16/06/2010
AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Esclarecemos que as matérias veiculadas não representam, necessariamente, a opinião da Associação.
Caso não queira mais recebê-lo responda esta mensagem inserindo no campo "Assunto" a palavra: REMOVER.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa

Divulgado a listagem de abertura de formulário eletrônico para autorização.

Portaria nº 176, de 14 de junho de 2010.

Enem - sistema de inscrição vai impedir o uso irregular de número do CPF

Inscrições para as bolsas do ProUni começam hoje e vão até sábado

Sisu divulga amanhã primeira chamada

Resolução nº 3, de 15 de junho de 2010.

PL amplia pena para desvio de recursos da educação

Cartão telefônico trará mensagens sobre alfabetização

Pesquisa absolve celular na escola

O governador de Santa Catarina, Leonel Pavan, ainda não garantiu que a tríplice aliança entre PMDB, DEM e PSDB pode se repetir, como em 2006

Inscrições aberta para o Programa Milton Santos

Câmara: Votação no Plenário sobre  projeto sobre banda larga nas escolas

Estudo aponta crescimento do número de doutores no Brasil 

Projetos pedagógicos para educação infantil são insuficientes


Brasil aplica US$ 164 bi nos EUA

A Copa do Mundo é nossa   
    

Recurso administrativo suspende prazo de prescrição em cobrança fiscal

Atualize-se

Vestibulando e antenado

Estágio: cai valor da bolsa-auxílio

No Ceará, Haddad lembra vantagens de alfabetizar crianças na idade certa


MEC fechará curso de medicina da Unisa

Ensino na mira - MEC reduz vagas de Medicina da Ulbra

Estudante da área rural poderá ter bicicleta para ir à escola

Políticos e educação

Reimaginação Acadêmica – os requisitos essenciais

Divulgado a listagem de abertura de formulário eletrônico para autorização.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 12:18 hs. 
15/06/2010 - Divulgado pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) a listagem de abertura de formulário eletrônico para autorização.
- Período para preenchimento do Formulário Eletrônico: 15/06/2010 a 30/06/2010
http://www.cmconsultoria.com.br/avaliacaocursos.php 
Fonte: Portal Inep 

Portaria nº 176, de 14 de junho de 2010.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:48 hs. 
15/06/2010 - Designar os seguintes professores para compor as Comissões Assessoras de Avaliação das Áreas.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2463.pdf 
Fonte: DOU n.º 112 - 15.06.2010 

Enem - sistema de inscrição vai impedir o uso irregular de número do CPF
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:34 hs. 
15/06/2010 - As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 serão abertas, exclusivamente pela internet, na segunda-feira, 21, e vão até 9 de julho. As provas estão marcadas para 6 e 7 de novembro. O estudante terá de informar o número do próprio CPF, independentemente da idade — não poderá usar o do pai ou da mãe. O próprio sistema de recebimento das inscrições coibirá eventuais irregularidades — buscará informações sobre o número indicado na base de dados da Receita Federal.
Quem tiver mais de 16 anos pode fazer o cadastro de pessoa física em uma agência do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou dos Correios. O pai, a mãe ou responsável legal deve pedir o documento para os menores de 16 anos — não é possível tirar o CPF pela internet. Além de informar os dados cadastrais, o participante do exame responderá, também pela internet, ao questionário socioeconômico.
Estarão isentos da taxa de inscrição, de R$ 35, os estudantes da última série do ensino médio, os que tiverem concluído o ensino médio em anos anteriores e os de escolas particulares que comprovem a impossibilidade de pagamento e assinem declaração de carência.
Provas — As provas terão a mesma estrutura do ano passado. Vão abranger as áreas de linguagens e códigos, ciências da natureza, matemática e ciências humanas. O exame terá quatro provas objetivas de múltipla escolha, com 45 questões cada uma, e redação. A novidade este ano serão as questões de língua estrangeira (inglês ou espanhol) na área de linguagens e códigos — o candidato deve fazer a opção no momento de se inscrever.
Em 6 de novembro, sábado, serão aplicadas as questões de ciências da natureza e ciências humanas, das 13h às 17h. No domingo, 7, das 13h às 18h30, será a vez de matemática, linguagens e códigos e redação.
Assessoria de Imprensa do Inep 
Fonte: MEC 

Inscrições para as bolsas do ProUni começam hoje e vão até sábado
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:24 hs. 
15/06/2010 - As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) começam hoje e vão até o próximo sábado. Podem concorrer às 39.113 bolsas integrais e 21.375 bolsas parciais - de 50% da mensalidade - em 1.255 instituições de ensino superior os candidatos que tenham alcançado no mínimo 400 pontos na média das cinco notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009.
A inscrição, que ocorrerá em etapa única, será feita somente pela internet. O candidato poderá escolher até três opções de curso e instituição. Para efetuar a inscrição, o estudante deverá informar seu número de inscrição no Enem e seu CPF.
O resultado com a relação dos candidatos pré-selecionados na primeira chamada será divulgado na próxima segunda-feira, dia 21. Os estudantes selecionados deverão comprovar suas informações nas instituições de ensino de 22 de junho a 2 de julho.
Fonte: O Estado de São Paulo 

Sisu divulga amanhã primeira chamada
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:42 hs. 
16/06/2010 - O resultado da primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) será divulgado amanhã, no site sisu.mec.gov.br.
As matrículas devem ser feitas nas instituições federais de ensino superior, entre os dias 23 e 24. O estudante aprovado nessa primeira chamada será automaticamente retirado do sistema, mesmo que não se matricule. 
Fonte: O Estado de São Paulo 

Resolução nº 3, de 15 de junho de 2010.
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:27 hs. 
16/06/2010 - Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade mínima e certificação nos exames de EJA; e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância.
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo2466.pdf 
Fonte: DOU n.º 113 - 16.06.2010 

PL amplia pena para desvio de recursos da educação
Fonte: Nota 10 - Notícias de Educação, 16/06/2010
A pena para quem for condenado por prática de corrupção nas áreas de educação e saúde poderá ser aumentada em dois anos de prisão, conforme projeto a ser votado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (16).
De acordo com a Agência Senado, o desvio de recursos dos orçamentos dessas pastas, por exemplo, pode acarretar em pena de reclusão de quatro a 14 anos, e não mais de dois a 12 anos, como prevê atualmente o Código Penal.
O autor do projeto (PLS 35/09), senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), utiliza dados da Controladoria Geral da União para informar que, no Brasil, corrupção e má gestão desviaram 25% dos R$ 1,6 bilhão repassados, nos últimos quatro anos, pelo Ministério da Saúde, a 1.341 municípios.
Na área da educação, segundo dados da Federação das Indústrias de São Paulo, o Brasil perde com a corrupção 81% de seu orçamento, que corresponde a R$ 27,1 bilhões, informa o senador, na justificação a seu projeto.

Cartão telefônico trará mensagens sobre alfabetização
Fonte: Nota 10 - Notícias de Educação, 16/06/2010
A Secretaria de Educação do Paraná lançou ontem (15), em parceria com a empresa de telefonia Oi, um cartão telefônico com referência à superação do analfabetismo. Este cartão será comercializado em todo o país e ajudará na afirmação das pessoas que foram alfabetizadas.
“Desde 2004 estamos tendo resultados bastante satisfatórios. Já atendemos mais de 360 mil pessoas em 34 municípios que superaram o analfabetismo no Paraná”, disse a secretária da Educação, Yvelise Arco-Verde.
O programa Paraná Alfabetizado é desenvolvido pelo governo do estado, em parceria com o governo federal e prefeituras municipais, além da sociedade civil. O programa foi implantado em 2004.
Segundo dados do Censo Populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2000 havia no Paraná aproximadamente 649 mil pessoas com mais de 15 anos que não sabiam ler e escrever.

Pesquisa absolve celular na escola
Fonte: Diário Catarinense, p. 23, 16/06/2010
Estudo internacional aponta que o aparelho ajuda na aprendizagemCondenado pelos incômodos gerados no ambiente escolar, o telefone celular está prestes a se transformar em um aliado no processo de aprendizagem, segundo um estudo de um grupo de pesquisadores internacionais.
O relatório Horizon 2010, que identifica tecnologias que podem ter impacto na educação nos próximos anos, aponta o celular como uma das ferramentas pedagógicas do futuro.
Resultado da troca de informações entre especialistas de mais de 300 universidades ao redor do mundo, o estudo coordenado pelas organizações New Media Consortium e Educause bate de frente com a visão de professores país afora, que culpam o celular pela distração dos estudantes.
Pelo estudo, o celular pode ser útil para pesquisas durante a aula, para gravar trechos de explicações do professor e até para compartilhar com a turma, por meio de redes sociais como o Twitter e blogs, dados de saídas a campo. Única brasileira a participar da edição mais recente do relatório internacional, Cristiana Assumpção defende que educadores brasileiros repensem a postura quanto ao uso da comunicação móvel na escola.
– O celular é uma ferramenta que está na mão de todos, não importa a classe social. Não se pode tapar uma coisa que está vindo como um rolo compressor. Com a proibição, os alunos logo encontram uma forma de contornar isso, fazendo às escondidas. O pensamento deveria ser: já que estão usando, como podemos fazer para usar melhor? – afirma a especialista em tecnologia da educação, coordenadora dessa área no Colégio Bandeirantes, de São Paulo (SP).
Em Santa Catarina, o uso de celular em sala de aula é proibido pela lei 14.363, de janeiro de 2008, em escolas públicas e instituições privadas.
Mas, para o diretor de educação básica e profissional da Secretaria de Estado da Educação, Antônio Elízio Pazeto, todas as tecnologias que agreguem conteúdos são válidas na hora de ensinar.
– Quanto mais tecnologia, melhor. Desde que usada devidamente e em consenso com o professor – afirma.
Segundo Pazeto, é possível admitir que o telefone celular contribua para a aprendizagem quando usado para fazer pesquisas. Mas ele percebe que os alunos têm o hábito de usar o aparelho apenas para fazer ligações e mandar torpedos.
MAICON BOCK

O governador de Santa Catarina, Leonel Pavan, ainda não garantiu que a tríplice aliança entre PMDB, DEM e PSDB pode se repetir, como em 2006
Fonte: Terra, 15 de junho de 2010 • 13h48 • atualizado às 13h59 Comentários
O governador de Santa Catarina, Leonel Pavan (PSDB), não escondeu a perplexidade com a retirada da candidatura de Eduardo Pinho Moreira (PMDB) à sucessão estadual. O tucano não descartou a possibilidade de reedição da tríplice aliança, mas afirmou que a decisão não será "automática", como se esperava.
Sem esconder a irritação com Moreira, o governador disse que a união depende agora da decisão dos líderes do PSDB. "Não estou surpreso. Como posso dizer que fui pego de surpresa se um dia termino uma reunião à 1h da manhã com um encaminhamento e no outro dia a pessoa fala outra coisa? Isso não me surpreende", disse. "Cada um assopra do jeito que quer".
Pavan participou de uma reunião da Executiva estadual do PSDB que avançou pela madrugada desta terça (15) e definiu pelo segundo adiamento da convenção dos tucanos. A decisão sobre a adesão ou não à aliança, caso ela se concretize, caberá à executiva tucana, segundo informou Pavan. "Sou líder, mas não sou o dono do PSDB. Não faço as coisas sozinho", disse, alfinetando o peemedebista Moreira. "Agora eles se juntaram, mas não sabemos quem é o vice, quem são os candidatos ao senado e os suplentes e nem mesmo qual será a participação do PSDB no governo".
Apesar de demonstrar descontentamento, Leonel Pavan tratou de manter o suspense ao afirmar que a tríplice ainda pode ocorrer. "É um começo", disse. "Mas vou fazer o que o partido determinar."
O caso vem gerando muita repercussão, pois em reunião realizada no começo do mês com José Serra em São Paulo, teria ficado acertado que os tucanos apoiariam um candidato em consenso no grupo. Mas tanto o peemedebista como o senador democrata Raimundo Colombo não abriram mão da cabeça de chapa. "Aquilo que propusemos em São Paulo valeu até o dia em que ouvi do próprio Eduardo que ele havia comunicado ao DEM que não haveria hipótese nenhuma de recuar em sua candidatura", afirmou Pavan. "Como não haveria mais como compor, nós do PSDB partimos para costurar alianças".
De fato, o PSDB começou a articular diálogos com outras legendas como forma de viabilizar a candidatura de Pavan. A indecisão chegou a tal ponto que na última sexta-feira, o governador ofereceu uma vaga de vice ao PMDB. A oferta foi qualificada como "piada" pelo então pré-candidato Eduardo Pinho. Dois dias depois, ele anunciou sua decisão de retirada de candidatura ao lado de líderes do DEM.
Democratas, tucanos e peemedebistas vinham negociando a continuidade de uma aliança, sem sucesso, há várias semanas. A união entre PSDB, PMDB e PP foi a grande responsável pela reeleição de Luiz Henrique da Silveira em 2006. A chapa teve ainda Pavan como vice e o democrata Raimundo Colombo para o Senado.
A chamada tríplice aliança gera uma série de consequências tanto na esfera estadual quanto nacional. A principal condição imposta pelo DEM catarinense para coligações é o "apoio incondicional" à candidatura de José Serra à presidência. O anúncio feito por Moreira causou indignação por ter sido realizado sem consentimento da Executiva, um dia após a convenção nacional que homologou o peemedebista Michel Temer como vice de Dilma Roussef (PT).
Mais do que isso, o recuo uniu lideranças de PT e PSDB na desconfiança com relação aos peemedebistas. "Quem vai querer sentar com o Moreira para conversar depois de tudo isso?", indagou um deputado do PSDB.
Líderes do PT chegaram a afirmar que a decisão não "muda o cenário" e que o partido vai buscar os votos de "descontentes" do PMDB. "E não são poucos", disse o presidente petista José Fritsch.

Inscrições aberta para o Programa Milton Santos
Fonte: Jornal da Educação
O Ministério da Educação recebe até 11 de julho as inscrições dos alunos das instituições de ensino superior que participam do Programa Estudante-Convênio de Graduação candidatos ao Programa Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior (Promisaes).
A inscrição deve ser feita pela internet na página do Ministério da Educação, através do Sistema de Informação e Gestão de Projetos. O Promisaes oferece aos estudantes latino-americanos e africanos, matriculados em universidades federais brasileiras, auxílio financeiro mensal no valor de um salário mínimo (R$ 510,00), que será pago de julho de 2010 a junho de 2011.
 
Câmara: Votação no Plenário sobre  projeto sobre banda larga nas escolas
Fonte: Jornal da Educação
Acontece na terça-feira (15) às 18h30, a votação para o Projeto de Lei 1481/07 sobre banda larga nas escolas que permite o uso de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) em serviços como a internet.
O Ministério das Comunicações irá definir anualmente a parcela dos recursos do Fust que será aplicada para o alcance dessa meta. Cabe ao Ministério das Comunicações formular as políticas, as diretrizes gerais e as prioridades que orientarão as aplicações do Fust e definir os programas, projetos e atividades financiados com recursos do fundo. A oposição é contra o projeto, pois considera que falta clareza sobre a escolha dos programas a serem financiados com dinheiro do Fust por meio de licitação.
O projeto deverá estar disponível em todas as escolas públicas até o final de 2013.

Estudo aponta crescimento do número de doutores no Brasil 
Fonte: Jornal da Educação
Os consultores Eduardo Baumgratz Viotti (Universidade de Brasília) e Rosana Boeninger (Universidade de Campinas), do CGEE, apresentaram na quarta-feira (10) um estudo que mostra um crescimento de 278% no número de doutores titulados no Brasil, o que corresponde a uma taxa média de 11,9% de crescimento ao ano. O estudo foi realizado com cruzamentos de dados da Capes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e dos ministérios da Ciência e Tecnologia, do Trabalho e Emprego e da Previdência Social.
A conclusão revela taxas significativas de crescimento em todas as grandes áreas do conhecimento. Entre as que mais cresceram, destacam-se as ciências sociais aplicadas e as ciências humanas, que apresentaram crescimento de 14,8% e 13,6% em média ao ano. Entre as que cresceram abaixo da média, 11,9%, estão as áreas de ciências exatas e da terra. Além do aumento no número de titulados, o estudo apresenta a área da educação como a que mais emprega doutores no Brasil. De cada dez doutores, oito trabalham em educação.
Segundo os consultores, o grande destaque do estudo foi o desempenho da área multidisciplinar, que, teve um crescimento médio de titulados de 59,8%. Em 2008, 415 doutores foram titulados na área, representando 3,9% do total de titulados no ano. A conclusão do estudo do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), foi transformado na publicação "Doutores 2010: estudos da demografia da base técnico-científica brasileira".
 
Projetos pedagógicos para educação infantil são insuficientes
Fonte: Clipping Educacional Consae Portal IG Educação, 14/06/2010
Pesquisa do BID e MEC com escolas públicas de educação infantil mostra que resultados alcançaram o nível básico ou inadequado
Agência Brasil 
Uma proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada em 2009 traz um novo desafio educacional para o país: incluir na escola, até 2016, todas as crianças a partir dos 4 anos de idade. Mas, além da matrícula, será preciso um esforço ainda maior para garantir educação de qualidade a essa faixa etária. Pesquisa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Ministério da Educação (MEC) mostra que as creches e pré-escolas ainda contam com estrutura e projeto pedagógico insuficientes para garantir o pleno desenvolvimento desses alunos. O estudo foi divulgado nesta segunda-feira (15) em São Paulo durante o seminário Educação Infantil no Brasil: Avaliação Qualitativa e Quantitativa. Foram visitadas 150 escolas públicas de educação infantil (creche e pré-escola) em Belém, Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, Teresina e no Rio de Janeiro. Sete aspectos foram avaliados: espaço e mobiliário, rotinas de cuidado pessoal, linguagem e raciocínio, atividades, interação, estrutura do programa e pais e equipe. Em todas as áreas, os resultados alcançaram o nível básico ou inadequado.
Para cada um dos quesitos foi atribuída uma nota de 0 a 10 dentro de uma escala divida em níveis: inadequado (1 a 3), básico (3 a 5), adequado (5 a 7), bom (7 a 8,5) e excelente (8,5 a 10). A nota mais alta foi obtida na avaliação sobre os processos de interação entre adultos e crianças: 5,6. A secretária de Educação Básica   do MEC, Maria do Pilar Lacerda, avalia que os resultados preocupam, mas já eram esperados. Ela ressalta que somente na última década a pré-escola e a creche deixaram de ser administradas pelas secretarias de Assistência Social e passaram a ser vistas como um serviço da área de educação.
“A gente não pode perder a perspectiva histórica. É um movimento ainda muito novo”, afirma. O especialista em educação do BID, Marcelo Perez, concorda com essa explicação. “Esse é um setor ainda em busca de identidade”, acredita. As atividades desenvolvidas com as crianças e a estrutura da programação em sala de aula foram os aspectos tiveram nota abaixo de 3 (inadequados). Em relação às atividades, são consideradas, por exemplo, a disponibilidade de materiais para trabalhar a coordenação motora dos alunos, como quebra-cabeça e jogos de encaixe, a existência de atividades relacionadas à música, a presença de brincadeiras de faz de conta e o uso adequado da TV ou do vídeo.
O quesito estrutura do programa observou o ritmo da programação diária das turmas, incluindo como se organizam as rotinas de cuidados pessoais e as atividades livres e em grupo. Essa programação diária não deve ser extremamente rígida e nem “demasiadamente flexível”, sem planejamento. A nota obtida foi 2,5. Apesar do quadro, Pilar defende que já   está sendo feito um “grande esforço” por parte dos municípios e do governo federal para tornar a creche e a pré-escola um serviço, de fato, da educação. “O maior sinalizador disso é o Fundeb [Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica]. Ele sinaliza que temos uma política consistente de educação infantil”, aponta. Criado em 2007, o fundo passou a financiar também as matrículas da educação, substituindo o antigo Fundef, que só garantia verbas para o ensino fundamental.
No MEC, a principal ação para ampliar as matrículas nessa etapa do ensino é o programa Proinfância, que constrói centros de educação infantil nos municípios. Segundo Pilar, 1,7 mil escolas já estão em construção, 200 delas prontas. "Mas não pode ser qualquer educação infantil, tem que ser com qualidade. Nós já estamos com políticas que induzem a ampliação com qualidade e esse é um investimento alto", diz. Marcelo Perez defende que é muito importante dar ao setor "a identidade" da qual ele precisa. Essa "falta de identidade" está por exemplo na formação dos professores que não são capacitados para trabalhar especificamente com essa faixa etária, mas recebem uma formação generalista. “Na sala de aula a disposição das mesas e a metodologia são quase as mesmas utilizadas para uma turma do 1° ano do ensino fundamental. É preciso dar características próprias a esse nível. Isso precisa ser construído”, destaca Perez. 

Brasil aplica US$ 164 bi nos EUA
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:29 hs. 
16/06/2010 - País é o quinto maior financiador da dívida norte-americana. Total de títulos representa mais de 65% das reservas internacionais.
Gabriel Caprioli
Mesmo com a queda de US$ 5 bilhões (2,95%) na aplicação em papéis da dívida dos Estados Unidos nos quatro primeiros meses do ano, o Brasil se manteve, com US$ 164,3 bilhões, na quinta colocação entre os países com maior estoque de títulos norte-americanos, conforme ranking divulgado ontem pelo Tesouro dos EUA. Essa posição foi conquistada graças ao aumento consistente das reservas internacionais brasileiras, política conduzida pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. O título de maior credor dos EUA está com a China, que, no mesmo período, incrementou o seu estoque de papéis em 0,6%, para US$ 900,2 bilhões, o maior valor desde novembro de 2009.
Segundo técnicos do governo, o recuo das aplicações brasileiras decorreu, basicamente, de fatores de mercado. Com a crise europeia e a onda de incertezas, muitos investidores correram em busca de proteção dos títulos do Tesouro norte-americano, o que derrubou os preços dos papéis. “Foi mais uma questão contábil. O interesse do Brasil de financiar os Estados Unidos continua firme”, disse um dos técnicos. Atualmente, mais de 65% do total das reservas internacionais do país estão aplicados em títulos dos EUA.
Para Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor da Área Externa do BC, a diminuição do estoque brasileiro de títulos norte-americanos não deve ser vista apenas como uma questão contábil. A seu ver, muito provavelmente, houve uma diversificação maior das reservas internacionais em função das turbulências globais. “O cenário de incerteza pode ser uma boa hora para diminuir a concentração de recursos em uma só aplicação. É um bom momento para recorrer a outras moedas e até mesmo a títulos soberanos de outros países”, disse.
Opção pelo ouro
Apesar de serem considerados ativos mais seguros, os papéis norte-americanos carregam hoje, segundo Freitas, um risco que não existia até 2008. “O dólar passou a ser uma incerteza e virou um grande ponto de interrogação”, destacou o economista, que estima desvalorização da moeda dos EUA em relação a outras. Ele acrescentou que uma opção para abrir o leque de investimentos das reservas é a compra de ouro. O metal costuma ser considerado uma boa forma de proteção em tempos de crise e registrou valorização de 16% nos primeiros cinco meses do ano.
Entre os dez países que encabeçam a lista dos maiores credores norte-americanos, apenas o Brasil e a Rússia reduziram suas posições durante o ano. O estoque de títulos em poder da Rússia encolheu US$ 11 bilhões entre janeiro e abril. O Reino Unido e o Canadá, em contrapartida, foram os que mais reforçaram suas carteiras no período: US$ 30 bilhões e US$ 27 bilhões, respectivamente.
BOLSA SOBE 1,43% E DÓLAR CAI 0,83%
Em dia de estreia do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul, o volume de negócios na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) minguou. A maior parte das operações foi fechada antes das 15 horas, a tempo de os investidores assistirem ao jogo contra a Coreia do Norte. O Ibovespa, que mede as ações mais negociadas, pouco se mexeu depois do fim da vitória brasileira e encerrou a terça-feira nos 64.442 pontos, com alta de 1,43%. Foi o nível mais alto desde 13 de maio passado. O movimento financeiro somou R$ 3,7 bilhões, o menor do mês. Em junho, a Bolsa acumula ganho de 2,21%. Já o dólar fechou abaixo de R$ 1,80 pela primeira vez em um mês, cotado a R$ 1,793 (-0,83%).
Alimentos mais caros
Roma — O Brasil, ao lado de China, Rússia, Índia e Ucrânia, vai liderar a produção de alimentos na próxima década, segundo um informe conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) divulgado ontem. De acordo com o estudo Perspectivas Agrícolas, o Brasil será o produtor agrícola de mais rápido crescimento entre 2010 e 2019, com uma expansão superior a 40%. Ucrânia (29%) e Rússia (26%) também terão um aumento elevado da produção.
O documento aponta para um crescimento da produção agrícola mundial mais lento durante a próxima década em comparação com os últimos dez anos e calcula que os preços médios dos alimentos subirão entre 2010 e 2019, reforçando a preocupação com o aumento do número de pessoas com fome no mundo. Os países emergentes também terão uma fatia maior do consumo e comércio em commodities agrícolas, mesmo que enfrentando entraves à exportação de produtos lácteos e grãos, exceto o arroz.
Os biocombustíveis devem ter influência sobre a demanda e os preços nos próximos anos. A FAO e a OCDE estimam que a produção de etanol alcançará 159 bilhões de litros em 2019, alta de 110% em relação à média de 2007-2009. Até 2019, quase 35% da produção de cana e 13% da de grãos para ração em todo o mundo serão destinadas ao etanol, contra 20% e 9% em 2007-2009. 
Fonte: Correio Brasiliense 

A Copa do Mundo é nossa       
Fonte: Revista Mercado Brasil
Escrito por Genielli Rodrigues    
O Estado se projeta para captar investimentos do Mundial de 2014
"A Copa do Mundo é nossa, com brasileiros não há quem possa”. Este verso, que remete a conquista do Mundial de 1958, nunca foi tão atual. Depois de cinco décadas de espera o País se prepara, de todas as formas, para sediar um dos eventos mais importantes do mundo. Mais do que um acontecimento esportivo o Mundial é um evento econômico. Segundo pesquisa encomendada pelo Ministério do Esporte, o impacto da Copa de 2014 na economia brasileira vai trazer benefícios que vão além da construção de novos estádios de futebol. Devem circular R$ 183 bilhões entre recursos investidos e gerados, direta e indiretamente. Santa Catarina não será uma das sedes, mas isso não quer dizer que ficará de fora, pelo contrário. Conheça as principais iniciativas catarinenses para faturar uma fatia do bolo da Copa do Mundo 2014.
SC chefia projeto
O potencial catarinense no desenvolvimento de novas tecnologias, aliado a demanda que a Copa trará, faz do segmento de TI um dos carros-chefes do Estado para o Mundial. Prova disso, é o fato de Santa Catarina ser a cabeça pensante do projeto nacional “Copa 2014 Bis” – nome que associa a Copa ao invento do brasileiro Santos Dumont.
O projeto já inicia da Copa do Mundo da África do Sul, com um espaço em Joanesburgo reservado para apresentar o Brasil. O projeto é patrocinado pela Financiadora de Estudos e Projetos – Finep – e será coordenado pela Fundação Certi – Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras e com o apoio da PUC do Rio de Janeiro.
O coordenador do programa, José Eduardo Fiates, explica que inicialmente, o Copa 2014 Bis vai desenvolver sete potenciais projetos nas áreas de convergência digital, energias renováveis, interatividade e Internet. “O objetivo é criar uma grande vitrine tecnológica brasileira, passando a imagem de um País moderno e inovador para surpreender o mundo”, ostenta.
Entre os projetos catarinenses dentro do Copa 2014 Bis estão games interativos relacionados ao futebol, como mesa de botão interativa, outra mesa para testar o conhecimento sobre a história das Copas do Mundo e jogos relacionados à botânica brasileira. Esses games já estarão expostos no estande brasileiro na África do Sul.
Nessa fase inicial, os valores gastos serão de R$ 3 milhões, que prevê o desenvolvimento dos projetos e a exposição no Mundial de 2010. Até 2014 deve-se investir mais R$ 3 milhões em tecnologia.
Construções gerenciadas
A iniciativa privada também vislumbra a TI como um dos grandes filões para a Copa. Exemplo são as verticais da Associação Catarinense de Tecnologia – Acate –, em Florianópolis, SC, que está focando os mercados das cidades-sedes para fornecer softwares de segurança e gestão na construção civil.
Com os investimentos em infraestrutura e nos estádios de futebol, Softplan/Poligraph aposta todas as fichas no Sienge, sistema de gestão empresarial voltado para a indústria da construção civil. O software atende a todos os processos, desde análise de viabilidade até relações entre clientes, fornecedores, bancos e corretores.
De acordo com o sócio-diretor da Softplan/Poligraph, Carlos Augusto de Matos, a estratégia é divulgar o produto com maior ênfase nas cidades-sedes, com participações em feiras, representantes nesses grandes centros, atuações de marketing como anúncios em mídias locais. Somente esse ano, a meta de investimentos em publicidade é de R$ 500 mil. Quatro anos antes, a desenvolvedora já vendeu em torno de 30%, comparando janeiro com abril de 2010. “Isso apenas com investimentos iniciais nas cidades que serão sede da Copa do Mundo. O grosso ainda está por vir”, antecipa.
Mundial seguro
A preocupação com a segurança na Copa já foi lançada aos quatro ventos. De olho nesse mercado estão as empresas Segware, Seventh, Spherical, Intelbras, Automatiza, CS e Contronics. Câmeras, sensores, alarmes, monitoramento a distância, são exemplos da tecnologia da vertical de segurança criada pela Acate.
Entre as empresas destaca-se a Segware, que desenvolve um
software capaz de interagir com vários equipamentos e interfaces, com relação ao monitoramento de alarmes. O diretor da Segware, Luiz Henrique Bonatti, acredita que o setor vem em crescente expansão e deve ser incrementado com os eventos esportivos. “Queremos mostrar ao mundo que desenvolvemos tecnologia de ponta. Somos capazes de competir com grandes players do mercado internacional”, opina. A Segware ainda não traçou uma meta de investimentos e também estuda o planejamento para o
crescimento com a Copa.
Ainda em 2010
A fabricante de produtos de higiene pessoal, Cottonbaby, de Florianópolis, criou uma nova embalagem para as suas hastes flexíveis. Os personagens da turminha da Cottonbaby vestiram a camiseta da seleção brasileira para fortalecer as vendas. Serão produzidos, no total, 2,2 milhões de cartuchos de embalagens. “Vamos entrar na carona do verde amarelo, isso ajuda muito na argumentação de venda. A população inteira vive isso durante um mês”, anuncia o diretor-comercial da Cottonbaby, Luciano Silveira. A empresa ainda não definiu a estratégia e o investimento para a Copa de 2014 e isso deve ser feito quando acabar o Mundial da África do Sul.
Brindes em alta
Quem nasceu de uma Copa do Mundo, não pode largá-la tão cedo. Esse é o caso da Fujiro Ecotêxtil, de Blumenau, SC. A empresa foi criada em 2005 para atender o mercado de brindes promocionais para a Copa de 2006, e acabou se firmando no cenário nacional.
Para o diretor da Fujiro Ecotêxtil, Bruno Sedrez, esse é o grande momento para aproveitar a manifestação de patriotismo dos brasileiros. “As empresas aproveitam o momento e focam em promoções institucionais, com brinde para os seus clientes e funcionários”, explica. A malharia prevê para 2014 investir, pelo menos, o dobro do que foi investido esse ano, que já ultrapassou os R$ 200 mil.
O que esperar
“As empresas aguardam o aumento nas vendas, o poder público o incremento na arrecadação e o torcedor, sem dúvida, o título”.  É  assim que o professor de marketing da Trevisan Escola de Negócios, João Paulo Lara de Figueira, explica qual o retorno esperado com o evento esportivo. 
O especialista confirma que existe uma grande diferença em sediar um evento desse porte ou ser um mero expectador. A Copa da África do Sul tem para o Brasil uma demanda tradicional: televisão, dvd, assinatura de tv a cabo, brindes, etc. Mas mesmo assim o marketing ganha um fôlego extra, já que “existe um assunto passional que mexe com as pessoas”. Já a Copa do Brasil, em 2014, vai movimentar praticamente toda a economia nacional. O Brasil vai fatalmente ter um aumento de demanda geral, sobretudo, em turismo, hotelaria, restaurante, infraestrutura e prestação de serviços.
Recentemente a Fifa enviou um comunicado que, em suma, transparecia a preocupação com o andamento das obras. João Paulo, que também é engenheiro civil e professor de logística, acredita que o País não está preparado para receber um evento desse porte. “Nossa infraestrutura já passou do limite, aeroportos serão um problema seríssimo, mas falta hotel, o transporte também é deficitário, a malha rodoviária está sucateada”, decreta. 
Sobre o legado que o Mundial trará, João Paulo espera que não seja o mesmo deixado pelo Jogos Pan-Americano, em 2007. “No Pan não vimos benefícios depois. Será um desafio fazer com que as obras da Copa gerem benefícios permanentes, se conseguir, isso seria um legado fantástico”.
Turismo catarinense
Nesse cenário, João Paulo orienta empresários catarinenses a investir no turismo. Além de estar próxima de duas cidades-sedes – Porto Alegre e Curitiba – Santa Catarina tem a fama de ser atraente para os turistas e “teoricamente, não deve ser difícil convencê-los”.
O Estado já está mexendo os pauzinhos. A Prefeitura de Florianópolis encaminhou à Confederação Brasileira de Futebol – CBF – um projeto sugerindo os locais onde a cidade pode acomodar as delegações e informações da capital como o principal destino turístico do Sul do País.
A intenção é hospedar pelo menos uma seleção de ponta, receber sua torcida e a imprensa internacional durante um período de 15 a 30 dias. Há a possibilidade de Florianópolis abrigar até mais de uma seleção o que geraria um fluxo de 30 a 50 mil turistas, formando uma mini alta-temporada em junho e julho, beneficiando toda a cadeia produtiva do turismo.
Brasil: canteiro de obras
O professor de Educação Física e coordenador de eventos e marketing da Secretaria Especial da Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, da Prefeitura do Rio, Fernando Sá Feire, concedeu uma entrevista exclusiva à Mercado Brasil, durante o Fórum Internacional de Esporte, que aconteceu mês passado em Florianópolis, SC. Ele, que também é especialista em gestão e negócios, falou sobre a preparação do País e as oportunidades que se abrirão.
Mercado Brasil O Brasil está preparado para receber a Copa do Mundo de 2014?
FSF O Brasil tem plenas condições de realizar a Copa do Mundo de 2014. Entretanto, ainda temos muito trabalho a fazer, tendo em vista a existência de problemas relacionados com a infraestrutura urbana, além da necessidade de avanços nas áreas ambiental, turística e social. Pela primeira vez, há um perfeito entendimento entre os três níveis de governo e isto tem contribuído de forma decisiva para que tenhamos conseguido grandes progressos em nossas metas.
MB De qual maneira os empresários devem ficar atentos às oportunidades que ela vai oferecer?
FSF O nosso País, até 2016, será um grande canteiro de obras. Todos os processos licitatórios das mais diversas áreas estarão disponíveis nas publicações dos diários oficiais. Muitos empregos serão gerados em função destas oportunidades.
MB A Fifa já veio a público para criticar o andamento das obras brasileiras. Há o que se preocupar?
FSF Não há com o que se preocupar. A assessoria do Ministro Orlando Silva informou que todo o cronograma de obras será cum
prido. Há trâmites burocráticos que envolvem as liberações de verbas governamentais que não podem ser deixados de lado.
MB Qual será o legado que a Copa deixará, tanto para o esporte como para a economia?
FSF Em todas as modificações pelas quais o País terá de passar, haverá a necessidade de um planejamento estratégico voltado para o aproveitamento sustentável em diversos setores. Caso contrário corre-se o risco de que equipamentos como os que foram construídos em Atenas, transformem-se em “elefantes brancos”. Em função das exigências tanto da Fifa quanto do COI, transformações ocorrerão nas áreas de transporte, meio ambiente, social, cultural e outras, todas com reflexos positivos para a economia do País.
NÚMEROS PREVISTOS:
- 710 mil novos postos de trabalho
- 330 mil empregos permanentes
- R$ 33 bilhões de investimento em infraestrutura
- 3,1 milhões de turistas nacionais
- 600 mil turistas estrangeiros

Recurso administrativo suspende prazo de prescrição em cobrança fiscal
Fonte: OAB/SC Notícias
O prazo de cinco anos para prescrição de créditos tributários só começa a contar após o julgamento final, pela Administração Pública, do recurso administrativo que tenha sido apresentado pelo contribuinte. Esse entendimento foi reafirmado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao decidir recurso especial da empresa Confecções Princesa Catarina contra a fazenda pública do estado de São Paulo.
Autuada pelo Fisco paulista em 1986, por fatos geradores ocorridos no período de 1983 a 1985, a empresa entrou com recurso administrativo, que só foi julgado seis anos e nove meses depois, em 1993. A fazenda pública ainda levou mais dois anos para iniciar o processo judicial de cobrança dos tributos. O juiz de primeira instância reconheceu que o estado perdera o direito de cobrar a dívida, por decurso do prazo legal, mas essa decisão foi reformada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em recurso especial ao STJ, a empresa insistiu na tese de prescrição dos créditos tributários.
O ministro Luiz Fux, relator do recurso na Primeira Turma do STJ, considerou o auto de infração lavrado em 1993 “procedimento apto à constituição do crédito tributário”, o que evitou a decadência do direito do Fisco. A partir daí, seria contado o prazo de cinco anos para a prescrição, caso a fazenda pública ficasse inerte, mas a jurisprudência do STJ considera que esse prazo não corre enquanto houver recurso administrativo pendente de decisão.
“Somente a partir da data em que o contribuinte é notificado do resultado do recurso é que tem início a contagem do prazo de prescrição previsto no artigo 174 do Código Tributário Nacional”, afirmou Luiz Fux. Por essa razão, em decisão unânime, a Primeira Turma acompanhou o voto do relator e negou provimento ao recurso da empresa.
Fonte: Superior Tribunal de Justiça

Atualize-se
Fonte: Diário Catarinense, 16/06/2010
Muito mais do que abrir os livros, vestibulando esperto tem de abrir os olhos. A capa do Vestibular desta semana traz dicas de assuntos de atualidades que o professor Borret acredita que possam ser cobrados nas provas deste ano. Fique ligado, então!
O Vestibular segue o mês de edições especiais com quatro páginas dedicas às Atualidades. Na capa desta edição, você confere algumas dicas de assuntos que podem aparecer nas provas. Como foi na semana passada, as duas páginas centrais são dedicadas a um simulado desenvolvido por um professor. As questões são somatórias, como na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Então acompanhe a programação do mês aí abaixo e bons estudos.
- Os 50 anos de Brasília. Em 21 de abril de 1960, o presidente Juscelino Kubitschek, conhecido como JK, inaugurava a nova capital do Brasil. É importante lembrarmos que o país ainda teve outras duas capitais: Salvador (1549 - 1763) e Rio de Janeiro (1763 - 1960). Brasília foi uma promessa de campanha feita pelo candidato Juscelino.
- Em ano de Copa do Mundo, importante lembrarmos dos 40 anos do tri brasileiro, no México, e a conjuntura vivida pelo Brasil. Estávamos em plena ditadura militar, o presidente Médici governava com mão de ferro a nação e o Milagre Econômico apontava para um crescimento sem precedentes na história do Brasil. Vale destacar, também, o combate à guerrilha urbana e rural.
- Da invasão holandesa e a posterior presença inglesa, a África do Sul viveu após a Segunda Guerra Mundial um dos regimes racistas mais longos e violentos que a humanidade já conheceu, o Apartheid, termo que significa “separação”, em africâner, língua falada na África do Sul. Este regime foi adotado logo após o término da Segunda Guerra Mundial e segregou os brancos dos demais povos que habitavam o país. Foi abolido pelo então presidente Frederick De Klerk após pressão internacional. Seu primeiro presidente negro foi Nelson Mandela, eleito em 1994.
- Depois da queda do Muro de Berlim, um dos temas mais comentados pelas bancas de vestibulares passados, este ano estamos lembrando os 20 anos da reunificação da Alemanha, ocorrida no dia 3 de outubro de 1990. A liderança deste importante fato histórico foi do chanceler alemão Helmut Koll. Na verdade, com a crise do bloco socialista, o que se viu foi a incorporação da Alemanha Oriental (socialista) pela Alemanha Ocidental (capitalista), também chamadas, respectivamente, de República Democrática da Alemanha e República Federal da Alemanha.

Vestibulando e antenado
Fonte: Diário Catarinense, 16/06/2010
Enfiar a cabeça nos livros não é mais receita garantida para aprovação no vestibular. Os assuntos de atualidades estão cada vez mais presentes nas questões de provas. Então a dica é ficar antenado em jornais, revistas, telejornais, sites. Vale tudo para estar por dentro do que acontece por aí. Para ajudar, o professor André Peron, titular da seção “Essa Pode Cair” preparou um simulado com assuntos que podem ser cobrados este ano. As respostas estão no rodapé das páginas. Boa sorte!
Questão 1
Sobre globalização e o atual momento de expansão do capitalismo no mundo, assinale o que for correto:
01. A globalização está para o capitalismo informacional assim como o colonialismo esteve para a sua etapa comercial ou o imperialismo, para o final da fase industrial e início da fase financeira.
02. Com a globalização, ocorre atualmente a inclusão de todos os povos e países no processo de desenvolvimento, o que gera a extinção dos chamados espaços desiguais no sistema econômico mundial.
04. Para a globalização, interessa a eliminação de qualquer barreira ou entrave que impeça a livre circulação de mercadorias, função que é desempenhada pelos blocos econômicos internacionais.
08. Uma das consequências da globalização é que os países se tornam dependentes uns dos outros, de tal forma que os países considerados subdesenvolvidos não conseguem mais resolver seus problemas internos sem o aval de países considerados desenvolvidos.
16. A globalização é marcada, basicamente, pela mundialização da produção, da circulação e do consumo; ou seja, de todo o ciclo de reprodução do capital.
Questão 2
Sobre cidades e espaços urbanos, assinale o que for correto.
01. Rede urbana: sistema de relações que envolvem fluxos de pessoas, de mercadorias, de serviços e de informações.
02. Conurbação: o mesmo que conturbação da ordem pública, tendo como exemplo mais recente as ocupações de terrenos, casas e prédios por parte das populações sem-teto.
04. Área metropolitana: conjunto formado pela metrópole e pelas cidades vizinhas.
08. Função urbana: funções sociais, econômicas ou políticas desempenhadas por uma cidade e que a caracterizam.
16. Sítio urbano: espaço rural que circunda as cidades, sendo utilizado para a produção de alimentos e para a expansão do espaço urbano.
Questão 3
Considere as afirmações corretas sobre a África Sub-Saariana e as consequências deixadas pela expansão comercial europeia na África.
01. Um dos motivos que justificam os conflitos violentos, nessa parte do continente, é o da necessidade de controle dos recursos minerais aí abundantes.
02. A violência e a impunidade aí presentes representam desrespeito à Declaração dos Direitos Humanos e às Leis Internacionais sobre Refugiados.
04. A África Sub-Saariana vem sofrendo limitações no desenvolvimento de sua produção local, devido ao fato de estar fora das prioridades dos mercados mundiais.
08. Desorganização e regressão das atividades produtivas, cujos efeitos são sentidos até os dias atuais
16. eliminação das fronteiras artificiais
32. instituição do racismo amparado por lei, na África do Sul.
Questão 4
Assinale a(s) alternativa(s) que, corretamente, correspondem às marcas e consequências do atual momento econômico brasileiro:
01. O país passa por intenso processo de modernização que atinge, principalmente, suas atividades agrícolas e industriais.
02. Um dos maiores problemas da sociedade brasileira é a extrema desigualdade na distribuição da renda nacional, que se apresenta bastante concentrada.
04. A modernização da agricultura agravou a concentração da estrutura fundiária e aumentou os índices de desemprego no meio rural.
08. Juros altos e elevados índices de inflação são problemas que comprometem o poder de compra dos trabalhadores e levam à insatisfação popular.
16. Com as exportações em baixa e as importações em alta, a balança comercial brasileira apresenta-se desequilibrada, levando o país a recorrer a empréstimos externos cada vez mais elevados para compensar o déficit público.
Questão 5
Sobre os indicadores PIB (Produto Interno Bruto), IPH (Índice de Privação Humana) e IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), aplicados à população brasileira, assinale o que for correto.
01. O PIB per capita de um país é obtido dividindo-se o total da renda nacional pelo número de habitantes que compõe a população ativa (trabalhadora).
02. O IPH, indicado por meio de valores que variam de 0 a 5, expressa a parcela da população submetida a fortes privações. É, como diversos outros indicadores, aplicado sem alteração de critérios, tanto a países desenvolvidos como aos subdesenvolvidos.
04. Apesar da importância econômica do Brasil na América Latina, o IPH brasileiro indica que a incidência de privações da sua população é maior do que em vários países latino-americanos, como, por exemplo, o Paraguai, a Colômbia e a Venezuela.
08. O IDH varia de 0 a 10, sendo que, quanto mais próximo de 10, mais alto será o nível de desenvolvimento do país, ou da unidade (estado, cidade, região) considerada.
16. O IDH é determinado com base em três indicadores: a expectativa de vida, o nível de instrução e o PIB per capita. No caso brasileiro, em virtude das diferenças regionais, o IDH não reflete adequadamente as condições existentes em todo o país.
Questão 6
A ONU (Organização das Nações Unidas) desenvolve importantes ações no mundo todo, por meio dos organismos que a compõem. Assinale a(s) alternativa(s) que, corretamente, correspondem aos órgãos da ONU e respectivas funções.
01. FMI (Fundo Monetário Internacional): empréstimos a países em dificuldades com sua balança de pagamentos.
02. BIRD (Banco Internacional de Recursos ao Desenvolvimento Florestal): preservação do meio ambiente, proteção à flora e à fauna.
04. FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura): incentivo ao desenvolvimento agrícola.
08. OMS (Organização Mundial de Saúde): melhoria dos serviços de saúde pública.
16. OMC (Organização Mundial do Café): proteção ao comércio, industrialização e consumo do café.

Estágio: cai valor da bolsa-auxílio
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:35 hs. 
15/06/2010 - Uma pesquisa do Núcleo Brasileiro de Estágio revela que o valor de uma bolsa-auxílio paga ao estagiário no país, gira em torno de R$ 683,33.
A pesquisa levou em conta a remuneração de 16.328 estudantes do ensino médio, tecnólogo e superior. Apesar da queda 3,2% na média recebida pelo estagiário, em relação ao ano passado, quando ainda não vigorava a lei que reduziu a jornada diária para seis horas, a gerente de treinamento do NUBE, Carmem Alonso, comemora explicando que redução da bolsa-auxílio poderia ser maior.
A pesquisa do NUBE revelou ainda o ranking dos cursos que oferecem melhor remuneração aos estagiários. Em nível superior, engenharia está no topo da lista, pagando, em média, R$1.022 ao estudante. Relações internacionais vem logo atrás oferecendo, cerca de, R$ 1,008, por seis horas de estágio.
Segundo dados do MEC, há no Brasil mais de 5 milhões de estudantes matriculados no ensino superior e de acordo com a associação brasileira de estágio, apenas 900 mil conseguem estagiar, o que equivale a 12% do total. Para a gerente de treinamento do NUBE, Carmem Alonso, isso ocorre pela falta de preparo do candidato à vaga.
Para conseguir uma boa colocação é importante o estudante realizar uma pesquisa básica sobre a empresa na qual quer se candidatar, além de estar informado sobre aspectos da economia e atualidade. A comunicação, a postura ética e a apresentação pessoal também devem ser observadas na hora de encarar uma entrevista, conforme explica Carmem Alonso.
A pesquisa completa sobre valores pagos aos estagiários do brasil pode ser vista no site do NUBE www.nube.com.br, Lá, os estudantes podem realizar ainda cadastro gratuito para concorrer a milhares de oportunidades oferecidas mensalmente.
NUBE – Núcleo Brasileiro de Estágios 
Fonte: NUBE 

No Ceará, Haddad lembra vantagens de alfabetizar crianças na idade certa
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:06 hs. 
15/06/2010 - Fortaleza – O ministro da Educação, Fernando Haddad, participou nesta segunda-feira, 14, da cerimônia de entrega do Prêmio Escola Nota 10 a 150 escolas públicas do Ceará. Essas instituições obtiveram nota máxima de proficiência e de participação na avaliação do Índice de Desempenho da Escola (IDI-Alfa), que mede a aprendizagem dos alunos do segundo ano do ensino fundamental usando a escala da Provinha Brasil.
O programa, que mede a alfabetização de crianças que completam o segundo ano do ensino fundamental, divulgou nesta segunda-feira os resultados de sua segunda edição, realizada em 2009. O desempenho médio dos alunos foi de 142,5 pontos, superior aos 118,9 pontos de 2007. Para 2010, o objetivo é alcançar o índice considerado desejável, de 150 pontos. O índice deste ano (142,5) é considerado suficiente.
O ministro elogiou a iniciativa de corrigir as deficiências de alfabetização na idade certa. “Se você detecta um problema aos seis, sete anos, é muito mais fácil corrigir as deficiências nessa idade.”
Em 2009, 88% dos estudantes dos municípios cearenses obtiveram a avaliação entre o desejável e o suficiente. O programa utiliza a escala de pontuação da Provinha Brasil aplicada pelo MEC. Em 2007, apenas 39,9% dos estudantes estavam alfabetizados ao completar o segundo ano do ensino fundamental. Esse percentual subiu para 56% em 2009.
Profissionalizante – Sobre a educação profissionalizante, o ministro disse que de apenas cinco escolas de educação profissional existentes até 2002, o estado passará a ter 18 campi do Instituto Federal até o final deste ano. E que o investimento do Ceará, em parceria com o programa Brasil Profissionalizado do ministério, vai elevar o número de escolas técnicas estaduais a 124 até o final de 2010, criando 60 mil vagas para o ensino profissional no Ceará.
Ainda hoje, o ministro faz uma visita ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará e à Universidade Federal do Ceará.
Assessoria de Comunicação Social 
Fonte: MEC 

MEC fechará curso de medicina da Unisa
Fonte: Folha de São Paulo, 16/06/2010 - São Paulo SP
Decisão suspende o ingresso de novos alunos no curso, um dos mais tradicionais de ensino médico no país. Ministério diz que instituição não cumpriu acordo para sanar deficiências; reitoria informa que recorrerá
CLÁUDIA COLLUCCI DE SÃO PAULO 
Começou o processo de desativação do curso de medicina da Unisa (Universidade de Santo Amaro), uma das mais tradicionais entidades privadas de ensino médico do país, fundada em 1968. A decisão do Ministério da Educação, publicada ontem no "Diário Oficial da União", suspende o ingresso de novos alunos; quem já está fazendo o curso na universidade poderá concluí-lo. A Unisa informa que irá recorrer da medida. Entre os ex-alunos famosos do curso está o cardiologista Roberto Kalil, médico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos candidatos à Presidência Dilma Rousseff e José Serra, que se formou na universidade em 1985. Hoje, o curso tem 480 alunos, que pagam mensalidades de R$ 3.424. Na avaliação do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) de 2007, seu conceito  foi 3, considerado mediano. A crise na Unisa se acirrou no final de 2008, quando 50 dos 150 docentes do curso de medicina foram demitidos. Em seguida, alegando falta de condições de trabalho e ensino gerada pelas demissões, cerca de 70 residentes paralisaram o atendimento no Hospital do Grajaú e no Hospital Escola Wladimir Arruda, que funciona como hospital de ensino da Unisa.
"SURPREENDIDA" - No início do ano passado, uma vistoria do Cremesp (Conselho Regional de Medicina) concluiu que havia deficit de preceptores -supervisores de residentes- em todas as clínicas, "com evidentes prejuízos à formação de internos e residentes". Segundo a Sesu (Secretaria de Educação Superior), no final de maio de 2009, foi assinado um termo em que a instituição se comprometia a sanar até o final  dezembro vários problemas que afetavam a qualidade do ensino.
O acordo previa, entre outros, aumento do total de docentes, plano de capacitação dos professores, ampliação de laboratórios e atualização do acervo bibliográfico. Neste ano, informa a Sesu, a comissão do MEC fez nova avaliação do curso e concluiu que a Unisa não cumpriu "satisfatoriamente" o acordo; por isso, iniciou-se o processo de desativação. "Há possibilidade da ocorrência de lesão irreparável ou de difícil reparação ao direito da coletividade representada pelos alunos e possíveis ingressantes no curso", diz trecho da portaria. Em nota, a reitoria da Unisa informa ter sido "surpreendida" pela decisão e que recorrerá tão logo receba a nota técnica do MEC. 

Ensino na mira - MEC reduz vagas de Medicina da Ulbra
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:20 hs. 
16/06/2010 - A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) terá de reduzir para 80 o número de vagas anuais em seus vestibulares de Medicina. A medida foi publicada ontem no Diário Oficial da União, com base no não cumprimento de 100% das melhorias pedidas à Ulbra pelo Ministério da Educação (MEC) em 2008.
É a segunda vez que o número de vagas é reduzido na universidade. Em dezembro de 2008, decisão idêntica solicitou a diminuição de 70 para 65 o número de alunos ingressantes por semestre. A universidade de Canoas tinha 20 ações para cumprir no acordo feito há dois anos, segundo o diretor-geral de Ensino da Ulbra, Airton Pozo Mattos:
– Nós cumprimos, mas a avaliação do MEC é de que as medidas não foram cumpridas 100%.
A qualidade do ensino de Medicina em 17 universidades brasileiras está na mira do MEC desde 2008. Essas instituições receberam notas entre um e dois no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) cujo resultado foi divulgado no mesmo ano. A nota da Ulbra foi dois.
Fonte: Jornal Zero Hora - RS 

Estudante da área rural poderá ter bicicleta para ir à escola
Fonte: Clipping Educacional Consae - Correio Braziliense, 15/06/2010 - Brasília DF
Ascom MEC 
Estudantes da educação básica pública de áreas rurais terão, ainda neste ano, mais um apoio para chegar à escola. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) iniciou nesta segunda-feira, 14, pregão eletrônico para compra de bicicletas escolares. Estados e municípios poderão aderir a uma ata de registro de preços e usar recursos próprios ou de emendas parlamentares. A expectativa é de que sejam adquiridos cerca de 350 mil veículos no   primeiro ano de vigência da ata. Segundo o diretor de administração e tecnologia do FNDE, José Carlos Wanderley Dias de Freitas, os alunos poderão dar suas primeiras pedaladas para a escola já a partir de outubro. “O registro de preços deve estar disponível para adesão até o final deste mês, mas temos de acrescentar ainda o prazo de produção e entrega das bicicletas, que é de 80 dias, dependendo da localidade demandante e da quantidade solicitada”, afirma Freitas. De propriedade das  prefeituras ou dos governos estaduais, as bicicletas ficarão de posse dos alunos enquanto estiverem matriculados na rede de ensino. Caberá à diretoria de cada escola exercer o controle desse bem mais de perto. Lances – Empresas fabricantes interessadas em fornecer as bicicletas devem acessar o portal Comprasnet e formular seus lances. As vencedoras comporão a ata de registro de preços do pregão eletrônico. 

Políticos e educação
Fonte: Clipping Educacional Consae - Diário Catarinense, 16/06/2010 - Florianópolis SC
José Zinder 
A poucos meses das eleições, o que se observa, infelizmente, é uma apatia geral que assola a população. Mas isso não ocorre por acaso. É inegável que a política passa por um forte desgaste nos últimos anos. É compreensível, embora lamentável, que as pessoas considerem os políticos todos iguais, ou que nenhum presta, haja vista a cansativa propaganda eleitoral gratuita. A penúria de ideias e a falta de consistência programática clamam aos céus. Não há hoje, seguramente, eleitor que possa tomar suas decisões com absoluta clareza de espírito, tal a obscuridade e a dissonância das declarações dos candidatos.
O fato é que os eleitores, de todos  os níveis, estão empanturrados de promessas não cumpridas. Um exemplo: não há sequer um único candidato que deixe de incluir a educação como prioridade da sua ação, tanto no Legislativo quanto no Executivo. A tragédia da educação brasileira é um tema tão batido que todos incluem o resgate do ensino como a meta mais importante. Assim como ontem, a nova ordem se limita a repetir vícios antigos. Promessas, promessas e mais promessas. Vale assinalar que mesmo aqueles raros políticos que fizeram valer algo pela educação o fizeram de forma equivocada. Desde a década de 1930, para não irmos muito além, as políticas oficiais da educação trataram de formar,   prioritariamente, mão de obra. Essa visão getulista do trabalhismo ainda está presente em muitas das cabeças coroadas da República. Ora, os tempos mudaram.
Não basta que todos, como manda a Constituição, tenham direito à escola e sejam jogados no mercado de trabalho na tentativa de sobreviver. É preciso eliminar o anacronismo que representa essa visão simplória de educação que a maioria dos políticos cultiva. Precisamos formar cérebros, cidadãos que tenham capacidade de gerenciar seus próprios negócios e possam gerar riquezas. O desafio está posto para toda a sociedade. 

Reimaginação Acadêmica – os requisitos essenciais
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:48 hs. 
16/06/2010 - A reimaginação acadêmica é fator determinante para que as instituições de ensino superior possam continuar a crescer e se manter no mercado. Além de alguns quesitos necessários para as atividades-fim como: carga horária, tempo duração de curso, atividades complementares, estágio supervisionado etc., reimaginar academicamente exige dos gestores três requisitos:
1º. Comunicação adequada;
2º. Coordenação do processo de reimaginação;
3º. Compromisso de todos no processo de mudança.
Para que estes requisitos possam ser colocados em prática e com a menor complicação possível, é importante lembrar que:
a) É preciso atender e entender o aluno como cliente;
b) Busca permanente do lucro/superávit - ter uma obsessão por redução de custos;
c) Acreditar na mudança, pois ela é inexorável, ela independe de nós, ela está na sala de aula, está na diretoria e no pátio da escola;
d) Esta é a grande questão do processo, não fazer reimagiação de faz-de-conta, o processo precisa ser transparente, o aluno precisa saber que todo este processo será benéfico a ele.
Afastar o estigma de que toda ação praticada dentro de uma instituição pauta-se apenas na redução de custos é um desafio para os gestores.
Acreditar que o futuro está na inovação, isto é, na diferenciação do que é praticado hoje, é um começo para que possamos enfrentar as dificuldades na implantação dessas inovações.
Os alunos precisam descobrir que a inovação acadêmica, no ensino aprendizagem, nada mais é do que a continuação de seus costumes externos.
As mudanças acontecem também para se adequar ao ritmo da sociedade em que vivemos, e o aluno deverá ser o principal precursor dessa mudança, pois ele vem de uma geração onde as mudanças acontecem mais rapidamente e sua adaptação é muito mais rápida do que de outras gerações.
Enfim, para que o processo de reimaginação acadêmica ocorra normalmente sem problemas com representantes de alunos, sindicatos etc, é importante que o projeto esteja pautado na maior transparência possível e para isso, trabalhar a equipe de divulgação internamente na IES, é fator determinante para que o aluno - cliente conheça os seus benefícios a serem ofertados.
A IES que possui uma equipe comprometida e envolvida com o processo dificilmente terá sua implantação prejudicada.
Fonte: CM Consultoria