
09/03/2009 AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por
meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor
educacional às instituições associadas.
Esclarecemos que as matérias
veiculadas não representam, necessariamente, a opinião da Associação.
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Em breve será implantado
diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade
na pesquisa
Definida composição das comissões ALESC
Tempo integral em escolas é tema de audiência
Projeto de lei obriga União a estimular intercâmbio acadêmico
MEC confirma que Enem 2010 terá provas de inglês, espanhol e francês
Súmula de Pareceres - Janeiro de 2010
Segunda fase do Prouni registra 355 mil inscrições
OAB cancela segunda fase do exame de Ordem por suspeita de vazamento
MEC suspende novas vagas em 4 universidades
Banco afirma que só aplica o que prevê a lei
O BNDES vai parar de crescer?
STF encerra debate sobre sistema de cotas nas universidades
Vendedor de trufas consegue bolsa e vai cursar relações públicas; veja opções
MEC contra reprovação de crianças
Livro eletrônico "made in Brasil"
Conselho mantém fim de credenciamento especial
Caixa cobra 37 mil fiadores de universitários
Mulheres são maioria no ensino superior à distância
Diferença salarial cresce em cargo de nível superior
Diário Oficial publica súmula de pareceres de janeiro
Universidades planejam metodologia para avaliar o Enem
Definida composição das comissões ALESC
Fonte: AL Notícias, 26 de fevereiro de 2010, SC, Pg. 6
A composição das comissões permanentes de
mérito foi divulgada dia 23. A Comissão de
Constituição e Justiça (CCJ) foi a primeira a ser
instalada, mantendo o deputado Romildo Titon (PMDB) como presidente.
A única mudança que houve na representação
das bancadas também foi na CCJ: o PMDB passou de dois para
três membros, enquanto o DEM teve sua representação
reduzida, passando de dois para um parlamentar. Os demais
espaços partidários permanecem inalterados.
A maioria das comissões já teve definido presidente e
vice – a da Saúde ainda permanece em fase de
diálogo. No dia 24, foi a vez da Comissão de
Finanças e Tributação ser instalada, referendando
Marcos Vieira (PSDB) e Jean Kuhlmann (DEM) como presidente e
vice-presidente respectivamente.
CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA
Presidente: Deputado Romildo Titon (PMDB)
Vice-presidente: Deputado Marcos Vieira (PSDB)
Componentes: Deputados Antonio Aguiar (PMDB), Darci de Matos (DEM),
Dirceu Dresch (PT), Décio Góes (PT), Joares Ponticelli
(PP), Elizeu Mattos (PMDB) e Sargento Amauri Soares (PDT)
FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO
Presidente: Deputado Marcos Vieira (PSDB)
Vice-presidente: Deputado Jean Kuhlmann (DEM)
Componentes: Deputados Renato Hinnig (PMDB), José Natal Pereira
(PSDB), Pedro Uczai (PT), Lício Mauro da Silveira (PP), Silvio
Dreveck (PP), Manoel Mota (PMDB), e deputada Professora Odete de Jesus
(PRB)
TRANSPORTES E DESENVOLVIMENTO URBANO
Presidente: Deputado Reno Caramori (PP)
Vice-presidente: Deputado Décio Góes (PT)
Componentes: Deputados Jean Kuhlmann (DEM), José Natal Pereira (PSDB), Manoel
Mota (PMDB), Carlos Chiodini (PMDB) e Narcizo Parisotto (PTB)
PESCA E AQÜICULTURA
Presidente: Deputado Pe. Pedro Baldissera (PT)
Vice-presidente: Deputado Darci de Matos (DEM)
Componentes: Deputados Dado Cherem (PSDB), Reno Caramori (PP), Edison Andrino
(PMDB), Adherbal Deba Cabral (PMDB) e Derli Rodrigues (PPS)
DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS, DE AMPARO À FAMÍLIA E À MULHER
Presidente: Deputada Ana Paula Lima (PT)
Vice-presidente: Deputado Kennedy Nunes (PP)
Componentes: Deputados José Natal Pereira (PSDB), Carlos
Chiodini (PMDB), Ismael dos Santos (DEM), Adherbal Deba Cabral (PMDB) e
deputada Professora Odete de Jesus (PRB)
SEGURANÇA PÚBLICA
Presidente: Deputado Darci de Matos (DEM)
Vice-presidente: Deputado Sargento Soares (PDT)
Componentes: Deputados Nilson Gonçalves (PSDB), Pedro Uczai
(PT), Kennedy Nunes (PP), Genésio Goulart (PMDB) e Adherbal Deba
Cabral (PMDB)
EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO
Presidente: Deputado Pedro Uczai (PT)
Vice-presidente: Deputado Antônio Aguiar (PMDB)
Componentes: Deputados Cesar Souza Júnior (DEM), Sera+ m Venzon
(PSDB), Lício Mauro da Silveira (PP), Elizeu Mattos (PMDB) e
Derli Rodrigues (PPS)
SAÚDE
Presidente: Deputado Genésio Goulart (PMDB)
Vice-presidente: indefinido
Componentes: Deputados Darci de Matos (DEM), Dado Cherem (PSDB), Ana
Paula Lima (PT), Kennedy Nunes (PP), Antônio Aguiar (PMDB)
e deputada Professora Odete de Jesus (PRB)
TRABALHO, ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO
Presidente: Deputado Manoel Mota (PMDB)
Vice-presidente: Deputado Joares Ponticelli (PP)
Componentes: Deputados Jean Kuhlmann (DEM), Dado Cherem (PSDB),
Deputado Dirceu Dresch (PT), Elizeu Mattos (PMDB) e Derli Rodrigues
(PPS)
ECONOMIA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, MINAS E ENERGIA
Presidente: Deputado Silvio Dreveck (PP)
Vice-presidente: Deputado Renato Hinnig (PMDB)
Componetes: Deputados Serafim Venzon (PSDB), Pedro Uczai (PT), Carlos
Chiodini (PMDB), Elizeu Mattos (PMDB) e Derli Rodrigues (PPS)
RELACIONAMENTO INSTITUCIONAL, COMUNICAÇÃO, RELAÇÕES INTERNACIONAIS E DO MERCOSUL
Presidente: Deputado Renato Hinnig (PMDB)
Vice-presidente: Deputado Nilson Gonçalves (PSDB)
Componentes: Deputados Lício Mauro da Silveira (PP), Elizeu
Mattos (PMDB), Edison Andrino (PMDB), Narcizo Parisotto (PTB) e
deputada Ana Paula Lima (PT)
TURISMO E MEIO AMBIENTE
Presidente: Deputado Dirceu Dresch (PT)
Vice-presidente: Deputado Renato Hinnig (PMDB)
Componentes: Deputado Ismael dos Santos (DEM), Deputado Marcos Vieira
(PSDB), Deputado Reno Caramori (PP), Deputado Edison Andrino (PMDB) e
Deputado Derli Rodrigues (PPS)
LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA
Presidente: Deputada Professora Odete de Jesus (PRB)
Vice-presidente: Deputado Nilson Goçalves (PSDB)
Componentes: Deputados Nilson Gonçalves (PSDB), Padre Pedro Baldissera (PT),
Lício Mauro da Silveira (PP), Rogério Mendonça (Peninha) (PMDB), Genésio Goulart
(PMDB) e Ismael dos Santos (DEM)
AGRICULTURA E POLÍTICA RURAL
Presidente: Deputado Rogério Mendonça (Peninha) (PMDB)
Vice-presidente: Deputado Reno Caramori (PP)
Componentes: Deputados Ismael dos Santos (DEM), Serafim Venzon (PSDB),
Dirceu Dresch (PT), Romildo Titon (PMDB) e Sargento Amauri Soares (PDT)
ÉTICA E DECORO PARLAMENTAR
Presidente: Indefinido
Vice-presidente: Indefinido
Componentes: Deputados Jean Kuhlmann (DEM), Serafim Venzon (PSDB),
Padre Pedro Baldissera (PT), Kennedy Nunes (PP), Joares Ponticelli
(PP), Edison Andrino(PMDB), Adherbal Deba Cabral (PMDB), Romildo Titon
(PMDB) e deputada
Professora Odete de Jesus (PRB)
Tempo integral em escolas é tema de audiência
Fonte: Jornal da Educação
O deputado Alcenir Guerra (DEM-PR), autor da PEC (134/07) que institui
o regime escolar de oito horas por dia na escola pública, vai se
reunir nesta terça-feira, 9, para discutir o projeto com a
análise da Comissão Especial.
De acordo com o deputado do Democrata, ao ficar oito horas
diárias na escola, não só a criança pode
ter vantagens, mas também os pais e a sociedade. Para ele, a
atenção às crianças em tempo integral no
colégio diminui as despesas em casa. O plenário 13
será palco da reunião que tem início às
15h.
(IPAE 055 - 03/10)
Projeto de lei obriga União a estimular intercâmbio acadêmico
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha Online, 08/03/2010 - São Paulo SP
da Agência Câmara
A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que obriga a
União a estimular o intercâmbio acadêmico de
estudantes de graduação, mestrado e doutorado no
país. De acordo com o texto, do deputado Felipe Maia (DEM-RN), o
incentivo deverá ser promovido por meio de bolsas de estudos,
para que os estudantes selecionados possam cursar disciplinas ou
desenvolver pesquisa, por até dois semestres letivos, em outra
instituição de educação superior conveniada
com a de origem. Só poderão participar do
intercâmbio instituições cujos cursos estejam
avaliados positivamente pelo Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (Sinaes), no
caso dos cursos de graduação. No caso de programas de
mestrado ou doutorado, a avaliação deverá ser
feita pela Capes (Fundação Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).
Segundo o projeto, a instituição que receber o estudante
deverá ser de região distinta daquela de origem, e
assegurar orientação acadêmica para cada estudante
recebido. As atividades desenvolvidas pelo estudante serão
automaticamente reconhecidas pela instituição
de origem, para efeito de currículo. "O intercâmbio
acadêmico é reconhecidamente um dos meios mais eficazes
para fortalecer a formação e a pesquisa", disse o
deputado. "Instituições congêneres, com interesses
convergentes de ensino e pesquisa, costumam juntar esforços para
obter, com mais eficiência e rapidez, resultados consistentes." O
projeto de lei 6.785/2010 será analisado pelas comissões
de Educação e Cultura, de Finanças e
Tributação, e de Constituição e
Justiça. Caso seja aprovado em todas, não precisa passar
pelo plenário da Câmara.
MEC confirma que Enem 2010 terá provas de inglês, espanhol e francês
Fonte: Clipping Educacional Consae O Globo, 08/03/2010 - Rio de Janeiro RJ
Lauro Neto
RIO - O MEC já definiu que o próximo Enem 2010
terá três línguas estrangeiras: inglês,
espanhol e francês. Apesar de ainda não se saber ao certo
quantas questões serão destinadas aos idiomas, o mais
provável é que cada candidato possa optar por um deles,
como ocorre nos demais vestibulares. O MEC assegura que o método
de Teoria de Resposta ao Item (TRI), o sistema "antichute",
minimizará a diferença do grau de dificuldade entre as
provas. Diante de mais um ano de indefinições no Enem,
candidatos que farão o exame pela primeira vez vivem um clima de
apreensão e incerteza, como João Paulo Rispoli, aluno do
3 ano do Colégio _A_Z. - Se cair algo diferente de inglês,
vou ter que chutar tudo, pois não domino espanhol ou
inglês. Somos as novas cobaias do Enem - reclama o
estudante, de 18 anos, que cursar Engenharia de Produção.
Seu colega de turma Gabriel Sotero, de 15 anos, não está
muito confiante no argumento do MEC de que as provas de língua
estrangeira terão o mesmo nível de dificuldade. Apesar de
estar adiantado na escola, ele fez o último Enem como treino e
achou a prova grande demais. Com o acréscimo de questões
de idiomas, ele teme que seja mais difícil administrar o tempo.
- Não gostei do novo modelo, pois testa mais a sua
resistência do que o seu conhecimento, principalmente no segundo
dia, que inclui a redação. Agora, o TRI é
justificativa para tudo, mas acho que o nível das provas pode
ser diferente - opina Gabriel, que no último vestibular foi
aprovado em Informática na Uerj e Sistemas de
Informação na PUC-Rio. Candidata a uma vaga em Medicina,
Isabela Fontes, que também fez o último Enem só
como teste, endossa o discurso do amigo Gabriel sobre o TRI. - Soube a
minha nota na última prova, mas não o peso de cada
questão, o que é importante para eu me preparar para a
minha carreira - diz a estudante de 17 anos. Marinheira de primeira
viagem, Larissa Victória, também de 17, está na
dúvida entre Comunicação Social e Direito, mas sua
principal incerteza é em relação ao Enem. -
Começamos o ano sem saber o que vai acontecer novamente. Estou
meio sem rumo. Isso deixa todo mundo apreensivo e desesperado, mas
tenho esperanças de que, este ano, o Enem seja mais
organizado.
Súmula de Pareceres - Janeiro de 2010
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:31 hs.
08/03/2010 - Reunião ordinária dos dias 26, 27 e 28 de janeiro/2010.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2230.pdf
Fonte: DOU n.º 44 - 08.03.2010
Segunda fase do Prouni registra 355 mil inscrições
Fonte: Jornal da Educação
A segunda etapa do Prouni (Programa Universidade para Todos), do
governo federal, recebeu mais de 355 mil inscrições
até o último domingo, 7. Nessa fase serão
oferecidas 85.155 bolsas de estudo integrais e parciais em
Universidades brasileiras. A maior parte das bolsas oferecidas pelo
programa serão de 50% de desconto nas Instituições
de Ensino, totalizando 50.494. Já as bolsas integrais têm
um total de 34.661.
O resultado desta fase será divulgado na quarta-feira, 10. Para
concorrer a uma das vagas do Prouni, o estudante precisa ter feito o
Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter tirado uma nota
maior que 400 pontos na média das cinco notas cobradas Ter
cursado Ensino Médio em colégio público ou
particular com bolsa integral também é um dos
critérios do Programa.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), os alunos
aprovados tem até 12 de fevereiro para comparecer à
Instituição de Ensino selecionada e efetuarem a
matrícula.
OAB cancela segunda fase do exame de Ordem por suspeita de vazamento
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:43 hs.
08/03/2010 - Correção da prova havia sido suspensa por suspeita de vazamento.
No total, 18,7 mil candidatos devem realizar novo exame em 11 de abril.
Fausto Carneiro e Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) anunciou neste domingo (7) o
cancelamento das provas da segunda fase do exame de Ordem, que habilita
bacharéis de direito a exercerem a advocacia. A
correção das provas havia sido suspensa na última
terça (2) devido a suspeitas de vazamento de gabarito. O novo
exame será realizado no dia 11 de abril.
Segundo as denúncias, um candidato teria tido acesso à
prova antes de sua aplicação, no dia 28 de fevereiro
passado. O vazamento teria sido da prova prática de Direito
Penal. O exame foi aplicado de forma unificada em todo o país.
No total, 18,7 mil candidatos fizeram as provas em 155 locais. Em
Osasco, cidade onde teria sido detectada a suposta fraude, 152
bacharéis foram aprovados para a segunda fase do exame.
A anulação é para preservar a imagem da Ordem, a
credibilidade do exame e, sobretudo, também preservar a
qualidade dos colegas que vão entrar na profissão, disse
Ophir Cavalcanti. "É muito mais seguro para todos que esse exame
seja refeito."
A prova cancelada neste domingo é a terceira de 2009
–todos os anos, a Ordem realiza três exames de
hablitação de bacharéis. Segundo o presidente da
instituição, a nova proiva deve custar entre R$ 400 mil e
R$ 500 mil para ser realizada.
"Preferimos pecar por excesso do que pecar por omissão. Para
manter a lisura do exame, para preservar o próprio direito dos
candidatos no futuro, para não ficarem com sua entrada na Ordem
sub judice, se preferiu tomar essa decisão. É uma
decisão dura, nós lamentamos que tenha acontecido", disse
o presidente da OAB.
Preferimos pecar por excesso do que pecar por omissão. Para
manter a lisura do exame, para preservar o próprio direito dos
candidatos no futuro, para não ficarem com sua entrada na Ordem
sub judice, se preferiu tomar essa decisão. É uma
decisão dura, nós lamentamos que tenha acontecido
Segundo Ophir, os estudantes serão notificados individualmente
pela OAB sobre o cancelamento e a nova data do exame. A Ordem ainda vai
publicar editais em jornais em todo o país. “Todas as
pessoas terão seus direitos preservados. Todos poderão
fazer a prova, sem qualquer ônus”, afirmou.
Todas as pessoas terão seus direitos preservados. Todos poderão fazer a prova, sem qualquer ônus
A decisão sobre o cancelamento da prova foi tomada pelo
Colégio de Presidentes das 27 Seccionais da OAB, em
reunião em Brasília. Além da decisão, o
caso está sendo investigado pela Polícia Federal a pedido
da OAB, que pediu ainda uma sindicância ao Centro de
Seleção e Promoção de Eventos da
Universidade de Brasília (Cespe/UnB), que realiza o exame em
parceria com a instituição.
De acordo com Ophir, “não pode haver qualquer
afirmação de que houve qualquer vazamento no Cespe nesse
momento”. “O Cespe está hoje trabalhando para que a
haja uma segurança ainda maior para que fraude não se
repita. Temos que lutar sempre contra esses inimigos.”
O presidente da OAB também descartou que o vazamento tenha
ocorrido na seccional da instituição em São Paulo.
“Em relação a São Paulo, já uma
conclusão de que não houve qualquer envolvimento da
seccional no caso”, disse.
As investigações feitas pela Polícia Federal
estão sendo mantidas em sigilo. “Dentre em breve, com toda
a tecnologia que a Polícia Federal tem, teremos uma
solução para isso”, declarou Ophir
Cavalcante.
Fonte: G1 - Portal Globo
MEC suspende novas vagas em 4 universidades
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 09/03/2010 - São Paulo SP
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O MEC decidiu proibir a abertura de novos cursos e vagas em quatro
instituições de ensino superior. Segundo a pasta, elas
não cumpriram ou não informaram os percentuais
mínimos exigidos para mestres e doutores e professores em tempo
integral. As instituições são: a
Universidade Fumec e a Unipac (Universidade Presidente Antônio
Carlos), ambas de Minas, a Universo (Universidade Salgado de Oliveira),
do Rio, e o Centro Universitário Luterano de Manaus. A
exigência de docentes nessas condições é de
um terço para universidades e de um quinto para centros
universitários. A Unipac diz que até julho estará
regularizada. A Fumec diz que já regularizou o número de
professores e que pedirá reversão da
punição. A Folha não conseguiu contatar as outras
duas instituições.
Banco afirma que só aplica o que prevê a lei
Fonte: Clipping Educacional Consae Folha de São Paulo, 09/03/2010 - São Paulo SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Questionada sobre o elevado número de execuções de
fiadores em um programa social para ajudar estudantes carentes, a Caixa
Econômica Federal disse que cumpre a legislação e
que dá todas as informações necessárias aos
seus clientes. "Somos um agente financeiro. Obedecemos ao que
está na lei", afirmou o gerente nacional de
Aplicação Pessoa Física-Renda Básica, Jorge
Pedro de Lima Filho. A Caixa se recusou a confirmar os dados
apresentados pela Folha, mas não os negou. A esse respeito,
disse apenas que a taxa de inadimplência dos contratos firmados
até 2002 chega a 25%. Sobre o acionamento judicial
dos fiadores, Lima Filho explicou o modo como opera. Com 30 dias em
atraso, o banco manda uma carta para o fiador e para o aluno. Ambos
passam a ter nome sujo na praça. O tempo que demora uma
execução, disse o gerente, depende de muitos fatores,
como a região do país de onde vem o contrato e a
capacidade produtiva do banco.
Mais uma vez, Lima Filho ressaltou que todas essas etapas estão
previstas em contrato. A respeito do caso de Daiane, o gerente nacional
da Caixa afirmou que a aluna foi atendida pessoal e virtualmente
sempre que precisou e recebeu todas as informações a
respeito de sua dívida. Disse ainda que estender o prazo de
pagamento para 480 meses, como ela quer, não é
possível porque a lei determina 300 meses como período
máximo para quitar a dívida. Afirmou também que a
engenheira não vai ter mais um "tratamento vip" porque procurou
a Folha. Lima Filho disse que não prejudicaria a engenheira, mas
também não trocaria mais e-mails com ela sobre o seu
caso. Quanto à redução dos juros determinada pelo
MEC, Lima Filho disse que a Caixa já aplicou os novos valores e
que isso reduziu muitas dívidas.
O BNDES vai parar de crescer?
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:10 hs.
08/03/2010 - De FHC a Lula, fatia do banco no PIB quadruplicou. Mas,
além do crédito oficial barato, fonte de recursos
escasseia
O DINHEIRO liberado pelo BNDES, os chamados desembolsos, deve ter sido
equivalente a 4,5% do PIB em 2009. Mais que o dobro do início do
governo Lula (vide gráfico). O número é
excepcional, pois a economia não cresceu nada. O governo federal
emprestou R$ 100 bilhões ao banco.
Note-se que a fatia do banco no total do crédito da economia
até caiu em relação aos 24% de 2003-04. Foram anos
de crédito privado escasso, decerto. Em 2008, o banco tinha 17%
do crédito. Em 2009, 19,9%, salto também devido à
retranca dos bancos privados na crise.
O tamanho do banco nos próximos anos dependerá do
próximo presidente. Em 2011, o financiamento do BNDES ainda pode
ser definido por Lula. O governo estima em cerca de R$ 70
bilhões os fundos disponíveis para o ano que vem. Para
que o caixa do banco seja similar ao de 2008, serão
necessários uns R$ 25 bilhões extras. De onde
virão?
O governo ainda não sabe. Considera que de fato 2009 foi um ano
extraordinário, de crise feia, quando o governo compareceu com
muito dinheiro. O governo considera ainda que as empresas podem agora
buscar mais dinheiro no mercado de capitais doméstico e
internacional. Mas o governo não quer deixar a peteca cair. O
BNDES vai desinflar em relação a 2009, mas não
deve encolher em relação a 2008.
Um estudo dos economistas Fabio Giambiagi, Fernando Rieche e Manoel
Amorim, na "Revista do BNDES", aponta os empecilhos de médio
prazo para o banco. Uma fonte de financiamento, o FAT, diminui cada vez
mais, pois esse fundo financia também o seguro-desemprego. Com
mais formalização do trabalho, como vem ocorrendo, mais
despesa.
Os juros que o banco recebe caem; cresce o prazo dos financiamentos:
volta menos dinheiro, e mais devagar. Os ganhos proporcionados pela
carteira de ações do banco foram excepcionais nos
últimos anos. Tal resultado não deve se repetir. De resto
é uma fonte incerta de recursos.
O BNDES pode ir ao mercado doméstico e externo captar recursos.
Mas talvez a custo maior que o de seus fundos tradicionais e num prazo
inadequado para um banco que por vezes financia investimentos de dezena
de anos para cima. Enfim, trata-se de fonte de dinheiro sujeita ao
humor do mercado, que pode tornar os custos proibitivos para o banco,
em certos períodos. Mais empréstimos do Tesouro, a juros
de pai para filho, significam mais dívida pública e mais
subsídios a empresas, subsídio na prática bancado
por dinheiro de impostos (e significam também, em última
análise, uma mordida nos recursos do setor privado).
O banco vai bem, com lucros maiores e inadimplência muito baixa.
A economia brasileira ainda não tem fontes privadas grandes e
estáveis de capital de longo prazo. Mas parece difícil
manter o crescimento do BNDES.
vinit@uol.com.br
Fonte: Folha de São Paulo
STF encerra debate sobre sistema de cotas nas universidades
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:33 hs.
08/03/2010 - O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou (5) o
último dia de audiência pública sobre as
políticas de cotas no ensino superior. Durante todo o dia,
especialistas vão apresentar suas opiniões.
Às 8h30, o professor da Universidade de São Paulo (USP)
Fábio Konder Comparato fala sobre educação e
cidadania de afrodescendentes e carentes. Depois. será a vez da
professora Flávia Piovesan, da Pontifícia Universidade
Católica (PUC) de São Paulo, explicar a compatibilidade
das cotas com o sistema constitucional brasileiro.
O representante da Coordenação Nacional de Entidades
Negras (Conen) Marcos Antonio Cardoso defende, às 9h15, as
políticas de ação afirmativa. Às 10h, o
juiz da 2ª Vara Federal de Florianópolis Carlos Alberto da
Costa Dias fala sobre a dificuldade de identificação do
negro.
Às 11h, o representante do Movimento Pardo-Mestiço
Brasileiro (MPMB) e da Associação dos Caboclos e
Ribeirinhos da Amazônia (ACRA) Helderli Fideliz Castro de
Sá Leão Alves explica os sistemas classificatórios
de cor, raça e etnia.
No período da tarde, entidades de ensino de vários
estados, dirigentes de escolas e alunos vão apresentar suas
posições. O debate vai até as 16h.
Fonte: www.administradores.com.br
Vendedor de trufas consegue bolsa e vai cursar relações públicas; veja opções
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:55 hs.
09/03/2010 - Domingos foi beneficiado por convênio entre universidade e cursinho.
Fora Fies, ProUni e crédito bancário, instituições têm programas próprios.
Érica Polo Do G1, em São Paulo
O vendedor de trufas Domingos dos Santos tentou durante anos obter uma
bolsa de estudos para realizar o sonho de fazer curso superior. Buscou
o Programa Universidade para Todos (ProUni), mas não conseguiu;
os financiamentos disponíveis no mercado não cabiam no
bolso. Finalmente, neste ano, ganhou uma bolsa na universidade onde foi
aprovado e vai cursar relações públicas.
Outro exemplo de quem buscou ajuda fora do ProUni, do Financiamento ao
Estudante do Ensino Superior (Fies) e das linhas de crédito
oferecidas por bancos tradicionais, e vai começar a faculdade,
é o do estudante Leonardo Freitas. Atualmente operador de
máquinas, ele quer ser piloto de avião.
Entre as alternativas existentes no mercado, muitas universidades
têm programas próprios de benefícios, lembra o
especialista em ensino superior, Carlos Monteiro. Domingos foi
contemplado com bolsa de 100% por meio de um convênio existente
entre o cursinho pré-vestibular e a faculdade onde foi aprovado.
Ele se preparou para o processo seletivo na Uneafro, entidade que
mantém cursinhos populares. Nesse caso, a bolsa foi ganha,
então ele não precisará devolver o dinheiro
após a formatura. “É feito um levantamento do
perfil socioeconômico dos interessados. O desempenho do aluno nos
estudos, durante o curso pré-vestibular, também é
considerado para que o benefício seja concedido”, diz.
“Entre as opções de financiamento que acredito
oferecerem condições interessantes estão as do
Instituto Educar, Ideal Invest e Fundação Aplub”,
acrescenta Carlos Monteiro. O Instituto Educar, com sede na Bahia, e a
Fundação Aplub, no Rio Grande do Sul, prestam
serviços a universidades na área de
administração de carteiras de crédito estudantil.
Os recursos vêm das próprias instituições e
a parte financiada será devolvida pelo aluno em prazo a depender
do contrato firmado, sem cobrança de juros. Antes de optar por
uma, vale a dica de estudar bem as condições oferecidas.
2010-03-09-Fig-1
“A instituição de ensino abre mão de receber
100% da mensalidade em quatro anos para obter a receita proveniente do
curso em oito”, explica Andréia Torres, diretora executiva
do Instituto Educar. Embora tenha sede na Bahia, a companhia presta
serviços para 70 universidades espalhadas pelo país.
O interessado deve acessar o site www.institutoeducar.com.br e fazer a
inscrição para participar do processo de
seleção. Também nesse endereço é
possível consultar a listagem das instituições que
oferecem o benefício. O instituto trabalha principalmente o
preenchimento de vagas remanescentes.
Andréia informa, ainda, que é possível financiar
50% da mensalidade. Segundo ela, não incidem juros, mas
há correção feita pelo Índice Nacional de
Preços ao Consumidor (INPC) nas parcelas pagas após a
formatura.
De forma similar trabalha a Fundação Aplub de
Crédito Educativo, que administra programas de 26
instituições. De acordo com Energita Cauduro, gerente da
fundação, são feitos financiamentos de até
50%, semestrais ou anuais, e a devolução é feita
no mesmo período de utiização do crédito.
Há correção dos valores contratados por meio dos
mesmos índices que atualizam as mensalidades da universidade
escolhida, além disso, a Fundaplub cobra taxa média de
0,25% ao mês durante todo o período que vigorar o contrato.
As inscrições devem ser feitas, no caso da
Fundação, diretamente nas faculdades.
Informações podem ser obtidas por meio dos telefones (51)
3027-2657/2658.
Financiamento semestral
Leonardo Freitas recorreu à Ideal Invest. A companhia utiliza
recursos de fundos de investimentos. “Soube dessa alternativa na
própria faculdade que escolhi. Já no segundo semestre do
ano passado comecei a pesquisar opções de
crédito”. Ele vai cursar aviação civil.
“Sem ajuda, não poderia estudar. A mensalidade é
alta, vale R$ 1.034. Eu vou arcar com R$ 538 mensais. Vou pagar em mais
tempo, mas esse valor consigo desembolsar".
A empresa tem 180 instituições de ensino parceiras em
todo o país, os contratos são semestrais e é
financiado 100% do valor da mensalidade, mesmo que o aluno tenha
desconto na faculdade. Cada mensalidade é dividida em duas
parcelas, então, seis meses serão pagos em 12. A
exceção é o semestre da primeira
contratação, quando são financiadas cinco parcelas
e a matrícula deverá ser paga à
instituição de ensino.
Como há prazos de carência em cada refinanciamento, as
parcelas não se acumulam, diz Carlos Furlan, executivo da
companhia. Por exemplo: considerando que a primeira
negociação ocorra entre fevereiro e junho, esse semestre
será pago em parcelas mensais entre fevereiro e novembro. Se o
aluno fechar mais um contrato, correspondente ao semestre seguinte,
pagará a primeira parcela deste segundo contrato somente a
partir de dezembro.
Há cobrança de juros, que fica diluída nas
mensalidades. De forma geral, a partir do 2º semestre financiado,
as taxas dos contratos são de no máximo 2,59% ao
mês, podendo chegar a 1,69% ao mês.
Para mais informações, incluindo o perfil de quem pode
participar, deve-se acessar www.creditopravaler.com.br. Pelo telefone,
é possível recorrer ao 0800 774 8777.
Fonte: G1 - Portal Globo
MEC contra reprovação de crianças
Fonte: Clipping Educacional Consae Diário Catarinense, 09/03/2010 - Florianópolis SC
O Ministério da Educação (MEC) quer vetar a
reprovação de crianças de seis anos, alunas do
1º ano. Até 2005, o antigo primário começava
aos sete anos. Com a mudança do sistema, estudantes que por
vezes sequer passaram por creches ou pelo pré estão no
ensino fundamental, sujeitos à reprovação. Em
2008, 79,3 mil alunos do novo primeiro ano não passaram de ano,
conforme dados inéditos do MEC. O número representa 3,5%
das matrículas dessa série. O Ministério da
Educação quer vetar a reprovação de
crianças de seis anos, pois entende que o novo primeiro ano
é apenas um início de alfabetização. O
medo, diz o MEC, é prejudicar uma criança
tão jovem por toda a vida escolar, pois pesquisas mostram que
reprovação pode acarretar notas baixas e abandono.
– Alguns gestores não entenderam que a
alfabetização não precisa estar completa no
primeiro ano. É difícil num país continental que
todos compreendam da mesma maneira – diz o presidente da Undime
(que representa os secretários municipais da
Educação), Carlos Eduardo Sanches.
Para evitar que o problema se agrave, o MEC e o Conselho Nacional de
Educação divulgarão novas diretrizes para o ensino
fundamental, reforçando a indicação
para que não haja reprovação aos seis anos.
– Antecipar o fracasso escolar é grave – diz a
secretária de Educação Básica do MEC, Maria
Pilar Lacerda. O conselho, órgão normativo e consultivo
do MEC, recebeu informações de que algumas redes
transferiram a antiga primeira série, destinada a alunos de sete
anos, para o novo primeiro ano. – Talvez seja falta de preparo
dos gestores, mas é um crime colocar crianças de seis
anos sentadas enfileiradas, com matérias – analisa o
presidente da Câmara de Educação Básica do
conselho, Cesar Callegari.
Livro eletrônico "made in Brasil"
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:20 hs.
09/03/2010 - Empresa de Pernambuco lança e-book reader para concorrer com Apple, Sony e Amazon
Naiana Oscar
Com 30 funcionários, seis anos de vida, faturamento anual de R$
2,5 milhões e uma sede discreta na Ilha do Leite, no Recife, a
Mix Tecnologia quer brigar com gente grande. Em junho, a empresa vai
lançar o primeiro leitor eletrônico de livros com software
100% nacional - um equipamento que vai dividir espaço no mercado
brasileiro com produtos de gigantes do mundo da tecnologia, como Apple,
Sony e Amazon.
"Quem é empreendedor tem de ter essa veia de aventura", diz o
pernambucano Murilo Marinho, que fundou a empresa em 2004, assim que
concluiu a faculdade de Ciências da Computação.
"Conciliamos, claro, um pouco de loucura a uma base sólida de
conhecimento tecnológico." Marinho brinca com a ousadia que o
levou a desenvolver o primeiro "e-book reader" nacional , mas tem um
discurso consistente para defendê-lo e diferenciá-lo dos
maiores, Kindle e iPad.
O aparelho brasileiro está sendo criado, inicialmente, para ser
usado em sala de aula, com função essencialmente
educacional. A ideia é que o professor use o dispositivo para
agendar tarefas, aplicar testes, fazer apresentações.
Para isso, todos os alunos teriam de ter o aparelho. "O Brasil é
o maior consumidor de livro didático do mundo", diz Marinho.
"Hoje tem escola fazendo rodízio de livros, para o aluno
não levar tanto peso nas costas. Queremos oferecer uma
alternativa."
O aparelho foi batizado de Mix Leitor D. Além de leitor, ele
oferece funções como dicionário, tradutor, agenda
e calendário. Pesa 400 gramas e tem de 1 GB a 4 GB de capacidade
dependendo do modelo. Deve ter conexão à internet com
portal que direciona o usuário para bibliotecas de
domínio público. O visual lembra muito o Kindle, embora o
criador não admita comparações. O preço de
cada aparelho deve variar de R$ 650 a R$ 1.100.
A Mix Tecnologia está tentando fechar contratos com
universidades, escolas, governos estaduais e municipais. Diz ter
começado o ano, mesmo antes do lançamento, com uma
encomenda de 5 mil unidades. O segundo passo, de acordo com o
empresário, é fazer clientes na área
jurídica e fechar contratos com tribunais de Justiça de
todo o País. Mendes não informa o estágio dessas
negociações, por "questões estratégicas",
diz apenas que nenhum desses mercados está em Pernambuco,
berço da ideia. Para tornar o Mix leitor D uma realidade, foram
necessários R$ 2 milhões até agora. O investimento
é uma parceria da própria empresa de tecnologia com a
editora que motivou o projeto, a Carpe Diem, do escritor e
empresário Antônio Campos.
Estudioso e amante dos livros de papel, Campos começou a
pesquisar o alcance dos e-readers e identificou neles um novo mercado.
"O livro já foi oral, já foi escrito em pedras e
só vai crescer", diz. Ele acredita que o livro eletrônico
vai ganhar espaço rapidamente embora ainda deva conviver por um
bom tempo com a plataforma impressa. "Essa transformação
será mais ágil com os livros didáticos, já
que a atualização torna-se muito mais rápida no
meio eletrônico." Campos já se considera um colecionador
de leitores: tem um Kindle, o e-reader da Sony, o Mix Leitor D e espera
para comprar um iPad.
DIFICULDADES
O maior desafio da Mix Tecnologia foi desenvolver o projeto e
colocá-lo no mercado num prazo máximo de dois anos, "para
não perder a onda". Quando o Mix Leitor D ainda era uma ideia, o
grupo pensou em construir uma fábrica no Recife para produzi-lo.
Documentação, alvarás, autorizações
em todas as esferas públicas, no entanto, inviabilizariam os
planos.
Como já é comum no setor de tecnologia, o jeito foi
apelar para a China. O leitor foi desenvolvido no Brasil, mas ganha
forma do outro lado do mundo. Os primeiros aparelhos começam a
chegar em maio.
Além do ambicioso projeto do leitor D, a Mix Tecnologia
desenvolve outros duas ideias, também ambiciosas. Murilo Mendes
e sua equipe criaram um sistema de controle para entrada e saída
de turistas em Fernando de Noronha. O programa gerencia quanto tempo
cada um dos visitantes passou na ilha, por onde passou e em que pousada
ficou.
E eles também pretendem faturar com a Copa do Mundo de 2014.
Desenvolveram uma rede social inédita, batizada de Arena, para
gerenciar eventos esportivos, com uma base de dados única, com
informações turísticas e sobre o evento. O projeto
já foi selecionado e premiado pela Financiadora de Estudos e
Projetos (Finep), do governo federal.
Fonte: O Estado de São Paulo
Conselho mantém fim de credenciamento especial
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:02 hs.
09/03/2010 - A Câmara de Ensino Superior, órgão
deliberativo do Conselho Nacional de Educação (CNE),
concedeu ontem parecer contrário a um pedido do governo federal
e manteve o fim do credenciamento no Ministério da
Educação de cursos de pós-graduação
oferecidos por órgãos públicos e
instituições não educacionais.
Segundo uma decisão tomada em janeiro, a partir deste ano o
ministério não é mais responsável por
conceder "credenciamento em caráter especial" a cursos de
pós lato sensu, como residências médicas oferecidas
por hospitais e MBAs de entidades não educacionais, como FIA,
Fipe e Fipecafi.
A Secretaria de Ensino Superior do MEC tentava excluir da nova regra os
cursos oferecidos pelo próprio governo, que manteriam assim o
credenciamento. O CNE, porém, entendeu que esses cursos devem
ser tratados da mesma forma que os oferecidos por
instituições particulares.
Entre os afetados pela decisão está o tradicional curso
de formação de diplomatas do Instituto Rio Branco, que
é ligado ao Ministério das Relações
Exteriores e não tem vínculos com universidades.
O CNE entende que o antigo credenciamento especial dessas entidades
feria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que
prevê que somente instituições de ensino podem
expedir diplomas acadêmicos. L.A.
Fonte: O Estado de São Paulo
Caixa cobra 37 mil fiadores de universitários
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:02 hs.
09/03/2010 - Dados mais recentes obtidos pela Folha apontam
inadimplência em 50 mil dos 250 mil contratos em fase de pagamento
O estudante se compromete a pagar o valor que pediu emprestado quando
se formar, sem saber se, até lá, estará bem
empregado
Daniela Pellegrini, líder do movimento Fies Justo, que
reúne estudantes universitários com problemas em pagar o
financiamento
PATRÍCIA GOMES
DA REPORTAGEM LOCAL
Quando Daiane Lima, 31, entrou para a faculdade de engenharia, esperava
começar a pagar o financiamento estudantil logo que arranjasse o
primeiro emprego. As prestações, porém, tomavam
quase todo o seu salário e ela não tem conseguido honrar
o compromisso.
Passados cinco anos da formatura, ela tem hoje 14
prestações, sua dívida está em R$ 76 mil e
sua sogra, a fiadora do empréstimo, corre o risco de perder a
casa se nenhuma das duas arranjar o dinheiro.
Ao menos 37 mil fiadores estão na mesma situação:
foram acionados pela Caixa Econômica Federal em processos de
execução das dívidas do Fies, programa de
crédito educativo do governo Fernando Henrique Cardoso que
financia estudos de universitários de baixa renda em
instituições privadas.
Os dados obtidos pela Folha são de julho de 2009, quando havia
cerca de 250 mil contratos em fase de quitação da
dívida. Desses, em mais de 50 mil havia inadimplência.
Questionada, a Caixa não confirma os números, mas afirma
que a taxa de inadimplência do Fies é de aproximadamente
25%.
O problema afeta principalmente quem aderiu ao Fies até 2006,
quando os juros anuais eram de 9%, e agora vive a segunda fase de
amortização da dívida, em que as parcelas, muitas
vezes, são incompatíveis com o orçamento de um
recém-formado. O advogado Antony Argolo, cujo escritório
defende mais de 500 causas de estudantes do Fies, critica o programa:
"É uma bola de neve. Os juros incidem sobre juros e a
dívida aumenta em progressão geométrica". Para
ele, portanto, a redução dos juros para 3,5% por parte do
MEC (ver texto ao lado) não resolve o problema.
No caso de Daiane, o curso de engenharia custou aproximadamente R$ 50
mil, mas ela só arcava com 30% do valor -os 70% restantes eram
financiados pelo programa federal.
Com a renegociação proposta pela Caixa, ela teria de
pagar R$ 390 por 300 meses, o que significa mais de R$ 116 mil no final
do financiamento, além dos cerca de R$ 35 mil que já
pagou. Para encaixar a parcela no bolso da família -o filho de
dois anos acaba de entrar na escola e o marido começará a
pagar o financiamento do curso dele-, ela reivindica estender o prazo
para 480 meses, o que é negado pela Caixa.
Na época em que o Fies foi lançado, em 1999, os juros
anuais foram calculados de forma a representar um terço da Selic
(taxa básica de juros). Em 2006, os juros do programa foram
reajustados para 6,5% na maior parte dos cursos e para 3,5% em
graduações tidas como prioritárias, como as
licenciaturas. Em janeiro deste ano, o percentual de 3,5% passou a
valer para todos os cursos.
Questionado sobre a situação dos fiadores dos
contratantes antigos do Fies, o MEC informou que essa é uma
relação dos estudantes com a Caixa.
Fies já chegou a cobrar 9% de juros ao ano
DA REPORTAGEM LOCAL
Numa reação à baixa adesão e à alta
inadimplência, o MEC decidiu reduzir, mais uma vez, a taxa de
juros do Fies para 3,5% em janeiro deste ano -o programa de
financiamento estudantil já chegou a cobrar 9%. A
intenção é "facilitar o acesso do estudante ao
financiamento".
Para Daniela Pelegrino, 36, líder do movimento Fies Justo
(www.fiesjusto.com.br), que reúne alunos com problemas em pagar
o financiamento, a nova taxa de juros ajuda os novos contratantes.
"Quem for fazer o Fies agora vai ficar bem melhor. Os juros deveriam
ter sido 3,5% desde o início."
Para os contratos antigos, no entanto, parte do problema persiste. Isso
porque os juros de 3,5% serão aplicados apenas no saldo
devedor.
Fonte: Folha de São Paulo
Mulheres são maioria no ensino superior à distância
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:15 hs.
09/03/2010 - As mulheres estão cada vez mais presentes no
mercado de trabalho, inclusive em áreas antes dominadas pelo
universo masculino, e grande parte dessa conquista é resultado
da preparação pelos estudos. Segundo dados do IBGE
(2006-2008), a maioria da população feminina estuda por
onze anos ou mais e elas ainda se destacam, em relação
aos homens, no grupo com mais anos de estudos. Nesse contexto, o ensino
à distância (EAD) tem sido um grande aliado feminino: as
mulheres são grande maioria no ensino à distância
no Brasil. Elas representam de 70 a 80% do total de matriculados em
graduações nessa modalidade de ensino, e tais dados se
repetem também no Estado de São Paulo, segundo dados do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira(Inep).
A proporção entre ingressantes e candidatos no ensino
à distância é a mesma para homens e mulheres (em
torno de 30% entre os anos de 2000 a 2007), o que significa que
não existe diferença de desempenho entre os gêneros
no processo seletivo, mas que o maior número de mulheres
matriculadas reflete a maior procura das mesmas por cursos nessa
modalidade de ensino. E a taxa de conclusão é
compatível com a porcentagem de matrículas, ou seja, a
maioria dos matriculados e concluintes dos cursos de
graduação à distância são mulheres.
Inicialmente, todos os cursos de graduação EAD no Brasil
eram na área de educação, na qual as mulheres se
concentram até hoje. O mesmo perfil se repete na
graduação presencial, onde as mulheres representam cerca
de 70% dos estudantes da área. A partir de 2002, o leque de
cursos à distância começou a se diversificar nas
chamadas "grandes áreas". No entanto, a área de
educação ainda representa a maioria de matriculados em
cursos de graduação à distância, ficando em
segundo lugar Ciências sociais, negócios e direito.
As áreas de Ciências, matemática e
computação, Engenharia, produção e
construção e Agricultura e veterinária, os homens
predominam, com grande maioria dos matriculados. Já na
área de Ciências sociais, negócios e direito, nas
qual os homens predominavam até 2004, as porcentagens entre os
sexos já se igualou (em torno de 50% para ambos). Na área
de Ciências, matemática e computação, na
qual predominavam as mulheres até 2003, houve uma
inversão nas porcentagens, de forma que no ano de 2007 os homens
já representavam cerca de 80% dos matriculados.
A partir de 2004, com a criação de cursos
tecnológicos na modalidade à distância, esse tipo
de curso passou a representar aproximadamente um quarto dos
matriculados em EAD, proporção essa que se mantém
ao longo dos anos, com predominância do sexo masculino. No
entanto, a licenciatura plena ainda retém a maioria dos
estudantes dessa modalidade de ensino, nas devidas
proporções por gênero de matriculados em EAD.
TIC e gênero
De acordo com o Global Gender Gap Index 2008, um ranking da ONU que
avalia a diferença entre homens e mulheres em 128 países,
o Brasil aparece na primeira posição, juntamente com
alguns outros países, no quesito ‘acesso à
educação". De fato, as mulheres representam cerca de 55%
dos matriculados nas graduações presenciais no Brasil e
no Estado de São Paulo, refletindo a proporção
entre os gêneros na população em idade
universitária.
Quando o assunto é participação no mercado de
trabalho, no entanto, e apesar de as mulheres terem alcançado
grandes avançados nesse sentido nos últimos anos, o
Brasil ainda fica na posição 72 do ranking mundial. No
quesito igualdade de salário a situação piora
(ficamos na posição 100).
A educação em sua forma digital pode ser uma bela
oportunidade para suprir aspectos que facilitarão ainda mais o
caminho para a redução da distância entre homens e
mulheres no mercado de trabalho. E as mulheres já provaram que
sabem a importância do uso das tecnologias de
informação e comunicação (TICs) para isso.
A maior prova é a maciça presença feminina no
ensino à distância. Apesar de somente 41% das mulheres
terem acesso à internet (pelo menos alguma vez na vida), 74%
delas usam tal ferramenta para a educação (pesquisa TIC
Domicílios, 2008).
Para Anita Gurumurthy, pesquisadora na área de gênero,
desenvolvimento e TICs, e diretora executiva do IT for Change, ONG
sediada em Bangalore (Índia), a sociedade da
informação traz uma nova oportunidade para a
justiça de gênero, que vai além da
geração de empregos na economia da
informação global. "As TICs podem ser vistas como arautos
de novas liberdades para as mulheres. [...] A sociedade da
informação rompe barreiras de aprendizagem e conhecimento
impostas por sistemas baseados na palavra escrita e na tecnologia da
impressão, afirmando construções alternativas de
realidade para além dessa palavra escrita", afirma a
pesquisadora em artigo apresentado na reunião do GAID
(Aliança Global para TICs e Desenvolvimento) em Kuala Lumpur,
maio de 2008.
Fonte: Secretaria de Ensino Superior - SP
Diferença salarial cresce em cargo de nível superior
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:41 hs.
09/03/2010 - Completar o nível superior não garante
às mulheres a equiparação salarial aos homens.
Pelo contrário, revela estudo do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) divulgado ontem, Dia
Internacional da Mulher. A diferença salarial para os homens
aumenta no grupamento de mulheres com mais anos de estudo. "A
escolaridade de nível superior não aproxima os
rendimentos recebidos por homens e mulheres. Pelo contrário, a
diferença acentua-se", informa o estudo "Mulher no mercado de
trabalho: Perguntas e respostas", feito com base na Pesquisa Mensal de
Emprego (PME) de 2009.
No setor comercial, por exemplo, a diferença de rendimento para
a escolaridade de 11 anos ou mais de estudo é de R$ 616,80 a
favor dos homens. Já na comparação entre
empregados com nível superior, a diferença vai a R$
1.653,70.
No geral, a diferença entre salários de homens e mulheres
recuou em 2009. Em média, o rendimento da mulher é de R$
1.087,93, o equivalente a 72,3% dos R$ 1.518,31 recebidos pelos homens.
Na comparação com os dados de 2008, houve leve
redução nessa diferença, já que as
trabalhadoras recebiam 70,8% do rendimento dos homens naquele ano.
As mulheres inseridas no mercado de trabalho são mais
qualificadas do que os homens. Do total de mulheres ocupadas, 19,6%
têm nível superior completo. Entre os homens, a
proporção é menor, não passando dos 14,2%.
Com o ensino médio completo, eram 61,2% das trabalhadoras. Entre
os homens, essa proporção é de 53,2%.
Fonte: Valor Econômico
Diário Oficial publica súmula de pareceres de janeiro
Fonte: Jornal da Educação
A súmula de pareceres do Conselho Nacional da
Educação (CNE) de janeiro foi divulgada na última
segunda-feira, 8, pelo Diário Oficial da União. O
documento foi feito a partir da reunião ordinária
realizada entre os dias 26 e 28 do primeiro mês do ano envolvendo
questões relacionadas à Câmara de
Educação Básica e Superior.
Os pareceres encontram-se à disposição dos
interessados no CNE. Já as atas das sessões deliberativas
serão divulgadas na página do CNE depois de aprovadas
pelo Colegiado. Para mais informações acesse o link:
http://portal.mec.gov.br/cne/.
O CNE dá sequência nesta terça-feira a sua
reunião do mês de março, que teve início
nessa segunda-feira com realização de Reunião de
Trabalho na Câmara de Educação Superior. Em pauta
estão previstas ainda na CES relato de pareceres, atendimento
aos interessados e sorteio de processos.
A reunião da Câmara de Educação
Básica, que acontece no Rio de Janeiro, contará com a
realização, entre outros, de leitura e
aprovação de atas, Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Educação de Jovens e Adultos, Ensino Médio e
Educação Básica, além de audiências
públicas para Educação Profissional técnica
de nível médio e sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para o Ensino Fundamental.
(IPAE 050 - 03/10)
Universidades planejam metodologia para avaliar o Enem
Fonte: Jornal da Educação
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ser avaliado, pelo
menos esta é a intenção e alguns Centros
Universitários do país. Algumas Universidades Federais,
como a Universidade de Brasília (Unb), querem ampliar a
discussão sobre a finalidade política e pedagógica
e a metodologia da prova que ainda não conta com um
método de avaliação.
Para debater o assunto foi realizada na última sexta-feira, 5,
uma reunião na sede da Associação Nacional das
Instituições de Ensino Superior (Andifes). De acordo com
o presidente da entidade, Alan Barbieiro, o objetivo é focar em
questões como o conteúdo do exame, a
inscrição do candidato e a forma de
correção.
Após proposta do MEC, o Enem vem sendo usado como processo
seletivo único em 51 instituições de ensino
brasileiras. De acordo co o MEC, atualmente, cerca de 70% dos
estudantes buscam o Enem para ter acesso à Universidade. Para o
vice-reitor da Unb. João Batista de Sousa, o Enem é um
método primoroso, mas há outras maneiras de
democratização da educação. Já a
próxima reunião dos reitores será na sede da
Andifes, no próximo dia 24.
(IPAE 056 - 03/10)