29/06/2010
AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Esclarecemos que as matérias veiculadas não representam, necessariamente, a opinião da Associação.
Caso não queira mais recebê-lo responda esta mensagem inserindo no campo "Assunto" a palavra: REMOVER.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa

Professor é uma profissão confiável segundo pesquisa Internacional realizada no Brasil

Processos do INEP que ensejam o pagamento de Auxílio de Avaliação Educacional (AAE)

Divulgado Abertura de Formulário Eletrônico

Brasil e Uruguai se unem par expandir educação técnica e profissional

Sai lista de selecionados em 2ª chamada pelo SiSU

Candidato pode conferir a relação dos aprovados na segunda chamada

Plano nacional que envolve educação pode ser aprovado em 2011


Fernando Haddad pretende pedir julgamento da ação contra o ProUni

Empresa deve contratar aprendizes nos percentuais definidos em lei

Crise no Ensino Médio

Primeiras peças do jogo

Partidos que ainda esperam coligações

PP: as surpresas

O diferencial

Governo lança pacote hoje

Prorrogação do prazo para regularização ENADE até o dia 30 de junho

Reabertura no período de 29 e 30 de junho para postagem do Relatório de Autoavaliação Institucional

Brasil Alfabetizado – Adesão de estados e municípios deve ser feita até 4 de julho

Linguistas defendem que aulas de inglês não são valorizadas no Brasil

EUA apostam em escolas privadas para salvar educação pública

Acórdão: Medicina Legal em curso de Direito

Ensino a distância ajuda deficientes

Executivos brasileiros são tão competitivos quanto estrangeiros, revela pesquisa

OAB vai lutar para que o Judiciário não derrube a recente lei da Ficha Limpa

Pedido de horas extras e diferença salarial negado a vigilante do Banco do Brasil

Classe C desperta interesse das grandes

Pobre e desigual

Justiça impede ingresso de aluna na Universidade de Brasília

SP estuda incentivo para incluir deficiente

Disciplina Ciências Sociais tem destaque no Brasil

Skaf propõe ensino pago na USP


Assembleia lança sistema de acompanhamento de proposições

Grande Florianópolis encerra audiências do Orçamento

Professor é uma profissão confiável segundo pesquisa Internacional realizada no Brasil
Fonte: Jornal da Educação 
Em março de 2010, foi realizada uma pesquisa com 18,8 mil pessoas de 17 paises, sendo mil entrevistados brasileiros. A pesquisa conduzida pelo grupo alemão GfK, analisou  a credibilidade de 20 categorias profissionais e buscou avaliar os índices de confiabilidade de cada profissão. 
O resultado mostrou que professores do ensino fundamental e médio estão em terceiro lugar na categoria de profissão confiável.
Na classificação de 2009, a profissão dos professores tinham índice de 81% de confiabilidade e na pesquisa de 2010 realizada em março, permaneceu no terceiro lugar mas, com índice de 87% segundo ranking nacional.

Processos do INEP que ensejam o pagamento de Auxílio de Avaliação Educacional (AAE)
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA Nº 844, DE 25 DE JUNHO DE 2010
Dispõe sobre os processos do INEP que ensejam o pagamento de Auxílio de Avaliação Educacional (AAE).
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, na Lei 11.507, de 20 de julho de 2007 e no Decreto nº 6.092, de 24 de abril de 2007, alterado pelo Decreto nº 7.114, de 19 de fevereiro de 2010, resolve:
Art. 1° O pagamento do Auxílio de Avaliação Educacional, instituído pela Lei nº 11.507, de 20 de julho de 2007 e regulamentado pelo Decreto nº 6.092, de 24 de abril de 2007, seguirá, no âmbito do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, o disposto nesta portaria.
Art. 2º O Auxílio de Avaliação Educacional - AAE, noâmbito do INEP, é devido ao servidor ou colaborador eventual que, em decorrência do exercício da docência ou pesquisa no ensino básico ou superior, público ou privado, participe, em caráter eventual, de processo de avaliação da educação básica, superior e de proficiência em temas específicos.
Art. 3º Os processos de avaliação educacional do INEP que ensejam pagamento de AAE são:
I. Processos no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES;
II. Avaliações da Educação Básica e de Jovens e Adultos;
III. Avaliações de docentes;
IV. Avaliações de proficiência em temas específicos;
Parágrafo único. No âmbito de cada processo de avaliação educacional do INEP, ensejam pagamento de AAE as seguintes atividades:
I. Visitas de avaliação in loco de instituições e cursos de graduação, inclusive à distância;
II. Organização, divulgação e utilização estatística das informações produzidas nos processos de avaliação educacional do INEP;
III. Participação em sessão de Comissão de Especialistas, ou sessão de colegiado;
IV. Participação em oficinas de elaboração ou preparação de itens;
V. Participação em comissões técnicas de especialistas que visam subsidiar os processos avaliativos;
VI. Elaboração de itens de exames e questionários para avaliação de estudantes e professores da educação básica, estudantes do ensino superior e avaliação de proficiência;
VII. Revisão linguística de exames e questionários para avaliação de estudantes e professores da educação básica, estudantes do ensino superior e avaliação de proficiência;
VIII. Revisão técnico-pedagógica de exames e questionários para avaliação de estudantes e professores da educação básica, estudantes do ensino superior e avaliação de proficiência;
IX. Correção de itens de provas discursivas, de redação ou de provas práticas para avaliação de estudantes e professores da educação básica, estudantes do ensino superior e avaliação de proficiência;
X. Elaboração de estudos, análises estatísticas ou relatórios científicos de avaliação.
Art. 4º O detalhamento das atividades que compõem cada processo de avaliação educacional do INEP, descritos no art. 3°, Parágrafo único, será objeto de portaria do Presidente do INEP.
Art. 5º Fica revogada a Portaria nº 231, de 03 de março de 2010.
Art. 6° Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
FERNANDO HADDAD
(DOU nº 122, terça-feira, 29 de junho de 2010, Seção 1, página 5)
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00012010062900005

Divulgado Abertura de Formulário Eletrônico
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:39 hs. 
26/06/2010 - Abertura de Formulário Eletrônico – Reconhecimento de Cursos Superiores de Tecnologia.
Período para preenchimento do Formulário Eletrônico: 28/06/2010 a 13/07/2010.
Fonte: Portal Inep 
Relação das IES: http://www.ilape.com.br/conlegis/20100620205357abertura_formulario_eletronico_avaliacao_institucional_externa_18_06_2010.pdf

Brasil e Uruguai se unem par expandir educação técnica e profissional
Fonte: Jornal da Educação
Uma experiência piloto vai unir uma escola brasileira e outra uruguaia em prol da expansão da educação profissional. A primeira será na fronteira de Santana do Livramento (RS) e Rivera. Outros nove estados vão criar unidades binacionais para atender, com cursos técnicos presenciais e a distância, brasileiros e estrangeiros. As aulas em Santana do Livramento e Rivera vão começar no segundo semestre deste ano. No lado brasileiro, serão duas turmas do curso técnico em informática para internet. Do lado uruguaio, será oferecido curso técnico em controle ambiental, sob a coordenação da Universidade do Trabalho do Uruguai (UTU).
“Conhecimento não tem fronteira. Com este projeto estamos dando mais um passo para consolidar a integração latino-americana”, afirmou o secretário de educação profissional do Ministério da Educação, Eliezer Pacheco. As parcerias serão criadas a partir dos institutos federais de ensino.

Sai lista de selecionados em 2ª chamada pelo SiSU
Fonte: Jornal A Notícia, 28/06/2010
O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje, a partir das 8 horas, a lista dos selecionados em segunda chamada pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU) no www.mec.gov.br. Os selecionados deverão fazer a matrícula nas instituições de ensino, na quinta e na sexta-feira. A relação dos documentos necessários pode ser consultada no boletim individual ou nas universidades. Após o período de matrícula, ainda está prevista uma terceira chamada, no dia 8 de julho, se ainda houver vagas disponíveis.

Candidato pode conferir a relação dos aprovados na segunda chamada
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:44 hs. 
28/06/2010 - Os candidatos a vagas na segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) podem conferir nesta segunda-feira, 28, a relação dos aprovados, pela internet. Os estudantes selecionados terão a quinta-feira, 1º de julho, e a sexta-feira, 2, para comparecer à instituição de ensino para a qual foram selecionados e confirmar o interesse na vaga ao fazer a matrícula.
A relação dos documentos necessários para a matrícula pode ser consultada no boletim individual, a partir desta segunda-feira, ou nas instituições de ensino. Encerrado o prazo de matrículas, caso ainda haja vagas, será feita uma terceira chamada, em 8 de julho.
Participaram do processo de seleção para as vagas oferecidas no segundo semestre 15 universidades federais, duas estaduais, 17 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e um centro federal de educação tecnológica (Cefet).
O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação para seleção de estudantes por instituições públicas de educação superior. Essa seleção tem como base a nota obtida pelo candidato no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2009.
Assessoria de Imprensa da Sesu
Confira a relação dos aprovados
http://sisualuno.mec.gov.br/ 
Fonte: MEC

Plano nacional que envolve educação pode ser aprovado em 2011
Fonte: Jornal da Educação
O governo federal pode aprovar, em 2011, um plano nacional com políticas voltadas para crianças de zero a seis anos, em áreas como educação, saúde e assistência social.
O Plano Nacional de Políticas para Primeira Infância começou a ser elaborado em 2007 pela Rede Nacional Primeira Infância e foi submetido na quinta-feira (24) a uma avaliação do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e deve ser encaminhado em julho à Presidência da República.
O Plano prevê universalizar a educação infantil para as crianças entre 4 e 5 anos até 2016 e ampliar em 40% o número de matrículas para as de até três anos. Planeja assegurar que todos os municípios tenham um Plano Municipal de Educação e todas as instituições de educação infantil formulem projetos pedagógicos.
Se aprovado, o documento vai exigir que somente professores graduados em pedagogia ou áreas relacionadas lecionem na educação infantil.

Fernando Haddad pretende pedir julgamento da ação contra o ProUni
Fonte: Jornal da Educação
O ministro da Educação, Fernando Haddad, pretende fazer visita nos próximos dias aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para que julguem ação contra o ProUni. Em pauta, o julgamento da ação direta de inconstitucionalidade (Adi) proposta pelo partido político Democratas, em outubro de 2004, contra o Programa Universidade para Todos (ProUni), criado naquele ano, com seleção dos primeiros estudantes em 2005.
Em abril de 2008, o relator da ação, ministro Carlos Ayres Brito, ao levar o voto ao plenário do STF, julgou a ação improcedente. No entanto, o ministro Joaquim Barbosa pediu vista do processo, o que sustou o julgamento.
Preocupado com as mais de 700 mil bolsas em instituições particulares de ensino Haddad quer o julgamento o mais brevemente possível.

Empresa deve contratar aprendizes nos percentuais definidos em lei
Fonte: TRT 3ª Região
A Turma Recursal de Juiz de Fora manteve a decisão de 1º Grau que negou o pedido veiculado no mandado de segurança impetrado pela empresa contra ato de um fiscal do Trabalho que a notificou para contratar aprendizes nos percentuais previstos no artigo 429, da CLT, incluindo a função de operador de empilhadeira.
Conforme esclareceu o juiz convocado Fernando Antônio Viégas Peixoto, pelo contrato de aprendizagem, definido pelo artigo 428, da CLT, o empregador se compromete a assegurar ao maior de 14 e menor de 24 anos inscrito em programa de aprendizagem, formação técnico-profissional. Já o artigo 429, também da CLT, determina que os estabelecimentos de qualquer natureza contratem empregados aprendizes em número equivalente a 5%, no mínimo, e 15%, no máximo, dos trabalhadores com formação profissional. Por outro lado, o artigo 14, do Decreto Regulamentador 5.598/2005 dispensa dessa contratação as microempresas e empresas de pequeno porte, além das entidades sem fins lucrativos que tenham como fim a educação profissional.
A questão, segundo do relator, é saber quais as funções que demandam formação profissional e que sirvam de base de cálculo para o preenchimento da quota de aprendizes. O Decreto 5.598/2005 define que não se incluem nessas funções aquelas que, para o seu exercício, apresentem como condição habilitação profissional de nível técnico ou superior. O Ministério do Trabalho editou uma norma determinando que, para o cálculo do número de menores aprendizes, deverá ser considerado o número total dos empregados que necessitam de formação profissional, excluindo as funções desenvolvidas em ambientes que comprometam a formação moral, insalubres ou periculosos, que exijam habilitação profissional de nível técnico ou superior ou requeira licença ou autorização. Também são excluídas as funções objeto de contrato por prazo determinado e as de gerência ou de confiança.
O magistrado ressaltou que somente podem ser excluídas do cálculo as exceções estabelecidas pelo Ministério do Trabalho. No caso, a própria legislação já prevê a exclusão das funções para as quais não se pode contratar menor aprendiz, sendo irrelevante, então, o argumento da reclamada quanto à impossibilidade de contratação de menores para a função de operador de empilhadeira. Além disso, a empresa pode contratar aprendizes para essa função, desde que habilitados e com idade entre 18 e 24 anos, visando ao preenchimento da cota estabelecida no artigo 429, da CLT. "Como já mencionado não há nenhuma vedação constitucional ao exercício de qualquer atividade aos aprendizes com idade entre 18 e 24 anos, de conformidade, com o artigo 7º, inciso XXXIII da CF"- esclareceu. Como a empresa não demonstrou que a conduta do Auditor Fiscal foi abusiva e, ainda, pelo fato de esse profissional não ter feito qualquer ressalva quanto ao trabalhado realizado nas dependências do estabelecimento colocar em risco a integridade de menores aprendizes, a Turma manteve a obrigação de a empresa contratar três menores para compor os seus quadros.

Crise no Ensino Médio
Fonte: Jornal da Educação
"A crise de audiência do Ensino Médio" foi tema de encontro promovido na quarta-feira (23),  pelo Movimento Todos Pela Educação  em parceria com o Instituto Unibanco.
A discussão revelou que apenas 48% dos jovens de 15 a 17 anos  estão no Ensino Médio. Na faixa dos 17 aos 24 anos, 70% não freqüentam a escola e só 13% estão no Ensino Superior.
Ente os fatores que impossibilitam os jovens de estudarem estão a necessidade de trabalhar, pobreza familiar e a dificuldade de compatibilizar trabalho e estudo.
O diretor de Concepções e Orientações Curriculares para a Educação Básica do MEC, Carlos Artexes, reconheceu que há uma "crise do Ensino Médio" e que há uma interdependência entre as questões educacionais, políticas, sociais e econômicas.

Primeiras peças do jogo
Fonte: Diário Catarinense, 28/06/2010
Angela e Colombo confirmados como candidatos ao governo Sob a ameaça de intervenção, PMDB indica o vice do DEM Decisão final sobre alianças só na quarta, último dia de convenções
O PP confirmou Angela Amin e o PMDB decidiu não ter nome ao governo e indicar o vice de Raimundo Colombo, homologado pelo DEM. As convenções do fim de semana definiram duas peças do quadro pré-eleitoral catarinense, mas o eleitor só terá um panorama completo sobre as candidaturas em Santa Catarina na quarta-feira. Quando acaba o prazo para as convenções partidárias.
O PMDB do grupo do ex-governador Luiz Henrique foi o vitorioso da convenção peemedebista de sábado. Por 288 votos, o partido decidiu coligar com o DEM e não ter candidatura própria ao governo, pela primeira vez desde 1982.
Para o Senado, a indicação de Luiz Henrique foi aprovada com 249 votos. Paulo Afonso Vieira, também ex-governador, recebeu 171. Eduardo Pinho Moreira foi indicado vice de Colombo.
– Temos uma convenção triste, acanhada. Todo mundo fica fingindo que está tudo bem, mas nosso PMDB está sangrando, sem candidato ao governo – discursou Valdir Colatto, pela bancada federal.
– Acredito na reedição da polialiança, que nos dará a certeza de uma grande vitória – disse Jorge Bornhausen no encontro do DEM, simultâneo.
O PP confirmou Angela Amin ao governo e deixoiu os outros cargos em aberto, de olho em alianças com PT e PDT. Esperidião Amin está na lista para deputado federal, mas a convenção deixou aberta a possibilidade de candidatura ao Senado em caso de disputa com chapa pura.
Colaboraram Mayara Rinaldi e Natália Viana
cristina.vieira@diario.com.br
CRISTINA VIEIRA

Partidos que ainda esperam coligações
Fonte: Diário Catarinense, 28/06/2010
As convenções do fim de semana definiram candidaturas, mas também deixaram vagas em aberto para o fechamento de alianças. As principais dúvidas cercam o PT, PDT e PSDB, que têm relação com o PP, DEM e PMDB.
O PDT ainda não decidiu quem deverá apoiar ao governo. O presidente Manoel Dias defende uma tríplice aliança "do lado de cá". Ele se refere à coligação entre PT, PDT e PP. Com a confirmação das candidaturas tanto de Ideli Salvatti quanto de Angela Amin, o PDT terá de fazer uma escolha.
Dias disse, ontem, que a executiva nacional do partido é que vai dar a palavra final, em reuniões marcadas para hoje e amanhã. Pesa sobre a decisão, segundo ele, a prioridade de um palanque que apoie Dilma Rousseff à Presidência da República no Estado e o objetivo do partido em chegar a 50 deputados federais no país.
O PP deixou claro que quer o PDT e, para isso, ofereceu o cargo de vice de Angela e acordos para o Senado e para a nominata à Câmara dos Deputados. Mas Angela ainda não declarou o apoio a Dilma. Na convenção, os pepistas abriram, por cerca de 10 minutos, o microfone a Manoel Dias.
– O jeito de você fazer política, Angela, e o seu zelo pelo dinheiro público influencia positivamente na decisão – disse o pedetista.
O PT também quer o PDT na vaga de vice. Apesar de dizer que a candidatura de Ideli está consolidada, ainda são grandes as especulações de que o o partido pode abrir mão do governo para uma aliança com o PP.
Como deixaram vagas em aberto, as convenções realizadas no final de semana aprovaram a autorização às executivas estaduais de cada partido para que decidam sobre as nominatas.

PP: as surpresas
Fonte: Diário Catarinense, 28/06/2010
O PMDB realizou sua convenção confirmando as previsões. Por maioria, decidiu aprovar a tríplice aliança com o DEM e o PSDB. Mas saiu estraçalhado, com feridas profundas que levarão tempo para cicatrizar. Seus dois principais líderes, Luiz Henrique e Eduardo Moreira, saíram fragilizados, alvejados por acusações ofensivas de vários correligionários. Somados os votos dos convencionais ausentes, que não compareceram para não convalidar o acordo com o DEM, àqueles atribuídos ao ex-governador Paulo Afonso, totaliza numa tendência majoritária do PMDB contra a desistência de Eduardo Moreira e apoio a Colombo. E, como destacou o vice-presidente João Matos, ao comparar o final melancólico da convenção com um “velório”, uma reação contundente e inédita decorrente mais da forma como tudo aconteceu.
O DEM realizou uma convenção burocrática. Sem empolgação, com os seus líderes cumprindo a legislação. Compareceram, votaram, discursaram e retornaram a seus municípios. Para uma coligação que se apresenta como a mais forte, mais estruturada, com mais densidade política e mais perspectiva de poder, um termômetro esquisito. Com algo de muito estranho.
O PDT surpreendeu positivamente. Foi o que teve a presença mais ilustre, com a vinda de seu presidente nacional, Carlos Lupi. Veio, deu o recado e se mandou para Brasília. Deu o recado, não; enquadrou o PDT, com a delegação de poderes à executiva nacional para decidir, nesta terça-feira, se apoia Angela ou Ideli. Como o PP nada decidiu sobre o apoio a Dilma, o PDT pode se unir ao PT, para não dar tempo de TV e enfraquecer o PP. Mesmo que a maioria dos convencionais do PDT tenha sido pelo PP.

O diferencial
Fonte: Diário Catarinense, 28/06/2010
Os fatos mais inesperados, contudo, aconteceram ontem, na convenção estadual do PP. A primeira fotografia dos que chegaram na hora exata da abertura dos trabalhos produziu cenas que se repetiriam durante três horas: salão do Clube 12 de Agosto superlotado, frisas totalmente ocupadas, muita gente nas áreas externas, um número incontável de faixas e cartazes, a animada bandinha do Amor à Arte e empolgação impressionante. Entusiasmo que predominou antes, durante e depois de quase todos os discursos. E que não desapareceu nem quando faltou energia elétrica, por cerca de 45 minutos.
O Partido Progressista não realizou uma convenção tão arrebatadora nem nos áureos tempos em que exercia o poder. Motivação causada pela ausência de governo, nos últimos sete anos, foi a primeira explicação. Unidade e energia provocadas pela liderança de Angela Amin nas pesquisas foi a segunda interpretação. Outras leituras tentaram esclarecer o fenômeno político.
Destacou-se a convenção progressista por outros fatores. Um deles, a expressiva presença das mulheres, muitas ativas, outras eufóricas, mas todas dando um brilho raro nestes eventos partidários. Outro, o tom familiar percorrendo todo o enredo da convenção. Dos pais da candidata na primeira fila, os filhos na plateia com os correligionários e muitos casais com filhos. E a apoteose gerada pela exibição de um vídeo com depoimentos de amigos, colaboradores humildes, assessores e familiares, dando um caráter sentimental ao encontro.
O PP foi o único que estourou foguetório antes e depois do discurso da candidata. Talvez por ter sido, também, o único movido pela inquestionável unidade, com direito a tanta festa e comemoração.

Governo lança pacote hoje
Fonte: Diário Catarinense, 28/06/2010
Compra de livros didáticos, de literatura e de obras para pesquisa, criação de cursos técnicos e implantação de programa para alfabetização de adultos que não sabem ler e escrever são as principais medidas do pacote de educação que o governo do Estado lança hoje, às 11h.
O anúncio será durante um seminário no CentroSul, em Florianópolis, que deve reunir 1,4 mil diretores, gestores, gerentes, supervisores e técnicos de escolas públicas catarinenses. De acordo com a Secretaria de Educação, serão investidos cerca de R$ 195 milhões – R$ 142 milhões do governo federal e R$ 53 milhões bancados pelo Estado.
No lançamento do pacote será anunciado o resultado da licitação para a compra de 454 mil livros de literatura e 341 mil didáticos. O governo estadual também pretende comprar 12 coleções de obras para pesquisa a serem encaminhadas para as bibliotecas das 1.350 escolas públicas de Santa Catarina.
O plano prevê também a licitação para aquisição de 43 mil livros para 198 escolas técnicas. A Secretaria de Educação pretende criar 50 cursos de ensino médio e técnico. Serão anunciadas, ainda, medidas para alunos portadores de necessidades especiais. Haverá distribuição de 6,6 mil pares de óculos e 100 cadeiras de rodas.

Prorrogação do prazo para regularização ENADE até o dia 30 de junho
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
PORTARIA NORMATIVA Nº 17, DE 24 DE JUNHO DE 2010
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e na Portaria no 2.051, de 9 de julho de 2004, que regulamenta os procedimentos de avaliação do SINAES, resolve:
Art. 1o Fica prorrogado até o dia 30 de junho de 2010 o término do prazo estabelecido no §2º do Art. 7º da Portaria Normativa nº 5, de 22 de fevereiro de 2010.
Art. 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
FERNANDO HADDAD

Reabertura no período de 29 e 30 de junho para postagem do Relatório de Autoavaliação Institucional
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutronic
PORTARIA Nº 833, DE 24 DE JUNHO DE 2010
Reabre prazo estabelecido pelo Artigo 6º da Portaria no 821, de 24 de agosto de 2009, para postagem de Relatórios de Auto Avaliação Institucional no Sistema e-Mec.
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições, tendo em vista a Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, considerando os problemas técnicos ocorridos no Sistema e-Mec, em 31 de março de 2010, e a decisão da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - CONAES, aprovada em Reunião
Ordinária, de 17 de maio de 2010, resolve:
Art. 1° Reabrir o Sistema e-Mec, no período de 29 a 30 de junho de 2010, para postagem, pelas Instituições de Educação Superior, do Relatório de Autoavaliação Institucional, referente ao ano de 2009.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
FERNANDO HADDAD

Brasil Alfabetizado – Adesão de estados e municípios deve ser feita até 4 de julho
Fonte: Clipping Educacional Consae - Correio Braziliense, 25/06/2010 - Brasília DF
Ascom MEC 
Estados e municípios têm prazo até 4 de julho para aderir ao Programa Brasil Alfabetizado e informar ao Ministério da Educação as metas de alfabetização de jovens e adultos em 2010. A expectativa do MEC é alcançar 1.450 parceiros e matricular 2,2 milhões de adultos e jovens com mais de 15 anos. De acordo com Mauro Silva, coordenador de alfabetização da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC, até esta sexta-feira, 25, foram registradas 1.392 adesões — 23 estados, o Distrito Federal e 1.368  municípios. Nos planos plurianuais de alfabetização (PPAlfa), estados e Distrito Federal informaram que a meta é matricular 1,4 milhão de pessoas e os municípios, 700 mil. Ainda não aderiram ao programa os estados de São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.
O mapa das adesões, explica Mauro Silva, traz duas situações que preocupam. Em 266 municípios, o cadastro foi iniciado, mas ainda não foram preenchidas as informações sobre número de alfabetizadores, coordenadores de   turmas e de alunos a serem matriculados em 2010. Esses gestores, diz Silva, precisam apressar a inclusão de dados e completá-los até 4 de julho. A outra situação diz respeito a municípios prioritários do programa Brasil Alfabetizado que ainda não manifestaram interesse em participar dessa edição — municípios prioritários são aqueles que, no censo demográfico de 2000, registram taxa de analfabetismo superior a 25% da população jovem e adulta. Dos 1.928 prioritários, 86% estão na região Nordeste e 14% pertencem a Acre, Tocantins e Pará. 

Linguistas defendem que aulas de inglês não são valorizadas no Brasil
Fonte: Clipping Educacional Consae - Correio Braziliense, 25/06/2010 - Brasília DF
Em seminário de Linguística Aplicada, professores afirmam que ensino do idioma em cursinhos interfere no aprendizado
Agência UnB 
O aprendizado do inglês no Brasil passa quase sempre pelos cursinhos especializados. A crença de que as escolas regulares – com destaque para as públicas – não podem cumprir esse papel, foi criticada pelos professores que participaram nesta quinta-feira do Seminário de Linguística Aplicada na Universidade de Brasília. Para a linguista Ana Maria Barcelos, da Universidade Federal de Viçosa, esta e outras crenças têm a capacidade de afetar o processo de ensino e aprendizagem. A pesquisadora explicou que existe entre professores e alunos uma ideia negativa sobre o ensino de línguas em escolas públicas, em especial o inglês. “O mais interessante é que os alunos de escolas públicas têm bastante interesse de aprender inglês”, conta. Os alunos de escolas particulares também não estão livres desse preconceito: a maioria prefere procurar cursinhos fora para a consolidação do idioma. A pesquisadora considera que essa  posição é cômoda e que deveria haver uma pressão maior da sociedade pela melhoria do ensino de línguas. “A sociedade deveria cobrar uma maior qualidade das aulas, afinal é um recurso que eles já têm”, defende.
A pesquisadora defende o aumento da carga horária de inglês nas salas de aula. Segundo ela a disciplina é vista nas escolas com desdém. Para ela, não existe uma preocupação real pela formação do aluno nesse contexto. “O início das discussões em seminários como esse já é um ponto positivo, mas seria necessário um movimento mais político para mudar essa situação”, afirma. CRENÇAS - A pesquisa sobre as crenças no campo da linguística faz parte do estudo da Linguística Aplicada, que é a ciência do uso da língua no seu contexto real de uso. “Nesse sentido entra a questão do ensino e aprendizagem que é muito importante no nosso país”, explica a linguista Mariney Conceição,  coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da UnB e organizadora do seminário.
A pesquisa em crenças tem menos de 20 anos no Brasil. “Em compensação é um campo que cresce bastante, já existem mais de 100 dissertações sobre o assunto, afirma Barcelos. O seminário contou ainda com a participação de Ana Maria Zilles, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, do Rio Grande do Sul. Zilles exibiu o documentário “O Livro de Walachai”, de Rejane Zilles, sobre comunidade bilíngue de origem alemã. A pesquisadora criticou a falta de atenção dada pelo estado aos idiomas falados por essas comunidades. “Apesar de ser um traço cultural marcante, elas não são alfabetizadas na língua alemã”. Zilles defende que deveria haver uma discussão maior sobre a inclusão do ensino dessas línguas nas escolas dessas populações. 

EUA apostam em escolas privadas para salvar educação pública
Fonte: Clipping Educacional consae - Folha de São Paulo, 26/06/2010 - São Paulo SP
Aumenta no país financiamento público de colégios particulares que atendem alunos de graça. As "charters schools" cresceram 289% em 10 anos; modelo causa polêmica, pois eficácia não foi comprovada
ANTÔNIO GOIS ENVIADO ESPECIAL A NOVA YORK 
O auditório do Brooklyn College, em Nova York, com capacidade para 2.000 pessoas, estava lotado no fim de tarde de uma terça-feira de abril. Não havia apresentação de artista. O que atraía tanta gente ali era o sorteio de vagas gratuitas em uma rede de escolas privadas mantida com dinheiro público. O casal Eric e Rachael Thomas era mais um a esperar ansiosamente pelo anúncio dos contemplados. Ao ouvirem o nome do pequeno Elijah, os dois comemoraram como quem celebra um gol, uma cesta ou um ponto do time de coração. Ao lado, uma mãe chorava, desolada, por sua filha não ter sido chamada. "Tínhamos certeza que conseguiríamos. Eles [a rede de escolas Achievement First] foram a melhor coisa que aconteceu no Brooklyn nos últimos tempos", disse Rachael. As reações dos pais naquele auditório ajudam a entender por que uma parcela crescente da opinião pública norte-americana pressiona seus governos a aumentarem o financiamento público a escolas privadas. Esses estabelecimentos, conhecidos como "charters schools", representam apenas 4% do total de   escolas americanas, mas, nos últimos dez anos, cresceram 289%, saindo de 1.297 em 2000 para 5.043 neste ano.
LIBERDADE - As "charters schools" têm liberdade para organizar o currículo, estabelecer horários, aumentar ou encurtar o calendário letivo e contratar professores não sindicalizados, o que gera forte reação dos sindicatos. Em troca do financiamento público, atendem apenas alunos de graça, selecionados por sorteio, e precisam cumprir metas de qualidade. A aposta no modelos das "charters", no entanto, é polêmica nos EUA. Se há quem acredite que elas são uma solução para o criticado sistema público de ensino, outros são céticos em relação aos seus resultados e reclamam que trata-se de uma maneira de drenar recursos públicos para mãos privadas. As pesquisas de abrangência nacional sobre o tema são inconclusivas. Após consideradas todas as variáveis externas às escolas que influenciam no aprendizado dos alunos, não houve estudo que identificasse até o momento significativa diferença em favor das  "charters".
MAU USO - Além disso, começam a aparecer casos de mau uso dos recursos públicos ou baixo desempenho. Na cidade de Nova York, por exemplo, quatro delas (de um total de 99 atualmente) já foram fechadas por maus resultados. Uma reportagem do "New York Times" em maio trouxe também relatos de estabelecimentos processados por pagarem viagens turísticas a seus membros, ou salários milionários aos diretores. Mesmo assim, a expansão das "charters schools" continua a ser apoiada por governos em diferentes níveis. A estratégia fez parte da política educacional de George W. Bush, e continuou com Barack Obama. "Mesmo sem evidência de que as "charters" são melhores, há uma pressão forte dos pais por mais poder de escolha. Os ricos escolhem as escolas dos seus filhos. Os pobres querem o mesmo", afirma Henry Levin, pesquisador da Faculdade de Professores da Universidade Columbia. 

Acórdão: Medicina Legal em curso de Direito
Fonte: Vestibular Eletrônico Edutroni
DIÁRIO DA JUSTIÇA segunda-feira, 28 de junho de 2010
PROPOSIÇÃO 2008.18.02406-01. Origem: Conselho Seccional da OAB/Paraíba, Ofício nº 57/GP/08 – Conselho Seccional da OAB/Amazonas, Ofício OAB/AM-SG nº 154/2008 - Conselho Seccional da OAB/Maranhão, Ofício nº 031/2008-GP - Conselho Seccional da OAB/Distrito Federal, Ofício nº 0199/2008-GP - Conselho Seccional da OAB/Pernambuco. Associação Brasileira de Medicina Legal - ABML. Assunto: Proposta de inclusão da disciplina de Medicina Legal na grade curricular dos cursos de Direito. Relator: Conselheiro Federal Paulo Roberto de Gouvêa Medina (MG).
EMENTA Nº 15/2010/COP: Medicina Legal: ensino da disciplina nos cursos de Direito. Reconhecimento de sua importância. Recomendação que se postula a esse respeito para a qual, todavia, carece de competência o Conselho Federal da OAB. Idéia que merece apoio e divulgação, em seminários promovidos pela Comissão Nacional de Ensino Jurídico, com o fim de persuadir as instituições de ensino jurídico a acolhê-la. Acórdão: Vistos, relatados e discutidos os autos do processo em referência, acórdão os membros do Conselho Pleno do Conselho Federal da Ordem dos advogados do Brasil, por unanimidade, em acolher o voto do Relator, parte integrante deste. Brasília, 22 de junho de 2010. Ophir Cavalcante Junior, Presidente. Paulo Roberto de Gouvêa Medina, Conselheiro Relator.

Ensino a distância ajuda deficientes
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:22 hs. 
25/06/2010 - Entidades no Paraná possibilitaram que 11 pessoas conseguissem completar o ensino médio; experiência foi relatada no Senado
Carolina Stanisci - O Estado de S.Paulo
ESPECIAL PARA O ESTADO
Sem conseguir distinguir bem a luz do escuro desde que nasceu, o paranaense Amilton Castilho, de 44 anos, não concluiu os estudos na idade certa. Graças a um projeto de ensino a distância (EAD) para pessoas com deficiência, ele fez as provas na Secretaria de Educação do Paraná e vai conseguir o certificado de conclusão do ensino médio neste mês.
A iniciativa que capacitou Amilton e outras dez pessoas com deficiência para conseguir o diploma do ensino médio foi relatada na semana passada no Senado, em audiência pública sobre a importância do EAD na inclusão de pessoas com necessidades especiais.
A capacitação em Curitiba surgiu da união entre duas entidades: a Universidade Livre para Eficiência Humana (Unilehu), ONG que contribuiu com a experiência no trabalho de capacitação, e o Inteligência Educacional e Sistemas de Ensino (Iesde), que preparou o material didático para EAD. As aulas começaram em novembro.
Castilho e os colegas com deficiências - visual, auditiva, física e um aluno com paralisia cerebral - tiraram as dúvidas das disciplinas três vezes por semana, durante três horas, em aulas presenciais na Unilehu. Em casa, o trabalho foi mais pesado. Como tinham de chegar preparados, contavam com o material de apoio para estudar: vídeo-aulas, netbook adaptado, MP4 para ouvir aulas, DVDs, apostilas em braile ou com a fonte ampliada.
"Eu achava que era burro, mas as pessoas é que não sabiam me ensinar", concluiu Castilho. Como os colegas, ele terminou de fazer as provas do exame de certificação para jovens e adultos na Secretaria da Educação. Como os outros, passou em absolutamente tudo.
"Ficamos orgulhosos. Eles passaram até em matérias que temíamos, como química e física", conta a presidente da Unilehu, Andreia Koppe. Para ela, ajudou o material didático. Castilho, que trocou de escola três vezes, concorda: "O notebook é mais fácil que usar o braile. A gente digita e a tecla fala com a gente."
Tiago Ortega, de 20 anos, também se beneficiou com o material adaptado. Como não vê nada com o olho direito e tem 40% de visão no esquerdo, durante sua vida escolar sempre correu atrás do prejuízo, pois tudo o que recebia - provas, apostilas, livros - tinha de ser levado a uma ONG que aumentava a fonte da letra. Mudou de escola três vezes e sempre encontrava os mesmos problemas. Acabou abandonando a terceira escola no 2.º ano do ensino médio.
Está feliz por conseguir o diploma. "Foi muito bacana retornar à sala de aula. E acho que os professores também gostaram, eles nunca tinham dado aula para deficientes."
Preconceito. Gabriel Godinho, de 27, nunca sofreu para acompanhar as aulas. Seu problema era o preconceito dos colegas. Ele tem a mão direita paralisada, por falta de oxigênio durante o parto. "Estudei até o 1.º ano, mas tinha complexo de inferioridade. Quem é deficiente e passa pela exclusão nos colégios vê isso como oportunidade para crescer. A pessoa com deficiência não sabe a quem recorrer."
"Foi uma batalha. O ensino a distância depende da disciplina do aluno e de estudo fora da sala", diz Andreia. "A deficiência é complexa e o ensino a distância ajudou muito."
Maioria das pessoas com deficiência não chega ao superior
A maioria das pessoas com deficiência não chega à universidade. Segundo o Ministério da Educação, em 2008, apenas 11.880 estavam matriculados no ensino superior, 601 deles na modalidade a distância. Especialistas da área, porém, fazem ressalvas sobre o EAD no caso de pessoas com deficiência. Para o presidente da Associação de Assistência à Criança Deficiente, Eduardo de Almeida Carneiro, "a escola jamais se adaptará se as pessoas com deficiência forem embora". "Não podemos nos esquecer do que originou esse problema, que foi a falta de condição em sala de aula", afirma a procuradora da República Eugênia Favero, que atua na defesa dos direitos do cidadão. 
Fonte: O Estado de São Paulo 

Executivos brasileiros são tão competitivos quanto estrangeiros, revela pesquisa
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:37 hs. 
26/06/2010 - SÃO PAULO – Os executivos brasileiros não deixam nada a desejar ao serem comparados com os estrangeiros. Um estudo realizado pela FIA (Fundação Instituto de Administração) aponta que esses profissionais competem igualmente com os executivos de outros países.
“Avaliamos os profissionais com responsabilidades internacionais, a fim de destacar suas competências e trabalhar com os pontos a serem melhorados para que, com isso, sejam eficazes em suas funções, evitando aprenderem por tentativa e erro”, afirma o professor e pesquisador do Profuturo (Programa de Estudos do Futuro) da FIA, Alfredo Behrens.
Categorias avaliadas
Os executivos brasileiros apresentaram notas superiores à média internacional em três categorias avaliadas: capital intelectual, capital social e capital psicólogo.
No capital intelectual e social, a média internacional foi de 3,36 e 3,55, respectivamente. Entre os brasileiros, as médias foram 3,54 e 3,75, na ordem.
A menor diferença apresentada entre os executivos foi na avaliação do capital psicológico. Os profissionais do Brasil tiveram média de 4,02, contra 3,94 dos estrangeiros.
“Observamos, com estes resultados iniciais da pesquisa, que os executivos do MBA Internacional da FIA, avaliados no estudo, têm grande capacidade de integração social, o que é extremamente necessário em um líder regional e global”, diz Behrens.
Escassez de profissionais
O professor acrescenta ainda que, embora os executivos brasileiros apresentem médias iguais ou melhores do que os estrangeiros, faltam profissionais com essas qualificações no mercado nacional.
“Apesar de nossos executivos estarem preparados para funções globais, os números são pequenos diante da necessidade do País”, declara.
Para Behrens, a escassez de executivos com mentalidade global é um entrave ao desenvolvimento do Brasil. "Isso nos faz repensar em formas para suprir essa carência como mais cursos de curta e longa duração, abertura de vagas para executivos estrangeiros no País, dentre outras medidas”, finaliza.
Sobre a pesquisa
O estudo realizado pela FIA em parceria com a Thunderbird Global School of Management analisou 6624 executivos de 40 países. No Brasil, foram avaliados 235 profissionais.
Karla Santana Mamona 
Fonte: InfoMoney 

OAB vai lutar para que o Judiciário não derrube a recente lei da Ficha Limpa
Fonte: Conselho Federal da OAB
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, disse hoje (25) que a entidade vai brigar até o fim em todas as instâncias judiciais para garantir a aplicação da Lei Complementar nº 135/2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa."A OAB não abre mão da lei, que é a redenção da sociedade brasileira no que diz respeito à ética e início da reforma política esperada e postergada no Brasil".
Ele garantiu que se for argüida a inconstitucionalidade da nova lei, a OAB vai se posicionar em defesa que pode ser feita até no Supremo Tribunal Federal (STF). "A OAB encaminhou memoriais ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pode fazer a mesma coisa se a situação chegar ao Supremo", informou. Ophir garantiu que a entidade vai defender nos tribunais a constitucionalidade porque entende "que não se pode aplicar a lei pela metade". Ou a lei vale ou não", concluiu.

Pedido de horas extras e diferença salarial negado a vigilante do Banco do Brasil
Fonte: OAB/SC Notícias
A ação, movida por funcionário de empresa terceirizada de vigilância, pleiteava a responsabilidade subsidiária do banco, com o pagamento de horas extras decorrentes da supressão de intervalo de 1 hora da jornada contratual e diferenças salariais. O juiz Fernando Luiz de Souza Erzinger, da 2ª Vara do Trabalho de Rio do Sul, decidiu pela improcedência da ação proposta contra o Banco do Brasil. O magistrado concluiu que a autora foi contratada para a jornada diária de seis horas, tendo direito somente a 15 minutos de intervalo, dos quais a autora usufruiu corretamente. Quanto às diferenças salariais, entendeu que durante a prestação dos serviços, houve o pagamento correto, de acordo com o piso salarial e proporcional à carga horária cumprida pela autora.
Fonte: Assessoria de Comunicação da OAB/SC

Classe C desperta interesse das grandes
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28/06/2010 - Estimulado pelo programa do governo federal Minha Casa Minha Vida e também pela ampliação do crédito bancário destinado a imóveis de menor valor, o segmento voltado às classes de renda C e D acompanha o bom desempenho de vendas vivido pelo setor imobiliário, cresce e atrai também o interesse de grandes incorporadoras. Além de uma infinidade de médias empresas que atuam no segmento, grandes corporações como Gafisa, MRV e Cyrela, entre outras, passaram a investir grandes somas no segmento. No caso dessa última, foi até criada uma nova empresa, a Living Construtora para se dedicar especificamente a essa área. A Gafisa, por sua vez, incorporou a Tenda e a MRV já tinha forte atuação nesse segmento.
Todas essas companhias têm experimentado intenso crescimento. A Living, criada em 2006, chegou a dobrar de tamanho em 2008 e, no primeiro trimestre deste ano, apresentou vendas de R$ 323 milhões, 143,7% superiores às do mesmo período de 2009. "Embora não seja razoável supor que manteremos tal ritmo de crescimento, estamos certos de que uma expansão anual na casa dos 30% é perfeitamente sustentável durante os próximos cinco anos", diz Antonio Guedes, diretor-geral da Living.
Com a nova empresa, a Cyrela passa a atuar em imóveis desde R$ 80 mil até R$ 20 milhões.
Empresas que tradicionalmente atuam nesse ramo da indústria da construção confirmam o grande crescimento registrado no segmento popular, como é o caso da mineira MRV. Prova disso é que o primeiro trimestre foi o melhor dos 31 anos de existência da construtora. Suas vendas no período totalizaram R$ 732 milhões, um crescimento de 70,4% em comparação ao desempenho do mesmo período de 2009. É uma taxa de expansão comparável à registrada em segmentos top do mercado.
Outra empreiteira com desempenho expressivo nessa área é a Cury Construtora e Incorporadora. De receitas de R$ 35 milhões, em 2006, ela deve fechar 2010 com vendas da ordem de R$ 500 milhões, um incremento anual médio de 330%. "O programa Minha Casa, Minha Vida veio num momento em que o mercado já apresentava um aquecimento importante. Ele potencializou um cenário com demanda reprimida. E penso que a tendência é de nova expansão no futuro próximo. Não vejo como esse movimento possa retroagir", afirma Fábio Cury, presidente da empresa. A meta para 2011 é de uma receita de R$ 750 milhões.
Se mercado existe e a demanda tende ainda a durar por longos anos, competir nesse segmento exige um rígido controle de custos, pois a rentabilidade alcançada é inferior à dos produtos voltados para camadas sociais mais elevadas. "Temos de ser criativos em termos de técnicas de produção para racionar o processo de construção e, assim, evitar desperdícios e retrabalho, já que os preços permitem margens menores", comenta Cury.
Vários consultores chamam a atenção exatamente para essas dificuldades. "Este é um segmento de grandes volumes e margens mais apertadas, o que exige uma forma de atuação para a qual muitas empresas não estão preparadas", afirma Mauricio Kerbauy, da Dextron, consultoria especializada em gestão. (L.E.) 
Fonte: Valor Econômico 

Pobre e desigual
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28/06/2010 - Pesquisa de Orçamentos Familiares mostra que país avança, mas ainda precisa gastar melhor para superar carências e desigualdades
No início do ano passado, cerca de 22% dos brasileiros viviam com o equivalente R$ 6 por dia -preço aproximado daquilo que restaurantes populares chamam de "prato feito". A renda média das famílias dessa faixa era de R$ 544,21, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, divulgada na semana passada, que traz valores referidos ao mês de janeiro de 2009.
Uma cesta básica custava àquela altura R$ 215. Seus itens permitiam nutrir quatro pessoas de maneira precária. E a família precisaria arcar com despesas relativas a outros itens, como habitação, energia, transporte e roupas. A atenção aos detalhes é proposital. Ressalta os rigores da vida de um Brasil eufórico por se projetar como potência econômica, mas nem sempre atento ao fato de que ainda é um país relativamente pobre e, em demasia, desigual.
Há de fato crescimento com alguma distribuição de renda. Segundo o economista Marcelo Neri, do ano de 2003, data da POF anterior, ao de 2009, o rendimento dos 10% mais pobres aumentou 42%; o das pessoas no décimo superior da renda subiu 13%.
Porém, no Nordeste, em 2003, a renda média per capita dos 10% mais ricos era 11,8 vezes maior que a dos 40% mais pobres da população. Em 2009, "recuou" para 11,4 vezes. No Sudeste, passou de 8,3 vezes para 8,2.
A pobreza foi em parte reduzida graças a transferências sociais. Para as famílias cuja renda era de até dois salários mínimos, em 2009 (22% da população), mais de 21% do rendimento advinha de benefícios e aposentadorias públicas federais.
Valores pagos pelo INSS e programas sociais em geral representam parcela maior da renda dos mais pobres do que dos mais ricos. Tal progressividade é porém discutível. O valor absoluto dos benefícios é mais alto nas faixas de maior renda. Além do mais, os 22% mais pobres, com renda familiar per capita de R$ 177, recebem relativamente menos do INSS que a parcela seguinte da distribuição, os 17,4% da população, com renda de R$ 355.
A grande disparidade está nas aposentadorias e pensões públicas que não são pagas pelo INSS -de servidores federais e estaduais. Entre os 22% mais pobres, 0,9% da renda vem daí. No topo da distribuição, os 3,81% mais ricos, 9% da renda média per capita de R$ 5.452 vem de aposentadorias e pensões.
São aposentadorias para as quais em geral não houve contribuição, responsáveis por deficit tão grande quanto o do INSS, que no entanto beneficia dez vezes mais cidadãos.
A iniquidade fica ainda mais evidente quando se trata do Bolsa Família. Custa um vigésimo da despesa do INSS e alcança os mais miseráveis, mas metade da população com renda adequada ao programa não recebe o benefício.
Sabe-se que não será com transferências sociais que se acabará com a pobreza -aliás, além de um certo ponto, tais programas podem se tornar contraproducentes e insustentáveis.
Além da dose de realismo que trazem, pesquisas como essa deveriam servir para estimular a reorganização dos gastos sociais e tornar menos sombria a vida de grande parte dos brasileiros. 
Fonte: Folha de São Paulo 

Justiça impede ingresso de aluna na Universidade de Brasília
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:20 hs. 
28/06/2010 - A Justiça acolheu os argumentos da AGU (Advocacia-Geral da União) e evitou o ingresso irregular de uma candidata na UnB (Universidade de Brasília). A estudante fez o vestibular e foi aprovada, mas não havia concluído o ensino médio. De acordo com a decisão, o ingresso da jovem na faculdade era uma agressão ao direito de outros alunos, que estariam sendo privados do acesso ao ensino superior.
A estudante cursava o 3º ano quando participou do processo de seleção para o curso de Ciências Naturais na UnB e obteve resultado positivo. Sem apresentar o atestado de conclusão, documento essencial para a efetivação da matrícula, teve seu pedido de registro negado. Indignada, ajuizou Mandado de Segurança contra a FUB para ter a vaga garantida e fazer a matrícula sem o comprovante. Segundo ela, já teria cursado 80% do ensino médio, e bastava apenas fazer prova aplicada pelo conselho escolar para atestar seus conhecimentos.
A instituição contestou a solicitação por meio da PRF (Procuradoria-Regional Federal) da 1ª Região. De acordo com as procuradorias, a lei 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, prevê que a educação superior somente está aberta a candidatos que tenham sido classificados em processo seletivo e que tenham concluído o ensino médio. Como não era o caso da estudante, não há direito certo à vaga na UnB.
Os procuradores destacaram que admitir a candidata, sem que ela preenchesse os requisitos determinados no edital do vestibular, seria ferir os princípios constitucionais da isonomia, moralidade e garantia de padrão de qualidade do ensino. 
Fonte: Última Instância - SP 

SP estuda incentivo para incluir deficiente
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:12 hs. 
28/06/2010 - Proposta é reduzir tributos para empresas que comprarem produtos e equipamentos que facilitem a inclusão
A ideia é estender depois o benefício para quem desenvolver produtos destinados à inclusão profissional
CLAUDIA ROLLI
DE SÃO PAULO
O governo paulista deve conceder incentivos fiscais (reduzir tributos) para empresas que comprarem produtos e equipamentos tecnológicos que facilitem a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
A desoneração, já em estudo pelas secretarias dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Fazenda paulista, será anunciada no próximo semestre.
No Estado de São Paulo, 102.998 mil pessoas com deficiência só estão empregadas por causa da fiscalização do Ministério do Trabalho no período de 2000 a 2009.
É que a lei nº 8.213, de julho de 1991, conhecida como lei de cotas, determina que empresas com cem ou mais empregados reservem de 2% a 5% de suas vagas a deficientes. Se não cumprem a lei, são multadas.
""A ideia é definir uma cesta mínima de produtos e permitir que empresas e profissionais autônomos com deficiência possam adquiri-los com isenção de impostos", diz a secretária Linamara Rizzo Battistella. ""É mais um estímulo à contratação." A lista dos produtos que podem ser beneficiados por essa desoneração ainda não está fechada.
Entre as possibilidades estão leitores de tela, scanners para deficientes visuais, impressoras especiais para imprimir textos em braile e folheadores eletrônicos para auxiliar pessoas com dificuldade para manusear papéis e documentos.
"Se uma pessoa física compra uma cadeira de rodas, tem isenção de IPI, ICMS, PIS e Cofins. Se uma empresa comprar um software ou um aparelho que possa servir de instrumento para a pessoa com deficiência trabalhar, também deve haver isenção", diz a secretária.
Uma das possibilidades é usar a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho, como parâmetro -e forma de controle- para conceder o benefício às empresas. "Se uma empresa emprega 90 deficientes visuais, comprovados pela Rais, poderia ter isenção na compra de 90 softwares para esses trabalhadores", diz Battistella.
Em uma segunda etapa, a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência estuda conceder incentivos a empresas que desenvolvam produtos destinados à inclusão profissional de deficientes.
PARCERIA
"Se a empresa tem sua carga tributária aliviada, certamente repassa esse benefício ao consumidor. O peso dos impostos sempre tem impacto no preço", afirma Monica Cavenaghi, sócia e diretora comercial da Cavenaghi.
A empresa desenvolve equipamentos de adaptação veicular para pessoas com deficiência e atua na revenda e na importação de produtos destinados a esse mercado.
A Microsoft Brasil e a Faculdade de Medicina da USP também estão desenvolvendo para a secretaria o projeto do Notebook da Reabilitação. O objetivo é facilitar a aquisição de notebooks e de programas de computador para pessoas com deficiência ou em reabilitação.
""É essencial que essas máquinas possam ter acesso à internet banda larga, sejam economicamente viáveis e de fácil portabilidade. O projeto é pioneiro no mundo", diz Rodrigo Pimentel, responsável pelas alianças público-privadas da Microsoft.
O professor Chao Lung Wen, chefe da disciplina de telemedicina da Faculdade de Medicina da USP, explica que o notebook deve oferecer vídeos instrutivos para explicar aos familiares como cuidar melhor dos pacientes com deficiência.
"O objetivo é reintegrar a pessoa com deficiência, oferecendo suporte e orientação domiciliar e pós-atendimento presencial, além de dicas de segurança, vestuário, lazer, aquisição de materiais e direitos", diz o professor. 
Fonte: Folha de São Paulo 

Disciplina Ciências Sociais tem destaque no Brasil
Fonte: Jornal da Educação
A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) apresentou um relatório na sede de organizações em Paris. "As Ciências Sociais estão vivendo um "bum" no Brasil", é o que diz o relatório sobre esta disciplina. O relatório também indica uma expansão das Ciências Sociais na América Latina e na Ásia, em especial na China.
Segundo o relatório, que conta com a participação de especialistas do mundo todo, apesar das Ciências Sociais poderem ajudar na luta contra a pobreza, as epidemias e a mudança climática, esta capacidade se vê minguada devido às grandes desigualdades entre as regiões.
 
Skaf propõe ensino pago na USP
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:28 hs. 
28/06/2010 - Para candidato do PSB, é incoerente alguém que possa pagar a universidade estude de graça e ocupe o lugar de quem não tem condições
Wellington Bahnemann - O Estado de S.Paulo
O candidato ao governo de São Paulo pelo PSB, Paulo Skaf, afirmou no domingo, 27, que, se eleito, poderá adotar o sistema de cobrança de mensalidade nas universidades paulistas para estudantes com condições para arcar com as despesas do ensino universitário.
"Isso é um estudo. Acredito que vale uma discussão em torno disso, porque é incoerente que alguém que possa pagar não pague nada e ocupe o lugar de quem não tem condições", defendeu Skaf, durante a convenção estadual do partido que homologou sua candidatura.
Para Skaf, o tema exige avaliação cuidadosa, pois o custo do estudante universitário para o governo estadual é elevado. "Tudo que for relacionado à inovação e à pesquisa deve ser mantido e ampliado. O que for relacionado aos alunos, precisa ser avaliado."
Outra proposta do candidato do PSB é a redução do preço do pedágio para os motoristas paulistas. Segundo Skaf, a ideia é utilizar o valor arrecadado pelo Estado com o IPVA para garantir a redução de 100% no pedágio entre meia-noite e 7 horas e de 50% entre 7 horas da manhã e meia-noite. "Isso teria impacto de R$ 1 bilhão na parcela do IPVA referente ao governo estadual", explicou. De acordo com a ideia, até 50% do IPVA pago pelos usuários de veículos seria usado para compensar o pedágio.
De acordo com candidato, essa é a alternativa encontrada para corrigir uma distorção que prejudica os cidadãos do Estado sem quebrar o contrato com as concessionárias. "Em alguns trechos, paga-se R$ 200 de pedágios. Isso não é bom para as famílias nem para o transporte de comércio. Algo precisa ser feito, mas os contratos não podem ser quebrados", disse o candidato do PSB, acusando o PSDB de não ter pensando nos usuários quando adotou o atual modelo de concessão de rodovias para a iniciativa privada no Estado de São Paulo.
Skaf comentou que outra proposta na área de pedágios é o alongamento do prazo de concessão das rodovias com a redução das tarifas cobradas. "Mas, nesse caso, a redução não seria significativa", reconheceu.
Discurso. Em sua primeira disputa para um cargo político, Skaf aproveitou o seu discurso para se apresentar ao eleitorado, a exemplo do mote da campanha nas propagandas na televisão. Além de ressaltar a experiência adquirida ao longo dos anos durante a presidência da Fiesp, Sesi e Senai e argumentar que sua candidatura representava um compromisso com a modernidade na gestão pública, boa parte do discurso foi centrado nas propostas na área de educação. Skaf acrescentou que pretende adotar nas escolas públicas de São Paulo ações tomadas no Sesi e no Senai: educação em tempo integral no ensino fundamental e integração entre o ensino médio e técnico.
Apesar das pesquisas eleitorais indicarem seu nome conta com apenas 2% das intenções de voto, Skaf argumentou que um levantamento recente apontou que 80% do eleitorado paulista não escolheu seu candidato para o governo estadual.
"Isso mostra que depende só de nós. Faremos uma surpresa para quem acha que o PSB está brincando em serviço."
Ausências. Cerca de 4 mil pessoas participaram ontem da convenção do PSB, entre militantes, líderes regionais, deputados estaduais e federais e pré-candidatos. No entanto, o vereador Gabriel Chalita e a deputada Luiza Erundina, figuras de expressão do PSB no Estado, não compareceram ao evento. Erundina já manifestou publicamente que não apoiará Skaf por ser um candidato ligado ao empresariado. 
Fonte: O Estado de São Paulo 

Assembleia lança sistema de acompanhamento de proposições
Fonte: AL Notícias, ano 12, nº 367, p.2, 18/06/2010
O Legislativo lançou dia 9, o sistema PUSH Alesc de acompanhamento de projetos em tramitação. O objetivo é atender a pessoas físicas e jurídicas enviando mensagem em tempo real sobre as movimentações ocorridas com qualquer proposição. Basta se cadastrar no Portal Alesc e escolher quais as matérias de interesse. Em seguida, o usuário passa a receber informações por Internet durante todo o processo legislativo até seu resultado final. O PUSH Alesc está vinculado ao banco de dados do sistema PROCLEGIS, que oferece informações apenas quando o interessado acessa seu sistema de busca. Para se cadastrar basta preencher o formulário de cadastro disponível no Portal Alesc com nome e e-mail e criar uma senha. As mensagens serão enviadas unicamente com o endereço push@alesc.sc.gov.br.

Grande Florianópolis encerra audiências do Orçamento
Fonte: AL Notícias, ano 12, nº 367, p. 4 e 5, 18/06/2010
Representantes dos 13 municípios da Grande Florianópolis se reuniram, dia 14, no auditório do Centro Comercial Terra Firme, em São José, para definir as ações prioritárias para o Orçamento Estadual de 2011. Entre as demandas elencadas, melhorias nos ensinos médio e fundamental, construção do Instituto de Cardiologia e terraplanagem e pavimentação da SC-108, no trecho entre Rio Fortuna-Santa Rosa de Lima e Anitápolis. O evento foi promovido pela Assembleia Legislativa, por intermédio da Comissão Coordenadora do Orçamento Regionalizado, Comissão de Finanças e Tributação, coordenada e presidida pelo deputado Marcos Vieira (PSDB), e Coordenadoria do Orçamento Estadual. Destacando a importância do Orçamento Regionalizado, o deputado Lício Mauro da Silveira (PP) afirmou que, às vezes, se faz necessário que os municípios abram mão de seus interesses próprios em benefício da região. “Temos que saber discutir, não tentar impor as coisas, como querem os que defendem o orçamento impositivo. Aquilo que projetamos, às vezes não conseguimos fazer. As ações são
importantes, mas como metas a serem perseguidas”. Lício mencionou também projeto de emenda na Lei 14.610, que rege os repasses a municípios com baixo IDH, visando aumentar o número de beneficiados. O parlamentar lembrou ainda que atualmente os municípios, ao receberem verbas estaduais, são obrigados a dar uma contrapartida de 25% do valor recebido. Uma diminuição do percentual também está em estudo. Saulo Weiss, prefeito de Anitápolis, destacou que seu município, com um dos IDH mais baixos da região, vem tendo seu desenvolvimento comprometido em função dos baixos repasses do governo estadual. “Somos um dos poucos municípios que não possui ainda acesso pavimentado. Sermos atendidos em um pleito de R$ 1 milhão é difícil. Quando conseguimos R$ 100 mil, já ficamos satisfeitos.” Adeliana Dal Pont, secretária de Desenvolvimento de Florianópolis, destacou que, mesmo a Capital, cidade considerada de alto IDH, necessita de muitos investimentos. “Com a realização das audiências públicas, abre-se uma porta para que a sociedade se manifeste, através da qual ela escolhe o que lhe é mais importante”, observou.
Para o deputado Marcos Vieira, que esteve à frente da maioria das audiências púbicas realizadas pela Comissão de Finanças, o balanço final é positivo, apesar da baixa procura e presença das partes interessadas durante os encontros no debate e escolha das ações prioritárias. “É realmente necessária a modificação da Lei Complementar Nº 157, de 09 de setembro de 1997, que trata da metodologia e do funcionamento dasaudiências do Orçamento Regionalizado e isto já consta em projeto de lei em tramitação”, comenta Vieira. Ele lamentou que apenas 40% das prioridades definidas em cada região são acatadas e implementadas pelo governo do Estado. “ É possível que seja, por esse motivo, que as audiências não lotam os locais em que ocorrem”, justificou. As escolhas das regionais Florianópolis (Águas Mornas, Angelina, Anitápolis, Antônio Carlos, Biguaçu, Florianópolis, Governador Celso Ramos, Palhoça, Rancho Queimado, Santo Amaro da Imperatriz, São Bonifácio, São José e São Pedro de Alcântara).
Audiência 2010
• Construção do Instituto de Cardiologia;
• SC 108 – Terraplanagem / Pavimentação / OAE / Supervisão do km 45,
trecho Rio Fortuna-Santa Rosa de Lima-Anitápolis;
• Construção, ampliação e reforma do ensino médio;
• Construção, ampliação e reforma do ensino fundamental.
Audiência 2009
• Hospital Regional de Biguaçu;
• Construção, reforma e ampliação do ensino fundamental;
• Implantação do sistema de tratamento de esgoto sanitário nos municípios da Grande Florianópolis.