28/07/2010
AMPESC CLIPPING
O objetivo da periodicidade, por meio digital, do AMPESC CLIPPING é divulgar as notícias e legislação do setor educacional às instituições associadas.
Esclarecemos que as matérias veiculadas não representam, necessariamente, a opinião da Associação.
Caso não queira mais recebê-lo responda esta mensagem inserindo no campo "Assunto" a palavra: REMOVER.
Em breve será implantado diretamente no site o acesso restrito para consulta, proporcionando praticidade na pesquisa

Presidente da República nomeia dois ministros para o STJ

Parceria entre MEC e Febraban cria 'cota de estágio'

Gestores têm até dia 14 para solicitar correção no Ideb

Lei já vale em Santa Catarina

Quem é o eleitor catarinense

Brasil começa a selecionar alunos para o Parlamento Juvenil

Universidades alemãs procuram alunos brasileiros para intercâmbio

Decreto regulamenta programa federal Um Computador por Aluno

Computador para todos os alunos

Tecnologia do Brasil ajuda cegos na rede

Ensino Superior - Trainee ganha rival especialista

Educação a distância: desafios e limites

A crise econômica e o resgate do ensino

Pnud faz consulta para escolher boas práticas em biodiversidade

A noite das campeãs

Vestibulando deve se conhecer antes de decidir a carreira que vai seguir

Seguir ou desistir: eis a questão

Grana x vocação

Analfabetismo atinge 3 milhões de jovens trabalhadores rurais no Brasil

Maior nível de escolaridade protege cérebro contra sintomas de demência

'Custo Brasil' e educação contêm avanço do Brasil, indica relatório

Municípios têm aumento significativo de recursos transferidos pela União e podem desenvolver projetos com apoio de instituições

Projeto da Microsoft leva imagens panorâmicas para o mundo ‘street view’

Educação é um dos desafios do Brasil para alcançar crescimento sustentável

Prédio na Bélgica muda de cor para informar previsão do tempo

Conselho Federal institui concurso de artigos

A hora e a vez do ensino médio

Egito busca apoio de empresas de tecnologia para melhorar ensino

Projeto amplia a lista de doenças do trabalho

Precisamos formar 10 mil doutores por ano, diz presidente de associação de pós-graduandos

Programa dá início à formação de professor sem licenciatura

Presidente da República nomeia dois ministros para o STJ
Fonte: Superior Tribunal de Justiça
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nomeou, nesta terça-feira (27), para ocupar o cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) o desembargador Paulo de Tarso Vieira Sanseverino, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, e Maria Isabel Gallotti Rodrigues, juíza federal do Tribunal Regional Federal da 1a Região. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União, seção 2.
O desembargador Vieira Sanseverino vai ocupar a vaga deixada com a aposentadoria da ministra Denise Arruda, enquanto a juíza federal Gallotti Rodrigues ficará na vaga do ministro Fernando Gonçalves. Os ministros nomeados devem ser empossados no prazo máximo de 30 dias.
Gaúcho de Porto Alegre, o desembargador Paulo de Tarso Vieira Sanseverino é integrante do TJRS desde 1999. Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, é mestre e doutor pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Magistrado de carreira desde 1986, exerce também o magistério na Escola Superior da Magistratura, da Ajuris, da qual foi diretor no biênio 2006/2007. Ele compôs a lista tríplice após concorrer com outros 48 integrantes de tribunais de Justiça.
Desembargadora federal desde 2001, Maria Isabel Galloti Rodrigues graduou-se em Direito pela Universidade de Brasília, em 1985, onde também concluiu o mestrado em Direito e Estado, em 1988. Atuou como advogada perante os tribunais superiores, Justiça Federal, do Trabalho e do Distrito Federal. Foi curadora especial em sentenças estrangeiras, procuradora da República de 2ª Categoria, sendo promovida ao cargo de procuradora Regional da República em 1996, passando a oficiar perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região e designada procuradora-chefe da Procuradoria Regional da República da 1ª Região. Concorriam à vaga 22 magistrados federais.

Parceria entre MEC e Febraban cria 'cota de estágio'
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo, 27/07/2010
Previsão é que acordo resulte em cerca de 600 jovens estagiando no primeiro ano
Mariana Mandelli - O Estado de S. Paulo
O Ministério da Educação e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) devem assinar hoje um acordo que deve fazer com que os bancos reservem até 10% de vagas de estágio a alunos do Programa Universidade para Todos (ProUni). A entidade com o governo federal prevê, para o primeiro ano da parceria, uma média de 600 jovens estagiando por meio do acordo. “Não estamos reinventando nenhum tipo de processo. Estamos integrando forças com outros órgãos para promover a diversidade e ações afirmativas”, afirma Mário Sérgio Vasconcelos, diretor de relações institucionais da Febraban. “Assim, vamos oferecer vagas e oportunidades de capacitação, treinamento e de carreira.” Segundo ele, o acordo envolve, além do MEC, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM). A ideia é incentivar a inclusão de mulheres e negros, valorizar a diversidade no setor bancário, fortalecer os processos de administração e gestão de carreiras da mulher e proporcionar oportunidades de inserção no mercado de trabalho de homens e jovens negros que participaram do ProUni e jovens de maior vulnerabilidade social. Devem participar da cerimônia de assinatura do acordo o presidente da Febraban, Fabio Barbosa; a diretora de Políticas e Programas de Graduação do MEC, Paula Branco de Mello; o ministro da SEPPIR, Eloi Ferreira de Araújo, e a ministra da SPM, Nilcéa Freire.

Gestores têm até dia 14 para solicitar correção no Ideb
Fonte: www.nota10.com.br, 28/07/2010
Diretores de escola, secretários municipais e estaduais de educação têm até dia 14 de agosto para solicitar correção no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), se houver divergência quanto aos indicadores publicados. Os gestores poderão solicitar ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep) eventuais correções referentes à Taxa Média de Aprovação, Desempenho na Prova Brasil/Saeb e Ideb. O Inep publicará os dados definitivos do Ideb 2009 após análise de todas as solicitações.

Lei já vale em Santa Catarina
Fonte: Jornal A Notícia, 28/07/2010
Respeito à regra levou o TRE a negar a candidatura de João Pizzolatti
Por 4 votos a 2, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu que a Lei Ficha Limpa vale para as eleições deste ano. Com isso, o deputado João Pizzolatti (PP) teve o registro de candidatura negado, ontem, também por 4 a 2.
A discussão sobre o tema começou na sessão de segunda-feira, a partir do pedido de impugnação da candidatura de João Pizzolatti. Na ocasião, três juízes já tinham se manifestado a favor da aplicação da lei em 2010. O juiz-relator do processo, Oscar Juvêncio Borges Neto, votou contra, acompanhado de Carlos Vicente da Rosa Góes. O desembargador Sérgio Torres Paladino pediu vista do processo, adiando a votação para ontem.
O voto do desembargador era o mais esperado porque, se votasse contra a adoção em 2010, jogaria a decisão para o presidente Newton Trisotto. Mas acabou decidindo pela aplicação da Ficha Limpa. “Seguramente esse será o tema mais tormentoso a ser decidido pelos tribunais”, disse o presidente pouco antes da sessão. A defesa de João Pizzolatti usou dois argumentos. Um de que qualquer lei que altere o processo eleitoral não se aplica à eleição daquele ano. Outra tese foi a presunção de inocência. Os juízes não acataram nenhum dos argumentos e o enquadraram pela condenação no TJ e por dolo ao patrimônio público.
O advogado Alessandro Abreu, vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral sobre o registro da candidatura. “A campanha continua”, disse. Sobre o enquadramento no Ficha Limpa, disse que o deputado também recorrerá até a última instância, o Supremo Tribunal Federal (STF), se for necessário.

Quem é o eleitor catarinense
Fonte: Jornal A Notícia, 28/07/2010
Informações da Justiça mostram que a maioria do eleitorado é mulher
Mulher, solteira e com ensino fundamental incompleto. Dos 4,5 milhões de catarinenses aptos a votar em outubro deste ano, a maior parte se encaixa nesse perfil, segundo o cadastro de eleitores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC).
Grande parte dos cadastrados (25,26%) não declarou a profissão. Entre os que registraram sua ocupação, 20,18% são estudantes e ainda não trabalham. Comparado às eleições de 2006, última vez que o catarinense foi às urnas para escolher presidente, governador, senador e deputados estaduais e federais, o perfil se mantém, exceto pela idade. Neste ano, a maioria dos votantes (24%) tem entre 45 e 59 anos. As pessoas de 25 a 34 anos representam a segunda faixa do eleitorado. Em 2006, também segundo a Justiça Eleitoral, predominavam eleitores entre 25 e 34 anos.
Na faixa etária de voto facultativo, a quantidade de jovens entre 16 e 18 anos diminui 8%, enquanto os votantes maiores de 70 anos aumentaram em 23%. Para as eleições de 2010, o número total de eleitores cresceu 8,9% em relação a 2006. O percentual do Estado dentro do eleitorado nacional representa 3,3%.

Brasil começa a selecionar alunos para o Parlamento Juvenil
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15710, 27/07/2010
As secretarias de educação das 27 unidades da Federação e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) têm prazo até 13 de agosto para entregar ao Ministério da Educação a relação dos alunos do ensino médio que vão concorrer ao Parlamento Juvenil do Mercosul. O MEC fará a seleção nacional de 14 a 16 de setembro, em Brasília.
O coordenador de concepção e orientação curricular da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Carlos Artexes Simões, explica que cada unidade federativa deve selecionar três alunos do ensino médio público, na faixa de 14 a 17 anos, e um professor. O Unicef vai escolher 19 estudantes que representem a diversidade nacional — indígenas, quilombolas, jovens de comunidades populares, da Amazônia e do Semiárido nordestino.
Do grupo de 81 estudantes e 27 professores escolhidos nos estados e no Distrito Federal e dos 19 indicados pelo Unicef, serão selecionados 27 alunos e nove professores para representar o Brasil. A primeira reunião do Parlamento Juvenil está prevista para outubro, em Montevidéu. Lá estarão também estudantes da Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile e Venezuela.
Na seleção dos alunos, segundo Artexes, as secretarias de educação devem observar critérios como o equilíbrio na representação de meninos e meninas, bom desempenho escolar, liderança e experiência em participação social. A escolha dos representantes do Brasil — 18 titulares e nove suplentes — será conduzida pelo Ministério da Educação com o apoio do Unicef e do Observatório da Juventude da Universidade Federal de Minas Gerais.
Na etapa nacional, em Brasília, os concorrentes, tanto professores quanto estudantes, vão participar de oficinas preparatórias para a reunião em Montevidéu e da seleção final. Na viagem, cada professor será responsável por grupos de três alunos. O calendário, o processo de seleção e os critérios de escolha de estudantes e professores estão na página eletrônica do Parlamento Juvenil.
Representação — O Parlamento Juvenil do Mercosul segue o modelo do Parlamento do Sul (Parlasul). Tanto a representação parlamentar quanto a juvenil têm 126 membros (18 por país), calendário de reuniões e agenda de debates coincidentes e presidência rotativa, entre outros pontos.
No âmbito político, o Parlasul foi criado em 2005, mas começou a atuar em 2007. É integrado por 18 representantes de cada país do bloco. No caso do Brasil, é composto por deputados e senadores das cinco regiões. O estatuto do Parlasul prevê eleições diretas dos integrantes e representação proporcional ao número de eleitores de cada país.
Ionice Lorenzoni

Universidades alemãs procuram alunos brasileiros para intercâmbio
Fonte: G1, 28/07/2010
Iberê Thenório Do G1, em Natal
Instituições alemãs estão procurando estudantes brasileiros para oferecer vagas de intercâmbio em nível superior e de pós-graduação. Em um estande montado na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal, 12 universidades e centros de pesquisas da Alemanha mostram seus projetos e convidam alunos e professores para formar parcerias na área científica.
 “Há muitas oportunidades para estudantes brasileiros. Já na graduação é possível fazer intercâmbio, que pode ser de um ou dois semestres. No mestrado é possível fazer ‘sanduíche’ [quando o aluno faz parte do curso no exterior]”, explica Anne Trettin, representante do estado alemão de Baden-Wütenberg, que trouxe as entidades à SBPC.
Além dos cursos, a Alemanha oferece também aos brasileiros bolsas de graduação e pós-graduação, concedidas por meio do DAAD, o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico.
Para quem se assusta com a língua, Trettin explica que há muitos cursos em inglês, e nem sempre é necessário ter alemão fluente. “No doutorado quase não é preciso falar alemão. No mestrado também há cursos em inglês. Para graduação não são tantos, mas existem.”
Sobre a escolha do Brasil para investir em parcerias científicas, a alemã afirma que o país tem muita estrutura em pesquisa, e isso interessa aos europeus. “O Brasil tem uma força econômica e de pesquisa muito grande, está se desenvolvendo muito bem. É uma boa oportunidade para trabalharmos juntos.”
Entre as 12 instituições que se apresentam na SBPC está o Centro Alemão Aeroespacial, a Universidade Aberta de Berlim e a Universidade de Kiel. Quem quiser saber mais sobre bolsas oferecidas pelo governo alemão pode acessar o site da DAAD (em português).

Decreto regulamenta programa federal Um Computador por Aluno
Fonte: G1, 27/07/2010
Decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (27) regulamenta o Programa Um Computador por Aluno (Prouca) e o Regime Especial de Aquisição de Computadores para uso Educacional (Recompe).
Além do presidente, assinam o decreto os ministros da Fazenda, Guido Mantega, da Educação, Fernando Haddad, de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, e Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende.
De acordo com o texto, o programa do governo federal pretende promover a inclusão digital nas escolas das redes públicas de ensino federal, estadual, distrital, municipal ou nas escolas sem fins lucrativos de atendimento a pessoas com deficiência, com a aquisição de equipamentos de informática, de programas de computador (software) neles instalados e de suporte e assistência técnica necessários ao seu funcionamento.
A aquisição dos computadores será realizada por meio de licitação pública, segundo o decreto.
Ato conjunto dos ministros da Educação e da Fazenda estabelecerá definições, especificações e características técnicas mínimas dos equipamentos do programa, podendo, inclusive, determinar os valores mínimos e máximos alcançados pelo programa.
Segundo o decreto, para efeito de inclusão no Recompe, terão prioridade as soluções de software livre e de código aberto e sem custos de licenças, conforme as diretrizes das políticas educacionais do Ministério da Educação. O decreto traz ainda informações sobre etapas mínimas e condicionantes de fabricação dos equipamentos.
De acordo com o texto, são beneficiárias do Recompe pessoas jurídicas habilitadas que exerçam atividade de fabricação dos equipamentos e que sejam vencedoras do processo de licitação e pessoas jurídicas que exerçam a atividade de manufatura terceirizada para a vencedora da licitação. Segundo o decreto, empresas que optam pelo Simples Nacional não poderão aderir ao Recompe.
O decreto prevê isenção de Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), PIS/Pasep e Cofins, Imposto de Importação e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico para as empresas habilitadas.

Computador para todos os alunos
Fonte: Diário Catarinense, 28/07/2010
Foi publicado ontem, no Diário Oficial da União, o Decreto 7.243 que regulamenta o Programa Um Computador por Aluno (Prouca) e o Regime Especial de Aquisição de Computadores para uso Educacional (Recompe), ambos da União.
O Prouca está sendo implantado em diversos estados brasileiros. Segundo o decreto, a aquisição dos equipamentos será realizada por meio de licitação pública.
As definições, especificações e características técnicas mínimas dos equipamentos serão estabelecidas em conjunto pelos ministérios da Educação e da Fazenda, que poderão, ainda, determinar os valores mínimos e máximos alcançados pelo programa. O Ministério da Educação já adquiriu 150 mil laptops. Terão prioridade as soluções de software livre e de código aberto e sem custos de licenças. O decreto prevê isenção de impostos para as empresas habilitadas.
Brasília

Tecnologia do Brasil ajuda cegos na rede
Fonte: www.cmconsultoria.com.br, 26/07/2010 às 10:20 hs. 
Aparelhos leitores de livros digitais acabam facilitando a vida de quem é deficiente visual. A primeira geração do Kindle, por exemplo, trazia um emulador de voz que permitia a leitura em voz alta do livro pelo aparelho. Note o tempo do verbo: "trazia".
Hoje isso não acontece mais. Por causa de ameaças de editoras e associações de direitos autorais, os fabricantes retiraram essa função dos aparelhos, com medo de processos. Por isso, a União Mundial dos Cegos propôs em Genebra (na Organização Mundial da Propriedade Intelectual) a criação de um tratado para resolver a questão. Se aprovado, o uso da leitura digital por deficientes visuais não será violação de direito autoral.
Quem, no mundo, seria contrário a um tratado que beneficiaria tantos deficientes? Infelizmente, muitos: a RIAA (Associação das Gravadoras), a MPA (Motion Picture Association, do Cinema) e a Microsoft apresentaram manifestações contrárias. Com isso, as negociações estão paradas. Enquanto esse absurdo acontece, a situação é diferente no Brasil. Pesquisadores da UFRJ desenvolveram um programa para deficientes visuais chamado DOSVOX (bit.ly/17LvJO).
É um software que permite usar o computador por sons: dá para navegar, bater papo e acessar redes sociais. E, é claro, escrever, baixar música e games.
O programa transforma tudo numa voz feminina (de curioso sotaque carioca!). Já são mais de 20 mil usuários. Chama a atenção o fato de o DOSVOX ser um software livre. É gratuito e pode ser copiado livremente. Ele é produto da colaboração entre alunos e professores da UFRJ, coordenados pelo professor Antônio Borges. São heróis. Merecem imenso reconhecimento.
Quando se compara a generosidade por trás do DOSVOX com o que está acontecendo em Genebra, dá para ver quem é cego de verdade. P.S. Obrigado a minha irmã Daniela, que trabalha com deficientes visuais, por me mostrar o DOSVOX. 
Fonte: Folha de São Paulo 
 
Ensino Superior - Trainee ganha rival especialista
Fonte: www.cmconsultoria.com.br, 26/07/2010 às 09:21 hs. 
Raquel Bocato
De São Paulo
Os programas de trainee, que reinam absolutos há anos, começam a dividir espaço com outro modelo de formação: o de especialistas. Os dois buscam perfis semelhantes de candidatos - selecionam pessoas com até dois anos de formadas- e oferecem salários similares.
Contudo, enquanto o primeiro tem como objetivo formar gestores, o segundo se pauta pela formação de especialistas - não necessariamente alguém que ocupará em curto prazo um cargo de coordenação ou gerência. Empresas de construção e de varejo são as que mais investem nesse modelo de formação de especialistas, indica a gerente da consultoria DMRH Fabiana Nakazone.
A gerente da divisão de Jovens Profissionais da consultoria Across, Rosana Tavares, acrescenta ainda as de engenharia e de TI (tecnologia da informação).
A construtora Camargo Corrêa é uma das que mantêm, desde 2007, um programa de dois anos para engenheiros e administradores.
O Jovem Profissional, que ofereceu 30 vagas e reuniu 17 mil inscrições no ano passado, tem cerca de 70% de sua estrutura concentrada no lado técnico. O restante é dedicado ao comportamental.
"Não é um programa técnico, mas para o profissional que vai trabalhar no campo", explica a gerente de desenvolvimento organizacional, Ana Carolina Rodriguez. Há programas, contudo, que mesclam a formação, preparando para a área técnica e a gerencial. Um deles é o da Racional Engenharia, que oferece cinco vagas. "Não se define o caminho que ele vai seguir na empresa. Buscamos só engenheiros, para a atividade "core"", esclarece Renata Moraes, gerente sênior de desenvolvimento organizacional.
Frase:
"Em uma seleção de trainee, o candidato precisa mostrar que tem conhecimento técnico, claro. Mas o lado comportamental tem influência. É preciso desenvolver liderança, oratória e técnicas de negocia-ção quando o jovem está na faculdade"
Rinaldo Donato, 45
ex-trainee, gerente sênior da Racional Engenharia e um dos responsáveis pela seleção de trainees
DIFERENÇAS ENTRE OS PROGRAMAS
TRAINEE
Perfil
Recém-formado ou que tenha concluído a graduação há até dois anos. Pode não ter experiência profissional
Seleção
Testes de idioma e lógica, dinâmica de grupo, estudo de caso e entrevista
Programa
Varia de 12 a 18 meses, mas pode chegar a dois anos
Foco Chegar a um cargo gerencial
JOVEM PROFISSIONAL
Perfil
Ter até dois anos de formado e, de preferência, experiência
Seleção
Dinâmica de grupo e estudo de caso são opcionais
Programa
Segue o padrão do trainee ou varia de seis a 12 meses
Foco
Atuar em sua área de especialidade

Educação a distância: desafios e limites
Fonte: Revista Gestão Universitária, Edição 233
Manoel Jose Fonseca Rocha 
Introdução - O Ministério de Educação e Cultura credencia instituições de Ensino Superior (Faculdades, Centros Universitários e Universidades) a oferecerem cursos de graduação em regime presencial, à distância e semipresencial. É possível argumentar que entre estas modalidades de ensino, as grandes indagações e fontes de investigações que permeiam o mundo acadêmico contemporâneo estão relacionadas ao EAD (Ensino a Distância). São freqüentes, nos ambientes universitários, discussões calorosas acerca da validade dessa modalidade de ensino. Não é pra menos. Nós professores ainda somos frutos de uma educação que percebe a sala de aula como o único espaço viável para as atividades de ensino e aprendizagem. De certa forma essa concepção, mesmo considerada anacrônica para alguns teóricos contemporâneos, continua sendo a opção mais aceita nos meios escolares e, sem dúvida, a que apresenta maior credencial simbólica no mundo do trabalho. Talvez aqui residam os limites do EAD, ou seja, de um lado as concepções acadêmicas que defendem a modalidade e, de outro, as demandas do mundo do trabalho que analisam e avaliam com cuidado e desconfiança essa modalidade. O fato é que quando nos propomos pensar, discutir, refletir e até mesmo opinar sobre o EAD, necessitamos, sobretudo, conhecer esta modalidade. Conhecimento que compreende as duas extremidades do processo de ensino e aprendizagem – a co-responsabilidade entre professores e estudantes, de um lado, e o desejo de uma formação acadêmica e não de um simples Diploma, do outro. É nesse  ambiente confuso e polêmico que nos propomos, sem apologias e/ou análises pessimistas, refletir a partir de experiências vividas em ambientes do EAD. Por isso, nossa intenção é socializar e fomentar discussões que contribuam para tornar essa modalidade um espaço de trocas de conhecimento.
Como funciona o Ensino a Distância? - A Educação a Distância, segundo o artigo 1º do Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005 (que revoga o Decreto nº 2.494/98), que regulamenta o artigo 80 da Lei nº 9.394/96, é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos (BRASIL, 2005). Vale destacar, que para que isso ocorra de forma eficiente, as instituições de ensino devem oferecer uma estrutura compatível com as demandas do EAD, entre elas, professores preparados e tecnologias eficientes. Outro aspecto que entendemos merecer atenção é a falta de autonomia do MEC para abertura de alguns cursos de graduação como Direito, Medicina, Odontologia e Psicologia. Estes cursos dependem da apreciação e manifestação dos seus respectivos órgãos ou conselhos (Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil ou do Conselho Nacional de Saúde, por exemplo) [...]”. (BRASIL, 2006).
Para muitos, a educação a distância encontra origens em políticas de inclusão social por meio   da educação escolar, uma espécie de engrenagem propulsora de acesso escolar às camadas mais humildes da sociedade. Observe, por exemplo, que determinados cursos para serem oferecidos na modalidade à distância necessitam ser submetidos aos seus respectivos Conselhos Federais, como são os casos dos cursos de Medicina e Direito, acima citados. Os cursos ligados as Licenciaturas, que formam professores, por exemplo, não demandam de apreciação e manifestação de órgãos externos ao Ministério da Educação, por isso são muito presentes (História, Geografia, Pedagogia são exemplos). Em outras palavras, podemos afirmar que o EAD é viável para a formação de professores, mas não-viável, para outras profissões. O estranho é que todas as profissões, indistintamente, recebem uma formação que transita pelas mais diversas esferas ideológicas que norteiam as práticas educativas e avaliativas dos diversos seguimentos escolares no Brasil.
Na prática, o grande receio está no fato de que a Educação á Distância é uma modalidade, onde o processo de ensino e aprendizagem ocorre com auxílio de tecnologias de informação e de comunicação (telefone e ferramentas de ambientes virtuais de aprendizagem – AVA). O EAD, na verdade, atende aos mais diversos perfis de alunos. Alunos graduados e pós-graduados, até mesmo alunos que buscam uma nova graduação e pós-graduação. É nesse contexto difuso, como já foi dito, que possivelmente os desafios pedagógicos do EAD encontrem seus limites. 
EAD: uma forma de democratizar o ensino superior 
No debate conflituoso sobre o EAD, pauta uma reflexão sobre o seu público alvo. Pontua-se ações mitigadoras de inclusão digital, atrelada as mazelas da gestão de ensino aprendizagem contribuindo para o distanciamento da possibilidade de acesso as ferramentas de mobilidade social no Brasil, através da organização e aparelhamento da Educação Básica e Superior. O distanciamento da sociedade informacional alimenta a exclusão e impede que nossa sociedade se prepare massivamente para os desafios cada vez maiores do mercado de trabalho e da inserção minimamente competitiva no atual cenário de mundialização{...}(SILVEIRA 2001) . No EAD teremos que perpassar o canal da desigualdade social, pois trata-se de uma modalidade que emerge nas demandas da sociedade excluídas das relações educacionais formais, pautadas na produção mercadológica. O EAD, no seu processo de operacionalização da Educação, no sentido mais democrático, cumpre papel fundamental na construção de uma sociedade mais humana, pois socializa de forma mais efetiva os conhecimentos que permeiam as academias, fato não presente há bem pouco tempo. Claro que para isso, é necessária a democratização ampla e irrestrita de acesso não só aos meios tecnológicos indispensáveis, mas também as linguagens que permeiam as demandas do EAD. A teia se efetiva quando a linha da sociabilidade educacional se personifica nas ações de inclusão digital da política educacional cooperativa horizontalmente na EAD, superando as mazelas da exclusão educacional.  OS LIMITES DO EAD: a necessidade da interação entre estudante e professor. É necessário pensar a prática do EAD em conjunto com a inclusão digital, sua popularização, pois nem todos que possuem computadores desejam dominar as ferramentas que norteiam os procedimentos metodológicos dessa modalidade. Até pouco tempo, o computador era visto como lazer, como prazer, no sentido do descobrir o novo, de desvelar o desconhecido. Hoje, um grande número de pessoas utiliza computadores no seu trabalho e em suas residências, para os mais diversos objetivos, como: operações bancárias e financeiras, comunicação informal e formal, namoro etc. Atualmente muitos, como já foi anunciado, vêm utilizando o computador para buscar uma formação superior ou uma pós-graduação, mas nesse público, nem todos interagem com clareza e maturidade ou aceitam essa modalidade. Muitos se sentem receosos, e destes não se pode tirar toda a razão, pois a presença física de um professor ou, simplesmente a presença falante, pode trazer muita diferença no processo de ensino e aprendizagem. Pois, É importante ter noção da amplitude do espaço à sua volta, o mesmo que é ocupado por várias pessoas ao mesmo tempo. Saber conviver neste espaço, ocupando-o mesmo onde seu corpo não vai; ocupando-o com seu olhar, com sua atenção, com a projeção de sua presença. É isto. Reconhecer o espaço equivale a criar uma presença, uma marca. Dessa forma, você e seu aluno não fazem tão-somente parte de uma massa. São indivíduos. (VIANNA: 2002, p.32) Nós que nos  deparamos com o EAD, essa modalidade de ensino em expansão, temos que ter a clareza de que o contato virtual e/ou digital deve gerar uma reciprocidade de responsabilidades, com vistas a aproximar professores e alunos. O aluno necessita ter certeza que estamos com ele, ouvindo seus pedidos de ajuda, acalmando suas ansiedades e lendo as coisas que escrevem. Enfim, orientando-os. Nessa lógica, os limites impostos pela falta de interação entre os agentes seriam suprimidos, e o EAD, floresceria como um instrumento de democratização do ensino superior.
CONSIDERAÇÕES - Entende-se então que, o EAD é uma modalidade de ensino em fase de construção e por isso demanda de ajustes constantes. Para muitos debatedores sua origem está associada, sobretudo, há duas realidades participes do mesmo contexto, ou seja: a necessidade de democratizar o ensino superior seria uma e baratear os investimentos que demandam a educação; a outra. Sem dúvida, nossa experiência tem mostrado que o EAD cumpre um forte papel social na medida em que socializa e democratiza o acesso a educação. Simultaneamente, proporciona mobilidade social, uma vez que as pessoas passam a ter acesso aos conhecimentos que contribuem na explicação deste mundo. Entendemos que o EAD, ao mesmo tempo em que apresenta possibilidades de formação acadêmica para muitos, esbarra em limites, na medida em que necessita avançar em seus procedimentos didático-metodológicos. 

A crise econômica e o resgate do ensino
Fonte: Editoria Tendências e Debates, do jornal Folha de S.Paulo, em 26/07/10
Como educador de uma escola de engenharia, o mercado financeiro causava grande frustração nos anos pré-crise. Naquele período, o mercado financeiro essencialmente monopolizava a contratação de egressos dos cursos de engenharia.
Um egresso com essa formação poderia perfeitamente se posicionar nesse mercado, sendo uma evidência de sua versatilidade profissional. Entretanto, me questionava: por que ensinar conteúdos programáticos de um curso de engenharia se o estudante migrava invariavelmente para o mercado financeiro, ignorando grande parte da sua formação técnica?
A crise tenha talvez dado a contribuição mais importante para resgatar o ensino universitário e endereçar essa questão. No pós-crise, diminuíram as oportunidades no mercado financeiro, ruindo o deslumbramento dos estudantes com a área. Resgatou-se a economia real, aquela que se baseia no crescimento da produção, inclusive produção intelectual.
E, nesse contexto, a universidade desempenha papel central. Nessa nova economia, as melhores oportunidades surgirão nas áreas técnicas, e os estudantes terão de perseguir a compreensão dos conteúdos programáticos para estarem preparados para elas.
A raiz da crise talvez tenha sido exatamente o mecanismo de contratação do mercado financeiro. Nas últimas décadas, tornou-se comum contratar físicos, matemáticos e engenheiros, ampliando o horizonte cultural do mercado.
Dessa forma, o mercado passou a conviver com profissionais capacitados em entender os fenômenos físicos e construir modelos. Essa cultura passou a ser usada para construir modelos para prever os movimentos das bolsas, os mercados de derivativos e as taxas de juros.
Mas ocorreu um descolamento entre teoria e fenomenologia. Embora padrões de evolução dos índices do mercado possam ser previstos com certa precisão, o mercado não é regido pelas leis físicas usuais. A fenomenologia do mercado envolve eventos altamente não lineares, portanto, qualquer modelo simplificado apresenta previsões imprecisas e falha na previsão de eventos catastróficos.
Os modelos do mercado se descolaram de um principio básico de qualquer modelo, seus limites de validade. A fenomenologia do mercado está associada à opinião dos investidores, confiança, perspectiva de lucro, eventos de difícil modelagem. Mas os teóricos do mercado falharam na percepção dos limites dos modelos e ignoraram uma lei de qualquer sistema da natureza, a lei do equilíbrio.
Se entendessem isso, teriam notado que um crescimento contínuo dos índices das bolsas é fundamentalmente impossível.
A crise deixará seu legado por décadas: ela mostrou os riscos de se apostar numa economia virtual, que se baseie em números abstratos, lucros fictícios e dinheiro inexistente. Aos educadores, ficou a percepção de que vale a pena continuar acreditando na sua profissão.
João Francisco Justo Filho, é professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

Pnud faz consulta para escolher boas práticas em biodiversidade
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4587535-EI8266,00-Pnud+faz+consulta+para+escolher+boas+praticas+em+biodiversidade.html
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) abriu um processo de consulta para coletar estudos, descrições e exemplos de projetos de conservação da biodiversidade do Brasil, país líder em espécies nativas, detentor de 15% a 20% de toda a diversidade biológica mundial. A ideia é reunir informações para apontar quais os benefícios sociais e financeiros e os custos econômicos de uma gestão de ecossistemas preocupada com a sustentabilidade.
A iniciativa será feita em duas etapas. Uma delas é um questionário na internet, que já está no ar e ficará disponível até meados de agosto. A outra é um encontro com especialistas e autoridades na área de meio ambiente, que será realizado na sede do Pnud nos dias 23 e 24 de agosto, com o objetivo de analisar e complementar os dados colhidos pela pesquisa via web.
O objetivo da consulta é que técnicos do setor público e privado, representantes de organizações não governamentais (ONGs), acadêmicos e líderes comunitários apresentem e detalhem experiências em biodiversidade, além de apontar eventuais ligações dessas práticas com a equidade e a geração de renda.
Ao todo, o questionário tem 12 perguntas. Ele pede, por exemplo, que se mencionem políticas públicas nos setores federal, estadual ou municipal e se identifiquem impactos na produção, na produtividade, no emprego e na renda. Há também questões sobre áreas prioritárias para ações de conservação e mecanismos financeiros inovadores. "Pretendemos sistematizar informações sobre casos e experiências concretas de conservação da biodiversidade", resumiu o biólogo Rodrigo Medeiros, um dos assessores do Pnud responsáveis pela consulta nacional. "Vamos consolidar informações sobre o que existe hoje que podem ajudar a dimensionar a importância da conservação da biodiversidade", completou o economista Carlos Eduardo Young, também assessor do Pnud e membro do comitê técnico da iniciativa.
As duas etapas fazem parte de um processo maior de consulta em vários países latino-americanos, chamado Biodiversidade e Ecossistemas: Por que são Importantes para o Crescimento Sustentável e a Equidade da América Latina e do Caribe. Já foram realizadas sete reuniões na região, em nações também de grande biodiversidade (México, Peru, Venezuela, Colômbia, Equador, Guatemala e Trinidad e Tobago).
Os dados de sete workshops e da consulta brasileira servirão de subsídio para um documento que será apresentado pelo Pnud e parceiros no 10º Encontro da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP10), em Nagoia (Japão), entre 18 e 29 de outubro.

A noite das campeãs
Fonte: Jornal A Notícia, 28/07/2010
Promoção de “AN” e Instituto Mapa premia hoje as marcas mais lembradas
Hoje é dia de festa para os 89 vencedores das 33 categorias do 16º Top of Mind. Afinal, não é para qualquer um a conquista do reconhecimento de ser a marca mais lembrada pelo consumidor catarinense. A premiação será hoje às 19h30, na sede da Fiesc, em Florianópolis.
As marcas campeãs foram apontadas em pesquisa de amostragem realizada pelo Instituto Mapa, que entrevistou 2.400 pessoas em 27 cidades catarinenses. A promoção de “A Notícia”, em parceria com o Instituto Mapa, a cada ano se consagra ainda mais com o sinônimo de credibilidade. Nesta edição, tem o patrocínio da Fecomércio, da FCDL e Tractebel e o apoio da Fiesc e da Martinelli Empresarial.
A pesquisa tem como objetivo identificar qual marca está mais presente na mente dos consumidores, avaliando o grau de popularidade e prestígio da mesma em relação à população. Desta forma, os resultados quantitativos das pesquisas Top of Mind causam impacto junto às empresas, agências de publicidade e veículos de comunicação e satisfazem a curiosidade do público, em saber quais são as marcas que mais ficam na memória e quais são preferidas pelos consumidores.
Nesta edição, o Top também vai dar prêmios especiais para as cinco empresas catarinenses que mais valorizam as iniciativas em responsabilidade social, preservação ambiental e investimentos em cultura. Além disso, serão conhecidos o empresário de destaque, o time de futebol que representa o Estado, a festa popular que é a cara de Santa Catarina e as cidades que são lembradas por suas peculiaridades econômicas.
“Vamos reverenciar empresas que alcançaram força de marca pela qualidade diferenciada de seus produtos e serviços”, explica o diretor-presidente do Instituto Mapa José Nazareno Vieira.
2,4 mil - Foi o número de catarinenses ouvidos na pesquisa Top of Mind, que identificou as marcas, as cidades, as empresas e o empresário mais lembrado no Estado.
27 - É o número de cidades catarinenses onde o Instituto Mapa fez a pesquisa Top of Mind. O levantamento foi feito no Norte, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Sul, Planalto e Oeste.

Vestibulando deve se conhecer antes de decidir a carreira que vai seguir
Fonte: Folha de São Paulo, 28/07/2010
Felipe Luchete
A agenda da psicóloga Rosane Levenfus está cheia. Há cerca de 20 anos na área de orientação profissional, ela conta que, quanto mais perto das inscrições para o vestibular, mais gente a procura.
Para quem ainda não decidiu qual carreira seguir, profissionais ouvidos pela Folha afirmam que ainda dá tempo de buscar ajuda antes do período de inscrições nos vestibulares de fim de ano, que começa em agosto.
A maioria usa uma mesma palavra para definir a orientação: autoconhecimento. Não é o especialista que vai indicar uma profissão, é o jovem que vai escolher.
"Não existe mágica. O que existe é desinformação muito grande do jovem acerca de si mesmo e do mercado de trabalho", afirma Rosane.
Há várias metodologias na área. Rosane faz testes para avaliar se a pessoa está madura para decidir, reúne-se pelo menos uma vez com os pais e estimula o participante a pesquisar informações de cursos e universidades.
A psicóloga e consultora de carreira Heloisa Yoshida promove atividades lúdicas como "convidar" profissões para uma festa: o jovem escolhe várias e depois imagina para quais "convidadas" daria mais atenção.
A estudante Laís Carvalho, 16, deixou Santos, no litoral de SP, para uma semana intensiva em julho no Instituto Colmeia, na capital. No segundo ano do ensino médio, ela está em dúvida entre administração e engenharia aeronáutica.
No primeiro dia de orientação, Laís e os colegas colaram em uma cartolina imagens e palavras tiradas de revistas sobre o que pensavam do mercado de trabalho.
A partir da atividade, eles discutiram valores que interferem na escolha com a psiquiatra e orientadora profissional Maria Stella Sampaio Leite. Carros, férias e dinheiro dividiam espaço com estudo e esforço, por exemplo.
Na hora de escolher uma carreira, Stella não acredita em vocação. Ela diz que o aluno deve identificar uma motivação e refletir sobre a área de interesse que lhe permitirá alcançar o que gosta.

Seguir ou desistir: eis a questão
Fonte: Diário Catarinense, 28/07/2010
Entender o que cada curso tem a oferecer vai ajudar você a diminuir as chances de chegar no meio da graduação e se dar conta de que tem mais uma difícil decisão pela frente.
Depois de tanto tempo de esforço e dedicação aos estudos, a tão sonhada aprovação no vestibular veio. No início, a empolgação toma conta, mas quando a faculdade começa pra valer, muitas vezes vem a dúvida: será que é isso mesmo que eu quero?
De acordo com a doutora em Psicologia Dulce Helena Soares, especialista em orientação profissional, o principal motivo da desistência no meio do caminho, depois de entrar na faculdade, é a falta de informação sobre o curso. Segundo ela, a maior parte dos estudantes que tem dúvidas não sabe direito como é a vida do profissional formado na carreira que pretende seguir.
– Muitas vezes, o aluno entra sem informações sobre o curso e, ao longo da faculdade, continua sem saber como vai ser sua vida depois de formado. Eu já atendi uma estudante de Ciências Econômicas que estava para se formar e não sabia onde trabalha um economista – alerta a professora.
Nos cursos ligados à computação, por exemplo, ela explica que muitos alunos ingressam achando que vão trabalhar com MSN, quando na verdade o trabalho de programação feito por esses profissionais envolve muitas outras atividades.
Nesses casos em que os estudantes estão com muitas dúvidas, uma das dicas é procurar um estágio para que, com a prática, eles possam conhecer melhor a profissão e perceber se realmente gostariam de seguir a carreira.

Grana x vocação
Fonte: Diário Catarinense, 28/07/2010
Na hora da escolha, é preciso avaliar bem, pois a realização financeira é importante, mas não é sinônimo de sucesso
A possibilidade de ganhar muito dinheiro depois de formado é um dos critérios no topo da lista dos estudantes na decisão sobre que faculdade fazer, segundo as psicólogas e especialistas em orientação profissional Fernanda Sá e Cláudia Basso.
– Um grande dilema dos estudantes é relacionar boa remuneração com identificação profissional. Na minha experiência como orientadora, tenho observado que o fator dinheiro é o primeiro que os adolescentes olham quando pesquisam sobre o curso, fazendo a escolha, muitas vezes, levando em conta somente esse critério – avalia Cláudia.
Além disso, de acordo com Fernanda, nos últimos tempos a procura por cursos que oferecem a oportunidade de disputar vagas em concursos públicos, como o Direito, também tem crescido consideravelmente.
– Esses jovens tem sido atraídos pela estabilidade e bons salários que algumas carreiras no serviço público proporcionam, mas, muitas vezes, se decepcionam já cursando a graduação, ou quando não conseguem passar nesses concursos, que são extremamente disputados – pondera a especialista.
Quando o dinheiro se torna o único fator de decisão, as psicólogas alertam para a grande probabilidade de que o estudante se frustre na profissão e, muitas vezes, acabe desistindo do curso ainda na metade do caminho. O critério, segundo elas, não deve ser deixado de lado, mas não pode ser exclusivo.
Para a psicóloga Luciana Boeinng, é importante que os jovens avaliem que é mais difícil ganhar dinheiro fazendo uma atividade em que você não se identifica.
– Quando estamos felizes com o trabalho, nossa capacidade intelectual, emocional e até física melhora e podemos nos desenvolver bem mais naquilo que fazemos, tendo assim maiores rendimentos. Em contrapartida, quando não nos identificamos com nossa profissão ou até com o curso que escolhemos, é bem mais difícil atingirmos bons resultados – reforça.
O ideal, segundo Fernanda, é entender que a escolha profissional deve ser encarada como a elaboração de um projeto de vida. Grana é importante, mas não é tudo. O que vale é refletir sobre o que realmente é sucesso profissional e o que você buscando na futura carreira.
Além do dilema dinheiro X vocação, outros são determinantes para que os universitários se sintam infelizes no andamento do curso, quando descobrem que não se identificam com a carreira que escolheram. Nas páginas centrais, confira dicas da especialista Dulce Helena Soares, para não entrar nessa roubada.
mayara.rinaldi@diario.com.br
Mayara Rinaldi

Analfabetismo atinge 3 milhões de jovens trabalhadores rurais no Brasil
Fonte: Folha de São Paulo, 28/07/2010
Da Agência Brasil
Cerca de 40% das pessoas entre 16 e 32 anos que moram e trabalham no campo são analfabetas. O analfabetismo atinge 3 milhões dos quase 8 milhões de trabalhadores rurais do país nesta faixa etária, de acordo com a secretária de Jovens Trabalhadores Rurais da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Maria Elenice Anastácio.
Se forem considerados os habitantes de pequenas cidades que sobrevivem da economia rural, os números podem ser ainda mais preocupantes.
Para Maria Elenice, as condições atuais do ensino obrigam o jovem a escolher entre o estudo e o trabalho. "O trabalhador rural tem que buscar a cidade para ter acesso à saúde, à informação e à escola. Mas como vão pegar um transporte precário para estudar na cidade se estão cansados do trabalho exaustivo?", questionou.
A coordenadora do curso de licenciatura em Educação no Campo da Universidade de Brasília, Mônica Molina, também apontou a pouca oferta de escolas no campo como responsável pelas altas taxas de analfabetismo. "O interesse em estudar existe. Hoje, o trabalhador dá mais importância ao estudo do que em gerações anteriores, mas quando o aluno chega à 5ª série, dificilmente encontra turmas no meio rural. Então ele precisa ir estudar na cidade mais próxima e acaba desistindo". Em pesquisa feita em assentamentos de reforma agrária, Molina constatou que, aproximadamente 70% das escolas rurais, são de 1ª a 4 série, enquanto 25% atendem os alunos de 5ª a 8ª e apenas 4% têm turma de ensino médio.
A consequência é que poucos alunos vão além dos primeiros anos de escolaridade. Este fator, somado às faltas, repetição de séries, professores despreparados e recursos didáticos escassos, leva ao analfabetismo funcional. "Sem acesso á escolarização correta na idade apropriada, o jovem acaba perdendo a condição de ler e interpretar após alguns anos", afirmou Mônica.
Como solução, Mônica e Maria Elenice defendem a ampliação do número de escolas no campo. "De 2005 a 2007 foram fechadas 8 mil escolas rurais e agora temos que garantir as que já existem", disse Molina.
"Não adianta investir em transporte das pessoas para cidades próximas. Poucos vão arriscar a vida em pau de arara para terminar o ensino médio", completou Maria Elenice.

Maior nível de escolaridade protege cérebro contra sintomas de demência
Fonte: O Estado de São Paulo, 27/07/2010
Saúde. Pesquisa mostra que pessoas que estudam mais durante a vida têm o cérebro tão afetado por problemas neurodegenerativos quanto os demais, mas lidam melhor com as manifestações físicas das doenças; descoberta reforça importância da prevenção
Diversos estudos indicam que quanto maior o nível de escolaridade, menor o risco de uma pessoa sofrer de demência. Mas uma nova pesquisa publicada na revista Brain sugere que os mais estudados têm o cérebro tão afetado por doenças neurodegenerativas quanto os demais. A diferença é que, nesses pacientes, as manifestações físicas da demência são mais brandas.
Os cientistas analisaram o cérebro de 872 pessoas envolvidas em três grandes estudos europeus sobre o envelhecimento que, antes de morrer, preencheram questionários sobre seu nível de educação, o momento em que abandonaram a escola e se frequentaram a universidade ou não. A única diferença significativa encontrada entre aqueles com maior grau de escolaridade foi o tamanho do cérebro. Cada ano adicional de estudo resultou numa chance 10% maior de o órgão estar no seu tamanho máximo na hora da morte, ou seja, ter perdido menos neurônios.
"Nosso estudo mostra que o ensino durante a juventude permite que algumas pessoas lidem com muitas mudanças em seus cérebros antes de apresentarem sintomas de demência", afirmou a pesquisadora da Universidade Cambridge Hanna Keage.
Uma educação mais avançada, continua Hanna, não está relacionada a diferenças nos danos ao cérebro, mas as pessoas que estudaram por mais tempo se mostram capazes de lidar melhor com tais danos.
Para o neurologista Cícero Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo, isso pode ser explicado pelo fato de que novos neurônios são produzidos quando aprendemos uma nova habilidade. "O cérebro possui células-tronco que, quando estimuladas, transformam-se em novos neurônios. Esse processo pode ocorrer a qualquer momento da vida, mesmo com 90 anos", diz.
Esse novos neurônios, diz Coimbra, migram para as áreas do cérebro que normalmente são mais utilizadas pela pessoa. Isso ajudaria a repor as células nervosas afetadas pela doença.
A geriatra Rossana Funari, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, explica que em pessoas com baixa escolaridade, principalmente naquelas que realizam atividades mecânicas, a parte do cérebro em atividade é menor. Por isso, quando essas pessoas são afetadas por doenças neurodegenerativas, os sintomas aparecem mais rápido. "Além disso, é mais difícil fazer o diagnóstico de demência em pessoas com mais escolaridade, pois elas sabem disfarçar mais os sintomas", conta.
A demência está relacionada à morte de neurônios. Entre as causas estão problemas vasculares, alterações metabólicas, tumores e infecções. Estima-se que, em todo o mundo, cerca de 35 milhões de pessoas sofram com o problema, número que deve crescer com o envelhecimento da população. Como não há tratamentos eficazes, o desenvolvimento de maneiras de prevenir a demência está se tornando cada vez mais importante para os governos de todo o mundo. "Países em desenvolvimento, como o Brasil, vão sofrer mais, por causa da baixa escolaridade de sua população", alerta Rossana. / COM REUTERS
Preste Atenção:
1. Intelecto. Manter um alto nível de atividade intelectual ajuda a proteger o cérebro. Vale quebra-cabeça, jogos, palavras cruzadas, novos idiomas.
2. Risco. Pesquisas indicam que a diabete tipo 2 e a hipertensão aumentam o risco de desenvolver alguns tipos de demência, como Alzheimer.
3. Alimentação. Uma dieta saudável auxilia na prevenção. Recomenda-se ingerir peixes, frutas, legumes, vegetais e ácidos graxos ômega 3.
4. Emoções. Tanto o estresse quanto a depressão bloqueiam a síntese de novos neurônios e aceleram a manifestação de demências.
5. Incidência. Em todo o mundo, o Alzheimer, um dos principais tipos de demência, afeta 1 a cada 8 pessoas com mais de 65 anos.

'Custo Brasil' e educação contêm avanço do Brasil, indica relatório
Fonte: Clipping Educacional CONSAE - Portal G1, 27/07/2010
As deficiências do Brasil nos setores de infraestrutura e educação estão entre os principais "desafios" que o país precisa enfrentar para crescer de maneira sustentável, avalia um relatório da consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU) divulgado nesta terça-feira (27). O estudo reuniu dados da própria consultoria, entrevistas com analistas e especialistas e um levantamento feito entre abril e maio junto a executivos de 536 companhias em 18 países. A EIU identificou quatro áreas nas quais o país precisa fazer progressos se quiser realizar o seu potencial econômico: educação, infraestrutura, inovação e reconhecimento internacional de marcas. "Se estes desafios arraigados puderem ser solucionados na próxima década, a economia poderia sustentar taxas de crescimento acima de 5% ao ano por um longo período", disse a especialista da EIU para as Américas, Justine Thody. "Para um país de renda média com uma população perto de 200 milhões de habitantes, seria um dos mercados mais atraentes do mundo."
Percepções e realizações - O relatório, encomendado pelo banco HSBC, procurou avaliar "como os investidores veem o Brasil e como o Brasil vê o mundo". Quase metade dos entrevistados (49%) disse perceber o Brasil como um "mercado jovem e crescente à altura da China, Índia ou Rússia" e dois em cada cinco (40%) disseram ver o país também como "um ator emergente na cena mundial". Entretanto, 31% associaram a economia brasileira a um "mercado com grande potencial, mas contido por um ambiente pobre de negócios", enquanto 13% afirmaram que o Brasil é "principalmente conhecido pelos extremos de riqueza e pobreza". A EIU estima que o país crescerá 7,8% neste ano e 4,5% no ano que vem, chegando a 2014 com um PIB per capita de US$ 13,8 mil. Entretanto, para sustentar um crescimento em torno de 5% em níveis prolongados, o país precisa resolver gargalos pelo menos nos quatro campos citados no relatório, segundo a consultoria e os entrevistados ouvidos na pesquisa.
Desafios - Questionados sobre os principais obstáculos operacionais para seus negócios no Brasil, por exemplo, praticamente metade dos respondentes (49%) citou os baixos padrões - ou os altos preços, daí o termo "custo Brasil" - da infraestrutura do país. O estudo aponta que as atividades de frete ainda dependem de transportes rodoviários custosos, a malha ferroviária é pequena, os portos e aeroportos estão congestionados e o potencial hidroviário permanece inexplorado. Entre outras respostas frequentes, os pesquisadores da EIU também registraram a preocupação dos empresários com o não-cumprimento de contratos, a corrupção e a fraca governança corporativa (34% das menções). No quesito educacional, o relatório apontou a falta de mão-de-obra qualificada para preencher vagas cruciais nas empresas. Entre as companhias americanas, por exemplo, esse é considerado o principal desafio a ser enfrentado pelo Brasil (na opinião de 47% das empresas). Para a EIU, a saída passa, além da melhora no currículo educacional e o treinamento dos professores, por um redirecionamento dos recursos públicos do ensino universitário para a escola secundária. "Uma educação pobre e poucos recursos na educação secundária significam que os alunos que terminam a escola estão entre os menos educados do mundo", afirma a EIU.
Inovação e reconhecimento - Por fim, o país enfrenta também desafios relativos à inovação e ao reconhecimento de seus produtos no exterior. Mais da metade dos entrevistados no Brasil (57%) disse não ter estruturas voltadas para pesquisa e desenvolvimento, ou sequer planos de criar tais estruturas. O relatório aponta que é necessária uma maior aproximação entre empresas e universidades para gerar conhecimento e inovação - a exemplo do que já ocorre nas áreas ambiental e agrícola, nas quais o Brasil é um exportador de tecnologia. Na questão da percepção da "marca Brasil" - essencial para garantir uma boa acolhida aos produtos brasileiros nos mercados destinos -, o relatório indicou que as companhias verde-amarelas "ainda sofrem do pouco reconhecimento no exterior". "À parte algumas companhias de alto perfil, as marcas brasileiras ainda carecem do reconhecimento global de suas concorrentes ocidentais", afirma o estudo. Nada menos que 84% dos entrevistados disseram que as marcas brasileiras não são reconhecidas ou apreciadas no exterior. Nos EUA, por exemplo, apenas 3% das empresas crêem que as marcas do Brasil alcançam este grau de distinção. Já na China, as marcas brasileiras são bem-recebidas por 24% dos empresários.

Municípios têm aumento significativo de recursos transferidos pela União e podem desenvolver projetos com apoio de instituições
Fonte: Jornal da Educação nº 3807
Os municípios estão contando com um maior volume de recursos federais para desenvolvimento de projetos. Esporte, turismo, saúde e educação são as áreas mais beneficiadas. É perfeitamente possível que as instituições de ensino se habilitem para o recebimento dessas verbas. Basta a elaboração de propostas dentro das diretrizes  pelo Executivo. Há necessidade que a mantenedora não possua cadastro negativo em termos tributários eis que isso ocorrendo provoca a restrição nas licitações. Várias universidades, centros universitários e faculdades já possuem um portfólio específico de serviços que podem ser prestadas para as municipalidades.
(IPAE 154- 07/10)

Projeto da Microsoft leva imagens panorâmicas para o mundo ‘street view’
Fonte: Portal O Meu Futuro
Street Slides leva imagens parônamicas para o mundo
Sair da bolha e ter uma visão mais ampla da realidade. É isso, talvez sem tanta filosofia barata, que os pesquisadores da Microsoft querem conseguir com o Street Slides. O programa, que vem sendo testado até no iPhone, funciona como o Google Street View, com imagens do nível da rua mostrando endereços.
Mas, se você der “zoom out”, a distorcida visão em “bolha” dá lugar a uma tomada panorâmica da rua e mostra a o verdadeiro diferencial do programa. Sob esse ângulo fica mais fácil identificar locais, ter ideia das distâncias e navegar entre os pontos desejados. Ao acionar a visão panorâmica, você ganha um espaço extra na tela, como mostra a imagem acima. Essas tarjas cinzas, segundo o projeto, podem ser preenchidas com logotipos de lojas e outros estabelecimentos comerciais que estejam na rua. Você também pode navegar pelo botão amarelo, que dá um giro de 180 graus e mostra o outro lado da rua, arrastando as fotos na horizontal ou simplesmente arrastando o ponto de referência na miniatura do mapa.
Como o projeto ainda está em desenvolvimento, ainda faltam muitos trechos de “mundo real” para serem transformados pela visão panorâmica.
Fonte: UOL

Educação é um dos desafios do Brasil para alcançar crescimento sustentável
Fonte: Jornal da Educação nº 3807
Um relatório da consultoria inglesa EIU (Economist Intelligence Unit) divulgado nesta terça-feira (27) revelou que para Brasil crescer de maneira sustentável, precisa enfrentar os desafios trazidos pelas deficiências dos setores de infraestrutura e educação. As outras duas áreas identificadas pela consultoria são inovação e reconhecimento internacional de marcas.
O estudo mostrou que no campo educacional o principal ponto de preocupação é a falta de mão de obra qualificada para preencher vagas cruciais nas empresas, e sugere também maior aproximação entre empresas e universidades para gerar conhecimento e inovação.
O foco do relatório encomendado pelo banco HSBC foi a descoberta de "como os investidores veem o Brasil e e como o Brasil vê o mundo". A pesquisa mostrou que 31% enxergam na economia brasileira um "mercado com grande potencial, mas contido por um ambiente pobre de negócios". Já 49% afirmaram que o Brasil é um "mercado jovem e crescente à altura da China, Índia ou Rússia". Outros 40% disseram ver o país também como "um ator emergente na cena mundial".
A estimativa do grupo EIU é que o país cresça 7,8% neste ano e 4,5% no ano que vem, chegando a 2014 com um PIB per capita de US$ 13,8 mil. Porém, para manter um crescimento de 5% em níveis prolongados, precisa enfrentar as deficiências nos setores de educação, infraestrutura, inovação e reconhecimento internacional das marcas.
(IPAE 158 - 07/10)

Prédio na Bélgica muda de cor para informar previsão do tempo
Fonte: Portal O Meu Futuro
Prédio que muda de cor para indicar a previsão do tempo
Quando você estiver passeando por Bruxelas, na Bélgica, não estranhe ao verdois prédios iluminados com luz azul – ou verde, amarela, vermelha, talvez atéuma mistura disso tudo. A Dexiatower, conjuntoformado por duas torres, temiluminação de LED para informar a previsão do tempo.
Se a luz estiver verde, significa que a temperatura vai se manter estável nodia seguinte. Cores mais quentes, como amarelo e vermelho, indicam que o calorvai aumentar, enquanto o azul dá sinal de queda na temperatura.
Ao todo, o estúdio de design lab-au usou 72 mil LEDs para iluminar as 6 miljanelas do conjunto. Mas, recentemente, a crise econômica colocou as torres emfase de racionamento. Do pôr-do-sol à meia-noite, as luzes só ficam acesas por10 minutos a cada hora.
Fonte: Uol Tecnologia

Conselho Federal institui concurso de artigos
Fonte: Assessoria de Comunicação da OAB/SC
Como parte das comemorações dos 80 anos da Ordem dos Advogados do Brasil, a ser comemorado no dia 18 de novembro de 2010, o Conselho Federal da OAB, por sua OAB Editora, instituiu o Concurso Nacional de Artigos “80 Anos da OAB e a História do Brasil”.
O artigo deverá ser inédito e versar sobre o tema “80 Anos da OAB e a História do Brasil”, entendendo-se por inédito aquele que nunca foi publicado em livro, revista ou qualquer outra forma de publicação, por mais restrita que tenha sido quanto a locais, instituições ou tiragem.
 Poderão participar do Concurso Nacional “80 Anos da OAB e a História do Brasil”, Edição Comemorativa dos 80 Anos da OAB, todos os advogados regularmente inscritos no Cadastro Nacional dos Advogados, que estejam em dia com as suas obrigações junto à OAB, exceto Conselheiros Federais ou seus sócios, colegas e auxiliares de escritório, servidores do Conselho Federal e membros de órgãos e Comissões, Diretores e Conselheiros de Seccionais e de Subseções, dirigentes de Caixas de Assistência dos Advogados e demais membros da OAB (art. 45 da Lei 8906/94).
Mais detalhes no site do Conselho Federal da OAB: http://www.oab.org.br/pdf/EDITAL_OAB80.pdf

A hora e a vez do ensino médio
Fonte: www.cmconsultoria.com.br, 28/07/2010 às 08:54 hs.
Nos próximos quatro anos, o ensino médio deve ocupar o primeiro lugar na pauta da educação brasileira. Não há escolha: ou o país enfrenta a grave crise que atinge a escola oferecida aos jovens de 15 a 17 anos ou vai condenar a "morrer na praia" um contingente crescente de crianças que vêm ingressando no sistema público e conseguindo concluir o ensino fundamental, com qualidade um pouco superior que a de períodos anteriores.
Os números do ensino médio atualmente são muito ruins. Cerca de 80% dos jovens entre 15 e 17 anos estão na escola, mas só metade destes cursa a série correpondente à sua idade. De 10 milhões nessa faixa etária, apenas 1,8 milhão conclui o 3º ano do ensino médio, e só 9,8% dos que estão no 3º ano aprenderam o que é esperado para essa série, segundo critérios no movimento Todos Pela Educação.
"Esta é a hora e a vez do ensino médio", sentenciou num seminário recente Wanda Engel, doutora em educação, superintendente do Instituto Unibanco e uma das pessoas que mais têm se dedicado ao tema. Além da urgência na solução da crise, outros fatores fazem do ensino médio prioridade absoluta.
Primeiro, o ensino médio será obrigatório, por determinação constitucional, a partir de 2016, e, embora seja responsabilidade dos Estados (85% dos alunos frequentam as redes estaduais), o governo federal deverá contribuir no financiamento desse esforço de universalização. Segundo, é preciso responder à demanda por formação da juventude, que, sem escolaridade, encontra cada vez mais obstáculos para ingressar no mercado de trabalho. Terceiro, o próximo presidente terá de decidir o que fazer com o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que foi reformulado na gestão do ministro Fernando Haddad, mas ainda não "pegou".
Por tudo isso, é fundamental cobrar dos candidatos à Presidência da República e aos governos estaduais uma posição clara sobre o ensino médio. A ampliação da educação profissional, que virou foco de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), por exemplo, é uma proposta louvável, mas ainda insuficiente. Os candidatos precisam se aprofundar um pouco mais no tema e enfrentar os números, que mostram desinteresse (compreensível) dos jovens e falta de qualidade da escola. Um caminho possível passa pelo diálogo entre governo federal e Estados para adotar medidas articuladas, que voltem a dar perspectiva de futuro para os jovens.
Fonte: Destak Jornal - SP

Egito busca apoio de empresas de tecnologia para melhorar ensino
Fonte: Portal O Meu Futuro
Egito busca apoio de empresas de tecnologia para melhorar ensino
O Egito está buscando mais apoio de empresas como IBM para melhorar o ensino de tecnologia nas escolas do país, numa tentativa de expandir a indústria de terceirização que pode movimentar US$ 10 bilhões por ano até 2020, disse uma autoridade sênior.
Operações terceirizadas, como suporte técnico e centrais de atendimento, trazem atualmente US$ 1 bilhão em negócios por ano ao Egito, que quer abocanhar uma fatia maior dos negócios globais à medida que o declínio populacional e os elevados custos na Europa estimulam a ampliação dessas operações em outros locais.
Mas, apesar de algum sucesso, investidores estrangeiros frequentemente reclamam da falta de qualificação no Egito e dizem ter de pagar um prêmio para garantir funcionários com as capacidades técnicas e de idioma necessárias.
“Se você olha para a Europa, sabe-se demograficamente que há uma queda na disponibilidade de capital humano em certo momento”, disse à Reuters o consultor de estratégia da Agência de Desenvolvimento da Indústria da Tecnologia da Informação (Itida, na sigla em inglês), Amin Khaireldin.
“Ou você faz terceirizações no exterior ou você importa pessoas. Os países europeus não querem importar pessoas.”
Oracle, Microsoft e Stream Global Service estabeleceram operações no Egito nos últimos cinco anos, atraídas principalmente pela mão de obra barata, incentivos fiscais e por uma infraestrutura no setor de telecomunicações relativamente estável.
Khaireldin disse que a meta de gerar US$ 10 bilhões através de serviços terceirizados até 2020 ainda é preliminar. “O desafio que o governo está me dando agora é desenvolver um programa para 10 bilhões, em vez de 1 bilhão”, acrescentou.
Para estimular isso, a Itida – agência do Ministério das Comunicações criada para promover e alimentar a indústria de terceirização – começou um programa anual com orçamento de US$ 10 milhões a US$ 12 milhões para ensinar a estudantes universitários o inglês, a como usar softwares da Microsoft e outras habilidades.
Fonte: Terra

Projeto amplia a lista de doenças do trabalho
Fonte: Portal da Câmara dos Deputados
Tramita na Câmara o Projeto de Lei7212/10, do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP) e outros, que inclui entre asdoenças do trabalho, a critério do médico perito da Previdência Social: a doençadegenerativa; a inerente a grupo etário; a que não produza incapacidadelaborativa; e a doença endêmica adquirida por segurado habitante de região emque ela se desenvolva, resultante de exposição ou contato direto determinadopela natureza dotrabalho.
Atualmente, a Lei 8.213/91estabelece que essas doenças não são doenças do trabalho. Entretanto, permiteque o perito, em caráter excepcional, considere qualquer doença como sendo dotrabalho, desde que resulte das condições de trabalho.
Considerando essa possibilidadeprevista pela lei, Berzoini quer retirar o caráter de excepcionalidade dasdoenças acima, já que o que conta é o critério do perito daPrevidência.
A Previdência Social, porintermédio do INSS, é responsável pela concessão e manutenção dos benefíciosprevidenciários por incapacidade e benefícios assistenciais, concedidos a partirde laudos periciais emitidos pela perícia médica do órgão.
Condiçõesespeciais
Com a redação atual, a leidetermina que essas enfermidades não podem constituir doença do trabalho. Noentanto, afirma que poderão ser assim classificadas caso se comprove que foramadquiridas em função de condições especiais de atuação profissional.
Para Berzoini, uma vez que cadacaso deve ser analisado individualmente pelo INSS, "não faz sentido o textoatual da lei, que considera essas situações como exceção".
Tramitação
O projeto terá análiseconclusivaRito de tramitação peloqual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissõesdesignadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: -se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação poroutra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esserito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projetoprecisará ser votado pelo Plenário.das comissões de SeguridadeSocial e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Precisamos formar 10 mil doutores por ano, diz presidente de associação de pós-graduandos
Fonte: www.cmconsultoria.com.br, 28/07/2010 às 08:59 hs.
"Digo que precisamos formar mais de 10 mil doutores por ano para quepossamos realizar o desenvolvimento econômico e social do país”, disse apresidente da ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos), ElisangelaLizardo. “Tenho visto críticas equivocadas. Há quem diga que já temosmuitos doutores, que não precisamos continuar formando no ritmo em queestamos", completou a acadêmica em mesa-redonda da 62ª reunião anual daSBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), que acontece de25 a 30 de julho em Natal.
A mesa-redonda, que aconteceu dia 26 dejulho, tratava dos três anos do Reuni (Programa Reestruturação e Expansãodas Universidades Federal). Para ela, a expansão da graduação deve seestender à pós. “A ANPG ressalta que o fomento, em especial às bolsas,tanto de iniciação científica como para os pós-graduandos, é muitoimportante para o desenvolvimento do sistema. Essas iniciativas devem sercasadas", disse Elisangela. Outra especialista que participava doencontro, Helena Nader, considera a pós-graduação como um dos desafios doprograma de expansão: “Quero ver como será o Reuni dapós-graduação”.
O representante do MEC (Ministério da Educação) nodebate, Murilo Camargo, comentou sobre o Programa de Qualificação dasUniversidades Públicas. A iniciativa, que une MEC e Capes (Coordenação deAperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) tem como objetivo auxiliaras universidades a estruturar seus programas de pós-graduação. Segundo aSesu (Secretaria de Ensino Superior), a intenção é induzir e orientar paraque as insstituições mais novas sejam polos produtores deconhecimento.
“Começou a ser feito um mapa da situação de cadainstituição, pois elas terão que se atender, dentro de um prazoestabelecido, o que prevê resolução já aprovada pelo CNE, mas que aindanecessita de homologação pelo MEC”, explicou Camargo. O coordenador sereferia à resolução, que regulamenta o art. 52, inciso I da Lei 9.394, de1996, e dispõe sobre normas e procedimentos para credenciamento erecredenciamento de universidades do sistema federal de ensino. No art.3º, inciso VI, é dito que, para ser credenciada como universidade, ainstituição deve ter oferta regular de pelo menos quatro cursos demestrado e dois de doutorado, reconhecidos pelo MEC. As instituições quenão preenchem este requisito terão prazo para cumprimento até2016.
*Com informações da Capes
Fonte: Uol - Educação

Programa dá início à formação de professor sem licenciatura
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=6146&Itemid= ou visite o site: www.blog.covac.com.br, 27/07/2010
Com a adesão de 32 instituições públicas de ensino superior, o Procampo, programa do Ministério da Educação para a qualificação de professores sem licenciatura que trabalham em escolas rurais, iniciou a formação de profissionais em 13 unidades da Federação. As instituições oferecerão cursos de graduação a cerca de 35 mil educadores em atividade na área rural. Em 15 delas, a formação atende 1.363 educadores. Até o fim do ano, as 32 instituições terão matriculado 3.178 professores.
Segundo o diretor de educação para a diversidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC, Armênio Schmidt, o Procampo tem como prioridade o atendimento a professores das redes públicas estaduais e municipais em atividade, mas sem licenciatura; jovens que vivem na área rural que desejam seguir o magistério e educadores dos movimentos sociais do campo.
O curso tem a carga horária e o tempo de duração de uma licenciatura, mas é diferente no formato para atender professores que precisam estudar e trabalhar. De acordo com Schmidt, é oferecido em regime de alternância — aulas presenciais intensivas (tempo-escola) nas férias escolares ou em períodos determinados pelas universidades, combinadas com etapas no local em que o professor leciona (tempo-comunidade). Na comunidade, ele pesquisa, estuda e aplica o que aprende.
A licenciatura é multidisciplinar, com a abordagem de quatro áreas: linguagens e códigos (para lecionar português, literatura e artes); ciências da natureza e matemática (matemática, química, física e biologia); ciências humanas e sociais (filosofia, sociologia, história e geografia); e ciências agrárias.
Política pública — A oferta de cursos de licenciatura específicos para a qualificação dos professores do campo começou em 2006, com um projeto-piloto desenvolvido pelas universidades federais de Minas Gerais (UFMG), da Bahia (UFBA) e de Sergipe (UFSE) e da Universidade de Brasília (UnB). Hoje, o Procampo tem a adesão de 32 instituições.
Este ano, segundo Schmidt, o programa vai se tornar política pública, com oferta de cursos de licenciatura regulares pelas universidades — até 2009, essa oferta era definida por edital. O MEC vai desenvolver o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) Diversidade, que abrangerá a formação de professores das áreas rural e indígena. O Pibid Diversidade será administrado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
O diretor da Secad salienta que o novo modelo permitirá às instituições de educação superior organizar a oferta anual de cursos sem depender de editais. Elas poderão também garantir recursos para os quatro anos de cada licenciatura. Schmidt observa ainda que os educadores, com vagas anuais de ingresso, ganharão a oportunidade de fazer cursos de formação e que o MEC terá a possibilidade concreta de aumentar o número de cursos e de vagas, além de reunir cerca de 35 mil professores com licenciatura e diploma de nível superior obtidos em cursos de qualidade.
Ionice Lorenzoni