Associação Nacional das Instituições de Ensino Superior (Andifes). De acordo com o presidente da entidade, Alan Barbieiro, o objetivo é focar em questões como o conteúdo do exame, a inscrição do candidato e a forma de correção.
Após proposta do MEC, o Enem vem sendo usado como processo seletivo único em 51 instituições de ensino brasileiras. De acordo co o MEC, atualmente, cerca de 70% dos estudantes buscam o Enem para ter acesso à Universidade. Para o vice-reitor da Unb. João Batista de Sousa, o Enem é um método primoroso, mas há outras maneiras de democratização da educação. Já a próxima reunião dos reitores será na sede da Andifes, no próximo dia 24.
(IPAE 056 - 03/10)